Cultura

Markus Silva lança 3º CD

foto-4-1O carioca Markus Silva, professor de filosofia da UFRN, lança seu terceiro disco nesta quinta-feira (5), no Jazzy Rocks Bar, às margens da BR 101, na altura do túnel que dá acesso ao Campus da UFRN.

O disco chama-se Markus Soul Silva, que pode ser baixado no http://www.markussoulsamba.com.br/

A noite promete, pois Markus transita bem entre o soul, o samba e a bossa nova.

Opinião dos leitores

  1. Obrigado pela notícia e pelo coment´ario . Esperamos fazer um bom Show no d ia 05/09.
    Parab´ens pelo Blog e um forte abraço. Markus

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Geral

[VÍDEO] “HORA DA ONÇA BEBER ÁGUA”: Governo mira redução de abstenção e ampliação de votos no Nordeste para vencer no 2° turno


Vídeo: Reprodução/Estadão

O ministro de Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou em declaração à imprensa que o governo está otimista e traçou as estratégias iniciais para o segundo turno da eleição presidencial. Utilizando a expressão popular “chegou a hora da onça beber água”, o ministro indicou que a campanha governista adotará uma postura de maior enfrentamento e debate direto (tet a tet) com o adversário agora que a disputa se resume a dois candidatos.

Entre as principais diretrizes definidas pelo governo para a nova fase da campanha estão: a ampliação de votos no Nordeste, combater à abstenção e consolidar compromisso e o apoio dos governadores já eleitos no primeiro turno, além do debate político direto com o adversário.

“A orientação geral, é ampliar a nossa votação no Nordeste, diminuir a abstenção e os governadores eleitos do primeiro turno todos reafirmarem o seu compromisso. Dizemos que no Ceará nós tivemos 60 e poucos por cento, vamos chegar a 70. A Bahia estabeleceu a reunião para definir metas, ampliar a votação, sobretudo naqueles ambientes que nós temos grandes chances, como em todo o Nordeste brasileiro”, comentou o ministro. 

O ministro também desdenhou a diferença de votos registrada no primeiro turno, classificando a vantagem do oponente como pequena e ressaltando que o foco a partir de agora será o diálogo intenso com líderes políticos e a articulação de apoios para consolidar a vitória na disputa final.

“O otimismo tomou conta das reuniões e agora vamos ganhar as eleições juntos. Mobilização, debate, enfrentamento, tête-à-tête, agora só são dois. Portanto, nós vamos saber, porque chega a hora da onça beber água. O país conhece o mundo, o país não conhece o adversário”, revelou José Guimarães. 

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Geral

FIM DA LINHA: sites de apostas saem do ar a partir desta terça-feira


Foto: Ricardo Stuckert

Começa a valer nesta terça-feira (6) a Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que proíbe totalmente a atuação das casas de apostas online, as chamadas bets, no Brasil. A decisão determina que todas as plataformas do setor encerrem as operações e retirem seus sites do ar no país.

A ofensiva contra o setor de apostas de quota fixa ganhou força no início de setembro, quando Lula endureceu o tom e prometeu banir as atividades, apontando que os jogos geram dependência na população, endividamento generalizado e graves problemas de saúde mental. Desde então, a equipe econômica e a Advocacia-Geral da União (AGU) elaboraram o texto da MP com o objetivo de blindar a medida contra contestações legais.

Apesar do esforço do Planalto, a manobra não evitou reações. Representantes do setor já acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) contra a MP, sob a alegação de que a interrupção abrupta das atividades gera grave insegurança jurídica.

As empresas argumentam que desembolsaram valores expressivos em outorgas para operar legalmente no país por um período de cinco anos, prazo que foi sumariamente interrompido pela nova diretriz. Até o momento, o governo arrecadou R$ 2,5 bilhões com o licenciamento, sendo cobrados R$ 30 milhões por outorga básica (com direito a até três marcas) e R$ 5 milhões por cada marca adicional.

Tattiana de Navarro, procuradora de assuntos tributários da OAB-DF, aponta que os conflitos judiciais poderiam ter sido mitigados caso o Planalto tivesse optado por uma transição moderada. Segundo ela, um cronograma gradual até o término natural das outorgas traria previsibilidade tanto para a segurança jurídica das empresas quanto para a estabilidade do próprio governo.

Histórico da regulamentação e bloqueio de tráfego

As apostas esportivas e de quota fixa foram autorizadas no Brasil durante a gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB), mas a regulamentação efetiva do setor ocorreu apenas em 2025, impulsionada pelo Ministério da Fazenda para combater a ilegalidade. Após cerca de um ano de mercado regulado e focado em mecanismos de proteção ao consumidor e combate ao endividamento, Lula optou pela proibição total.

Como desdobramento da MP, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) determinou que, a partir desta terça-feira, o tráfego de internet voltado aos sites de apostas seja redirecionado compulsoriamente para a plataforma governamental www.brasilsembets.gov.br.

Com informações do Metrópoles

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Davi Alcolumbre desafia avanço da direita e mantém PEC 6×1 na pauta do Senado


Foto: Gabriela Biló/Folhapress

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), manteve para esta terça-feira (6) o início das discussões da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho 6×1. A abertura do debate ocorre em meio a uma forte articulação da base governista para blindar a medida contra os reflexos políticos do primeiro turno das eleições.

A redução da jornada é tratada pelo Palácio do Planalto como uma bandeira crucial para impulsionar a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), faltando três semanas para a decisão eleitoral. Contudo, o cenário no Congresso mudou drasticamente. As sessões começam sob a pressão da vantagem de 2,3 milhões de votos conquistada por Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial, somada ao desempenho expressivo do PL, que elegeu 19 senadores e formará a maior bancada da Casa em 2027, com 28 parlamentares.

Negociações e estratégia de votação

Alcolumbre agendou inicialmente três sessões plenárias de discussão para esta semana, período que servirá como termômetro para medir forças entre o governo e a oposição. Para ser aprovada no plenário, a PEC precisa do voto favorável de pelo menos 49 dos 81 senadores, em dois turnos.

O ministro de Relações Institucionais, José Guimarães, declarou nesta segunda-feira (5) que o governo mantém o plano de votar e aprovar a proposta ainda esta semana. Segundo ele, o clima político “não mudou nada” e a eleição permanece em aberto. Guimarães deve se reunir com líderes partidários para tentar um acordo de abreviação dos prazos regimentais. Sem consenso, a proposta precisará cumprir o rito padrão de cinco sessões de debate antes da primeira votação.

Resistência empresarial e cálculo político

Do lado oposto, entidades empresariais dos setores de comércio, serviços e indústria iniciaram uma ofensiva junto aos parlamentares para esvaziar o quórum mínimo necessário. Para o empresariado, o bônus político de Lula com a aprovação da PEC perdeu força diante do resultado apertado nas urnas.

A conjuntura também altera o comportamento dos senadores. Com a maioria já reeleita, derrotada ou focada em eventuais segundos turnos para governos estaduais, a vulnerabilidade à pressão pública diminuiu. Na avaliação do líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), o governo está fragilizado e terá dificuldades para mobilizar quórum.

O fator Alcolumbre e a sucessão na Casa

A disputa em torno da jornada 6×1 também esbarra nos planos de sobrevivência política de Davi Alcolumbre, que busca a reeleição para a presidência do Senado em fevereiro. A nova mesa diretora será instalada já sob a correlação de forças de 2027, com um PL fortalecido cuja preferência para o comando da Casa é o senador Rogério Marinho (RN). Marinho, coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, é um crítico declarado da PEC e defende um modelo de jornada flexível por acordo individual. Além disso, Alcolumbre sofreu um revés local ao não conseguir reeleger o governador do Amapá, Clécio Luiz, de seu grupo político.

Com informações da Folha de São Paulo

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Geral

CREDIBILIDADE EM XEQUE: O abismo entre as pesquisas e as urnas no 1º turno


Arte: Metrópoles

Os resultados do primeiro turno das eleições revelaram um abismo entre o cenário projetado pelos principais institutos de pesquisa e o veredito das urnas. Tanto na disputa nacional quanto em cenários estaduais, as sondagens divulgadas na reta final da campanha falharam em antecipar a virada que recolocou o senador Flávio Bolsonaro (PL) na liderança da corrida presidencial.

Apesar de os levantamentos de véspera apontarem a liderança do presidente Lula (PT), a apuração oficial de 100% das urnas, concluída na madrugada de segunda-feira (5), mostrou um panorama invertido. Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno à frente com 47% dos votos válidos, seguido por Lula, com 45%. A diferença consolidada foi de cerca de 2,2 milhões de votos a favor do candidato do PL.

Nenhuma das principais pesquisas publicadas nos dias anteriores à votação conseguiu antecipar o resultado real. Levantamentos de institutos como Datafolha, Quaest, Atlas, CNT e Real Time Big Data projetavam a vitória ou a dianteira do atual presidente:

  • Datafolha: Lula (45%) x Flávio Bolsonaro (42%)

  • Pesquisa Quaest: Lula (46%) x Flávio Bolsonaro (45%)

  • Real Time Big Data: Lula (43%) x Flávio Bolsonaro (39%)

  • Pesquisa Atlas/Intel: Lula (47%) x Flávio Bolsonaro (44,1%)

  • Pesquisa CNT: Lula (47,8%) x Flávio Bolsonaro (42,1%)

A defesa dos institutos

Questionados sobre o descompasso, os institutos minimizaram os erros sob o argumento de que as pesquisas refletem apenas um “retrato do momento” e que a dinâmica da reta final foi influenciada por fatores de última hora, como a consolidação de um forte movimento de voto útil à direita em favor de Flávio Bolsonaro.

Apesar das justificativas, o desempenho das urnas recoloca em debate a precisão das metodologias de captura de intenção de voto na véspera de pleitos polarizados, ampliando a pressão sobre o setor de opinião pública.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Inventaram esse “negócio” de pesquisa eleitoral pra manipular a opinião dos eleitores e conduzir a votação para a direção desejada pela mídia hegemônica e os grandes grupos políticos. E os trouxas deixam de lado sua convicção para votar nos candidatos que estão à frente das pesquisas, “pra não perder o voto” como eles mesmos dizem. É o cabresto moderno.

  2. Erra muito nas últimas eleições os institutos de pesquisas.
    A forma de resolver esses erros grosseiros é fácil, muito fácil.
    Bastava multar pesado quem erra grosseiramente e quem pública resultados da pesquisa.
    Detalhe:
    Exclusão depois de reincidência.
    Em quanto o país não for sério, continua o baile infelizmente.

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Política

[VÍDEO] SÓ AGORA? Lula diz que carrega nas costas ‘promiscuidade’ no STF


A reunião de emergência convocada pela coordenação de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta segunda-feira (5) foi marcada por forte tensão e declarações explosivas. Cercado pelo pessimismo da cúpula governamental após a vitória de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno, Lula culpou o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo desgaste político que enfrenta e afirmou que está “carregando nas costas” a “promiscuidade” instalada na Corte.

Sem citar diretamente o escândalo do caso Banco Master, o petista admitiu o impacto devastador das revelações que atingem em cheio a cúpula do Judiciário e defendeu que o tema seja pauta central nos 20 dias restantes até o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

“Quando você chega numa situação em que a Suprema Corte está sob a desconfiança da sociedade, algo é muito grave. Então, esses são temas que nós vamos ter que encarar nessa campanha”, declarou o presidente.

Com informações do Metrópoles 

Opinião dos leitores

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Política

PT aponta marketing de Sidônio como responsável pela derrota de Lula e cobra guinada

Foto: Ricardo Stuckert/PR

A vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno escancarou a guerra interna na base governista. Lideranças da cúpula do PT apontam o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, como o principal responsável pelo revés de Luiz Inácio Lula da Silva nas urnas e cobram uma mudança drástica na condução da campanha para o segundo turno.

Nos bastidores, petistas de peso classificam a estratégia adotada até aqui como um verdadeiro “improviso”. A avaliação central é de que o marketing governamental passou longe da realidade das ruas, priorizando pautas abstratas — como discussões sobre soberania e terras raras — enquanto ignorou o debate central do eleitor: o custo de vida e o peso no bolso do trabalhador.

A fatura cobrada contra a equipe de comunicação também passa pelo fracasso em conter a rejeição ao governo, que empacou na faixa dos 50%. Para o partido, a aposta cega na máquina pública e em pacotes de bondades — como medidas voltadas ao Bolsa Família e renegociação de dívidas — falhou em blindar o presidente do desgaste econômico e da insatisfação popular.

Com informações do UOL

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Economia

EFEITO FLÁVIO: Casas de análise projetam disparada de até 45% na Bolsa com vitória do candidato

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

A liderança do senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições presidenciais mexeu com o mercado financeiro e já gera projeções ambiciosas para a Bolsa de Valores. Diferentes casas de análise estimam uma valorização expressiva das ações brasileiras, com saltos que podem variar de 11% a 45%, dependendo do avanço de uma agenda de rigor fiscal.

Na avaliação do BTG Pactual, as ações brasileiras negociam atualmente abaixo da média histórica. Caso se confirme a vitória de Flávio Bolsonaro e o mercado avance para um cenário de reprecificação associado a um ajuste fiscal mais rígido, a alta na Bolsa pode oscilar entre 32% e 45%. Entre os setores apontados como potenciais beneficiados estão o varejo, construtoras de médio e alto padrão e empresas do mercado de capitais.

O UBS também enxerga um cenário otimista com potencial de ganho superior a 30%, impulsionado pela queda dos juros reais e pela melhora nas expectativas de lucro. O JPMorgan trabalha com uma expansão inicial de 20% a 25% no índice.

Com informações da Folha de São Paulo

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Política

INSTITUTO VERITÁ: Flávio Bolsonaro lidera com 51,56% e Lula tem 48,44% no segundo turno

Reprodução

O Instituto Veritá divulgou nesta segunda-feira (5) os números de uma nova pesquisa de intenção de votos para a disputa presidencial no segundo turno.

No cenário de votos válidos, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece na frente com 51,56%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48,44%. A diferença entre os dois candidatos é de 3,12 pontos percentuais.

O levantamento nacional ouviu mais de 40 mil eleitores em todo o país.

Reprodução

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Política

ENTREGANDO OS PONTOS: alto escalão do governo Lula já admite derrota em 2º turno contra Flávio

Reprodução

A avaliação interna no Palácio do Planalto e na coordenação de campanha Lulista é de pessimismo após o resultado das urnas no último domingo (4). Uma ala do primeiro escalão do governo de Lula (PT) já trabalha abertamente com a possibilidade real de derrota para o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, no segundo turno.

Nos bastidores, ministros e aliados admitem a dificuldade extrema para alcançar a quantidade de votos necessária para reverter o quadro nesta fase da disputa.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, tentou minimizar a vantagem inicial e tratou a diferença como “só 2%”, afirmando que buscará dialogar com lideranças de centro e de direita. No entanto, a migração de votos de opositores como Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) é vista pelo próprio entorno da campanha como um obstáculo quase intransponível.

A sangria de votos do petismo já apareceu nos números brutos: Lula teve 3,4 milhões de votos a menos em comparação com o primeiro turno de 2022. A abstenção nacional bateu recorde desde 1998, alcançando 21,08%, com mais de 33,4 milhões de eleitores ausentes.

Para tentar estancar a crise, a campanha petista convocou uma reunião de emergência nesta segunda-feira (5) no Hotel San Marco, em Brasília, buscando reatar a estratégia com governadores aliados – derrotados ou vitoriosos nos estados.

Com informações do Poder 360

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Agendão

Festa do Boi 2026 será aberta nesta sexta com ampla programação musical com prioridade para artistas potiguares

Divulgação

A 64ª Festa do Boi será aberta oficialmente pela Associação Norte-Rio-Grandense de Criadores (ANORC), Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Prefeitura de Parnamirim e SEBRAE nesta sexta, 9 de outubro, em solenidade, às 18h, na pista de julgamentos do Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim. Com programação musical gratuita e diversificada ao longo dos nove dias de evento, a festa segue até o dia 17 deste mês, com agenda musical realizada em parceria com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte que conta com a participação de artistas potiguares, fortalecendo a música e a cultura produzidas no Estado.

A programação foi pensada para contemplar diferentes estilos musicais e públicos, com nomes da música regional, forró, sertanejo e outros gêneros que fazem parte da identidade cultural do Rio Grande do Norte.

A abertura, na sexta-feira (9), terá Francinaldo Show, Everton Silva, Alwymar Faria e Carla Patrícia. No sábado (10), a programação reúne Biel, Rafinha e Bonde do Gragra. Já no domingo (11), será a vez de Aureo Deni e Duquinha.

Na segunda-feira (12), sobem ao palco Maryana, Cinzeiro de Motel e Forró Xegado. A terça-feira (13) terá Sérgio Luiz, Daniel Ferraz e Roberto do Acordeon. Na quarta-feira (14), as atrações serão Axo Bom e Camyla Melo.

A programação segue na quinta-feira (15), com Rai Dantas e Forró Meirão. Na sexta-feira (16), Juarez, Arnaldinho Netto e Deixe de Brincadeira comandam a noite. Encerrando a programação musical da Festa do Boi, no sábado (17), o público poderá conferir Vê Barreto, Farra dos Poetas, Nonato Netto e Circuito Musical.

Além de levar música e entretenimento ao público, a iniciativa reforça a importância de abrir espaço para os artistas do Rio Grande do Norte, movimentando a cadeia cultural e contribuindo para a geração de oportunidades para músicos, bandas e profissionais envolvidos no setor.

A parceria entre a ANORC e a Assembleia Legislativa do RN integra a proposta de ampliar a presença da cultura potiguar na Festa do Boi, que reúne, durante nove dias, atividades ligadas ao agronegócio, negócios, gastronomia, lazer, tradição e entretenimento.

Com uma programação que acompanha toda a realização do evento, a música se soma às diversas atrações da Festa do Boi 2026, consolidando o Parque Aristófanes Fernandes como ponto de encontro para famílias, produtores, criadores e visitantes de diferentes regiões do Estado.

O evento é uma realização da ANORC, do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, SEBRAE-RN e da Prefeitura de Parnamirim, com patrocínio do Banco do Nordeste, Governo Federal, FAERN/SENAR, FIERN, IDIARN e Caixa Econômica Federal.

Os ingressos para a Festa do Boi estão sendo vendidos na bilheteria do parque por R$ 10,00 (inteira) e R$5,00 (meia). As entradas para os shows são gratuitas.

Mais informações: @festadoboianorc e @agronegociopotiguaranorc

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