Está no ar o mais novo portal esportivo. Pioneiro no Estado, o Hora de Correr (http://www.horadecorrer.com/), idealizado pelo maratonista Nivaldo Pereira, é um espaço onde os internautas podem acompanhar de perto o que acontece no meio esportivo. Notícias, serviços especiais, calendário de eventos e colunas com profissionais especializados são alguns dos atrativos do novo projeto.
“É um portal focado no atleta, onde ele vai poder ficar atualizado dos principais eventos esportivos e ainda se informar e tirar todas suas dúvidas para ter uma melhor qualidade de vida. Por isso, o portal dispõe de um diversificado grupo de serviços”, acrescenta Nivaldo.
A interatividade também está presente no novo Hora de Correr. Com a proposta de oferecer um acompanhamento do atleta, o portal oferece ferramentas para auxílio, como trajeto de rotas, cálculos de rendimento e dicas especiais sobre saúde e qualidade de vida. Diariamente, será atualizado com o objetivo de proporcionar o melhor conteúdo, com qualidade e credibilidade, a se tornar referência no Rio Grande do Norte.
Inovação que fez sucesso, o serviço de cobertura e venda online de fotos – implantado em Natal pelo Hora de Correr continua no projeto do novo portal. Nele, o atleta tem acesso aos registros fotográficos de determinado evento esportivo e tem a opção de adquirir a foto através do site. A tecnologia já é usada em importantes corridas de rua do mundo e nas maiores provas realizadas na região Sudeste do Brasil. No Rio Grande do Norte, o sistema, chamado OCR (Optical Character Recognition), foi empregado pela primeira vez através do Hora de Correr e poderá ser aplicado em outros eventos.
A possibilidade de um acordo de delação premiada envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro tem sido recebida com forte ceticismo por investigadores da Polícia Federal. Internamente, a corporação discute se uma eventual colaboração do empresário teria utilidade real para o avanço das investigações.
Segundo apurações, o principal questionamento entre os investigadores é se Vorcaro teria nomes relevantes para entregar. A avaliação de integrantes da PF é de que uma delação só faria sentido caso revelasse personagens do chamado “andar de cima” do esquema investigado.
Nas palavras de um investigador ligado ao caso, o banqueiro “teria que delatar para cima e não para baixo”. A discussão, porém, é considerada complexa e até subjetiva entre os policiais, já que existe debate sobre quem poderia ser enquadrado como parte do nível mais alto da suposta organização.
Vorcaro é apontado pelos investigadores como possível líder de um esquema que teria movimentado bilhões de reais por meio de operações ligadas ao Banco Master. A Polícia Federal tenta entender a extensão da rede de relações políticas e institucionais envolvidas no caso.
Nos bastidores da investigação, surgiram indícios que mencionam possíveis conexões com autoridades de alto escalão, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal, parlamentares e dirigentes de autarquias. Mesmo assim, a PF afirma que qualquer eventual acordo dependerá da relevância e da consistência das informações que possam ser apresentadas pelo banqueiro.
A possível classificação das facções Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos passou a ser um dos temas sensíveis na preparação de um encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. A reunião entre os dois líderes estava inicialmente prevista para março, mas ainda não tem data confirmada.
A proposta do governo norte-americano faz parte de uma estratégia mais ampla de combate ao narcotráfico na América Latina. Caso as facções brasileiras sejam enquadradas como grupos terroristas internacionais, Washington poderia ampliar instrumentos legais para atuar contra essas organizações, inclusive com cooperação policial e financeira mais agressiva.
No governo brasileiro, a medida é vista com cautela. Integrantes da diplomacia avaliam que a classificação pode abrir brechas para interferências externas em território nacional. O argumento é de que, pela legislação brasileira, terrorismo envolve motivações políticas, ideológicas, religiosas ou discriminatórias — o que, segundo especialistas, não se enquadraria em organizações criminosas voltadas principalmente ao lucro.
A preocupação levou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a tratar do assunto em conversa telefônica com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. O chanceler brasileiro buscou argumentar contra o avanço da proposta de classificação das facções.
Analistas avaliam que o tema pode entrar na pauta da reunião entre Lula e Trump, quando ela ocorrer. Para especialistas em relações internacionais, o Brasil tende a defender uma abordagem baseada em cooperação entre países no combate ao crime organizado, evitando classificações unilaterais que possam gerar tensões diplomáticas ou questionamentos sobre soberania.
A decisão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não integrar a coalizão internacional “Escudo das Américas”, formada por 13 países para combater o narcotráfico e organizações criminosas, gerou críticas de analistas e opositores. A iniciativa tem como objetivo ampliar a cooperação entre nações no enfrentamento a cartéis por meio de troca de inteligência, operações policiais e rastreamento financeiro de redes criminosas.
Segundo críticos da medida, o Brasil optou por não aderir ao grupo e preferiu manter alinhamento diplomático com países como Colômbia e México em temas ligados à segurança regional. O posicionamento também ocorre em meio ao debate internacional sobre a classificação de facções criminosas como organizações terroristas.
O governo brasileiro também tem defendido cautela em relação à proposta dos Estados Unidos de incluir facções como Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho em listas internacionais de terrorismo. Para especialistas, essa classificação poderia ampliar instrumentos jurídicos de cooperação internacional contra esses grupos.
Críticos afirmam que a postura brasileira estaria ligada a afinidades políticas com o presidente colombiano Gustavo Petro, que defende estratégias de negociação e diálogo em algumas frentes do combate ao narcotráfico. O tema tem provocado debate sobre qual modelo de enfrentamento ao crime organizado deve prevalecer na região.
Enquanto isso, pesquisas recentes sobre percepção pública indicam que a segurança continua entre as maiores preocupações da população brasileira. O debate sobre cooperação internacional no combate ao crime organizado tende a ganhar força diante do avanço das facções e da pressão por respostas mais duras no enfrentamento ao narcotráfico.
A jornalista Cristina Fibe afirmou ter saído “decepcionada e preocupada” após participar de um evento realizado no Palácio do Planalto nesta semana. O relato foi publicado em vídeo nas redes sociais da comunicadora e rapidamente ganhou repercussão.
Fibe esteve em Brasília para participar do seminário “Brasil pela Vida das Meninas e Mulheres”, promovido pelo Conselhão em parceria com o Ministério das Mulheres. O encontro discutiu políticas de enfrentamento à violência de gênero e o pacto nacional contra o feminicídio, iniciativa que reúne representantes dos três poderes.
Segundo a jornalista, a surpresa ocorreu pouco antes da chegada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao evento. De acordo com ela, um aviso foi feito no sistema de som solicitando que todos os homens se dirigissem a outro salão, enquanto as mulheres deveriam permanecer na sala principal.
No vídeo, Fibe relata que Lula chegou ao evento no período da tarde e teria participado de uma reunião em um espaço separado apenas com homens. “Nenhuma mulher era permitida ali dentro para discutir as vidas das mulheres”, afirmou, destacando que especialistas estavam debatendo o tema desde a manhã.
A jornalista disse ter deixado o encontro “estupefata, decepcionada e muito preocupada”, questionando a estratégia adotada durante o evento. Para ela, o combate à violência contra mulheres exige que as próprias mulheres participem das decisões e sejam ouvidas nos espaços de poder.
Um bloqueio realizado por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra causou transtornos na BR-405, no trecho entre Apodi e Mossoró, nessa segunda-feira (9). Manifestantes atravessaram pneus e atearam fogo na pista, impedindo a passagem de veículos e deixando motoristas presos em longos congestionamentos na rodovia.
Durante o ato, um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma liderança do movimento com o rosto coberto defendendo pautas do grupo. Na gravação, a militante afirma que o protesto ocorre em várias regiões do país contra o que chamou de “projeto de morte do agronegócio”, além de reivindicar terra e produção considerada saudável.
O trecho que mais chamou atenção, no entanto, foi quando o manifestante pediu a libertação de pessoas ligadas à pauta do movimento, incluindo o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. A declaração gerou forte repercussão nas redes sociais, principalmente pelo fato de ter sido feita durante um bloqueio que impedia a circulação de trabalhadores e motoristas na rodovia federal.
Os protestos fazem parte de mobilizações do MST que ocorreram em diferentes pontos do Rio Grande do Norte, incluindo também bloqueios na BR-101, no município de Touros. As manifestações foram organizadas dentro de uma jornada nacional de mobilizações do movimento.
Após horas de interdição, equipes da Polícia Rodoviária Federal atuaram na negociação para a liberação das vias. O trânsito foi normalizado ainda pela manhã, mas o protesto provocou grande repercussão política e revolta entre motoristas que ficaram impedidos de seguir viagem.
Uma declaração do jornalista Eduardo Oinegue gerou forte repercussão nas redes sociais ao comentar os valores recebidos pelo escritório de advocacia ligado a Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
Durante comentário no telejornal da Band, Oinegue afirmou que Viviane “poderia virar coach de cobrança”, ao citar que o escritório dela teria recebido cerca de R$ 3,6 milhões por mês do Banco Master. Segundo o jornalista, o próprio escritório divulgou uma nota para explicar os serviços prestados à instituição financeira.
Na análise do apresentador, os valores mencionados chamam atenção até mesmo quando comparados com grandes bancas internacionais. Ele citou como exemplo o escritório americano Kirkland & Ellis, considerado um dos maiores do mundo, onde advogados de alto nível podem cobrar cerca de R$ 15 mil por hora de trabalho.
O jornalista argumentou que, mesmo se o banqueiro Daniel Vorcaro tivesse contratado profissionais do escritório estrangeiro para realizar serviços semelhantes aos descritos na nota divulgada pela banca brasileira, o custo dificilmente alcançaria o valor pago ao escritório ligado à esposa do ministro.
A fala repercutiu em meio às discussões envolvendo o caso do Banco Master e a divulgação de mensagens atribuídas a Vorcaro, tema que tem provocado debates políticos e jurídicos em Brasília. Até o momento, não houve manifestação pública do ministro Alexandre de Moraes sobre o comentário feito pelo jornalista.
O surgimento de indícios contra Fábio Luís da Silva, o “Lulinha”, levou o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a se tornar um dos focos das investigações da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS, no Congresso Nacional.
No fim do mês passado, numa reunião tumultuada, os parlamentares conseguiram aprovar a quebra do sigilo fiscal, bancário e telemático de Lulinha.
O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), anulou a decisão. A comissão de inquérito deve apresentar um recurso e também mira um convite para ouvir esclarecimentos do magistrado.
A cúpula da CPMI se reuniu nesta segunda-feira (9) com a Advocacia do Senado para tratar do recurso. O pleno do STF analisará a decisão de Dino em julgamento virtual a partir do dia 13 de março.
A quebra de sigilo de Lulinha identificou que ele movimentou R$ 19,5 milhões entre 2022 e 2026. Os dados foram obtidos pela CPMI. A defesa do filho do presidente criticou os vazamentos das informações.
Lulinha não é investigado pela Polícia Federal, mas foi mencionado ao longo das apurações. O nome dele apareceu nas operações de busca e apreensão contra a empresária Roberta Luchsinger, realizada em meados de dezembro do ano passado.
A PF apura se Lulinha manteve uma sociedade oculta por meio de Roberta com Antonio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. A empresária também teve a quebra de sigilo aprovada pela CPMI e, depois, suspensa por Dino na quarta-feira (4).
Com as anulações determinadas por Dino, os acessos às informações sigilosas foram suspensos. Se o pleno do STF referendar o despacho do ministro, os pedidos de quebras de sigilo devem precisar ser votados novamente, de forma individual e não em bloco, pela CPMI.
Mendonça quebra sigilo
O ministro André Mendonça autorizou o pedido da PF para quebrar o sigilo do Lulinha antes mesmo da decisão da CPMI do INSS.
Segundo a apuração, a solicitação da PF foi motivada por suspeitas de “mesadas” a Lulinha. No pedido encaminhado ao Supremo, a corporação listou transferências que teriam como destinatário Fábio Luís e requereu o acesso aos dados bancários. A medida, então, foi autorizada por Mendonça.
No relatório sob sigilo, a PF aponta supostos pagamentos de mesadas de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, a Lulinha, por meio da amiga dele. De acordo com a Polícia Federal, ele seria um sócio oculto.
Os pagamentos de R$ 300 mil mensais seriam, segundo apuração preliminar, pagamentos para Lulinha facilitar acesso de Antunes a locais específicos em Brasília — algo que é negado pela defesa de ambos.
Ao STF, a defesa de Lulinha disse que a quebra de sigilo não era necessária. Em petição endereçada a Mendonça, o filho do presidente se colocou à disposição da Justiça para esclarecimentos. “Estamos absolutamente tranquilos quanto ao resultado da quebra, pois ele não teve nenhuma participação nas fraudes do INSS e não cometeu nenhum crime”, escreveu o advogado Guilherme Suguimori.
O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, afirmou que a crise envolvendo o Banco Master pode acabar favorecendo politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026. Segundo ele, o desenrolar das investigações tende a reforçar a imagem de que o governo não interfere nas apurações.
A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Em avaliação feita à imprensa, Edinho disse que o impacto político do caso já começa a influenciar o cenário nacional. Para o dirigente petista, mesmo que o tema corrupção alimente discursos antissistema, a tendência é que o avanço das investigações mostre que o governo tem permitido que os fatos sejam esclarecidos sem interferência.
Até agora, os vazamentos de mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro atingiram principalmente ministros do Supremo Tribunal Federal e lideranças de partidos ligados ao chamado Centrão. O material foi obtido durante apurações conduzidas pela Polícia Federal.
Apesar disso, integrantes do próprio PT também aparecem no radar das investigações por manterem relações políticas com Augusto Lima, sócio de Vorcaro no banco. O celular do empresário está sendo analisado pela Polícia Federal no âmbito do caso.
Nos bastidores, dirigentes petistas admitem preocupação com o possível conteúdo que ainda pode vir à tona a partir da análise do aparelho de Augusto Lima. A eventual divulgação de novas conversas poderia ampliar o alcance político do escândalo em Brasília e afetar diferentes grupos partidários.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, entrou no centro de uma nova controvérsia após fazer críticas públicas à Polícia Federal e comentar investigações que envolvem o banqueiro Daniel Vorcaro. A manifestação ocorreu nas redes sociais e elevou o clima de tensão entre integrantes do Judiciário e investigadores responsáveis pelo caso ligado ao Banco Master.
Na publicação, Gilmar afirmou que é necessário restabelecer limites na atuação da PF e criticou o que chamou de “espetacularização” de operações policiais. O ministro também insinuou que alguns delegados estariam agindo com motivações políticas, o que, segundo ele, comprometeria a credibilidade das investigações conduzidas pela corporação.
Foto: Reprodução/X
A reação ocorreu após a divulgação de mensagens privadas atribuídas a Vorcaro no âmbito da apuração sobre o banco. Para setores do meio jurídico e político, o posicionamento do ministro pode abrir espaço para questionamentos sobre a legalidade das provas obtidas, tese que poderia ser utilizada futuramente para pedir a anulação do processo.
A postagem do magistrado também acabou gerando repercussão dentro da própria rede social. Usuários acrescentaram uma chamada “nota da comunidade” lembrando o conteúdo do artigo 36 da Lei Orgânica da Magistratura Nacional, que estabelece restrições a manifestações públicas de juízes sobre processos ainda em andamento.
O episódio expôs o clima de tensão que envolve o caso e ampliou o debate sobre os limites de atuação entre Judiciário e órgãos de investigação. Nos bastidores de Brasília, a avaliação é de que o embate pode aprofundar o desgaste institucional entre ministros da Corte e setores da Polícia Federal.
A CPMI do INSS, que investiga supostas irregularidades na gestão do sistema previdenciário, adiou nesta segunda-feira (9) três depoimentos importantes, incluindo o da empresária Leila Pereira, presidente do Palmeiras e da Crefisa. A comissão prometeu reagendar as oitivas e avisou: quem não comparecer poderá ser levado coercitivamente.
O presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), confirmou que o adiamento foi pedido por Leila Pereira no domingo (8), alegando compromissos ligados ao clube de futebol. Apesar disso, a sessão teve momentos de tensão com a fala do relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL).
Gaspar não poupou críticas ao ministro do STF Alexandre de Moraes, que havia acusado a comissão de supostamente vazar mensagens entre ele e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
“Moraes, pode me prender! Não tenho medo não! Tem gente que bate palma para Moraes, ele está em débito com o Brasil”, declarou o relator, que chamou a acusação de leviana.
A CPMI segue investigando contratos, fraudes e gestão de recursos do INSS. As datas dos depoimentos adiados ainda serão anunciadas, e o clima político segue tenso com confrontos diretos entre parlamentares e o STF.
maravilhoso! já estava com saudade do site.parabens.