O presidente em exercício Michel Temer só foi dormir às seis da manhã desta quarta-feira (25), depois que saiu a o resultado da votação da mudança da meta fiscal no Congresso Nacional.
Ainda na madrugada, Temer fez questão de telefonar para o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), para agradecer o empenho em conseguir manter a sessão e aprovar a nova meta fiscal.
Renan está com a "lavajato" no pescoço. Se pisar fora da linha o "trem pega".
Cunha, o Rei do Brasil, ao lado de Gilmar PSDB Mendes, com o seu 45 nas mãos, mandam e desmandam no Brasil com a "ajudinha" da Rede Globo (uma inocente e honesta rede de tv, rádio, revistas e jornais nas mãos de quatro famílias) e a Coordenação técnica de Washingnton, que já substitui a sua embaixadora para tentar parar as suspeitas que já ameçam se confirmar em muito breve, estão no comando. eles dão as cartas.
E nos próximos dias vem aperto de Janot e Teori pra cima de Renan. Pois ele é a última "pedra de tropeço" para que o GOLPE abafando todo o processo contra o Temer e o Aécio (rapidamente defendido pelo Gilmar, seja no TSE ou no STF) .
O judiciário está nas mãos do GILMAR PSDB MENDES (STF, TSE, CNJ, etc), a imprensa nas mãos das quatro famílias que monopolizam a mídia, liderados pelos Marinho e sua REDE GO-LOBO, o Ministério ou Mistério Público, esa mnas mãos do Janot (sempre com o relógio ajustado para dar uma "ajudinha" no processo, quando precisa), FHC, SERRA, ALCKMIN, CUNHA LIMA, JOSE AGRIPINO, RONALDO CAIADO, BOLSONARO, MARCOS FELICIANO e tantos outros no batalhão de choque da vergonha que é o nosso Congresso Nacional.
É preciso remover as últimas pedras no caminho do GOLPE para depois de confirmado, derrubar o Temer e entregá-lo ao Aécio via TSE de Gilmar.
Aí os EUA vão fazer o que ja começaram na Argentina, e fazem em todas as suas colônias: vão montar uma base militar dentro do nosso território, nos monitorar mais ainda (lembram do escândalo do SIVAN?).
Além disso, o nosso Petróleo, que dizíamos da estranheza da mulher do Juiz Moro ser sócia de um escritório que advoga e representa os interesses de petrolíferas como a CHEVRON, ESSO e outras superempresas do ramo do Petróleo, e todo esse ataque ter sido desferido justamente em cima da Petrobrás.
Tudo que diziam está se confirmando…
O pastor Samuel Vagner, da Igreja Batista da Lagoinha em Alphaville, reagiu às declarações recentes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a igreja e fez duras críticas ao petista.
O religioso chamou Lula de “irresponsável” e afirmou que o presidente não deveria criticar uma instituição que, segundo ele, reúne cerca de 1 milhão de pessoas.
“Esse cão desse presidente que falou mal da Lagoinha essa semana”, declarou o pastor. Em seguida, disparou contra Lula: “Lava a tua boca, endemoniado.”
Samuel Vagner também defendeu a atuação da igreja e afirmou que a instituição promove “salvação, libertação, cura” e transformação de famílias.
“A Lagoinha é uma igreja que tem salvação, libertação, cura, transforma família e faz muito mais do que esse presidente está fazendo”, afirmou.
Na reta final da campanha, Bibiano (MDB) aparece liderando as últimas pesquisas entre os candidatos do partido e se mantém entre os nomes mais citados para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.
O desempenho reforça o crescimento da candidatura e a força de Bibiano em diferentes regiões do estado, chegando à reta final com uma das campanhas de maior destaque no pleito proporcional.
Candidato à reeleição pelo PL tem apoio de Tarcísio de Freitas, Flávio Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, Nikolas Ferreira e Hélio Negão e aparece entre os destaques do Ranking dos Políticos
General Girão (PL) chega à eleição deste domingo (4) em crescimento. Na pesquisa do Instituto Seta, feita entre 21 e 24 de setembro, tem 3,5% das intenções de voto para deputado federal, e na Exatus, do Grupo Agora RN, aparece entre os mais lembrados na espontânea. Nesta sexta-feira (2), o deputado também ficou entre os destaques do Ranking dos Políticos, que avalia a atuação na Câmara com base em votações, presença, gastos e uso de privilégios. Girão já havia recebido o Prêmio Excelência Parlamentar da organização em 2023 e em 2026.
Girão conheceu Jair Bolsonaro quando ainda eram cadetes nas Agulhas Negras. Em 2018, enquanto boa parte das lideranças potiguares evitava o nome do então candidato, fez campanha para ele e se elegeu com 81.640 votos. Em 2022, já no PL, foi reeleito com 76.698. Muitos candidatos de direita desta eleição chegaram ao campo agora. Girão nunca saiu dele.
Nos dois mandatos, destinou mais de R$ 542 milhões em emendas ao Rio Grande do Norte, a maior parte para saúde e infraestrutura. O Seridó recebeu R$ 80 milhões e o Alto Oeste, cerca de R$ 20 milhões. O dinheiro virou pavimentação em Natal e no interior, tratores para produtores rurais, investimento no esporte e em ações de inclusão para pessoas com autismo e deficiência, além do segundo hospital público veterinário de Natal, na Zona Norte, e do 12º Batalhão de Polícia Militar, em Mossoró.
Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, gravou vídeo pedindo voto no 2210. “Eu já conheço o trabalho, a história do General Girão. Ele, em Brasília, tem feito a diferença”, afirmou. Nikolas Ferreira também declarou apoio, e Hélio Negão, um dos aliados mais próximos de Bolsonaro, deixou recado ao deputado. “Que você continue sendo um parlamentar muito bem votado, porque você representa o Rio Grande do Norte aqui no Congresso.” Para o eleitor de Flávio Bolsonaro, o voto para a Câmara neste domingo é General Girão, 2210.
Dados das pesquisas
Instituto Seta: 1.500 eleitores ouvidos no Rio Grande do Norte entre 21 e 24 de setembro de 2026. Margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. Registro RN-06302/2026.
Exatus/Grupo Agora RN: 1.500 eleitores ouvidos em 55 municípios, distribuídos pelas 11 regiões geográficas imediatas do estado, entre 31 de agosto e 2 de setembro de 2026. Margem de erro de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. Registros RN-03924/2026 e BR-03775/2026.
Na véspera das Eleições Gerais, três pesquisas divulgadas hoje (3) reforçam o crescimento e a consolidação de Walter Alves (MDB) na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa. Nos três levantamentos, Walter aparece como o candidato mais citado do MDB e entre os nomes mais lembrados pelos eleitores de todo o Rio Grande do Norte.
Para Walter, os resultados representam o reconhecimento ao trabalho realizado ao longo de sua trajetória política e aumentam a responsabilidade para o próximo mandato. “Recebo esse reconhecimento da população com muita gratidão e, principalmente, com muita responsabilidade. Fizemos uma campanha mostrando o nosso trabalho, prestando contas do que já realizamos e apresentando propostas para o futuro do Rio Grande do Norte”, disse.
Com a campanha terminando, Walter agradeceu aos apoiadores e reforçou que a decisão agora está nas mãos dos eleitores potiguares. “Quero agradecer a todos que caminharam conosco durante essa campanha. Foram dias de muito trabalho, diálogo e prestação de contas. Chegamos ao último dia com a consciência tranquila de que mostramos o que fizemos e o que queremos fazer pelo Rio Grande do Norte”, concluiu.
Pesquisas
Na pesquisa DataVero/Diário do RN, Walter aparece em 15º lugar no cenário geral e em 1º entre os candidatos do MDB. O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%, e a pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-05240/2026.
[VÍDEO] O DESMANTELO TÁ GRANDE EM MOSSORÓ: Mulher mostra caminhonete cheia de cestas básicas que estariam sendo distribuídas para eleitores na cidade. https://t.co/WxiMaAN5b8pic.twitter.com/sekNB4DwrB
Depois do vídeo de Joana Dantas, filha da secretária de Saúde de Mossoró, Morgana Dantas, dizendo que quem votasses nos “satanás” Álvaro Dias (PL) e Cabo Deyvison (PL) não procurasse a mãe dela pedindo cirurgias, agora circula nas redes sociais uma gravação de uma mulher não identificada mostrando uma caminhonete cheia de cestas básicas que estariam sendo distribuídas para quem votar nos candidatos apoiados pelo vereador Alex do Frango (PSD).
“Olha aí, Damiana, você perdeu essa. Veio cheinha de feira. Aqui é tudo de Alex do Frango. Vai em busca do Alto São Manoel”, diz a mulher, possivelmente se referindo ao bairro onde as cestas básicas seriam distribuídas.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra Joana Dantas, filha da secretária de Saúde de Mossoró, Morgana Dantas, falando sobre a prestação de serviços públicos como modo de chantagem eleitoral e ameaça no eleitores do candidato ao Governo do Estado Álvaro Dias (PL) e do candidato a deputado federal Cabo Deyvison (PL).
Na gravação, Joana se refere aos candidatos Álvaro Dias e Cabo Deyvison como “satanás” e manda um “aviso”, em tom ameaçador, aos eleitores deles, dizendo que não fossem procurá-la depois em busca de favores. “Ó, vou logo dando um aviso aqui, não tem esses negócio com política não, tá entendendo? Mas quem tá apoiando o satanás lá pra governador, o outro satanás pra deputado federal, depois vocês num venham até mim falar ‘ei, a sua mãe tá podendo?’, não tá podendo não, viu?”, afirmou Joana.
“Minha mãe é aquela que cê pisa em cima, ela ainda lhe ajuda. […] Mas eu vou pedir ajuda da doutora Morgana pra arrumar uma cirurgia pra mim, não vai. Vocês passam por mim antes”, declarou. “E não é ela que é ruim não, viu? Sou eu”, completou.
Após a repercussão negativa do vídeo, Joana excluiu a publicação e postou nas redes sociais que tudo não passava de uma “brincadeira”, pedindo desculpas e disse que a mãe estava “abalada” com a situação e que não imaginava que tomaria essa proporção.
Uma mulher de 64 anos ficou ferida após ser atropelada por um motociclista durante o ato de campanha de Lula (PT) e Fernando Haddad (PT), neste sábado (3), na Avenida Paulista, em São Paulo.
O acidente ocorreu no cruzamento com a Rua Augusta. Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima sofreu ferimentos leves na cabeça e foi levada ao Pronto-Socorro do Hospital Beneficência Portuguesa, onde permaneceu em atendimento.
De acordo com a Polícia Militar, o motociclista fazia uma entrega e teria tentado passar por um trecho ocupado pelos manifestantes. Após o atropelamento, ele teria empurrado a mulher e deixado o local. A PM informou que as circunstâncias do caso ainda estão sendo investigadas.
Na reta final das eleições, a deputada federal Carla Dickson (PL-RN) chega à véspera da votação mantendo presença constante entre os nomes mais citados pelos eleitores do Rio Grande do Norte nos levantamentos divulgados ao longo da campanha. A parlamentar também consolidou uma posição de destaque no campo conservador do Estado e conta com o apoio declarado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
“Receber o apoio e a confiança de Michelle Bolsonaro tem um significado muito especial para mim. É uma responsabilidade enorme representar no Rio Grande do Norte um projeto que defende os valores da família, da liberdade e dos princípios conservadores. Chegar à reta final da campanha aparecendo bem colocada nas pesquisas, de forma consistente, mostra que o nosso trabalho está sendo reconhecido e que temos uma grande parcela do eleitorado caminhando conosco. Agora é seguir até o último momento, com fé, coragem e muito trabalho”, afirmou Carla Dickson.
A aproximação com Michelle ganhou ainda mais força durante a campanha, reforçando a identificação de Carla com a pauta conservadora e com uma parcela importante do eleitorado potiguar. A ex-primeira-dama declarou apoio à candidatura da deputada e passou a apresentar Carla como seu nome para a Câmara dos Deputados no Rio Grande do Norte.
Esse cenário se soma ao desempenho de Carla nos levantamentos eleitorais. Na pesquisa mais recente do Instituto Media, a deputada aparece entre os nomes citados espontaneamente pelos eleitores na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.
A presença de Carla entre os nomes lembrados na reta final da campanha reforça uma trajetória construída ao longo do mandato e a mobilização realizada em diferentes regiões do Estado. Como representante do PL e aliada de Michelle Bolsonaro, a deputada busca consolidar nas urnas o espaço conquistado durante a campanha dentro do campo conservador potiguar.
A pesquisa do Instituto Media — Inteligência em Pesquisa Ltda. foi contratada pela Potengi Comunicação Ltda. e ouviu 2.000 eleitores no Rio Grande do Norte entre os dias 21 e 25 de setembro de 2026. A margem de erro para a amostra total é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-05948/2026.
Durante ato de campanha em Americana (SP), neste sábado (3), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que a Corte precisa deixar de atuar como uma “delegacia de polícia”. Flávio acusou, sem citar nominalmente ministros, integrantes do Supremo de atuarem como “agentes políticos” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Ministros do STF não podem ser assessores, ministros do STF não podem ser agentes políticos do governo Lula e nem de nenhum outro viés ideológico”, declarou. O candidato também criticou decisões que, segundo ele, favoreceriam Lula. “Temos os amigos do Lula fazendo de tudo, dando canetada para tentar ajudar o Lula a se reeleger”, afirmou.
Flávio ainda defendeu mudanças na composição do STF e disse que, caso seja eleito, indicará ministros que, segundo ele, “respeitam a Constituição”. Ele também voltou a defender o fim da reeleição presidencial e afirmou que pretende cumprir apenas um mandato caso chegue à Presidência.
“Independência, equilíbrio e prudência.” Nunes Marques escolheu essas três palavras para anunciar como pretendia conduzir as eleições de 2026. Era 12 de maio, e o ministro assumia a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com uma defesa da liberdade de expressão e uma advertência: combater ameaças à democracia não autorizava “excessos incompatíveis com o Estado democrático de Direito”. Quatro anos antes, sob Alexandre de Moraes, o tribunal havia suspendido a divulgação de um documentário da Brasil Paralelo até depois do segundo turno. Agora, o novo presidente prometia contenção. Restava saber quanto espaço teria para praticá-la.
No Supremo Tribunal Federal (STF), a promessa encontrou desconfiança. Segundo apurou Oeste, uma ala da Corte discutia rever decisões da Justiça Eleitoral caso considerasse insuficiente a atuação de Nunes Marques e de seu vice, André Mendonça. A convivência tinha os contornos de uma trégua sob vigilância. Em junho, no programa Roda Viva, Gilmar Mendes tornou pública a disposição do Supremo de atuar como instância revisora diante de eventual parcialidade do TSE.
Nos meses seguintes, aquilo que parecia uma divergência jurídica começou a ganhar forma concreta em processos, liminares e decisões contraditórias. Na reta final da campanha, porém, três ministros ouvidos pela reportagem passaram a enxergar algo maior. Para eles, uma ala do Supremo prepara as condições jurídicas e políticas para que a disputa sobre os limites da Justiça Eleitoral não termine com a apuração dos votos. Caso o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vença Lula, a batalha seguinte poderá ser pela legitimidade do próprio resultado.
Construção da narrativa
Na avaliação dessas fontes, o núcleo político da eventual contestação já está à vista: a suspeita de “interferência estrangeira” na campanha brasileira. Uma iniciativa do PT ajuda a entender por quê. Em 23 de setembro, o partido pediu ao ministro Flávio Dino uma investigação sobre uma possível atuação do governo de Donald Trump em favor de Flávio Bolsonaro. O pedido não foi apresentado em uma ação eleitoral. Entrou em um processo sobre a barragem de Mariana, em Minas Gerais, que já estava sob a relatoria de Dino. A escolha do caminho não era irrelevante. Naquela mesma ação, Dino havia estabelecido meses antes que decisões judiciais estrangeiras referentes ao Brasil só poderiam produzir efeitos no país mediante autorização do Supremo — uma reação às sanções impostas com base na Lei Magnitsky. O PT pediu que essa proteção fosse transportada para a eleição presidencial e alcançasse votação, apuração, proclamação do resultado e até diplomação do vencedor pelo TSE. “São bons de narrativa”, disse a Oeste um ministro, sob reserva. “Querem uma justificativa para questionar a vitória do adversário de Lula e esvaziar o TSE.”
O partido também requereu a abertura de investigação pela Polícia Federal e acesso a relatórios da Agência Brasileira de Inteligência. Pediu ainda que fossem avaliadas buscas no comitê de Flávio Bolsonaro e na sede nacional do PL, além de quebras de sigilo, mediante representação policial ou requerimento do Ministério Público. A petição cita relações com a organização norte-americana Rockbridge Network, publicidade no exterior favorável ao candidato e conteúdos utilizados por estruturas ligadas ao PL. O próprio documento, contudo, reconhece que o eventual financiamento estrangeiro precisa ser comprovado. Contatos internacionais, manifestações políticas e publicações produzidas no exterior, isoladamente, não demonstram que uma candidatura recebeu recursos ilegais.
É precisamente nesse espaço entre suspeita e prova que está a preocupação dos ministros ouvidos por Oeste. Uma investigação pode comprovar uma irregularidade. Pode também demonstrar que ela nunca existiu. O temor das fontes é outro: que a acusação adquira força política antes de qualquer conclusão e sobreviva até depois da contagem dos votos. A hipótese dos ministros é que, diante de uma derrota de Lula, a discussão deixe de ser apenas sobre propaganda, abuso de poder ou financiamento de campanha e se transforme em uma questão de soberania nacional. Nesse cenário, a controvérsia sairia da Justiça Eleitoral e chegaria ao Supremo com uma pergunta muito mais grave: uma vitória obtida sob alegada influência estrangeira poderia ser reconhecida? É esse salto — da fiscalização da campanha para a contestação do resultado — que dá dimensão à disputa em curso.
Disputa de poder
Outros processos das últimas semanas ajudam a compreender por que os ministros levam essa hipótese a sério. Em 25 de setembro, o vice-presidente do TSE, André Mendonça, determinou a retirada de publicações ligadas à informação falsa de que Flávio pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. A ordem atingiu uma publicação do humorista Antonio Tabet. Para contestá-la, Tabet não abriu uma nova ação no TSE nem esperou o julgamento do colegiado eleitoral. Procurou Flávio Dino no Supremo e pediu que o ministro estendesse à publicação os efeitos de uma decisão tomada meses antes em outro caso — um processo envolvendo um vídeo sobre a inelegibilidade do ex-deputado Deltan Dallagnol.
Uma ação originada de uma disputa eleitoral no Paraná recebia, assim, um conflito da campanha presidencial. Dino acolheu o pedido e suspendeu a ordem de Mendonça antes de o TSE concluir o julgamento. A defesa de Flávio reagiu pelo mesmo caminho: recorreu a Luiz Fux em outra ação já existente no Supremo. Fux suspendeu a decisão de Dino e restabeleceu a determinação da Justiça Eleitoral. Dentro do próprio STF, portanto, duas decisões individuais apontavam em sentidos opostos sobre uma controvérsia que estava sob análise do TSE.
O tribunal eleitoral resolveu a questão em 30 de setembro. Manteve a retirada das informações falsas, mas preservou o post de Tabet depois de Mendonça ajustar seu voto. No dia seguinte, Dino reconheceu que seu processo havia perdido o objeto. Fez, contudo, uma ressalva: em questões constitucionais, a última palavra continuaria pertencendo ao Supremo. O episódio terminou. A disputa institucional, não. Antes disso, o Bolsa Família já havia mostrado como uma questão com impacto direto na campanha poderia sair da órbita do TSE. Em 18 de setembro, a pedido da Advocacia-Geral da União, o decano do STF reconheceu a legalidade do reajuste de 15% anunciado por Lula na véspera. Faltavam pouco mais de duas semanas para o primeiro turno. Gilmar decidiu dentro de um processo sobre a implementação da renda básica. Considerou que o aumento cumpria determinação anterior do Supremo e recompunha a inflação. Segundo apurou Oeste, integrantes da cúpula do TSE se irritaram com a iniciativa por entender que uma discussão sobre os limites eleitorais do reajuste deveria ocorrer na Justiça Eleitoral. O padrão se repetia: uma controvérsia surgida no meio da campanha era levada ao Supremo por meio de um processo aberto originalmente para discutir outro assunto.
Movimentos semelhantes apareceram nos Estados. Em Roraima, uma decisão de Dino sobre prazos de desincompatibilização afetou o registro de Arthur Henrique, candidato do PL apoiado por Flávio Bolsonaro. No Rio de Janeiro, um impasse no Supremo interferiu na sucessão temporária do governo estadual. No Ceará, Floriano de Azevedo Marques impôs restrições a adversários do governador petista Elmano de Freitas, decisão posteriormente suspensa por Mendonça. Os casos têm objetos, personagens e fundamentos diferentes. Não demonstram, isoladamente, uma articulação nacional. Para os três ministros ouvidos por Oeste, porém, ajudam a revelar algo que consideram decisivo: o Supremo já encontrou caminhos processuais para interferir em controvérsias eleitorais enquanto elas ainda estavam submetidas ao TSE.
Depois das urnas
É aqui que a preocupação muda de escala. Até agora, as intervenções atingiram publicações, registro de candidatura, acesso a recursos partidários, propaganda eleitoral e decisões administrativas com consequência política. A hipótese discutida nos bastidores do Supremo é que o mesmo mecanismo seja utilizado, depois da votação, sobre um objeto incomparavelmente maior: o resultado da eleição presidencial.
Na avaliação das fontes, a narrativa de interferência estrangeira daria o fundamento político dessa mudança. A disposição do STF de rever atos do TSE forneceria o caminho jurídico. Os pedidos já apresentados ao Supremo proporcionariam os processos. Faltaria o fato capaz de reunir essas peças: uma derrota de Lula. Se Flávio vencer, dizem os ministros ouvidos pela reportagem, a alegação de ingerência norte-americana poderia deslocar a discussão da contagem dos votos para as condições em que eles foram conquistados. O argumento deixaria de ser apenas o de proteger uma campanha contra uma ameaça estrangeira. Poderia servir para questionar a legitimidade da vitória do adversário.
Esse ponto é importante porque uma eleição presidencial não pode ser anulada apenas por suspeitas políticas. Seria necessário transformar a acusação em questão jurídica, apontar fatos, estabelecer nexo com a campanha e demonstrar consequência suficiente para comprometer a legitimidade do pleito. É justamente essa distância entre o discurso político e a consequência jurídica que torna decisivo o que ocorrerá depois do primeiro turno. Os três ministros consultados por Oeste não dizem que exista, hoje, uma decisão tomada para impedir a posse de Flávio Bolsonaro. O que afirmam é que estão sendo construídos argumentos, precedentes e vias processuais que poderiam ser acionados caso Lula seja derrotado.
Essa distinção precisa permanecer clara. A petição do PT não comprova uma operação para invalidar as eleições. As decisões de Dino, Gilmar ou outros ministros tampouco demonstram, isoladamente, uma ação coordenada. O alerta decorre da combinação desses movimentos e da leitura feita por integrantes da própria Corte sobre onde eles podem desembocar.
Na posse de maio, Nunes Marques prometeu independência, equilíbrio e prudência. Às vésperas da votação, porém, a disputa já ultrapassa os limites de sua presidência no TSE. O que está em jogo, na avaliação dos ministros ouvidos por Oeste, é saber se a autoridade da Justiça Eleitoral continuará valendo quando proclamar um vencedor que uma ala do Supremo não deseja. Se a hipótese dessas fontes se confirmar, a intervenção terá mudado de natureza. Deixará de servir apenas para rever decisões tomadas durante a campanha e alcançará a própria escolha feita nas urnas. A suspeita de interferência estrangeira poderá fornecer o argumento; os processos já abertos, o caminho; e o Supremo, a instância encarregada de decidir até onde vale o resultado proclamado pelo TSE. Nesse cenário, a eleição não terminaria com a contagem dos votos. O eleitor elegeria o presidente, mas a escolha permaneceria sujeita à aprovação de ministros que não receberam um único voto. A vontade popular deixaria de ser soberana. Entre a decisão das urnas e o exercício do poder, estaria a toga.
Renan está com a "lavajato" no pescoço. Se pisar fora da linha o "trem pega".
Cunha, o Rei do Brasil, ao lado de Gilmar PSDB Mendes, com o seu 45 nas mãos, mandam e desmandam no Brasil com a "ajudinha" da Rede Globo (uma inocente e honesta rede de tv, rádio, revistas e jornais nas mãos de quatro famílias) e a Coordenação técnica de Washingnton, que já substitui a sua embaixadora para tentar parar as suspeitas que já ameçam se confirmar em muito breve, estão no comando. eles dão as cartas.
E nos próximos dias vem aperto de Janot e Teori pra cima de Renan. Pois ele é a última "pedra de tropeço" para que o GOLPE abafando todo o processo contra o Temer e o Aécio (rapidamente defendido pelo Gilmar, seja no TSE ou no STF) .
O judiciário está nas mãos do GILMAR PSDB MENDES (STF, TSE, CNJ, etc), a imprensa nas mãos das quatro famílias que monopolizam a mídia, liderados pelos Marinho e sua REDE GO-LOBO, o Ministério ou Mistério Público, esa mnas mãos do Janot (sempre com o relógio ajustado para dar uma "ajudinha" no processo, quando precisa), FHC, SERRA, ALCKMIN, CUNHA LIMA, JOSE AGRIPINO, RONALDO CAIADO, BOLSONARO, MARCOS FELICIANO e tantos outros no batalhão de choque da vergonha que é o nosso Congresso Nacional.
É preciso remover as últimas pedras no caminho do GOLPE para depois de confirmado, derrubar o Temer e entregá-lo ao Aécio via TSE de Gilmar.
Aí os EUA vão fazer o que ja começaram na Argentina, e fazem em todas as suas colônias: vão montar uma base militar dentro do nosso território, nos monitorar mais ainda (lembram do escândalo do SIVAN?).
Além disso, o nosso Petróleo, que dizíamos da estranheza da mulher do Juiz Moro ser sócia de um escritório que advoga e representa os interesses de petrolíferas como a CHEVRON, ESSO e outras superempresas do ramo do Petróleo, e todo esse ataque ter sido desferido justamente em cima da Petrobrás.
Tudo que diziam está se confirmando…