Saúde

Butantan retoma entregas e libera 800 mil doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde

Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O Instituto Butantan liberou mais 800 mil doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde nesta sexta-feira (11). As entregas começaram a ser feitas nesta manhã.

Com o novo lote, o Instituto totaliza 48 milhões de doses enviadas ao Programa Nacional de Imunização (PNI) desde o início do ano.

Segundo o governador João Doria (PSDB), uma nova remessa deve ser liberada na próxima segunda-feira (14).

“Vamos seguindo na produção de doses ao longo dos próximos dias, e estaremos fazendo uma entrega adicional de 5 milhões de doses, começando com essas 800 mil que estão sendo embarcadas agora para o Ministério da Saúde”, afirmou Doria.

Durante coletiva de imprensa na sede do Instituto, o governador manteve a previsão de concluir a entrega das 100 milhões de doses até o final de setembro.

“O Instituto Butantan, aqui representado pelo Dimas Covas, seu presidente, confirma que até o final do mês de setembro nós concluiremos o nosso projeto, o contrato de entregar 100 milhões de doses da vacina do Butantan para o Ministério da Saúde”, disse.

Retomada da produção

Esta é a primeira remessa a ser enviada ao governo federal após retomada da produção da vacina, que chegou a ser paralisada em maio por conta da falta de matéria-prima. A última foi feita há quase um mês, no dia 14 de maio.

No final do mês passado, o Butantan voltou a receber o insumo e conseguiu retomar o envase do imunizante.

Na semana passada, em coletiva de imprensa, Doria disse que o instituto vai receber 6 mil litros de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo), suficiente para produção de 10 milhões de doses da vacina do Butantan, no dia 28 de junho.

A matéria-prima, enviada pela biofarmacêutica Sinovac, parceira do Butantan, passa pelos processos de envase, rotulagem, embalagem e controle de qualidade para que a vacina seja entregue ao PNI.

Com G1

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Política

CPI aprova quebra de sigilos de Pazuello, Ernesto Araújo e de secretários do Ministério da Saúde

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 aprovou nesta quinta-feira (10) uma série de requerimentos que pediam a transferência do sigilo telefônico e telemático de alvos da investigação. Também foram aprovadas as transferências de sigilo bancário e fiscal de empresas de publicidade.

A transferência do sigilo telefônico inclui o registro e a duração de todas as ligações feitas e recebidas conforme período delimitado pelos senadores. Já a transferência do sigilo telemático solicita o envio de uma série de informações, entre elas cópias do conteúdo armazenado, lista de contatos, cópia de e-mails e localizações de acesso à conta.

Entre os que tiveram o sigilo quebrado estão o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, o empresário Carlos Wizard, a coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI), Francieli Fontana Fantinato, e o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Alexandre Figueiredo Marques, apontado como autor de uma nota falsa sobre a quantidade de óbitos por Covid-19.

A CPI também aprovou a quebra de sigilo fiscal e bancário de empresas de publicidade. A ação visa apurar o disparo de mensagens em massa com conteúdos falsos sobre o combate à Covid-19 e quem teria financiado a propagação de Fake News.

A CPI ainda solicitou às empresas cópia dos contratos firmados com outras pessoas físicas e jurídicas, comprovante dos serviços, notas fiscais e detalhamento de contratos.

Foi aprovada a transferência do sigilo telefônico e telemático de:

Filipe Martins, assessor internacional da Presidência da República;

Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores;

Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde;

Carlos Wizard, empresário;

Zoser Hardman, ex-assessor especial do Ministério da Saúde;

Túlio Silveira, representante da Precisa Medicamentos;

Paolo Zanotto, médico;

Marcellus Campêlo, ex-secretário de Saúde do Amazonas;

Luciano Dias Azevedo, médico;

Hélio Angotti Neto, Secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde;

Francisco Ferreira Filho, Coordenador do Comitê da Crise do Amazonas;

Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos;

Francieli Fontana Fantinato, coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI);

Flávio Werneck, ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde;

Antônio Elcio Franco Filho; ex-secretário Executivo do Ministério da Saúde;

Camile Giaretta Sachetti, ex-diretora do departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde;

Arnaldo Correia de Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde

Alexandre Figueiredo Costa e Silva Marques, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU);

Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde;

Empresa PPR – Profissionais de Publicidade Reunidos

Calya/Y2 Propaganda e Marketing

Artplan Comunicação

Também foi aprovada a transferência do sigilo bancário e fiscal de:

Associação Dignidade Médica de Pernambuco

Empresa PPR – Profissionais de Publicidade Reunidos

Calya/Y2 Propaganda e Marketing

Artplan Comunicação

Com G1

Opinião dos leitores

  1. Arrocha moçada, convoca até todo mundo, quebra tudo, escuta tudo, assim deve ser. Não pode é sair de filhinho ou se esconder, esse Brasil precisa mesmo ser passado a limpo, coisa difícil, mais precisa. Tem gente que teve familiar preso, empreiteira pagando salário a amante, responde a uma infinidade de processos, triplex, sítio, Fazenda, carrão, dinheiro no exterior, patrimônio renome de laranjas, ou coisa boa. Finalmente vamos ter um Brasil mais serio, ordeiro e honesto……
    Será que dá?

    1. Já afirmaram MANOEL F, de fofoca, que Vc é um proxeneta escroque de quinta categoria, foi educado comendo m…… O que afetou a sua capacidade de comportamento. Oque vc diz ou escreve só atinge os mais baixos que vc, por sinal, são poucos.

    2. Afonso, o que vc pensa de mim não importa! O que importa é que tivemos um ministro da saúde, que por acaso é um general (que passou e ainda passa uma péssima impressão do exército de Caxias), que é um cagão, covarde, mentiroso e incompetente! Se minhas palavras atingem você, deve ser pq vc está “mais abaixo” que eu estou né ?! KKKKK

      P.S.: Adoro ver o GADO chateado!

    3. Amigo o que me aborrece e ver tanto idiotas dando solução e opinando sobre o que não sabem e tem conhecimento, o que vc fala e diz é irrelevante, até pelas sua opiniões dúbias e sem qualidade, sempre em cima do muro, com claras tendências a esquerda. Pena, não vou por aí, sou bem de vida, nível superior, família não rica mais equilibrada, não dependo desses calhordas, vivo tranquilo, em paz, mais as vezes me sinto na obrigação de opinar, não gosto dessa briga política, isso a gente resolve no voto, votei em Lula por acreditar em mudanças, não foi isso que vi. O presidente é falastrão, inconsequente, mal educado, impulsivo, foge a normalidade para um presidente, verdade, mais mesmo assim, prefiro ele a Lula , caso tenha que optar entre os dois, o voto esta fechado com ele, fique aí sendo besta, até 2022, tenho muito com que me divertir.

    4. Afonso, eu não sei o que é PT faz mais de 20 anos, para mim, no primeiro ano do governo de Lulaladrão, em 2002, caiu a ficha de quem ele era… Mais somente anos depois foi aberto processo e posteriormente houve a condenação e cadeia, da qual ele nunca deveria ter saído! Com o MINTO foi a mesma coisa, um ano depois dele estar no cargo, já vi quem ele era e votei nele achando q ele iria mudar o Brasil. Ele mudou só que para pior e nesse meio tempo já se sabe q ele também está envolvido em peculato por fazer rachadinha no gabinete dele e da família… Entre um segundo turno entre o MINTO e Lulaladrão, hoje eu votaria NULO. Até lá, quem sabe não aparece uma terceira via… Sobre falar mal do governo de Lulaladrão, Fátima GD, MINTO, Álvaro entre outros, eu falo e critico como eu quiser pois eles que nos devem satisfações e não a gente que deve bajulação cega a eles (exceto os que recebem por estar empregados por benesses desses políticos)… Não tenho “tendências de esquerda” mas parece que é normal para quem usa cabresto e viseira, só ver o que o capataz manda… Se você só vê esquerdista, lulista e comunista na sua frente, só mostra que vc está sendo um idiota útil do MINTO assim como foi de Lulaladrão …

    5. Eita, Afonso Melo! Pra que tanta preocupação em defender este governo indefensável? Peso na consciência de ter digitado o 17? Depois dizem que petista que é fanático… Tem Bolsonarista que não tem a humildade de reconhecer que defecou na urna em 2018… Com essa classe média burra o Brasil tá lascado.

    6. Quinta- feira, sexta não quero trabalhar, rumo a Fazenda, conversar com pessoas sadias que sofrem com as agruras do dia e sorriem sem preço, ver os meus animais, que são mais compreensivos e amigos que alguns homens que se acham superiores, isso passa como tudo na vida, o resto é lorota dos que não tem o que fazer, eu tenho na hora que antecede o meu repouso, alguns livros que preciso ler, meu caráter foi moldado na luta e no trabalho, nunca nas costas de nenhum político.

    7. EM TEMPO: Sr. João Francisco, não costumo dar o meu voto a nenhum político, porem, votei em Lula da Silva por duas vezes, não votei em Dilma por não acreditar e decepcionado com os anos do PT, em quem depositei minha simples confiança. Votei sim em Bolsonaro para tirar a possibilidade de continuar vendo o PT transformar o Brasil numa Venezuela ou Cuba, não gosto de militar, de pessoas mal educadas, sou independente nas minhas atitudes, não peço, induzo ninguém a nada e com certeza, se tiver que decidir entre Lula e qualquer outro, o outro será eleito.

  2. Segue o dinheiro. Não acredito que todo esse comercial que é feito da cloroquina e ivermectina seja apenas pelos lindos olhos da Ema.

    1. Se for pra seguir dinheiro, vai dar direto na casa ou fazenda do Luladrão. Tá manjado faz tempo.

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Política

Secretária do Ministério da Saúde fala que governo do PT fechou 40 mil leitos no Brasil

Foto: Confederação Nacional de Municípios/Reprodução

De acordo com ela, esse foi um dos principais motivos que gerou uma falta de assistência para a população durante a pandemia do coronavírus.

Após a declaração de Mayra, a hashtag #LulaGenocida ganhou a repercussão e se tornou um dos temas mais comentados nas redes sociais.

O mandado do ex-presidente Lula foi de 1 de janeiro de 2003 até 1 de janeiro de 2011, enquanto Dilma Rousseff governou de 1 de janeiro de 2011 até 31 de agosto de 2016, quando sofreu o impeachment e em seu lugar assumiu o vice, Michel Temer, que foi presidente até 31 de dezembro de 2018.

Em pelo menos duas matérias com repercussão em 2018 (Brasil perdeu mais de 40 mil leitos do SUS nos últimos dez anos) e (Brasil fecha 40 mil leitos em dez anos, diz pesquisa) é possível comparar a citação da secretária.

Com ‘Os Pingos Nos Is’ e Grande Ponto, com referências de G1 e Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Êta povo que se estapeia.
    Mas é certo qdo se afirma que o país estava destroçado e que a reconstrução não acontece na mesma velocidade da destruição.
    É preciso que tenhamos um projeto de país ao invés de um projeto de partido

  2. Essa incompetente achou pouco ainda fechou 2 hospital. o Rui Pereira e o de Canguaretama, além de não ter feito hospital de campanha com o dinheiro que o governo federal mandou.

  3. Isso foi visto aqui mesmo no RN, não precisa ninguém de fora dizer. A governadora Fátima do PT recebeu bilhões do governo Bolsonaro e NÃO aplicou na saúde. Para onde foi esse dinheiro? Além de não abrir novos leitos, fechou leitos já existentes e deixou centenas (mais de 800) de potiguares morrerem na fila da UTI. E vai morrer mais gente. Um crime absurdo.

  4. Quando o Lula saiu em 2010, o SUS tinha 326 mil leitos, no governo Dilma foram fechados 13 mil e no do golpista vampiro do temer outros tantos. O que a secretária não diz e nem a reportagem é que em dois anos, o governo do genocida (pode?) fechou 8 mil leitos, 3 mil em plena pandemia. É um sádico.

  5. Nos governos do PT houve muita corrupção e pelo que parece, fecharam muitos leitos hospitalares, mas muitos votaram no MITO (que agora virou MINTO) pra mudar isso, então pq o governo dele não reabriu em 2019 até o início da pandemia os leitos fechados? Pq o governo do MINTO não apostou na ciência, vacinas, distanciamento social? Pq hoje em dia o presidente inepto não age como prometeu em campanha? Pq ele só fez sancionar leis que enfraqueceram o combate à corrupção? Só cai na do presidente inepto quem é muito gado de político viu! E olhe que tem gado de todo lado e pra todo gosto!

    1. Manoel.. o titulo é que o PT fechou 40 mil leitos do SUS durante os 10 anos que administrou o país.. leitos que hoje fazem falta. Nao se abre em dias ou meses isso. Ta faltando ate leito psiquiatrico, daí que algumas pessoas nao procuram tratamento pq nao tem.

    2. Este comentarista é um desclassificado, passa o dia todo futricando, tá faltando hospital psiquiátrico pra esse mané fulera. Como um governo que pegou o País destroçado pela quadrilha de ladrões que tinham antes, pode recuperar tudo em 2 anos e meio com 14 milhões de desempregados e uma recessão cavalar e por cima a pandemia. Só uma babaca deste pra querer isto. Vai tomar teu gardenal.

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Diversos

Queiroga demite chefe do Ministério da Saúde no Rio que fechou contratos sem licitação

O ministro Marcelo Queiroga demitiu o coronel George Divério do cargo de superintendente do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro. A exoneração foi publicada hoje no Diário Oficial.

Nomeado ainda na gestão de Eduardo Pazuello, de quem é próximo, Divério foi o responsável por fechar contratos de R$ 29 milhões para duas reformas em prédios do ministério, ambas com dispensa de licitação e com empresas que já haviam trabalhado para ele outras vezes.

A AGU, entretanto, não aceitou as justificativas para as obras e os contratos acabaram desfeitos.

Os locais em que seriam feitas as reformas, em plena pandemia, eram um galpão usado como arquivo de documentos e um prédio no Centro do Rio, na Rua México.

A propósito, este prédio era exatamente onde estava situado o gabinete de Gama e Silva, ministro da Justiça do general Costa e Silva. Gama e Silva foi cérebro e o redator do AI-5, que, em parte, foi produzido no gabinete que o então ministro tinha no imóvel.

Lauro Jardim – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Mesmo sem haver corrupção, o governo Bolsonaro não deixa sequer margem para dúvidas e não há tolerância com erros. A propósito, qual a importância que há entre o ocorrido e uma utilização anterior desse imóvel? Nenhuma mas, a mídia militante não pode perder a oportunidade de tentar associar o governo Bolsonaro com qualquer coisa que lembre os governos militares. É uma tara que essa gente tem.

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Política

Secretária do Ministério da Saúde em CPI nega que recebeu ordem e diz que ‘toda doença deve ser tratada precocemente’

Foto: Reprodução/CNN Brasil

A CPI da Covid ouve nesta terça-feira (25) a secretária do Ministério da Saúde, a médica Mayra Pinheiro. Ela é investigada pela crise do oxigênio no Amazonas e foi autorizada a ficar em silêncio pelo STF sobre o tema.

Mayra defendeu na CPI que o “tratamento precoce” contra a Covid cabe ao “livre arbítrio” dos médicos.  A secretária afirmou ainda que toda doença deve ser tratada precocemente.

Entre os questionamentos na CPI, disse que nunca recebeu ordem e o uso desses medicamentos não é sua iniciativa pessoal.

Destaque de falas da secretária do Ministério da Saúde:

“Os médicos têm autonomia para usar todos os recursos que não causem malefícios e que causem benefícios”.

“Nós estabelecemos doses seguras para que médicos brasileiros pudessem utilizar esses medicamentos com o consentimento dos seus pacientes”.

VEJA MAIS – CLOROQUINA E OUTROS: “Ministério da Saúde nunca fez uma indicação direta de tratamento”, diz secretária em CPI, que cita nota orientativa e autonomia médica

Com G1 e CNN Brasil

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Saúde

Grupo técnico organizado pelo Ministério da Saúde elabora documento contra cloroquina e azitromicina para tratar hospitalizados por Covid; texto será analisado por Comissão

Um grupo técnico organizado pelo Ministério da Saúde elaborou um documento com orientações sobre uso da cloroquina, azitromicina e ivermectina no tratamento de pacientes hospitalizados por causa da Covid-19.

O texto será agora analisado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). Ele será colocado em consulta pública por um período de 10 dias e depois pode vir a ser adotado como uma nova orientação do governo federal sobre o tema.

Em 6 de maio, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga prestou depoimento na CPI da Covid no Senado. Questionado sobre se a cloroquina deve ser usada para tratar a Covid, ele alegou que a questão deve ser decidida pela Conitec.

Chamado de “Diretrizes Brasileiras para Tratamento Hospitalar do Paciente com Covid-19”, o documento foi inicialmente divulgado pela “Folha de S. Paulo” e também obtido pela TV Globo. O parecer também aborda outros medicamentos sem eficácia comprovada contra o Sars-Cov-2 até então defendidos pelo governo e pelo presidente Jair Bolsonaro.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) vem alertando desde o segundo semestre do ano passado que a cloroquina, hidroxicloroquina e azitromicina não tem eficácia comprovada contra a Covid-19 e podem provocar efeitos colaterais.

“Alguns medicamentos foram restados e não mostraram benefícios clínicos na população de pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados, sendo eles: hidroxicloroquina ou cloroquina, azitromicina, lopinavir/ritonavir, colchicina e plasma convalescente. A ivermectina e a associação de casirivimabe + imdevimabe não possuem evidência que justifiquem seu uso em pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados nessa população”, aponta o documento.

Mudança de posição

Se a indicação for formalizada, será a primeira vez, em mais de um ano de pandemia, que o Ministério da Saúde vai divulgar um documento desaconselhando tais drogas para tratar a Covid-19. Em maio do ano passado, o então ministro da Saúde Eduardo Pazuello mudou o protocolo do Ministério para permitir a prescrição de cloroquina para pacientes com sintomas leves da Covid-19, como queria Jair Bolsonaro.

Com informações do G1

Opinião dos leitores

  1. Queridos e inteligentes GADOS, esse tratamento não é proibido, ainda, e é usado no Brasil, todavia, sei que não importa pra vcs mas, de cada 10 internados 7 morrem, pq será? Não entendo.

    Bugou minha cabecinha imagina a cabeça do gado?

  2. Esse vírus está escancarando as más intenções e a falta de caráter de muitos. Esses remédios devem ser usados para EVITAR a hospitalização. Seus efeitos positivos estão sendo atestados em muitos locais. Países estão adotando. Muitos desses hipócritas que criticam estão usando como se fossem vacinas. Conheço petistas que usam assim. É uma gente asquerosa.

  3. Essas drogas apresentam resultados apenas se usadas após os primeiros sintomas. Elas podem dificultár a multiplicação do vírus e ajudar a EVITAR a hospitalização. Após a hospitalização, outras drogas serão necessárias. Isso já foi exaustivamente explicado por incontáveis especialistas. Por que essa perseguição? Toma quem quer. Deixem os médicos trabalhar e cuidem das suas vidas.

  4. Manoel F, se você for hospitalizado com COVID, espero que não aconteça, proíba expressamente que quer ir para casa e tomar dipirona. Não recuse. Conheço muitos iguais a você que na hora H aforuxaram e tiveram uma reputação bastante satisfatória. Estão covardemente bem caladinhos.

  5. Lascou os dois neurônios do gado…🤦
    E agora, vacaria?
    Já sei: vão usar bosta, igual aos indianos…
    🤡💩🤡💩🤡💩🤡💩
    Muuuuuuuuuuummmm

    1. os apoiadores do cachaça, bebados, vem aqui com opiniões ridiculas.
      vão tomar mais uma para equilibrar os neuronios.

    2. Os burros e.squerdopatas não podem tomar ivermectina que mata parasitas

    1. Minúsculo é o juízo de quem não entende a diferença de tratamento para pacientes HOSPITALIZADOS e tratamento precoce, para evitar a hospitalização.

    2. Isso mesmo, Cezar. Mas, eles sabem. A questão ai é de caráter. É proposital.

  6. Finalmente PARECE que estamos saindo da idade média no tratamento da covid para finalmente seguir o caminho da ciência que países ocidentais e desenvolvidos já seguem faz tempo e por isso tiveram sucesso no combate a covid… Em nenhum país sério do ocidente, nem mesmo do oriente, há “tratamento precoce” usando cloroquina, azitromicina e ivermectina!

    1. Sempre fazendo comentários equivocados, leia melhor, o tratamento é para pacientes HOSPITALIZADOS. Portanto não tem nenhuma relação com o tratamento precoce, para quem está evitando se hospitalizar.

    2. Nada mais que um comentário e fajuto tendencioso de um Mané. Vc precisa ler mais e ser mais responsável, esses medicamentos podem ser úteis na fase anterior é precoce da doença. Inclusive são prescritos por milhares de médicos, vc como muito auto suficiente e entendido bufa e Fajuto, não precisa tomar. . . .

    3. Acho lindo como o gado precisa do totem mágico para acreditar! A cloroquina não é usada faz tempo nos países desenvolvidos e sérios em nenhuma fase do tratamento da covid! A ivermectina é usada no Brasil e na Índia, deve ser por isso que a mortalidade aqui e na Índia são as maiores em todas as faixas etárias do que no resto do mundo! Vamos pegar Natal, que alguns pregam o uso da ivermectina e a letalidade da covid aqui é maior que no resto do Estado! Mas não adianta, já sei que amanhã vai ter mais carreatas de “médicos que querem ser políticos” em prol desses placebos! E o gado vai atrás para onde o MINTO direcionar! KKKKK

    4. Eu nem tô acreditando que vc, Manoel F, tá questionando um remédio que o grande especialista internacional Dr Bolsonaro passou…
      Ele e o Dr Albert Dickson defendem a ivermectina… aliás, o Dr Dickson foi vacinado hj no via direta…parece que ele não confia tanto assim no tratamento precoce…espera até o Dr Bozo saber disso…
      Muuuuuuummmm

    5. Ninguém com um mínimo conhecimento do assunto, de bom senso e bom caráter iria propor substituir vacina por remédio, seja ele qual for. O Dr. Dickson é médico (entende do assunto) e certamente não pauta sua atuação por suas gracinhas. Gente decente não trata assunto sério com molecagem.

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Saúde

Ministério da Saúde espera receber IFA para Coronavac na próxima semana; chegada de insumo prevista para terça

Foto: Marlon Costa/Futura Press/Estadão Conteúdo

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, disse que o IFA (Insumo Farmacêutico Ativo), matéria prima para a produção das vacinas contra a Covid-19, da Coronavac, do Instituto Butantan, deve chegar no dia 25 de maio. A confirmação saíra hoje. A expectativa foi dada na Comissão Temporária da doença no Senado, nesta segunda-feira (17).

A produção do imunizante chinês está paralisada no Butantan, desde quarta-feira (12), por causa da falta do insumo. Dessa forma, o Instituto já alertou para possibilidade de impacto no cronograma de entrega de vacinas em junho. De acordo com governo de SP, dez mil litros de insumo aguardam autorização de embarque no país asiático.

Por conta da demora, o Butantan também não deve conseguir adiantar o repasse das 54 milhões de doses até agosto, como havia previsto. A previsão se mantém em setembro, mas depende da manutenção de envio dos insumos sem novos adiamentos.

De janeiro até maio, foram entregues 46 milhões de doses. O primeiro contrato pedia a chegada até abril, mas, os atrasos na vinda dos IFAs também dificultaram a produção.

O diretor do Butantan, Dimas Covas, tem atribuído a demora na vinda do IFA as falas do presidente Jair Bolsonaro sobre a China. Já o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que essa demora é um “entrave normal” e não depende apenas de diplomacia.

Nesta segunda-feira (17), o Butantan informou a reportagem que continua sem data para receber os insumos. O Instituto tem mantido contato diário com autoridades chineses, mas as últimas reuniões, não registraram avanços.

Governo de SP espera ‘boas notícias’

O governador de São Paulo, João Doria, também atribuiu o atraso aos entraves diplomáticos. “Hoje é uma questão política e diplomática. Não há nenhum problema contratual nem operacional”, disse Doria, que elogiou a postura do chanceler Carlos França e avaliou que o ministro empossado recentemente “deu outra postura” ao Itamaraty.

Doria também aguarda que a China traga “boas notícias” sobre a liberação dos insumos entre hoje (17) e amanhã (18).

Doria ainda fez apelo à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e pediu agilidade na liberação dos testes clínicos fases 1 e 2 da Butanvac, vacina do Butantan, ainda em análise. “Não há razão para demora”, concluiu.

Fiocruz

Rodrigo Cruz também informou que a Fiocruz vai receber mais IFA nos dias 22 e 29 de maio, o que vai permitir a produção de “cerca de 12 milhões de doses” da vacina AstraZeneca/Oxford.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Será que algum desses vermes anti-patriotas tem a coragem de assumir e defender que a China está adotando uma prática criminosa, chantageando o seu próprio país, jogando com a vida dos brasileiros? E adotam essa atitude desumana apenas para tentar atacar o governo Bolsonaro? Essa gente perdeu totalmente a noção de decência.

  2. A turma da badidolândia parte logo para acusação. Mas eles não deram 01 piu para reclamar da corrupção. Não disseram nada com a falência das estatais entre 2005 e 2016. Sempre ficaram calados quando os fundos de pensão do BB, CEF, Correios e Petrobrás foram saqueados e esvaziados.
    Querem por que querem vacinas, mesmo sem comprovação científica como é o caso da coronavac, ou seja, vivem um mundo paralelo onde tudo deles está certo e o resto do mundo errado. Se eles cometem ilegalidade, não há problema. Se a oposição vive dento da legalidade, mas falam da corrupção deles, são imorais, reacionários, fascistas…
    Eita que a turma de patetas continua firme e forte defendendo seus bandidos de estimação.

  3. Bolsodoido faz outras acusações contra a china e atrasa mais um ano, ele sempre força pra o pior acontecer

    1. Doido é quem defende a responsabilidade da China nessa pandemia, esconderam o vírus do mundo, proibiram a imprensa de divulgar as notícias sobre a doença, prenderam o médico que descobriu o vírus, condenaram jornalistas que mostraram a gravidade da doença, negam informações a OMS até hoje.
      Doido é quem se faz de doido para não enxergar como a China tratou a pandemia e sonegou ao mundo informações sobre a doença.

    2. Diga qual foi o dia que não teve problema neste governo do BOZO.

    3. Conversa mole…
      Se bolsonaro falar alguma coisa dos Estados Unidos Joe Biden vai deixar de mandar vacina da Pfizer? E se for com a Inglaterra? O problema é corpo moledo DORIA junto com esse Dimas Covas. Lembra-se que eles falavam até em exportar essas vacinas fracas? Tem que apertar os dois na CPI cancelar contrato, pedir indenização e Conprar só a melhor vacina que é Pfizer. Pelo menos compra de uma empresa e não de uma ditadura.

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Saúde

Butantan entrega 2 milhões de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde nesta segunda e confirma mais 1 milhão na quarta-feira

Foto: ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O Butantan entrega nesta segunda-feira (10) mais 2 milhões de doses CoronaVac, vacina contra Covid produzida pelo Instituto em parceria com o laboratório Sinovac, ao Ministério da Saúde.

Com o novo carregamento, o total de vacinas oferecidas por São Paulo ao Plano Nacional de Imunizações (PNI) chega a 45 milhões de doses desde o início das entregas, em 17 de janeiro.

Na quarta (12), serão enviados mais 1 milhão de doses. Os novos lotes foram envasados com insumo recebido pelo Butantan em abril.

As novas entregas permitirão ao Instituto concluir o primeiro contrato firmado com o governo federal para o fornecimento de 46 milhões de doses, que sofreu atraso de algumas semanas após problemas com a entrega de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) vindos da China.

Com G1

Opinião dos leitores

  1. A governadora Fátima do PT já comprou quantas vacinas? Fez o que com os bilhões que recebeu do governo Bolsonaro? Se não fosse o presidente, a coisa teria sido muito pior.

  2. Estamos vencendo a crise sanitária. A realidade não respeita as narrativas mentirosas da oposição “lacradora”. Graças ao governo Bolsonaro.

    1. Graças ao governo Bozo estamos muuuuuuito atrasados na vacinação. Pode escrever o quiser, mas da verdade ninguém escapa. Eu sei que o Brasil no seu mundinho particular está às mil maravilhas. Mas só no seu mundinho estranho mesmo.

    2. No meu “mundinho”, o Brasil é o 4° país no mundo que mais vacina, já adquiriu mais de 500 milhões de doses de vacina, está aplicando bem mais que 1 milhão de doses por dia já faz tempo e está desenvolvendo vacinas 100% brasileiras. Em breve, estaremos exportando vacinas. E a popularidade do presidente pode ser vista por todo local por onde ele anda. E no seu “mundinho”, o bandido de 9 dedos já é inocente e já assumiu o poder? E já começou o governo de Fátima do PT no RN? Quando vai iniciar? Vc está recebendo seus “pixulecos” direitinho? Acorde prá vida, “cumpanhero”.

  3. De cada 10 vacinas que temos, 8 é da CoronaVac, se não fosse o Butantan, estaríamos como?
    10 mil mortes por dia?
    Se isso não for genocídio, eu não sei mais o que é.

    1. Só pra esclarecer o que é genocídio..
      Essa palavra faz menção à qualquer tentativa de exterminar um grupo de pessoas por conta de sua etnia, raça, religião ou nacionalidade…
      Tem que haver o dolo…
      Alguém foi morto por ser negro, branco, católico, espírita, de esquerda ou direita, do grupo GLTBVQZW???
      Acho que não…

  4. A coronavac não tem a devida comprovação científica, não é aceita em nenhum país da europa e Estados Unidos. Só os países da américa latina e subdesenvolvidos adotaram.
    A anvisa foi praticamente obrigada a aceitar essa vacina sem comprovação por pressão da esquerda. A esquerda que baniu a medicação precoce por não ter comprovação científica. Não se trata de salvar vidas e sim, manter a politicagem antes das vidas.

  5. ….” vacinas oferecidas por SÂO Paulo…” onde isso? Tem vacinas também oferecidas pelo Rio de Janeiro? Na verdade são vacinas ( a mais fraca por sinal) envasadas pelo Instituto Butantã e compradas pelo governo federal. Uma vergonha além de vacina fraca ainda demoram a produzir…

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Saúde

Ministério da Saúde lança estudo para entender comportamento da Covid-19 em 274 cidades do país, e Queiroga diz que ‘negacionismo é negar o que o governo federal tem feito no investimento na pesquisa’

Foto: Agência O Globo

Em evento de lançamento da pesquisa PrevCOV, sobre a prevalência de infecção pela Covid-19 no Brasil, realizado nesta quarta-feira, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga afirmou que “negacionismo é negar o que o governo federal tem feito no investimento na pesquisa, na ciência e na tecnologia”.

As declarações foram percebidas como respostas às críticas feitas ao governo federal durante a CPI da Covid no Senado, que investiga possíveis ações e omissões do governo Bolsonaro no combate à pandemia. A CPI começou a ouvir nesta terça-feira ex-ministros da Saúde antecessores de Queiroga durante a atual gestão.

O novo estudo, que deve começar em junho, é, informou a Saúde, um dos maiores do mundo sobre a soroprevalência do coronavírus. A pasta quer estimar a prevalência da infecção pelo coronavírus nas capitais, nos estados e nas regiões metropolitanas.

Entre os principais objetivos está mapear a extensão da transmissão do vírus e compreender o comportamento da doença no país e seus determinantes, como características demográficas e epidemiológicas dos participantes.

A amostra utilizada será semelhante à aplicada pela Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE. Ao todo, serão coletados dados em 274 cidades, com abrangência de 62 mil domicílios nestes locais e público alvo de 211.129 indivíduos. O investimento é, de acordo com o ministro, de R$ 200 milhões.

— (Este) é um governo que tem investido fortemente na pesquisa. Não só em relação a inquéritos epidemiológicos como esse, mas em pesquisa de fármacos inovadores, em fomento ao complexo industrial da saúde. Negacionismo é negar o que o governo federal tem feito no investimento na pesquisa, na ciência e na tecnologia — afirmou o ministro.

A PrevCov quer estimar a exata magnitude da infecção nas capitais e regiões metropolitanas para assim ter cálculos mais precisos da morbidade e letalidade da doença. O objetivo, diz a Saúde, é aperfeiçoar estratégias de enfrentamento à pandemia no Brasil e direcionar políticas de prevenção.

Em 14 meses de pandemia, o Brasil já perdeu, de acordo com os números do consórcio dos veículos de imprensa, 411.854 pessoas pela Covid-19.

Serão parceiras da PrevCov a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Vacinação e banco de dados

Segundo o Ministério da Saúde, os moradores das residências selecionadas para participar da pesquisa serão cntactados por SMS ou WhatsApp, e depois receberão uma ligação telefônica para confirmar os dados e fazer o agendamento. No dia da visita, um profissional de saúde identificado irá coletar uma amostra de sangue dos participantes.

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, destacou que o estudo possibilitará a coleta de dados sobre a vacinação contra a Covid-19 no país.

Além disso, parte das amostras será armazenada na Fiocruz para compor um biorrepositório — reservatório de amostras — nacional da infecção pelo Sars-Cov-2. Ele poderá ser usado para estudos complementares posteriores.

Ministério diz estar ‘empenhado’ em ampliar testagem

Queiroga também destacou ser necessário “pôr fim” à circulação do vírus para que “possamos ter nossa vida de volta como era antes” e defendeu a atuação do governo federal no enfrentamento à pandemia.

Queiroga afirmou que o governo “não mediu esforços para ter vacinas suficientes” e destacou que a maioria das doses de imunizantes contra a Covid-19 usadas no país serão produzidas em território nacional, em duas instituições públicas.

— O Brasil não pode persistir com complexo de vira-lata. Temos a capacidade de produzir vacinas para responder às epidemias e endemias que porventura assolem nossa sociedade — afirmou.

Queiroga também destacou a necessidade de continuar com medidas não farmacológicas e afirmou que o Ministério “está empenhado” em ampliar a testagem da população.

— Entendemos que com testagem adequada poderemos promover uma abertura segura da economia. Não podemos ficar na história de não fazer nada ou querer fazer tudo, e às vezes fazer de forma desarranjada que não traz os efeitos desejados pela sociedade e pelo governo. Bolsonaro tem de maneira clara externando sua preocupação em relação à saúde e à economia — disse o ministro.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Se fez estudo e pesquisas científica, e continua disseminando que aglomerar, ainda mais desprotegido pode, aí sim está tipificado o dolo, e é irrefutável essa constatação. Só resta impeachment e cadeia.

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Saúde

Ministério da Saúde inclui todas as gestantes e puérperas em grupo prioritário de vacina contra Covid

O Ministério da Saúde decidiu incluir todas as gestantes e puérperas no grupo prioritário de vacinação contra a Covid-19. A medida consta de uma nota técnica da pasta divulgada aos estados e municípios.

Até então, a vacina era indicada apenas para as grávidas que tinham doenças preexistentes ou estavam em algum outro grupo previsto para receber a vacina (como trabalhadores de saúde, entre outros) após avaliação de riscos e benefícios com o médico.

A estimativa é que existam hoje cerca de 3 milhões de gestantes e puérperas no país. O documento do ministério não cita data específica, mas estima que a oferta da primeira dose ocorrerá até o final de maio.

Na nota técnica, a pasta diz que a decisão pela inclusão das gestantes na campanha de vacinação considerou possíveis riscos e benefícios, a situação epidemiológica do país e dados que apontam aumento no risco de hospitalização de pacientes com Covid neste grupo.

O ministério afirma também que, ainda que a segurança e eficácia das vacinas contra a Covid não tenham sido avaliadas em gestantes, vacinas de plataformas de vírus inativado (como é o caso da Coronavac) já são utilizadas por esse grupo de mulheres no Calendário Nacional de Vacinação, e levantamento feito pela pasta em recomendações nacionais e internacionais apontou parecer favorável à imunização.

“Considerando ainda o momento pandêmico atual no Brasil com elevada circulação do Sars-CoV-2 e aumento no número de óbitos maternos pela Covid-19, ficou entendido que, neste momento, é altamente provável que o perfil de risco versus benefício na vacinação das gestantes seja favorável”, informa a nota, que cita análises por câmaras técnicas para a decisão.

“Portanto, o Programa Nacional de Imunizações (…), decidiu por recomendar a vacinação contra a Covid-19 de todas as gestantes e puérperas e incluí-las nos grupos prioritários para vacinação”, completa.

Ainda segundo a pasta, a vacinação das gestantes e puérperas deve ocorrer em conjunto com a vacinação de pessoas com comorbidades (como diabetes, hipertensão e outros fatores de risco) e pessoas com deficiência, mas em duas fases.

Na primeira, devem ser vacinadas gestantes e púerperas com comorbidades, independentemente da idade. Já a segunda inclui o restante das gestantes, independentemente de condições preexistentes.

Junto a essas fases, a pasta também traz na nota técnica uma especificação para os demais grupos de deficiência e comorbidades (veja abaixo), os quais devem ser organizados por faixa etária e outros critérios, como o acesso ao BPC (benefício de prestação continuada). Como a Folha mostrou, sem uma diretriz clara, estados estavam adotando critérios diferentes para organizar a vacinação dessa população.

O ministério orienta ainda gestantes com comorbidades a comprovar a situação por meio de exames, relatórios ou receitas médicas.

A vacinação deve ocorrer independentemente da idade gestacional. A nota técnica diz que mulheres puérperas que estejam amamentando devem ser orientadas a não interromper a prática.

Ainda segundo o ministério, a vacinação poderá ser realizada com qualquer vacina de plataforma de vírus inativado (Coronavac, por exemplo), vetor viral (Oxford/AstraZeneca) ou mRNA (Pfizer), respeitando os intervalos entre as doses recomendados.

A pasta também orienta respeitar o intervalo de no mínimo 14 dias entre a aplicação da vacina da gripe e outras indicadas a gestantes e a administração da vacina da Covid-19.

Neste mês, o secretário de atenção primária em saúde do ministério, Raphael Câmara, afirmou que as variantes do coronavírus no Brasil têm se mostrado mais agressivas em grávidas e recomendou postergar a gravidez nesse período crítico da pandemia. Câmara, porém, não especificou a quais variantes se referia nem mostrou pesquisas que comprovem que as novas variantes sejam mais agressivas especialmente nesse público.

Reportagem da Folha com dados do OOBr Covid-19, observatório obstétrico que agrupa informações de várias bases públicas, mostrou que o número de mortes maternas por Covid mais do que dobrou nas 13 primeiras semanas de 2021 em relação à média semanal do ano passado. Passou, assim, de 10,4 óbitos (449 mortes em 43 semanas de pandemia de 2020) para 22,2 nas primeiras semanas deste ano, com 289 mortes.

Embora estudos apontem que a gestação e o pós-parto aumentam o risco de complicações e morte por Covid-19, especialistas dizem que pesa nesse cenário a falta de assistência adequada, como acesso a UTI e ao procedimento de intubação.

O CDC (Centro de Controle de Doenças) dos EUA recomendou que as gestantes se vacinem contra a Covid-19. Um estudo recente mostrou que as vacinas da Pfizer e da Moderna são seguras para grávidas e bebês.

Em audiência na Câmara, a coordenadora do PNI, Francieli Fontana, disse que o governo não teria doses suficientes para fazer a vacinação apenas com Pfizer, daí a opção por incluir as demais vacinas também a gestantes.

“A vacina Coronavac tem uma plataforma bastante conhecida, e a Oxford e a Pfizer também não contém agentes vivos que podem se replicar no organismo”, disse. “Estudos pré-clínicos em animais e dados de gestantes vacinadas inadvertidamente em testes também não mostraram riscos.”

Confira a ordem recomendada pelo Ministério da Saúde para vacinação de pessoas com comorbidades, com deficiência e gestantes e puérperas:

Fase 1 (datas dependem da organização local):

Pessoas com síndrome de down, independentemente da idade;

Pessoas com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise) independentemente da idade;

Gestantes e puérperas com comorbidades, independentemente da idade;

Pessoas com comorbidades de 55 a 59 anos;

Pessoas com deficiência permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) de 55 a 59 anos

Fase 2:

Pessoas com comorbidades de demais faixas etárias, com critério de priorização por idade (pessoas de 50 a 54 anos, 45 a 49 anos, 40 a 44 anos, 30 a 39 anos e 18 a 29 anos);

Pessoas com deficiência permanente cadastradas no BPC;

Gestantes e puérperas independentemente de condições pré-existentes.

Fonte: Ministério da Saúde

Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Confesso que fui pesquisar o significado de “puérpera”. Em 53 anos de existência nunca ouvi essa palavra!

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Saúde

Ministério da Saúde pede que, se possível, mulheres adiem gravidez até melhora da pandemia

Foto: Johannes Eisele / AFP

O secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Raphael Parente, pediu, nesta sexta-feira (16), que as mulheres adiem a gravidez até haver uma melhora da pandemia, se for possível.

“Caso possível, postergar um pouco a gravidez, para um melhor momento, em que você possa ter a sua gravidez de forma mais tranquila. A gente sabe que na época do zika, durante um, dois anos, se teve uma diminuição das gravidezes no Brasil, e depois aumentou. É normal. É óbvio que a gente não pode falar isso para alguém que tem 42, 43 anos, mas para uma mulher jovem, que pode escolher um pouco ali o seu momento de gravidez, o mais indicado agora é você esperar um pouquinho até a situação ficar um pouco mais calma”, disse o secretário, que é médico e tem doutorado em ginecologia.

Parente justificou o pedido afirmando que a gravidez é, por definição, uma condição que favorece as tromboses – a formação de coágulos no sangue. A Covid-19 também favorece a ocorrência de tromboses, o que pode tornar a doença ainda mais perigosa na gravidez.

No ano passado, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) já havia alertado que grávidas corriam mais risco de desenvolver formas graves da Covid.

Grávidas em grupos de risco devem se vacinar

Raphael Parente também reforçou que, conforme portaria do Ministério da Saúde publicada no dia 15 de março, mulheres grávidas que tenham doenças prévias têm recomendação de receber uma vacina contra a Covid-19 e já podem ir aos postos se vacinar.

As grávidas que não têm doenças também podem ser vacinadas depois de passar por uma avaliação de risco e benefícios.

Segundo as novas orientações, é recomendado que as gestantes com as seguintes condições prévias sejam vacinadas:

diabetes
hipertensão arterial crônica
obesidade (IMC maior ou igual a 30)
doença cardiovascular
asma brônquica
imunossuprimidas
transplantadas
doenças renais crônicas
doenças autoimunes

A vacinação de grávidas, com ou sem doenças prévias, deve seguir o calendário de vacinação dos grupos prioritários, disponíveis no Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19.

A vacina também pode ser dada a mulheres no puerpério (período de até 60 dias após o parto) e que estejam amamentando (lactantes). As lactantes não devem interromper o aleitamento ao receber a vacina e podem doar leite mesmo vacinadas.

No caso de lactantes e puérperas, as mulheres devem pertencer a um dos grupos prioritários listados no Plano Nacional de Vacinação, divulgado em janeiro. O documento listava 29 grupos com prioridade e não incluía gestantes (entenda abaixo).

O que mudou?

Em janeiro, o Ministério da Saúde divulgou um Plano Nacional de Vacinação que previa algumas regras para vacinação de grávidas, lactantes e puérperas. Algumas dessas regras foram mudadas. Veja algumas das alterações:

Gestantes de grupos prioritários poderiam ser vacinadas, após uma avaliação de riscos e benefícios. Essa orientação mudou: agora, o Ministério da Saúde recomenda que grávidas com doenças prévias sejam vacinadas.

As grávidas sem doenças prévias não eram citadas no documento de janeiro; agora, elas podem ser vacinadas após uma avaliação de riscos e benefícios, principalmente em relação às atividades desenvolvidas pela mulher. Isso porque alguns critérios de definição dos grupos prioritários da pasta envolvem a profissão, e não doenças prévias.

O ministério acrescentou a informação de que mulheres vacinadas podem doar leite materno.

O que ficou igual?

As mulheres lactantes e no puerpério podem se vacinar, desde que façam parte dos grupos prioritários.

As grávidas e lactantes, mesmo nos grupos prioritários, podem escolher não se vacinar. Elas devem ser apoiadas em sua decisão e instruídas a manter medidas de proteção como higiene das mãos, uso de máscaras e distanciamento social.

Se forem vacinadas, as lactantes não devem interromper o aleitamento.

G1

 

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Geral

Ministério da Saúde já distribuiu mais de 50 milhões de doses de vacina contra a covid-19 em todo o país

Foto: © Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministério da Saúde já distribuiu mais de 50 milhões de doses de vacina contra a covid-19 em todo o país desde o início da campanha. “Até o momento, mais de 31,9 milhões de doses foram aplicadas em todo o país”, informou nesta quinta-feira (15), em nota, a pasta.

A marca foi atingida nesta semana, com o envio de mais 6,3 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal, o que resultou em um total de 53,9 milhões de doses desde o início da campanha de vacinação.

Segundo o ministério, a remessa abrange 3,8 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford, produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); e 2,5 milhões de doses da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan – ambas produzidas no Brasil a partir de matéria-prima importada. O envio será feito “de forma proporcional e igualitária” entre as unidades federativas, a partir de amanhã (16).

“Nessa leva, parte das vacinas será destinada para a primeira dose de idosos entre 60 e 69 anos, trabalhadores da saúde e forças de segurança e salvamento e Forças Armadas”, informou o ministério. Outra parcela dos imunizantes vacinará, pela segunda vez, trabalhadores da saúde, idosos entre 65 e 69 anos, além de 100 mil moradores do Amazonas.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Hô Véio Bom da gota serena é o Presidente Bolsonaro.
    O homem é bom, o homem é espetacular.
    MITO 2022

    1. Ministério da saúde distribui, graças ao Governo de SP e contra a vontade do Presidente…, 50 milhões de vacinas.

      Corrigindo a reportagem.

      Mas o gado pode ficar feliz no mundo de Alice.

    2. Governo de São Paulo? Kkkkk se fosse de São Paulo toda população Paulista já estaria vacinada…As vacinas são do Brasil compradas pelo governo federal. São Paulo só faz prrencher os vidrinhos com dez ou nove doses cada um.

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Saúde

Butantan entrega 1 milhão de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde nesta quarta

Foto: ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O Instituto Butantan liberou nesta quarta-feira (14) mais 1 milhão de doses da vacina CoronaVac ao Ministério da Saúde. É o segundo lote enviado nesta semana ao programa nacional.

Com o novo carregamento, o total de vacinas oferecidas por São Paulo ao Plano Nacional de Imunizações (PNI) chega a 40,7 milhões de doses desde o início das entregas, em 17 de janeiro. (Veja abaixo as datas e quantidades de doses já entregues).

Os caminhões com carregamento da vacina deixaram a sede do Instituto por volta das 8h. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, e o diretor do Instituto, Dimas Covas, acompanharam a liberação do lote.

A expectativa é de que o total de vacinas entregues ao país pelo Butantan some 46 milhões até o dia 30 de abril. Mais dois envios de 2,5milhões cada devem ser feitos nos dias 19 e 21 deste mês.

Com G1

Opinião dos leitores

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Saúde

Ministério da Saúde distribui mais 4,4 milhões de vacinas contra covid

FOTO: LOIC VENANCE / AFP

O Ministério da Saúde informou que mais um lote de vacinas contra a covid-19 será entregue a todos os estados e Distrito Federal para reforço da campanha de vacinação a partir desta quinta-feira (8). Conforme a pasta, estão sendo enviadas 4.416.550 milhões de doses, sendo 2.008.800 da CoronaVac, do Instituto Butantan, e 2.407.750 da AstraZeneca/Oxford, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Os dois imunizantes são produzidos no Brasil com matéria-prima importada.

De acordo com a SVS (Secretaria de Vigilância em Saúde), as doses serão destinadas para vacinação de trabalhadores da saúde, idosos entre 65 e 74 anos, forças de segurança e salvamento, além das Forças Armadas que atuam na linha de frente do combate à pandemia.

Nesta leva, parte das vacinas será destinada para a primeira dose dos agentes das forças de segurança e salvamento e Forças Armadas e idosos entre 65 e 69 anos. Outra parcela dos imunizantes irá vacinar, pela segunda vez, trabalhadores da saúde e idosos entre 70 e 74 anos.

De acordo com o governo federal, o objetivo é garantir a cobertura do esquema vacinal no tempo recomendado de cada imunizante: quatro semanas para a vacina do Butantan e 12 semanas para as doses da Fiocruz.

“A estratégia de distribuição para aplicação da primeira e segunda doses é revisada semanalmente em reuniões tripartites (governos federal, estaduais e municipais), observando as confirmações do cronograma de entregas por parte dos laboratórios”, diz o comunicado do Ministério da Saúde.

Balanço

A campanha nacional de vacinação começo em 18 de janeiro. Até o momento, contando com esse novo lote, já foram destinadas aos Estados mais de 47,5 milhões de doses, com um alcance de aproximadamente 26,4 milhões de brasileiros, diz o Ministério da Saúde. Até a manhã desta quinta (8), mais de 24,2 milhões de doses já foram aplicadas.

Escassez de matéria prima

Nesta quarta-feira (7), o Instituto Butantan divulgou nota oficial afirmando que a falta de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) não vai afetar a produção da vacina CoronaVac nesta semana, garantindo assim o cronograma de entrega de 46 milhões de doses do imunizante ao governo federal até o fim de abril.

Conforme o instituto paulista, foram envasadas todas as doses com o IFA que estava disponível. Agora, o Butantan aguarda a chegada de uma nova carga da matéria-prima vinda da China e que tem previsão de chegar ao Brasil na próxima semana.

Autoridades sanitárias temem que o atraso impossibilite a fabricação de 5 milhões de doses da CoronaVac, metade do previsto para o mês.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, declarou que esperar o restabelecimento da produção do Butantan.

R7

 

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Saúde

Butantan entrega mais 1 milhão de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde nesta quarta

Foto: Reprodução

O Instituto Butantan liberou nesta segunda-feira (5) mais 1 milhão de doses da vacina CoronaVac ao Ministério da Saúde.

Com o novo carregamento, o total de vacinas oferecidas por São Paulo ao PNI (Plano Nacional de Imunizações) chega a 38,2 milhões de doses desde o início das entregas, em 17 de janeiro. (Veja abaixo as datas e quantidades de doses já entregues).

Os caminhões com carregamento da vacina deixaram a sede do Instituto por volta das 8h. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, acompanharam a liberação do lote.

A gestão de João Doria articula com o governo chinês para conseguir a liberação de 6 mil litros insumos. Com eles será possível produzir 8 milhões de doses.

Cronograma CoronaVac

Até o dia 30 de abril, o total de vacinas garantidas pelo Butantan ao país somará 46 milhões.

O Butantan realiza uma força-tarefa para seguir envasando, em ritmo acelerado, doses para a entrega ao Programa Nacional de Imunizações. Para dar conta da demanda, o instituto dobrou o quadro de funcionários na linha de envase.

Próximas doses

No final de abril, o número de vacinas garantidas por São Paulo ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) somará 46 milhões. As doses de abril já estão em produção.

O Butantan trabalha para enviar outras 54 milhões de doses para vacinação dos brasileiros até 30 de agosto, totalizando 100 milhões de unidades.

Insumos

No dia 4 de março, o instituto recebeu uma remessa de 8,2 mil litros de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), correspondente a cerca de 14 milhões de doses, desembarcou em São Paulo para serem envasados, rotulados e embalados no instituto.

Doses da Coronavac entregues ao Ministério da Saúde em 2021

17 de janeiro: 6 milhões de doses

22 de janeiro: 900 mil doses

29 de janeiro: 1,8 milhão de doses

5 de fevereiro: 1,1 milhão de doses

23 de fevereiro: 1,2 milhão de doses

24 de fevereiro: 900 mil doses

25 de fevereiro: 453 mil doses

26 de fevereiro: 600 mil doses

28 de fevereiro: 600 mil doses

3 de março: 900 mil doses

8 de março: 1,7 milhão

10 de março: 1,2 milhão

15 de março: 3,3 milhões

17 de março: 2 milhões

19 de março: 2 milhões

22 de março: 1 milhão

24 de março: 2,2 milhões

29 de março: 5 milhões

31 de março: 3,4 milhões

5 de abril: 1 milhão

7 de abril: 1 milhão

Fonte: Instituto Butantan e Governo de SP

G1

Opinião dos leitores

  1. Se não fosse a “vachina” o que seria de nós hein? 90% ou mais dois vacinados tomou a coronavac. Até a mãe do MINTOmaníaco tomou essa… Agora o inepto quer comprar a sputinik antes que os governadores comprem …

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Saúde

2ª REMESSA DA SEMANA: Butantan entrega 3,4 milhões de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde nesta quarta

Foto: ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O Instituto Butantan liberou nesta quarta-feira (31) mais 3,4 milhões de doses da vacina CoronaVac ao Ministério da Saúde.

É a segunda remessa enviada ao governo federal nesta semana. Na segunda, foi entregue o maior lote de doses envasadas pelo Instituto, que é responsável pela etapa final de produção. Veja mais abaixo as datas e quantidades de doses já entregues.

Os caminhões com carregamento da vacina deixaram a sede do Instituto por volta das 8h. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, e o diretor do Instituto, Dimas Covas, estiveram no local para acompanhar a liberação.

A previsão do governo estadual é a de que o Instituto receba um novo lote de insumo entre os dias 6 e 8 de abril.

Cronograma CoronaVac

Com o novo carregamento, o total de vacinas oferecida por São Paulo ao PNI (Plano Nacional de Imunizações) chega a 36,2 milhões de doses desde o início das entregas, em 17 de janeiro. Até o dia 30 de abril, o total de vacinas garantidas pelo Butantan ao país somará 46 milhões.

O Butantan realiza uma força-tarefa para seguir envasando, em ritmo acelerado, doses para a entrega ao Programa Nacional de Imunizações. Para dar conta da demanda, o instituto dobrou o quadro de funcionários na linha de envase.

Próximas doses

No final de abril, o número de vacinas garantidas por São Paulo ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) somará 46 milhões. As doses de abril já estão em produção.

O Butantan trabalha para enviar outras 54 milhões de doses para vacinação dos brasileiros até 30 de agosto, totalizando 100 milhões de unidades.

Insumos

No dia 4 de março, o instituto recebeu uma remessa de 8,2 mil litros de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), correspondente a cerca de 14 milhões de doses, desembarcou em São Paulo para serem envasados, rotulados e embalados no instituto.

Em fevereiro, o diretor do Instituto, Dimas Covas, disse que até o Butantan deve receber 6 mil litros insumos em abril. Com eles será possível produzir 8 milhões de doses.

Doses da Coronavac entregues ao Ministério da Saúde em 2021

17 de janeiro: 6 milhões de doses

22 de janeiro: 900 mil doses

29 de janeiro: 1,8 milhão de doses

5 de fevereiro: 1,1 milhão de doses

23 de fevereiro: 1,2 milhão de doses

24 de fevereiro: 900 mil doses

25 de fevereiro: 453 mil doses

26 de fevereiro: 600 mil doses

28 de fevereiro: 600 mil doses

3 de março: 900 mil doses

8 de março: 1,7 milhão

10 de março: 1,2 milhão

15 de março: 3,3 milhões

17 de março: 2 milhões

19 de março: 2 milhões

22 de março: 1 milhão

24 de março: 2,2 milhões

29 de março: 5 milhões

31 de março: 3,4 milhões

G1

Opinião dos leitores

  1. BG!!
    Essa essa já é da que Fátima cadeado comprou??
    A família pixuleco, ze gado, tico de adauto querem se vacinar.
    ihihihihihi
    ihihihihihi
    Agora compre!!!

  2. Tá faltando gente pra receber a vacina, desde sábado o arena das dunas tá vazio, falta baixar a faixa de idades

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