Saúde

Ministério da Saúde comprará remédio no setor privado, ao invés dos laboratórios públicos

Foto: Reprodução Internet

O Ministério da Saúde disse nesta terça-feira, 16, que, para garantir que não faltem medicamentos de distribuição obrigatória no Sistema Único de Saúde (SUS), os remédios que eram fornecidos por laboratórios públicos e tiveram contratos suspensos serão adquiridos da iniciativa privada.

A pasta da Saúde suspendeu, nas últimas três semanas, contratos com 7 laboratórios públicos nacionais para a produção de 18 medicamentos e uma vacina distribuídos gratuitamente pelo SUS. Documentos obtidos pelo Estado apontam que houve suspensão de projetos de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) destinados à fabricação de remédios para pacientes que sofrem de câncer e diabete, por exemplo.

Em nota, o ministério justificou que a suspensão das parcerias aconteceu por seis motivos principais: Recomendação de órgãos de controle (como a Controladoria-Geral da União e o Tribunal de Contas da União), decisão judicial, descumprimento de cronograma, falta de avanços esperados, falta de investimentos em estrutura ou solicitação de saída do parceiro privado.

Em nota nesta terça, a pasta disse que a etapa atual permite que os laboratórios públicos apresentem medidas para reestruturar o cronograma de ações e atividades dos contratos suspensos. “Trata-se de uma medida regular e recomendada pelos órgãos de controle, como Tribunal de Contas da União (TCU) e Controladoria-Geral da União (CGU), além de estar prevista no marco regulatório das PDPs e realizada com normalidade. Toda e qualquer parceria que estiver em desacordo é suspensa para avaliação”.

A Associação de Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (Alfob), porém, disse que foi pega de surpresa com as suspensões e vai ingressar com ações na Justiça contra a pasta.

“Para suspender um PDP precisa ter uma avaliação de um comitê técnico, de um comitê deliberativo, ter aprovação do grupo executivo do complexo industrial da saúde”, disse ao Estado o presidente da Bahiafarma, Ronaldo Ferreira Dias, que também preside a associação de laboratórios.

“Muitos dos laboratórios estão em fase de importação de insumo, ou desenvolvendo tecnologias,” afirmou Dias. Segundo o ministério, cinco das parcerias suspensas estavam em fase avançada para a aquisição dos medicamentos produzidos. O ministério informou ainda que vem realizando compras desses produtos “por outros meios previstos na legislação”, como pregões, licitações (ou dispensa desses processos) e outros mecanismos.

Economia

De acordo com cálculos da associação de laboratórios públicos as PDPs significaram, ao longo dos últimos oito anos, em mais de R$ 20 bilhões em economia para o Tesouro Nacional.

Por isso, para a entidade, a suspensão de 19 contratos “não apenas coloca em risco o abastecimento de medicamentos estratégicos”, mas também difere dos esforços de outros ministérios de aquisição de tecnologia pela indústria nacional.

Defendido como inovador, modelo enfrenta problemas

Defendidas por especialistas em inovação como um caminho para modernizar laboratórios públicos nacionais, as Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs) têm acumulado problemas em sua execução no País. Segundo dados do próprio Ministério da Saúde, não é a primeira vez que convênios do tipo são suspensos. Desde 2015, 46 PDPs já foram interrompidas. Hoje, 87 estão vigentes.

Em uma PDP, a farmacêutica privada firma acordo com o ministério, comprometendo-se a repassar a um laboratório público, em um período de cinco anos, tecnologia para a produção de um determinado produto. O laboratório privado, por sua vez, recebe como contrapartida a garantia de tornar-se o único fornecedor daquele item ao ministério durante os cinco anos da parceria.

No Brasil, as PDPs sofrem com as condições precárias de alguns laboratórios públicos, que nem sempre conseguem alcançar estrutura e tecnologia adequadas para assumir a produção dos medicamentos. Outro problema é que, ao fim da PDP, o produto foco da parceria pode já estar com a tecnologia ultrapassada. Para Fadlo Fraige Filho, presidente da Associação Nacional de Atenção ao Diabete (Anad), esse é o caso das insulinas que tiveram os contratos suspensos. “Insulinas de NPH são tecnologias antigas, de 30 anos atrás. Não há necessidade de o governo investir em uma fábrica que produz insulina de tecnologia ultrapassada”, defendeu ele, que não vê risco de desabastecimento.

Outro que acredita que a suspensão não afetará pacientes é Carlos Varaldo, do Grupo Otimismo de Apoio a Portadores de Hepatite. Ele diz que o sofosbuvir, usado no tratamento da hepatite C, que também teve seu processo de PDP suspensa, tem estoque garantido por um pregão realizado no início do ano. “Não nos interessa se é medicamento de PDP ou de marca. Queremos preço justo. Sou a favor (das PDPs), mas todo ano deveria ter uma licitação e, se houver medicamento mais barato, baixar (o preço).”

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Nem precisa dizer que é uma nova forma antiga de roubar os cofres públicos. Não existe nenhuma relação público-privada que não seja promíscua.

    1. Bem que falei que era temporário, arrumado o desmanche do PT, as coisas volta a fluir normalmente.
      Outra coisa que é sempre bom lembrar.
      LULA TÁ PRESO BABACA.

      Kkkkkkk

    2. Boa pergunta pra vc mesmo responder.
      Kkkkkkkkkkkkllk
      Kkkkkkklllllllll
      Lula tá preso babaca.

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Geral

[VÍDEO] “VOCÊS VÃO PARAR NO TEMPO?”: Flávio rebate cobranças sobre contas de filme e ataca governo Lula


O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, reagiu com irritação ao ser questionado sobre a prestação de contas do filme Dark Horse em entrevista coletiva concedida durante agenda em São Paulo nesta segunda-feira (24). “Vocês vão parar no tempo?”, indagou.

O presidenciável afirmou que a responsabilidade de explicar os gastos não é sua e direcionou as cobranças ao governo federal. “Quem tem que prestar contas não sou eu; é o Lula que tem que prestar contas”, declarou após participar de reunião na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Questionado sobre a escolha da produtora Go Up para gerir os recursos, Flávio sustentou que os dados financeiros já foram apresentados em investigações conduzidas no estado paulista e alegou que a empresa teria gastado mais do que recebeu. A cobrança ocorreu no mesmo dia em que o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a Polícia Federal a acessar informações apreendidas pela Polícia Civil de São Paulo em uma operação contra a Go Up.

Ao ser indagado sobre a possibilidade de tornar público o contrato privado do projeto, o candidato evitou responder diretamente e criticou a cobertura da imprensa. Ele também aproveitou para desferir ataques contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, associando-o ao caso do Banco Master e citando o filho do petista, Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha). Flávio também afirmou que uma eventual vitória da oposição protegeria o sigilo de fontes, enquanto um novo mandato do PT resultaria em retrocessos institucionais e prisões por críticas nas redes sociais.

No plano político e eleitoral, o candidato do PL destacou a proximidade com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ressaltando a existência de um “pacto” conjunto para resgatar o país, e indicou o plano de atrair eleitores de outros nomes da direita logo no primeiro turno.

A passagem pela capital paulista incluiu passagens pela Fiesp — onde foi aplaudido de pé e recebeu apoio do presidente da entidade, Paulo Skaf — e por um evento do grupo Veja Negócios. Nos encontros, acompanhado pela coordenadora econômica Daniella Marques, Flávio centrou seu discurso em críticas à alta carga tributária e à política fiscal do governo atual, defendendo um ambiente de negócios mais competitivo e a formação de um ministério técnico.

Com informações da Folha de São Paulo

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SABATINA GLOBO: Zema propõe juros a 6% e ajuste fiscal, mas não detalha medidas econômicas


Foto: Globo/ Manoella Mello

O candidato do partido Novo à Presidência da República, Romeu Zema, participou de sabatina transmitida ao vivo nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (24). Durante a entrevista, o ex-governador de Minas Gerais afirmou que, caso seja eleito, pretende adotar medidas de ajuste fiscal capazes de derrubar a taxa básica de juros, a Selic, dos atuais 14% para 6% ao ano. No entanto, o candidato não detalhou quais seriam essas ações fiscais nem explicou de que forma alcançará a redução na taxa.

No campo trabalhista, Zema garantiu que assegurará a reposição da inflação no reajuste do salário mínimo, afirmando que “ninguém vai ter perda”. Contudo, pontuou que um aumento com ganho real ficará condicionado ao crescimento econômico do país.

Economia e Dívida Pública

Questionado sobre o aumento da dívida pública mineira durante sua gestão, o candidato atribuiu o déficit a heranças dos anos 1990 e aos juros cobrados pelo governo federal. Zema ressaltou que não realizou novos empréstimos em seus quase oito anos à frente do Executivo estadual e que encerrou o mandato com superávit fiscal.

Sobre privatizações, defendeu seu histórico de desestatizações em Minas Gerais e reiterou a intenção de expandir o modelo para o âmbito federal. Em relação à Previdência, pontuou que não planeja alterar a idade mínima para aposentadoria a curto prazo, condicionando futuras mudanças a indicadores demográficos e à formalização do mercado.

O presidenciável também abordou temas polêmicos e de segurança pública. Declarou-se contrário à obrigatoriedade da imunização infantil, avaliando que o foco do governo deve ser a conscientização da população brasileira.

Sobre os atos de 8 de janeiro, afirmou que concederá anistia aos condenados pelos atos golpistas de 2023, classificando as decisões do STF como de cunho político. Citou o modelo de El Salvador como fonte de inspiração para endurecer o combate ao crime dentro dos limites da lei brasileira e, no combate ao feminicídio, destacou a necessidade de ampliar delegacias especializadas para mulheres, fortalecer casas de acolhimento e utilizar tecnologia, como tornozeleiras eletrônicas monitoradas.

A série de entrevistas da emissora segue ao longo da semana com os demais candidatos ao Palácio do Planalto.

Com informações do G1

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Geral

Autoridades detalham operação que impediu execução de mulher pelo ‘Tribunal do Crime’ no Passo da Pátria


Foto: Secretaria de Segurança Pública do RN

Representantes da Segurança Pública e da Secretaria de Estado das Mulheres detalharam, em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (24), o resgate bem-sucedido de uma mulher que seria levada para um chamado “tribunal do crime” para ser executada.

A vítima foi localizada no último domingo (23) durante uma operação integrada no Rio Potengi, na zona urbana de Natal. De acordo com o coronel Alarico, a ocorrência teve início após uma denúncia anônima recebida pela Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), que imediatamente repassou a informação às polícias Militar e Civil. O alerta indicava que uma moradora do bairro Paço da Pátria estava sendo forçadamente conduzida por um grupo criminoso a bordo de uma embarcação rumo à margem oposta do rio.

Operação aérea e cerco terrestre

Para impedir a execução, uma aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) foi acionada e conseguiu localizar o barco nas imediações do Paço da Pátria. Ao perceberem o monitoramento aéreo, os suspeitos abandonaram a travessia e retornaram ao ponto de partida, onde já eram aguardados por guarnições da Polícia Militar e do Batalhão de Choque. A vítima foi prontamente retirada da embarcação e colocada em segurança.

O diretor do CIOPAER, Ipargo Nicolas, ressaltou que o sucesso da ação se deu pela perfeita sincronia entre o patrulhamento aéreo e o cerco das equipes terrestres, bloqueando a rota de fuga dos criminosos. Durante o acompanhamento, os operadores visualizaram uma sacola na embarcação, item que não foi encontrado na vistoria subsequente em terra.

Com informações da 98FM Natal

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Geral

Crime de stalking cresce mais de 24% no RN e supera 1,5 mil casos em um ano


Foto: Reprodução / Internet

O crime de stalking cresceu 24,4% entre 2024 e 2025 no Rio Grande do Norte, saltando de 1.221 para 1.519 ocorrências, é o que aponta os dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A prática consiste em perseguir, monitorar e insistir em contatos indesejados com outra pessoa – ultrapassando o limite do comportamento inconveniente.

O avanço ganha visibilidade durante o Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização e combate à violência contra a mulher. O crime afeta diretamente a liberdade, a privacidade e a sensação de segurança das vítimas, alterando profundamente sua rotina diária.

Tipificada no Código Penal em 2021 pela Lei nº 14.132, a perseguição é punida quando ocorre de forma reiterada e por qualquer meio, ameaçando a integridade física ou psicológica, restringindo a locomoção ou perturbando a privacidade da vítima.

Limites e formas do crime

De acordo com o advogado criminalista e professor Vinicius Cipriano, uma tentativa isolada de contato não caracteriza, por si só, o stalking. O fator determinante é a repetição da conduta e o impacto na vida da vítima. “Esse limite é ultrapassado quando a conduta cria um padrão capaz de provocar medo ou constrangimento à vítima”, explicou o especialista.

A perseguição pode acontecer de maneira presencial — com o autor aparecendo repetidamente em locais frequentados pela vítima — ou por meios digitais e eletrônicos, utilizando ligações sucessivas, mensagens contínuas e monitoramento por redes sociais.

No cenário nacional, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública registrou 218.707 casos em 2025. Para Cipriano, a própria criminalização e o uso da tecnologia para produzir provas facilitaram a identificação e a visibilidade dessas ocorrências perante as autoridades.

Preservação de provas e proteção legal

Especialistas ressaltam a importância de guardar evidências digitais, como capturas de tela (prints) de conversas, registros de chamadas, dados de geolocalização e relatórios médicos ou testemunhais. Preservar esse material ajuda a demonstrar a frequência das abordagens e a gravidade da interferência na vida da vítima.

Em casos de violência doméstica e familiar, a vítima pode acionar os mecanismos da Lei Maria da Penha, que preveem o afastamento do agressor do lar, a proibição de aproximação e até o monitoramento eletrônico. Além disso, tramita no Senado Federal o Projeto de Lei nº 1.976/2025, que propõe permitir a alteração do nome completo da vítima e de seus dependentes em situações específicas para dificultar a localização por parte do agressor.

Para mais informações sobre campanhas de conscientização e canais de apoio, você pode consultar o portal oficial do Ministério das Mulheres.

Com informações do Novo Notícias 

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Geral

Candidatos ao Governo do RN apostam em videomonitoramento e integração das forças de segurança


Foto: Secretaria de Segurança Pública do RN

As propostas para a área de segurança pública apresentadas pelas principais candidaturas ao Governo do Rio Grande do Norte revelam importantes pontos de convergência, destacando-se o uso intensivo de tecnologia e inteligência de dados, embora com abordagens administrativas distintas.

Os planos de governo de Álvaro Dias (PL), Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu de Lula (PT) convergem na prioridade dada à expansão do videomonitoramento inteligente, à inteligência analítica e à integração entre as centrais de comunicação das forças policiais. Outro ponto comum nas diretrizes das três chapas é o fortalecimento de delegacias especializadas de atendimento à mulher funcionando em regime de 24 horas, bem como o incremento operacional da Patrulha Maria da Penha.

As propostas dos principais candidatos

Álvaro Dias (PL)

O candidato prioriza o enfrentamento ao crime organizado por meio de um plano integrado focado em inteligência e investigação patrimonial para descapitalizar organizações criminosas. No campo tecnológico, destaca a expansão do videomonitoramento inteligente com recursos de reconhecimento facial e veicular, além do reforço do policiamento ostensivo em áreas vulneráveis, regiões turísticas e polos comerciais, acompanhado de gestão por metas regionais e previsão de concursos públicos para recomposição de efetivo.

Allyson Bezerra (União Brasil)

A principal aposta é o programa “RN com Segurança e Paz”, voltado à integração plena entre as corporações (Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica, Corpo de Bombeiros e Guarda Municipal) sob um planejamento territorial unificado. A estratégia prioriza ampliar o patrulhamento ostensivo em áreas urbanas e rurais, elevar a taxa de elucidação de homicídios e feminicídios, além de defender um plano de carreira estruturado e suporte à saúde ocupacional dos agentes.

Cadu de Lula (PT)

O plano coloca a segurança humana e a preservação da vida no centro da política pública, articulando a atividade policial com a prevenção social territorializada em parceria com políticas de educação, juventude, cultura e assistência social. O petista também propõe o aprofundamento da cooperação federativa com o governo federal para investimentos em infraestrutura e tecnologia, com foco especial na proteção de segmentos vulneráveis, como a juventude negra, mulheres, população LGBTQIA+ e idosos.

Com informações do Novo Notícias 

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Economia

Governo Federal propõe salário mínimo de R$ 1.741 em 2027

Foto: Getty

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta segunda-feira (24) que o Projeto de Lei Orçamentária de 2027 será enviado ao Congresso Nacional com o salário mínimo de R$ 1.741. Será um reajuste de R$ 120 em comparação ao mínimo de 2026, que está em R$ 1621.

É um reajuste nominal de 7,4% e ganho real — acima da inflação — de 2,4%.

“O reajuste está dentro do nosso espírito de privilegiar a população mais carente, vai também para a previdência e benefícios sociais com anexação ao salário mínimo”, disse o ministro.

O governo federal tem até 31 de agosto para enviar a peça orçamentária ao Congresso Nacional. O texto deverá ser analisado pela Comissão Mista do Orçamento.

O cálculo do salário mínimo considera dois indicadores: INPC de 12 meses acumulado até novembro do ano anterior e o crescimento da economia de 2 anos anteriores.

Caso o reajuste do salário mínimo para R$ 1.741 seja aprovado pelo Congresso Nacional, o valor será aplicado a partir de janeiro de 2027, com efeito no salário que o trabalhador recebe em fevereiro.

O ajuste no salário mínimo impacta os pagamentos previdenciários do INSS, seguro-desemprego e abono salarial, uma vez que o valor dos benefícios não pode ser inferior ao salário mínimo.

“Para o ano que vem, a gente projeta o aumento das obrigatórias um pouco inferior ao aumento geral do orçamento. As medidas têm o condão de dar racionalidade, de que modo que a regra com ganho real do arcabouço fiscal vai ter um ganho real maior do que as obrigatórias amplamente consideradas”, declarou o ministro.

Com informações da CNN

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Geral

Flávio acusa Durigan de fazer campanha para Lula enquanto ministro

Foto: Washington Costa/MF

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o presidente Lula (PT), reclamando que o ministro tem usado agendas institucionais para fazer campanha para o candidato petista.

A representação, sorteada para o ministro André Mendonça, pede que o TSE determine que o Ministério da Fazenda preserve os registros eletrônicos e documentais citados na denúncia, inclusive agendas, registros de viagem, dados de deslocamento, documentos de custeio, comunicações institucionais, materiais preparatórios e registros relativos aos servidores e serviços empregados.

Também pede a imediata apresentação dos documentos e informações relativos ao deslocamento e aos compromissos de Durigan em São Paulo em 17 de agosto, “especialmente aqueles relacionados ao custeio da viagem, utilização de transporte oficial, concessão de passagens ou diárias, servidores e assessores envolvidos, instalações utilizadas e materiais preparados para os respectivos compromissos”.

A campanha de Flávio também quer que Durigan seja impedido de participar do programa GloboNews Debate, previsto para 1º de setembro de 2026, no qual ele foi expressamente apresentado pela emissora como representante da candidatura de Lula.

 

Com informações de Metrópoles

 

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Eleições 2026

INSTITUTO QUAEST: Mais uma pesquisa mostra Zenaide disputando o primeiro lugar para o Senado


Foto: Reprodução

A senadora Zenaide Maia (PSD) aparece em em empate técnico com Styvenson Valentim (Podemos) na disputa pelas duas vagas do Rio Grande do Norte ao Senado, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (24) pela Inter TV Cabugi. Na soma dos dois votos, Styvenson tem 16% e Zenaide 10%. Com margem de erro de 3 pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados no limite da margem.

Na escolha para a segunda vaga, Zenaide é a mais lembrada pelo eleitor potiguar: 9%, à frente de todos os demais candidatos. É o voto de quem já decidiu o primeiro nome e sabe quem completa a chapa.

O resultado coloca Zenaide novamente entre os dois nomes que aparecem na faixa de eleição para o Senado e disputando pela liderança. Na sequência aparecem Samanda (PT) e Rafael Motta (PDT), com 8% cada, e Coronel Hélio (PL), com 5%.

Essa foi a 11ª pesquisa seguida, em pouco mais de um mês, a apontar Zenaide entre os eleitos — DataVero, Data Census, Exatus, TSDois, Perfil, Data Capital, Metadata, Seta, Consult e agora a Quaest, um dos institutos mais respeitados do país. Metodologias e contratantes diferentes, o mesmo resultado.

A Quaest ouviu 804 eleitores entre os dias 20 e 23 de agosto. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi contratado pela Inter TV Cabugi e está registrado no TSE sob o número RN-00876/2026.

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Eleições 2026

[VÍDEO] General Girão recebe apoio de Nikolas Ferreira e reforça união entre experiência e nova geração da direita no RN

Foto: Reprodução

O deputado federal General Girão (PL-RN) recebeu o apoio público do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), um dos principais nomes da nova geração da direita brasileira. A manifestação foi divulgada nas redes sociais de Girão e reforça uma relação política construída em torno de pautas e valores comuns, reunindo a experiência do parlamentar potiguar e a força de uma geração mais jovem que ampliou sua participação no debate político nacional.

Ao agradecer a manifestação, Girão destacou justamente a importância dessa união entre gerações. “A política precisa dessa troca: a experiência de quem já percorreu muitos caminhos e a energia de uma nova geração que participa cada vez mais da vida pública”, afirmou. Para o deputado potiguar, o apoio representa confiança política e a possibilidade de somar diferentes trajetórias em torno de projetos para o Rio Grande do Norte e para o Brasil.

No Rio Grande do Norte, Nikolas também declarou apoio a Josemar Varela (PL), candidato a deputado estadual que mantém parceria política com General Girão. Dessa forma, o apoio do deputado mineiro reúne, no estado, nomes de diferentes gerações da direita em torno de um mesmo campo político, aproximando a experiência de Girão na Câmara dos Deputados da renovação representada pela candidatura de Josemar.

O peso político do apoio também está relacionado à projeção nacional conquistada por Nikolas. Nas eleições de 2022, ele recebeu 1.492.047 votos para deputado federal por Minas Gerais, tornando-se, em números absolutos, o candidato à Câmara dos Deputados mais votado de todo o Brasil naquele pleito. Desde então, ampliou sua presença nacional e tornou-se uma das figuras de maior visibilidade entre os políticos mais jovens da direita brasileira.

Para Girão, a aproximação mostra que experiência e renovação não precisam caminhar em direções opostas. De um lado, uma trajetória construída ao longo de anos de vida pública e de dois mandatos na Câmara dos Deputados; do outro, uma nova geração que ganhou espaço e capacidade de mobilização política em todo o país. No Rio Grande do Norte, o apoio de Nikolas a Girão e a Josemar reforça essa união em torno de princípios, projetos e da continuidade da participação da direita na política estadual e nacional.

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Eleições 2026

ARROCHADO: Pesquisa Quaest mostra disputa apertada com três candidatos ao Governo do RN tecnicamente empatados


Foto: Reprodução

A corrida pelo Governo do Estado aparece embolada na nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (24). Os três principais candidatos estão separados por poucos pontos percentuais e, considerando a margem de erro, o levantamento aponta para um cenário de empate técnico entre Allyson Bezerra (União Brasil), Álvaro Dias (PL) e Cadu Xavier (PT).

Na pesquisa estimulada, Allyson Bezerra lidera com 25%. Na sequência vêm Cadu de Lula com 21% e Álvaro Dias com 19%. Pela margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, os três candidatos estão tecnicamente empatados.

O levantamento mostra ainda que 16% estão indecisos ou não souberam/não quiseram responder, enquanto 14% afirmaram que votariam em branco ou nulo.

A pesquisa ouviu 804 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança é de 95%. O levantamento foi contratado pela Inter TV Cabugi e está registrado no TSE sob o número RN-00876/2026.

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