Televisão

Após o BBB21, Gil do Vigor entrega novo sonho: ‘Ser Presidente do Banco Central’

Foto: Isabella Pinheiro/Gshow

No fim de 2020 o pernambucano Gilberto Nogueira tinha dois grandes sonhos: ser aprovado na seleção para o PhD nos Estados Unidos na área da Economia e participar do BBB21. Cinco meses depois, com as duas realizações na bagagem, Gil do Vigor, como o doutorando ficou conhecido no reality, já tem novos planos.

Em entrevista exclusiva para a #RedeBBB, Gil revela, em primeira mão, qual seu principal sonho, após concluir o PhD.

“Ser Presidente do Banco Central. Seria extraordinário. A emissão de moeda, o estudo do mercado financeiro. A moeda influencia vários fatores, como desemprego e inflação. Eu sou apaixonado, não é minha área de pesquisa hoje mas eu tenho muito prazer de estudar e falar”, explica.

O pernambucano revela que já havia pensado sobre o assunto, mas tinha outras prioridades.

“Nunca foi um objetivo de vida, mas hoje em dia eu penso que trabalhar e presidir o Banco Central seria um sonho, que nunca foi palpável. Tem muitos economistas grandiosos no Brasil, é um trabalho de alta responsabilidade”.

O ex-brother conta que apesar de continuar avançando nos estudos, ainda não se vê capaz de assumir um cargo desse nível e que ainda vai precisar se capacitar muito para poder focar no próximo sonho.

“Com certeza depois do PhD eu tenha capacidade. No momento, eu não me sinto capacitado para funções de grande porte na economia. Estou seguindo a linha acadêmica e preciso me desenvolver muito e quem sabe um dia possa dar mais esse passo”

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Personagem marcante na trajetória do BBB21, Gilberto ajudou a popularizar a economia. O brother conta que assim que saiu descobriu que por abordar o tema na casa, o assunto teve muita procura.

“A Economia hoje é um curso muito mais entendido, procurado. As pessoas estão querendo saber mais e, com isso, fazem com que seja um assunto muito mais fácil de se entender do que era antigamente. Muitos professores renomados começaram a falar sobre mim, me chamaram para conversar que eu nunca imaginei que poderia participar. Estou de fato muito chocado com o que tem acontecido, tem sido extraordinário”, finaliza Gil.

Globo

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Política

Presidente da CPI da Covid é investigado por desvio de recursos para Saúde no Amazonas

FOTO: JEFFERSON RUDY/AGÊNCIA SENADO

O senador Omar Aziz,  presidente da CPI que investiga as responsabilidades de autoridades e mal uso de recursos públicos na pandemia, é investigado por desvios de recursos para a área da saúde quando ele foi governador do Amazonas.

Aziz foi alvo de uma operação do Ministério Público Federal chamada “Maus Caminhos”. Ela foi deflagrada em 2016 e houve uma série de desdobramentos. O objeto principal da investigação é o desvio de cerca de R$ 260 milhões de verbas públicas da saúde por meio de contratos milionários firmado com o governo do estado do Amazonas.

Omar Aziz é investigado porque, quando ele era governador, parte desses contratos foi firmada e um relatório parcial da Polícia Federal, o da Operação Vertex, um desdobramento da Maus Caminhos, cita seu nome 256 vezes em 257 páginas.

Um dos trechos diz que “os indícios da atuação de OMAR AZIZ para a criação e manutenção da organização criminosa formada em torno do Instituto Novos Caminhos são robustos e permeiam toda a investigação”.

Em outro, destaca-se o trecho em que uma colaboradora dos investigadores aponta que o senador recebia propina: “XXXX diz que, após o início das atividades da OS, o valor que deveria ser entregue a OMAR AZIZ era de 500 mil reais. Esse valor era entregue toda vez que a OS ia recebendo do Estado do Amazonas e que os valores eram entregues de forma fracionada. XXXX já realizou entrega de parte do valor destinado a OMAR. AZIZ para funcionários do Senador.”

Os autos chegaram a ser encaminhados para o Supremo Tribunal Federal em razão do fato de Aziz ser senador, mas o novo entendimento da corte sobre foro privilegiado fez com que, em junho de 2018, retornassem ao Amazonas. A investigação contra o senador atualmente está na Justiça Federal do Amazonas. Ainda não há decisão da Justiça no processo.

A CNN conversou com Simonetti Neto, advogado de Aziz. Ele critica o relatório da PF e questiona a competência do juiz que autorizou a operação e da própria Justiça Federal de investigar o caso, uma vez que, segundo ele, não há recursos federais envolvidos. “O relatório da PF é uma peça de ficção, uma obra literária. Não tem embasamento fático nenhum. Não há nenhum indício de atividade ilícita por parte do senador”. Ele também diz o Tribunal Regional Federal da Primeira Região já decidiu em uma das ações referentes ao caso que a Justiça Federal não é competente para julgar o caso. Além disso, segundo ele, o juiz da operação não era competente.

O procurador da República Jorge Maurício Porto, que cuida do caso, diz que os recursos investigados são federais. “Desde o início algumas defesas contestam a competência alegando que não haveria recursos federais envolvidos. Mas há recursos federais sim. A confusão é proporcional à dimensão do caso”. A PF não se manifestou.

O que diz o senador Omar Aziz

“Com referência aos fatos citados pela reportagem publicada pela CNN sobre a operação Vertex, que faz menção ao nome do senador Omar Aziz em Relatório da Polícia Federal de 2019, informamos que não há nos referidos autos nenhuma prova ou até mesmo indício de ligação do senador com qualquer atividade delituosa”, disse em nota à CNN.

“O senador segue à disposição das autoridades competentes para esclarecer sobre qualquer tema relacionado aos fatos em apuração e destaca que confia na justiça e, em razão de sua total isenção nos fatos, espera, após analisados pelas autoridades competentes, ser totalmente excluído da investigação”.

Com CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Manoel F de fuleiro e Burromimion 2 manés comedores de “mortandela”!! Só pra lembrar Zé Inácio é LADRÃO e continua sendo investigado! Outra: É Bolsonaro 2022!

  2. Sabe como vai terminar essa CPI ? O centrão está faminto por ministérios e cargos. Irão usar esse inquérito para pressionar o governo federal que terá de ceder para se manter vivo. Um inquérito que possui Renan Calheiros como relator não pode ser considerado sério.

  3. Oxe, mas o que é que tem demais o presidente da CPI ser investigado? O MINTO apoiou um CONDENADO em segunda instância para presidência da Câmara! Além de Lira, o nosso presidente INEPTO se aliou a diversos CONDENADOS por corrupção, tais como Roberto Jeferson… Infelizmente, se a gente for ver os investigados ou condenados por corrupção (muitos desses aliados e apoiados pelo MINTO), não SOBRA NENHUM no Congresso! Flávio “rachadinha” Bolsonaro que o diga, já que é investigado por peculato!

    1. Boa Manoel….mas Isso o gado não vê….os que usam argola na venta são cegos e surdos pra corrupção na familícia da casa de vidro…

    2. Pode chorar mais Manoel F e a outra “mortadelinha” burrominion……Bolsonaro até 2026……Um forte abraços, antas de quinta categoria.

    3. Constrangedor né mané? Apoiou a CPI mas agora precisa gerar uma narrativa pra justificar. É corrupto do bem que fala?

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Política

Sergio Moro diz que votaria no humorista Danilo Gentili para presidente

Fotos: Reprodução/YouTube/Michael Melo/Metrópole

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro afirmou, em coluna publicada nesta sexta-feira (9/4) na revista Crusoé, que votaria no humorista Danilo Gentili para presidente da República.

A afirmação foi feita logo após apontar que o Manhattan Connection, atualmente na TV Cultura, tem sido um dos poucos programas que assiste durante a pandemia do novo coronavírus.

“O ambiente descontraído, a qualidade dos âncoras, a relevância e a heterogeneidade dos convidados têm sido um atrativo. Em um deles, quase foi lançada a candidatura presidencial do Danilo Gentili – que, aliás, teria o meu voto”, assinalou o ex-juiz federal, que hoje trabalha em um escritório de advocacia.

A candidatura de Sergio Moro também é ventilada como possível alternativa ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ao ex-presidente Lula da Silva (PT), possíveis candidatos em 2022.

O ex-ministro da Justiça, no entanto, não se aprofunda no assunto. Ao longo do texto, ele defende o programa de críticas feitas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

Como mostrou o Metrópoles, pesquisa encomendada pelo Movimento Brasil Livre (MBL) aponta que o humorista Danilo Gentili teria cerca de 4% dos votos caso se candidatasse à presidência da República, em 2022.

A taxa é semelhante as do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), do apresentador global Luciano Huck e do ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT), todos com 4%.

O levantamento de opinião pública foi realizado pelo Instituto de Pesquisas e Estratégia (IPE). Foram realizadas 2 mil entrevistas em todas as unidades federativas, nos dias 27 e 28 de março deste ano. A margem de erro para os resultados é de 2,2 pontos percentuais (pp).

O Metrópoles apurou que o humorista afirmou, em uma aula fechada da Academia MBL, que está aberto para conversar sobre uma possível candidatura à presidência.

Metrópoles

Opinião dos leitores

    1. Tú estava onde quando o PT (leia-se, Quadrilha) governava (leia-se, assaltava) o Brasil?! O Governo do Presidente Bolsonaro NÃO é melhor por conta da perseguição!! Mexeu na mufunfa meu caro!

  1. Tudo será melhor do que os extremistas da direita e da esquerda que atrasam o desenvolvimento da nossa nação enquanto brigam por suas ideologias. O Brasil precisa urgentemente de um pacificador, diplomata, competente e honesto.

    1. Faço minhas as suas palavras. Chega de perder tempo e energia “passando pano” para canalhas, enquanto o mundo desaba sobre as nossas cabeças.

  2. Sinceramente, não me interessa a opinião desse senhor. Perdeu uma excelente oportunidade de entrar para a história. Preferiu dar vazão a sua ambição e orgulho desmedidos. Agora, nem petistas nem bolsonaristas sairão em sua defesa. Procure o PSDB.

    1. Atualmente é meritoso ser preterido pelo PT de Lulaladrão e pela corja da família do MINTOmaníaco e seus asseclas!

    2. Já conhecemos seus interesses e sua honestidade pelos seus comentários. Realmente, os extremistas de direita e s querida têm pavor de Moro, pois ele representa tudo que eles temem. Combate à corrupção, honestidade (que falta a você) e integridade. Lula perdeu as últimas eleições devido à indignação do povo com a corrupção. Seus seguidores extremos ( não vou chamar de gado) continuam tentando tapar o sol com a peneira e reconhecer que foram enganados por um estelionatário e que esse governo é infinitamente pior dos que o antecederam.

    3. És um doente! Vai se tratar. Só fala —–.

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Política

Presidente do MDB descarta apoio a Bolsonaro ou Lula

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Com políticos do MDB que defendem uma candidatura do próprio partido à Presidência, outros que sustentam o apoio a Lula, e ainda com parcela que tem preferência por Bolsonaro, a legenda inicia de forma mais incisiva, este mês, discussões para definir qual será a posição oficial da legenda na eleição do ano que vem. Presidente nacional do MDB, Baleia Rossi (SP) afirmou ao GLOBO que, no momento, o apoio a Lula ou Bolsonaro estão descartados, pois essas hipóteses, diz, sequer estão sendo aventadas nas conversas envolvendo a cúpula da sigla. Baleia afirma que o consenso é o lançamento de uma candidatura própria. E acredita que, caso um nome da sigla não venha a se mostrar competitivo, o melhor caminho para o MDB seria abraçar uma candidatura externa de centro, como João Doria (PSDB-SP), Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) ou Luciano Huck (sem partido).

Para Baleia, Doria é nacionalmente reconhecido pelo empenho na vacinação contra o Covid-19, mas precisaria melhorar sua popularidade na própria São Paulo para se tornar viável no ano que vem. Mandetta, por sua vez, é visto pelo dirigente emedebista como um nome que ganhou projeção ao participar dos debates quando era ministro da Saúde e tem a imagem associada à defesa da ciência. Huck, por sua vez, seria eleitoralmente um bom nome, de fácil assimilação, mas precisaria demonstrar mais interesse no pleito presidencial.

— Esses três nomes estão em pé de igualdade. E não temos discutido internamente o apoio a Lula ou Bolsonaro. A decisão interna é por uma terceira via. Um candidato mais ao centro, mais equilibrado, que entregue mais e tenha mais empatia com a população, que são as características do MDB. Hoje está descartado o apoio a Lula ou Bolsonaro — disse Baleia, ressaltando, contudo, que começará este mês a fazer consultas formais a deputados federais, senadores e presidentes estaduais dos partido sobre 2022.

Em conversas com dirigentes dos partidos, Baleia tem dito que o MDB “seria prejudicado” se “caminhasse com algum dos extremos”. O presidente da sigla reconhece que há políticos influentes da legenda que defendem apoio a Lula, principalmente no Nordeste, e a Bolsonaro, especialmente no Sul, e sustenta que uma forma de unificar o partido seria lançar uma candidatura da própria legenda. Ele afirma já ter conversado com o ex-presidente Michel Temer sobre entrar na disputa, mas que isso foi descartado. E, nesse cenário, o nome ao qual se refere com mais entusiasmo é o da senadora Simone Tebet (MS), embora também cite os governadores Renan Filho, de Alagoas, e Ibaneis Rocha, do Distrito Federal.

— A Simone tem muito potencial para crescer. Foi a primeira mulher candidata à presidência do Senado e se saiu muito bem este ano — avalia.

Mas a defesa de uma candidatura própria tem dificuldades internas. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), por sua vez, afirma que o partido só poderia ir para esse rumo caso ela venha a se mostrar viável do ponto de vista eleitoral.

— Nós, do MDB, sonhamos há muitos anos em ter candidatura própria e competitiva à Presidência, porque isso ajuda a alavancar os palanques regionais. É o que queremos. Em 2020, fomos o partido que mais elegeu prefeitos nas capitais e grandes cidades. Temos vitalidade para isso. Mas lançar um nome sem competitividade à Presidência, como na eleição passada (quando Henrique Meirelles foi candidato), não adianta. Em vez de ajudar, só atrapalha os palanques regionais. Por isso, temos que aguardar para ver se nosso nome para 2022 vai se corporificar na sociedade, atrair partidos — avaliou o senador, que defende o apoio a Lula.

— Sinceramente, acho que o apoio do MDB a uma dessas candidaturas alternativas de centro é um caminho difícil de acontecer. Lula leva vantagem sobre Doria, Huck e Mandetta não apenas pela polarização com Bolsonaro ou pela probabilidade mais alta de ganhar. É pelo próprio perfil do Lula, que atrai o centro no qual o MDB está inserido. É uma tendência o meu apoio a ele caso o MDB não tenha candidato, mas ainda não posso colocar como uma coisa consumada.

No Sul, por sua vez, o partido é mais alinhado ao presidente Jair Bolsonaro. O deputado federal Osmar Terra (RS) chegou a ser ministro de Bolsonaro e tem participado de eventos com o presidente, como inaugurações de escolas cívico militares.

Citada por Baleia como possível presidenciável, a senadora Simone Tebet afirma ser necessário o MDB participar de um debate com os partidos de centro sobre a construção de uma terceira via.

— O MDB tem todas as condições de ter uma candidatura própria. Mas acho que o mais importante é estarmos na mesa de discussão com os demais partidos de centro. Seja para definirmos um nome próprio, compor com alguma chapa… A sociedade brasileira cansou do radicalismo e da polarização e está entendendo que política se faz pelo caminho do meio, do equilíbrio — avalia a senadora.

Além disso, no Senado, dois emedebistas são líderes do governo Bolsonaro: Eduardo Gomes, que faz a interlocução do Planalto junto ao Congresso, e Luiz Fernando Bezerra, que lidera o governo junto ao Senado. Dirigentes do MDB, contudo, minimizam o fato, pois afirmam se tratar de relações pessoais de Bolsonaro com os parlamentares, não tendo o aval do partido. Caciques da legenda destacam que nem Braga nem Bezerra comandam os diretórios estaduais de seus respectivos estados.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Juntando TODOS os opositores do presidente, não dá metade de um candidato. É uma vergonha.

  2. Vendo os nomes que vão surgindo para concorrer com Bolsonaro em 2022, dá prá imaginar o desespero dos seus opositores. A grande esperança dessa gente, especialmente da esquerda assumida, é o canalha, cachaceiro, semi-analfabeto, ex-presidiário, corrupto e lavador de dinheiro de 9 dedos. E os outros… Chega a ser engraçado.

  3. Santos sabido….kkkkk REDIAS: forma intermediária dos trematodeos digeneticos, fosse longe ao dar as REDEAS ao inepto do Doriana, melhor escrever menos, cai muito a possibilidade de dizer besteira.

  4. Kkkkkk
    Tem jeito não piaba.
    Pode vir quem vier.
    Bota o Michael Temer e o Rocha Loures de vice.
    Kkkkkkkk
    Mito 2022.

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Diversos

Governo formaliza indicação de Fausto Ribeiro para presidente do Banco do Brasil

Foto: Redes Sociais/Divulgação

O Banco do Brasil comunicou nesta segunda-feira (29), que o Ministério da Economia encaminhou para análise e manifestação do Comitê de Pessoas, Remuneração e Elegibilidade (Corem) do banco o processo de indicação de Fausto Ribeiro para presidir a instituição financeira.

Em fato relevante, o banco de controle estatal afirmou que o Corem irá se reunir para avaliar a indicação.

O governo federal anunciou a indicação de Fausto Ribeiro para ser o próximo presidente-executivo do BB no último dia 18, após o atual mandatário, André Brandão, ter renunciado ao cargo.

Ribeiro, funcionário de carreira no BB desde 1988, será o terceiro presidente do banco em cerca de seis meses, com Brandão finalmente sucumbindo ao desgaste com o presidente Jair Bolsonaro após o anúncio em janeiro de um plano da instituição que incluía demissões e fechamento de agências.

CNN Brasil, com Reuters

Opinião dos leitores

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Judiciário

Fux questiona Bolsonaro sobre estado de sítio, e presidente nega que vá decretar medida extrema

Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo/Arquivo

Diante de rumores de que poderia ser decretado estado de sítio, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, telefonou para o presidente Jair Bolsonaro para conversar sobre o assunto. O mandatário negou que esteja cogitando essa possibilidade.

Na conversa, Bolsonaro disse que espera uma decisão do STF sobre a ação que o governo impetrou no Supremo, contra os governadores que adotaram medidas restritivas para conter a disseminação do novo coronavírus.

Fux decidiu ligar para Bolsonaro depois de algumas pessoas terem o procurado para expressar preocupação com o assunto. O presidente do STF deve participar, na próxima semana, de uma reunião com outros líderes dos outros Poderes para debater um plano de combate à pandemia.

Pela manhã, ao criticar as medidas tomadas pelos Estados, Bolsonaro afirmou que “vai chegar o momento” em que o governo terá de tomar uma “medida dura”.

“Que que é [medida] dura? É para dar liberdade pro povo, é para dar o direito do povo trabalhar. Não é ditadura não, uns hipócritas aí falando de ditadura o tempo todo, uns imbecis. Agora, um terreno fértil para ditadura é exatamente a miséria, a fome, a pobreza, onde o homem com necessidade perde a razão. Estamos esperando o quê? Vai chegar o momento, eu gostaria que não chegasse esse momento, vai acabar chegando.”

Ele faz menção ao estado de sítio ao falar que gostaria que o STF atendesse ao pedido que a União fez para suspender as ações adotadas pelos governadores do Distrito Federal, Bahia e Rio Grande do Sul.

“O que é toque de recolher? Só em países ditatoriais. Estão aqui aplicando a legislação do estado de sítio prevista na Constituição, que não basta eu decretar estado de sítio, o Congresso tem que validar embaixo. E governadores e prefeitos humilhando a população, dizendo que estão defendendo a vida deles. Ora bolas, que defendendo a vida, estão matando essas pessoas”, afirmou o presidente.

O estado de sítio é uma medida extrema em que governo federal ganha precedentes sobre os Poderes Legislativo e Judiciário e sobre as liberdades. A medida, no entanto, precisa ser aprovada pelo Congresso por maioria absoluta.

Valor

Opinião dos leitores

  1. Como todo metido a valentão….arregou!!! É só um covarde!
    Vcs não entendem? ele precisa movimentar o gado, é só isso…
    Um palavrão aqui, uma mentira ali, uma ameaça acolá…e o gado fica todo ouriçado…tudo cortina de fumaça..
    Muuuuuuummmmmmmmm

  2. Presidente covarde imundo, diz as coisas e depois se faz de doido…..
    Esse genocida é igual a cachorro de madame, só late da porta pra dentro.
    Frouxo

  3. O MINTOmaníaco eh um frouxo que vive soltando balões de ensaio pra atentar contra a democracia e pra gerar cortinas de fumaça pra mudar o foco da corrupção da família…

  4. O presidente Bolsonaro é o UNICO realmente preocupado com as vidas, com a liberdade, com os direitos e com o bem estar do povo brasileiro. Mas, é constantemente atacado pelos inimigos do Brasil, que torcem sempre pelo pior e usam o sofrimento do povo para fazer política e para desviar recursos públicos.

  5. A ficha desses desordeiros ainda não caiu.
    Esse povo pensa que Bolsonaro ta pra brincadeira.
    Arroche presidente.
    Tem que manter a ordem sim!!
    O direito constitucional de ir e vir.
    Chega de anarquia.

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Política

Mandetta cita Lula em “pesadelo”, admite que pode concorrer em 2022, e diz que “quando chegou a pandemia, entre a vida e morte, Bolsonaro optou pela morte”

Foto: Adriano Machado/Reuters

O celular do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta se tornou um dos mais requisitados na República. Diariamente, o aparelho toca com dezenas de chamadas de emissoras de rádio e de televisão, nacionais e estrangeiras, em busca de comentários sobre os assombrosos números da pandemia no Brasil. Atrás do político do DEM também estão diversas lideranças que pretendem apresentar uma candidatura que rivalize com o bolsonarismo e o lulopetismo em 2022. Atualmente, Mandetta é um dos articuladores da chamada “terceira via” e, sem muitos rodeios, admite que poderá ser candidato à Presidência se houver convergência em torno de seu nome. Na entrevista a seguir, ele fala sobre os desafios para a construção de uma candidatura alternativa e competitiva, comenta a troca recente no comando do Ministério da Saúde (veja a reportagem na pág. 28) e não poupa o presidente como o responsável pela atual catástrofe sanitária.

No último dia 12, fez um ano da primeira morte por Covid-19 no Brasil. Hoje, o país já se aproxima de 300 000 óbitos. A tragédia poderia ter sido evitada? Tínhamos de ter lutado para que isso não ocorresse. Os militares sabem que devem estudar a força do inimigo quando entram numa guerra e que vitórias e derrotas são quantificadas a partir de quantos homens você perde. Eu estudei o vírus e fiz projeções para a realidade do nosso país, mas o presidente preferiu ouvir os palpiteiros. Com a transferência de doentes de Manaus, implantou-se agora uma nova cepa em todos os entes federados do país. Se o Brasil continuar errando, vai parir uma terceira e uma quarta cepas. Uma delas pode vir resistente às vacinas, e aí os números serão incalculáveis. Estamos jogando uma loteria biológica perversa. Para a frente, temos um ponto de interrogação. Para trás, o cheiro é de terra de cemitério.

Segundo algumas correntes, Bolsonaro deve ser processado por crimes contra a saúde pública. Concorda com isso? Em tese, a competência para investigar deveria ser do PGR, mas ele começou pelo Eduardo Pazuello, que era um ventríloquo do Bolsonaro. Falando em termos políticos, eu assisti a um impeachment na minha vida, que foi o de Dilma Rousseff. Hoje, os indícios de crimes contra a saúde pública são elementos muito mais consistentes do que uma irresponsabilidade fiscal, mas esse é um processo político.

O que deveria ser feito para conter os danos até 2022? Não sei se vai chegar ao ponto disso, mas uma possibilidade era fazer uma intervenção no Ministério da Saúde para cumprir uma agenda independente do governo. Os empresários têm de entender que o prejuízo econômico é responsabilidade de quem orientou o presidente a não fazer o enfrentamento da doença. É responsabilidade do presidente e do ministro da Economia. Países que já estão vacinando suas populações vão reabrir a economia com seis meses de dianteira em relação a nós. Se vier uma variante brasileira resistente a vacinas e que ponha em risco o esforço feito lá fora, o governo terá muitas dificuldades em nível mundial.

É possível recuperar o tempo perdido? Temos poucas vacinas e as cidades estão vacinando lentamente. Há um intervalo de trinta dias entre as duas doses da CoronaVac. Talvez esse novo ministro, o Marcelo Queiroga, ou algum governador poderão provocar a ciência questionando se não deveríamos vacinar todo mundo com até 60 anos de idade com uma dose só. Essas pessoas representam até 82% dos que estão entupindo os hospitais. Isso precisa ser pensado e decidido rápido, pois é uma discussão nacional. No mais, o presidente precisa parar de politizar tudo. A responsabilidade agora é de quem sentou na cadeira de ministro. Ele terá de decidir se vai ser um ministro da Saúde ou um ajudante de ordens do presidente.

O senhor se arrepende de ter feito parte do governo Jair Bolsonaro? Fui para o ministério porque me foi prometido um trabalho 100% técnico e porque poucas pessoas naquele entorno tinham conhecimento sobre o SUS. Mas, quando chegou a pandemia, entre a vida e a morte, Bolsonaro optou pela morte.

O que achou da reviravolta jurídica que permitiu a Lula retornar ao cenário político antagonizando com Bolsonaro? O PT tem chances reais de voltar ao poder? Não trabalho com pesadelos. Lula não pediu desculpas, não fez nada. Vamos ter de indenizá-lo também? Quer dizer que não existiu um cartel de empreiteiras? Em 2018, o que estava em discussão era perdoar o PT, a cleptocracia e o circo de horrores que foi feito. Era basicamente um voto de caráter. Eu estava tão desiludido com a classe política que nem tentei a reeleição para a Câmara. Eu não quero pensar agora que vai ter Fernando Haddad ou Lula. Vou lutar para que isso não aconteça de novo.

Fala-se muito na chamada terceira via, uma candidatura de centro capaz de oferecer algo diferente. O senhor aceitaria representar esse movimento e disputar a Presidência em 2022? Sou brasileiro, tenho mais de 35 anos, estou em dia com minhas obrigações eleitorais e estou filiado a um partido político. Essas são hoje as condições colocadas na Constituição e na lei e que me permitem ser candidato à Presidência. O próximo passo é ter um sonho e uma ideia do que se pode fazer pelo país, o que eu também tenho. Além disso, é preciso saber que um sonho não se faz sozinho e ver ao lado de quem ele será realizado. Quando fiz campanha pelas Diretas Já, vi um palanque na Candelária onde estavam todas as forças políticas, menos os militares, que não sonhavam com eleições diretas. Sonhei com a democracia e recebi um colégio eleitoral. Depois, sonhei com Tancredo Neves e recebi o Sarney. Não é demais pensar que aquele país que sonhava junto, que se manifestava com um objetivo claro e que unia a todos, possa fazer isso novamente. Então vamos para esse sonho se me chamarem ou se acharem que meu nome é o certo. Mas não colocarei meu nome na frente de nada, porque esse sonho não é meu, e sim de toda a minha geração.

Em que se baseia esse projeto centrista que o senhor tenta construir? Está na hora de propor um pacto suprapartidário e ter pontos de convergência não porque as pessoas vão assinar um papel, mas porque elas acreditam nele. O primeiro item deve ser a valorização total da democracia, porque o tensionamento entre os extremos é tão grande que pode levar à perda do estado democrático de Direito. Depois, é a responsabilidade fiscal do Estado. Isso precisa ser a baliza das promessas de quem for fazer esse enfrentamento. São vinte anos de populismo. Lula e Bolsonaro defendem o gasto público com o mesmo fim. Temos de ser transparentes para falar que a crise, que já era histórica, será ainda mais dura para a nossa geração superar. Por fim, é preciso ter um compromisso com a agenda ambiental e não deixar passar a percepção de que a Lava-Jato não existiu.

O senhor entende que as políticas econômicas de Bolsonaro e Lula são iguais? Eles são siameses, mas com o sinal trocado. Eles fizeram picadinho da liga social brasileira. Hoje é negro contra branco, gay contra hétero, fazendeiro contra índio. É como se as agendas não fossem para o Brasil. Quando chegam à economia, eles propõem a mesma coisa. Cada um capitaliza para si, pensando nas próximas eleições, e não pensam nas próximas gerações. Está na hora de fazer uma ruptura com políticas de curto prazo populistas, porque foi isso que vimos nesses anos com a cooptação absoluta da democracia e do Congresso, que funciona com a lógica do “em troca do quê?”. Quero ver em prática o capitalismo com responsabilidade social do Estado.

Qual é o prazo-limite para alguém ser escolhido o líder desse projeto? Os prazos são dados pelo calendário eleitoral, mas essa decisão esdrúxula que recolocou o Lula na disputa deixou o quadro mais claro e acelerou o timing. Todos sabem agora que o PT não é aquele do Haddad, que põe cílio postiço e diz que é bom moço. O próximo passo é representar a voz de uma parcela enorme da sociedade que não vai nem com o Lula nem com o Bolsonaro. Há uma demanda e uma pressão da sociedade para que esse campo já esteja melhor identificado e tem uma força condutora que está levando para uma unidade. Só que ninguém pode se sentar à mesa dizendo que já é candidato. Todos têm de entrar desarmados.

Seu partido, o DEM, que tem até ministros no governo, encamparia uma candidatura contra Bolsonaro? O DEM é um reflexo da sociedade. A sociedade está fatiada, todos os partidos estão assim. Vai chegar uma hora em que todos os partidos terão pessoas que vão sair por se identificarem mais com o Lula ou com o Bolsonaro. É para isso que existe a janela partidária.

“Se o Brasil continuar errando, vai parir novas cepas. Estamos jogando uma loteria biológica perversa. Para a frente, temos um ponto de interrogação. Para trás, o cheiro é de terra de cemitério”

Há nomes na esquerda com quem é possível somar forças? Há pontos que são comuns com os governadores do Nordeste e com o Guilherme Boulos, do PSOL, por exemplo. Todos são defensores da democracia e estão antenados com o meio ambiente. Agora, quando chegam à responsabilidade fiscal, no papel que o Estado deve ter, começam a surgir diferenças muito assimétricas na visão dos dados e da sociedade. Eu sou um debatedor franco e que defende suas posições, sou respeitoso, mas existe uma distância importante entre isso e a unificação de pessoas com pensamentos diametralmente opostos sobre questões tão importantes.

Isso inviabiliza uma aliança com Ciro Gomes? Não sei. Observo o Ciro há muitos anos na vida pública. É um homem que defende suas opiniões com veemência, mas não sei se ele tem esse desprendimento para enxergar o todo que está no entorno. Não sei se ele tem o primeiro pré-requisito, que é se despir das suas certezas e vaidades pessoais. Estamos na expectativa para que ele sinalize algo nesse sentido.

O senhor convidou Luciano Huck para entrar no DEM. Por quê? Estamos numa sociedade plural. Outro dia veio o nome da Luiza Trajano, que não está filiada a um partido, mas que dá um show de colaboração como cidadã. Os partidos têm de abrir as portas. Apresentadores de televisão e jornalistas são parte da sociedade e têm uma visão muito privilegiada por estarem em veículos de comunicação. O momento de decidir participar da vida do Brasil é quando uma voz de foro íntimo chama. Se ele tiver esse chamado e vier para o DEM, ótimo. Mas, se for para outro partido dessa nossa força, farei campanha do mesmo jeito.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Se Bolsonaro tivesse optado pela vida, como diz o ex-ministro, nenhum, nenhunzinho brasileiro teria morrido nessa pandemia…

  2. ESSE MADETTA É MAIS UM MEMBRO DA QUADRILHA DO LULADRÃO. FAZEM PARTE DA MESMA FACÇÃO CRIMINOSA QUE QUASE DESTRUIU O NOSSO BRASIL.
    BOLSONARO 2022.

    1. EU PENSAVA QUE MANDETTA ERA DA QUADRILHA DE NARO. EU ATÉ ACHO QUE ELE FOI NOMEADO POR NARO PARA O CARGO DE MINISTRO DA SAÚDE.

  3. Luladrão não sai da cabeça do povo brasileiro mesmo estando fora do poder há muitos anos.Todos só se preocupam com Luladrão e esquecem de resolver os problemas atuais. Até Mandetta está sonhando com Luladrão??? Parece que é paixão pelo Luladrão.

  4. Mandetta ? 😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂

  5. Esse é da patota de nhonho Botafogo.
    Precisa dizer mais o quê??
    Pilantrão do maior que tem.
    É o mentor do fique em casa.
    Mas já foi pego várias vezes em contradição.
    É um doria piorado.

  6. O cara foi contra os remédios que podia salvar a sua vida, e o cara ainda é idolatrado por alguns. Não é gosto por mandetta, é ódio de Bolsonaro.

    1. Kkkkkkkkkk. Me explica como Natal, que adota a ivermectina como política de saúde pública, possui média de morte acima da nacional. Me explica como isso é possível se o medicamento possui 80% de eficácia, como alardeam pelo ZAP. Você acredita em papai Noel também?

  7. Num debate ,vai brilhar So falar a verdade dizer que foi contra a cloroquina,i ermectina e supusitorio de ozknio.
    forte candidato.
    Auem apostaria na França campeã???

  8. Quem apoia esse Mandetta? Já diz muito.
    Ele sempre foi contra o uso da ivermectina e demais remédios que ajudam no combate ao covid.
    Hoje existe diversos estudos provando que a medicação é eficaz. Vários países passaram a usar a medicação e o número de mortes diminuiu neles. Como é o caso da Espanha e México que ninguém fala mais. Até nos EUA estão adotando a medicação a pedido da classe médica.
    O Japão usa a medicação.
    Na Índia e África, países com a maioria da população pobre, o uso da ivermectina é constante e por lá os números de mortes são baixos, coincidência?
    Quantas vidas poderiam ter sido salvas se Mandette tivesse sido adotada?

  9. Esse genocida do fique em casa e só procure hospital quando tiver morrendo deveria estar preso, inclusive deve explicações sobre os 5 bilhões que Paulo Guedes denunciou que foi entregue a ele para comprar vacinas. Ele já é reincidente, responde processo por improbidade administrativa.

  10. Esse Mandeta é pior que o Lula e o Ciro, ele da uma unhada e esconde a unha, político mala véia, ele é o que mandava ficar em casa e só procurar um médico quando estivesse com falta de ar. É um hipócrita.

    1. Tu so abre a boca pra falar besteiras, tu num le nao o q escreve, por isso que as mulheres num aguenta m conversa com tu.

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Política

Bolsonaro: “Qual país do mundo que está tratando bem a questão da covid? Em todo local está morrendo gente. Agora, aqui, virou uma guerra contra o presidente”

Foto: Foco do Brasil/YouTube 

Pressionado a dar respostas rápidas e efetivas à crise econômica, social e sanitária em que o País está mergulhado, o presidente Jair Bolsonaro passou boa parte da conversa que teve hoje com apoiadores criando justificativas para o atraso de seu governo na compra de vacinas contra a covid-19. Bolsonaro disse até que a questão da pandemia no Brasil virou “uma guerra contra o presidente” e desafiou os seus simpatizantes a apontar um só país no mundo que esteja “tratando bem” a questão do combate à doença. “Um dos raros países no mundo onde querem derrubar o presidente é aqui”, disse.

“A gente pergunta aí, qual país do mundo que está tratando bem a questão do covid? Aponte um. Todo local está morrendo gente. Agora, aqui virou uma guerra contra o presidente”, afirmou a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada nesta manhã de quinta.

Segundo o “Our World in Data”, ligado à Universidade de Oxford, atualmente o Brasil ocupa a 11ª posição em número absoluto de vacinados e o 89º lugar, se levado em consideração o porcentual da população que já foi vacinada. O Brasil já registra mais de 285 mil mortes por covid-19.

Bolsonaro disse ter perdido um tio no mês passado, mas, na verdade, era só uma informação para simular uma situação e estimular a pergunta que, segundo ele, já virou rotina. “Foi de covid?”, questionou um simpatizante, confirmando a hipótese do presidente. Bolsonaro, então, emendou dizendo que ultimamente “parece que só se morre de covid”. Em declarações anteriores, o presidente já questionou e colocou em dúvida o número de mortes pela covid-19.

“Os hospitais estão com 90% das UTIs ocupadas. Agora, o que a gente precisa fazer: quantos são de covid e quantos são de outras enfermidades?”, questionou, induzindo os presentes a acreditarem que isso não é feito. As Secretarias de Saúde dos Estados divulgam diariamente dados específicos de covid-19, com taxas relativas à ocupação de leitos voltados para pacientes de covid.

O presidente citou também haver falta de imunizantes para o governo comprar. “Quando eu digo me apresente um país onde está dando certo o combate a covid: não tem. Esses caras que querem me derrubar o que fariam no meu lugar? ‘Ah comprar vacina’. Onde é que tem vacina para vender? Onde é que tem?”, indagou.

Em mais uma justificativa, sem mencionar o nome do imunizante nem dos laboratórios, Bolsonaro desacreditou a importância das vacinas e fez referência à suspensão em países europeus do uso da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca. Alemanha, França, Espanha, Portugal e Itália suspenderam por precaução a aplicação após relatos de casos de trombose, relação que não está comprovada com o uso do imunizante.

“Tem uma vacina que tem uns dez países que não vão aplicar mais, estão sabendo, né? Aí tem um cara que ligou para mim, um cara inteligente, ‘por que você não compra essa vacina?’. Cara, se os países não estão aplicando é no mínimo um lote suspeito. ‘Ah, mas não tem problema’. A que ponto chegou a cabeça de algumas as pessoas.”

O presidente também citou, sem dizer o nome, uma empresa produtora de vacinas com 20 milhões de doses disponíveis, mas sem ainda ter entrado com a documentação para ter o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Agora, como o mundo está precisando e vacinas por que outros países não compram esses 20 milhões de doses? Por que querem vender para nós, sem certificação, sem nada? Isso é lobby? Comigo não vão fazer”, declarou.

Tentando, mais uma vez, justificar o atraso do governo para negociar e adquirir imunizantes, Bolsonaro disse que no ano passado quis comprar, mas não quiserem vender. “No ano passado quando a gente queria comprar a vacina, (disse) eu pago depois que passar pela Anvisa. Ninguém queria vender”. Ele afirmou ainda que caso tivesse comprado vacinas que eventualmente não tivessem o registro aprovado pela Anvisa poderia se acusado de “negociata”.

O Brasil, porém, começou com muito atraso a negociar vacinas. A vacinação começou este ano apenas com os imunizantes Coronavac e da Astrazeneca, mas em quantidade insuficiente para vacinação em grande escala. O governo federal corre agora contra o tempo para recuperar o tempo perdido e conseguir firmar novos contratos que garantam mais doses ao País.

Na conversa com apoiadores, Bolsonaro disse que “lamenta qualquer morte”. O mandatário também voltou a criticar medidas de fechamento do comércio. Ele destacou o nível de desemprego e que “famílias pobres ficaram miseráveis”, além de pioras na educação. “Estamos nos transformando em um país de pobres aqui”, disse, ao criticar novamente o fechamento do comércio e o lockdown.

Zero Hora

 

Opinião dos leitores

  1. Quem foi mesmo que desdenhou do sofrimento das famílias, chamando de mimimi, vão ficar chorando? Acho que não foi o presidente de outro país.

  2. O Presidente pide ter cometido falhas, mas tem sido pontual na remessa de recursos financeiros aos Estados.

  3. Desde o início da Pandemia que, na verdade, a guerra é do Presidente contra a população…, não venha agora querer pousar de vítima. As vítimas desse desgoverno somos nós, o povo!

  4. Excelência, desde que seu mito Trump saiu os Estados Unidos só melhoram na pandemia. Fica a dica!

  5. E Realmente esse presidente ele tem um problema mental com as próprias palavras que diz .uma semana e ele falando e na outra e outra pessoa que fala por ele . O mesmo povo que coloca e o mesmo que tira um presidente da sua cadeira .

  6. Claro que ninguém iria responder, do lado dele so tem loucos e babões. Nova Zelândia morreram 36 pessoas na pandemia toda. Tem 15 países que não morreu ninguém.
    Mas esse louco do presidente acha que td é perseguição a ele, nao admite a incompetência. Faça um favor, tire férias. O senhor tá cansado, merece uns 60 dias de férias, todo trabalhador merece férias.

    1. Se Deus está do lado do presidente, sei não, deve tá dormindo esse tempo todo😴🥱

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Política

Aliada de Bolsonaro, Bia Kicis é eleita presidente da CCJ da Câmara

Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

A deputada Bia Kicis (PSL-DF) foi eleita nesta quarta-feira (10) presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Ela teve o apoio de 41 deputados e ficará à frente do colegiado até 2022.

Outros 19 deputados que fazem parte da comissão votaram em branco.

Bia Kicis é uma das mais próximas aliadas do presidente Jair Bolsonaro na Câmara e é investigada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito que apura a organização de atos contra a democracia no país. Em discurso após a eleição ela negou as acusações e disse que sua presidência na CCJ será pautada pelo diálogo e pelo equilíbrio. (leia mais abaixo).

Principal comissão da Câmara, a CCJ tem 66 integrantes. O colegiado é responsável por analisar a constitucionalidade das propostas que tramitam na Casa. Todos os textos têm que passar pela CCJ, o que faz dela uma das mais cobiçadas pelos parlamentares.

As presidências das comissões são organizadas de acordo com indicações dos partidos e envolvem acordos entre as legendas. Apesar disso, os nomes precisam ser confirmados em uma eleição realizada entre os integrantes de cada comissão, o que foi feito nesta quarta.

A articulação do PSL a fim de indicar Bia Kicis para a CCJ gerou forte repercussão negativa entre vários partidos e diferentes setores da sociedade, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Recurso ao plenário

A deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) teve a candidatura à presidência do colegiado negada pelo deputado Mauro Lopes (MDB-MG), que presidiu a sessão desta quarta-feira. Ela afirmou que vai recorrer ao plenário.

“Nesse momento, presidindo essa sessão eu indefiro a candidatura da deputada federal Fernanda Melchionna à presidência da CCJ em face de a deputada não pertencer ao partido ao qual o cargo foi distribuído por força do artigo que versa sobre as distribuição de cargos da mesa, com base na representação proporcional, e do acordo de líderes em que se firmou entendimento de que somente haveria candidatura de deputados pertencentes a partido que recebeu a vaga “, afirmou Mauro Lopes.

Para a deputada, um acordo entre líderes não pode suplantar o regimento e só teria validade caso fosse unânime. Por isso, ela disse que pretende recorrer ao plenário para ter a candidatura aceita.

“Esta é a prática da Casa, que se baseia em um acordo de lideranças e tem encontrado respaldo em algumas decisões em sede de questão de ordem. No entanto, entendemos que apenas um acordo unânime poderia se sobrepor ao disposto no regimento, principalmente se este acordo restringe direitos de atuação parlamentar”, escreveu no recurso.

Equilíbrio

Em discurso após ser eleita, a deputada disse que “jamais” praticou ato antidemocrático ou atentou contra as instituições do país, em referências à investigação da qual é alvo no Supremo.

“Nunca, jamais em minha vida, cometi qualquer ato contra alguma instituição brasileira ou qualquer antidemocrático até porque isso seria totalmente incompatível com meu histórico. Sempre lutei e continuarei lutando para preservar as instituições”, afirmou.

A agora presidente da CCJ disse que sua gestão será pautada pelo diálogo e pelo equilíbrio. Segundo Kicis, as minorias terão vez e serão respeitadas, mas prevalecerá a vontade da maioria.

“Desde o início da minha peregrinação por todos os líderes, parlamentares, deixei claro que, se honrada fosse com a confiança dos meus pares, eu seria como de fato serei uma presidente da CCJ serena, democrática, inclusiva e firme”, declarou.

A deputada também agradeceu o presidente da câmara, Arthur Lira (PP-AL), pelo apoio à sua candidatura.

“Quero também deixar registrado para a eternidade a firmeza do presidente da casa, Arthur Lira, que em nenhum momento esmoreceu diante das pressões internas e externas, no seu compromisso firmado conosco”, disse a parlamentar.

Com G1

Opinião dos leitores

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Judiciário

PDT pede interdição de Bolsonaro por falta de ‘capacidade mental’ para seguir como presidente

Foto: Mateus Bonomi/AGIF/Estadão Conteúdo

O PDT protocolou nesta segunda, 8, junto à Procuradoria-Geral da República, um pedido de interdição do presidente Jair Bolsonaro. O partido alega que, durante a pandemia da covid-19, o chefe do Executivo age “na contramão dos atos que uma pessoa em plena saúde mental agiria” e que, portanto, não teria capacidade mental para continuar no cargo.

“(Bolsonaro) tem a finalidade deliberada de causar danos à população brasileira, conduzindo o país ao abismo com as suas condutas negacionistas e obscurantistas em detrimento da ciência”, diz o documento assinado pelo presidente da sigla, Carlos Lupi, e pelo ex-ministro Ciro Gomes.

Comentários de Bolsonaro sobre a vacina e sobre medidas de isolamento social foram usados como argumento para defender a hipótese de que Bolsonaro não tem o discernimento necessário, “nem tampouco capacidades mentais plenas” para seguir como presidente: “(Bolsonaro) continua a incitar a população a voltar à normalidade, a não utilizar máscara e a não seguir as orientações das autoridades sanitárias; (…) diminuiu a importância da vacina; (…) tem apresentado resistência quanto à implementação da política de vacinação.

“Bolsonaro coloca a população brasileira em risco. Já são mais de 260 mil mortes pela Covid e ele segue agindo contra todas as ações de saúde e proteção”, diz Ciro.

O processo de interdição está previsto na seção IX do Código de Processo Civil. Pela lei, a interdição pode ser promovida pelo Ministério Público em caso de doença mental grave. Se acatado, o processo de interdição inclui uma entrevista minuciosa feita por um juiz, que emite parecer sobre a capacidade do possível interditado de praticar atos da vida civil. O juiz pode ouvir pessoas próximas e parentes enquanto é realizada a produção de prova pericial. Só então há uma sentença. A lei não especifica o processo caso a interdição tenha como alvo a autoridade máxima do País.

Juristas ouvidos pelo Estadão acham difícil que a ação do PDT avance. “É remota a possibilidade de êxito da representação do PDT em razão do fato político que está em jogo”, diz o advogado criminalista e constitucionalista Adib Abdouni. “Mas, diante dos evidentes indícios da incapacidade do presidente da República para a prática dos atos da vida civil, o procurador-geral da República tem competência constitucional para propor perante o Supremo Tribunal Federal uma ação judicial objetivando interditar Jair Bolsonaro.”

A ação também tem um percalço de ordem política, na análise da advogada constitucionalista Vera Chemin. “Um processo de interdição não é tão simples quanto pode parecer. Do ponto de vista político, a PGR dificilmente requererá aquela interdição. Quanto à possibilidade legal de iniciar um processo dessa natureza, até pode ser aventado ‘remotamente’, sob o manto da lei nº 8112/1990 (sobre o regime jurídico dos servidores públicos), pois o presidente da República é considerado um agente público e, nesse caso, pode ser enquadrado naquela legislação, tendo como consequência a aposentadoria por invalidez permanente em decorrência de doença grave”.

Em setembro de 2019, uma ação popular enviada à Justiça Federal do Distrito Federal pedia a interdição de Bolsonaro por falas sobre pessoas de região Nordeste, homossexuais e pelo “apoio à ‘revolução’ de 1964”, entre outros temas, mas o pedido foi indeferido.

O pedido do PDT à PGR cita episódios como o de uma viagem a Uberlância em que o presidente afirmou, sobre vacinas: “Tem idiota nas redes sociais, na imprensa, (falando) ‘vai comprar vacina’. Só se for na cada da tua mãe”. Também é citada a frase “Chega de frescura, de mimimi”, utilizada por Bolsonaro para se referir aos protocolos de isolamento social.

“Eu acho que ele é louco e precisa ser interditado antes que mais brasileiros morram por sua loucura”, disse Lupi. “A ação é um caminho constitucional e esperamos que, sendo aceita, vá a julgamento pelo Supremo”. O presidente municipal do PDT em São Paulo, Antônio Neto, acrescentou: “Não é possível que esse cidadão, responsável pela morte de milhares de brasileiros, que incentiva aglomeração em meio à pandemia, combate toda e qualquer proteção da sociedade, que combate a vacinação, bata bem da cachola. É louco e precisa ser interditado.”

Reale Junior já falou em interdição

Um dos autores do pedido de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff, o jurista Miguel Reale Júnior falou em março de 2020 em uma possível interdição contra Bolsonaro. Ele defendeu que o Ministério Público pedisse que o presidente fosse submetido a uma junta médica para saber se ele teria sanidade mental para o exercício do cargo. “O Ministério Público pode requerer um exame de sanidade mental para o exercício da profissão”, disse em entrevista ao Estadão. Dias antes, Bolsonaro participara de uma manifestação contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília. “Bolsonaro também está sujeito a medidas administrativas e eventualmente criminais. Assumir o risco de expor pessoas a contágio é crime.”

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Ehhehehehe!
    Quero saber pra onde vai coroné Ciro com essa do Fachim.
    A esquerda não tem votos pra eleger um candidato vai eleger dois…
    Ciro vai pra Bolsonaro ou pra Moro?
    Pra Lula, se honrar a palavra, ja disse que nunca mais faz campanha junto com o PT, tem uma mágoa grande do Lula porque lula apoiou andrade.
    Kkkkkkkkkkkkkk
    Uma coisa é certa, não será se quer candidato nesse atual cenário se tudo se confirmar como candidatos os três que aparece melhor colocados nas pesquisas, Bolsonaro, Moro e Lula **doria, hulk da globo lixo e mandeta nem falo, três sem votos.
    Vamos aguarda BG.

  2. ESSE PTD É MAIS UMA FACÇÃO CRIMINOSA, SÃO LADRÕES DA MESMA QUADRILHA DO PT. O ROUBOU ACABOU ESSES ESQUERDOPATAS CAVIAR. NÃO TEM MAIS ONDE MAMAR. BOLSONARO 2022.

  3. Bg ,se eu fosse você ,eu tinha era vergonha de publicar uma matéria dessa ,eles estão desesperado , não sabem mais o que fazer !!!

  4. Esse fdp do PR JB está me traindo. Eu usei meu voto com arma e ele como a única bala pra exterminar essa babaquice. Tá esperando o q.PR pra dar um basta.

  5. Jacaré ? está lelé , pode acreditar , PIXU Nsk é psicólogo mas PIXU é um estudioso da mente humana . Os sinais de alterações são patognomônicos ( Gadolândia : há para o dicionário) , PIXU fala difícil .

  6. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Os adoradores de corruptos como zedogado e pixuleco tendo 01 dia de alegria.
    Aguarde o que vem por aí. Do povo nenhum político escapa, principalmente os corruptos.
    Estão puxando demais a corda, vai arrebentar.

  7. Era só o que faltava kkk. Quanta apelação por poder, meu Deus do céu!
    Será que não tem outra coisa pra inventar? PQP kkkk
    Isso é uma vergonha kkkk

    1. Procuram corrupção, não acham, aí haja apelação. E o pior, ocupando a justiça com coisas sem lógica. Esse negócio tinha que ser revertido, quando não tivesse fundamento. Aí essa brincadeirinha de tá entrando com ação com toda merda, acabava. Os caras tão de sacanagem.

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Política

Haddad volta a falar em Lula como prioridade do PT para 2022, e ainda cita Fátima Bezerra entre opções da legenda para presidência

Em entrevista nesta quarta-feira(03) ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News Natal, o ex-ministro da Educação Fernando Haddad mirou, mais uma vez, o ex-presidente Lula como nome do Partido dos Trabalhadores (PT) para a disputa presidencial de 2022, havendo a possibilidade legal.

Haddad anda ponderou que partido tem outros possíveis candidatos, inclusive, citando a governadora Fátima Bezerra. Outros governadores da legenda também foram mencionados.

Opinião dos leitores

  1. Pra mim tanto faz Bozo ou Fatão. São dois extremistas inconsequentes e incompetentes e se completam, um precisa do outro pra sobreviver politicamente. O unico candidato com vergonha na cara e que nunca roubou está sendo perseguido politicamente pelos dois e seus cúmplices do legislativo e judiciário.

  2. Rapaz!!
    Quando colocam o nome de Fátima numa lista dessas, fica a CERTEZA que o PT acabou.
    Tenho dito.
    É primeiro turno.
    Não temos adversário e em dois anos, não surgi um novo mito de jeito nenhum.
    Pode comprar o palitó o Bolsonaro.
    Pode marcar a data da posse.
    Ta sacramentado a Vitória.

  3. O poste mijando no cachorro. Essa dupla de PTralhas ainda acha que ganham alguma coisa, até porque luladrao deve está preso na proxima eleição, condenado por um dos muitos crimes que esse pilastra tem nas costas.

  4. Vai pra segunda lapada.
    Kkkkkkk
    Tô dizendo, nós não temos adversários.
    É primeiro turno!!!
    Chupa Ze gado e seus personagens.
    Pode vir o ladrão, que é pra gente desmoralizar no voto.
    Pode vir.
    Junte todinhos e venham de lá pra cá.
    Kkkkkkkkkkkk

  5. Aí sim. Fatão pra presidenta.
    Com ela o Brasil vai decolar igual ao RN. Vai ser show. Os bolsominios vão a loucura. Estatizar tudo. Cargo que não acaba mais. Bom demais.

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Diversos

Presidente do Sindicato dos Hotéis do RN defende moratória de tributos para restaurantes, bares, casas de eventos e buffets

Diante dos impactos provocados no setor de bares e restaurantes pela pandemia do novo coronavírus além das restrições dos decretos publicados por Estados e municípios, há estudo para um Projeto de Lei no Congresso Nacional que pode conceder uma moratória aos restaurantes e demais setores afetados pela pandemia.

Para o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN), Habib Chalita, essa iniciativa tem muito a contribuir com o setor de bares, restaurantes, casas de eventos e buffets que tem sofrido fortemente com prejuízos e endividamentos desde o ano passado.

O documento foi elaborado pela seccional do Paraná da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-PR) e pede que os estabelecimentos tenham a cobrança de tributos suspensa enquanto o país estiver em estado de calamidade pública nacional.

Ainda segundo o esboço do Projeto, seriam abrangidos pela moratória todos os tributos devidos pelas empresas apurados desde o início do decreto até a revogação, incluindo impostos estaduais e municipais como Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Além disso, sugere que os tributos começarão a ser pagos três meses depois do fim do período de calamidade pública, em até 60 parcelas mensais iguais e sucessivas sem a incidência de multas, juros e outros encargos por atraso no pagamento.

Habib Chalita alerta para a quantidade de empreendimentos que sofrem com falências e dificuldades de honrar as contas por causa dos sucessivos decretos sanitários que fecham ou limitam o atendimento nos estabelecimentos.

Outro ponto do documento diz respeito a limitar o alcance da lei às empresas que trabalham sob o regime de tributação do Simples, sem correr o risco de grandes operadores requisitarem a mesma vantagem.

Opinião dos leitores

  1. O ICMS é um tributo sobre consumo. Sobre Vendas. Se não esta vendendo, Estado nao esta cobrando ICMS. Diferente dos impostos sobre patrinomio, IPTU, IPVA, por exemplo. Seu negocio estando fechado ou nao, tem que se pagar esses impostos e alvaras.

  2. Esse sindicato nunca fez nada por niguem aqui no estado , essa lei está tramitando sem que o sindicato da qui tenha feito nenhum esforço, querem apenas pegar a onda e surfa, quanto tempo esse cara é o presidente ? O que foi feito por bares e restaurantes de natal ? Nada nunca . Querendo ganhar mérito e fama .

  3. Está corretíssimo!!
    O governo estadual deve também abonar as dívidas dos empresários do trade turístico, bem como de todos os restaurantes do estado!

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Diversos

Presidente das Filipinas demite embaixadora que agrediu empregada doméstica no Brasil

Foto: Reprodução/TV Globo/ Foto: Reprodução/Facebook

O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, demitiu a embaixadora Marichu Mauro, que trabalhava no Brasil, e foi flagrada no ano passado agredindo uma empregada doméstica na residência oficial, em Brasília.

“A Embaixadora no Brasil que maltratou uma empregada doméstica: Assinei o documento afirmando a decisão que impõe a pena de demissão do serviço, com a pena acessória de cancelamento de elegibilidade, perda de benefícios de aposentadoria, impedimento perpétuo de ocupar cargos públicos e impedimento de prestar concurso público”, disse Duterte em discurso nesta segunda-feira.

As imagens das agressões registradas pelas câmeras de segurança foram obtidas pelo “Fantástico”, da TV Globo, e pela “GloboNews'” e exibidas em 25 de outubro. No dia seguinte, Marichu foi convocada de volta ao país asiático e uma investigação sobre o caso foi aberta no Departamento de Relações Exteriores (DFA, na sigla em inglês). A acusação formal contra a embaixadora foi apresentada em novembro.

Na época, o Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal e Tocantins (MPT- DF/TO) também abriu investigação para apurar o caso. O órgão informou que “segundo a procuradora Carolina Mercante, pelos vídeos encaminhados, é possível detectar agressões físicas, que configuram trabalho degradante”.

Marichu era diplomata de carreira e foi nomeada embaixadora no Brasil em 2018. Desde 1995, atuou em países como Bahrein, Bélgica, Israel e Itália.

Extra – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Demissão é muito pouco…. Tem q dar uma surra de vara de goiabeira e deixá-lar exposta em jaula numa praça pública com os letreiros: "Assim se trata quem maltata os animais"

  2. Entre as penas temos: perda de beneficio de aposentadoria.Aqui. em nooso pais existe criminoso que tem como pena aposentadoria compulsoria.

    1. Esse método que você defende, tem características dos tiranos ditadores, torturadores e nazista. Ainda tem coragem de acusar o presidente, é muita hipocrisia desses esquerdalhas

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Política

Davi Alcolumbre é eleito presidente da CCJ do Senado

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi eleito presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa. Seu nome foi escolhido por aclamação, quando não há contagem de votos. Seu mandato é para o biênio 2021-2023. O senador Antonio Anastasia (PSD-MG) foi eleito vice-presidente.

A CCJ é considerada a mais importante das comissões do Senado. A ela cabe julgar a constitucionalidade dos projetos. Também é ela que analisa as PECs (propostas de emendas à Constituição). Além disso, cabe ao colegiado deliberar sobre criação de Estado, estado de defesa, estado de sítio e intervenção federal, entre outras atribuições.

É a CCJ que analisa as indicações do presidente da República para o STF (Supremo Tribunal Federal). Em 2020, por exemplo, aprovou o nome do ministro Nunes Marques para substituir Celso de Mello na Corte.

Alcolumbre queria se reeleger como presidente do Senado, mas no fim do ano passado, o STF barrou a possibilidade de ele e do ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) serem reconduzidos.

A partir daí, o amapaense articulou para que seu colega de partido Rodrigo Pacheco (DEM-MG) fosse eleito. Como capitaneou a campanha vitoriosa de Pacheco, Alcolumbre postulou ao cargo mais importante das comissões. Substitui a senadora Simone Tebet (MDB-MS), que perdeu a eleição presidencial para Pacheco.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Com esse cara na CCJ do senado podem esquecer a pec da bengala dos ministros do STF, bem como o fim da posse infinita do mandato de ministro do STF.
    Pode passar pela Bia kicis (se for eleita) na câmara, mas não passa por esse vagabundo que tem rabo preso no STF.

  2. Esperava que fosse a Bia, mas sempre o pais anda pra tras, pais da sacanagem que sempre sao as mesmas figurinhas politica que domina o pais

  3. SOMENTE UM MILAGRE DIVINO É CAPAZ DE TIRAR O BRASIL E O MUNDO DAS MÃOS DA MAZELA. QUASE NADA NESTE PAÍS É DE ROCHA, É SÉRIO! TUDO, COM UMA OU OUTRA EXCEÇÃO, É NA BASE DE CONLUIO, DE SAFADEZA, DE FURTO/ROUBO , DE CORRUPÇÃO…! POLÍTICA, ENTÃO!

  4. Não defendo esse senador, mais acho pedir demais num país que teve um semi analfabeto como presidente e uma presidentA com nível superior que não articulava uma frase completa, ou seja, uma completa biruta e quem colocou lá fomos nós.

  5. Agora vai…..Tudo como antes no castelo de Abrantes. MUSEU DE GRANDES NOVIDADES. KKKKK.

  6. Que máximo! O cara só tem o segundo grau e foi eleito pra presidência de comissão mais técnica do Senado… Por isso tem aquele ditado: não queira saber como são feitas as salsichas e as leis…

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Política

PSDB mantém Bruno Araújo presidente e decisão é derrota para João Doria

Foto: Divulgação/PSDB

A Executiva Nacional do PSDB aprovou nesta 6ª feira (12.fev.2021), por unanimidade, a prorrogação do mandato de Bruno Araújo como presidente do partido. A decisão configura derrota política para o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que almejava assumir o controle da sigla.

Ex-ministro e ex-deputado, Bruno Araújo foi eleito presidente tucano em 2019, substituindo Geraldo Alckmin com o apoio do próprio João Doria, que via em Araújo um rosto para personificar seu projeto de “novo PSDB”. O mandato do ex-ministro como presidente do partido se encerraria em maio deste ano, mas agora foi estendido até maio de 2022.

João Doria postulou o comando do partido em reunião realizada na 2ª feira (8.fev) com integrantes da cúpula tucana. No dia seguinte, divulgou nota cobrando a expulsão do deputado Aécio Neves (PSDB-MG) dos quadros da legenda. A exposição pública do racha no partido motivou reação de aliados do mineiro.

Na 4ª feira (10.fev), os presidentes de 26 diretórios estaduais do PSDB assinaram ofício em apoio à permanência de Araújo no comando do partido, contrariando as ambições de Doria. O movimento foi endossado por deputados e senadores tucanos.

“Os parlamentares estão certos de que, com a decisão, o partido seguirá mantendo a democracia interna e a convergência na busca de soluções para que o país possa vencer a pandemia e retomar o crescimento com justiça social”, escreveram deputados e senadores, em notas praticamente idênticas.

A indisposição de alas do PSDB com o movimento de Doria teve outro efeito colateral para o paulista. Além de ver a pretensão de assumir o comando da sigla ir pelo ralo, o pré-candidato à Presidência em 2022 também abriu caminho para o fortalecimento de outra liderança tucana, o governador gaúcho Eduardo Leite.

Em almoço realizado nessa 5ª feira (11.fev) com 10 deputados e 1 senador do PSDB, o governador do Rio Grande do Sul ouviu apelos para que desse início a uma campanha para tornar seu nome conhecido no país.

O Poder360 apurou junto a deputados que participaram da reunião que o convite deve ser aceito. Mas de forma cautelosa. A ideia é começar por viagens na região Nordeste. O senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), que estava no encontro, ficaria responsável por organizar parte da agenda futura.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Doria doriana não decola nem dentro do partido.
    Derrotado.
    Já não se reeleger governador de São Paulo.
    Lascou se.

  2. Esse calça justa não serve nem para presidente de partido politico , imagine querer ser presidente do Brasil. Só leva peia .

  3. Esse calça colada tinha mesmo era que parar de querer aparecer. Só leva na tarraqueta e não se manca.

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Política

Sessão para escolha do novo presidente do Senado está em andamento

FOTO: © Marcos Oliveira/Agência Senado

Com uma hora de atraso começou a sessão preparatória para escolha do novo presidente do Senado Federal. Na primeira etapa do encontro, os candidatos fizeram pronunciamento. Em sua fala, os senadores Major Olimpio (PSL-SP) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO) retiraram sua candidatura para apoiar a candidata Simone Tebet (MDB-MS). Ela concorre então apenas com Rodrigo Pacheco (DEM-MG).Tanto na Câmara, quanto no Senado, os mandatos têm duração de dois anos, com possibilidade de reeleição. Para ser eleito, o candidato precisará ter no mínimo a maioria absoluta dos votos, ou seja, pelo menos 41 dos 81 senadores.

Na ocasião serão eleitos ainda os demais membros da Mesa Diretora, também para um mandato de dois anos, mas a recondução é vedada. A Mesa é composta pelo presidente, dois vice-presidentes, quatro secretários e seus suplentes. Os votos para os cargos da Mesa só são apurados depois que for escolhido o presidente.

Como a eleição será presencial, medidas de segurança foram adotadas para evitar a contaminação pelo novo coronavírus. Entre elas estão a colocação de duas urnas de votação do lado de fora do plenário: uma na chapelaria (uma das entradas do prédio do Congresso) e outra no Salão Azul.

Agência Brasil

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