Bolsonaro diz que diálogos de Dallagnol e procuradores demonstram perseguição à sua família e configuram crime; presidente condena ‘brincadeira de colegas’

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira, 26, que “vários diálogos” entre o procurador da República Deltan Dallagnol, ex-coordenador da Operação Lava Jato no Paraná, e membros do Ministério Público demonstram “perseguição” à sua família.

O chefe do Executivo citou que diálogos revelados entre procuradores da Lava Jato sobre vazamentos de dados de sua família ocorreram em 2019, quando Bolsonaro já era presidente. Ele mencionou ainda ter havido um movimento para “cooptar” seu entorno para a indicação do novo Procurador-Geral da República em 2019, quando decidiu escolher Augusto Aras para o cargo, nome que estava fora da lista tríplice da Associação Nacional de Procuradores da República (ANPR).

“A perseguição à família Bolsonaro se mostra em vários diálogos entre Dallagnol e membros do MP (Ministério Público). Além de quebra criminosa de sigilos, a tentativa de cooptar o entorno do Presidente da República para a escolha do PGR em 2019”, escreveu em sua página oficial do Facebook.

“Dellagnol querer dizer ser brincadeira tais diálogos demonstra querer fugir de sua responsabilidade. Os diálogos do vazamento da família ocorreram em 2019, onde Bolsonaro já era Presidente da República. ISSO É CRIME!”, afirmou.

Na publicação nas redes sociais, Bolsonaro compartilhou texto que cita um “complô” contra sua família, em especial o filho mais velho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). O senador é alvo de investigação que apura desvios de salários de funcionários em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Na quarta-feira, 24, o presidente encerrou uma entrevista coletiva ao ser questionado sobre a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de anular a quebra do sigilo bancário e fiscal de Flávio Bolsonaro no âmbito das investigações das chamadas “rachadinhas”.

A assessoria de imprensa do Ministério Público Federal, que não confirmou o conteúdo “das mensagens, mas informou que as frases teriam sido ditas em tom de brincadeira pelo chefe da Força Tarefa da Operação “Lava Jato, Deltan Dellagnol. Em nota, o MPF diz de forma genérica, não reconhecer os diálogos, mas que a fala foi somente “uma brincadeira entre colegas de trabalho, mesmo tratando-se de um assunto sério. Veja a íntegra da nota do MPF:

Foto: Reprodução

Com Isto É, Estadão e Agora Paraná

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Roque Santeiro disse:

    Verdade Pepe, a lei deve ser igual para todos, e os integrantes da lava jato sempre estiveram corretos. Falam do Presidente por suas posições, comentários, etc, porém não apontam um ato de corrupção conduzido ou com a participação do mesmo.

  2. Pepe disse:

    Este pessoal da lava jato corta de direite e de ezquerda não têm casuismo,é a Lei,os verdadeiros mitos.

  3. Samuel Uel disse:

    Cadê o gado vagabundo pra cometar aqui????
    Covardes igual ao Bozo

    • David disse:

      Imbecil, você não dizia que a lava jato era uma manobra pra eleger Bolsonaro. Isso deixa claríssimo: a lava jato não pactua com o crime, seja lá quem for, em qualquer tempo ou qualquer hora, respeito só com a pátria e com o cidadão de bem. E c'est fini.

  4. Roque Santeiro disse:

    Vai ZeGado, o que quero ver e sorrir é vcs defendendo o presidente 😀😀😀😀😀😀😀😀😀😀😀😀😀😀😀😀vai ser interessante, afinal, se o juiz Moro errou, levando em conta as conversas gravadas, a coisa vai correr para absolvição de todos, vai ficar muito interessante para o Brasil.

  5. Manoel disse:

    Imagina em que o boy do powerpoint votou: Haddad ou O minto?
    Precisa nem responder.
    Mas uma lotota do minto.

  6. ZéGado disse:

    A boiada não vai passar por aqui?

  7. anderson disse:

    Igualzinho ao molusco luladrao nove dedos. Quem diria…

  8. Manoel F disse:

    Puxa, tadinho do inepto MINTOmaníaco! Ele nomeou um PGR petista amigão de José Dirceu do PT mas ninguém pode falar nada talkei!

ALEGOU TER ‘ESQUECIDO’: MP investiga caso de enfermeira que não injetou em idosa o líquido da vacina contra Covid-19 na 1ª tentativa, em Goiânia

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) investiga a denúncia de que uma enfermeira não injetou o líquido da vacina contra a Covid-19 em uma paciente na primeira tentativa, mesmo tendo inserido a agulha na idosa, em Goiânia.

Uma filha de Floramy de Oliveira Jordão, de 88 anos, filmou o momento e questionou a profissional após notar que o líquido continuava na injeção (vídeo acima). Foi quando a enfermeira pediu desculpas pelo erro e aplicou corretamente a dose.

O caso aconteceu na quarta-feira (10), primeiro dia de vacinação de idosos com mais de 85 anos em Goiânia. A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS) informou que também está apurando a situação internamente e que a enfermeira foi afastada da campanha de vacinação contra Covid-19.

A promotora de Justiça Marlene Nunes de Freitas Bueno informou que já solicitou informações sobre o caso à Secretaria Municipal de Saúde. “O que fundamenta a investigação é a conduta da profissional e a responsabilidade da secretaria para garantir normalidade. A secretaria tem que buscar os meios necessários para deixar a sociedade tranquila. Nosso objetivo imediato, nesse momento, é tranquilizar a sociedade”, afirmou.

O G1 entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, na manhã desta quinta-feira (11), pedindo mais detalhes sobre o ocorrido e o vínculo da profissional com a pasta e aguarda retorno.

Chefe da SMS, Durval Pedroso explicou que o caso foi uma situação isolada e que a imunização continua sendo feita normalmente na capital.

“A secretaria jamais agiria de forma a acobertar qualquer fato, prezamos pela transparência. A pessoa que fez a denúncia está agindo de forma ética e responsável. […] Acreditamos na capacidade, compromisso, na responsabilidade e ética na nossa equipe. É muito importante que as pessoas se vacinem, não se privem de vacinar. A garantia, a segurança e a ética sempre estarão presentes”, disse o secretário.

A reportagem solicitou um posicionamento sobre o caso ao Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren-GO) na manhã desta quinta-feira e aguarda retorno.

Episódio

A aposentada Luciana Jordão, de 57 anos, levou a mãe para ser vacinada contra a Covid-19 em um dos pontos que as doses estão sendo aplicadas em idosos, em Goiânia. Segundo a filha, quando chegou a vez de a mãe ser imunizada, ela decidiu filmar para mostrar o momento aos netos dela.

Foi quando a aposentada notou que a enfermeira que fez a aplicação não injetou o líquido que estava na seringa como deveria.

“Ela simplesmente enfiou a agulha na minha mãe, tirou e ficou com a seringa para cima. Aí eu falei: ‘Foi muito rápido’. Quando eu olhei para cima, o líquido estava todinho na seringa. Ela não injetou a vacina na minha mãe. Aí eu falei para ela: ‘O líquido está todinho aí, você não vacinou a minha mãe’”, contou.

Luciana relatou que a enfermeira respondeu que havia vacinado, mas, ao ser confrontada sobre o líquido estar na seringa, pediu desculpas e disse que não tinha percebido.

“Ela olhou, pediu desculpa, disse que ela tinha se esquecido de injetar, foi e picou minha mãe, vacinou minha mãe novamente. Eu fiquei prestando atenção, e aí ela realmente vacinou”, afirmou a aposentada.

G1 – GO

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lula encantador de otário disse:

    Eu pedi pra fazer a mesma coisa em mim, vou deixar para tomar depois que a petralhada e os calcinhas apertadas testerem . ririri.

  2. ZéGado disse:

    Essa é bolsonarista e negacionista

‘BBB21’: deputado vai denunciar Nego Di, Projota, Karol Conká e Lumena ao MP e à Polícia Civil

Foto: Reprodução

O deputado estadual Atila Nunes (MDB), conhecido defensor das religiões de matrizes africanas, anunciou, nesta quarta-feira (10), que vai denunciar ao Ministério Público os participantes do “BBB21” Nego Di, Projota, Karol Conká e Lumena por vilipêndio religioso, crime caracterizado no Código Penal.

Na última segunda-feira, o quarteto causou revolta nas redes sociais e foi acusado de intolerância religiosa por ter ironizado o orixá Xangô. Em conversa no quarto, Nego Di fez um trocadilho desrespeitoso com a entidade. Lumena é candomblecista e, junto com seus amigos, ironizou a umbanda, religião de Lucas Penteado.

“Eu xangôzei”, disse o humorista. “Cheguei a xangôzar no quarto, vei. Ave, Maria”, completou. Depois, foi a vez de Karol Conká. “Você falando é muito engraçado. ‘Eu chamei Xangô, véi'”, disse a rapper, imitando Lumena.

Apesar de estarem ridicularizando uma religião de matriz africana, Lumena caiu na gargalhada com todos os outros. Ela ainda lembrou uma conversa que teve com Lucas. “Eu xangozei. Eu estou pelo certo com meu orixá, você está pelo errado. Ele está te abandonando”, disse a baiana.

O deputado disse que também vai pedir à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) para requisitar as gravações.

“As referências extremamente ofensivas, acompanhadas de chacotas dos quatro participantes a uma entidade das religiões de matrizes africanas, estimulam o preconceito e os ataques à umbanda e ao candomblé. Dificilmente eles se refeririam dessa forma a Nossa Senhora ou à Biblia”, disse.

Extra – O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. disse:

    Interessante… se a piada fosse com Deus ou com Jesus Cristo, o deputado teria se indignado? Ou ficaria "de boa"?

  2. Valerio disse:

    Atraz dos holofotes

  3. Tico de Adauto disse:

    Tem o q fazer nao

Anvisa fala em ‘ameaça sanitária’ e diz que pedirá para Bolsonaro vetar MP que dá 5 dias para agência autorizar vacinas da Covid emergencialmente

Foto: Reprodução/Globo News

O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, disse, em entrevista à GloboNews nesta quarta-feira (10), que vai pedir ao presidente Jair Bolsonaro que vete trecho da medida provisória que prevê um prazo de cinco dias para aprovação de uso emergencial de vacinas contra a Covid-19. Barra Torres e o presidente têm uma reunião marcada ainda nesta quarta.

A medida (MPV nº 1.003/2020) foi aprovada pelo Senado no dia 4 e também já passou pela Câmara. Agora, só precisa de sanção presidencial para entrar em vigor.

O prazo previsto no texto não é para análise, mas, sim, para autorização do uso pela Anvisa se o imunizante já tiver sido aprovado por uma de outras 9 agências regulatórias (veja lista mais abaixo).

O diretor da agência brasileira disse que o texto é uma “ameaça à soberania nacional no que tange os aspectos sanitários”.

“O que protege o cidadão brasileiro é um escudo chamado Anvisa. Esse escudo está sendo removido das mãos dos servidores e gerando uma insegurança sanitária, na medida em que o texto, no seu artigo quinto, logo na sua primeira fase, contempla uma única possibilidade: que é de conceder autorização. É como que dizer ao juiz antes do julgamento: o réu já está condenado ou absolvido”, declarou Barra Torres.

“Não seria razoável pedir que o presidente sancionasse a medida provisória que anula o nosso trabalho”, afirmou.

O texto prevê autorização da Anvisa se a vacina em questão já tiver sido aprovada por uma das seguintes agências regulatórias:

Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos;

European Medicines Agency (EMA), da União Europeia;

Pharmaceuticals and Medical Devices Agency (PMDA), do Japão;

National Medical Products Administration (NMPA), da China;

Health Canada (HC), do Canadá;

The Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency (MHRA), do Reino Unido;

Korea Disease Control And Prevention Agency (KDCA), da Coreia do Sul;

Ministério da Saúde da Rússia;

Administración Nacional De Medicamentos, Alimentos Y Tecnología Médica (ANMAT), da Argentina.

Como é hoje

As regras em vigor hoje são diferentes: a Anvisa tem até 10 dias para analisar os pedidos de uso emergencial de vacinas. Se as vacinas tiverem registro definitivo nos Estados Unidos, Europa, Japão ou China, a agência tem prazo de 3 dias (72 horas) para autorizar a importação. O registro definitivo, entretanto, é diferente do uso emergencial.

“Seja decisão de 3, 5, 2 dias, nós temos um limite de trabalho. Nossos servidores que analisam, que leem o dossiê de 20 mil páginas, eles estão hoje com dois protocolos de registros pesadíssimos na mão: AstraZeneca e Pfizer, dois dossiês imensos”, disse o diretor da Anvisa.

“Esses servidores já estão trabalhando no limite. Não tiro servidor da gaveta para somar esforços, os grupos são específicos”, completou.

“O que acontecerá é que, diante de um prazo insuficiente, prestaremos conta do que foi analisado até aquele momento e faremos constar em bula e em caixa: aprovado pela lei XYZ, produto sem análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Nós somos legalistas, estamos usando todos os recursos para tentar convencer as autoridades de que não é razoável agir dessa maneira”, disse o diretor.

Ainda na terça, Barra Torres já havia criticado a medida provisória.

“Não está escrito ‘analisará’, não está escrito que vai estudar o tema, não está escrito que vai verificar se há risco, se não há. Está escrito ‘concederá autorização’. Só nos é dada uma opção; é o sim, só tem essa opção”, disse.

No mesmo dia, a Anvisa dispensou o registro e a autorização emergencial para vacinas do consórcio Covax Facility.

A agência avaliou que a análise dos imunizantes pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que coordena a Covax, dispensa a necessidade de uma nova análise, até porque a própria Anvisa participa do consórcio.

O Brasil tem, hoje, duas vacinas aprovadas para uso emergencial contra a Covid-19: a de Oxford e a CoronaVac.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antenado disse:

    Essa MP tramitou pelo Senado e na Câmara e o diretor ficou calado e não disse nada. Na hora da sanção vem alertar sobre o perigo? Estranho, muito estranho, mas mesmo assim acho que ele está certo.

  2. Paulo disse:

    A Anvisa tem que procurar os 11 presidentes do Brasil. Eles é quem mandam no País, com Zero votos dos eleitores.

  3. Calígula disse:

    Eu queria que esse congresso Nacional, tivesse a mesma pressa para investigar, julgar e condenar a perda de mandatos de políticos envolvidos em crimes e corrupção.

    • Tiberio disse:

      O falador de besteira oficial do Blog do BG… Calígula, meu amigo, você acaba de mostrar que nem sabe o que faz o Congresso Nacional… kkkkkkkk

Governo publica MP e define salário mínimo de R$ 1.100 em 2021

Foto: Diário Oficial da União

O governo federal publicou nesta quinta-feira (31) no “Diário Oficial da União” a medida provisória (MP) que define o salário mínimo de R$ 1.100 em 2021.

O anúncio do valor foi feito nesta quarta (30) pelo presidente Jair Bolsonaro. O valor atual do salário mínimo é de R$ 1.045, e o novo valor vale a partir de 1º janeiro de 2021.

Para o reajuste, o governo usou uma previsão de alta de 5,22% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que serve de base para a correção anual do salário mínimo. Isso significa que não haverá aumento real no salário mínimo em 2021 mas sim a correção pela inflação (leia mais abaixo).

Medidas provisórias entram em vigor assim que publicadas no “Diário Oficial da União”. Precisam, contudo, de aprovação do Congresso Nacional para se tornar leis em definitivo.

O salário mínimo de R$ 1.100 está acima dos R$ 1.088 previstos pelo governo na proposta de alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), enviada em 15 de dezembro ao Congresso Nacional.

O que explica a diferença?

Na proposta, o governo revisou de R$ 1.067 para R$ 1.088 em razão do crescimento da inflação nos últimos meses.

O crescimento da inflação fez a área econômica do governo aumentar a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), base para a correção anual do salário mínimo.

De acordo com informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 49 milhões de trabalhadores no Brasil.

Em entrevista na quarta (30), o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, disse que o reajuste do salário mínimo está em linha com o que foi feito em 2019.

Para o reajuste, o governo usou uma previsão de alta de 5,22% para o INPC. Segundo Guaranys, esse valor leva em consideração o valor fechado do índice até novembro e a última estimativa do boletim Focus, divulgado pelo Banco Central na segunda-feira (28). Com isso, será mais um ano sem alta real no salário mínimo.

Se o INPC superar a previsão do governo, o salário mínimo pode ter que ser novamente reajustado, como ocorreu em janeiro deste ano.

Impacto nas contas públicas

Ao conceder um reajuste maior para o salário mínimo, o governo federal também gasta mais. Isso porque os benefícios previdenciários não podem ser menores que o valor do mínimo.

De acordo com o secretário da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, a cada R$ 1 de aumento do salário mínimo, cria-se a despesa em 2021 de aproximadamente R$ 351,1 milhões.

Segundo o secretário de Política Econômica, Adolfo Sashcida, a revisão no salário mínimo com relação aos R$ 1.088 previstos na LDO de 2021 levará a uma despesa extra de cerca de R$ 4 bilhões no próximo ano.

Ainda segundo ele, esse valor está dentro do espaço do teto de gastos e não causa preocupação. “Esmos bem embasados nisso, no respeito ao teto. Todas as regras fiscais serão respeitadas”, disse.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Sequer a inflação real.

Felipe Neto assina acordo com MP após denúncia de Antonia Fontenelle por má conduta no YouTube

Foto: Montagem

Felipe Neto assinou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) durante reunião virtual com representantes da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Infância e Juventude da Capital do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro na última sexta-feira (18/12). Antonia Fontenelle havia denunciado o youtuber por má conduta no YouTube.

Antonia afirmou que está muito feliz com o acordo e que se considera responsável, já que foi a sua denúncia que chamou atenção para o problema. “Se o Felipe assinou o acordo é porque reconheceu implicitamente que sua conduta era inadequada. Agora o que nos resta é ficar de olho para ver se ele vai cumprir com tudo o que se comprometeu”, disse ela.

No TAC, Felipe se compromete a divulgar em seu canal no YouTube vídeos com a temática de Classificação Indicativa para internet, como, por exemplo, explicações sobre as faixas etárias previstas pelo Ministério da Justiça. O youtuber também vai precisar revisar todo o conteúdo de seu canal e autoclassificar a faixa etária indicada no título dos vídeos.

Após a decisão, a apresentadora aproveitou para agradecer aos promotores públicos que atuaram no caso. “Quero parabenizar os promotores Rosana Barbosa, Rodrigo César e Moacir Silva pela atenção dispensada nesse caso. Minha eterna gratidão em nome de todas as Mães do Brasil”.

Leo Dias – Metrópoles

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Sérgio de souza disse:

    Bolsombostas são todos iguais ao rei do gado, foi contra as atitudes grosseiras, atitudes de presidente de conselho de bairro, atitudes de líder comunitário , passamos a ser chamados de comunistas quando na verdade nem mesmo sabem falar um pouco do regime , de onde vem, qual ideologia do comunismo, eles apenas repetem o rei do gado e seus filhos bezerrinhos.
    Eu tenho a certeza que o Bozo e seus seguidores não passam de loucos seguidores do capiroto.

    • Carluxo disse:

      Pelo jeito vc vai pular da ponte, pois Bolsonaro vai se reeleger em 22

    • Pistola dos Santos disse:

      Baixa a bola a ladrãozinho petralha senão tu não passa do réveillon

  2. Acorda Brasil disse:

    Uma das referências intelectuais da esquerda… agora calcule aí. kkkkkk

    • Queiroz disse:

      O Felipe Neto é tão de esquerda quanto a Antônia Fontenelle tem algo a acrescentar.
      🐮Gado é assim: se fala mal do Bozo automaticamente vira comunista.
      "Jênios"

    • Bito disse:

      Esse é o uma vergonha para o Brasil. Uma merda dessas querendo ser referência, tá de brincadeira! Tem que levar cadeia!

Câmara aprova MP com prazo de cinco dias para Anvisa autorizar vacina registrada fora do país

Foto: Miguel Noronha/Futura Press/Estadão Conteúdo

A Câmara dos Deputados aprovou nesta sexta-feira (18) o texto-base da medida provisória que trata da compra e distribuição de vacinas contra a Covid-19 no Brasil.

A proposta fixa prazo de até cinco dias para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar o uso emergencial do imunizante aprovado em pelo menos uma de oito autoridades estrangeiras listadas (veja mais abaixo).

Para concluir a votação, os parlamentares ainda precisam analisar destaques, que são sugestões para alterar o texto. Depois, a matéria ainda terá que ser discutida no Senado.

Inicialmente, a MP foi editada pelo Executivo para garantir a participação do Brasil na Covax Facility, programa coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para impulsionar o desenvolvimento e garantir a compra de vacinas contra o novo coronavírus.

O relator, Geninho Zuliani (DEM-SP), incluiu trechos mais abrangentes em relação à vacinação.

O texto aprovado pelos deputados não traz a exigência de que os vacinados assinem um termo de responsabilidade. O relator chegou a cogitar incluir isso a pedido do governo, mas acabou voltando atrás.

Proposta

O projeto diz que o governo, por intermédio do Ministério da Saúde, deve comprar e distribuir as vacinas registradas pela Anvisa, com preferência para as que sejam produzidas no Brasil, por empresa brasileira sediada no estrangeiro ou por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no País.

O texto aprovado reforça que cabe ao Ministério da Saúde coordenar o programa de imunização e, caso haja omissão ou irregularidades nesse processo, os estados ficam autorizados a adotarem medidas necessárias para imunizar suas respectivas populações, “cabendo à União a responsabilidade por todas as despesas incorridas para essa finalidade”.

A MP também permite que o governo celebre contratos para comprar insumos e vacinas, antes mesmo do registro sanitário ou da autorização temporária para uso emergencial dos produtos.

Além destas, a compra de bens e serviços de logística, tecnologia da informação, comunicação e treinamentos destinados à vacinação também não precisarão seguir as normas impostas a licitações e contratos da administração pública.

Uso emergencial

A MP estabelece prazo de cinco dias para que a Anvisa conceda autorização temporária de uso emergencial para importação, distribuição e uso de qualquer vacina contra o coronavírus, contados a partir da formalização do pedido.

A autorização temporária, no entanto, só poderá ser feita com relação a vacinas já aprovadas por pelo menos uma das seguintes autoridades sanitárias:

Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos;

European Medicines Agency (EMA), da União Europeia;

Pharmaceuticals and Medical Devices Agency (PMDA), do Japão;

National Medical Products Administration (NMPA), da China;

Health Canada (HC), do Canadá;

The Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency (MHRA), do Reino Unido;

Korea Disease Control And Prevention Agency (KDCA), da Coreia do Sul.

Ministério da Saúde, da Rússia.

Uma lei aprovada em maio pelo Congresso– já estabelece um prazo de 72 horas para que agência brasileira autorize, de forma excepcional e temporária, a importação e a distribuição de medicamentos e insumos para o combate à Covid-19 registrados na autoridade de um desses países – Estados Unidos, Japão, China ou na agência da União Europeia.

A legislação em vigor, porém, é válida enquanto durar o estado de calamidade pública, isto é, até 31 de dezembro de 2020. Além disso, a atual legislação não fala explicitamente em “vacinas” e cita o registro por autoridades estrangeiras – o que, segundo a Anvisa, não vale para autorizações para uso emergencial.

Transparência

O texto da MP aprovada exige ainda que o Ministério da Saúde publique em seu site informações sobre:

quantitativo de vacinas adquiridas;

o laboratório de origem;

os custos despendidos;

os grupos elegíveis;

a região onde ocorreu ou ocorrerá a imunização;

informação e percentual sobre o atingimento da meta de vacinação;

dados sobre aquisição, estoque e distribuição dos insumos necessários à aplicação das vacinas.

Coordenação

O projeto determina que a imunização contra a Covid-19 será coordenada pelo Ministério da Saúde, ouvindo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Pela proposta, o plano nacional de operacionalização da vacinação contra a Covid-19 deve garantir:

a logística de aquisição de insumos, o sistema de informações;

a definição das estratégias de monitoramento e a avaliação da campanha;

a distribuição prioritária às unidades da federação seguindo critérios epidemiológicos;

o acesso aos grupos de risco definidos em ato do Ministério da Saúde, aos profissionais de saúde, de segurança pública e de educação;

a imunização segura, eficaz e gratuita da população que puder ser vacinada.

Covax Facility

O Covax Facility é uma aliança global, coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em que os mais de 150 países participantes financiam o desenvolvimento de vacinas contra o novo coronavírus. Os integrantes da coalizão poderão, depois, adquirir os imunizantes.

A adesão do Brasil ao programa é uma das frentes de atuação do país para a obtenção de vacinas contra a doença. O governo brasileiro também negocia a produção de três laboratórios: AstraZeneca (vacina de Oxford), Instituto Butantan e Pfizer.

Pelo texto, o governo fica autorizado a aderir ao consórcio para “adquirir vacinas seguras e eficazes contra a Covid-19”, mas não é obrigado a comprar nenhuma. A aquisição dependerá de análise técnica e financeira para cada caso, conforme a medida provisória.

G1

 

Bolsonaro assina MP que destina R$ 20 bilhões à vacinação contra covid-19

Foto: Dida Sampaio/ESTADAO CONTEUDO

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quinta-feira (17) uma medida provisória que destina R$ 20 bilhões para o plano nacional de vacinação contra a Covid-19.

A MP entra em vigor ao ser publicada no “Diário Oficial da União” e precisa ser aprovada por Câmara e Senado para não perder a validade. Até o momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não liberou o uso de nenhuma vacina no Brasil.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou na semana passada que uma eventual campanha de vacinação em massa custaria cerca de R$ 20 bilhões à União. A declaração foi dada à comissão externa do Congresso que acompanha as ações de combate ao coronavírus, e Guedes não fez referência à MP.

“Só para os senhores terem uma ideia, se formos partir para uma campanha de vacinação em massa, devem ser mais ou menos uns 20 bilhões. Realmente o choque inicial, que foi o distanciamento, foi um impacto tremendo na pandemia”, disse.

Antes, o governo já havia destinado R$ 1,99 bilhão ao Ministério da Saúde para viabilizar, produzir e disponibilizar a “vacina de Oxford”, desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido.

O governo firmou um acordo com a AstraZeneca que prevê a transferência de tecnologia para que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) possa produzir essa vacina.

O montante de R$ 1,99 bilhão também foi liberado por medida provisória, assinada em agosto por Bolsonaro e aprovada em definitivo pelo Senado no início deste mês.

A União editou ainda em setembro outra MP que liberou R$ 2,5 bilhões a fim de bancar a participação do Brasil na Covax Facility, programa coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para impulsionar o desenvolvimento e garantir a compra de vacinas contra a Covid-19.

O governo Jair Bolsonaro lida com a pressão de governadores e prefeitos para iniciar a vacinação o quanto antes. O governo de São Paulo pretende iniciar a vacinação em 25 de janeiro pela vacina CoronaVac, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

O Reino Unido, por exemplo, começou nesta semana a vacinação com o imunizante desenvolvido pela Pfizer, que deverá receber autorização da agência norte-americana (FDA) que realiza trabalho similar ao da Anvisa.

Após afirmar a governadores que a Anvisa precisa de 60 dias para conceder o registro efetivo de uma vacina, o que deixaria a vacinação para fevereiro, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, declarou que poderá haver vacinação no Brasil ainda neste mês de dezembro, ou no início de janeiro de 2021.

Para que seja possível iniciar a vacinação neste mês, a farmacêutica Pfizer terá de conseguir uma autorização emergencial junto à Anvisa e “adiantar” uma entrega de doses acordadas com o governo federal.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel Ferreira de evaristo disse:

    Esse e o verdadeiro idiota, quem e justo nesse nem no outro também não.tanto e que Jesus morreu crucificado e ninguém fez nada por ele,depois da morte surge uns trogloditas dizendo ele vai votar será,jamais acontecerá isso.

  2. Josa disse:

    Ôôô governo bom!

  3. Santos disse:

    Obrigado João Dória.

  4. Luciano disse:

    Parabéns Presidente Bolsonara, graças a você o Brasil não afundou igual a Argentina, e estamos saindo da pandemia como exemplos para o mundo.

  5. Victorino disse:

    A esquerda doente pira, entra em parafuso, ela adora ver a desgraça, onde estão os comentários desses doentes?

  6. Calígula disse:

    Depois dos hospitais de campanha e respiradores, chegou a hora do coronavac entrar em ação.
    E os 5 milhões de reais que foram utilizados para compra dos respiradores ninguém fala mais nada?
    #Bolsonaro tem razão

  7. Calígula disse:

    Agora Miriam Leitoa e Pedroca Bial vão ter crises de xiliques.

  8. Calígula disse:

    PARABÉNS PRESIDENTE, OS JUSTOS ESTÃO COM O SR.
    Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro e Paulo Guedes.
    #Bolsonaro tem razão

  9. LUIZ INACIO disse:

    PARABENS MEU PRESIDENTE, ESTAMOS JUNTOS EM 2022

SEM LIMITES: Após gastar R$ 2,2 milhões com celulares de última geração, MP vai dar auxílio saúde de R$ 1.500,00 mensais a promotores de MT

Foto: Reprodução

Depois da polêmica compra de R$ 2,2 milhões em celulares de última geração, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso planeja agora conceder um benefício de R$ 1,5 mil mensais a cada promotor e procurador de Justiça e R$ 750 para cada um dos demais servidores.

Recentemente, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) regulamentou, por meio de resolução, um programa de assistência a saúde para favorecer promotores, procuradores de Justiça e demais servidores do Ministério Público de todo o país.

Segundo apurou o LIVRE, após a votação o procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, José Antônio Borges, cujo mandato se encerra no final deste ano, encaminhou mensagem que circulou pelo aplicativo WhatsApp, na qual se compromete a conceder “já no início da próxima gestão, o valor do referido auxílio”.

Ao final da mensagem, Borges escreve que é “candidato à PGJ 2021/2023″.

A eleição para procurador-geral do MPMT acontece ainda neste mês de dezembro, entre os dias 11 e 14.

A veracidade da mensagem foi confirmada pela assessoria de imprensa da PGJ (confira íntegra ao final da reportagem).

Hoje um promotor de Justiça de Mato Grosso ganha em média R$ 30 mil por mês, fora benefícios.

Leia matéria completa AQUI no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jk disse:

    Safados e sebosos

  2. Sergio disse:

    Comparado com as altas patentes militares, essa despesa é um troco!

  3. João Macena disse:

    Caro Ácido, não entendi nada do seu comentário. O que vc quiz dizer?!?! O poder Judiciário Brasileiro, me causa nojo. João Macena.

  4. Pronto falei disse:

    Coitadinhos, precisam de ajuda pq o salário é pouco. E precisam tomar vacina como prioridade, pq tratam os pacientes com COVID. Coitados deles. Magote de casta sem futuro.

  5. Ana Paula M. Morais disse:

    Isto chega a ser uma afronta a população brasileira.
    Reclamam do aumento da criminalidade.
    O judiciário não olha para o seu umbigo.
    V E R G O N H A

  6. Torres disse:

    Justiça seja feita…eu vejo que alguns órgãos, deveria ser cortado algumas das muitas das regalias que esses povo têm.

  7. Gil disse:

    MAS SUBSÍDIO NÃO É PARA SER PAGO EM VALOR ÚNICO?????

  8. Azevedo disse:

    Crápulas, verdadeiros crápulas esses promotores públicos. Quando que essa farra com o dinheiro público vai acabar, acho que as forças armadas tem a obrigação de intervir e proteger o dinheiro do contribuinte diante dessas arbitrariedades.

  9. Ácido disse:

    Brasileiro é bicho besta, fácil de enganar se engabela com tudo.
    Engole um elegante e engasga-se com uma mosca.
    Se trouxermos um viajantes do período imperial para os dias atuais ele se sentiria em casa no judiciário/MP, palácio, súbditos, poder e ostentação.

  10. Gerson Leandro Chianca disse:

    O povo assalariado, trabalha pra sustentar esses poderes, que de poder só tem a canetada a favor do bolso deles, magotes de torço.

  11. Calígula disse:

    Que bom. Acho é pouco.

OSTENTAÇÃO: MP vai gastar R$ 2,2 milhões com iPhones e Samsung Galaxy de última geração em MT

Foto: Ilustrativa

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE) vai gastar R$ 2,2 milhões com a compra de 400 smartphones, do tipo iPhone e Samsung Galaxy de última geração.

O pregão de registro de preços foi homologado no dia 18 de novembro, com três empresas como vencedoras.

No edital de licitação, o Ministério Público faz exigências específicas, como câmera tripla, memória interna acima de 100 giga, processador com mínimo de oito núcleos, e o tamanho da tela em alta definição (HD).

Justiça Potiguar, via Metrópoles

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mariana disse:

    Só uma palavra: NOJO!
    O falso moralismo dessa turma mostra o nivel de carater e etica.

  2. Tarcísio Eimar disse:

    Isso é Brazilllllllllllll

  3. Antônio Soares disse:

    Tem os bestas pra pagar, nós.

  4. João Macena disse:

    Gostei Eduardo, do seu comentário irônico. João Dantas, você disse tudo. Completo: uma verdadeira casta. João Macena.

  5. João Dantas disse:

    Isso é o ministério público, imagina o que os outros órgãos do poder estatal fazem com o dinheiro público, e uma vergonha, é imoral.

  6. EDUARDO disse:

    Justo. Procuradores recebem salários miseráveis e não podem pagar….

Tráfego de veículos nas dunas de Nísia Floresta: Governo do RN e MP acertam fiscalização durante Operação Verão

Foto: ASSECOM/SETUR

O vice-governador, Antenor Roberto reuniu-se nesta quarta-feira, 25, com o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e representantes da Secretaria Estadual de Turismo (Setur), do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), da Companhia Independente de Proteção Ambiental (Cipam), do Departamento Estadual de Trânsito do estado (Detran), do Comando De Polícia Rodoviária Estadual – CPRE para tratarem do tráfego de veículos nas dunas de Nísia Floresta.

Na pauta, as providências que o Governo do RN estão tomando em relação a recomendação feita pela Ministério Público do município de Nísia Floresta, emitida após um acidente que aconteceu no dia 27 de setembro, onde um veículo 4×4 capotou várias vezes na duna P, na área da APA Bonfim-Guaraíra.

O Governo do Estado acertou com o MPRN que vai realizar dentro da Operação Verão uma ação específica de fiscalização nessas áreas de circulação, com uma abordagem pedagógica, educativa e inclusiva dos buggys, jeeps, motos, quadriciclos e UTVs.

De acordo com o vice-governador, após a operação verão, o Governo se reunirá novamente com o Ministério Público do RN, para tratar das normativas das atividades para a criação de novo regulatório que englobe todas as categorias envolvidas. “Por volta de março de 2021, depois da Operação Verão, vamos nos reunir novamente com MPRN para analisar quais os pontos que precisa ou não de iniciativa legislativa. De modo a ser discutido um novo Marco Regulatório para o uso dos transportes tipo buggys, 4×4, motos, UVT e quadriciclos em áreas de preservação ambiental e nas vias litorâneas”, destacou Antenor Roberto.

Na ocasião, o governo apresentou uma proposta de Manejo Sustentável para área, que englobe todas as atividades, da econômica vinculada ao turismo, aos esportistas, como também os particulares no intuito de promover mais segurança nos passeios, com trilhas pré-determinadas e com condições pré-estabelecidas. Uma das exigências, será que todos os veículos que realizam passeios terão que passar por credenciamento junto ao Idema.

Durante a reunião, ainda foi informado que desde a recomendação do MPRN, o Governo realiza tratativas junto aos diversos órgãos envolvidos, como é característica do Governo da professora Fátima Bezerra, dialogando com entidades esportivas, e simultaneamente realizando fiscalização na área.

Participaram da reunião, o Procurador-Geral do MPRN, Eudo Rodrigues Leite; coordenadora do CAOP Cidadania/MPRN, Tathiana Kaline Fernandes; a coordenadora do CAOP meio ambiente Mariana Marinho Barbalho; o secretário adjunto de turismo, Leandro Prudêncio; o diretor-geral do Detran/RN Jonielson de Oliveira; os comandantes Cel. Manoel Kennedy (CPRE/RN) e Cel. Alexandre Soares do PM-CIPAM/RN; o subcomandante do PM-CIPAM/RN Denis Quirino; o gestor da Área de Proteção Ambiental Bonfim-Guaraíra (Idema), Daniel Magalhães; o assessor jurídico do Idema, Marcelo Maranhão.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciano disse:

    Mais uma restrição imposta pelo Estado pra espantar os turistas, bem gente da PB, PE, CE se divertir aqui, consumir, hospedar e etc.

  2. chico disse:

    Tem sindicalista q já virou nas dunnas tbm

  3. SindiFalhou disse:

    Ja tem sindicalista com # fora 4×4 querendo que as dunas fiquem exclusivas para eles darem seus showzinhos é?!

  4. Papo_Reto disse:

    Fora 4X4

Assessoras de Flávio recebiam ‘mesada’, diz MP; defesa do senador fala em ‘vícios processuais e erros de narrativa e matemáticos’

Foto: Pedro França/Agência Senado

No depoimento que Luiza Sousa Paes, ex-assessora do senador Flávio Bolsonaro, prestou ao Ministério Público do Rio ela admitiu que devolvia mais de 90% de seu salário e ficava com apenas R$ 700 todos os meses do esquema ilegal no gabinete do “01” na Assembleia Legislativa do Rio. A denúncia contra Flávio e Fabrício Queiroz, obtida pelo GLOBO, expõe outras funcionárias em situações similares, constatadas através de quebras de sigilo bancário e outras diligências. A própria Luiza afirmou aos investigadores que assessoras lotadas com ela também eram “fantasmas”. A partir do cruzamento de dados bancários, a promotoria identificou variações do que foi considerado como uma “mesada” retida por elas antes da devolução dos salários, com valores entre R$ 300 e R$ 1,9 mil. Uma das mulheres denunciadas chegou a fazer uma anotação, encontrada em um extrato apreendido, em comemoração à ampliação da parcela não repassada a Queiroz. As defesas de Flávio e Queiroz negam as práticas irregulares apontadas pelo MP.

De acordo com a denúncia, o dinheiro pago pela Alerj a essas assessoras, todas indicadas como “fantasmas”, era devolvido a Queiroz através de operações em espécie que, em geral, seguiam a mesma lógica: salários e benefícios depositados eram sacados das contas bancárias e repassados ao assessor de Flávio através de depósitos em dinheiro vivo, sem origem identificada. Em menor escala, Queiroz também recebeu transferências bancárias identificadas de integrantes do gabinete.

O MP classificou como “mesada” o valor que essas funcionárias mantinham para si depois do repasse dos salários a Queiroz. Luiza, por exemplo, relatou ter retido inicialmente do esquema ilegal R$ 700. Os promotores identificaram em sua quebra de sigilo e, depois, com documentos apreendidos em sua casa que a partir de 2013 esse valor chegou a R$ 800. Ela própria anotou em uma planilha o valor que permanecia na conta bancária que utilizou para receber os salários da Alerj.

No depoimento ao MP, Luiza também disse ter conhecido outras pessoas nomeadas no gabinete de Flávio que viviam situação semelhante à dela: nomeadas sem trabalhar. Ela citou a personal trainer Nathália Queiroz, filha do operador financeiro, e Sheila Coelho de Vasconcellos, outra ex-assessora.

Os extratos bancários de Nathália mostram que ela retinha todos os meses R$ 1,1 mil. Essa era a diferença entre o que recebia mensalmente e o que devolvia a Queiroz, ainda que os valores pagos pela Alerj tenham variado a partir de trocas de cargos dentro do próprio gabinete. Nathália esteve nomeada entre setembro de 2007 e dezembro de 2016, mas, como apontou a denúncia, era uma “funcionária fantasma”. Em nove anos e três meses de Alerj, o MP estima que ela tenha desviado R$ 703,5 mil para o esquema da “rachadinha”. A jovem era aluna de Educação Física em uma faculdade de Realengo, na Zona Oeste do Rio, a cerca de 40km da Alerj, e teve vínculo empregatício com pelo menos três academias de ginástica.

De acordo com o MP, Sheila é mulher de um agente penitenciário com quem Queiroz jogava futebol em um time de Oswaldo Cruz, na Zona Norte. Sheila foi vizinha do assessor parlamentar e, devido à proximidade com o funcionário de Flávio, acabou nomeada no gabinete entre novembro de 2009 e abril de 2016. No período, reteve uma mesada que variou entre R$ 1,6 mil e R$ 1,9 mil, tendo disponibilizado R$ 450,2 mil para o esquema de “rachadinha”.

Comemoração em extrato bancário

Outra assessora indicada como “fantasma” e acusada de reter uma mesada antes de devolver a remuneração paga pelo gabinete de Flávio na Alerj é Flávia Regina Thompson da Silva, nomeada entre abril de 2007 e dezembro de 2017. Com ela, o MP apreendeu, por meio de mandado de busca e apreensão, anotações que podem comprovar a participação no esquema da “rachadinha”.

Entre elas, está um papel com os dados da conta bancária de Queiroz e um extrato bancário em que Flávia escreveu uma comemoração sobre o aumento da parcela que poderia manter para si, sem repassar ao esquema. Inicialmente, ela retinha R$ 1,1 mil, mesmo valor da mesada de Nathália Queiroz. Em agosto de 2018, Flávia escreveu à mão: “Comecei a tirar R$ 1.400 (um mil e quatrocentos reais)”. A anotação incluía ainda um emoticon: “\o/”, referência a uma pessoa que vibra com os braços levantados. Os promotores estimam que Flávia tenha repassado R$ 235 mil ao esquema criminoso.

Mãe do miliciano Adriano da Nóbrega, morto em janeiro desde ano em uma operação policial na Bahia, Raimunda Veras Magalhães também reteve uma mesada enquanto esteve lotada no gabinete de Flávio, conforme identificou no MP. Os extratos bancários obtidos pela investigação mostram que ela deixou de repassar a Queiroz parcelas pequenas de sua remuneração. A quantia destinada a ela variou de R$ 300 a R$ 600, entre abril de 2015 e dezembro de 2018. Os promotores também afirmam que Raimunda era “fantasma” e não trabalha realmente na Alerj.

Para verificar se essas mulheres, e outros funcionários, exerciam funções no gabinete de Flávio, o MP consultou os registros de geolocalização dos celulares utilizados por elas. Em um intervalo de cinco anos de registros armazenados por companhias telefônicas, elas realizaram e receberam raras chamadas de voz no entorno da Alerj. Os dados de Nathália Queiroz, por exemplo, mostram que ela “não passava sequer próximo da Assembleia Legislativa”, tendo realizado somente uma chamada telefônica nos arredores da Casa entre as 3,5 mil que fez no período analisado pelos promotores. Informações sobre a atuação profissional de cada uma delas também foram utilizadas para demonstrar que seus ofícios não estavam atrelados à Alerj, onde parte delas sequer tinha crachás para entrar e sair das instalações.

Flávio, Queiroz e outras 15 pessoas foram denunciados por organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro. Entre os alvos, estão Nathália de Melo Queiroz e Evelyn Melo de Queiroz, filhas mais velhas de Queiroz, e Márcia de Oliveira Aguiar, mulher dele. Ambas operavam da mesma maneira que Luiza Sousa Paes, conforme indica o MP, e teriam sido responsáveis por desviar cerca de R$ 1,7 milhão para o esquema operado por Queiroz.

Procurada, a defesa do senador Flávio Bolsonaro, exercida pelos advogados Rodrigo Roca, Luciana Pires e Juliana Bierrenbach, afirmou em nota que “em função do segredo de Justiça, a defesa está impedida de comentar detalhes, mas garante que a denúncia contra Flávio Bolsonaro é insustentável”. E completou:

“Dentre vícios processuais e erros de narrativa e matemáticos, a tese acusatória forjada contra o senador se mostra inviável e não passa de uma crônica macabra e mal engendrada, influenciada por grupos que têm claros interesses políticos e que, agora, tentam voltar ao poder. A denúncia, com tantos erros e vícios, não deve ser sequer recebida pelo Órgão Especial. Todos os defeitos de forma e de fundo da denúncia serão pontuados e rebatidos em documento próprios e no momento adequado”.

O advogado de Fabrício e Nathália Queiroz, Paulo Emílio Catta Preta, declarou que o esquema de “rachadinha” seria inexistente e que considera “inverídica a afirmação de que as assessoras recebessem uma espécie de mesada, como será demonstrado no curso da instrução processual”.

A defesa de Luiza Sousa Paes afirmou que não foi notificada judicialmente e não comentaria o procedimento em função do segredo de Justiça. Procurada, Vera Raimunda Magalhães desligou o telefone após a identificação da equipe de reportagem. O GLOBO ainda tenta contato com Sheila Coelho de Vasconcellos e Flávia Regina Thompson.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ex-Pretralha disse:

    João, Chico e outros otário aí, a maioria do povo não tem político de estimação, não como vcs, esse idiota do Flávio, tem que ser preso mesmo e escrever um livro juntamente com Lula, na cadeia. NÃO foi o pai que mandou fazer rachadinha não, fez cana, AGORA; uma justiça que solta lula, vai prender de imediato o filho de um presidente, mesmo ladrão, não vai, se não lulinha tava guardado! Já o doído da Poiva, vai até 2026, tomem muita água pra não desidratar, o choro vai ser longo.

  2. Calígula disse:

    BG tá forçando a barra, tá querendo uma vaga de colunista na Editora Globo 🤣🤣🤣🤣

  3. João disse:

    Tô com dó…a família tá em tempo de ser presa …
    Acode gado…vem passar pano pra ladrão…muuuuuuuummm

  4. Bosco disse:

    Pronto! Aceito o atestado de burrice!

  5. Chico 200 disse:

    O globo não noticia mais sobre a eleição americana? Como andam os resultados? Será que o "novo presidente" já está preparando sua equipe?

  6. Beleu disse:

    Vira o disco!!!!

  7. Bolsonarista Binário disse:

    E agora? Será que o papai ainda acha que bandido bom é bandido morto?

  8. FAL$OS ME$$IAS disse:

    O castelo foi construído em cima de lama (fake). Não se sustenta. Vai cair.
    A verdade tarda mas não falha…..
    CONHECEREMOS A VERDADE E A VERDADE NOS LIBERTARÁ DOS FALSOS MESSIAS…..

  9. Vaqueiro Açoitador disse:

    Deixar o gado 🐄 açoitado fazer a defesa..
    Ah, antes que o Sr. Vergonha me mande ir procurar emprego, estou trabalhando numa fazenda, tangendo bicho.

  10. Pixuleco disse:

    Eita piúla ! E agora ?
    O gado 🐄 como sempre vai dizer .
    Porque o Petê, os nove dedos ou seja a mesma conversinha de sempre . Aí eu digo GADOLÂNDIA CALMA . Não é por aí . A questão é que os Bananinhas filhos do Tonho da lua , estão totalmente encrencados . E não me venham com churumelas . É batom na cueca e dinheiro no foba . Com muita calma nessa hora GUBIRA DO OZÔNIO , Pedroca e Calígula devem estar arrepiados com a torombinha do papangu da CLORIQUINA . Aff que povo avexado ! A mamadeira de piroca já está pronta .

  11. chicó disse:

    A única escapatório é invalidar o processo, dizer que a Globo e os jornais são lixo, demonizar tudo e todos e dizer que é vítima e santo, todos os outros são demônios PORQUE SE O PROCESSO ANDAR FUDEUUUUUUUUUUU.

  12. Lula é o maior ladrão do mundo disse:

    Esse Disco já tá muito arranhado de tanto ser repetido…
    Vira o Disco!

    • Maria Fofoca disse:

      Só te encomoda a corrupção de políticos que vc ñ gosta né? Sendo o filhinho do grande mestre palhaço Bozo tudo bem. Cadê a indignação das pessoas de bem desse país com a corrupção?

    • Manoel disse:

      Faltou o mugido no fim: muuuummmmmmmmmmm!
      Talkei?

Entre provas apresentadas em denúncia, MP encontra repasses de ex-assessora de Flávio Bolsonaro para Queiroz

Entre as provas apresentadas na denúncia contra Flávio Bolsonaro, o Ministério Público do Rio de Janeiro “anexou comprovantes de depósitos em dinheiro feitos na conta de Fabrício Queiroz que foram encontrados na casa de uma ex-funcionária do antigo gabinete do filho 01 do presidente Jair Bolsonaro”, informa a Crusoé.

A ex-funcionária (fantasma), Flávia Regina Thompson da Silva, é filha de um bombeiro amigo de Queiroz e esteve lotada no gabinete de Flávio Bolsonaro por pouco mais de dez anos, entre julho de 2008 e dezembro de 2018, tendo repassado 690 mil reais de seus salários ao próprio Queiroz.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Minion alienado disse:

    Tudo culpa do PT!!! Se Haddad fosse presidente nada disso estaria sendo divulgado, a familícia estaria bem tranquila rachando.

  2. Venâncio disse:

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Ex assessora de Flávio fez repasses par Queiroz. Pronto! Tudo provado, nem precisa investigar ou responder a processo, não resta dúvida, ele é culpado.
    Enquanto isso: Lula livre, não existem provas contra ele, mesmo existindo 02 condenações em 02 instância e respondendo a mais 05 processos criminais. Nem o STF do PT conseguiu inocentar o ex presidente, deixando evidenciado que as provas existem e são milhares, dão 10 volumes em cada processo de provas contra o ex presidente.
    Mas deixa lembrar: Cadê a DELAÇÂO DO PALOCCI??? Não vão tocar em frente???

  3. Ivan disse:

    Tudo mentiras, tudo mentiras.

  4. Santos disse:

    Só fala Flávio…Flávio… Cey….
    O Power Point está quase pronto! Deixa completar dois anos de mandato!
    kkkkkkkkkkkkk

  5. Théo disse:

    E agora, boiada? Acabouuuuuuuuuuuuuuuuuu.
    Trump fora. O próximo será …

  6. Manoel disse:

    Vamos mugirrrr alto gado: mmmmuuuummmmmmmmmmm!
    E o PT?

  7. Papo_Reto disse:

    Aguardando os comentários dos amigos que ficam falando, "Oh veio macho!" , "Oh veiii duro!!"
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk vcs animam o meu dia kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Théo disse:

      Todos calados!!! Kkkkkkkk.

    • Calígula menininha do Pr. disse:

      Nossa família é forte e ungida por Deus, isso tudo é intriga dessa mídia comunista/globalista.

  8. Chocolates 🍫 E Laranjas 🍊 disse:

    Eu falei que a semana ia ser de açoites e mais açoites.
    O lombo e a moleira, pegam fogo 🔥

PARNAMIRIM: Pastor Alex alvo de operação do MP

Fotos: Divulgação

Operação eleitoral em Parnamirim do Ministério Público na manhã desta segunda-feira(09) , com apoio da Polícia Militar, que tem como alvo o vereador pastor Alex.

Ação na casa do vereador, do seu pai e na sede de um projeto social que mantém em Parnamirim. Segundo informações que chegam ao Blog do BG, objetivo é colher elementos para concluir se o vereador e ainda um pré-candidato no município incorreram em abuso de poder político ou econômico pelo envolvimento da entrega de kits alimentares para moradores da cidade no período pré-eleitoral.

 

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. . disse:

    Foi queimado por fazer o bem? Enfim, a sociedade.

  2. cesar disse:

    pastor alex, danilo e Sandoval…vocês não são de deus e a verdade virá a tona
    investiguem mais, porque não tem só isso não

  3. Rodrigo disse:

    A boca esquentou pro vereador

  4. Jarbas disse:

    Bg o MP, POLICIA FEDERAL DEVERIAM FAZER VARREDURAS NA CALADA DA NOITE, TEM LIDERANCAS EM NATAL ENTREGANDO CESTAS BASICAS NAS COMUNIDADES MAIS DISTANTES …EM NOME DE CANDIDATOS A VEREADOR ….QUE O DIGA QUEM ESTA NA LIDERANÇA ….AFINAL SAO OITO MESES DE PANDEMIA..E AS CRIANÇAS SO RECEBERAM UMA CESTA BASICA…E AI PREFEITO E GOVERNADORA…CADE AS CESTAS BÁSICAS DAS CRIANCAS ….TEM SECRETARIA NO MUNICIPIO DE NATAL COM CANDIDATOS ESCOLHIDOS …TERCEIRIZADOS ESTAO SENDO CHAMADOS….NA PRÓXIMA VAMOS CITANDO NOMES DOS CHEFINHOS DE SETORES E SEUS ESCOLHIDOS…VERGONHOSO….

  5. Bruno disse:

    Pastor ? Kkkkkkk esse povo anda queimado e se tornando mais.

  6. Lula é o maior ladrão do mundo disse:

    A Prefeitura Municipal de Parnamirim foi literalmente loteada entre os amigos do "Rei".

  7. FAL$OS ME$$IAS disse:

    Conheceremos a verdade e a verdade nos libertará dos falsos messias.

Em depoimento ao MP, ex-assessora de Flávio Bolsonaro confessa “rachadinha” e entrega de valores para Queiroz, destaca O Globo

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Um dos episódios finais antes de o Ministério Público do Rio denunciar o senador Flávio Bolsonaro por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa foi o depoimento de Luiza Sousa Paes, ex-assessora do antigo gabinete do “01” na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Nos detalhes do depoimento, feito em setembro e obtido pelo GLOBO, ela admitiu que nunca atuou como funcionária do filho do presidente Jair Bolsonaro e também era obrigada a devolver mais de 90% do salário. Além disso, Luiza apresentou extratos bancários para comprovar que, entre 2011 e 2017, entregou por meio de depósitos e transferências cerca de R$ 160 mil para Fabrício Queiroz, ex-chefe da segurança de Flávio e apontado como operador do esquema de desvios de salários. É a primeira vez que um ex-assessor admite o esquema ilegal no gabinete do parlamentar.

Luiza Sousa Paes foi nomeada entre os assessores de Flávio em 12 de agosto de 2011 e lá ficou até 11 de abril de 2012. Depois, foi nomeada em outros setores da Assembleia: na TV Alerj e no Departamento de Planos e Orçamento. Mesmo assim, durante todo esse período, Luiza relatou ao MP que teve que devolver a maior parte do que recebia como salário. O primeiro contracheque dela no período em que trabalhou no gabinete de Flávio tinha um valor bruto de R$ 4.966,45. Já o último, na TV Alerj, de R$ 5.264,44.

Em depoimento, ela disse que ficava apenas com R$ 700. Além disso, também tinha como obrigação devolver valores relativos a 13º, férias, vale-alimentação e até o valor recebido pela Receita Federal como restituição do imposto de renda. O valor do vale-alimentação, cerca de R$ 80 diariamente, era depositado diretamente nas contas dos funcionários da Alerj sem registro ou desconto no contracheque.

Luiza relatou ainda que conheceu outras pessoas que viviam situação semelhante a dela: nomeadas sem trabalhar. Citou as duas filhas mais velhas de Fabrício Queiroz, Nathália e Evelyn, e Sheila Vasconcellos, amiga da família do policial. Os dados financeiros das três, obtidos na investigação, já identificavam que elas tinham devolvido para Queiroz R$ 878,4 mil.

Saques na boca do caixa

A investigação sobre Luiza no caso começou a partir do relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), entregue pelo órgão ao Ministério Público Federal em 2018 e depois repassado ao MP-RJ. No documento, ela foi citada como uma dos oito assessores que fizeram transferências para Queiroz ao longo de 2016. Naquela ocasião, foi verificado apenas um valor de R$ 7.684,00 repassado.

Mas ela entregou mais dinheiro ao longo dos anos. A ex-assessora contou aos promotores como se dava o mecanismo. Ela diz que abriu uma conta na agência da Alerj e foi orientada a fazer todos os meses o saque do salário na boca do caixa, já que no caixa eletrônico há um limite para a retirada. Logo após pegar o dinheiro, ela já solicitava um depósito para a conta de Fabrício Queiroz – às vezes de forma anônima, outras não. O MP já tinha identificado um total de R$ 155 mil de depósitos dela para Queiroz a partir das quebras de sigilo bancário.

No depoimento ao MP, ela contou que se viu envolvida no esquema aos 19 anos, quando estava terminando a faculdade de Estatística. O pai dela, Fausto, era amigo de Fabrício Queiroz. As famílias chegaram a ser vizinhas de rua durante algum período em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio. Originalmente, segundo Luiza, quem queria um emprego era o pai dela. Luiza pediu posteriormente um estágio e Queiroz disse que iria ajudar.

Ela informou ao MP que só ficou ciente das condições da “rachadinha” no dia em que foi tomar posse, em 12 agosto de 2011. Nesse momento, Queiroz disse a ela na Alerj que a equipe do gabinete não tinha nenhuma tarefa para ela, mas quando tivesse avisaria. No entanto, a equipe de Flávio nunca pediu nenhum trabalho para ela. Luiza fez um acordo com o MP para devolver todos os valores que efetivamente embolsou desde 2011.

Cerca de um ano depois da nomeação, ela foi informada de que a vaga que ela tinha no gabinete seria extinta e que iria ser nomeada em outro cargo na própria Alerj. O esquema de devolução dos valores, porém, devia continuar da mesma maneira com Queiroz.

Procurada, Luiza disse que não podia se manifestar devido ao sigilo do processo.

OUTROS LADOS

A defesa do senador Flávio Bolsonaro não quis comentar o depoimeinto de Luiza. Sobre a denúncia afirmou, em nota, que já era esperada, mas não se sustenta.

“Dentre vícios processuais e erros de narrativa e matemáticos, a tese acusatória forjada contra o Senador Bolsonaro se mostra inviável, porque desprovida de qualquer indício de prova. Não passa de uma crônica macabra e mal engendrada. Acreditamos que sequer será recebida pelo Órgão Especial. Todos os defeitos de forma e de fundo da denúncia serão pontuados e rebatidos em documento próprio, a ser protocolizado tao logo a defesa seja notificada para tanto”.

Já a defesa de Fabrício Queiroz ainda não se manifestou sobre as acusações de Luiza Souza. Sobre a denúncia , diz ter tomado conhecimento da notícia do oferecimento pelo MPRJ, sem, no entanto, ter tido acesso ao seu conteúdo.

“Inaugura-se a instância judicial, momento em que será possível exercer o contraditório defensivo, com a impugnação das provas acusatórias e produção de contraprovas que demonstrarão a improcedência das acusações e, logo, a sua inocência.”

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jonas disse:

    TODO MUNDO JÁ SABE DISSO. É um mafioso envolvido em todo tipo de safadeza. Só o gado ainda tem dúvida. É igual ao triplex, só os fanáticos lulistas acham que é invenção.

  2. Paulo disse:

    Aonde esta a materia jornalistica dos mais de 20 deputados que estão em investigação? Alem do ex deputado hoje senador tem mais uns 20 no mesmo inquerito e com valores maiores de milhões, não se ver um linha ! Esse abestalhado do Flávio se contaminou ali na ALerj e poderia ter resolvido isso antes confessado e devolvido ai foi esticar a corda , agora é canalhice querer envolver o Presidente por ser pai dele ! Mais a narrativa é essa , todos sabem o que o Pai falou , " se ele tiver culpa que pague e vai pagar pelos atos caso seja comprovado " ai ficam com ladainha , essa Rachadinha tem ate na menor camara municipal do menor municipio do Brasil !
    O povo para votar quer dinheiro, quer que pague conta de luz , exames, oculos , cirugias , advogados etc… um vereador , deputado ele sabe o custo de uma eleição e mesmo que trabalhe 4 anos 24hs se nao chegar com o real no dia da eleição fica dificil ! Tem que se combater isso , tanto do lado politico quanto do lado do povo !

    • chico disse:

      Já foram condenados e presos. Agora resta você, indignado com a falta de isonomia, pedir que este também seja.

      Aguardando seu comentário pedindo que seja feito o que foi feito com os outros 20, cadeia nesse safado.

  3. FAL$OS ME$$IAS disse:

    CONHECEREMOS A VERDADE E A VERDADE NOS LIBERTARÁ DOS FALSOS MESSIAS.

  4. Tarcísio Eimar disse:

    Cadeia nesse número 01. Só assim o PR JB vai criar vergonha e fazer de exemplo em todo o Brasil. Isso continua acontecendo de forma mais natural possível.

  5. Abel disse:

    Pronto!!
    Só faltava alguém conversar, surpresa, acredito que pra ninguém, pois todos nós sabemos que essa prática exister no Brasil inteiro.
    Ponto final.

  6. David disse:

    Ótimo que ela comprove tudo, e que o MP também investigue todos da ALRJ flagrados com movimentação financeira suspeita, tem do pt(não podia faltar) , psol, mdb, dem… Enfim de todos os partidos. E condene-os exemplarmente, sem nenhuma exceção como estão fazendo agora, investigando apenas 1.

  7. Trump Do Nordeste disse:

    Boiada calada…
    hora do almoço, devem estar de bucho cheio.

  8. Chico disse:

    Graças a Deus. Agora vanos ter o mesmo apoio que os Bolsonaristas deram criticando os médicos de Cuba ao dizer que eles eram escravos.

  9. Manoel disse:

    Vamos mugir, gado, para seus corruptos de estimação!
    Mmmmmuuummmmmmmm!!!

MP de SC afirma que não existe “estupro culposo” e que réu foi absolvido por falta de provas

MPSC reafirma que réu foi absolvido por falta de provas por estupro de vulnerável

Não é verdadeira a informação de que o Promotor de Justiça manifestou-se pela absolvição de réu por ter cometido estupro culposo, tipo penal que não existe no ordenamento jurídico brasileiro. Salienta-se, ainda, que o Promotor de Justiça interveio em favor da vítima em outras ocasiões ao longo do ato processual, como forma de cessar a conduta do advogado, o que não consta do trecho publicizado do vídeo.

A 23ª Promotoria de Justiça da Capital, que atuou no caso, reafirma que combate de forma rigorosa a prática de atos de violência ou abuso sexual, tanto é que ofereceu denúncia criminal em busca da formação de elementos de prova em prol da verdade. Todavia, no caso concreto, após a produção de inúmeras provas, não foi possível a comprovação da prática de crime por parte do acusado.

Cabe ao Ministério Público, na condição de guardião dos direitos e deveres constitucionais, requerer o encaminhamento tecnicamente adequado para aquilo que consta no processo, independentemente da condição de autor ou vítima. Neste caso, a prova dos autos não demonstrou relação sexual sem que uma das partes tivesse o necessário discernimento dos fatos ou capacidade de oferecer resistência, ou, ainda, que a outra parte tivesse conhecimento dessa situação, pressupostos para a configuração de crime.

Portanto, a manifestação pela absolvição do acusado por parte do Promotor de Justiça não foi fundamentada na tese de “estupro culposo”, até porque tal tipo penal inexiste no ordenamento jurídico brasileiro. O réu acabou sendo absolvido na Justiça de primeiro grau por falta de provas de estupro de vulnerável.

O Ministério Público também lamenta a postura do advogado do réu durante a audiência criminal, que não se coaduna com a conduta que se espera dos profissionais do Direito envolvidos em processos tão sensíveis e difíceis às vítimas, e ressalta a importância de a conduta ser devidamente apurada pela OAB pelos seus canais competentes.

Salienta-se, ainda, que o Promotor de Justiça interveio em favor da vítima em outras ocasiões ao longo do ato processual, como forma de cessar a conduta do advogado, o que não consta do trecho publicizado do vídeo.

O MPSC lamenta a difusão de informações equivocadas, com erros jurídicos graves, que induzem a sociedade a acreditar que em algum momento fosse possível defender a inocência de um réu com base num tipo penal inexistente.

https://www.mpsc.mp.br/noticias/mpsc-reafirma-que-reu-foi-absolvido-por-falta-de-provas-por-estupro-de-vulneravel