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Médicos e dentistas entram em conflito pelo direito de aplicar botox

Foto: Allan Sieber/Folhapress

Após uma sequência de batalhas judiciais de médicos contra biomédicos e farmacêuticos, chegou a vez de uma briga com dentistas. A classe médica agora quer derrubar uma resolução do Conselho Federal de Odontologia (CFO).

A resolução n° 176 do CFO foi aprovada em setembro de 2016 e determina que dentistas podem fazer uso da toxina botulínica, o botox, e de substâncias de preenchedores faciais para fins estéticos.

Como resposta, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) entrou na Justiça para impedir que a classe possa realizar os procedimentos.

Um inquérito foi aberto e uma audiência está marcada para 11 de dezembro na 5° Vara Federal, no Rio Grande do Norte, para tentar resolver a questão.

Segundo Silvio Guidi, especialista em direito da saúde, não existe relação de hierarquia entre os conselhos federais de cada classe.

“Não raramente conselhos profissionais editam normas conflitantes”, diz. “O problema –ou a solução, no caso– é que a gente tem a lei do ato médico, que é superior hierarquicamente a qualquer resolução.”

Para ele, a lei do ato médico é clara: “Concordemos ou não, ela parece deixar de forma restrita a utilização de cirurgias estéticas a médicos.”

Segundo os médicos, procedimentos estéticos que envolvem aplicação do botox e de preenchedores faciais, como o ácido hialurônico (usado para combater o envelhecimento da pele), feitos de forma leviana podem gerar riscos de saúde.

Pela resolução do CFO, os dentistas foram autorizados a fazer correções de linhas de expressão com botox, como preenchimento de bigode chinês, de marionetes e olheiras, além de rugas. O ácido hialurônico pode ser usado para rinomodelação, que modifica o nariz sem cirurgia.

“Muitos pacientes procuram o botox por conta de problemas com bruxismo e acabam fazendo procedimentos estéticos também”, diz a dentista Bruna Benassi. “Os cirurgiões ganham muito com cirurgias, mas às vezes o paciente não precisa.”

Jandins Roberto, 33, que faz papel de galã em grandes eventos, faz aplicação de botox e preenchimento com dentistas desde 2015. “As linhas de expressão me incomodavam e meu rosto é meu cartão de visita.” A cada seis meses ele renova o botox.

Apesar da possibilidade de serem feitos em consultório, dermatologistas e cirurgiões plásticos afirmam que têm recebido pacientes com complicações, como alergias e até isquemias (obstrução de vasos sanguíneos), que podem levar à necrose da região.

NECROSE

A funcionária de banco Andrea (nome fictício), 32, foi uma dessas pacientes. Após um procedimento de rinomodelação com uma dentista, seu nariz necrosou. “Quando saí do consultório já comecei a passar mal, sentia muito cansaço, respirava mal e tive dores de cabeça”, conta.

No dia seguinte ao procedimento, Andrea diz que seu nariz ficou roxo e, no terceiro dia, preto. “Procurei uma médica de confiança e uma equipe conseguiu reverter”, diz.

Sérgio Palma, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), que também se posicionou contra a resolução do CFO, diz que todo procedimento estético tem seu risco.

“Um médico vai poder avaliar melhor o paciente, as indicações e contraindicações do procedimento, e vai ter total domínio da situação caso aconteçam complicações.”

CARA A CARA

Levy Nunes, da CFO, argumenta que os dentistas são tão capacitados para fazer os procedimentos quanto os médicos. “O dentista estuda cinco anos de cabeça e de face. Quem é a pessoa mais preparada para lidar com face?”

Segundo Nunes, nos EUA procedimentos feitos por dentistas são liberados. Já em outros países o controle é maior.

Para o médico Luciano Chaves, presidente da SBCP, os dentistas não têm habilitação para atuar na área de estética. “Isso foge completamente da formação profissional que eles têm”, afirma. “O objetivo dos dentistas é financeiro, não existe nenhuma preocupação com a saúde do paciente”, diz.

A Associação Médica Brasileira (AMB) também se posicionou contra a resolução do CFO e espera conseguir sua suspensão judicial. Para Fernando Antônio Gomes de Andrade, cirurgião plástico e diretor da AMB, o mais importante é garantir o bem-estar dos pacientes. “Estamos em contínuo contato para salvaguardar o direito do paciente de ser bem informado e tratado de forma adequada”, diz.

Levy Nunes afirma que existe uma reserva de mercado entre os profissionais da saúde, mas que o procedimento feito pelos dentistas é exatamente o mesmo feito pelos médicos. “Os cirurgiões estão acionando judicialmente todo mundo, será que só eles sabem aplicar botox?”, diz.

Para Bruna Benassi, existe espaço para ambas as classes, apesar dos dentistas terem mais habilidade. “Nós conseguimos fazer preenchimento bem melhor, porque podemos anestesiar por dentro da boca, então o paciente não sente dor e a gente consegue colocar o ácido hialurônico, por exemplo, mais profundamente na pele”, explica. “O paciente não sente dor nenhuma.”

Segundo Nunes, existe uma preocupação da classe para que apenas profissionais habilitados possam realizar os procedimentos. “Tem quem vê um procedimento na internet e acha que está capacitado, mas o que nós preconizamos é que o dentista faça um curso.”

No meio da briga entre as duas classes, Guidi explica que quem sai perdendo é o consumidor, que fica sem saber em qual profissional realmente realmente confiar. “Uma situação dessas deixa o consumidor vulnerável”, afirma. Mesmo assim, Jandins Roberto, o galã, confia mais em sua dentista do que em um médico. “Acho cirurgia plástica muito arriscado”, diz.

Guidi aponta que a área da saúde necessita de atuações cada vez mais multidisciplinares. “O que eu acho mais adequado é que a gente olhe para a ciência: é possível que esses dois profissionais possam realizar esses procedimentos?”, questiona.

Para ele, quando a lei tenta ocupar o lugar da ciência, o resultado é desastroso. “O ideal é que a gente tivesse uma lei em que a ciência pudesse prevalecer.”

Guerra nos consultórios

Entenda a briga entre médicos e dentistas sobre a prática de procedimentos estéticos

O que diz a lei do ato médico

A Lei 12.842/2013 determina que a indicação da execução e a própria execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo os acessos vasculares profundos, as biópsias e as endoscopias são de competência médica

O que diz a resolução do CFO

A resolução 176/2016 do Conselho Federal de Odontologia autoriza utilização da toxina botulínica e dos preenchedores faciais pelo cirurgião-dentista, para fins terapêuticos funcionais e/ou estéticos, desde que não extrapole sua área anatômica de atuação

O que os dentistas argumentam

Os profissionais passam cerca de cinco anos estudando a anatomia da face, portanto, têm conhecimento para fazer aplicação da toxina botulínica e preenchedores faciais. A restrição poderia estar relacionada a uma reserva de mercado, não necessariamente a uma questão técnica

O que os médicos argumentam

O mais importante é o bem-estar e a segurança dos pacientes. Apenas os próprios médicos seriam capacitados para realizar os procedimentos e resolver possíveis complicações. Eles afirmam que têm recebido pacientes com problemas relacionados a operações estéticas

Folha de São Paulo

 

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Com acesso à Série C já garantido, ABC empata com o Uberlândia e fica fora da final da Série D

Foto: Reprodução/ABCFC

Já garantido na Série C 2027, o ABC lutava por uma vaga na final da Série D contra o Uberlândia neste domingo (30), na Arenas das Dunas, mas ficou no empate em 1 a 1, após ser derrotado por 1 a 0 no jogo de ida em Minas Gerais.

O Mais Querido abriu o placar com Jhosefer aos 13 minutos do segundo tempo, mas sofreu o empate em um chute de fora da área de Tomas Bastos que contou com a falha do goleiro alvinegro Matheus Alves, as 30 minutos da segunda etapa. Com o resultado, o ABC encerra a participação na Série D 2026.

A final será entre Uberlândia/MG e ASA de Arapiraca/AL.

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[VÍDEO] DEU TRETA: Comissões técnicas de ABC e Uberlândia se envolvem em confusão na Arena das Dunas

Vídeo: Reprodução/FutMetas/Instagram

Integrantes das comissões técnicas de ABC e Uberlândia se envolveram em uma confusão nas escadas que dão acesso à zona mista e vestiários da Arena das Dunas, em da partida válida pelas semifinais da Série D do Campeonato Brasileiro neste domingo (30). Gritaria, socos, empurrões e chutes aconteceram entre os membros dos dois clubes até que os ânimos foram acalmados.

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Toffoli adia julgamento de registro de candidatura de Renan Santos após apontar possíveis “ilicitudes”

Foto: CNN Brasil

O ministro Dias Toffoli, do TSE e do STF, retirou de pauta o julgamento do registro da candidatura de Renan Santos (Missão) à Presidência da República, que começaria nesta segunda-feira (31).

Toffoli apontou possíveis “ilicitudes” relacionadas aos perfis de redes sociais informados por Renan e pelo candidato a vice, Aroldo Medina. Após o registro da chapa, os candidatos apresentaram 18 novos perfis que não haviam sido declarados inicialmente.

Pela Lei das Eleições, todos os perfis já existentes devem ser informados à Justiça Eleitoral. Além disso, contas preexistentes incluídas posteriormente só podem ser usadas na campanha 48 horas após a comunicação ao TSE.

O ministro deverá marcar uma nova data para analisar o registro, após verificar se algum dos perfis foi utilizado para propaganda eleitoral antes do prazo permitido.

Os julgamentos dos registros de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) estão mantidos para começar nesta segunda-feira, em sessão virtual do TSE. A análise deve ser concluída até 2 de setembro.

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Em carta aberta, Sinduscon-RN alerta para impactos e pede cautela ao Senado antes de votar fim da escala 6×1

Sérgio Azevedo, presidente do Sinduscon-RN | Foto: reprodução

O presidente do Sindicato da Indústria da Constrção Civil do RN (Sinduscon-RN) e vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Sérgio Henrique Andrade de Azevedo, encaminhou uma carta aberta aos senadores da República pedindo cautela na discussão sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1.

Azevedo alerta para possíveis impactos sobre renda, empregos, custos das empresas, produtividade e setores com jornadas específicas, como a construção civil.

Alguém perguntou a esses trabalhadores o que eles preferem?”, questiona o presidente do Sinduscon-RN, que também defende a negociação coletiva e um debate mais amplo sobre produtividade antes da redução da jornada.

Leia a íntegra abaixo:

Natal/RN, 28 de agosto de 2026.

CARTA ABERTA AOS SENADORES DA REPÚBLICA

Antes de decidir pelo trabalhador, é preciso ouvi-lo.

Senhor Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, Senadores do Rio Grande do Norte, Rogério Marinho, Styvenson Valentim e Zenaide Maia,

Senhora e Senhores Senadores,

A discussão sobre melhores condições de trabalho e qualidade de vida é legítima e necessária. Mas uma alteração constitucional com tamanho impacto sobre trabalhadores, empresas, emprego, produtividade e renda não pode ser decidida sem uma análise profunda de suas consequências.

A proposta de redução da jornada e alteração da escala de trabalho parte de uma intenção que pode parecer simples. Como advertiu H. L. Mencken, para todo problema complexo há sempre uma solução simples, plausível — e completamente errada.

A realidade brasileira não é simples. Comércio, indústria, construção, saúde, turismo, infraestrutura, energia, agronegócio e serviços possuem características completamente diferentes.

Não é razoável imaginar que uma mesma solução seja adequada a todas essas realidades.

Na construção pesada e nas grandes obras de infraestrutura, milhares de trabalhadores permanecem mobilizados longe de suas cidades e de suas famílias por semanas ou meses.

Alguém perguntou a esses trabalhadores o que eles preferem?

Para muitos deles, pode fazer muito mais sentido trabalhar mais durante o período em que estão mobilizados, aumentar sua renda e concentrar o descanso para quando puderem efetivamente retornar para casa. Qual é o benefício de impor mais tempo ocioso a quem está a milhares de quilômetros da própria família?

Há ainda outra questão que precisa ser enfrentada com transparência: manter o salário-base não significa necessariamente manter a renda total do trabalhador. Em muitas atividades, menos horas trabalhadas tendem a implicar menor remuneração, porque reduzem a produção e, com ela, as parcelas variáveis, os prêmios e outras oportunidades legítimas de ganho.

Quem calculou esse impacto sobre a renda efetivamente levada para casa, sobre o custo das empresas e sobre a capacidade de contratação? Na construção civil, aumentos relevantes no custo do trabalho impactam o custo das obras, da infraestrutura e da habitação.

No final, alguém paga essa conta.

Pode ser a empresa, reduzindo investimentos e contratações. Pode ser o consumidor, pagando mais caro. Pode ser o trabalhador, perdendo renda ou oportunidades. E pode ser toda a sociedade, com menor produtividade, mais informalidade e menor crescimento econômico.

Queremos melhorar a vida de quem trabalha. Mas precisamos fazer isso aumentando produtividade, qualificação, renda e oportunidades, e não simplesmente reduzindo, por determinação constitucional, o número de horas disponíveis para produzir.

Por isso, fazemos um apelo ao Senado Federal:

Decisões constitucionais desta magnitude não deveriam ser tomadas em janelas curtas de calendário legislativo.

Não votem uma mudança dessa dimensão de forma apressada.

Ouçam os trabalhadores e ouçam quem emprega.

Avaliem os impactos econômicos e sociais e as particularidades de cada atividade.

Preservem e valorizem a negociação coletiva.

Antes de discutir redução da jornada de trabalho, o Brasil precisa enfrentar a questão que há anos limita nosso desenvolvimento: a baixa produtividade.

Países não se tornam mais produtivos porque trabalham menos. Tornam-se capazes de trabalhar menos porque se tornaram mais produtivos. Essa ordem importa.

Não podemos escolher apenas a parte agradável da equação e ignorar quem pagará a conta.

Senadores, essa decisão terá consequências por décadas. Façam o debate que a importância do tema exige.

Antes de decidir pelo trabalhador, ouçam o trabalhador.

Antes de aumentar o custo de contratar, ouçam quem gera emprego.

Antes de reduzir a jornada, discutam como aumentar a produtividade.

E, antes de mudar a Constituição, avaliem as consequências para o Brasil.

Atenciosamente,

Sérgio Henrique Andrade de Azevedo
Presidente do Sinduscon RN
Vice-Presidente CBIC

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PESQUISA VIA CERTA/PERFIL / PARNAMIRIM /SENADO: Styvenson lidera com 17,21%, seguido por Zenaide com 8,43%

O candidato Styvenson Valentim (Podemos) lidera a disputa pelo Senado entre os eleitores de Parnamirim, na pesquisa do Instituto Perfil, realizada em parceria com o Via Certa Natal, considerando a soma das intenções de voto para a primeira e a segunda vaga.

Na soma dos dois votos, Styvenson aparece com 17,21%. Em seguida, vêm Zenaide Maia (PSD), com 8,43%, Coronel Hélio (PL), com 6,79%, Samanda de Lula (PT), com 6,29% e Rafael Motta (PDT), com 6,14%.

Já Sandro Pimentel (PSOL) soma 1,51%, Sonia Godeiro (PSOL) tem 1,21% e Rosália Fernandes (PSTU) aparece com 1,14%.

Professor Guilherme (UP) vem em seguida, com 0,93%, seguido de Tércio Tinôco (União Brasil), com 0,57%, Gari Wendell Batista (AGIR), com 0,29%, Luciana Mandu (PSTU), com 0,29% e Linhares Jiboia (DC), com 0.21%. Os indecisos somam 30,28%, enquanto o branco/nulo é de 18,71%.

A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-07989/2026 e no TRE-RN sob o número RN-06953/2026. O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 23 de agosto de 2026, em Parnamirim, com 700 eleitores.
A margem de erro é de 3,70 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada pelo Via Certa/Instituto Perfil.

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PESQUISA VIA CERTA/PERFIL / PARNAMIRIM /DEPUTADO(A) FEDERAL: Thabatta Pimenta, Natália Bonavides, Nina Souza e Carla Dickson são as mais citadas

No cenário espontâneo para deputado federal, em que o eleitor pode citar qualquer nome ou expressão, Thabatta Pimenta aparece na liderança entre os eleitores de Parnamirim, segundo o levantamento do Instituto Perfil em parceria com o Via Certa Natal.

Thabatta lidera com 2,86%. Na sequência dos mais citados vêm Natália Bonavides, Nina Souza e Carla Dickson, empatadas em segundo lugar com 1,43%, Sargento Gonçalves (1,29%), Robinson Faria (1,14%), General Girão (1,00%), João Maia (0,86%), Juninho Saia Rodada (0,57%).

Completando a lista dos mais citados aparecem Benes Leocádio, Gabriel Nunes e Dr. Bernardo, os três empatados com 0,43%. Os indecisos são a grande maioria, com 78,14%, enquanto o branco/nulo soma 6,43%.

A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-07989/2026 e no TRE-RN sob o número RN-06953/2026. O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 23 de agosto de 2026, em Parnamirim, com 700 eleitores. A margem de erro é de 3,70 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada pelo Via Certa/Instituto Perfil.

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PESQUISA VIA CERTA/PERFIL / PARNAMIRIM /DEPUTADO(A) ESTADUAL: Gabriel César aparece na liderança, seguido de Kleber Rodrigues e Cinthia de Allyson

No cenário espontâneo para deputado estadual, em que o eleitor pode citar qualquer nome ou expressão, Gabriel César aparece na liderança entre os eleitores de Parnamirim, segundo levantamento do Instituto Perfil em parceria com o Via Certa Natal.

Gabriel César lidera com 2,14%. Na sequência dos mais citados vêm Kleber Rodrigues (1,43%), Cinthia de Allyson (1,14%), Taveira Jr (0,86%), Camila Araújo e Ériko Jácome, empatados com 0,71% cada.

Na lista dos mais citados também aparecem Michael Diniz, Ivanilson Oliveira, Vava Azevedo, Daniel Valença, Cristiane Dantas e Josemar Varela, todos com 0,43%. Os indecisos somam 76,86%, enquanto o branco/nulo é de 5,29%.

A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-07989/2026 e no TRE-RN sob o número RN-06953/2026. O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 23 de agosto de 2026, em Parnamirim, com 700 eleitores.
A margem de erro é de 3,70 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada pelo Via Certa/Instituto Perfil.

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[VÍDEO] Empresário é sequestrado na porta de casa em São Gonçalo do Amarante e família vive momentos de desespero; polícia faz buscas

Imagem: Reprodução/SOS Policial

Um empresário identificado como Marcelo foi sequestrado na noite deste sábado (29) na porta de casa, no bairro Cidade das Rosas, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal. Ele chegava à residência acompanhado da família quando foi abordado e rendido pelos sequestradores.

Os criminosos levaram Marcelo e fugiram do local. Desde então, equipes policiais realizam buscas para tentar localizar a vítima e identificar os responsáveis pelo crime. O paradeiro do empresário e a motivação do sequestro ainda seguem desconhecidos.

A polícia pede que qualquer informação que possa ajudar a localizar Marcelo seja repassada, de forma anônima, pelo Disque-Denúncia 181.

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MAIS DE 2000 CARROS: Paulinho Freire lidera grande carreata em apoio a Álvaro Dias na Zona Norte de Natal

Uma grande carreata liderada pelo prefeito Paulinho Freire (União Brasil) tomou as ruas da Zona Norte de Natal neste domingo (30). A mobilização reuniu apoiadores de Álvaro Dias (PL), candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, e Babá Pereira (PL), candidato a vice-governador.

Por onde passou, a carreata contagiou moradores, que saíram às portas de suas casas, acenaram, fizeram o 22 com as mãos e manifestaram apoio aos candidatos. A movimentação percorreu ruas e avenidas da região em clima de festa, reunindo apoiadores, militantes e lideranças políticas.

Ao lado de Paulinho Freire, participaram da mobilização a vice-prefeita de Natal, Joanna Guerra (PL), além de vereadores da capital e outras lideranças políticas que acompanharam o percurso pela Zona Norte.

Durante a carreata, Paulinho reforçou seu apoio a Álvaro e a parceria política construída entre os dois. Em 2024, Álvaro apoiou Paulinho na disputa pela Prefeitura de Natal, eleição vencida pelo atual prefeito no segundo turno. Agora, Paulinho vai às ruas em apoio à candidatura de Álvaro ao Governo do Estado.

Enquanto Paulinho comandava a mobilização em Natal, Álvaro Dias cumpria agenda da Caravana 22 pelo Seridó, percorrendo municípios da região neste domingo. A programação simultânea manteve a campanha mobilizada na capital e no interior do Rio Grande do Norte.

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Boletim de Ocorrência aponta denúncia de agressão de empresário à esposa na Lagoa do Bonfim, em Nísia Floresta


Foto: Reprodução

Após a repercussão da notícia dada pelo blog de Gustavo Negreiros de que o empresário Pedro Câmara Gurgel Gadelha foi preso em flagrante após denúncia de agressão à esposa na Lagoa do Bonfim, em Nísia Floresta, na Grande Natal, o BLOGDOBG teve acesso ao Boletim de Ocorrência, através do Blog de Marcus Aragão.

De acordo com o documento, a ocorrência foi registrada na noite de sábado (29) e enquadrada como lesão corporal contra a mulher por razões da condição do sexo feminino, com aplicação da Lei Maria da Penha.

Segundo informações divulgadas pelo blog de Gustavo Negreiros, a agressão teria ocorrido após um passeio de jet-ski e seria motivada por ciúmes. Relatos apontam ainda que não seria a primeira ocorrência de violência envolvendo o casal.

O estado de saúde da vítima não foi informado. As circunstâncias do caso deverão ser apuradas pelas autoridades. O acusado passará por audiência de custódia neste domingo (29), às 16h.

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