Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O Estadão destaca nesta quarta-feira(30). Para Mourão, a reação do presidente Bolsonaro foi proporcional à notícia vinculando seu nome às investigações sobre a morte de Marielle.
“Quando a pessoa é atingida de forma desleal, e sabe muito bem que não tem nada a ver com o processo, a pessoa se sente triste. Sente-se enraivecida”, disse o vice-presidente. “Acho que o presidente reagiu com bastante calma até.”
Mourão cobrou que a investigação seja feita “de forma correta” pela polícia do Rio de Janeiro. Segundo ele, o presidente tem autoridade para pedir que o porteiro seja ouvido por outras pessoas.
Mais cedo, Bolsonaro declarou que acionará o ministro da Justiça, Sérgio Moro, para que o porteiro do condomínio preste um novo depoimento à Polícia Federal.
“Esse inquérito está sendo conduzido lá pela polícia do Rio de Janeiro. A gente sabe que a polícia do Rio, parte dela, está envolvida nesse crime”, disse Mourão.
Com informações do Estadão
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