Saúde

Pela primeira vez desde dezembro, nenhum estado tem ocupação acima de 90% de leitos de UTI Covid-19 no SUS

Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

Levantamento do Observatório Covid-19 divulgado nesta quarta-feira pela Fiocruz aponta uma melhora no cenário da pandemia no Brasil. Pela primeira vez desde o início de dezembro de 2020, nenhum estado apresenta taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 no SUS superior a 90%. Os dados são da mais recente semana epidemiológica, de 4 a 10 de julho. Esta é a terceira semana seguida com queda de indicadores de incidência e mortalidade por Covid-19 na análise feita pela fundação.

O número de casos e mortes vem caindo há três semanas em um ritmo de 2% ao dia, mas, alerta a Fiocruz, ainda permanece em alto patamar. A taxa de letalidade segue em torno de 3%, percentual considerado também elevado.

De acordo com os pesquisadores da Fiocruz, a diminuição na incidência de novos casos e de mortes pode indicar um processo de arrefecimento da pandemia, que deve persistir nos próximos meses. O estudo também sinaliza que a tendência de redução das taxas de ocupação de leitos é um reflexo desta nova fase.

Nesta terça-feira a média móvel de mortes por Covid-19 foi a mais baixa desde março, de acordo com os dados do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo e O Estado de São Paulo. Em uma redução de 23% em comparação com o cálculo de duas semanas atrás, a média móvel foi de 1.273 óbitos.

Também na terça-feira o Imperial College informou que a taxa de transmissão do vírus (rt) é a menor desde novembro de 2020. Ela caiu para 0,88. No relatório da semana anterior, o número era de 0,91. O índice atual indica que cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 88 pessoas. Quando fica abaixo de 1, a taxa de contágio indica tendência de estabilização.

A diminuição nas internações e mortes apontada pelo levantamento da Fiocruz, por sua vez, foi mais expressiva nos grupos prioritários, como idosos e pessoas com comorbidades, atestando que a vacinação é diretamente responsável pela melhora na situação. Ao mesmo tempo, a transmissão ainda permanece intensa entres aqueles que não foram imunizados.

Ainda de acordo com os pesquisadores, “é importante destacar que as vacinas disponíveis apresentam limites em relação ao bloqueio da transmissão do vírus, que continua circulando com intensidade. As vacinas são especialmente efetivas na prevenção de casos graves”.

Ocupação de leitos

Tendências de queda no indicador de ocupação de leitos foram observadas em todos os estados do Nordeste, Sudeste e Sul e também no Mato Grosso do Sul. Apenas quatro estados da Região Norte (Rondônia, Amazonas, Pará e Tocantins) e Goiás apresentaram crescimento em relação ao boletim da semana anterior.

Quatro capitais estão com taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 iguais ou superiores a 80%: São Luís (81%), Rio de Janeiro (81%), Goiânia (92%) e Brasília (80%).

Onze capitais estão na zona de alerta intermediário, com taxas iguais ou superiores a 60% e inferiores a 80%: Manaus (70%), Boa Vista (74%), Palmas (63%), Teresina (sem informação direta; número estimado em torno de 60%), Fortaleza (65%), Belo Horizonte (67%), São Paulo (61%), Curitiba (77%), Porto Alegre (69%), Campo Grande (79%) e Cuiabá (62%). As outras 12 capitais estão fora da zona de alerta, com ocupação de leitos de UTI inferior a 60%.

VEJA MAIS: RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 52,4%

“A redução da pressão por internações nos hospitais também é uma oportunidade para retomar o atendimento ambulatorial e hospitalar de demandas que ficaram represadas ao longo da pandemia e programar as cirurgias que foram adiadas”, informam os pesquisadores no boletim.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. A verdade é que essa redução é fruto das restrições definidas nos Estados, aliadas a uma ainda baixa vacinação. Foram 4 meses de muita luta e sofrimento para a população. Essa é uma redução que pode ser temporária, pois os cuidados deverão ser relaxados e ainda não temos nem 20% da população imunizada. As precauções deveriam ser mantidas até termos 80% da população imunizada. Se não for feito isso, poderemos em dois, três meses termos uma nova explosão de casos e até mortes( será menor a medida que avance a imunização). Não custa nada esperarmos até outubro.

  2. Agora os governadores, principalmente do nordeste vão dizer que é fruto do trabalho deles….qdo piora é culpa do presidente…a Esquerdopatia não tem cura… é muito cocô de galinha na cabeça…

  3. Parabéns ao MITO O MESSIAS, ser não fosse a luta dele junto ao povo brasileiro no Kit COVID jamais conseguiríamos esse Fato.

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Política

Após possível ataque hacker, presidente do PT consta como morta e com nome “Bolsonaro” em sistema do SUS e precisa provar que está viva para tomar 2ª dose da vacina contra covid-19

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann (PR), teve o seu cadastro no Sistema Único de Saúde (SUS) hackeado. Os registros informam que Gleisi já teria falecido e, por conta disso, ela enfrenta dificuldades para tomar a 2ª dose da vacina contra a covid-19.

Segundo divulgado pela Folha de São Paulo, nesta 3ª feira (13.jul.2021), a deputada tomou a 1ª dose do imunizante normalmente em um posto de vacinação em Brasília. Assim que deixou o local, profissionais de saúde entraram em contato para informá-la que tinha sido dado baixa no cadastro dela e que ela constava como morta. Agora, Gleisi precisa provar que está viva para reativar o cadastro.

Ainda de acordo com a reportagem, ao lado do nome completo da petista aparece o nome “Bolsonaro”, como um suposto apelido.

Gleisi, então, pediu ajuda ao deputado Alexandre Padilha (PT-SP), que foi ministro da Saúde durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT-RS). Ele lembrou à colega que o site da pasta já sofreu uma série de ataques hackers e que a alteração no cadastro dela pode ter alguma relação com isso.

ATAQUES

Em fevereiro deste ano, a rede do Ministério da Saúde foi invadida por hackers, mas não houve vazamento de informações. O hacker só deixou um recado sobre as falhas de segurança do sistema: “este site é um lixo!“, escreveu.

Outro ataque ocorreu em novembro de 2020, quando a pasta identificou a existência de vírus em algumas estações de trabalho e teve que bloquear o acesso dos funcionários ao sistema para evitar sua a propagação.

Em um vazamento de senhas anterior, em novembro de 2020, os dados pessoais de 16 milhões de brasileiros que se submeteram a testes para covid-19 chegaram a ser expostos. Entre as pessoas que tiveram os seus dados expostos estão o presidente Jair Bolsonaro, ministros e governadores.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Ser ou estar. Ela pode não estar mas é muito viva. O sobrenome Bolsonaro é um desejo antigo. Roubou até o nome do Presidente

  2. Tudo leva a crê que é molecagem dessa mundiça do PT.
    Ninguém acredita mais nesse povo, estão malhados demais, sem credibilidade igual aos institutos de pesquisas.
    É o povo na rua do lado de Bolsonaro e eles tentando enganar com o data fôia.
    Vai pra rua também nove dedos.
    Vai!!
    Agora vá!!!!!!!!
    Só confia no trambique nas urnas.
    Até hoje nos Estados Unidos, o povo não enguliu a derrota do Tramp.
    Lá imprensa e institutos de pesquisa, fizeram a mesma coisa que estão tentando fazer aqui.
    Igualzinho.
    Só que não vai colar.
    Ou faz eleições limpa, ou as forças armadas toma conta do país.
    Os destinos do Brasil quem vai dá é o povo, jamais o tribunal de justiça eleitoral.
    Bolsonaro Ta coberto de razão.
    Todo cuidado e pouco com esses caras nomiados pela esquerda.
    A eleição fosse hoje, era no primeiro turno e com uma maioria jamais vista nas eleições presidenciais do Brasil.
    O capote era grande.
    O véi Bolsonaro da de 4×1 (quatro por um) no bêbado ladrão lula da silva hoje.
    Sem medo de errar.
    O pingunço só ganha na fraude.
    Essa a verdade.
    Esse lula é um cadáver ambulante.
    Ex presidiário.
    Sem credibilidade nenhuma.
    Xô satanas.

    1. Sim. Só aceitaremos o voto impresso e auditável. #QueremosBolsonaroAte2026

    2. Sim. Só aceitaremos o voto impresso e auditável.
      #FechadosComBolsonaro

  3. Tudo que essa turma da esquerda faz, sempre tem um culpado que nunca são eles.
    Até hoje os escândalos do mensalão, petrolão e da lava jato não foram eles, a esquerda, aliás eles nem estavam no poder, não sabiam de nada, era apenas coitadinhos na situação.
    A esquerda não vai se pronunciar sobre Cuba? O povo clamando por liberdade e os assassinatos que começam a acontecer contra o povo? Cuba não é um paraíso democrático adorado e citado pela esquerda? Mas na realidade nenhum esquerdista tem coragem de ir morar lá, qual a razão?

    1. Isso está me cheirando a molecagens de moleques que nem você.

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Política

Câmara aprova projeto que suspende limite para emendas contra Covid-19

Foto: Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (8) projeto que suspende trecho de portaria do Ministério da Saúde sobre a aplicação de recursos de emendas parlamentares impositivas em ações do Sistema Único de Saúde (SUS) de combate à pandemia de covid-19. O texto segue para análise do Senado.

De autoria do deputado Lucas Vergilio (Solidariedade-GO), o PDL 292/21 suspende o capítulo 10º de portaria publicada em junho pelo ministério. O dispositivo estabelecia um limite máximo para as emendas destinadas à ação orçamentária específica, criada pelo Congresso Nacional na Lei Orçamentária de 2021, chamada “Reforço de Recursos para Emergência Internacional em Saúde Pública – Coronavírus”.

Para Vergilio, o limite de um doze avos das transferências realizadas pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) para cada ente federativo em 2020 como limite faz com que diversas emendas não possam ser aproveitadas, o que tira do SUS cerca de R$ 643,7 milhões. Esse é o montante que foi empenhado, mas ainda não executado.

“A manutenção do texto pode inviabilizar mais de R$ 600 milhões destinados pelos parlamentares para salvar vidas”, afirmou o autor da proposta. “Não cabe, ainda mais por meio de Portaria, ao Ministério da Saúde criar tal limitação inviabilizando completamente as destinações. Mudanças, nesse momento, com a imposição desmedida de limitação na destinação dos recursos dos parlamentares, de orçamento impositivo, para a pandemia é, no mínimo, um contrassenso”, acrescentou.

Agência Brasil

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Saúde

Governo incorpora vacinas da Pfizer a da AstraZeneca ao SUS

Foto: Divulgação Agência Pará

O Ministério da Saúde incorporou ao SUS as vacinas contra a Covid-19 produzidas pela Pfizer a pela AstraZeneca.

A decisão foi tomada depois de uma recomendação feita pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

A comissão produziu um relatório em que estima que a vacinação contra a Covid pode resultar numa economia de até R$ 150 bilhões aos cofres públicos num prazo de cinco anos.

E a CoronaVac? Por que não foi incorporada? A comissão analisou apenas as vacinas que já tinham registro definitivo na Anvisa. Portanto, mais à frente, a CoronaVac poderá também ser incluída neste pacote, assim como outras.

De acordo com o que foi publicado hoje no Diário Oficial, o governo tem até seis meses para efetivar essa medida.

Lauro Jardim – O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. O presidente (com ‘p’ minúsculo mesmo) desdenhou das vacinas até há pouco tempo. Não tem como ele negar. Tudo registrado. A historia o condenará!

  2. Já Fátima Bezerra e o Consórcio Nordeste brigam pela compra da SputinkV. Na Rússia está acontecendo uma nova onda da covid19, matando muita gente diariamente. Porque essa fixação numa vacina que não tem eficácia e possui uma lista de impedimentos? A população precisa abrir os olhos. Não dá para entender; ou melhor, tudo é po$$ível com esses governos de e$querda. A população que se exploda! Ainda bem que o Governo Federal tem enviado vacinas aos Estados. Se fôssemos depender desses incompetentes governadores de esquerda, a tragédia seria infinitamente maior. 2022 vem aí, lembrem-se dos descaso desses políticos.

  3. Parabéns Presidente Bolsonaro, não compre gato por lebre.
    Pfaizer e AstraZeneca duas potências.

    1. E a Covaxin? Potência também, só que para o bolso do governo federal.

    2. Potiguar, se informe direito! O governo federal não comprou e nem recebeu uma dose sequer da Covaxin. Mas o negócio da esquerda é falar mal do governo federal de qualquer jeito. Como não tem o que denunciar, inventam fake news. Cai nas armadilhas da esquerda quem é burro. Aliás, não é à toa que os seus militantes são conhecidos como comedores de capim.

  4. Governo Federal sério, competente e age com zelo pela saúde e com dinheiro público.
    Parabéns Presidente Bolsonaro e sua equipe Ministerial.

    1. Kkkkkkkkkk
      A vaquinha não cansa de lamber as bolas do Bozo.
      Cadê o seu machão???
      O genocida tá tão caladinho……como todo frouxo, ta acuado.

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Judiciário

Operação Fura-fila: MPRN oferece mais 4 denúncias contra vereador e ex-secretários por fraudes no sistema do SUS

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) ofereceu quatro novas denúncias contra o vereador Diogo Rodrigues da Silva, de Parnamirim, e ex-secretários municipais de Saúde e Assistência Social por fraudes no sistema de marcação de consultas e exames do Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado. Ao todo, Diogo Rodrigues já é réu em oito processos distintos. O esquema fraudulento do grupo foi alvo da operação Fura-fila, deflagrada pelo MPRN no dia 20 de abril passado. As participações de outras pessoas no suposto esquema ainda seguem sob investigação.

O vereador Diogo Rodrigues da Silva, ainda antes de se eleger em 2020, teria montado o esquema de inserção de dados falsos no Sistema Integrado de Gerenciamento de Usuários do SUS (SIGUS), sistema informatizado utilizado pela Sesap e por alguns municípios do Estado para regular a oferta, autorização, agendamento e controle de procedimentos ofertados pelo SUS, burlando a fila do SUS. A suspeita é que ele teria como braço-direito no esquema a própria companheira, Monikely Nunes Santos, funcionária de um cartório em Parnamirim.

Além de Diogo e Monikely, desta vez foram denunciados: Jadna Amaral Alves, Gleide Elissa Lopes de Oliveira Macedo, Jessica Gomes de França, Joison de Medeiros e Paula Francinete de Medeiros. Outras seis pessoas já haviam sido denunciadas pelo MPRN e já são rés em processos: Eliege da Silva Oliveira, Gleycy da Silva Pessoa, Anna Cely de Carvalho Bezerra, Alberto de Carvalho Araújo Neto, Maria Célia Rodrigues da Silva, e Bruno Eduardo Rocha de Medeiros.

Diogo Rodrigues e Monikely Nunes foram denunciados pelo MPRN por corrupção passiva, peculato, inserção de informações falsas em banco da dados da administração pública e lavagem de dinheiro. O vereador também responde pelo crime de fraude em licitação. Outras pessoas também estão sendo investigadas pelo MPRN.

O caso

As investigações do MPRN foram iniciadas em 2019, após denúncias de servidores da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap). Na apuração, o MPRN descobriu que desde 2017 a organização criminosa inseria dados falsos e alterava informações legítimas. Essas invasões na ferramenta de regulação interferem na sequência de elegibilidade de procedimentos médicos gerenciados pelo Sistema. Desta forma, o grupo furava a chamada “fila do SUS”, propiciando vantagens indevidas aos fraudadores.

Com o apoio da Polícia Militar, a operação Fura-fila cumpriu dois mandados de prisão preventiva, um mandado de prisão temporária e ainda outros 22 mandados de busca e apreensão nas cidades de Natal, Parnamirim, Mossoró, Caicó, Monte Alegre, Areia Branca, Brejinho, Frutuoso Gomes, Rafael Godeiro e Passa e Fica. Também houve o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na cidade de São Paulo. Ao todo, 27 promotores de Justiça, 42 servidores do MPRN e 90 policiais militares participaram da ação.

MPRN

 

Opinião dos leitores

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Judiciário

Operação Fura-fila: MPRN denuncia vereador de Parnamirim e ex-secretários municipais por fraudes no sistema do SUS

Foto: Ilustrativa

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) denunciou um vereador e ex-secretários municipais de Saúde e Assistência Social por fraudes no sistema de marcação de consultas e exames do Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado. Ao todo, oito pessoas já são rés em quatro processos distintos que resultaram da operação Fura-fila, deflagrada pelo MPRN no dia 20 de abril passado.

As participações de um deputado estadual e de outras pessoas no suposto esquema ainda estão sob investigação. O vereador Diogo Rodrigues da Silva, da cidade de Parnamirim, é apontado como suposto cabeça do esquema. Ainda antes de se eleger em 2020, ele teria montado o esquema de inserção de dados falsos no Sistema Integrado de Gerenciamento de Usuários do SUS (SIGUS), sistema informatizado utilizado pela Sesap e por alguns municípios do Estado para regular a oferta, autorização, agendamento e controle de procedimentos ofertados pelo SUS, burlando a fila do SUS. A suspeita é que ele teria como braço-direito no esquema a própria companheira, Monikely Nunes Santos, funcionária de um cartório em Parnamirim. Diogo Rodrigues e Monikely Nunes foram denunciados pelo MPRN por corrupção passiva, peculato, inserção de informações falsas em banco da dados da administração pública e lavagem de dinheiro.

O vereador também responde pelo crime de fraude em licitação. Somadas apenas as quatro denúncias já oferecidas pelo MPRN e recebidas pela Justiça potiguar, Diogo Rodrigues responde 300 vezes por corrupção passiva, 300 vezes por peculato, 476 vezes por inserção de informações falsas em banco da dados da administração pública, 83 vezes por lavagem de dinheiro e uma vez por fraude em licitação. Além de Diogo Rodrigues e Monikely Nunes, o MPRN já são réus em processos após a denúncia do MPRN: Eliege da Silva Oliveira, ex-secretária de Saúde de Ielmo Marinho; Gleycy da Silva Pessoa, secretária de Saúde de Brejinho; Anna Cely de Carvalho Bezerra, secretária de Assistência Social de Brejinho; Alberto de Carvalho Araújo Neto, secretário de Saúde de Arês; Maria Célia Rodrigues da Silva, mãe do vereador Diogo Rodrigues; e Bruno Eduardo Rocha de Medeiros, que foi sócio da Medeiros e Rocha LTDA, empresa responsável pelo SIGUS. O MPRN ainda apura o suposto envolvimento do deputado estadual Manoel Cunha Neto, conhecido por Souza. Ele é investigado pela prática de peculato eletrônico, falsidade ideológica e corrupção passiva. Outras pessoas também estão sendo investigadas pelo MPRN.

Veja o caso AQUI em matéria completa no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. isso tudo não vai da em nada, caso haja algum problema , é so recorrer ao STF ai estar tudo resolvido isso é coisa tola

  2. Se fura fila de procedimento e marcação de operações, imagina de vacinas. É por isso que a vacinação está atrasada por faixa etária. Está na hora do MP identificar esses furas filas e cobrar 20 mil reais por cada dose de vacina tomada mediante fraude. Vale até pagar uma empresa por produtividade, pagando um percentual de 20% da arrecadação das indenizações. A sociedade agradeceria imensamente.

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Judiciário

Justiça derruba obrigatoriedade de doação ao SUS de vacinas compradas por empresas

O juiz Federal substituto Rolando Valcir Spanholo, da 21ª vara da SJ/DF, autorizou sindicatos a importarem vacinas para a imunização do coronavírus de seus associados e respectivos familiares sem a necessidade de realizar as doações coativas impostas no art. 2º da lei 14.125/21.

O magistrado declarou a inconstitucionalidade parcial do art. 2, afastando a expressão “desde que sejam integralmente doadas ao Sistema Único de Saúde” e total do §1º, que prevê que “após o término da imunização dos grupos prioritários, as pessoas jurídicas de direito privado poderão adquirir, distribuir e administrar vacinas, desde que pelo menos 50% das doses sejam, obrigatoriamente, doadas ao SUS e as demais sejam utilizadas de forma gratuita“.

Leia matéria completa AQUI no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

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Política

TCU aponta ilegalidade em uso de dinheiro do SUS para distribuir cloroquina e cobra explicação de Pazuello

Uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) apontou ilegalidade no uso de recursos do SUS para o fornecimento de cloroquina e hidroxicloroquina a pacientes com Covid-19, prática adotada pelo governo de Jair Bolsonaro. A política foi implementada pelo ministro da Saúde, o general da ativa Eduardo Pazuello.

Diante da conclusão da área técnica do TCU, o ministro Benjamin Zymler, relator do processo, determinou que o Ministério da Saúde explique em cinco dias úteis a posição da pasta em relação ao uso de cloroquina por pacientes com Covid-19. O despacho foi expedido na última sexta-feira (22).

A explicação deve ocorrer porque Pazuello adotou, nos últimos dias, uma posição “contraditória” em relação ao que o próprio ministério vem empreendendo em relação à cloroquina, conforme o despacho do ministro do TCU. A pasta também deve explicar quem foi o responsável por colocar no ar um aplicativo, o TratCOV, que orientava o uso indiscriminado do medicamento.

Não há comprovação científica sobre a eficácia da cloroquina para o tratamento precoce de pacientes com Covid-19. Mesmo assim, Bolsonaro e Pazuello apostaram no medicamento como saída para a pandemia.

Somente num caso mais recente, de crise na rede de saúde em Manaus e esgotamento de oxigênio nos hospitais, o Ministério da Saúde distribuiu 120 mil comprimidos de hidroxicloroquina na cidade. O que as unidades de saúde precisavam, como anotado em diversas alertas feitos ao ministro, era de oxigênio. Pacientes morreram asfixiados.

Pazuello é formalmente investigado num inquérito pedido pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e aberto por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal). Ele é suspeito de prática de crimes, em razão do que ocorreu em Manaus, e precisará prestar depoimento à PF (Polícia Federal).

No TCU, a área técnica compreendeu que a distribuição de cloroquina pelo SUS é ilegal. O entendimento dos auditores foi transcrito no despacho do ministro Zymler.

“Como não houve manifestação da Anvisa acerca da possibilidade de se utilizar os medicamentos à base de cloroquina para tratamento da Covid-19 e tampouco dos órgãos internacionais antes mencionados (as ‘Anvisas’ de outros países), verifica-se não haver amparo legal para a utilização de recursos do SUS para o fornecimento desses medicamentos com essa finalidade”, cita o documento.

Os auditores afirmam que o uso da cloroquina só poderia ocorrer “off label”, ou seja, fora do que prevê a bula do medicamento. E, para que um medicamento “off label” seja fornecido pelo SUS, é preciso haver autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), segundo análise de auditores do TCU.

Na pandemia, a Anvisa permitiu importações excepcionais de medicamentos, desde que aprovados por “Anvisas” de outros países. “Essas autoridades sanitárias também não aprovaram o uso de medicamentos à base de cloroquina para tratamento da Covid-19”, afirma a área técnica do TCU.

O TCU diz ainda que a própria orientação do Ministério da Saúde para tratamento precoce cita a falta de evidências científicas sobre o êxito de medicamentos do tipo. “A nota informativa (do ministério) não possui os requisitos para se constituir em um protocolo clínico ou diretriz terapêutica”, afirma.

A área técnica do TCU recomendou que a nota do Ministério da Saúde, elaborada na gestão de Pazuello, seja submetida à Anvisa, “a fim de que ela se manifeste sobre a autorização ou não do uso off label da cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19”.

Ao decidir pedir uma “posição oficial” do Ministério da Saúde sobre o assunto, o ministro Zymler apontou as contradições recentes de Pazuello, que disse não indicar medicação para o combate à Covid-19, e sim que as pessoas procurem por “atendimento precoce” nos serviços de saúde.

“As manifestações do titular da pasta são contraditadas pelos documentos emitidos pelo ministério, os quais indicam os medicamentos a serem utilizados, com as respectivas posologias, para o tratamento da Covid-19”, afirmou o integrante do TCU.

Outro “ponto de realce”, conforme o ministro, foi o lançamento do TratCOV pelo Ministério da Saúde, um aplicativo que estimulava a prescrição indiscriminada de cloroquina. “Possivelmente, em razão das críticas sofridas, o aplicativo não se encontra mais acessível na internet”, disse Zymler, no pedido de explicações.

À Folha, a Anvisa confirmou que não deu autorização para uso “off label” da cloroquina. O órgão disse, por meio da assessoria de imprensa, que se manifestou no sentido de que essa era uma atribuição do médico, em discussão com o paciente. E que não houve pedido para inclusão dessa indicação por nenhum laboratório.

Na reunião que selou as primeiras autorizações para uso emergencial das vacinas contra o novo coronavírus, diretores da Anvisa deixaram claro não existirem opções de tratamento precoce para a Covid-19.

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. Pode escrever , TONHO vai colocar o Cabo Pazuello ( com todo respeito aos cabos ) , como boi de Piranha . O doidin vai querer tirar o dele da reta e deixar a toromba para o “ para o
    estrategista”

  2. Olha aí, Pazzuello. Aquela estória de obedecer cegamente só funciona quando quem manda tem o juízo no lugar.

  3. Isso é muito importante para entendermos o quanto o Estado está Aparelhado.
    Existem milhares de denúncias de irregularidade cometidas pelos governadores e prefeitos com os recursos federais encaminhados pelo governo federal para combate a pandemia.
    Quantos governadores e prefeitos já foram indiciados? NENHUM!
    Dória comprou R$ 40 milhões em vacinas SEM QUALQUER COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA, NEM APROVAÇÃO DA ANVISA. Por acaso Dória responde a algum questionamento?
    É um país tomado por imorais e que usam seus cargos e funções em defesa dos partidos afiliados e desgaste dos opositores.

  4. Só mesmo o gado, defensor cego do Bozo, para cair no conto do "tratamento precoce" com Cloroquina que ele criou. Se houvesse o mínimo de chance desse medicamento ter alguma eficácia contra o COVID-19, seria aplicado em larga escala no Mundo. Nem o amiguinho do Bozo, Trump, caiu nesse conto do vigário! Muito pelo contrário! Assim que os americanos descobriram que cloroquina não tinha eficácia, ele aproveitou a oportunidade de abarrotar nosso país com os estoques que os EUA tinham. Afinal, o parceiro ideológico lunático continuava a acreditar no remédio milagroso! Infelizmente milhões de reais já foram gastos com esse placebo.

  5. E segurem o Dória … Em abril ele vai disponibilizar 40 milhões da vaChina! Aquela que o presidente debochou! E olha que é um governador com o presidente joga do contrato.

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Saúde

Governo é a favor de aquisição de 33 milhões de doses da AstraZeneca por empresas brasileiras; Bolsonaro defende metade delas doadas para o SUS

FOTO: REUTERS/Adriano Machado

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (26) que o governo federal assinou uma carta de intenções favorável à compra de 33 milhões de doses da vacina da AstraZeneca por empresas do Brasil.

Ainda de acordo com Bolsonaro, o governo defende que metade dessas doses sejam doadas para o SUS e, a outra metade, aplicadas em funcionários dessas empresas, para garantir que a economia do país não pare.

Bolsonaro informou que foi procurado na semana passada por um grupo de empresários que quer o apoio do governo para a compra das doses.

A vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, tem autorização para uso emergencial no Brasil. O governo federal fez um acordo para obter 100 milhões de doses desse imunizante. Além disso, a Fiocruz poderá produzir doses no país.

“Semana passada nós fomos procurados por um representante de empresários e nós assinamos carta de intenções favorável a isso, para que 33 milhões de doses da Oxford viessem do Reino Unido para o Brasil a custo zero para o governo. E metade dessas doses, 16,5 milhões, entrariam aqui para o SUS e estariam então no programa nacional de imunização, seguindo aqueles critérios, e outros 16,5 milhões ficariam com esses empresários para que fossem vacinados, então, os seus empregados, para que a economia não parasse”, afirmou o presidente em uma live do banco Credit Suisse.

Em nota, a AstraZeneca informou que, por ora, não tem condições de vender doses para o setor privado.

“No momento, todas as doses da vacina estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais ao redor do mundo, incluindo da Covax Facility [consórcio coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)], não sendo possível disponibilizar vacinas para o mercado privado”, disse a farmacêutica.

Na live, Bolsonaro ressaltou que o governo vai estimular, no que for possível, o sucesso da proposta das empresas junto à AstraZeneca.

“No que puder essa proposta ir à frente, nós estaremos estimulando, porque com 33 milhões de graça aqui no Brasil, para nós ajudaria, e muito, a economia e aqueles que por ventura queiram se vacinar, porque a nossa proposta é voluntariado, o façam para ficar livre do vírus”, disse o presidente.

Vacinação

Em sua fala no evento, Bolsonaro afirmou que a vacinação contra a Covid-19 dará “segurança” aos brasileiros e garantirá que a economia “não deixe de funcionar”.

“Brevemente estaremos entre os primeiros lugares para dar mais conforto à população, segurança a todos e de modo que a nossa economia não deixe de funcionar”, disse Bolsonaro.

A declaração contrasta com falas públicas do presidente nos últimos meses, em que ele desestimulou a aplicação da vacina, levantando dúvidas sobre a eficácia dos imunizantes e repetindo que ele próprio não se vacinaria.

Ao longo da pandemia, Bolsonaro questionou mais de uma vez a eficiência da vacina CoronaVac, produzida no Brasil pela empresa chinesa em parceria com o Instituto Butantan, ligado ao estado de São Paulo, governador por João Doria (PSDB), seu adversário político..

Nesta terça, o presidente disse que sempre se mostrou favorável ao uso de vacinas aprovadas pela Anvisa – a CoronaVac, além da vacina de Oxford, teve uso emergencial liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e também está sendo aplicada no país.

Segundo consórcio de veículos de imprensa, na segunda-feira (25) 17 estados e o Distrito Federal vacinaram 685.201 pessoas.

Teto de gastos

Bolsonaro afirmou ainda que o governo manterá em 2021 o “firme compromisso” com a regra do teto de gastos do orçamento. No ano passado, o presidente admitiu que o governo discutia a possibilidade de quebrar o teto, declaração que teve reação negativa junto ao mercado. O evento do Credit Suisse era voltado a investidores.

“No âmbito fiscal, manteremos firme o compromisso com a regra do teto de despesas como âncora de sustentabilidade e de credibilidade econômica”, disse.

O presidente também declarou, sem citar o auxílio emergencial, que medidas adotadas para lidar com a crise da pandemia não se tornarão permanentes.

“Não vamos deixar que medidas temporárias relacionadas com a crise se tornem compromissos permanentes de despesas. Nossos objetivo é passar da recuperação baseada no apoio ao consumo para um crescimento sustentado pelo dinamismo do setor privado”, afirmou.

Bolsonaro também se comprometeu a acelerar privatizações e concessões, bem como a agenda de reformas, que não avançou no Congresso no ano passado.

“Também vamos avançar na tramitação de reformas fiscal, tributária e administrativa em parceria com Congresso Nacional e a sociedade brasileira”, afirmou o presidente.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Incompetente, não sabe nada de gestão pública. São mais de 200 mil mortos e até agora não é no mínimo exemplo, ao usar máscara em público.

  2. Esperar o que do governo "leite condensado"? Um incompetente, irresponsável que despreza o maior sistema de saúde do mundo e que domina uma capacidade de vacinação de mais de hum milhão de pessoas por dia. A única coisa que sabe fazer bem é comprar leite condensado. O gado adora.

  3. Boora arrochar vacina nesse povo meu Presidente! Tou doido pra aglomerar nas festas de vaquejada, dançar forró e pegar as gatas…

  4. Minions, preparem o saldo do cartão de crédito ou façam empréstimos para vacinar a família.

  5. Povo do bem, esse ZeGado está se escondendo nesse nome por achar bonito, na verdade ele é um ASNO vermelho, portanto em fase de extinção kkkkkkkkkk.

    1. A sua sorte é o mediador do blog, todas as merdas que vc escreve, ele posta.

    2. Se eu não fosse um pé rapado igual a ze gado, ia comprar 100 milhões de dose dessa vacina.
      Dava todinhas pro meu presidente que Amo muito, mandar aplicar na população brasileira.
      Quero vê o povo feliz.
      Há tem mais.
      So pederia a ele que desse a primeira dose a da China no braço esquerdo da população e a outra de Oxford na segunda dose no braço direito, só assim, parava com essa frescura de divisão, todo mundo igual pra ninguém ficar com desgostos.
      Pronto!!
      Resolvido.
      Kkkkkkkk

  6. O melhor presidente do Brasil após a chamada redemocratização e o melhor "governador" que o RN já teve.

    1. TB se fosse contra, podia botar fora pq não era mais humano um na criatura dessa, a rede privada aliviará e muito, contanto que não atrapalhe os contratos do SUS, o ideal seria outra vacina que já não esteja sendo usada no Brasil

  7. o petralha imbecil não enxerga o óbvio: se um plano de saúde comprar vacina e vacinar seus clientes, o governo DEIXARÁ de gastar para dar vacina a essa pessoa.

    mas se petista enxergasse, não seria petista.

    1. Tu é tão esperto que esqueceu que quanto maior a demanda, maior o preço.

    1. Tenho gado, 217 mil mortes.
      É pouco pra vc?
      O STF abriu inquérito conta o milico da logística, o miliciano é contra qualquer tipo de vacina.

    2. Já ouviu falar em números relativos, para efeito de comparação com países muito mais ricos, menores e menos populosos, seu quadrúpde?
      E a responsabilidade de estados e muncípios?

    3. Se ele fosse contra a vacina não teria contratado Oxford em junho e começado a trazer a vacina na semana que a Anvisa deu sinal verde. SÓ MENTIRAS REPETIDAS AD NAUSEAM.

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Saúde

Após Doria dizer que Pazuello “mente”, Saúde mostra estudos da CoronaVac pagos com recurso do SUS

Nesse domingo (17), o governador do Estado de São Paulo, João Doria, disse que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, “mente” ao dizer que houve apoio e recursos federais no desenvolvimento da Coronavac. Ministério da Saúde apresentou ao portal R7 os documentos que atestam o investimento federal na aquisição do imunizante do Butantan.

“O Ministério da Saúde vem trabalhando junto com o Butantan no desenvolvimento da vacina desde o início… Você sabia que tudo o que foi comprado pelo Butantan foi com recursos do SUS? Não foi com um centavo de São Paulo”, disse ele, em entrevista a jornalistas neste domingo, no Rio.

Pazuello disse que tem ouvido calado o tempo todo sobre a politização em torno da vacina. “Ressalto que a contratação de todas as vacinas é com exclusividade do Ministério da Saúde/ SUS/PNI/população brasileira”.

“Pazuello mente, foi investimento do governo do Estado de São Paulo. Não teve um centavo do governo federal”, disse o tucano durante coletiva de imprensa do governo de São Paulo.

Eis os documentos apresentados pelo Ministério da Saúde:

Fotos: Reprodução

Gazeta Brasil

Opinião dos leitores

  1. A data desse contrato e apenas 2021 quando o processo vem desde 2020 isso prova que o ministro é mentiroso fora Bolsonaro!

  2. Isso não se refere a despesa empenada não?
    Para comprovar a transferência de recurso tem que mostrar extrato bancário com a movimentação financeira

  3. Ministério da Saúde empenhou, mas não pagou 63 milhões para Butantan ampliar produção. O mérito dessa vacina é do Butantan e Governo de SP, Bolsonaro só atrapalhou. Fato.

    1. Concordo com vc. Bolsonaro ironizou muito essa vacina. Até o último momento eles só queria a da Fiocruz.

  4. É só ver a data a vacina estava pronta em 2020 e esse documento foi assinado em 2021, ou seja a vacina já estava pronta, é só ver os vídeos de Bolsonaro ele negando a compra, dizendo que não ia comprar. O gado mente que não sente

    1. Se vc ler com atenção a parte amarela, o contrato de 63 milhões para a AQUISIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS PARA O CENTRO DE PRODUÇÃO MULTIPROPÓSITO DE VACINAS foi assinado em 21 de dezembro de 2020. Contrapartida do estado de SP, zero! Mas é mais fácil chegar aqui e xingar as outras pessoas não mesmo?

    2. Mas é claro que ele já tinha comprado parte da vacina mesmo sem ser aprovada. Agora isso era preocupado com a população? Claro que não! Era pra fazer politicagem. Não é à toa que praticamente obrigou a Anvisa aprovar. Isso é negócio dele com o PCC. Eles têm acordos. Só não ver quem não quer. Agora teve dinheiro do governo federal na jogada.

    3. O gado espalha-fake já começou a inventar uma nova narrativa que envolve negociação entre Doria e o PCC.
      Por favor, Sr. Bito, te desafio a apresentar as provas ou evidências desse fato para comprovar de uma vez que não é só mais uma mentirinha do gabinete do ódio, o sistema de comunicações bovino utilizado por Bozo e seus seguidores para criar cortina de fumaça e encobrir sua própria incompetência.

  5. O que importa foi a intenção e doria deu uma vassourada em bostonario que só ajuda a matar gente quando abre a boca

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Saúde

‘Todas as vacinas produzidas no Brasil, ou pelo Butantan, pela Fiocruz ou qualquer indústria, terá prioridade do SUS’, diz Pazuello

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quarta-feira (16) que todas as vacinas produzidas no Brasil terão prioridade no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Todas as vacinas produzidas no Brasil, ou pelo Butantan, pela Fiocruz ou qualquer indústria, terá prioridade do SUS e isso está pacificado”, disse.

O governo federal lançou oficialmente nesta quarta-feira (16) o plano nacional de imunização. “O mais importante de hoje aqui não é apresentar o plano. O mais importante hoje é aqui é nós demonstrarmos que todos os estados, nós estamos juntos, todos os estados da federação serão tratados de forma igualitária, proporcional, não haverá nenhuma diferença”.

O ministro ainda questionou “pra que essa ansiedade, essa angústia?” ao falar sobre a vacinação contra a Covid-19.

“Vamos levantar a cabeça. Acreditem. O povo brasileiro tem capacidade de ter o maior sistema único de saúde do mundo, de ter o maior programa nacional de imunização do mundo, nós somos os maiores fabricantes de vacinas da América Latina. Pra que essa ansiedade, essa angústia? Somos referência na américa latina e estamos trabalhando”, afirmou.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, mais de 182 mil pessoas morreram por conta da Covid-19. Pazuello se solidarizou com as famílias das vítimas da pandemia e disse que “os números são duros”.

Segundo o ministro, o governo federal entregará o material para a imunização aos estados, que serão responsáveis pela logística e distribuição em seus territórios. Assim, os estados terão de fazer as vacinas chegarem nos municípios, que aplicarão as vacinas. O Ministério da Defesa auxiliará no trabalho.

Pazuello afirmou que todos os brasileiros receberão a vacina de forma gratuita, nos postos de vacinação. “Vacinas registradas, vacinas garantidas em sua segurança e eficácia. Nós não podemos brincar com a saúde da população brasileira”, disse.

“A logística é simples. Apesar do nosso país ser desse tamanho, temos toda a estrutura já planejada e pronta. O ‘Q’ da questão está no cronograma. Esse cronograma depende de registro. Eu tenho de falar em hipóteses. Temos mais de 200 milhões de doses negociadas, Temos previsão de assinatura de MP [medida provisória] ainda nesta semana de 20 bilhões de reais”, disse.

Ao discursar na cerimônia de lançamento do plano, no Palácio do Planalto, Pazuello afirmou que há muita desinformação sobre a capacidade do Brasil de conduzir um programa nacional de imunização.

“Nossa imprensa que tem realmente sido fundamental na divulgação. O Brasil precisa que a imprensa divulgue as informações reais e que cheguem a todos os brasileiros”, disse.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. O Brasil, apesar de governadores e prefeitos ditadores e despreparados, da sabotagem do STF e do ex ministro "Maneta", incompetente e politiqueiro, está tendo um dos melhores resultados mundiais no combate a esse vírus, tanto no tocante à saúde pública quanto em relação à economia. Temos muito a agradecer ao governo Bolsonaro.

    1. Ótimos resultados. Já iniciamos a vacinação e a economia está de vento em popa. Em que país você vive?

  2. Pense numa ré que o Ministro e o Bozo deram. Meu amigo quem tem Ku tem medo mesmo os homens tão pianinho de mais.

  3. Esse milico deveria voltar pro quartel e ficar lá enfiando peido num cordão. Aliás, ele parece o sargento pincel dos trapalhões

  4. Texto “Todas as vacinas produzidas no Brasil ou pelo Butantã”.
    Agora pergunto. O Butantã não fica no Brasil não?
    Kkkkkk

    1. Mais um "alfabetizado' por um desses métodos paulofreireanos comentsndo.

    2. Ricardo, o que que você sabe sobre Paulo Freire e seu método? Aliás, você sabe de alguma coisa? Por favor brinde-nos com o seu notório saber.

  5. O ministro arregou , Da lua ? se conformou .
    Dória competente a bandeira levantou
    É vacina logo e já
    Para um povo descente
    Mesmo sendo presidido por um sujeito incompetentemente
    Meu braço jã está pronto
    Para vacina receber
    Calígula e seus sobrinhos
    já avisaram que vão querer
    Mas só querem no bumbum
    Em outro lugar pode esquecer
    Chega Aderbal traz logo meu pirão de ubarana que hoje eu estou rimando com força .
    Aí Papai !

  6. Cadê as companhias aéreas?
    Foi só para aparecer kķkkk
    Fez propaganda de graça, Hô cambada de espertos.

    1. Pra transportar o que, titia? O governo não se mexeu pra comprar nem seringa. Não há o que transportar. Vá cuidar dos meninos.

  7. Hô Ministro bom, o Mito acerta em todos os escolhidos.
    Mito é Mito o resto é tampa de furicúlo.

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Economia

Guedes diz que “jamais esteve sob análise privatizar o SUS”, e que intenção era utilizar capital privado para finalização de obras de unidades de saúde

Foto: Marcos Corrêa/PR

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira (29) que a privatização do Sistema Único de Saúde (SUS) jamais esteve sob análise da equipe econômica. Mas, segundo ele, houve, sim, uma intenção da área de parcerias público-privadas (PPP) em utilizar capital privado para finalização de obras de unidades de saúde. Em contrapartida, o governo ofereceria aos usuários um voucher para atendimento médico na rede privada, para suplementar o setor de saúde pública.

Está cheio de capital privado disponível, aí eles vêm e se oferecem ‘vamos fazer PPP, a gente pode terminar as obras, vocês não gastam com a infraestrutura e vocês dão um cheque consulta, como se fosse um voucher saúde’. Aí a pessoa vai ser atendida, é melhor do que não ter [atendimento]”, disse, durante audiência virtual da Comissão Mista do Congresso que acompanha a situação fiscal e a execução orçamentária das medidas relacionadas à pandemia da covid-19.

Na terça-feira (27), por meio de decreto, o governo incluiu a política de fomento ao setor de atenção primária à saúde no seu programa de concessões e privatizações, o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que previa a realização de estudos e a avaliação de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação de Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Diante das repercussões, ontem (28), a medida foi revogada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Para Guedes, durante essa crise, o SUS mostrou “a decisiva importância de termos um sistema descentralizado de acesso universal à saúde” e que seria um contrassenso a privatização. “Quem é maluco de acabar com acesso universal? A luta é o contrário, como aumentar o acesso universal? Como dar um voucher à saúde, à educação, para que as pessoas possam procurar escolas, porque o setor público sozinho não tem a capacidade financeira de atender todo mundo”, disse.

Guedes explicou que atualmente há mais de 4 mil UBS e 168 unidades de Pronto Atendimento (UPAs) inacabadas em todo o país, por falta de recursos. “Isso no meio de uma epidemia e o governo sem a capacidade de atendimento”, ressaltou, justificando a intenção do decreto da equipe do PPI. Ele disse que a secretária Especial do PPI, Martha Seillier, é uma pessoa “totalmente insuspeita” e uma funcionária pública competente e que já trabalhou para outros governos.

Ontem, em nota, o Ministério da Economia também esclareceu que a eventual concessão da construção e da gestão de UBS à iniciativa privada não afetará a gratuidade do SUS. Para Guedes, entretanto, se a medida não for bem-aceita, “seja por preconceito, por decisão, por incompreensão política, não tem problema, os recursos vão para outro lugar”.

De acordo com o ministro, o governo tem projetos de privatizações e concessões, por exemplo, na área de saneamento, petróleo e setor elétrico. “Não entrou na nossa consideração invadir a área de saúde para privatizar jamais”, ressaltou.

Com Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Duro em que Pedro oficial? Deixa de ser burro, nove dedos só levanta falso , e verdade, Lula vai ser muito lembrado durante séculos, só que por uma razão não muito animadora, muito roubo, mentira, sujeira, etc. E observe que quem afirmou isso não foram seus adversários, foram seus ex amigos, quer os nomes? Pois aí vão: Palocci, Emílio Odebrecht, Marcelo Odebrecht, Joao santana, Nestor Cervero, Barusco, Vixe, a lista é grande.

    1. Sossega, campeão. Vá relaxar e curtir sua família, queremos ver você envelhecer.

  2. O pior demônio que já exerceu cargo de ministro em Brasília! Só perde pro "famoso" Bresser Pereira, ou melhor, são iguais.

  3. Depois da repercussão negativa recorde, tinha que negar mesmo. Duro mesmo é Lula, que saiu do governo faz 10 anos e o povo só fala nele.

    1. Chamando de, o maior ladrão do mundo, segundo o Google. Kkkk

  4. Vai transformar o Brasil em um grande Campo de Concentração. Estamos sob o controle do Nazifascismo.

  5. Sai daí Pedro falsificado, mentiroso vc sabe quem é, se não lembrar vou dar uma pista….kkkkkk é alcoólatra, analfabeto, rico, tem cara de sujo, é metido a namorador, é da família dos roedores e só tem nove dedos nas mãos, fácil de tirar 10 estrelado.

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Política

Decreto não representa ‘qualquer decisão prévia’ de privatização do SUS, detalha governo

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O governo federal se movimentou na manhã desta quarta-feira (28) para tentar explicar melhor a possibilidade de privatização de unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), depois que a publicação de um decreto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na terça-feira (27), ganhou grande repercussão.

“A medida não representa qualquer decisão prévia, pois os estudos técnicos podem oferecer opções variadas de tratamento da questão, que futuramente serão analisados pelo Governo Federal”, diz a nota divulgada pela Secretaria-Geral da Presidência da República – pasta comandada pelo ministro que assumirá uma das cadeiras do Tribunal de Contas da União (TCU), Jorge Oliveira.

Segundo o órgão da Presidência, o objetivo desses estudos técnicos seria o de “alimentar o governo de dados e informações sobre a atual situação das Unidades Básicas de Saúde (UBS)” dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, para uma avaliação posterior sobre a “possibilidade de parcerias com a iniciativa privada e, por fim, a viabilidade (ou inviabilidade) de aplicação concreta daquelas alternativas”.

A nota do governo explica ainda que o decreto, assinado por Bolsonaro na segunda (26) e publicado no Diário Oficial da União na terça (27), apenas oficializa a “concordância” do presidente da República com a proposta aprovada ano passado pelo Conselho do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) – colegiado que toma as decisões sobre privatizações federais.

E que “podem ser estudados arranjos que envolvam a infraestrutura, os serviços médicos e os serviços de apoio, de forma isolada ou integrada, sob a gestão de um único prestador de serviços”.

Repercussão negativa

Os esclarecimentos sobre a medida do governo vieram mais de 24 horas após o decreto ter entrado em vigor – o que aconteceu com a sua publicação.

A nota foi divulgada depois que o assunto aparecia como o mais buscado em uma plataforma de buscas da internet – segundo levantamento CNN -, com pesquisas por “privatização do SUS” e por “Bolsonaro quer privatizar o SUS”.

Na manhã desta quarta (27), termos como “#DefendaoSUS”, “Privatizar o SUS” e “#SUSPublico” despontavam entre os cinco assuntos mais mencionados no Twitter.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Tem que vender tudo e estancar a sangria.
    O governo basta cuidar dos mais necessitados tem que fazer um novo cadeastro e nada mais.
    Derramar dinheiro com serviço de péssima qualidade, tá passando da hora de parar.

  2. Privatizar o SUS será o absurdo dos absurdos. Nunca se viu tal atitude de nenhum governo nesse país. Pode até não tá roubando como a quadrilha de LULADRAO, porém está vendendo o país a preço de banana. O fdp do Guedes é um entreguista total, ele vai foder o país inteiro e a população vai pagar essa conta novamente.

    1. Rapaz vc tem toda a razão. Por dinheiro o Guedes faz qualquer negócio.

    2. "…..Pode até não tá roubando como a quadrilha de LULADRADRÃO……." . Quem pode garantir isso com toda a certeza ???????
      Eu prefiro não botar minha mão no fogo por POLÍTICO NENHUM do meu Brasil brasileiro, rsrsrsrs…

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Política

Zenaide defende SUS ao lembrar os 30 anos da Lei que criou o Sistema

Foto: Divulgação

A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) lembrou os 30 anos da Lei n. 8.080, de 19 de setembro de 1990, que criou o Sistema Único de Saúde (SUS). Ela defendeu a valorização da estrutura e dos profissionais que atuam na rede pública de saúde e criticou a Emenda Constitucional 95, que congelou por vinte anos os investimentos na área. “Nesses 30 anos de SUS, é nosso dever lembrar a importância desse sistema que atende um país imenso como o Brasil e que precisa ser mais valorizado, inclusive no que diz respeito aos recursos. Revogar o Teto de gastos para a saúde é uma ideia que eu venho defendendo desde a promulgação da EC 95, pois, como médica, não posso concordar com ajuste fiscal em cima da saúde da nossa população”, afirmou Zenaide, em manifestação via redes sociais. “Sem o Sistema Único de Saúde, estaríamos perdidos nesta pandemia! Se com o SUS, já vivenciamos uma tragédia, imagine as proporções que o problema tomaria sem essa rede de atendimento público?”, questionou a senadora.

A parlamentar é autora da Proposta de Emenda à Constituição 17/2020, que impede que o teto de gastos do governo atinja o SUS enquanto durar o estado de calamidade pública provocado pela pandemia.

Opinião dos leitores

  1. Aos petistas desinformados que enchem a boca que o SUS foi criado por Lula Kkkk o larápio não criou nada de bom a não ser institucionalizar a corrupção.
    Tem que ter muito capim pra alimentar esses jumentos.

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Saúde

Ministério da Saúde divulga protocolo que libera no SUS uso de cloroquina em casos leves de covid-19, sob o consentimento do paciente

Foto: HeungSoon/Pixabay

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira(20) um protocolo para aplicação da cloroquina e hidroxicloroquina em pacientes com sintomas leves para tratar do novo coronavírus.

Entre os sintomas leves listados pelo governo, estão coriza, diarreia, dor abdominal, febre, tosse, entre outros.

A aplicação indicada da cloroquina é de 450 miligramas a cada doze horas no primeiro dia. A mesma quantidade poderá ser usada a cada 24 horas do segundo ao quinto dia de tratamento.

A mudança no protocolo era um desejo do presidente Jair Bolsonaro, defensor da cloroquina no tratamento da doença causada pelo novo coronavírus.

O uso da cloroquina foi motivo de atrito entre Bolsonaro e os últimos dois ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Os dois deixaram o governo, no período de um mês.

O novo protocolo mantém a necessidade de o paciente autorizar o uso da medicação.

O termo de consentimento, que deve ser assinado pelo paciente, ressalta que “não existe garantia de resultados positivos”.

O documento afirma ainda que o paciente deve saber que a cloroquina pode causar efeitos colaterais que podem levar à “disfunção grave de órgãos, ao prolongamento da internação, à incapacidade temporária ou permanente, e até ao óbito”.

Com UOL e G1

Opinião dos leitores

  1. Cloroquina no dos outros é refresco! O Capetão deveria sim é distribuir o antiviral remdesivir para todos. Cloroquina nem minha égua Adelaide aguenta mais, ela que usa o medicamento para tratar de tireoide. Os efeitos colaterais são terríveis. Só defende o uso de cloroquina quem precisa dela para escapar da morte – e ainda assim por não dispor de alternativa adequada.

  2. Certíssimo! O Dr explica ao paciente, que apesar de não haver evidências científicas robustas, existem evidências clínicas de sucessos do tratamento na fase 1 (replicação viral) e somente na fase 1, esclarece sobre as reações adversas (bem menores que da dipirona, por exemplo) e em comum acordo consentido pelo paciente, prescreve nas doses protocolares.
    O mais interessante é que os remédios que existem a décadas (cloroquina de 1934 e hidroxicloroquina de 1955) largamente usados na malária e em algumas doenças reumáticas, não tinham complicações relevantes e eram baratíssimos, manipulados em qualquer laboratório pois já tem a quebra da patente.
    Hoje, com a notoriedade da pandemia, apareceram complicações terríveis e preços estratosféricos. A quem isso pode interessar?!

  3. Cuidado senhores PATRIOTAS LEIGOS E LOUCOS, O CORONA TE AGUARDA DE BRAÇOS ABERTOS! O MAL POR SI SE DESTRÓI

  4. Esse medicamento é uma fração do tratamento, pois é parte de um coquetel compostos por, pelo menos, mais outros dois dois ou três medicamentos.
    Como é que o presidente consegue pautar a vida de parte das pessoas numa discursão tão inútil?
    O analfetismo funcional é, sem a menor dúvida, é a pior herança deixada pelos governos ptistas.
    Jesus!

  5. Interessante nesse comentário do patriota fiel é que não sabemos se é um humor irônico, uma crítica aos apoiadores do Bolsonaro ou aos apoiadores da esquerda ou ainda está rogando praga aos que não querem seguir o Eleito de Deus.

  6. Os petralha e os comunistas vão tudo morrer pq nãoquerem seguir o Eleito de Deus, mas os homens de bem, defensores da familia, esses sim vão herdar a terra. Viva o Bolsonaro. Nem Teich, nem Mandetta, nem Moro, nem Bebiano, nem OMS são páreos com a inteligencia do Capitão. Bolsonaro 2022, 2026, 2030, 2034 se achou rui vai para Cuba

    1. Pelo amor de Deus não coloque o nome de Deus em vão os que vcs deve fazer e dobrar o joelho pedir a jesus Cristo misericórdioso com muita oração isso que vcs só fala petralha bolsomino isso não resolve em nada isso que está acontecendo foi muitos que zombaram de Jesus Cristo a irá de deus veio a tona muitas coisas viram por Air adiante pare de ficar descutindo não resolve em nada vão orar pra pedir a Deus uma solução

    2. Aliado de bandidos, como agora claramente demonstrado. Não reconheço e nem respeito o deus que você e Bolsonaro seguem. O inferno é seu destino.

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Saúde

SUS recebe da ANS repasse recorde de R$ 1,15 bilhão


Foto: arquivo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) repassou em 2019 ao Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do Fundo Nacional de Saúde, o recorde de R$ 1,15 bilhão, alta de 47% em relação ao ano anterior. O diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar, disse hoje (7) à Agência Brasil que os repasses vêm crescendo ao longo dos últimos cinco anos e, especialmente, nos três últimos anos, quando somaram R$ 2,5 bilhões.

“O repasse concentrou bastante nesse último período quando a gente conseguiu ter as estruturas e os processos adequados para realizar de forma mais eficiente esse repasse”, comentou o diretor.

Aguiar disse que desde que a ANS foi criada, em 2000, foram repassados ao SUS R$ 4 bilhões. Esses recursos são oriundos da cobrança feita pela ANS às operadoras de planos de saúde por procedimentos feitos pelo SUS em beneficiários dos planos. Segundo informou Rodrigo Aguiar, foram cobrados das operadoras, desde o início do processo de ressarcimento ao SUS, R$ 5,95 bilhões. Esse montante equivale a 3,86 milhões de atendimentos de clientes dos planos de saúde efetuados no SUS.

Desses R$ 5,95 bilhões, uma parcela de R$ 1,62 bilhão se refere a cobranças feitas em 2019, quando ocorreu o aumento de cerca de 58% no valor dos atendimentos cobrados e em torno de 38% na quantidade de atendimentos a beneficiários de planos de saúde no SUS cobrados pela agência.

“Quando um beneficiário de uma operadora de plano de saúde utiliza a rede do SUS, a gente recebe um arquivo do Ministério da Saúde, através do Datasus, geralmente um ano depois, com todos os procedimentos realizados na rede pública, naquele período. A partir desse arquivo é que a gente faz a cobrança às operadoras”, explicou Aguiar. O valor cobrado também tem sido crescente.

Rodrigo Aguiar explicou que quanto mais a ANS tornar o processo eficiente e menores forem os prazos de processamento desses dados, de instauração dos processos e encaminhamento às operadoras, “maior a nossa capacidade de cobrança e, por conseguinte, maior também a capacidade de arrecadação”.

Destaques

De acordo com a ANS, os maiores valores cobrados no grupo de internações são para transplantes de rim, tratamentos de doenças bacterianas e cirurgias múltiplas. Já hemodiálise, radioterapia, acompanhamento de pacientes pós-transplante e hormonioterapia do adenocarcinoma de próstata se destacam pelos maiores valores cobrados entre os atendimentos ambulatoriais de média e alta complexidade.

Em relação ao local de ocorrência, São Paulo lidera em termos de número de atendimentos cobrados com Guia de Recolhimento da União (GRU) entre 2000 e 2019, com um total de R$ 2,351 bilhões. O segundo colocado, Minas Gerais, registra três vezes menos que São Paulo, ou seja, R$ 730,28 milhões. Rodrigo Aguiar esclareceu que os números relativos a São Paulo têm ligação direta com a cobertura populacional.

“São Paulo é o estado que tem mais cidadãos beneficiários de planos de saúde e tem a ver também com a densidade demográfica. É muita gente em um único estado. Por isso, acaba tendo essa cobrança e essa arrecadação bem maiores que os outros”. Já em Roraima acontece o inverso. Além de ter a menor densidade populacional, o estado também tem a arrecadação menor, da ordem de R$ 4,09 milhões no acumulado de 2000 a 2019.

Dívida ativa

Quando a operadora de plano de saúde não paga voluntariamente à ANS os valores apurados, ela é inscrita na dívida ativa e no Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados do Setor Público Federal (Cadin), ficando também sujeita à cobrança judicial posterior. Em 2019, a ANS encaminhou R$ 105,5 milhões para a dívida ativa. Desde o ano 2000, o ressarcimento ao SUS já encaminhou R$ 1,08 bilhão para inscrição em dívida ativa, sendo R$ 525,63 milhões somente no período de 2015 a 2019. Entre 2001 e 2019, as quantias depositadas em juízo correspondem a R$ 490,7 milhões, segundo a ANS.

Aguiar informou que houve redução significativa nos últimos anos de operadoras inscritas na dívida ativa, “porque a gente conseguiu que as operadoras pagassem mais nos últimos anos”. A ANS estima que, atualmente, encontram-se em depósitos judiciais com GRU expedida R$ 720 milhões, dos quais R$ 170,4 milhões referentes a GRUs vencidas no ano passado.

Expectativas

O diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS afirmou que o ano de 2020 será muito desafiador. “A gente vinha com boas expectativas de, pelo menos, manter o nível de arrecadação mas, com o impacto que a gente vem tomando por conta do coronavírus e, principalmente, por conta de uma medida provisória que suspendeu os prazos processuais da administração pública até o final do ano, é muito possível que a gente tenha uma queda acentuada na arrecadação este ano, ao contrário do que se esperava antes de sermos tomados pela crise decorrente do coronavírus”.

Rodrigo Aguiar avaliou que a arrecadação deste ano deverá ficar bem abaixo do recorde registrado em 2019.

Agência Brasil

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