Polícia

JACAREZINHO – RJ: ONU pede que MP faça investigação independente, cita tendência de ‘uso desproporcional’ da força em favelas, e delegado nega execução: “quem não reagiu, foi preso”

Foto: Ricardo Moraes/Reuters

O escritório de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) cobrou, nessa sexta-feira (7), uma investigação independente sobre a operação policial no Jacarezinho que deixou 25 mortos, incluindo um policial.

O porta-voz dos Direitos Humanos da ONU, Rubert Colville, disse em entrevista coletiva em Genebra, na Suíça, que há um histórico de uso desproporcional e desnecessário da força pela polícia.

“Pedimos que o promotor conduza uma investigação independente e completa do caso de acordo com os padrões internacionais”, disse Colville

O porta-voz ainda se diz preocupado com o fato de que a cena do crime não tenha sido preservada, dificultando o trabalho da perícia para a elucidação das circunstâncias da morte.

“É particularmente preocupante que a operação tenha ocorrido apesar de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2020 restringindo as operações policiais em favelas durante a pandemia de Covid-19”, afirma Colville.

Ele faz um alerta às autoridades brasileiras para que o uso da força seja aplicado quando estritamente necessário, respeitando os princípios da legalidade, precaução necessidade e proporção.

“A força letal deve ser usada como último recurso e apenas em casos em que há ameaça iminente à vida ou de um sério perigo”.

Comissão da Alerj suspeita de execuções

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) afirma que há “graves indícios de execução” no Jacarezinho e também pediu uma investigação do Ministério Público.

“É preciso dar o nome correto do que aconteceu no Jacarezinho: chacina. É absurdo naturalizar esse tipo de ação. As pessoas esperam do governo a vacina e a comida, é só recebem terror e morte. Não existe pena de morte no Brasil. A polícia não pode combater o crime cometendo crimes contra humanidade. O MP precisa investigar com seriedade e compromisso com a população do Rio”, afirma a presidente do grupo, Renata Souza (PSOL).

25 mortos

Um dos mortos foi o policial civil André Leonardo de Mello Frias, da Delegacia de Combate à Drogas (Dcod). A Polícia Civil diz que os outros 24 assassinados eram criminosos, mas não revelou as identidades ou as circunstâncias em que foram mortos.

Moradores da comunidade denunciam que suspeitos foram executados. O Ministério Público recebeu, em sua ouvidoria, denúncias de abusos policiais, que estão sendo investigados.

O delegado Ronaldo Oliveira nega que tenha havido execução. “Para deixar bem claro: quem não reagiu, foi preso. Ou foi preso ou fugiu”.

O sociólogo Daniel Hirata, do Geni/UFF, classifica a operação como inaceitável e diz que é mais grave do que chacinas como a de Baixada Fluminense, em 2005, ou a de Vigário Geral, em 1993.

“Foi a operação mais letal que consta na nossa base de dados, não tem como qualificar de outra maneira que não como uma operação desastrosa (…) É uma ação autorizada pelas autoridades policiais, o que torna a situação muito mais grave”.

Ele diz que, segundo os moradores, a ação se tornou mais violenta após a morte do policial e que ficou “incontrolável”. Na manhã desta sexta, a comunidade amanheceu com policiamento reforçado.

Com G1

Opinião dos leitores

  1. Olha no que dá a complacência do estado, com a ajuda do STF, inclusive com a comprovada permissão de áreas destinadas ao crime com o uso de drogas, além do faz de conta de dar atenção devida às fronteiras e as amizades com governantes de países produtores de drogas. O Brasil virou rota e piada de péssimo gosto, hoje os meliantes mandam nas ruas e nós ficamos presos em casa. Quero saber se com pão e mortadela se conseguiria subir nesses antros de marginalidade, a política do faz de conta tem um preço amargo.

  2. Desproporcional como, se os bandidos defendidos pela esquerda seboso, pq existe uma esquerda coerente e inteligente, estava mais armada e com um quantitativo maior que a polícia? Só os canalhas semelhante aos bandidos os defendem.

  3. Os policiais tem de reagir imediatamente a essa onda de criminalização de suas obrigalções constitucionais, a polícia sempre existiu para defender a sociedade, como disse o Delegado, “quem não reagiu foi presso” se fosse a contráruio e tivese morrido 25 policiais os direitos humanos achariam normal.

  4. Que a ONU, os Direitos Humanos e as ONGS que defendem bandidos os adotem. Que sejam vítimas de sua crueldade. Qie morram nas mãos deles.
    Força desproporcional é bandido atirando em PM de cima para baixo, com armamento de maior letalidade e sem compromisso de preservar nenhuma vida de inocente.
    Que merda de país estamos construindo, onde só quem tem direitos são os bandidos e os políticos corruptos?
    Até quando a sociedade vai aceitar isso de forma passiva?
    Onde estão a ONU, os Direitos Humanos e essas ONGs sugadoras do dinheiro público quando bandidos matam o cidadão de bem ou os policiais?
    A sociedade precisa urgentemente exigir e lutar por mudanças, se quisermos uma sociedade melhor no futuro.

  5. Manda esse povo da ONU e outros subir lá no morro, distribuindo picolé e apenas dizendo que veio prender bandidos. Se sair um vivo é milagre…

  6. Acho que foram poucos CPF cancelados, o que tinha de marginal que foi filmado, fugindo pelos telhados é pouco! E a verdade é que a Polícia teve que reagir, já no início da operação executaram o inspetor da PC, André Farias! Ai vem Direitos Humanos, OAB, imprensa, deveriam considerar os policiais uns heróis em colocar a vida em risco em prol da população. História de não combater facção criminosa por causa da milícia é muita cara de pau! É preciso sim combater, punir e aumentar a pena dos dois!

  7. fez certinho, reagiu é chumbo tinha que ter matado mais, a ONU E BOSTA ÉW A MESMA COISA MANDA EM NADA AQUI NÃO, tem que fazer todo dia, bater ate reduzira a zero esses criminosos, operação feita com inteligência, parabéns a policia

  8. Quando a PM é juridicamente impedida de atuar em área, publicamente conhecida, como sendo de atuação de bandidos e traficantes, tem muita coisa errada com quem tomou a decisão. Essa pilantragem de combater bandido e traficante com conversa, convencimento e flores, é de uma irresponsabilidade imensurável, parece coisa de gente conivente com o crime.
    Qual a razão do viciado atacar cidadão com arma para tomar o dinheiro e ir comprar o tóxico? Porquê o cidadão está desarmado. Se o viciado for roubar o traficante, vai ser recebido a bala de grosso calibre. Essa é a realidade! O resto é discurso torpe
    Quais os partidos políticos que defendem o bandido com a máscara de excluído social?

  9. O que parece ser só mais uma operação desastrada e sem inteligência da polícia também pode ser visto como uma forma de preparo de terreno para que a milícia possa dominar um território aonde nunca conseguiu se instalar. É fácil ficar comentando como se fosse um apresentador de programa policial popularesco com chavões surrados, mas para quem vive nessas regiões sem lei essa novela não tem graça nenhuma.

    1. Quer ser inocente útil, é problema seu, mas não venha externar sua opinião desvirtuada. Milícia vai tomar conta do espaço a qualquer preço e na hora que estiver mais forte. A regra é quem está mais forte toma conta dos negócios, sempre foi assim. Mas alguns tem o desvio mental e deterioração social de só ver a ação da PM como coisa ruim. Vá para Colômbia e Venezuela, lá a Milícia em nome do governo faz o que você entende e aceita, só atua democraticamente.

  10. Polícia miliciana.
    Uma verdadeira chacina, nunca vi uma operação como essa no Leblon, Ipanema, barra da Tijuca, etc.

    1. Um jumento direitopata, eleitor de outro ASNO fascista e genocida falando de …”milícia”?!?!
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Esses eleitores do jumento mor fazem-me rir !!!!!!!!!
      Miliciano é esse assassino que voces doentes mentais colocaram na presidência por falta de opção, junto com a sua prole de BANDIDOS!
      Mais óia quem vem falar de milícia !!!kkkkkkkkkkkkkkkkk
      Vai estudar, JUMENTO!

  11. 24 CPF cancelados, engraçado é a imprensa fazer um alvoroço pela morte de 24 bandidos e ficar calada pela morte trágica de 3 crianças e 2 professoras por um esquerdista de 18 anos

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Polícia

Com apoio do MP, Polícia Civil deflagra “Operação 24barra7” em Natal; advogado é preso, dois policiais civis são afastados e R$ 17 mil em espécie são apreendidos

Policiais civis do Departamento de Combate a Corrupção e Lavagem de Dinheiro (DECCOR-LD) deflagraram, nesta quarta-feira (28), a Operação “24barra7”, que teve como objetivo o cumprimento de mandados de busca e apreensão relacionados à investigações sobre os crimes de corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica e fraude processual. A ação, que aconteceu na cidade de Natal, contou com o apoio do Ministério Público do Rio Grande do Norte, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Durante a ação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, em desfavor de seis investigados, sendo eles dois policiais civis, dois policiais militares e dois advogados. Os policiais civis foram afastados do cargo, em razão de decisão judicial, e um advogado foi preso em flagrante por ter destruído provas. Participaram das diligências seis delegados, vinte agentes de polícia e quatro promotores de Justiça. No decorrer das buscas, foram apreendidos com os investigados aproximadamente R$17.000,00 (dezessete mil reais), em espécie.

As investigações prosseguem para detalhamento da atuação dos envolvidos. A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Opinião dos leitores

  1. A corrupção está enraizada em todos os segmentos da sociedade. É um vicio danado . Parece que está na moda ser corrupto, ladrão, fora da lei no BRASIL.

  2. Gloriosos guerreiros da PM e da Civil fazendo suas peraltices. Temos que separar os ex-briosos guerreiros do trigo.

    1. Em todo local existem esses mal feitores, o problema é que em alguns locais eles predominam muito mais, como exemplo na política e no judiciário. Eles na realidade representam a população de maneira geral.

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Política

Witzel volta a falar em perseguição de Bolsonaro, ‘cooptação’ de TJ, MP e Alerj e compara seu caso ao de Lula

Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Um dia após ter conseguido na Justiça a ampliação do prazo para entrega das considerações finais de sua defesa ao Tribunal Especial Misto (TEM), o que fez com que a data do julgamento derradeiro do processo de impeachment fosse marcada para o dia 30 de abril, o governador afastado do Rio, Wilson Witzel, falou, em entrevista ao Jornal da CBN, na manhã desta quinta-feira, sobre suas expectativas para a conclusão do rito. Mais uma vez, Witzel falou — por diversas vezes — em perseguição política por parte do governo federal, fisiologismo de deputados estaduais na Assembleia Legislativa (Alerj), e o que chamou de “cooptação” do presidente Jair Bolsonaro em órgãos como o Tribunal de Justiça e o Ministério Público estadual. O ex-juiz federal também comparou o seu caso com o do ex-presidente Lula.

— Estamos vendo aí o que está sendo decidido em relação ao ex-presidente Lula. Depois de cinco anos, de ele estar gritando, berrando nos tribunais, foram descobrir que a competência para julgar os processos dele estava errada. Então, é só para se ter uma noção do tempo que a gente demora para descobrir se o Ministério Público for cooptado politicamente ou se agir fora daquilo que se exige que ele atue. Vários outros políticos que são acusados mediante cooptação de instituições públicas posteriormente acabam tendo suas absolvições reconhecidas. Isso acontece em vários casos. O próprio ex-presidente (Michel) Temer, que teve aí acusações contra ele envolvendo a JBS, logo depois que saiu do poder, o Judiciário isentou. Porque o processo penal tem uma tramitação, e a política muitas vezes se aproveita do processo penal para atacar adversários — afirmou.

Questionado sobre a citação a Lula, criticado na campanha de Witzel ao governo, o governador afastado disse nunca ter feito ataques “à pessoa física” do ex-presidente, mas a erros cometidos “em algumas questões” de seu mandato à frente do governo federal.

— Todas as minhas falas na política, e o que eu tenho sempre dito sobre o PT, são críticas do ponto de vista político. Minhas críticas ao PT, ao presidente Lula, à presidenta Dilma (Rousseff), são sempre críticas do ponto de vista político, de erros que eu entendi que foram cometidos em algumas questões. Eu nunca em entrevistas ataco a pessoa física do presidente Lula. Eu sempre disse que é preciso ter muita cautela em relação a julgamento político.

Witzel garantiu que vai entregar sua defesa até o prazo final, dia 26 de abril. No entanto, voltou a criticar o fato de ter tido negado seu pedido para provas periciais. Ele afirmou que o Tribunal Misto tem sido sendo “mal conduzido”, e que tem tentado fazer o caso chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF).

— Entregar, para cumprir a formalidade, nós vamos entregar. Eu não estou procrastinando nada, estou tentando ter um julgamento justo. Estou tentando que o tribunal permita que eu apresente os meus argumentos. Se você vai dizer que determinado fato está equivocado, que uma decisão minha sobre processo administrativo está equivocado, então tem que ter uma perícia para que as pessoas digam se o que está no processo está correto ou está errado — disse. — Esse processo que hoje respondo perante o Tribunal Especial Misto está sendo muito mal conduzido. A impressão que eu tenho é de uma pressão muito forte em cima da conclusão desse processo. Fatos importantes que dependeriam de prova pericial, para que possam ser discutidos amplamente, estão sendo simplesmente indeferidos. Os recursos que vão ao Tribunal de Justiça não estão sendo julgados. Eu pedi para reavaliar a questão da prova pericial, e o TJ indeferiu liminarmente, não julga em órgão especial o agravo, então, é uma negação do acesso à Justiça. Eu me sinto totalmente injustiçado, perseguido do ponto de vista político pela estrutura que foi montada contra os governadores, e eu tenho sido o primeiro a ser atingido por essa estrutura, cooptada pelo governo federal. O Ministério Público está levando esse processo de uma forma totalmente incomum para a realidade de um processo dessa magnitude. Então, estamos tentando chegar ao Supremo.

Sobre a expectativa para conclusão do rito, Witzel afirmou que, neste momento, não acredita num julgamento justo.

— Eu não tenho medo de absolutamente nada. O único receio na minha vida é desagradar a Deus. O que acontecer comigo, diante desse cenário, a História vai contar. É uma perseguição política, uma retaliação do governo federal em relação ao Estado do Rio de Janeiro. Eu fui o primeiro governador inclusive a fechar aeroporto, porque o governo federal não queria, depois o Supremo veio dar aos governadores essa liberdade de ação para poder controlar a pandemia — afirmou. — Diante do que está acontecendo, eu não consigo vislumbrar um julgamento justo.

O governador afastado voltou a afirmar que é perseguido pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.

— Eu sou só a primeira vítima dessa estrutura que se montou hoje no governo federal para atacar os governadores. Isso está claro. O TEM eu percebo que é um tribunal sob pressão, não está permitindo meu amplo direito de defesa, e eu estou tendo minha defesa cerceada. Os recursos apresentados ao Tribunal de Justiça não estão sendo julgados, simplesmente estão sendo paralisados. Eu estou sendo tirado do meu cargo de governador, que fui eleito com 4,6 milhões votos — disse. — É um governo em que você não vê nas ruas panelas batidas, “fora Witzel”, a população está se perguntando o que está acontecendo, e eu estou sendo atropelado por uma pressão do governo central em cima do governo do estado do Rio.

Como também já havia feito antes, Wilson Witzel voltou a se referir aos deputados estaduais.

— Aqui no Rio de Janeiro não tem mais oposição, todo mundo se juntou de uma forma totalmente prejudicial para o estado e ninguém fala mais de mortes nas comunidades, ninguém mais está falando de mortes de crianças, ou seja, a oposição aqui se juntou para resolver o problema deles, deputados — disse. — Com tudo o que nós vínhamos fazendo aqui no Rio de Janeiro para enfrentar as máfias do estado, obviamente, junta-se a fome com a vontade de comer: “já que o governo federal está a fim de passar por cima do governador, então vamos dar um empurrãozinho”. É o fisiologismo da Alerj, que a gente sabe que é de Paulo Melo, (Jorge) Picciani, de Sérgio Cabral.

Witzel comparou ainda o momento atual vivido pelo Brasil com a revolução de 1930, início da Era Vargas e concluiu sua fala com críticas à atual administração estadual, liderada pelo governador em exercício Cláudio Castro, seu vice, à qual chamou de negacionista.

— Infelizmente, o que estamos assistindo no Brasil é algo que já aconteceu na década de 1930: governadores atacados, Congresso atacado, as instituições sendo cooptadas, e a pressão sendo exercida em cima dos órgãos. A minha responsabilidade como governador ela foi exercida. Quando eu fui afastado do meu governo, havia 7 mil mortos aqui, hoje tem 30 mil mortos em oito meses. Então, se você olhar, o governo federal cooptou o governo estadual e o governo estadual está na mesma linha negacionista do governo federal. E é isso que ele quer, patrocinar o impeachment do Rio de Janeiro — acrescentou.

’Não sou engenheiro’

Perguntado pela reportagem da CBN sobre o fracasso dos hospitais de campanha — de sete prometidos, dois foram entregues e um funcionou com plenitude —, Witzel disse que quem deveria ser questionado sobre isso é um engenheiro, e não ele.

— Só é possível responder a essa pergunta se tiver uma análise de especialistas para dizer o que aconteceu. Não adianta perguntar para mim, eu não sou engenheiro. Minha ordem foi construir hospitais de campanha — disse. — Meu papel como governador é determinar as estratégias da pandemia. Eu montei um comitê até com ex-ministro da Saúde. Eu tomei todas as decisões que chegaram até mim com elementos para eu pudesse tomar a decisão. Eu determinei que fossem feitos os hospitais de campanha, determinei que fosse feito comitê, fui o primeiro governador a tomar medidas restritivas no Brasil em relação à pandemia e isso causou um certo desconforto por parte do governo federal, que não queria tomar nenhuma medida.

O governador citou ainda uma suposta interferência em relação à renovação do Regime de Recuperação Fiscal por conta de suas desavenças com o governo federal.

— O Regime de Recuperação Fiscal, o ministro avisou que só vai renovar depois que a minha cassação for efetivada, e até agora não assinou a renovação. Isso é ou não é uma retaliação? É ou não é a implantação de um regime autoritário no Brasil? — questionou.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Esse cara de pau safado, mentiroso e ladrão, esqueceu de dizer que o julgamento do Molusco foi considerado julgado, onde não devia ter sido, porém, todas as confissoes, provas documentais e tudo mais, continuam no processo, que deverá ser validado ou não por outro juiz, agora de Brasília. O meliante não foi absolvido, até um dos mequetrefe do STF, já disse isso.

  2. Mais um inocente, nossa política está cheia desses coitadinhos.
    Para melhorar o irmão dele, Douglas Renê Witzel acaba de ser preso em SP alvo da operação Rebote que investiga facções criminosas que atuam dentro e fora dos presídios. Não é acusação, está na mídia.
    Parece que Witzel começa a colecionar pontos para se tornar candidato da turma que tem corrupto de estimação.

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Educação

MPRN aciona Governo do Estado na Justiça para obrigar retorno às aulas presenciais

Foto: Ilustrativa

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) ajuizou uma Ação Civil Pública (ACP) para que o Governo do Estado seja obrigado a permitir o retorno das aulas presenciais em todas as instituições de ensino públicas e privadas, estaduais e municipais, em quaisquer das etapas da Educação Básica. Esse retorno deve ser de forma híbrida, gradual, segura e facultativa. A ação foi ajuizada nesta segunda-feira (5) com pedido de antecipação de tutela, para o Estado permitir a volta das aulas presenciais, em todas as etapas da educação básica da rede privada e da rede pública de ensino.

A ação civil é baseada na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente. Para o MPRN, a educação deve ser tratada como atividade essencial, sendo a primeira a retornar e a última a paralisar. E essa paralisação deve ocorrer apenas em caso de justificada necessidade sanitária.

Para abertura e funcionamento das escolas da rede privada, deve haver o cumprimento do que está determinado nos Protocolos Sanitários vigentes, de modo que as medidas de biossegurança sejam rigorosamente cumpridas. Em relação à abertura e funcionamento das escolas das redes públicas estadual e municipais, isso deve ocorrer de acordo com os respectivos Planos de Retomada de Atividades Escolares Presenciais que contemplem os protocolos sanitários e pedagógicos, devidamente elaborados, aprovados e publicados pelos Comitês Setoriais Estadual e Municipais.

Na ação, o MPRN pede que, em caso de eventual necessidade de suspensão das atividades escolares presenciais nas redes pública e privada da educação, o Governo do Estado confira tratamento igualitário, abstendo-se de autorizar apenas a retomada das atividades escolares de forma presencial na rede privada de ensino, em descompasso com a rede pública de ensino.

No entender do MPRN, o Decreto Estadual 30.458/2021, que passou a vigorar nesta segunda (5), “estabelece marco diverso para retomada da mesma atividade e, portanto, com os mesmos riscos epidemiológicos, elegendo como fator de diferenciação o fato de os estabelecimentos pertencerem à rede pública ou privada, o que gera discriminação odiosa, acentuando as desigualdades em vez de reduzi-las, como quer a Constituição Federal”.

Para o MPRN, não se concebe mais retardar a retomada presencial das atividades das redes estadual e municipais de ensino, visto que desde março de 2020 os alunos atendidos por essas redes estão sem atividades escolares presenciais, ou seja, há mais de 1 ano.

Contexto histórico

O Ministério Público do Rio Grande do Norte vem acompanhando a questão da educação durante a pandemia desde o seu início. O Governo do Estado, desde março de 2020, vem expedindo decretos estabelecendo obrigações e restrições, para os setores público e privado, com o objetivo de enfrentar a situação de emergência da saúde pública. Assim, em 17 de março do ano passado, foi expedido o Decreto Estadual 29.524, estabelecendo em seu art. 2º a suspensão das atividades escolares presenciais nas unidades da rede pública e privada de ensino, no âmbito do ensino infantil, fundamental, médio, superior, técnico e profissionalizante. Seis meses depois, com a melhora da situação epidemiológica do Estado, por meio do Decreto 29.989, de 18 de setembro de 2020, foi autorizada a retomada das atividades escolares presenciais da rede privada de ensino.

Naquela oportunidade, no art. 1º do Decreto, restou determinada a suspensão das aulas presenciais na rede pública de ensino do Rio Grande do Norte, no ano de 2020, diante da criação do Comitê de Educação para Gestão das Ações de combate da Covid-19 no âmbito do Sistema Estadual de Ensino do Rio Grande do Norte, através do Decreto Estadual nº 29.973, de 9 de setembro de 2020, com o objetivo de construir diretrizes para orientar as redes de ensino na elaboração de protocolos e normas para o enfrentamento da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus, com desdobramentos e tomadas de decisões para a Educação.

Ou seja, o Estado decidiu não reabrir as atividades escolares presenciais na rede pública de ensino no ano inteiro de 2020 com o fito de construir e implementar os protocolos sanitários para a reabertura gradual e segura das escolas da rede pública no ano de 2021. Em 1º de janeiro de 2021, sem qualquer impedimento normativo para a retomada das aulas de forma presencial na rede pública, seja do estado ou dos municípios, as escolas públicas em todo o estado permaneceram fechadas, sem a oferta de atividade presencial, com a previsão de retomada de alguns municípios no período de março a abril de 2021, tempo suficiente para concluir a implementação dos protocolos necessários nas unidades escolares. Ocorre que, diante do aumento de casos de infecção pelo coronavírus, foi editado o Decreto 30.388, de 5 de março de 2021, suspendendo as aulas presenciais nas unidades das redes pública estadual e privada de ensino, excepcionando as escolas e instituições de ensino fundamental das séries iniciais e do ensino fundamental I (sem fazer distinção da rede pública e privada).

Com o agravamento da situação epidemiológica no estado, o decreto seguinte, de nº 30.419, de 17 de março de 2021, suspendeu todas as atividades presenciais da rede pública e privada de ensino, em seu art. 7º, com vigência até 2 de abril de 2021, mantendo em funcionamento todos os serviços considerados essenciais

Diante desse decreto não ter considerado o serviço de educação como de natureza essencial, o Ministério Público Estadual expediu, em 31 de março passado, a Recomendação Conjunta n. 01/2021 ao Estado do Rio Grande do Norte, representado pela governadora de Estado, para que adote as medidas legais pertinentes para incluir as atividades/serviços educacionais presenciais, em todas as etapas da educação básica, das redes de ensino pública e privada, no rol das atividades/serviços essenciais nos decretos estaduais a serem expedidos acerca das medidas para o enfrentamento do novo coronavírus no âmbito do Estado e que confira às atividades educacionais presenciais o mesmo tratamento normativo em relação aos demais serviços essenciais quando da aplicação de medidas sanitárias restritivas.

Mesmo após a exposição de argumentos jurídicos e científicos ao Governo do Estado acerca da necessidade de se corrigir tamanha distorção, desproporcionalidade e ilegalidade em não considerar a educação como serviço essencial e impor às atividades educacionais medidas restritivas de funcionamento enquanto não se impõe medidas tão severas a outros serviços de natureza essencial. Ainda assim, foi expedido o atual decreto.

Para o MPRN, o decreto estadual em vigor “foi editado em total descompasso com a Recomendação Ministerial citada. A uma, por não ter considerado a educação como serviço essencial. A duas, ao ter conferido tratamento diferenciado ao serviço de educação restringindo-o bem mais do que outros serviços sequer considerados essenciais, como centro comercial, shopping center, galeria, lojas, academia, estúdio de pilates, food park, bar, restaurante, salão de beleza. A três, por ter tratado de forma desigual e bastante reprovável os alunos da rede pública da rede privada de ensino”.

Ainda no entender do MPRN, o Estado e todos os Municípios precisam, urgentemente, discutir o retorno às aulas das escolas públicas, pois essas são as mais afetadas durante o curso da pandemia. As crianças e adolescentes inseridas em famílias socioeconomicamente vulneráveis já foram bastante impactados pela suspensão das aulas presenciais há mais de um ano, aspecto que com certeza intensifica a desigualdade social no RN. O atual decreto estadual é ainda eivado de inconstitucionalidade por violar o princípio da igualdade de condições para o acesso e permanência na escola e da garantia do padrão de qualidade.

 

 

Opinião dos leitores

  1. Educação, assim como segurança e saúde e essencial. Óbvio!!! Mas por ser essencial, que deveriam pensar nisso , desde de março do ano passado. Com planejamentos, estruturas, organização, finanças e vacina. Mas ninguém, no Brasil fez ou pensou. Agora, temos que esperar a vacina. Não tem jeito!! E mais, não só a vacina, mas as condições necessárias e dignas de trabalho.

  2. Só uma dúvida. Porque o MPRN não volta a atender presencialmente? Eles querem que as escolas, que recebem uma demanda de pessoas bem maior do que o recebido pelo MPRN, abram, mas não voltam a atender presencialmente os cidadãos. Vamos abrir tudo MPRN, inclusive as atividades de vcs.

    1. Tudo remotamente igual aos vereadores que mandam professores para salas de aula e vivem longe do trabalho presencial.

  3. Engraçado, o MP esta trabalhando de forma remota. Quando e mesmo que eles vão voltar a atender presencialmente?

  4. Engraçado, passaram 1 ano assistindo aos descalabros sem fazerem nada e acordaram somente agora? Será que tiveram seus privilégios contrariados em alguma coisa e estão querendo dá o troco ou forçar uma recuada do governo? e os 5 milhões jogados no lixo, vão ficar assim mesmo?

  5. O MP deve ser revisto o primeiro a diminuir seus poderes e benesses no serviço público e o último a ter regalias.

  6. É válido e bom lembrar q os Professores, equipe pedagógica e todos os funcionários q trabalham em ESCOLAS sejam assegurado-lhes o direito à VACINA ANTES DO RETORNO ÀS AULAS PRESENCIAIS. TENHO DITO!

  7. Que foi que houve? MP acionando o GE?! Não eram tão parceiros pela vida?! Ou quem quer enganar quem?

  8. NUNCA obrigarão meu filho a ir à escola e trazer esse vírus maldito para dentro de casa. Quem quiser se contaminar que envie. Boa sorte!

  9. Insanidade do ministerio. Infelizmente. Tá me remetendo à forçaçao do poder económico.
    A contaminação podera certamente vir das crianças para seus pais e avós e outros. Insanidade.

  10. Parabéns ao MP. Essa decisão e a condução nessa situação não pode ser unilateral, tem que haver um ajuste e ações efetivas para o retorno seguro daa aulas.

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Judiciário

MP investiga mudança na ordem de prioridade na aplicação de vacinas contra a covid-19 em Natal, destaca reportagem do Estadão

O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Defensoria Pública do Rio Grande do Norte (DPE/RN) investigam mudança na ordem de prioridade de vacinação contra covid-19 em Natal. Grupos não contemplados no momento pelo Plano de Operacionalização da Vacinação elaborado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS Natal), conforme estipulado no Plano Nacional de Imunização (PNI), teriam sido imunizados antes.

Os órgãos ingressaram, em caráter sigiloso, com uma ação civil pública nessa terça-feira, 30, para que seja determinado ao prefeito Álvaro Dias e à governadora Fátima Bezerra a reorganização do processo vacinal obedecendo os critérios do PNI.

Na manhã de terça-feira, 30, sem anúncio oficial, a prefeitura do Natal deu início à vacinação de pessoas com síndrome de Down e Transtorno do Espectro Autista (TEA) num drive-thru montado no estacionamento da sede da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB/RN), na zona sul da capital. Esse novo posto de vacinação fica a menos de 100 metros da Unidade Básica de Saúde de Candelária, que é um dos pontos referenciados para a aplicação de doses das vacinas contra a covid-19 na capital.

Conforme detalhado pela SMS Natal, pelo menos 500 doses da vacina Coronavac foram disponibilizadas para a vacinação dos portadores de Síndrome de Down e autismo na capital. Entretanto, o município não detalhou quantas pessoas existem nessa condição morando em Natal e, tampouco, de onde saíram as doses utilizadas nesta terça-feira e previstas para uso nos próximos dias.

Centenas de pessoas foram ao drive-thru em busca do imunizante ao longo desta terça-feira. A imunização desse grupo era pleito de políticos e da própria OAB/RN, que cedeu espaço para montagem do drive-thru pela prefeitura.

Após o início da imunização, a Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN), responsável pela distribuição das vacinas contra a covid-19 aos municípios potiguares, encaminhou um ofício ao gabinete do titular da pasta, Cipriano Maia, solicitando informações sobre o caso, sob a alegação de que “doses não foram remetidas ao Município de Natal para tal fim”.

Uma fonte da Sesap/RN ouvida pelo Estadão confirmou que o uso de vacinas em público-alvo diferente do determinado no PNI configura que as “doses foram desvirtuadas do proposto” e que “a Sesap não foi informada de qual grupo essas vacinas foram retiradas”. E, além disso, a inclusão do público em questão no esquema vacinal não ocorreu de forma pactuada entre Estado e Município.

Conforme disposto no Plano de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19 do Município de Natal/RN publicado pela SMS Natal em janeiro deste ano, não havia prazo para a vacinação de pessoas com autismo e Síndrome de Down na cidade. Antes delas, conforme disposto no documento, deveriam ser imunizados “trabalhadores de saúde, pessoas de 75 anos e mais, pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas, população indígena, pessoas de 60 a 74 anos e pessoas com comorbidades”.

O município está na faixa de 69 anos e mais no calendário de vacinação e não acena quando irá ampliar a faixa etária para idosos com idades inferiores à atual. O Plano de Operacionalização para a Vacinação Contra a Covid-19 no Rio Grande do Norte, da Sesap, segue entendimento similar.

Sobre o assunto, o MPRN e a DPE/RN emitiram a seguinte nota: “O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Defensoria Pública do Rio Grande do Norte (DPE/RN) ingressaram na Justiça para que o Governo do Estado e a Prefeitura do Natal reorganizem o processo de vacinação contra COVID-19, observando integralmente as diretrizes do Plano Nacional de Imunização (PNI)”.

A Secretaria Municipal de Saúde e a Prefeitura do Natal foram procuradas, mas não comentaram o caso. Os questionamentos feitos sobre a origem das vacinas e os motivos da inclusão do novo grupo na campanha de vacinação na cidade não foram respondidas.

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB/RN) argumentou que “os grupos de pessoas que estão sendo vacinadas na sede da OAB/RN, em Candelária, Natal, são de exclusiva escolha e competência da Prefeitura de Natal” e que “cedeu temporariamente o seu espaço para o ente público a partir dessa terça-feira (30), após solicitação do secretário de Saúde de Natal, por meio do ofício nº 0995/2021/SMS”.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) emitiu nota confirmando que “a vacinação de pessoas não contempladas no Plano Nacional de Imunização (PNI) está desalinhada à política, às faixas e aos critérios de imunização adotados dentro do próprio plano” e que o “redirecionamento das doses para outros públicos que embora sejam entendidos como prioritários e estejam contemplados nas primeiras fases do Plano Estadual de Vacinação, ainda que não nesse momento, poderá acarretar indisponibilidade e inacessibilidade dos grupos prioritários contemplados no PNI, pelo simples fato de não ter havido ainda recebimento de doses específicas para esse determinado público”.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Uma pessoa com síndrome de down e autismo tem 10 vezes mais chances de morrer se pegar covid, como vocês não Tem noção da luta árdua que é ter um filho especial.

    1. exatamente, sou PCD, e sou da saúde, sofro com preconceito diário. pessoas sem noção.

  2. Isso é uma vergonha. Todos são prioritários. Mas, os idosos — que são a prioridade em todo o mundo civilizado — ficam relegados a própria sorte pelos governos estadual e municipal. E aí fica a pergunta: Qual a razão de não incluir também os motoristas de ônibus, de táxi, de aplicativos, os funcionários de atendimento de supermercados, do comércio em geral? Não temos homens/mulheres públicos(as), apenas, "iluminados" loucos pelo poder de qualquer forma. A humanidade se perdeu no caminho.

  3. VERGONHOSO o que está acontecendo em Natal. Um desvirtuamento total das orientações da OMS e das principais autoridades mundiais em relação ao cronograma e a ordem de prioridade estabelecida. Inclusive, em desobediência às orientações do Ministério da Saúde. Cidades da região metropolitana e a grande maioria das capitais muito mais adiantadas em relação ao grupos prioritários. Que as autoridades responsáveis não imaginem que serão beneficiadas eleitoralmente. Lembrem-se que os idosos tem família, parentes e amigos que certamente condenam veemente o descaso ao qual estão sendo submetidos. E, nas próximas eleições — se for essa a motivação, prá não aventar outras –, isso será lembrado. Precisamos que o MP adote imediatas iniciativas para abolir de vez e urgentemente essa prática criminosa e genocida em Natal.

  4. O MAIS IMORAL FOI VER ESTUDANTES DE MEDICINA SENDO VACINADOS, QUE ESTÃO ATÉ SEM AULAS

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Judiciário

MP defende retorno de aulas presenciais nas escolas públicas e privadas no RN

Foto: Reprodução

O Ministério Público do RN encaminhou ofício ao Comitê Científico do Estado defendendo o retorno das atividades escolares nas escolas públicas e privadas observando os critérios sanitários.

Segundo o documento, “SOLICITAMOS que esse insigne Comitê emita parecer quanto à possibilidade da retomada das atividades escolares presenciais, levando em consideração a atual situação epidemiológica da pandemia da COVID-
19 no Estado do Rio Grande do Norte, como também a importância indiscutível dessas atividades para o desenvolvimento físico, emocional, educacional, afetivo e social das milhares de crianças e adolescentes do Estado do Rio Grande do Norte”.

Ainda segundo o MP, cumpre ressaltar que o respeitável Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde – LAIS da UFRN, na data de ontem, publicou Relatório “A Evolução da Epidemia da COVID-19 no RN: Os primeiros impactos das medidas mais restritivas de 2021”, recomendando no item 03 que “Após a Páscoa, deve ser iniciado o retorno às aulas em formato híbrido com 50% da capacidade para as atividades presenciais”.

Confira documento na íntegra AQUI no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. Eu acho que tem algo errado ou somos muito burros: temos um comité científico estadual em que o chefe é engenheiro elétrico e é formado por uma turma de amigos da UFRN( sabe Deus as suas profissões ) e de Fátima governadora, que a impressa , judiciário e partidários o seguem sem questionar. Temos um comitê Municipal , formado por Drs em medicina e afins, que é questionado toda hora em suas ações. Agora, após 1,5 anos de peia e sofrimento, sindicatos , professores e autoridadss contras,seguindo o tal comitê científico Estadual da lacracão, onde após 15 dias de toque de recolher e 15 dias de lockdoaw, os casos de infecções e mortes por covid estão bombando, o MP ( aliado do governo) recomenda volta as as aulas… ??? Tem algo muito errado e estranho no RN.

  2. Entendo e até concordo com a urgência de vacinar os professores, porém se for para esperar ter aulas só após a vacinação deveria então dispensar todos os motoristas de ônibus, taxi, aplicativo, particulares, caminhoneiros, empregadas domésticas, caixas de supermercado, frentistas de postos, etc.., afinal de contas somos todos nós iguais oi não??

  3. aí libera por qual motivo? não tem estrutura nem nas escolas privadas, quanto mais as públicas e estão esquecendo que os ônibus estão lotados sem os alunos irem a escola, quanto mais com a volta as aulas. Não está tendo um estudo como realmente deveria ter. Aqui no RN as vidas não importam…só as vidas dos mais favorecidos.

  4. Fátima genocida teve tempo de sobras para preparar o retorno as salas de aulas.
    Tá passando da hora, de começar, do contrário vão preparar uma legião de atrazados gerando um problema social gravíssimo.
    O ensino público no RN já é ruim, imagine parado.
    Nunca os alunos de escolas públicas vão se formar, vai ficar só olhando a galera de escolas particulares virarem doutores.
    Lamentável essa atitude dessa desgovernadora fraca.

    1. Não são só as escolas estaduais não.As municipais estão uma sucata.

  5. O MP trabalha no home office. Na pior fase da pandemia, querem o retorno às aulas. Certamente estão preocupados com o atraso salarial, caso o Estado tenha as arrecadações reduzidas.

  6. Até que enfim criaram vergonha na cara e estão admitindo a segueira e outros arroubos dos ditadores de tiranetes, né MPRN.

    1. Você nunca pisou em uma escola pública p ver a realidade. Não tem segurança sanitária p aluno e nem p professor.
      Tire sua bunda da cadeira e saia da frente do computador.

  7. Impressionante. demoraram 1 ano para perceber a necessidade da escola na vida de todos. Infelizmente, as escolas privadas pagaram o preço da incompetência dos governos estadual e municipal que não fizeram nada nas suas escolas no sentido de retornarem as atividades. Espero que o Ministério Público não fique desmoralizado por esse comitêzinho que não conhece nada para ser chamado de científico. São na verdade comedores de gratificações pagas com o nosso dinheiro.

  8. Só pra vacinar professores? se não vacinar também os alunos dá no mesmo, alunos não respeitarão os protocolo da pandemia, e são fontes de contaminação. Deixe como está

    1. Isso mesmo sr. Francisco. O grande problema esta aí "observando os critérios sanitários"….
      Tem escola privada de Natal que está usando álcool comum, sem ser o 70%. Salas de aulas lotadas. Professores trabalhando doentes mesmo com atestado. Ninguém fiscaliza. Professor e funcionário não pode abrir a boca pois perde o emprego.
      Digo porque tenho provas.

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Judiciário

MAIS UM: Judiciário, MP e Defensoria criam auxílio-saúde que pode chegar a R$ 3.500,00 no RS

Foto: Reprodução

Tribunal de Justiça, Ministério Público e Defensoria Estadual do RS instituíram um auxílio de saúde suplementar para custear despesas com planos médicos de servidores, ativos ou inativos. A medida consta de resoluções, publicadas nos diários oficiais de cada órgão, na última terça-feira (9).

Magistrados, servidores ativos ou inativos e pensionistas dos órgãos poderão ter ressarcidos os gastos comprovados com plano médico, hospitalar, psicológico ou odontológico. O teto para o auxílio será de 10% dos vencimentos, que, no caso dos magistrados, chega a R$ 3,5 mil.

As medidas foram publicadas com base em resolução do Conselho Nacional de Justiça, de 2019, que determina as regras para a assistência em saúde no Poder Judiciário. Pela norma, os tribunais devem oferecer o serviço, por conta própria ou via contrato com empresas, ou ressarcirem os gastos realizados pelos servidores.

Matéria completa AQUI no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. Congelar salário de saúde, educação e segurança pública é fácil. Quero ver combater os verdadeiros privegiados! Aí vira txutxuca.

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Judiciário

MP do RJ encerra órgão que investiga rachadinhas; funções vão para grupo de combate ao crime organizado

Eduardo Gussem (E) cumprimenta seu sucessor no MPRJ, Luciano Mattos — Foto: Reprodução/MPRJ

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) determinou nesta quarta-feira (3) o fim do Grupo de Atuação Especializada e Combate à Corrupção (Gaecc). Esse núcleo especializado investigou, entre outros casos, a suspeita de rachadinhas de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Uma resolução assinada pelo procurador-geral de Justiça do RJ, Luciano Mattos, revoga outra, de 2016, que havia criado o Gaecc.

A decisão, publicada no Diário Oficial do MPRJ desta quinta-feira (4), determina que os trabalhos do Gaecc vão para um departamento a ser criado no Grupo de Atuação Especializada e Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

O G1 apurou que a reorganização dos grupos de atuação do MPRJ tira, na prática, autonomia dos membros do Gaecc, pois todos agora terão que se submeter à direção do Gaeco.

Caberá ao coordenador do Gaeco, por exemplo, autorizar a abertura de procedimentos.

Já nesta quinta-feira, Mattos citou 41 inquéritos envolvendo o Gaecc que vão para o novo núcleo.

A resolução especifica que o novo núcleo no Gaeco “atuará no combate às milícias, ao tráfico de drogas e à lavagem ou ocultação de bens”. Também ficará responsável por investigar crimes contra a administração pública, como os relacionados a licitações.

No final de 2020, 21 dos 22 promotores do grupo foram exonerados.

G1

Opinião dos leitores

    1. Normalmente quem chama o Presidente de Bozo, usa calcinha apertada kkkkk
      Bolsonaro é duro Kkkk.
      Bolsonaro é imbroxável
      Bolsonaro tem o cunhão rôxo

  1. Lista de alguns Deputados Estaduais do RJ envolvidos no esquema das rachadinhas (em milhões)
    André Ceciliano (PT)
    R$ 49,3
    Paulo Ramos (PDT)
    R$ 30,3
    Márcio Pacheco (PSC)
    R$ 25,3
    Luiz Martins (PDT)
    (preso) R$ 18,5
    Dr. Deodalto (DEM)
    R$ 16,3
    Carlos Minc (PSB)
    R$ 16,0
    Coronel Jairo (SD)
    (preso) R$ 10,2
    Marcos Müller (PHS)
    R$ 7,8
    Luiz Paulo (PSDB)
    R$ 7,1
    Tio Carlos (SD)
    R$ 4,3
    Pedro Augusto (MDB)
    R$ 4,1
    Átila Nunes (MDB)
    R$ 2,2
    Iranildo Campos (SD)
    R$ 2,2
    Márcia Jeovani (DEM)
    R$ 2,1
    Jorge Picciani (MDB)
    (preso) R$ 1,8
    Eliomar Coelho (PSOL)
    R$ 1,7
    Flávio Bolsonaro (ainda no PSL)
    R$ 1,3
    Waldeck Carneiro (PT)
    R$ 0,7
    Benedito Alves (PRB)
    R$ 0,5
    Marcos Abrahão (Avante)
    (preso) R$ 0,3

    1. O cara do PT em primeiro lugar e ninguém fala porra nenhuma. O sistema é cruel!

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Judiciário

Bolsonaro diz que diálogos de Dallagnol e procuradores demonstram perseguição à sua família e configuram crime; presidente condena ‘brincadeira de colegas’

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira, 26, que “vários diálogos” entre o procurador da República Deltan Dallagnol, ex-coordenador da Operação Lava Jato no Paraná, e membros do Ministério Público demonstram “perseguição” à sua família.

O chefe do Executivo citou que diálogos revelados entre procuradores da Lava Jato sobre vazamentos de dados de sua família ocorreram em 2019, quando Bolsonaro já era presidente. Ele mencionou ainda ter havido um movimento para “cooptar” seu entorno para a indicação do novo Procurador-Geral da República em 2019, quando decidiu escolher Augusto Aras para o cargo, nome que estava fora da lista tríplice da Associação Nacional de Procuradores da República (ANPR).

“A perseguição à família Bolsonaro se mostra em vários diálogos entre Dallagnol e membros do MP (Ministério Público). Além de quebra criminosa de sigilos, a tentativa de cooptar o entorno do Presidente da República para a escolha do PGR em 2019”, escreveu em sua página oficial do Facebook.

“Dellagnol querer dizer ser brincadeira tais diálogos demonstra querer fugir de sua responsabilidade. Os diálogos do vazamento da família ocorreram em 2019, onde Bolsonaro já era Presidente da República. ISSO É CRIME!”, afirmou.

Na publicação nas redes sociais, Bolsonaro compartilhou texto que cita um “complô” contra sua família, em especial o filho mais velho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). O senador é alvo de investigação que apura desvios de salários de funcionários em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Na quarta-feira, 24, o presidente encerrou uma entrevista coletiva ao ser questionado sobre a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de anular a quebra do sigilo bancário e fiscal de Flávio Bolsonaro no âmbito das investigações das chamadas “rachadinhas”.

A assessoria de imprensa do Ministério Público Federal, que não confirmou o conteúdo “das mensagens, mas informou que as frases teriam sido ditas em tom de brincadeira pelo chefe da Força Tarefa da Operação “Lava Jato, Deltan Dellagnol. Em nota, o MPF diz de forma genérica, não reconhecer os diálogos, mas que a fala foi somente “uma brincadeira entre colegas de trabalho, mesmo tratando-se de um assunto sério. Veja a íntegra da nota do MPF:

Foto: Reprodução

Com Isto É, Estadão e Agora Paraná

Opinião dos leitores

  1. Verdade Pepe, a lei deve ser igual para todos, e os integrantes da lava jato sempre estiveram corretos. Falam do Presidente por suas posições, comentários, etc, porém não apontam um ato de corrupção conduzido ou com a participação do mesmo.

  2. Este pessoal da lava jato corta de direite e de ezquerda não têm casuismo,é a Lei,os verdadeiros mitos.

    1. Imbecil, você não dizia que a lava jato era uma manobra pra eleger Bolsonaro. Isso deixa claríssimo: a lava jato não pactua com o crime, seja lá quem for, em qualquer tempo ou qualquer hora, respeito só com a pátria e com o cidadão de bem. E c'est fini.

  3. Vai ZeGado, o que quero ver e sorrir é vcs defendendo o presidente ????????????????vai ser interessante, afinal, se o juiz Moro errou, levando em conta as conversas gravadas, a coisa vai correr para absolvição de todos, vai ficar muito interessante para o Brasil.

  4. Imagina em que o boy do powerpoint votou: Haddad ou O minto?
    Precisa nem responder.
    Mas uma lotota do minto.

  5. Puxa, tadinho do inepto MINTOmaníaco! Ele nomeou um PGR petista amigão de José Dirceu do PT mas ninguém pode falar nada talkei!

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Judiciário

ALEGOU TER ‘ESQUECIDO’: MP investiga caso de enfermeira que não injetou em idosa o líquido da vacina contra Covid-19 na 1ª tentativa, em Goiânia

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) investiga a denúncia de que uma enfermeira não injetou o líquido da vacina contra a Covid-19 em uma paciente na primeira tentativa, mesmo tendo inserido a agulha na idosa, em Goiânia.

Uma filha de Floramy de Oliveira Jordão, de 88 anos, filmou o momento e questionou a profissional após notar que o líquido continuava na injeção (vídeo acima). Foi quando a enfermeira pediu desculpas pelo erro e aplicou corretamente a dose.

O caso aconteceu na quarta-feira (10), primeiro dia de vacinação de idosos com mais de 85 anos em Goiânia. A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS) informou que também está apurando a situação internamente e que a enfermeira foi afastada da campanha de vacinação contra Covid-19.

A promotora de Justiça Marlene Nunes de Freitas Bueno informou que já solicitou informações sobre o caso à Secretaria Municipal de Saúde. “O que fundamenta a investigação é a conduta da profissional e a responsabilidade da secretaria para garantir normalidade. A secretaria tem que buscar os meios necessários para deixar a sociedade tranquila. Nosso objetivo imediato, nesse momento, é tranquilizar a sociedade”, afirmou.

O G1 entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, na manhã desta quinta-feira (11), pedindo mais detalhes sobre o ocorrido e o vínculo da profissional com a pasta e aguarda retorno.

Chefe da SMS, Durval Pedroso explicou que o caso foi uma situação isolada e que a imunização continua sendo feita normalmente na capital.

“A secretaria jamais agiria de forma a acobertar qualquer fato, prezamos pela transparência. A pessoa que fez a denúncia está agindo de forma ética e responsável. […] Acreditamos na capacidade, compromisso, na responsabilidade e ética na nossa equipe. É muito importante que as pessoas se vacinem, não se privem de vacinar. A garantia, a segurança e a ética sempre estarão presentes”, disse o secretário.

A reportagem solicitou um posicionamento sobre o caso ao Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren-GO) na manhã desta quinta-feira e aguarda retorno.

Episódio

A aposentada Luciana Jordão, de 57 anos, levou a mãe para ser vacinada contra a Covid-19 em um dos pontos que as doses estão sendo aplicadas em idosos, em Goiânia. Segundo a filha, quando chegou a vez de a mãe ser imunizada, ela decidiu filmar para mostrar o momento aos netos dela.

Foi quando a aposentada notou que a enfermeira que fez a aplicação não injetou o líquido que estava na seringa como deveria.

“Ela simplesmente enfiou a agulha na minha mãe, tirou e ficou com a seringa para cima. Aí eu falei: ‘Foi muito rápido’. Quando eu olhei para cima, o líquido estava todinho na seringa. Ela não injetou a vacina na minha mãe. Aí eu falei para ela: ‘O líquido está todinho aí, você não vacinou a minha mãe’”, contou.

Luciana relatou que a enfermeira respondeu que havia vacinado, mas, ao ser confrontada sobre o líquido estar na seringa, pediu desculpas e disse que não tinha percebido.

“Ela olhou, pediu desculpa, disse que ela tinha se esquecido de injetar, foi e picou minha mãe, vacinou minha mãe novamente. Eu fiquei prestando atenção, e aí ela realmente vacinou”, afirmou a aposentada.

G1 – GO

Opinião dos leitores

  1. Eu pedi pra fazer a mesma coisa em mim, vou deixar para tomar depois que a petralhada e os calcinhas apertadas testerem . ririri.

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Judiciário

‘BBB21’: deputado vai denunciar Nego Di, Projota, Karol Conká e Lumena ao MP e à Polícia Civil

Foto: Reprodução

O deputado estadual Atila Nunes (MDB), conhecido defensor das religiões de matrizes africanas, anunciou, nesta quarta-feira (10), que vai denunciar ao Ministério Público os participantes do “BBB21” Nego Di, Projota, Karol Conká e Lumena por vilipêndio religioso, crime caracterizado no Código Penal.

Na última segunda-feira, o quarteto causou revolta nas redes sociais e foi acusado de intolerância religiosa por ter ironizado o orixá Xangô. Em conversa no quarto, Nego Di fez um trocadilho desrespeitoso com a entidade. Lumena é candomblecista e, junto com seus amigos, ironizou a umbanda, religião de Lucas Penteado.

“Eu xangôzei”, disse o humorista. “Cheguei a xangôzar no quarto, vei. Ave, Maria”, completou. Depois, foi a vez de Karol Conká. “Você falando é muito engraçado. ‘Eu chamei Xangô, véi'”, disse a rapper, imitando Lumena.

Apesar de estarem ridicularizando uma religião de matriz africana, Lumena caiu na gargalhada com todos os outros. Ela ainda lembrou uma conversa que teve com Lucas. “Eu xangozei. Eu estou pelo certo com meu orixá, você está pelo errado. Ele está te abandonando”, disse a baiana.

O deputado disse que também vai pedir à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) para requisitar as gravações.

“As referências extremamente ofensivas, acompanhadas de chacotas dos quatro participantes a uma entidade das religiões de matrizes africanas, estimulam o preconceito e os ataques à umbanda e ao candomblé. Dificilmente eles se refeririam dessa forma a Nossa Senhora ou à Biblia”, disse.

Extra – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Interessante… se a piada fosse com Deus ou com Jesus Cristo, o deputado teria se indignado? Ou ficaria "de boa"?

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Saúde

Anvisa fala em ‘ameaça sanitária’ e diz que pedirá para Bolsonaro vetar MP que dá 5 dias para agência autorizar vacinas da Covid emergencialmente

Foto: Reprodução/Globo News

O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, disse, em entrevista à GloboNews nesta quarta-feira (10), que vai pedir ao presidente Jair Bolsonaro que vete trecho da medida provisória que prevê um prazo de cinco dias para aprovação de uso emergencial de vacinas contra a Covid-19. Barra Torres e o presidente têm uma reunião marcada ainda nesta quarta.

A medida (MPV nº 1.003/2020) foi aprovada pelo Senado no dia 4 e também já passou pela Câmara. Agora, só precisa de sanção presidencial para entrar em vigor.

O prazo previsto no texto não é para análise, mas, sim, para autorização do uso pela Anvisa se o imunizante já tiver sido aprovado por uma de outras 9 agências regulatórias (veja lista mais abaixo).

O diretor da agência brasileira disse que o texto é uma “ameaça à soberania nacional no que tange os aspectos sanitários”.

“O que protege o cidadão brasileiro é um escudo chamado Anvisa. Esse escudo está sendo removido das mãos dos servidores e gerando uma insegurança sanitária, na medida em que o texto, no seu artigo quinto, logo na sua primeira fase, contempla uma única possibilidade: que é de conceder autorização. É como que dizer ao juiz antes do julgamento: o réu já está condenado ou absolvido”, declarou Barra Torres.

“Não seria razoável pedir que o presidente sancionasse a medida provisória que anula o nosso trabalho”, afirmou.

O texto prevê autorização da Anvisa se a vacina em questão já tiver sido aprovada por uma das seguintes agências regulatórias:

Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos;

European Medicines Agency (EMA), da União Europeia;

Pharmaceuticals and Medical Devices Agency (PMDA), do Japão;

National Medical Products Administration (NMPA), da China;

Health Canada (HC), do Canadá;

The Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency (MHRA), do Reino Unido;

Korea Disease Control And Prevention Agency (KDCA), da Coreia do Sul;

Ministério da Saúde da Rússia;

Administración Nacional De Medicamentos, Alimentos Y Tecnología Médica (ANMAT), da Argentina.

Como é hoje

As regras em vigor hoje são diferentes: a Anvisa tem até 10 dias para analisar os pedidos de uso emergencial de vacinas. Se as vacinas tiverem registro definitivo nos Estados Unidos, Europa, Japão ou China, a agência tem prazo de 3 dias (72 horas) para autorizar a importação. O registro definitivo, entretanto, é diferente do uso emergencial.

“Seja decisão de 3, 5, 2 dias, nós temos um limite de trabalho. Nossos servidores que analisam, que leem o dossiê de 20 mil páginas, eles estão hoje com dois protocolos de registros pesadíssimos na mão: AstraZeneca e Pfizer, dois dossiês imensos”, disse o diretor da Anvisa.

“Esses servidores já estão trabalhando no limite. Não tiro servidor da gaveta para somar esforços, os grupos são específicos”, completou.

“O que acontecerá é que, diante de um prazo insuficiente, prestaremos conta do que foi analisado até aquele momento e faremos constar em bula e em caixa: aprovado pela lei XYZ, produto sem análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Nós somos legalistas, estamos usando todos os recursos para tentar convencer as autoridades de que não é razoável agir dessa maneira”, disse o diretor.

Ainda na terça, Barra Torres já havia criticado a medida provisória.

“Não está escrito ‘analisará’, não está escrito que vai estudar o tema, não está escrito que vai verificar se há risco, se não há. Está escrito ‘concederá autorização’. Só nos é dada uma opção; é o sim, só tem essa opção”, disse.

No mesmo dia, a Anvisa dispensou o registro e a autorização emergencial para vacinas do consórcio Covax Facility.

A agência avaliou que a análise dos imunizantes pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que coordena a Covax, dispensa a necessidade de uma nova análise, até porque a própria Anvisa participa do consórcio.

O Brasil tem, hoje, duas vacinas aprovadas para uso emergencial contra a Covid-19: a de Oxford e a CoronaVac.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Essa MP tramitou pelo Senado e na Câmara e o diretor ficou calado e não disse nada. Na hora da sanção vem alertar sobre o perigo? Estranho, muito estranho, mas mesmo assim acho que ele está certo.

  2. A Anvisa tem que procurar os 11 presidentes do Brasil. Eles é quem mandam no País, com Zero votos dos eleitores.

  3. Eu queria que esse congresso Nacional, tivesse a mesma pressa para investigar, julgar e condenar a perda de mandatos de políticos envolvidos em crimes e corrupção.

    1. O falador de besteira oficial do Blog do BG… Calígula, meu amigo, você acaba de mostrar que nem sabe o que faz o Congresso Nacional… kkkkkkkk

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Finanças

Governo publica MP e define salário mínimo de R$ 1.100 em 2021

Foto: Diário Oficial da União

O governo federal publicou nesta quinta-feira (31) no “Diário Oficial da União” a medida provisória (MP) que define o salário mínimo de R$ 1.100 em 2021.

O anúncio do valor foi feito nesta quarta (30) pelo presidente Jair Bolsonaro. O valor atual do salário mínimo é de R$ 1.045, e o novo valor vale a partir de 1º janeiro de 2021.

Para o reajuste, o governo usou uma previsão de alta de 5,22% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que serve de base para a correção anual do salário mínimo. Isso significa que não haverá aumento real no salário mínimo em 2021 mas sim a correção pela inflação (leia mais abaixo).

Medidas provisórias entram em vigor assim que publicadas no “Diário Oficial da União”. Precisam, contudo, de aprovação do Congresso Nacional para se tornar leis em definitivo.

O salário mínimo de R$ 1.100 está acima dos R$ 1.088 previstos pelo governo na proposta de alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), enviada em 15 de dezembro ao Congresso Nacional.

O que explica a diferença?

Na proposta, o governo revisou de R$ 1.067 para R$ 1.088 em razão do crescimento da inflação nos últimos meses.

O crescimento da inflação fez a área econômica do governo aumentar a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), base para a correção anual do salário mínimo.

De acordo com informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 49 milhões de trabalhadores no Brasil.

Em entrevista na quarta (30), o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, disse que o reajuste do salário mínimo está em linha com o que foi feito em 2019.

Para o reajuste, o governo usou uma previsão de alta de 5,22% para o INPC. Segundo Guaranys, esse valor leva em consideração o valor fechado do índice até novembro e a última estimativa do boletim Focus, divulgado pelo Banco Central na segunda-feira (28). Com isso, será mais um ano sem alta real no salário mínimo.

Se o INPC superar a previsão do governo, o salário mínimo pode ter que ser novamente reajustado, como ocorreu em janeiro deste ano.

Impacto nas contas públicas

Ao conceder um reajuste maior para o salário mínimo, o governo federal também gasta mais. Isso porque os benefícios previdenciários não podem ser menores que o valor do mínimo.

De acordo com o secretário da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, a cada R$ 1 de aumento do salário mínimo, cria-se a despesa em 2021 de aproximadamente R$ 351,1 milhões.

Segundo o secretário de Política Econômica, Adolfo Sashcida, a revisão no salário mínimo com relação aos R$ 1.088 previstos na LDO de 2021 levará a uma despesa extra de cerca de R$ 4 bilhões no próximo ano.

Ainda segundo ele, esse valor está dentro do espaço do teto de gastos e não causa preocupação. “Esmos bem embasados nisso, no respeito ao teto. Todas as regras fiscais serão respeitadas”, disse.

G1

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Diversos

Felipe Neto assina acordo com MP após denúncia de Antonia Fontenelle por má conduta no YouTube

Foto: Montagem

Felipe Neto assinou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) durante reunião virtual com representantes da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Infância e Juventude da Capital do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro na última sexta-feira (18/12). Antonia Fontenelle havia denunciado o youtuber por má conduta no YouTube.

Antonia afirmou que está muito feliz com o acordo e que se considera responsável, já que foi a sua denúncia que chamou atenção para o problema. “Se o Felipe assinou o acordo é porque reconheceu implicitamente que sua conduta era inadequada. Agora o que nos resta é ficar de olho para ver se ele vai cumprir com tudo o que se comprometeu”, disse ela.

No TAC, Felipe se compromete a divulgar em seu canal no YouTube vídeos com a temática de Classificação Indicativa para internet, como, por exemplo, explicações sobre as faixas etárias previstas pelo Ministério da Justiça. O youtuber também vai precisar revisar todo o conteúdo de seu canal e autoclassificar a faixa etária indicada no título dos vídeos.

Após a decisão, a apresentadora aproveitou para agradecer aos promotores públicos que atuaram no caso. “Quero parabenizar os promotores Rosana Barbosa, Rodrigo César e Moacir Silva pela atenção dispensada nesse caso. Minha eterna gratidão em nome de todas as Mães do Brasil”.

Leo Dias – Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Bolsombostas são todos iguais ao rei do gado, foi contra as atitudes grosseiras, atitudes de presidente de conselho de bairro, atitudes de líder comunitário , passamos a ser chamados de comunistas quando na verdade nem mesmo sabem falar um pouco do regime , de onde vem, qual ideologia do comunismo, eles apenas repetem o rei do gado e seus filhos bezerrinhos.
    Eu tenho a certeza que o Bozo e seus seguidores não passam de loucos seguidores do capiroto.

    1. Pelo jeito vc vai pular da ponte, pois Bolsonaro vai se reeleger em 22

    2. Baixa a bola a ladrãozinho petralha senão tu não passa do réveillon

    1. O Felipe Neto é tão de esquerda quanto a Antônia Fontenelle tem algo a acrescentar.
      ?Gado é assim: se fala mal do Bozo automaticamente vira comunista.
      "Jênios"

    2. Esse é o uma vergonha para o Brasil. Uma merda dessas querendo ser referência, tá de brincadeira! Tem que levar cadeia!

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Saúde

Câmara aprova MP com prazo de cinco dias para Anvisa autorizar vacina registrada fora do país

Foto: Miguel Noronha/Futura Press/Estadão Conteúdo

A Câmara dos Deputados aprovou nesta sexta-feira (18) o texto-base da medida provisória que trata da compra e distribuição de vacinas contra a Covid-19 no Brasil.

A proposta fixa prazo de até cinco dias para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar o uso emergencial do imunizante aprovado em pelo menos uma de oito autoridades estrangeiras listadas (veja mais abaixo).

Para concluir a votação, os parlamentares ainda precisam analisar destaques, que são sugestões para alterar o texto. Depois, a matéria ainda terá que ser discutida no Senado.

Inicialmente, a MP foi editada pelo Executivo para garantir a participação do Brasil na Covax Facility, programa coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para impulsionar o desenvolvimento e garantir a compra de vacinas contra o novo coronavírus.

O relator, Geninho Zuliani (DEM-SP), incluiu trechos mais abrangentes em relação à vacinação.

O texto aprovado pelos deputados não traz a exigência de que os vacinados assinem um termo de responsabilidade. O relator chegou a cogitar incluir isso a pedido do governo, mas acabou voltando atrás.

Proposta

O projeto diz que o governo, por intermédio do Ministério da Saúde, deve comprar e distribuir as vacinas registradas pela Anvisa, com preferência para as que sejam produzidas no Brasil, por empresa brasileira sediada no estrangeiro ou por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no País.

O texto aprovado reforça que cabe ao Ministério da Saúde coordenar o programa de imunização e, caso haja omissão ou irregularidades nesse processo, os estados ficam autorizados a adotarem medidas necessárias para imunizar suas respectivas populações, “cabendo à União a responsabilidade por todas as despesas incorridas para essa finalidade”.

A MP também permite que o governo celebre contratos para comprar insumos e vacinas, antes mesmo do registro sanitário ou da autorização temporária para uso emergencial dos produtos.

Além destas, a compra de bens e serviços de logística, tecnologia da informação, comunicação e treinamentos destinados à vacinação também não precisarão seguir as normas impostas a licitações e contratos da administração pública.

Uso emergencial

A MP estabelece prazo de cinco dias para que a Anvisa conceda autorização temporária de uso emergencial para importação, distribuição e uso de qualquer vacina contra o coronavírus, contados a partir da formalização do pedido.

A autorização temporária, no entanto, só poderá ser feita com relação a vacinas já aprovadas por pelo menos uma das seguintes autoridades sanitárias:

Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos;

European Medicines Agency (EMA), da União Europeia;

Pharmaceuticals and Medical Devices Agency (PMDA), do Japão;

National Medical Products Administration (NMPA), da China;

Health Canada (HC), do Canadá;

The Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency (MHRA), do Reino Unido;

Korea Disease Control And Prevention Agency (KDCA), da Coreia do Sul.

Ministério da Saúde, da Rússia.

Uma lei aprovada em maio pelo Congresso– já estabelece um prazo de 72 horas para que agência brasileira autorize, de forma excepcional e temporária, a importação e a distribuição de medicamentos e insumos para o combate à Covid-19 registrados na autoridade de um desses países – Estados Unidos, Japão, China ou na agência da União Europeia.

A legislação em vigor, porém, é válida enquanto durar o estado de calamidade pública, isto é, até 31 de dezembro de 2020. Além disso, a atual legislação não fala explicitamente em “vacinas” e cita o registro por autoridades estrangeiras – o que, segundo a Anvisa, não vale para autorizações para uso emergencial.

Transparência

O texto da MP aprovada exige ainda que o Ministério da Saúde publique em seu site informações sobre:

quantitativo de vacinas adquiridas;

o laboratório de origem;

os custos despendidos;

os grupos elegíveis;

a região onde ocorreu ou ocorrerá a imunização;

informação e percentual sobre o atingimento da meta de vacinação;

dados sobre aquisição, estoque e distribuição dos insumos necessários à aplicação das vacinas.

Coordenação

O projeto determina que a imunização contra a Covid-19 será coordenada pelo Ministério da Saúde, ouvindo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Pela proposta, o plano nacional de operacionalização da vacinação contra a Covid-19 deve garantir:

a logística de aquisição de insumos, o sistema de informações;

a definição das estratégias de monitoramento e a avaliação da campanha;

a distribuição prioritária às unidades da federação seguindo critérios epidemiológicos;

o acesso aos grupos de risco definidos em ato do Ministério da Saúde, aos profissionais de saúde, de segurança pública e de educação;

a imunização segura, eficaz e gratuita da população que puder ser vacinada.

Covax Facility

O Covax Facility é uma aliança global, coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em que os mais de 150 países participantes financiam o desenvolvimento de vacinas contra o novo coronavírus. Os integrantes da coalizão poderão, depois, adquirir os imunizantes.

A adesão do Brasil ao programa é uma das frentes de atuação do país para a obtenção de vacinas contra a doença. O governo brasileiro também negocia a produção de três laboratórios: AstraZeneca (vacina de Oxford), Instituto Butantan e Pfizer.

Pelo texto, o governo fica autorizado a aderir ao consórcio para “adquirir vacinas seguras e eficazes contra a Covid-19”, mas não é obrigado a comprar nenhuma. A aquisição dependerá de análise técnica e financeira para cada caso, conforme a medida provisória.

G1

 

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Finanças

Bolsonaro assina MP que destina R$ 20 bilhões à vacinação contra covid-19

Foto: Dida Sampaio/ESTADAO CONTEUDO

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quinta-feira (17) uma medida provisória que destina R$ 20 bilhões para o plano nacional de vacinação contra a Covid-19.

A MP entra em vigor ao ser publicada no “Diário Oficial da União” e precisa ser aprovada por Câmara e Senado para não perder a validade. Até o momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não liberou o uso de nenhuma vacina no Brasil.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou na semana passada que uma eventual campanha de vacinação em massa custaria cerca de R$ 20 bilhões à União. A declaração foi dada à comissão externa do Congresso que acompanha as ações de combate ao coronavírus, e Guedes não fez referência à MP.

“Só para os senhores terem uma ideia, se formos partir para uma campanha de vacinação em massa, devem ser mais ou menos uns 20 bilhões. Realmente o choque inicial, que foi o distanciamento, foi um impacto tremendo na pandemia”, disse.

Antes, o governo já havia destinado R$ 1,99 bilhão ao Ministério da Saúde para viabilizar, produzir e disponibilizar a “vacina de Oxford”, desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido.

O governo firmou um acordo com a AstraZeneca que prevê a transferência de tecnologia para que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) possa produzir essa vacina.

O montante de R$ 1,99 bilhão também foi liberado por medida provisória, assinada em agosto por Bolsonaro e aprovada em definitivo pelo Senado no início deste mês.

A União editou ainda em setembro outra MP que liberou R$ 2,5 bilhões a fim de bancar a participação do Brasil na Covax Facility, programa coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para impulsionar o desenvolvimento e garantir a compra de vacinas contra a Covid-19.

O governo Jair Bolsonaro lida com a pressão de governadores e prefeitos para iniciar a vacinação o quanto antes. O governo de São Paulo pretende iniciar a vacinação em 25 de janeiro pela vacina CoronaVac, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

O Reino Unido, por exemplo, começou nesta semana a vacinação com o imunizante desenvolvido pela Pfizer, que deverá receber autorização da agência norte-americana (FDA) que realiza trabalho similar ao da Anvisa.

Após afirmar a governadores que a Anvisa precisa de 60 dias para conceder o registro efetivo de uma vacina, o que deixaria a vacinação para fevereiro, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, declarou que poderá haver vacinação no Brasil ainda neste mês de dezembro, ou no início de janeiro de 2021.

Para que seja possível iniciar a vacinação neste mês, a farmacêutica Pfizer terá de conseguir uma autorização emergencial junto à Anvisa e “adiantar” uma entrega de doses acordadas com o governo federal.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Esse e o verdadeiro idiota, quem e justo nesse nem no outro também não.tanto e que Jesus morreu crucificado e ninguém fez nada por ele,depois da morte surge uns trogloditas dizendo ele vai votar será,jamais acontecerá isso.

  2. Parabéns Presidente Bolsonara, graças a você o Brasil não afundou igual a Argentina, e estamos saindo da pandemia como exemplos para o mundo.

  3. A esquerda doente pira, entra em parafuso, ela adora ver a desgraça, onde estão os comentários desses doentes?

  4. Depois dos hospitais de campanha e respiradores, chegou a hora do coronavac entrar em ação.
    E os 5 milhões de reais que foram utilizados para compra dos respiradores ninguém fala mais nada?
    #Bolsonaro tem razão

  5. PARABÉNS PRESIDENTE, OS JUSTOS ESTÃO COM O SR.
    Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro e Paulo Guedes.
    #Bolsonaro tem razão

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