Furar a fila da vacinação é ‘falta de caráter e sensibilidade’, diz Mourão

Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta sexta-feira que quem “fura” a fila da vacinação contra Covid-19 demonstra falta de solidariedade e de caráter. Mourão pediu que a população se conscientize e compareça somente no momento adequado.

— É necessário também que as pessoas se conscientizem, que cada um tem que comparecer de acordo com o seu grupo, para ser vacinado. E não procurar atropelar o processo. Isso denota uma falta de solidariedade, uma falta até de caráter da pessoa que faz isso — disse o vice-presidente, ao chegar no Palácio do Planalto.

Em pelo menos cinco estados — Amazonas, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe — há sinais de uma interferência política na vacinação, com gestores de saúde ou pessoas ligadas a eles furando a fila de prioridade para receber a primeira dose. O Ministério Público investiga os dribles nos critérios oficiais.

Mourão afirmou que a “corrida da vacina” afeta todos os países, porque os insumos existentes não são necessários para para a produção:

— Essa corrida da vacina é uma corrida que está, vamos dizer assim, causando problema no mundo inteiro, porque tem uma quantidade enorme de gente a ser vacinada. A quantidade de insumos a ser produzida não é dentro da necessidade.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cajarana disse:

    Poxa! Até parece que estamos na Dinamarca ou Japão. O Brasil sempre foi assim: Se poder fala com o gerente para não entrar na fila; arruma um atestado pra não entrar na fila; senta na poltrona destinada a idosos; diz que é de menor; diz que e filho do deputado, prefeito, coronel, do doutor dono de tal clínica e por aí vai… Sim, diz que é jornalista e que está atrasando para o início do programa e fura a fila…

  2. Tico de Adauto disse:

    É. Mas Não vejo caráter no governo federal. A mentira é uma constante e isso também é falta de caráter.

  3. Tarcísio Eimar disse:

    É pra dar cadeia

  4. Tom França disse:

    Será que essas pessoas conseguem deitar a cabeça no travesseiro e dormir sossegadamente? Se não tiverem caráter e hombridade, sim!

  5. Natalense disse:

    Mourão, presidente do Brasil ainda em 2021. Eu creio!

Mourão diz que Macron ‘não está bem’, e emenda crítica: “desconhece a produção de soja do Brasil. Nossa produção de soja é feita no cerrado ou no sul do país”

ADNILTON FARIAS/VPR 

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta quarta-feira (13) que o presidente da França, Emmanuel Macron, desconhece a produção de soja no Brasil e que as críticas feitas por ele externaram “interesses políticos de agricultores franceses”.

Na terça (12), em mensagem em uma rede social, Macron disse que “continuar dependendo da soja brasileira é endossar o desmatamento da Amazônia”. Ele defendeu coerência nas “ambições ecológicas” e declarou que “quando importamos a soja produzida a um ritmo rápido a partir da floresta destruída no Brasil, nós não somos coerentes”.

Mourão afirmou que a presença de soja na Amazônia “é ínfima”, mas que a capacidade de produção brasileira é “imbatível.”

“Monsieur Macron n’est pas bien (o senhor Macron não está bem, em tradução literal)”, disse Mourão, em francês. “Macron desconhece a produção de soja do Brasil. Nossa produção de soja é feita no cerrado ou no sul do país”, afirmou o vice-presidente.

“Então, eu acho que nada mais, nada menos, [Macron] externou aí aqueles interesses protecionistas dos agricultores franceses. Faz parte do jogo político”, completou.

Na fala, o presidente francês não apresentou dados que corroborem com suas declarações. O G1 entrou em contato com o Ministério da Agricultura, que informou que não comentaria as falas do presidente francês.

“A produção agrícola na Amazônia é ínfima. Por outro lado, a nossa capacidade de produção ela é imbatível, vamos colocar assim. Nossa competição nesse ramo aí está muito acima dos demais concorrentes”, concluiu Mourão.

Macron tem dado declarações públicas de descontentamento com a política ambiental brasileira desde meados de 2019, quando as imagens das queimadas na Amazônia correram o mundo e aumentaram a pressão sobre o governo do Brasil em um momento em que a União Europeia negocia um acordo comercial com o Mercosul.

No auge da crise ambiental na região amazônica, Macron se desentendeu com o presidente Jair Bolsonaro, e os dois trocaram acusações públicas. O francês chamou as queimadas que ocorriam no país de “crise global” e disse que os países integrantes do G7 deveriam debater, com urgência, a questão. Em resposta, o brasileiro afirmou que o posicionamento de Macron evocava “mentalidade colonialista descabida no século 21”.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    To com Macron e não abro.
    Governo bovino desastrado em todas as áreas. 2022 tem dia D e hora H.

Curado da Covid-19, Mourão diz que tomará vacina e que não vai furar fila

Foto: Isac Nóbrega/PR

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira (11) que vai tomar a vacina contra Covid-19 mas que não vai “furar fila”, ou seja, não receberá o imunizante antes das pessoas que têm prioridade segundo os critérios definidos pelo Ministério da Saúde.

Mourão voltou ao trabalho nesta segunda após 12 dias em isolamento no Palácio do Jaburu para tratamento da doença. A jornalistas ele defendeu ainda que a imunização contra a Covid-19 é uma questão coletiva, e não individual.

“[Pretendo tomar a vacina] dentro da minha vez. Eu sou grupo dois de acordo com o planejamento [do Ministério da Saúde]. Não vou furar a fila, a não ser que seja propagandística”, disse o vice-presidente se referindo à possibilidade de tomar vacina ante do prazo para incentivar outras pessoas a aderirem à campanha de imunização.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analisa o pedido de uso emergencial no Brasil de duas vacinas contra a Covid-19. Uma é do Instituto Butantan, desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac. A outra é desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca, do Reino Unido.

O vice-presidente defendeu ainda que “a vacina é para todo o país” e “uma questão coletiva.” As declarações de Mourão vão na direção oposta daquelas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro, que tem dito que não vai tomar a vacina e defende que ninguém seja obrigado a se vacinar.

“Eu acho que a vacina é para o país como um todo, é uma questão coletiva, não individual. O individuo aqui está subordinado ao coletivo, neste caso”, disse Mourão.

O vice falou sobre o período de isolamento e os sintomas da doença. “Eu tive três dias ali que realmente os sintomas foram mais pesados e, depois, não”, disse “A partir do quinto, sexto dia, eu estava bem”, descreveu.

Ele também lamentou o “número elevado” de mortes por Covid-19 no Brasil.

Disputa na Câmara

O vice-presidente disse que a disputa pela presidência da Câmara dos Deputados deve ser apertada, mas que os dois candidatos que disputam o cargo, os deputados Arthur Lira (PP-AL), apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, e Baleia Rossi (MDB-SP), apoiado pelo atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e por partidos de oposição, têm um índice alto de votações com o governo em matérias analisadas na Casa.

“Em qualquer hipótese, o governo tem que ter uma boa conexão, uma boa ligação com Câmara e Senado, no sentido de a gente poder aprovar aquilo que é necessário para o país poder avançar”, disse.

“Nós temos aquelas PECs que estão ali desde o começo do ano passado, mais a questão das reformas. Então, precisamos trabalhar forte esse ano”, analisou.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Messias de Barro disse:

    Mourão não dá moleza pra ignorância. Deve ser duro um cara com a capacidade dele ser vice de um palhaço sem noção e desonesto como Bozo. Mas ele tira de letra e pode ser o próximo presidente pra reabilitar a imagem das forças armadas, já tão desgastada com essa aventura bovina.

  2. Jose de Arimatea Lopes Fernandes disse:

    Mourão estar na preferência dos brasileiros para substituir o capitão, que por ter sido expulso do exército , estar se vingando da punição, desgastando a imagem do exército. Mourão tem formação de "escola superior " tem total domínio das emoções e temperamento, tem capacidade, saúde mental, família decente e articulação. Vai tirar o Brasil do isolamento exterior, restaurar a imagem do exército brasileiro, e colocar a locomotiva nos trilhos. TCHAU BOLSONARO.

  3. Luiz Antônio disse:

    Esse general está ficando rebelde.

  4. ZéGado disse:

    Um verdadeiro ESTADISTA, o vice-presidente Mourão.

  5. Lourenço disse:

    Será que o mentecapto do Dove Dedos, JANJA, os Ronaldinhos filhos, Lilidenberg, o Vampiro de PE, Narizinho Amante Hoffman, Nonho, não vão querer tomar logo a vacina do calça curta? Pense numa amizade forte e bonita.

  6. Manoel disse:

    O MINTOmaníaco vai fazer o mesmo: tomar a primeira vacina que estiver disponível. Mas pra manter a narrativa negacionista, decretou sigilo de 100 anos de ser cartão de vacinação! Assim ninguém saberá a verdade…

  7. ricardo borges disse:

    Trump: não tomo vacina Mike Pence: Tomo vacina
    Bozo: não tomo vacina e ainda escondo meu cartão de vacinação… Mourão: tomo vacina

    Brasil vs EUA

  8. João Soares disse:

    Temos um vice com capacidade dez vezes maior que o presidente. Educado, inteligente, fala pouco, não rouba nem deixa roubar……e mais inúmeras qualidades. Se não for o vice desse bizonho, poderia se candidatar pois é muito mais qualificado que bolsonaro.

  9. RCMelo disse:

    Que o STF e o STJ escute isso.

Mourão passa bem e toma hidroxicloroquina, nitazoxanida e azitromicina contra covid-19

FOTO: CLÁUDIO MARQUES/ FUTURA PRESS/ ESTADÃO CONTEÚDO – 23.10.2020

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, passa bem nesta segunda-feira (28) de acordo com nota da assessoria de comunicação da vice-presidência. Ele foi diagnosticado com covid-19 neste domingo (27) após apresentar dores no corpo, dor de cabeça e febre baixa.

Ainda de acordo com a nota, Mourão iniciou o tratamento por recomendação médica com os medicamentos faz uso de hidroxicloroquina, nitazoxanida (Annita), azitromicina e remédios para dor e febre. Ele segue em isolamento no Palácio do Jaburu.

Leia abaixo a íntegra da nota:

VICE-PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Assessoria de Comunicação Social

Nota Informava nº 14/2020/VPR-ASCOM

Assunto: Estado de saúde do Vice-Presidente da República

Antes de ter sido diagnosticado com Covid-19, o Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão, apresentou mialgia (dor no corpo), cefaléia (dor de cabeça) e febre, que não passou de 38 graus, o que o levou a fazer o exame, confirmando o teste positivo no dia de ontem (27).

De acordo com a recomendação médica, faz uso de Hidroxicloroquina, Annita, Azitromicina e sintomácos (remédio para dor e febre).

O estado geral de saúde do Vice-Presidente da República é bom, encontrando-se em isolamento na residência oficial do Jaburu.

Brasília, 28 de dezembro de 2020.

Atenciosamente,
Assessoria de Comunicação Social da Vice-Presidência

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    De carrapto e verme o general de cueca nao sofre mais.

  2. Bolsovirus disse:

    Ozônio é para o gado que ele não é besta.

  3. Ex-Petralha disse:

    Ozônio é de uso exclusivo dos Ptralhas e Calcinha apertada. Kkkk

  4. Mourão Presidente disse:

    Que Mourão se recupere logo pra ter força e tirar o miliciano

  5. Sérgio disse:

    E o ozônio?????????

  6. Calígula disse:

    Saúde

Mourão diz que 150 milhões de brasileiros devem ser vacinados contra Covid-19 até o fim de 2021

Vice-presidente Hamilton Mourão durante palestra na Associação Comercial de SP — Foto: Dani Pessanha/Associação Comercial de SP

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse na manhã desta segunda-feira (7) que espera ter até o fim de 2021 cerca de 150 milhões de brasileiros vacinados contra a Covid-19 em todo o país. No entanto, Mourão não mencionou a vacina de qual fabricante será utilizada e nem detalhou o plano de imunização.

“Brevemente nós vamos voltar a estar reunidos, como sempre estivemos, pois vamos dispor da vacina, a vacina que será distribuída em todo território nacional. Esperamos até o final de 2021 termos em torno de 150 milhões de brasileiros vacinados, que é um número extremamente significativo e, consequentemente, termos a capacidade de retomar a normalidade nas nossas vidas”, afirmou durante entrevista na Associação Comercial de São Paulo, em comemoração aos 126 anos da entidade.

O número citado por Mourão é superior aos 109,5 milhões de pessoas citadas pelo Ministério da Saúde em 1º de dezembro. O vice-presidente não explicou a divergência.

Na ocasião, o Ministério da Saúde disse que a estimativa é que a vacinação ocorra “em duas doses, como previsto pelos esquemas vacinais dos imunizantes já garantidos pelo Ministério da Saúde – Fiocruz/AstraZeneca e por meio da aliança Covax Facility”.

Durante a palestra, o vice-presidente também disse que o governo agiu de “forma eficiente” durante a pandemia e evitou um colapso do sistema com o repasse de recursos para estados e municípios, com a compra de recursos necessários e a distribuição de profissionais da saúde.

Em novembro, o presidente Jair Bolsonaro afirmou em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o Ministério da Saúde não dá tratamento diferenciado às vacinas em desenvolvimento pela China e pela Universidade de Oxford.

As chamadas “definições preliminares da estratégia” não citam a vacina CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac, que está na fase final de testes e já tem previsão de distribuição no Brasil.

Em 21 de outubro, Bolsonaro afirmou nas redes sociais que o Brasil não irá comprar “a vacina da China”. No dia anterior à postagem, o Ministério da Saúde havia anunciado a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac.

“A Consultoria Jurídica junto ao Ministério da Saúde assegura que não há tratamento diferenciado entre a vacina Coronavac e a AstraZeneca”, diz parecer assinado pelo presidente e elaborado pela Advocacia Geral da União (AGU).

Plano preliminar

Em 1º de dezembro, o Ministério da Saúde divulgou os primeiros pontos da estratégia “preliminar” para a vacinação da população contra a Covid-19 que será divido em quatro etapas:

Primeira fase: trabalhadores da saúde, população idosa a partir dos 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (como asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena.

Segunda fase: pessoas de 60 a 74 anos.

Terceira fase: pessoas com comorbidades que apresentam maior chance para agravamento da Covid-19 (como pacientes com doenças renais crônicas e cardiovasculares).

Quarta fase: professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade.

Apesar da divulgação preliminar, o governo afirma que o plano de imunização só ficará pronto quando houver vacina registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PEDRO VERDADEIRO. disse:

    Manoel Mané, vc, nove dedos, a Anta e turma desprezível politicamente , devem esquecer essa vacina seja lá de onde vier. Seu piegas ladrão e a burra da Anta, deveriam recomendar a vcs o óbvio, covid não acontece em médicos, portanto, nada de vacina. Quero ver se vc tem coragem em ficar imune, inclusive não desejo a sua contaminação ou morte, vc tem que sofrer muito para ver e aprender que o Brasil tem uma esperança, bem como, um presidente eleito por 57 milhões de brasileiros, Axé.

  2. Joab Brasil disse:

    Esse KAKA deve ter sonhos com Lula.
    Se num tiver cuidado vai terminar arranjando um bucho e dando a luz a um lulinha.
    Êita véi macho!!!

  3. Manoel disse:

    Até fim de 2021?
    Isso é piada ou o q?
    Tem nações começando a vacinar tdo mundo agora em janeiro.

  4. Coronel Lapada disse:

    O único que ainda possui juízo nesse governo, o pai da rachadinha (bozoró), quer que todo mundo morra.

    • Kaka disse:

      Já sei , você é viúva do maior ladrao da história da humanidade?? Aquele vagabundo que roubou o país ?? Lula , ou melhor , tinha um cargo no governo PTralha, a casa caiu e perdeu o cabide , vá aprender a trabalhar

    • Everton disse:

      KAKA, que tesão é esse por Lula, nem os petistas falam tanto nele quanto tu.

Mourão alerta para ‘pilares básicos da economia no vermelho’, e diz que ‘se nada for feito, como a reforma do Estado, em dois anos não haverá condições de sustentar o governo’

Mourão afirmou que déficit nas contas públicas começou a ser sanado com a reforma previdenciária (Adriano Machado/Reuters)

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse na manhã desta segunda-feira, 7, em palestra comemorativa aos 126 anos da Associação Comercial de São Paulo, que o País tem enfrentado ao longo dos últimos anos crises nos sistemas político, econômico e da sociedade. A crise econômica, destacou, veio sendo gestada ao longo dos últimos 30 anos.

No seu entender, se nada for feito, como a reforma do Estado, em dois anos não haverá condições de sustentar o governo. “Temos dois pilares básicos da economia no vermelho, abalados: o déficit nas contas públicas e a produtividade.”

Segundo ele, o déficit nas contas públicas começou a ser sanado com a reforma previdenciária. Mas isso foi gasto com os recursos destinados à pandemia do novo coronavírus. E alertou que, se não houver reforma do Estado brasileiro, “que é grande e gasta mal”, em dois anos não haverá condições de sustentar o governo. “É responsabilidade do nosso governo nesses dois anos trabalhar para superar os obstáculos, fazer as privatizações e equilibrar as contas púbicas, a fim de transmitir confiança para os investidores que desejam trazer seus recursos para o Brasil.”

Na palestra, ele criticou que os recursos de impostos e da dívida se perderam em gestões incompetentes e na corrupção, ao longo da crise gestada nos últimos 30 anos. Sobre as projeções para o PIB, ele destacou: “Tenho firme crença que a queda do PIB será de 4,5%; menos da metade dos prognósticos.”

Depois de lamentar que nesses dois anos de governo não foi possível avançar nas privatizações, ele falou que a nossa produtividade é baixíssima por conta dos problemas de infraestrutura. “O governo não tem dinheiro para infraestrutura e precisa atrair parceiro privado e, para atrair parceiro privado, precisamos ter ambiente amigável e com segurança jurídica”, frisou. E criticou também a Constituição brasileira, que no seu entender, não olhou futuro e colocou muitos deveres ao governo.

Para Mourão, é preciso investir na reforma tributária, que está madura. “Precisamos organizar e simplificar os impostos”, defendeu, destacando que isso é consenso. “Nosso sistema tributário custa R$ 70 bilhões ao ano (para governo e sistema produtivo), o que é muito”, avaliou.

Sobre o novo coronavírus, ele disse que o País não saiu da primeira onda. “Na minha visão a pandemia nunca saiu da primeira onda; agora é repique”, disse, elogiando o sistema público de saúde brasileiro, que foi capaz – junto com o governo brasileiro – de trabalhar de forma eficiente na pandemia.

E destacou: “Lamentamos as 176 mil vítimas, mas o trabalho da nossa medicina e dos gestores foi fantástico.”

Mourão disse também achar complicado a prorrogação do pagamento do auxílio emergencial pago pelo governo nessa pandemia, que termina neste mês.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PEDRO VERDADEIRO. disse:

    Everton veve, posso descrever para vc, alguns realmente distribuídos pelo MS, putos não, isso podemos resolver, e se vc teceu pelo meu comentário, a pergunta foi fácil e óbvia, só responder, só sou fixado em mulher bonita e inteligente, trabalhar com dignidade, ser cordial, educado, honesto e amigo. Fui eleitor do PT, mais de forma inteligente não sou mais, acho ruim pessoas Castries e desonestas.

  2. Joca disse:

    É claro!!! O governo tem que sustentar aposentadoria integral de militar que se aposenta com 50 anos e recebe aposentadoria por mais uns 30. Qual o orçamento que aguenta uma trolha dessa?

  3. Elizeu disse:

    Pra aprovar as
    merdas de reforma deles sempre vem com esse terrorismo que o Brasil vai se acabar se.não aprovar as bostas.

  4. Luís disse:

    O VP faz um comentário 100% alinhado com a agenda do Presidente e os abutres, esses seres trevosos, esses chavistas imundos, alardeiam um antagonismo.

  5. Maria disse:

    Cala a boca agourento! 😡

  6. Sergio disse:

    Os militares são das maiores despesas do Estado. Vamos começar por aí!

  7. Antonio Turci disse:

    O Vice tem razão. Apenas fez um relato nu e cru da realidade. Não vejo essa necessidade do presidente mandar ele "calar a boca".

  8. PEDRO VERDADEIRO. disse:

    Alguém sabe mesmo o que nove dedos era? Pior ainda era a Anta, que mesmo formada, secretaria de governo o escambal, que não sabia somar e falar, uma completa vergonha, fazia o mundo sorrir, se tivesse o título de palhaça, iria desmerecer os comediantes ou palhaços. Aí vcs jericos estariam contentes…..

    • Everton disse:

      Vira o disco, sua fixação pelo PT está demais. Vá logo a um psiquiatra, porque o MS vai começar a parar de ofertas certos serviços gratuitos…

  9. Brasil livre!! disse:

    Morão além de general também é economista? Só phd!!

    • Pronto falei disse:

      Não precisa ser phd pra falar e saber sobre o óbvio. Ele tá certíssimo.

  10. Chico 100 disse:

    Bolsonaro manda já ele calar a boca kkkkk

Mourão critica possibilidade de reeleição na Câmara e no Senado

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta sexta-feira (4) que a Constituição Federal é clara sobre a impossibilidade de reeleição no Senado e na Câmara dos Deputados em uma mesma legislatura. O tema está sendo debatido no STF (Supremo Tribunal Federal).

“Acho que a Constituição é clara, não pode. Eu acho que teria que mudar a Constituição, mas o Supremo tem, vamos dizer, tem o arbítrio para interpretar da forma que melhor lhe aprouver”, afirmou.

Também nesta sexta, Mourão disse considerar muito difícil que a reforma tributária seja aprovada este ano, apesar das promessas iniciais do governo, porque ainda não há um consenso sobre a proposta.

“Na minha visão eu acho complicado (aprovar esse ano) porque não há um consenso sobre qual é a melhor reforma”, disse o vice-presidente, um dos maiores defensores no governo da reforma tributária.

Mourão, no entanto, negou que o governo esteja travando a reforma tributária para evitar dar um palanque para uma eventual reeleição do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que desde o início encampou um projeto de reforma que está sendo tocado pela Câmara, independentemente da participação do governo federal.

“Eu não julgo que o governo esteja travando a reforma tributária. O que eu vejo que está acontecendo dentro do Congresso são dois fatores: o número 1 é essa questão da pandemia, em que o Congresso deixou praticamente de se reunir. E sem se reunir temas polêmicos praticamente não avançam”, disse o vice-presidente a jornalistas. “Em segundo lugar a disputa pela sucessão nas duas Casas. Ela foi deflagrado e a partir daí é um jogo lá dentro.”

Maia diz não ser candidato à reeleição mas, uma vez que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve autorizar que ele e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), concorram a mais um mandato, o deputado pode tentar uma nova eleição, o que contraria os planos do governo de Jair Bolsonaro.

O presidente entrou no jogo da disputa eleitoral da Câmara em defesa do aliado Arthur Lira (PP-AL), líder do centrão que tem sido um dos principais nomes de apoio do governo Bolsonaro no Congresso.

Apesar de diversas denúncias de corrupção e de ser investigado por um esquema de “rachadinha” e funcionários fantasmas quando era deputado estadual em Alagoas, o governo continua bancando a aposta em Lira.

Mourão afirmou que não trata de questões de “expressão política” do governo, mas justificou a opção por Lira.

“Vamos colocar o seguinte: a gente tem que ter base dentro do Congresso, tem que ter relacionamento, então, as peças do tabuleiro são essas e nós temos que saber trabalhar com elas”, disse.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    O mais interessado nisso é o planalto.
    Mas antes tem que fazer o drible da "vaca"!
    kkkkkkkkkkk

Mourão diz que é preciso repensar voto obrigatório no país

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira (30) que é necessário se questionar a necessidade do voto obrigatório no país após a quantidade expressiva de abstenções nas eleições municipais deste ano. No segundo turno, quase 30% dos eleitores preferiram não votar.

“É uma abstenção alta. Nos últimos anos ela já vinha [crescendo], acredito que aumentou por causa da pandemia”, disse Mourão. , “Há algum tempo já se discute a questão do voto obrigatório aqui no Brasil, quando você vê que tem gente que foi eleito com menos votos que os brancos, nulos e abstenções, isso é algo que a gente tem que pensar.”

Segundo o general da reserva do Exército, a maioria dos partidos que se saíram melhor nas eleições municipais estão ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

“Tem três partidos que detêm a maioria das prefeituras hoje: o MDB, o DEM e o PSDB. E o PP ficou bem posicionado. São os partidos de centro, e a maioria deles está apoiando o trabalho do presidente Bolsonaro.”

Ele analisou que a população escolheu prefeitos com experiência pública e reduziu o espaço dos chamados outsiders. “A população votou em quem sabe administrar, que é o que o prefeito tem que ser, solucionar aqueles problemas imediatos. Ao mesmo tempo, aquela turma que não tinha administrado nada, não tinha sido nem síndico do prédio em que morava ficou para trás.”

Mourão também criticou os institutos de pesquisa que, segundo ele, “têm que rever suas metodologias, porque furaram e furaram feio”. Não especificou qual teria sido o resultado questionável a que se referia.

Ele também declarou que o PT precisa se reinventar e superar a dependência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“O PT tem que se libertar, que acreditar que o Lula resolve tudo. O Lula é passado, eles têm que buscar novas lideranças.”

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Macena disse:

    Grande Eu, concordo com o seu comentário. João Macena.

  2. Eu disse:

    Fim do voto obrigatório, fim do alistamento obrigatório, fim da hora do Brasil obrigatoria

  3. Márcio Silva disse:

    Até que em fim alguém falou alguma coisa sensata.

  4. nasto disse:

    O Povo há muito vem perdendo a confiança nos políticos e a cada dia vai aumentar mais.

‘Não existe racismo no Brasil’, diz Mourão, ao comentar morte de homem negro no RS, citar ‘desigualdade’ e comparar com EUA

Foto: FDR

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta sexta-feira, 20, lamentar a morte de um homem negro espancado por seguranças em uma unidade do Carrefour em Porto Alegre, mas disse que o ocorrido não pode ser classificado como um episódio de racismo. “Digo com toda a tranquilidade para você: não existe racismo no Brasil”, afirmou Mourão.

João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi agredido até a morte na noite de ontem no interior de uma loja da rede. Um dos agressores era segurança do local e o outro, um policial militar temporário. Ambos brancos. O crime ocorreu na véspera do Dia da Consciência Negra, celebrado hoje.

“Digo isso porque já morei nos Estados Unidos. Racismo tem lá”, disse Mourão ao negar a existência do racismo no Brasil. “Aqui existe desigualdade. Fruto de uma série de problemas”, completou.

O vice citou que viveu no país norte-americano no fim da década de 1960 e, na época, ficou impressionado com políticas segregacionistas. “Na minha escola, quando eu morei lá, o pessoal de cor andava separado. Eu nunca tinha visto isso aqui no Brasil. Saí do Brasil, fui morar lá, era adolescente e fiquei impressionado com isso.”

Mourão afirmou que a maior parte das “pessoas de cor” são de “nível mais pobre” e citou que a sociedade brasileira é “misturada”. “Grande parte das pessoas, vamos colocar assim, de nível mais pobre, que tem menos acesso aos bens e as necessidades da sociedade moderna, são gente de cor. Apesar de nós sermos uma sociedade totalmente misturada, é só tu olhar a minha lata aqui né”, disse, indicando sua própria cor de pele. Durante a campanha eleitoral, o vice informou à Justiça Eleitoral ser de origem “indígena”.

Mourão não é o único no governo a negar a existência de racismo no País. O presidente Jair Bolsonaro já afirmou que “racismo é algo raro no Brasil” e nomeou na Fundação Palmares o jornalista Sérgio Camargo, que também adota postura negacionista em relação ao tema.

Camargo sempre manifestou desprezo pela agenda da Consciência Negra. Em conversa com dois servidores, a que o Estadão teve acesso, no dia 30 de abril, ele classificou o movimento negro como “escória maldita”, que abriga “vagabundos”, e chamou Zumbi de “filho da puta que escravizava pretos”. Ele chegou a retirar o nome de artistas que contribuíram com a cultura do País da lista de personalidades históricas da Palmares. Excluiu, por exemplo, os nomes de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Leci Brandão e Martinho da Vila.

“Não tenho que apoiar agenda consciência negra. Aqui não vai ter, vai ter zero da consciência negra. Quando cheguei aqui, tinham eventos até no Amapá, tinha show de pagode no dia da consciência negra”, disse Camargo na conversa com os funcionários, que foi gravada.

Histórico. Esta não é a primeira vez que o vice emite opiniões polêmicas sobre negros. Em 2018, quando ainda era candidato na chapa de Bolsonaro, Mourão disse que o Brasil “herdou a cultura de privilégios dos ibéricos, a indolência dos indígenas e a malandragem dos africanos”. A declaração teve repercussão negativa e adversários políticos, como a ex-ministra Marina Silva (Rede), o acusaram de racismo.

Mais cedo, também do governo federal, a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, se solidarizou e colocou a pasta à disposição da família de João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos. Nas redes sociais, Damares disse que as imagens do ocorrido causam “indignação e revolta”.

“Nós do @mdhbrasil estamos trabalhando para que nenhum pai de família, ou quem quer que seja, passe por situação semelhante. Aqui trabalhamos com os direitos humanos das vítimas de crimes, política que está em formulação e será em breve apresentada”, disse. Nesta sexta-feira, 20, Damares tinha reunião prevista com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. O chefe do Executivo ainda não se pronunciou sobre o caso.

“A vida de mais um brasileiro foi brutalmente ceifada no estacionamento de um supermercado, no Rio Grande do Sul. As imagens são chocantes e nos causaram indignação e revolta”, escreveu a ministra.

“Chega de violência, chega de tanta barbárie. Temos muito trabalho pela frente para mudar essa realidade no país”, declarou. Ela ressaltou que seu ministério está disponível para “prestar toda assistência necessária” à família da vítima. ” “Sintam-se abraçados por nós”, acrescentou. A ministra também parabenizou a polícia gaúcha “pela rápida resposta e prisão dos responsáveis”. A Polícia Civil do Estado investiga o crime. Os dois homens foram presos em flagrante.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria Bernardes disse:

    Esse bobo da côrte!

  2. José Macedo disse:

    Gente vamos acalmar os ânimos, não temos aqui no Brasil um racismo radical como existe nos EUA e no restante do mundo.

  3. Luiz Antônio disse:

    Esses milicos…

  4. Francisco Nunes de Araújo disse:

    Só se for no dele

  5. Edson Oliveira disse:

    Governo ridículo.

  6. Sérgio disse:

    Quantos generais negros há no Brasil?
    E cardeais?
    E técnicos de futebol?
    E imortais da Academia Brasileira de Letras?

  7. João Souza disse:

    Deviam dar a importância como se e tratado o ser humano, principalmente a classe trabalhadora mais humilde, duvido se fosse um juiz ou outra pessoa com um cargo de alto escalão, se ele seria tratado da mesma forma que esse senhor que foi espancado até a morte. Pra mim isso foi um caso de intolerância e não de racismo

  8. João Souza disse:

    Essa morte não tem nada a ver com racismo, a mídia está usando esse argumento para ganhar audiência pelo fato da vitima ser da cor negra, justamente no no dia da consciência negra.
    Lamentável!!!!

  9. ELEITOR disse:

    O que houve foi um assassinato de um cidadão , é caso de polícia !!! O que a cor tem haver com esse ato estupido ? E muda a gravidade se for branco,Prêto ou amarelo ? O mais importante é combater as desigualdades isso sim é o nosso problema !

  10. Calígula menininha do Pr. disse:

    Mourão nessa errou feio, errou rude. Brasil, maior país rascista do mundo, onde branco pobre tem preconceito com negro rico, onde pardo escuro não se acha preto por não ter cabelo carapinha….

  11. Irany Gomes disse:

    Podem terem cometido excessos, mas o cara tem uma bela ficha criminal, agrediu verbalmente a funcionária do caixa, e deu um soco em um dos seguranças, queria que os seguranças abaixasse as calças para ele! Isso é um mimimi da porra!!!

  12. Vaqueiro Açoitador disse:

    Esse esclerosado calado, é um poeta.

  13. Pepe disse:

    Achava que tinha bom senso,estou decepcionado,racismo existe e é feito de forma direta e constante

  14. Théo disse:

    Esse é outro imundo. Cala a boca, Magda!

  15. Acorda Brasil disse:

    Nem um negro pode dizer que não existe racismo, o mundo vem abaixo. Ooo mundo véi bagunçado!!! Tá igual aquele repórter da Maria Braga que foi entrevistar uma engenheira sobre machismo em obras e ela respondeu "nunca sofri"… pronto; Fim da entrevista e todo mundo revoltado no PROJAC kkkkkkk

  16. J & J disse:

    Por que em tudo esse homem tem que meter o bedelho dele? Nam….Calado é um gênio.

  17. chicó disse:

    Gostaria muito que um repórter fizesse o básico e perguntasse pra ele o que é racismo.

    • JR disse:

      Vá estudar.
      O homi é general do Exército brasileiro, poliglota e tu ainda da um rincho desses.
      Vá comer capim pra cagar redondo babaca.

    • Pixuleco disse:

      JR deixe de ser babão . O comentário de CHICÓ está muito bom . Esse cabelo de graúna é lá poliglota . Vai arrumar um meio fio para pintar e deixe de ser babão ovo .

    • J. Jr disse:

      Pixu!!
      Babão eu???
      Kkkkkkkkm
      Vá estudar parasita.

Mourão diz que não se pode “debitar” a Bolsonaro desempenho de candidatos apoiados nas eleições municipais, e que presidente está sem partido

Foto: Reprodução

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta segunda-feira (16) que não se pode “debitar” os resultados das eleições municipais ao presidente Jair Bolsonaro. Mourão argumentou que Bolsonaro está sem partido e “não entrou de cabeça” na campanha.

De 13 candidatos a prefeito apoiados por Bolsonaro, nove não se elegeram, dois venceram no primeiro turno e dois foram para o segundo turno (veja resultados mais abaixo). Apesar de Mourão ter dito que o presidente não se envolvido nas eleições, na reta final da campanha Bolsonaro fez lives no Palácio Alvorada para pedir votos aos seus candidatos a prefeito e vereador.

Dos 45 candidatos a vereador apoiados pelo presidente, em 27 cidades, 10 se elegeram, 31 viraram suplentes e 4 não se elegeram.

Mourão ainda declarou, em entrevista na chegada ao Palácio do Planalto, que os partidos de “centro tradicionais foram os grandes vencedores” do primeiro turno das eleições.

“Não pode se debitar nada em relação ao presidente Bolsonaro porque ele não entrou de cabeça nessa eleição. Ele apoiou alguns candidatos aí, muito pouco, mas não tinha, você sabe que o presidente está sem partido, então, sem uma estrutura partidária fica difícil você participar de uma eleição”, disse Mourão.

O vice-presidente também afirmou que, na opinião dele, a eleição municipal mostrou que a maioria dos eleitores optou pelos políticos tradicionais.

“O que eu vi também são políticos mais tradicionais, mais conhecidos, os que foram aí eleitos já no primeiro turno em grandes cidades, e aqueles que estão competindo pelo segundo turno. Isso é uma realidade, não dá para fugir disso aí”, declarou.

Não eleitos

Em São Paulo (SP), o candidato apoiado por Bolsonaro era Celso Russomano (Republicanos), que ficou de fora do segundo turno, que será disputado pelo atual prefeito Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL).

Em Belo Horizonte (MG), o candidato Bruno Engler (PRTB), apoiado por Bolsonaro, foi derrotado pelo prefeito Alexandre Kalil, reeleito no primeiro turno.

No Recife (PE), a delegada Patrícia (PODE), apoiada por Bolsonaro, ficou em quarto lugar na disputa, que vai para o segundo turno. João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT) disputam o cargo.

Em Manaus (AM), o Coronel Menezes (Patriotas) ficou fora do segundo. A disputa será entre Amazonino Mendes (Pode) e David Almeida (Avante).

Em Sobral (CE), o candidato do Bolsonaro perdeu. Foi eleito Ivo Gomes (PDT), com 59,23% dos votos, enquanto Oscar Rodrigues (MDB) ficou com 40,77%.

Em Cabo Frio (RJ), com 100% das urnas apuradas o candidato doutor Serginho recebeu 33,7% dos votos, ficando em segundo lugar na disputa.

Em Cabedelo (PB), a candidata à prefeitura Morgana Macena recebeu 12,2% dos votos com 100% das urnas apuradas.

Eleitos

Entre os candidatos às prefeituras apoiados por Bolsonaro, dois se elegeram.

Gustavo Nunes (PSL) venceu a disputa pela prefeitura de Ipatinga (MG) neste domingo. Com 100% das urnas apuradas, ele contava com 40,90% dos votos.

Em Parnaíba (PI), outro candidato apoiado por Bolsonaro também foi eleito. Mão Santa (DEM) venceu com 68,34% dos votos após 100% das urnas apuradas.

Segundo turno

Marcelo Crivella (Republicanos), atual prefeito do Rio de Janeiro e apoiado por Bolsonaro, vai disputar o segundo turno com Eduardo Paes (DEM). Crivella teve 21,90% dos votos com 99,99% das urnas apuradas.

Em Fortaleza (CE), o candidato apoiado por Bolsonaro, o capitão Wagner (PROS), foi para o segundo turno com Sarto (PDT). Wagner teve 33,32% dos votos e Sarto, 35,72%.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos Benício disse:

    É, gente. Não vamos debitar a Bolsonaro a derrota de quem ele apoiou nessas eleições, nas eleições dos Estados Unidos e nem na eleição da Argentina! Kkkkkkkkk…
    Esse presidente é muito pé frio! 🤭🤭

  2. Luiz disse:

    O mito ganhou em 2018 por muito pouco, mais alguns dias Haddad teria sido vitorioso. O PT estava no auge do envolvimento com a lava jato. Pessoas como eu queriam tirar o PT do poder e lhes dar uma punição pela roubalheira perpetrada, mesmo as custas de eleger um doido. Podia até ser que o doido desse certo, porém se revelou um fracasso. Em 2022, ao que tudo indica, o Mister Cloroquina vai tomar Doril e o país volta ao normal.

    • Maria disse:

      O normal que vc fala é a roubalheira ?
      Gostou de ter sido assaltado por 16 anos?

  3. aof disse:

    Não se preocupe com isso, Gen Mourão. É a onda do momento: dizer que o Presidente foi o grande perdedor das eleições. Não olham para o desempenho pífio do PT, ou melhor, olham mas fingem que não vêem. Até Boulos está reticente em receber apoio de Lula no segundo turno de SP. Mas a mídia fanática não se toca. Felizmente a internet oferece várias opções diferentes. Isso é democracia!

  4. Ivan disse:

    A eleição foi de prefeitos/vereadores, o PT perdeu em tudo q é capital, mas, segundo a globonews, o grande derrotado foi BOLSONARO????? Çey….

  5. LUIZ BARBOSA disse:

    Os candidatos de Bolsonaro se lascaram em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Recife (acabou o que interessa no Brasil em termos eleitorais).

  6. Mané da Foice disse:

    Então não interessa se o PT perdeu 133 prefeituras e houve a diminuição de vereadores do partido em todas as regiões.
    Não interessa se a esquerda vem perdendo representatividade política a cada eleição.
    Uma lição ficou evidenciada, a esquerda vai sempre votar em seus corruptos prediletos

  7. Val do Açai disse:

    É o Mike jagger?

  8. PAULO disse:

    Como levou péia em quase todo o Brasil, o discurso é o de que Bolsonaro não participou, se tivesse vencido tudo, aí era "O Mito é demais", "Fechado com o Mito". Resumindo é isso…

  9. Chicó. disse:

    Mourao não cansa de falar merda, encobrir safadesa, inclusive dos filhos do Bozo que segundo ele "é um menino bom, o Flávio". Só leva na lata e n cria vergonha. General sem vergonha.

  10. Tom França disse:

    O grande perdedor mesmo foi o "nanico" pt, que não ganhou em nenhuma capital e apenas foi para o 2º turno, em duas delas!

  11. BurroMinion disse:

    "não se pode “debitar” os resultados das eleições municipais ao presidente Jair Bolsonaro".
    -PODE SIM…O DISCURSO DE ÓDIO DELE PERDEU!
    Mourão argumentou que Bolsonaro está sem partido e “não entrou de cabeça” na campanha.
    -SORTE DOS CANDIDATOS QUE APOIOU, SE TIVESSE ENTRADO, OS 9 (de 58) TINHAM PERDIDO TAMBÉM…
    Chola mais, chola mais…kkkkkkkkkkkkkkkkk

  12. Théo disse:

    Deixa de mimimi, Mourão. Ele entrou sim de cabeça. Porém foi O Grande Perdedor.

    • Braulio Pinto disse:

      Não entrou de cabeça porque não tem cabeça pra entrar e vencer, tem demonstrado diariamente.

    • pulgaman disse:

      Isso é falácia da esquerdamidia, querendo enfraquecê-lo ante a corrida de 2022. Não colo kkkk
      #bolsoringa2022

      Ele disse desde o inicio que não iria fazer palanque pra ninguém diretamente e isso o fez. Deixem de mimimi 2022 é logo ali kk

    • Zé ruela disse:

      Mito 2022

    • Paulo Eduardo disse:

      Ele claro que Bolsoringa não entrou na campanha por quase ninguém. Não subiu em palanque e nem gravou programa pedindo voto (com exceção de alguns vereadores), mas cada um acredita no que bem lhe aprouver, tem gente que acha que homem pode ser mulher e vice-versa, quanto mais ter cegueira ideológica.

“Como indivíduo, eu julgo que a vitória do Joe Biden está cada vez mais sendo irreversível”, diz Mourão

Foto: Romério Cunha/VPR

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse nesta sexta-feira que, como indivíduo, considera a vitória de Joe Biden nas eleições dos Estados Unidos “cada vez mais irreversível”. O presidente Jair Bolsonaro é um dos poucos líderes mundiais de países democráticos que ainda não parabenizaram o democrata pela vitória contra Donald Trump.

“Como indivíduo, eu reconheço [a vitória], mas temos que olhar que eu não respondo pelo governo. Como individuo, eu julgo que a vitória do Joe Biden está cada vez mais sendo irreversível”, afirmou Mourão em entrevista à Rádio Gaúcha. “Brevemente acho que vai acontecer isso [reconhecimento da vitória]. E acho que não há uma tensão entre as duas nações, é mais um fogo de palha.”

Mourão também contemporizou a fala do presidente Bolsonaro sobre usar “pólvora” contra os EUA, atribuindo o discurso a uma “força de expressão”.

Nesta sexta-feira, a China enviou seus cumprimentos a Biden por meio do porta-voz do Ministério de Relações Exteriores do país, Wang Wenbin. “Respeitamos a eleição do povo americano”, disse. “Felicitamos o senhor Biden e à senhora Kama Harris”, complementou, sem justificar a demora pelo reconhecimento e dizendo apenas que “o resultado será confirmado de acordo com as leis e os procedimentos americanos.”

Contudo, o presidente chinês, Xi Jinping, ainda não fez nenhuma declaração pública a Biden até o momento. A China vinha evitando declarar o seu reconhecimento à eleição de Biden assim como outros poucos países como Rússia, Coreia do Norte e Brasil. O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, também demorou para enviar seus cumprimentos, mas já o fez na última terça-feira.

Valor

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Junin disse:

    Mourao usando a sensatez, diferente do resto do gado arrogante e burros…!!!! Ja era !!! Fora Trump arrogante e fora bozo burro….!!!!

    • Neto disse:

      Sabe de nada petralha.
      Esse vice passa longe da elegância do pernambucano Marco Marciel.
      Até mesmo do mineiro Zé Alencar.
      Esse Morão é um palpiteiro sem VOTOS, ainda não aprendeu o seu lugar de VICE
      Vice, é igual a Pneu de stepe, só entra em caso de defeitos do pneu titular.
      Como o Mito Bolsonaro, tá gozando de saúde e não morreu, esse Morão era pra estar só assistindo calado e na arquibancada.
      Bem caladinho.
      Já dizia o ex Prefeito de Natal.
      Vice é vice.
      Ponto final.

    • Santos disse:

      Calma Neto, tome um suquinho!
      Ele está apenas treinando, passado dois anos, o Mourão já pode assumir a cadeira e é o que vai acontecer. Esqueceu que o Rodrigo Maia está sentado numa centena de pedidos de impeachmant? É só edcolher.
      O trauma de tirar outro presidente num curto espaço de tempo é bem menor.

  2. Calígula disse:

    General Melancia

  3. Maria disse:

    Teoricamente já tá demitido.
    #ForaMourãoTraidor
    #FechadosComBolsonaroSempre

    • Minion alienado disse:

      hahahahahahaha vocês são mais cômicos que os defensores de Lula hahahahahahaha

    • Bolsonaro 2022 disse:

      E tá mesmo!!
      Daqui a dois anos, veja se ele é o escolhido pra ser vice do MITO.
      Kkkk
      Não tem votos e cisca de mais, iqual a galinha choca.
      Tem que trocar esse vice mesmo.
      Ponto final.

  4. Vaqueiro Açoitador disse:

    Não sou simpático com a milicada, mas se tem um cara que tem meu respeito, é o Mourão.
    Eu não sei o que ele ainda quer do lado desse moribundo desse Presidente. Mourão tem cacife para se lançar em 2022 sem depender desse miliciano.

  5. Minion alienado disse:

    Dá-lhe Mourão, aquele que não pode ser demitido. E agora Messias!?

  6. Nando disse:

    O armamento mais letal que nós temos , a mistura de pólvora com enxofre. O popular ‘’ peido alemão ‘’. Essa será a grande arma pra superar a potência bélica dos USA.

    • Maria disse:

      Acabei de ler num jornal Americano que o presidente eleito Joe Bidem está muito mal, não dorme desde o dia 07 de novembro, tem crises de suicídio, chora , arranca os poucos cabelos q ainda tem e TUDO isso só porque não recebeu os cumprimentos de Bolsonaro. O caso está sendo tratado como o maior evento grave já registrado numa campanha americana.

Após crítica de Bolsonaro, Mourão admite que ideia de expropriação não avançará

Foto: Bruno Batista/VPR

O vice-presidente Hamilton Mourão admitiu nesta quinta-feira (12) à CNN que a ideia de criar mecanismos para expropriar propriedades que mais desmatam não vai prosperar. “Lógico que não”, disse.

A declaração foi dada após o presidente Jair Bolsonaro criticar no Twitter a proposta, que consta em um plano de ação elaborado pelo Conselho da Amazônia Legal, coordenado por Mourão.

O documento, de 62 páginas, elaborado por militares foi revelado pelo analista da CNN Caio Junqueira na última sexta-feira (6). O plano foi apresentado a ministros do governo.

No Twitter, Bolsonaro classificou a proposta como “mentira” da imprensa ou “delírio de alguém do governo”. “Para mim a propriedade privada é sagrada. O Brasil não é um país socialista/comunista”, tuitou o presidente.

À CNN, Mourão admitiu que ideia partiu do conselho. “Isso é um estudo que foi distribuído aos ministérios para que apresentassem ideias a respeito. Alguém pegou e entregou toda a documentação”, disse.

A crítica de Bolsonaro a Mourão foi feita três dias após o presidente desmentir declaração do vice de que esperaria o fim da judicialização antes de cumprimentar o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.

“O que ele [Mourão] falou sobre os Estados Unidos é opinião dele. Eu nunca conversei com o Mourão sobre assuntos dos Estados Unidos, como não tenho falado sobre qualquer outro assunto com ele”, afirmou.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Imagina desapropriar de quem desmata, rouba e grilha terras da União, quem mata animais silvestres…
    Bandido bom é bandido amigo!

  2. Papa jerimum disse:

    O general foi enquadrado pelo caPEtão!

  3. Bolsonarista Binário disse:

    Esse se tivesse vergonha na cara já teria pedido o chapéu.

  4. Santos disse:

    Pera aí, mas as expropriações era pra quem cometesse crimes ambientais, grilagens e etc… Peraí… deixa eu ver se entendi, então isso significa que aquela frase "bandido bom é bandido morto", mudou pra "bandido bom é bandido que votou 17"?

“Acho que não causa nada, isso aí tudo é figura de retórica”, diz Mourão, sobre Bolsonaro defender ‘pólvora’ para evitar sanções

Foto: Guilherme Mazui

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta quarta-feira (11) que é “figura de retórica” a defesa feita pelo presidente Jair Bolsonaro de uso de “pólvora” quando a diplomacia e a “saliva” não são suficientes para lidar com ameaças de sanções comerciais ao país devido às queimadas e ao desmatamento da Amazônia.

A afirmação de Bolsonaro, feita durante discurso na terça (10), no Palácio do Planalto, faz referência a uma declaração do presidente eleito dos EUA, Joe Biden, que, ainda como candidato, disse que o Brasil pode enfrentar “consequências econômicas significativas” se não parar de “destruir” a floresta.

Bolsonaro, porém, não citou o nome de Biden ao fazer a declaração na terça. O brasileiro torceu publicamente pela reeleição do presidente dos EUA, Donald Trump, e até o momento não se pronunciou sobre a vitória de Biden.

“Acho que não causa nada, isso aí tudo é figura de retórica”, disse Mourão ao ser questionado por jornalistas se a declaração de Bolsonaro pode trazer consequências ao Brasil.

“Vamos aguardar, dê tempo ao tempo”, completou o vice-presidente.

Segundo Mourão, Bolsonaro se referiu “aforismo antigo que tem aí que diz que, quando acaba a diplomacia, entram os canhões”.

Pólvora

Na terça, Bolsonaro participava de uma cerimônia no Palácio do Planalto sobre um plano do governo para incentivar o turismo quando, ao se referir à Amazônia, afirmou que “quando acaba a saliva, tem que ter pólvora.”

Bolsonaro, sem citar o nome de Biden, declarou:

“Assistimos há pouco aí um grande candidato a chefia de Estado dizer que, se eu não apagar o fogo da Amazônia, ele levanta barreiras comerciais contra o Brasil. E como é que podemos fazer frente a tudo isso? Apenas a diplomacia não dá, não é, Ernesto? Quando acaba a saliva, tem que ter pólvora, senão, não funciona. Não precisa nem usar pólvora, mas tem que saber que tem. Esse é o mundo. Ninguém tem o que nós temos.”

Ainda no discurso durante a cerimônia da terça, Bolsonaro afirmou que o Brasil tem que “deixar de ser um país de maricas” e enfrentar a pandemia de Covid-19 de “peito aberto”.

Já Biden fez a declaração sobre a Amazônia durante debate com o adversário Donald Trump, candidato à reeleição, durante a campanha eleitoral. Biden afirmou:

“O Brasil, a floresta tropical do Brasil, está sendo demolida, está sendo destruída. Mais carbono é absorvido naquela floresta tropical do que cada pedacinho de carbono que é emitido nos Estados Unidos. Em vez de fazer algo a respeito… Eu estaria me reunindo e garantindo que os países do mundo venham com US$ 20 bilhões e digam: ‘Aqui estão US$ 20 bilhões. Pare, pare de derrubar a floresta, e, se não fizer isso, você terá consequências econômicas significativas’.”

O presidente eleito dos Estados Unidos não foi o único a se referir a possíveis sanções econômicas ao Brasil em resposta ao aumento do desmatamento e das queimadas no país, que é alvo de críticas internacionais.

Em setembro, países europeus divulgaram uma carta em que cobram do governo Bolsonaro ações para controlar a destruição da floresta amazônica e alertam para o risco de boicote a produtos brasileiros.

A política ambiental do governo também tem dificultado a concretização do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia.

Vacina

Mourão também declarou nesta quarta que não se deve “politizar” o desenvolvimento de uma vacina contra o novo coronavírus, o que “infelizmente” já ocorreu.

“O que não pode é politizar. Infelizmente, vocês sabem, né, essa questão está toda politizada e fica ‘ah, é do lado A, é do lado B’. Acho que isso não é bom”, disse Mourão.

O vice-presidente não quis comentar se Bolsonaro contribui para politizar o tema. Na terça, Bolsonaro comemorou a suspensão temporária dos testes da CoronaVac, desenvolvida no Brasil pela empresa chinesa Sinovac e o Instituto Butantan, vinculado à Secretaria de Saúde de São Paulo.

O episódio foi mais um na série de disputas entre Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Bolsonaro e Doria divergem desde o início do ano sobre as medidas contra a pandemia e se tornaram adversários políticos declarados.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brando disse:

    Inteligente é o ladrão de 4 dedos, tomava a cachaça dele e falava o que queria e ninquem falava nada, e roubando o Brasil inteiro e os bobos dos brasileiros pensando que tinha um presidente honesto e intelectual…essa mídia PTsicopata são doentes pq o Bolsonaro tirou o poder das roubalheiras, como fez com a toda poderosa Globo, que tinha seus reportes , atores e atrizes ganhando uma fortuna de reias e a população com o bolsa esmola e salário mínimo de 1mil reais, eita mídia asquerosa

  2. Pedro disse:

    Bozo DEFECA pela boca…
    É um pedaço de estrume.

  3. Calígula menininha do Pr. disse:

    Esse cara não é o Messias mas é muito estudado, Índio brabo, duro e no aumentativo! Pena que faz parte da conspiração maçônica-globalista…

  4. Maria Bernardes disse:

    Esse bobo da côrte…. ! O fraco dele é usar frases de efeito.

  5. BurroMinion disse:

    Vamos mandar os Minions e seus filhos para o combate…quero ver eles gritarem mito com as balas roçando nas orelhas, enquanto ele e os 01,02, 03 e 04 estão tomando cerveja e rindo dos idiotas que votaram neles.

  6. Antônio Soares disse:

    Mourão, Sempre utilizando palavras inteligentes e sensatas, já o outro só fala besteira. É uma fossa ambulante.

  7. Anti-Político de Estimação disse:

    Faço minhas as palavras do General Santos Cruz , do alto da sua seriedade, em contraponto a toda essa molecagem do Presidente : “vergonha sem classificação, falta de noção e desrespeito pela saúde dos cidadãos”.
    Para bom entendedor, meia palavra basta.

  8. RMD disse:

    Pronto…
    Agora o Bolsonaro vai Dizer que o Mourao se juntou com essa tal de Retórica para tirar ele do poder…
    Já ligou pra o Olavo perguntando se essa tal de Retórica não é aliado de Maduro…

  9. Gildo disse:

    O Primeiro Pelotão já está ensaiando seu canto de guerra (usar a melodia da música do Airton Senna):
    -Vai dar merda, vai dar merda! Vai dar merda vai dar merda vai! Vai da merda vaaaaaai!! Vai dar merda, vai dar merda!

  10. Apir Pertinente disse:

    Sinto-me muito envergonhado em ter um governo desse nível. Nosso povo não merece!

  11. Carlos disse:

    Tomem cuidado porque vão ter dificuldades em encontrar pessoas para defender esse paíszinho. Vou dá uma dica, coloca primeiro o judiciário, legislativo e militares a frente do combate, depois que não sobrar nenhum aí vocês chamam meia dúzia de babacas que ainda vão se acharem por defender essa porc……

  12. Faça o bem disse:

    A derrota de Trump deixou o nosso presidente desconcertado, ele morria de amores pelo EUA, agora vai elege – la como inimiga?. Presidente governe como um diplomata e pense antes de falar para não prejudicar o nosso amado Brasil

“O governo vai comprar. Já colocamos os recursos no Butantan para produzir. O governo não vai fugir disso aí”, diz Mourão, sobre vacina desenvolvida na China

Foto: ROMERIO CUNHA / Agência O Globo

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que o governo federal vai comprar a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, se comprovada sua eficácia. Segundo Mourão, as declarações do presidente Jair Bolsonaro, que disse que não iria comprar o imunizante, é “briga política com o Doria”.

“Essa questão da vacina é briga política com o Doria. O governo vai comprar a vacina, lógico que vai. Já colocamos os recursos no Butantan para produzir essa vacina. O governo não vai fugir disso aí”, disse, em entrevista à revista “Veja”, publicada nesta sexta-feira.

Na quarta-feira passada, menos de 24 horas após o Ministério da Saúde anunciar que tinha a intenção de adquirir 46 milhões de doses da Coronavac, o presidente Jair Bolsonaro desautorizou o ministro Eduardo Pazuello e afirmou que o imunizante contra o novo coronavírus “não será comprado” pelo governo brasileiro. Bolsonaro chegou a dizer que existe um “descrédito muito grande” em relação ao imunizante chinês.

“Agora, é partido único? É partido único. É um regime autoritário ditatorial? É um regime autoritário ditatorial. Mas é o regime deles. A gente tem de entender que a China nunca viveu sob um regime democrático, numa república como nós a entendemos”, disse.

O vice-presidente deu nota oito para o Brasil no combate à pandemia da Covid-19. Na sua justificativa, disse que o país era desigual, que não houve segunda onda e que o sistema de saúde suportou a crise.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lula encantador de otário disse:

    Minha récova, Cumpanheiru Maduru já anunciou um remédio 100% aprovado lá na Venezuela e Eu vou trazer por debaixo dus panos pra nois, deixa eles brigarem com a xina, o nosso tá garantindo, e tem ozônio também que a gente pode usar já que os minios não querem .

  2. Rancho Boi 🐂 Capado disse:

    Esse milico gagá não compra nem uma cibazol

    • Vergonha disse:

      Aí conhece ☝️O seu ídolo ladrao condenado Lula iria fazer melhor , o maior ladrao da história da humanidade Lula!!!!VAGABUNDO , vá aprender a trabalhar vagabundo

  3. Carlos disse:

    Manda quem pode e obedece quem tem juízo, quem manda é o presidente Bolsonaro, vice não manda em nada e o presidente já disse que não compra essa vacina

Mourão critica “muita especulação” em cima de vacina e lembra que estados podem comprar, desde que a Anvisa teste e certifique medicamento

Foto: Reprodução/G1-RN

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse nesta quinta-feira (22) que os estados têm recursos e poderão comprar a vacina chinesa contra o novo coronavírus, desde que o medicamento seja testado e certificado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Na terça-feira (20), Ministério da Saúde anunciou a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan produzida em parceria com a empresa chinesa Sinovac.

Com isso, o governo federal deveria editar uma nova Medida Provisória para disponibilizar R$ 2,6 bilhões até janeiro. No entanto, nesta quarta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro afirmou nas redes sociais que o Brasil não irá comprar “a vacina da China”.

A afirmação foi feita em resposta a uma seguidora na rede social que pediu a exoneração do Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

“Bom dia presidente. Exonera Pazuelo urgente, ele está sendo cabo eleitoral do Doria. Ministro traíra”, escreveu a seguidora, referindo-se a João Doria (PSDB), governador do estado de São Paulo.

“Todo mundo pode comprar. O estado pode comprar, os estados né, eles tem recurso também. Desde que a Anvisa certifique. A Anvisa só vai certificar aquilo que está comprovadamente testado”, afirmou o vice-presidente nesta quarta.

Mourão disse que a politização do assunto “é um problema” e afirmou que conversando “a gente se entende”. Perguntado sobre o risco de judicialização do tema, o vice-presidente pediu “calma”.

“Acho que está muita especulação em cima disso. Ontem a posição correta o Ministério da Saúde já colocou. O diretor da Anvisa também já colocou. Qualquer vacina que esteja comprovadamente testada e certificada pela Anvisa estará a disposição para ser adquirido”, declarou.

G1

‘Não foi a melhor decisão a ser tomada’, diz Mourão sobre André do Rap

Foto: Bruno Batista /VPR

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta terça-feira que a soltura do traficante André do Rap “não foi a melhor decisão a ser tomada pela periculosidade” do beneficiado. Segundo Mourão, cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela decisão, “corrigir isso”. A declaração foi dada no Palácio do Planalto.

— Eu acho que não foi a melhor decisão a ser tomada pela periculosidade do marginal. O cara já sumiu do mundo. Não vou dizer que gera um desgaste, mas o que acontece é que a sociedade hoje ela não aceita mais determinadas decisões que coloquem em risco ela própria. Então isso gera uma reverberação, principalmente, na porção mais esclarecida da sociedade. Compete ao próprio Supremo corrigir isso — disse.

No sábado, o presidente do Supremo, Luiz Fux, suspendeu a decisão do também ministro Marco Aurélio Mello que mandava soltar o traficante André Oliveira Macedo. A decisão de Fux foi tomada a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Marco Aurélio havia entendido que a prisão preventiva do traficante por mais de um ano desrespeita o previsto na lei. Fux, porém, destacou a necessidade de proteger a ordem e a segurança pública.

O vice-presidente afirmou que a “letra fria da lei foi obedecida” no caso, mas, citando o regulamento disciplinar do Exército, disse que, em alguns casos, é importante analisar o passado do “transgressor”.

— A letra fria da lei foi obedecida, mas existe uma coisa, por exemplo, no regulamento disciplinar do Exército, quando você vai analisar alguma transgressão você tem que analisar a pessoa do transgressor — disse, explicando:

— O camarada é umtransgressor contumaz você vai dar um tipo de punição para ele; se é a primeira vez, é outro tipo de punição. Então, neste caso, talvez tivesse sido analisado melhor quem era a pessoa que tava sendo dado o habeas corpus — comentou.

O Globo