O Ministério Público do Rio Grande do Norte quer providências para normalização da energia elétrica no presídio provisório Professor Raimundo Nonato Fernandes em 48h. Além disso, o promotor de Justiça José Braz Paulo Neto recomendou também uma inspeção em todas as dependências da unidade, visando identificar possíveis escavações ou deteriorações na área interna do prédio, e apreender material proibido.
O presídio está sem energia há 11 dias, devido a problemas técnicos na fiação da área interna da edificação. Segundo o promotor, as consequências graves verificadas com a falta de energia elétrica afetam as condições de dignidade da pessoa humana do preso, a segurança, a administração, a disciplina e o controle das condições de custódia deles. Por isso o MP quer medidas urgentes para o restabelecimento da energia no local.
A edição desta terça-feira (15) da TRIBUNA DO NORTE traz a informação repassada pelo diretor da unidade de que o problema seria sanado na manhã de hoje. Mas estipula o prazo de três dias para a realização dos reparos. Atualmente, por conta de falta de energia elétrica, os presos não estão confinados nas celas, mas circulando livremente nas áreas comuns do presídio
Fonte: Tribuna do Norte
Foto: Reprodução
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