
Foto: Lineu Filho/Tribuna do Paraná
As novas restrições de circulação em diversos estados pelo país terão impactos mais dolorosos na economia, afirmam representantes de diversos setores.
Sem programas de manutenção do emprego definidos por parte do governo, baixo acesso ao crédito e com um volume crescente de contas a pagar, o receio é de que as empresas, principalmente as de pequeno porte, entrem em colapso financeiro —aumentando o número de demissões e de falências.
Segundo o presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Percival Maricato, apesar de as ações tomadas pelo governo serem vistas como essenciais, o momento também requer novos programas de saneamento das companhias.
“É difícil falar de planejamento financeiro nessa altura do campeonato, muita gente está tocando com a barriga para ver como vão sobreviver. Estamos com estabilidade de funcionários por seis meses, não estamos faturando e ainda temos que pagar bancos, proprietários dos imóveis, fornecedores, energia, IPTU e outros impostos. Ninguém tem dinheiro sobrando”, afirmou.
Em julho do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) publicou um decreto que permitiu a prorrogação do programa de suspensão de contrato de trabalho e de corte de jornada, que estava em vigor desde abril.
Com a medida, o prazo máximo do programa passou a ser de 120 dias. O decreto, no entanto, impunha que o empregador deveria oferecer estabilidade do emprego pelo mesmo período. Na prática, se o empresário optou por adotar a medida em julho, por exemplo, ele precisa manter o número de funcionários até o final de março deste ano.
Outro fator que também pode pesar no caixa dos empresários neste início de é o fim do prazo de carência do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte).
“O prazo médio de carência do Pronampe era de oito meses. Para quem começou em julho, por exemplo, esse período se encerra agora, justamente quando começa a fechar tudo de novo”, afirmou o assessor econômico da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), André Sacconato.
O último levantamento feito pela federação estima que o comércio varejista paulista possa registrar uma perda média de R$ 11 bilhões em março com as novas restrições das atividades não essenciais —valor semelhante aos impactos mensurados no recuo médio mensal de abril e maio de 2020, meses mais críticos da pandemia.
Na capital paulista, a perda estimada é de R$ 6 bilhões.
“Sem dúvida nenhuma as novas restrições aumentarão ainda mais o número de empresas com necessidade de encerrar as atividades. Já está todo mundo muito fragilizado, vindo de um momento de baixa e com muitas incertezas sobre o futuro”, disse Sacconato.
Mesmo as empresas que já migraram parte das suas operações para o digital não conseguiram elevar o faturamento ao ponto de suprir as perdas com as lojas físicas fechadas.
“Esse faturamento pode render de 10% a 30%, quando muito bem trabalhado. Então a internet e os aplicativos ajudam, movimenta funcionários e gasta o estoque parado, mas ainda assim é insuficiente”, disse Maricato.
As incertezas sobre o futuro do país, segundo especialistas, também acaba impactando em relação ao acesso ao crédito a partir de agora.
Segundo o presidente do Simpi (Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo), Joseph Couri, apesar de ter existido um hall de boas intenções para tentar fazer com que o dinheiro chegasse na ponta, apenas 14% das pequenas empresas tiveram acesso a alguma linha de crédito.
“Há, agora, mais uma incerteza sobre o assunto, principalmente porque com o aumento da tributação sobre os grandes bancos, é possível que os juros aumentem para os tomadores de crédito. É preciso uma conversa séria entre o sistema financeiro, o governo e o setor privado para entender como as coisas devem caminhar”, afirmou Couri.
“Não há alguma ajuda ou socorro para todo mundo que vai ficar parado e ninguém aguenta tanto tempo com tantas idas e vindas. A medida das novas restrições é importante, mas teria que ter vindo com um colchão que minorasse os problemas que todos os setores enfrentaram caso mais empresas fechem”, disse o o vice-presidente da CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) do Bom Retiro, Nelson Tranquez.
Além do socorro financeiro, os representantes também pontuam a necessidade de uma postura mais rígida das autoridades em relação a aglomerações nas ruas e festas clandestinas.
“Não adianta fechar as portas dos lugares que estão restringindo movimento e horários e não ter apetite para combater o pandemônio da 25 de março, praia, pancadão e festas clandestinas. É preciso que seja uma via de mão dupla”, disse Maricato.
Para o presidente da CNC (Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo), José Roberto Tadros, o primeiro passo do governo precisa ser na direção do combate ao coronavírus.
“O governo primeiro precisa fazer um programa sanitário, se preocupar em trazer as vacinas, porque o número de mortes está aumentando e isso está causando pânico. Depois, também será necessário um plano bem estruturado de saneamento das empresas, que diminua a situação calamitosa em que nos encontramos. Precisamos combater o nosso inimigo em comum”, disse.
FolhaPress
Tudo já foi contabilizado. É vai pra conta e CPF dela as dívidas e prejuízos e ao STF tbm. O caos é maior por causa desses malditos.
Satanás já está com a alma de vcs e as mortes que todis tem nas costas.
A hora de vcs vai chegar. Pq é a lei que faz paga! A lei de Deus que sigo. Que se vier mexer comigo além do que já me aconteceu ñ respondo por mim.
Ñ vou aguentar outra parada de comércio. Quem quiser se salvar se proteja. Até borrifando álcool em quem chegar perto. Cuidado para não ser um fumante.
O protocolo já sabemos. Estamos seguindo a risca. Pega um funcionário da secretaria de Turismo q ñ faz nada é bota em cada Jairo e quarteirão para fiscalizar os comerciantes.
Se tá no padrão o comerciante que se preza terá os mecanismos de todas as proteções de HIGIENE coletivo intensificando no controle dos clientes. É ridículo saber dessa regressão e se o estado tivesse sido aplicado a verba federal ñ teria preocupação extrema por teria recurso. Mas.com o desfalque falta de planejamento estratégico que poderia ser terremotos, maremotos qualquer coisa da natureza o estado ñ suporta. Pq tudo foi feito superficialmente. É colapsa mesmo.
ESPERE AS CONTAS !!!
Quem hoje defende esse trancamento total poderá se arrepender amargamente. É, tô falando para você mesmo que hoje está despreocupado, tem salário "garantido". Será que poderemos andar tranquilamente daqui a um tempo, em meio a uma multidão de miseráveis que aumentou devido o trancamento? Só reflitam!
VAMOS PARAR COM ESSE TERRORISMO BARATO BG!!!
VIVEMOS UM MOMENTO TERRÍVEL E UNICO EM NOSSAS VIDAS. PESSOAS PERDENDO SUAS VIDAS E FAMÍLIAS COMBALIDAS POR PERDAS IRREPARÁVEIS…. NESSE MOMENTO A DISCUSSÃO QUE O SENHOR POSTA É DESCABIDA…É PRECISO ENFRENTAMENTO RADICAL A PANDEMIA
CALA A BOCA, MAGDA!
Falou Jorge o tranca rua kkk
O objetivo sempre foi escravizar o povo, tirando sua liberdade e até seu sustento, tornando-o dependente das esmolas estatais. É o processo de "venezuelização" do Brasil, com falsa roupagem de que é para o nosso bem. O povo tem que abrir o olho.
Algumas medidas poderiam minimizar as perdas e o sofrimento, tais como isentar de imposto de renda quem está nas faixas mais baixas, ou baixar as alícotas; baixar o preço da gasolina e dos alimentos; distribuir sextas básicas e manter o auxílio emergencial; cortar as mordomias e privilégios das altas patentes e investir no apoio aos mais carentes; liberar IPTU, IPVA, e outros dos mais pobres; TAXAR AS GRANDES FORTUNAS E AUMENTAR A CONTRIBUIÇÃO DOS RICOS E MILIONÁRIOS; isentar as pequenas e micro empresas de todos os encargos e impostos por um período; subsidiar e dispensar as contas de água e energia; reduzir os repasses para Assembleias Legislativas, Tribunais de Contas, Tribunais de Justiça e Ministério Público, para usar tais recursos na cobertura das necessidades das pessoas que necessitam; etc
Quem puder pensar, pode sugerir outras.
Pois, " SE NÃO PUDERMOS DAR MAIS, PODEMOS ALIVIAR A CARGA DE QUEM JÁ ESTÁ SOBRECARREGADO!"
Zerar o ICMS dos combustíveis
Como esses "representantes de vários setores" enxergam o povo apenas como peças de reposição, acham que é mais vantagem morrer, pois se morre um trabalhador tem 20 na fila esperando.
Essa é a intenção da governadora socialista Fátima Bezerra, nivelar todo mundo por baixo ou quase todos pq a cúpula esquerdopatas caviar, gosta do capitalismo.
Caligula vai no hospital joão machado e si interna na upa satelite quinta e sexta tem vinte pacientes internados e lá não tem vaga é removendo um paciente grave e entrando outro pare de brincar com vidas
Do jeito que estamos caminhando eu voy ter que voltear a ser sustentado pelos meus pais,ou entonces voy pintar o cabelo de louro e passar a conceder o olho de traz que não é cego e que tudo sabe e que tudo vê e tem ainda a possibilidade de me tornar pastor ou padre para voltear a ganhar dinheiro.
Pior é perder a vida.
Querem o quê meu Deus.Se não houver restrições o povo morre.
Sonho de consumo de Fátima Bezerra e seus PeTralhas: quebrar a economia do RN e culpar Bolsonaro.