Política

Dilma comemora entrevista dada ao New York Times

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT)

Além das palestras, Dilma Rousseff tem dado muitas entrevistas em seu périplo pelos EUA. Depois de uma delas, ao New York Times, ligou para um assessor esfuziante (situação raríssima). Ele perguntou a razão. “Ora, porque esculhambei esse governo Temer”.

Radar On-Line

Opinião dos leitores

  1. Por que não aproveitou e falou na entrevista o porque de Temer do PMDB ser o vice da sua chapa. Isso, vcs do PT não explica. Que tipo de acordo fez o braço PT com o PMDB oportunista?

    1. Sua forma de se referir a uma pessoa humana demonstra o seu grau de consciência e humanidade. Mas não vi vc comentando nas postagens em que aparecem Tucanos envolvidos em megas esquemas de corrupção.
      Por que será, hein?
      Vc já parou pra pensar nisso? Ou somente repete o que o BBB da Rede de Fazer Bobos implantou na sua cabeça?
      Acorde, é tempo ainda!

    2. Jean, eu concordo que a forma como o Jaques se referiu a Dilma não foi cortês, porém chamá-la de "pessoa humana" e tentar sugerir que o(s) esquema(s) envolvendo os tucanos (ou a qualquer outro partido) seja comparável aos que Lula e Dilma, criminosamente, orquestraram me parece sandisse!
      Sem falar que, se você realmente parar p/ pensar, concordará que não se trata de defesa de tucano, mas sim da democracia e do nosso país! A única repetição idiota que costumamos ver e ouvir são as em defesa do (indefensável) Partido dos Trabalhadores, mantra "implantado" na cabeça dos tolos!

  2. DILMA DANDO ENTREVISTA? DEVE SER UMA COISA MUITO BONITA, FALANDO DAS MANDIOCAS, QUEM PERDEU VAI GANHAR, MAIS QUEM GANHAR VAI PERDER E POR AI VAI

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Política

Brasil poderá julgar crimes da Odebrecht em outros países

Fachada na empresa Odebrecht em Caracas, na Venezuela

A Procuradoria-Geral da República deve se manifestar sobre a possibilidade de crimes cometidos no exterior pelo Grupo Odebrecht serem julgados no Brasil, de acordo com reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, deste sábado. Executivos e ex-executivos da empreiteira admitiram que operações do grupo que continham práticas ilícitas eram realizadas em pelo menos nove países.

A parte sigilosa da lista de Fachin inclui nove determinações que pedem ao MPF para se manifestar sobre a questão. Agentes públicos ou privados estrangeiros estão envolvidos nas atividades ilícitas da empreiteira na Argentina, Venezuela, Equador, México, El Salvador, Colômbia, Peru, República Dominicana e Angola.

Segundo o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o grupo admitiu ter pago 65,68 milhões de dólares (206,6 milhões de reais) em propinas internacionalmente. Há relatos de propina envolvendo diversas obras na América Latina, como o metrô de Caracas, na Venezuela, e os Sistemas Troncais da Argentina.

Valores foram pagos também para campanhas eleitorais presidenciais em El Salvador e no Peru. Segundo a lista de Fachin, os ex-presidentes Mauricio Funes e Ollanta Humala teriam recebido respectivamente 5,3 milhões de reais e 3 milhões de reais.

O STF e a Procuradoria-Geral da República precisam decidir agora se os crimes cometidos no exterior estão sujeitos à jurisdição brasileira. Independentemente de haver investigação no Brasil, a Procuradoria-Geral já pode comunicar ao exterior os fatos narrados pelos delatores, para que possa haver investigação estrangeira.

VEJA

Opinião dos leitores

  1. Esta justiça, que não tem julgado à altura nem os crimes cometidos no próprio território?

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Política

Mais um partido convida Barbosa para disputar a presidência

Joaquim Barbosa

Joaquim Barbosa foi procurado pelo PSB. O convite era para que ele se filiasse e pensasse na presidência. Barbosa recusou. Rede e PT também já andaram conversando com o juiz.

Radar On-Line

Opinião dos leitores

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Política

Delator reclama da ‘ingratidão’ da senadora Kátia Abreu

Kátia Abreu (Foto:  Antônio Cruz/ Agência Brasil)

O ex-diretor superintendente da Odebrecht Ambiental/Saneatins no Tocantins, Mário Amaro da Silveira, reclamou da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), que teria recebido R$ 500 mil de contribuição para a campanha eleitoral. A peemedebista foi mencionada na lista do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, e foi citada nos depoimentos dos ex-executivos da empresa.

Na audiência para o Ministério Público Federal (MPF), após acordo de delação premiada, Amaro reclamou que, mesmo com as doações eleitorais, Kátia Abreu não ajudou a empresa no Estado. “A senadora foi eleita, mas nunca fez nada por nós no Tocantins”, disse para a Justiça.

Amaro declarou que, em setembro de 2014, foi procurado por José Carvalho, que trabalha no escritório da Odebrecht em Brasília, dizendo que Katia Abreu iria procurá-lo para pedir doações. Ao saber que poderia ser contatado, entrou em contato com Fernando Reis, presidente da Odebrecht Ambiental/Saneatins, companhia de água e saneamento básico do Estado. Na conversa, Reis autorizou que fosse feita uma doação de R$ 500 mil.

Alguns dias depois, Amaro foi procurado por Moisés Pinto Gomes, marido da senadora, em um hotel em Palmas, capital do Estado. Gomes fez um pedido de contribuição por causa da atuação da senadora a favor da empresa durante um conflito com a prefeitura de Palmas.

Segundo Amaro, Tocantins é o único Estado do país em que a companhia de saneamento é uma empresa privada. Interessados em investir na área, a Odebrecht deu início a compra da Saneatins em 2011. O negócio custou cerca de R$ 400 milhões aos cofres da empresa. O plano era investir outros R$ 700 milhões, mas, de acordo com o depoimento de Fernando Reis, uma série de fatos prejudicaram os negócios, como a criação de uma CPI na Assembleia Legislativa para investigar a atuação da Odebrecht Ambiental/Saneatins.

A empresa suspendeu os investimentos temporariamente. Após a atuação de Kátia Abreu, além do então governador Siqueira Campos (PSDB) e do senador Vicentinho (PR/TO), a Odebrecht chegou a um acordo com a prefeitura de Palmas e o caso foi resolvido.

Após ser autorizado a fazer a doação, Amaro marcou uma reunião com Moisés em um hotel em São Paulo. Ao ser informado do valor oferecido, o marido de Katia Abreu reclamou: “É muito pouco”, disse. Além disso, também não gostou do modo que a doação seria feita, através de caixa dois. “Ele ficou desconfortável”, disse Amaro no depoimento.

Moisés sugeriu que a doação fosse via Braskem, braço petroquímico da Odebrecht. Mas, para ser dessa maneira, Amaro alegou que era “outro contato, outra conversa”. Após o impasse inicial, em que Amaro disse que não poderia fazer uma “doação oficial”, Moisés aceitou as condições. Uma nova reunião foi marcada para alguns dias depois. Nesse encontro, foram entregues os dados para a retirada do dinheiro. Segundo Amaro, o pagamento foi feito em duas parcelas de R$ 250 mil, na primeira e na segunda semana de outubro.

Por causa dessas doações, Katia Abreu é acusada de falsidade ideológica eleitoral. Em nota, a senadora nega que as doações tenham sido feitas de forma ilegal. Disse que, apesar de ainda não saber o conteúdo da decisão do ministro Edson Fachin, nunca participou de corrupção e nunca aceitou participar de qualquer movimento de “grupos fora da lei”. “Estarei à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários de maneira a eliminar qualquer dúvida sobre a nossa conduta”, declarou.

 

Época

Opinião dos leitores

  1. Esse povo da Odebrecht mente demais aafff…eles distribuiram BILHÕES de dolares e ninguém recebeu…quem sabe rastreando os bens e contas desse povo,prá ver se o bens é compativel com o que ganham….o mundo sabe que é verdade,Santa do pau oco????

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Política

Investigadores querem registro de entrada de delatores no Jaburu

Os investigadores da operação Lava-Jato querem o registro de entrada de Marcelo Odebrecht e do ex-diretor Cláudio Melo Filho para reunião com o presidente Michel Temer no dia 28 de maio de 2014 no Palácio do Jaburu, local em que o presidente mora até hoje. Um jantar nesta data com Temer, então vice-presidente, foi informado pelos delatores. O pedido foi feito pela Procuradoria-Geral da República, e o relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou que a Polícia Federal cumpra essa diligência.

Temer admite ter recebido Marcelo para o jantar, mas nega que tenha tratado de doações por caixa dois com ele. O ex-presidente da Odebrecht afirma que a divisão dos R$ 10 milhões doados por caixa dois foi tratada com Eliseu Padilha (hoje ministro da Casa Civil) no momento em que o presidente tinha se levantado da mesa. Melo Filho, no entanto, afirma que Marcelo informou os valores a Temer respondendo a uma pergunta do presidente sobre qual seria o aporte para a candidatura de Paulo Skaf ao governo de São Paulo.

Além do pedido dos registros da portaria do Jaburu nesta data, os investigadores solicitaram o controle de acesso à Secretaria de Aviação Civil no ano de 2014. Melo Filho relatou em sua delação que Moreira Franco, quando ocupava essa pasta, lhe solicitou uma doação de R$ 4 milhões e que Padilha cobrou o pagamento quando sucedeu Moreira no cargo. Pede-se também informações sobre emendas parlamentares apresentadas por Padilha quando este foi deputado federal.

A PGR solicitou ainda a oitiva do advogado José Yunes, ex-assessor da Presidência e amigo pessoal de Temer. Yunes afirmou em depoimento que, a pedido de Padilha, recebeu um pacote do doleiro Lúcio Funaro, que também será ouvido. Segundo os delatores da Odebrecht, o escritório foi um dos locais em que houve entrega de dinheiro do esquema.

Quando as informações sobre o jantar vieram a público, ano passado, Temer confirmou o encontro, mas negou qualquer irregularidade nos repasses da Odebrecht. O presidente divulgou uma nota em fevereiro afirmando que solicitou “auxílio formal e oficial” à empreiteira e que não autorizou nem solicitou recursos sem amparo legal.

“Quando presidente do PMDB, Michel Temer pediu auxílio formal e oficial à Construtora Norberto Odebrecht. Não autorizou, nem solicitou que nada fosse feito sem amparo nas regras da Lei Eleitoral. A Odebrecht doou R$ 11,3 milhões ao PMDB em 2014. Tudo declarado na prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral. É essa a única e exclusiva participação do presidente no episódio”, diz a nota.

Eliseu Padilha, divulgou uma nota neste sábado por meio de sua assessoria na qual diz que “confia nas instituições brasileiras” e que terá a oportunidade de exercer seu direito de defesa com a abertura do inquérito. O ministro já havia emitido nota em que diz:

“Participei do referido jantar com o presidente Michel Temer, no qual não solicitei nenhuma contribuição a ninguém. Em outros questionamentos, o presidente já confirmou que ele pediu apoio financeiro ao PMDB. A Odebrecht depositou os valores mencionados na conta do Partido, conforme prestação de contas já aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)”.

Moreira Franco e Paulo Skaf também negam envolvimento em atos ilegais.

O Globo

Opinião dos leitores

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Economia

Setor de propinas da Odebrecht movimentou US$ 3,3 bilhões de 2006 a 2014, diz delator

O setor destinado ao pagamento de propinas da Odebrecht movimentou cerca de US$ 3,370 bilhões (R$ 10,6 bilhões) entre 2006 e 2014. O número consta de uma tabela entregue à Procuradoria Geral da República (PGR) pelo ex-executivo do grupo Hilberto Mascarenhas, responsável pela chamada Área de Operações Estruturada, que realizava o controle de vantagens indevidas pagas a políticos.

Em depoimento aos investigadores da Operação Lava Jato (veja no vídeo acima), ele contou que chegou a alertar o presidente do grupo, Marcelo Odebrecht, para o volume do dinheiro, que alcançou, tanto em 2012 quanto em 2013, US$ 730 milhões (R$ 2,2 bilhões, na cotação atual).

No depoimento, o procurador questiona o motivo da queda, no ano seguinte, para US$ 450 milhões e Hilberto diz que a movimentação trazia risco de “suicídio” para a empresa.

“Sabe por quê? Porque eu tava de saco cheio de falar. E aí eu pressionei. Os outros anos eu falava, falava que eu estava preocupado, estava preocupado, muita gente participando desse assunto nas obras … Eu fui a Marcelo várias vezes. Marcelo, ó pra isso? Não tem condição. 730 milhões de dólares é mais de bilhão [de reais]. Nenhum mercado tem isso em disponibilidade de dinheiro por fora e nem tem como você operar isso, rapaz. Isso aqui é suicídio”, disse.

“Suicídio financeiro suponho?”, emenda o procurador.

“Suicídio financeiro, suicídio de risco, suicídio de segurança, suicídio de tudo”, completa o ex-executivo. “Eu pedia um formalismo, entendeu? A questão não era o dinheiro. Era um formalismo. Vamos tratar esse assunto como um extra, como uma necessidade. Isso não é você ter o prazer de comprar alguém. Já estava virando o cara ter o prazer de comprar alguém”, narrou.

O setor funcionou até 2015, mesmo após o início da Operação Lava Jato, por ordem de Marcelo Odebrecht.

Forma dos pagamentos

Em outro trecho, o responsável pelo departamento de propina explica que os pagamentos, para brasileiros ou estrangeiros de vários países onde a Odebrecht tinha obras, era quase todo feito via offshores, empresas que são criadas em paraísos fiscais apenas pra essas operações financeiras.

Outra parte, menor, era feita em espécie, com a entrega de pacotes ou malas de dinheiro em locais combinados entre funcionários da empresa e intermediários dos políticos. Com o crescimento do volume de pagamentos, foi preciso contratar um funcionário só para administrar os valores.

Hilberto ainda explicou que, por ordem de Marcelo Odebrecht, as propinas só podiam ser pagas naquelas obras cujos pagamentos já haviam sido efetuados para a empreiteira.

“Ele [funcionário] tinha um papel determinado por Marcelo, que não desse andamento a nenhuma solicitação, de nenhuma obra, que tivesse conta corrente negativa. Acho que o que ele queria era forçar aquela obra a correr atrás de regularizar a conta corrente”, afirmou.

O executivo ainda conta que depois tentou convencer o presidente do grupo a autorizar repasses de propina antes do pagamento pela obra, de forma a viabilizá-lo.

“Se você proíbe que ele receba esse dinheiro, ele não vai receber a fatura, ele vai continuar sempre negativo… ‘Não, mas eu quero que ele corra atrás’, ele dizia, ‘sem precisar dar nada’… Isso é um sonho na noite de verão né, porque não era assim que funcionava. Esperamos que no futuro mude, mas as tesourarias dos órgãos não funcionavam assim… Se não me der o meu, não sai aqui o pagamento”, contou.

G1

Opinião dos leitores

  1. Dá 366 MM US$ por ano, quer dizer, de uma hora para outra uma empresa foi corrompida a doar isso por ano. Vcs acreditam em saci Pererê, em papai Noel, Viuva Machado, Lula, Henrique Alves e Aécio Neves!!!

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Política

Pedidos contra governadores no STJ ainda não foram lidos

Enquanto a delação da Odebrecht já foi transformada em 76 inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), o ritmo no Superior Tribunal de Justiça (STJ) está em compasso mais lento. Como o relator da Lava-Jato no STF, ministro Edson Fachin, só autorizou o encaminhamento dos pedidos de abertura de inquérito contra governadores ao STJ na terça-feira, véspera de feriado no Judiciário, os documentos ainda não chegaram lá. O relator da Lava-Jato no STJ, ministro Luiz Felipe Salomão, está participando de um seminário em Portugal e só deve examinar o material na próxima semana.

Quando se debruçar sobre os pedidos, Salomão deve decidir se abre ou não os inquéritos contra nove governadores, como pediu o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Estão no grupo os governadores Luiz Fernando Pezão, do Rio de Janeiro; Geraldo Alckmin, de São Paulo; Paulo Hartung, do Espírito Santo; Fernando Pimentel, de Minas Gerais; Beto Richa, do Paraná; Flávio Dino, do Maranhão; Marconi Perillo, de Goiás; Raimundo Colombo, de Santa Catarina; e Marcelo Miranda, do Tocantins.

Pela Constituição Federal, o foro indicado para processar e julgar governadores é o STJ, que também cuida dos casos envolvendo membros dos tribunais de contas dos estados e municípios. O STF é o foro para deputados federais, senadores, ministros de Estado e o presidente da República. Há outros três governadores na lista de inquéritos abertos no STF por Fachin: Renan Calheiros Filho, de Alagoas; Tião Viana, do Acre; e Robinson Faria, do Rio Grande do Norte. Como os três são investigados junto com parlamentares, ganharam, por tabela, o direito de serem processados na mais alta corte do país.

GAROTINHO E ROSINHA

Os ex-governadores do Rio Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho e Sérgio Cabral também foram alvo de petições enviadas a instâncias inferiores, por serem citados pelos ex-executivos da Odebrecht. José Roberto Arruda, que governou o Distrito Federal, está na mesma situação.

O Globo

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Diversos

Mega-Sena pode pagar R$ 65 milhões neste sábado

Mega-sena (Foto: Heloise Hamada/G1)

O sorteio 1.921 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 65 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília).

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

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Política

Emilio Odebrecht diz que Lula agiu para ampliar crédito em US$ 1 bi em Angola

O patriarca da Odebrecht, Emilio Odebrecht, declarou à Operação Lava Jato que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atuou, após um pedido do filho Marcelo Odebrecht, para ampliar uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em Angola. Segundo o delator, ele pediu ‘um aumento de US$ 1.2 bilhões’, mas foi atendido em US$ 1 bilhão.

Emilio Odebrecht disse à Procuradoria que ‘quem paga a linha de crédito é o governo de Angola aos exportadores brasileiros’. O financiamento, afirmou, já existia e ‘foi só ampliado’.

Lula foi presidente da República entre 2003 e 2009.

“Marcelo realmente me pediu esse apoio para que conversasse com Lula. Foi num período em que houve uma queda de petróleo muito grande. Angola estava com isso com restrições orçamentárias, de disponibilidade deles, então, o orçamento mingou bastante. Era importante que houvesse uma ampliação na linha de crédito que Brasil tinha com Angola. Eu me lembro que tinha um valor que nós chegamos com as outras empresas, a dimensionar, porque isso não era só para a Odebrecht, era para a Odebrecht e outras”, relatou.

Emilio afirmou não saber informar com quem Lula tratou da linha de crédito em Angola.

“Linha de crédito que já existia e que a nossa provocação foi aumentar, que era uma forma de no período suprir aquele período que Angola estava com restrições orçamentárias, fruto da redução do preço do petróleo. Foi pedido. Eu me lembro que eu cheguei para o Lula, que estava em tramitação, se ele pudesse que ele conhecia o trabalho que as empresas estavam fazendo, nós em particular. Se ele pudesse prestigiar para que não houvesse dificuldades na extensão dessa linha de crédito, era um pedido que eu estava fazendo para ele”, contou.

“Extensão de valor, aumentar. Nós pedimos, se não me engano, em torno de um aumento de US$ 1.2 bilhões e se eu não me engano fui atendido em torno de US$ 800 milhões, US$ 900 milhões. Parte disso foi resolvido, foi atendido pelo governo. Isso desafogou lá.”

O pedido, segundo Emilio, foi feito ‘em 2008, 2009’. “A aprovação terminou sendo em 2010”, declarou. “E o valor aprovado foi US$ 1 bilhão.”

“Só sei que houve a conclusão. Não como nós gostaríamos, as empresas todas que trabalhavam lá gostariam, mas foi atendido em sua grande parcela”, afirmou.

O Ministério Público Federal questionou o empreiteiro sobre as garantias dadas por Angola. “Essas daí são as melhores possíveis, petróleo.” (Julia Affonso e Fausto Macedo)

Com a palavra, Lula

Na quarta-feira, 12, quando as delações da Odebrecht foram tornadas públicas, o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Lula, se manifestou desta forma.

Nota

A imprensa dedicou hoje inúmeras manchetes às delações que o Ministério Público Federal negociou com executivos do Grupo Odebrecht e, como tem ocorrido, o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o destaque da maioria delas. O vazamento ilegal e sensacionalista das delações, nos trechos a ele referentes, apenas reforça o objetivo espúrio pretendido pelos agentes envolvidos: manchar a imagem de Lula e comprometer sua reputação. Mas o que emergiu das delações, ao contrário do que fez transparecer esse esforço midiático, é a inocência de Lula – ele não praticou nenhum crime.

É nítido que a Força Tarefa só obteve dos delatores acusações frívolas, pela ausência total de qualquer materialidade. O que há são falas, suposições e ilações – e nenhuma prova. As fantasiosas condutas a ele atribuídas não configuram crime.

Desde 4 de março de 2016. o ex-Presidente passou a ser vítima direta de sucessivas ilegalidades e arbitrariedades praticadas no âmbito da Operação Lava Jato para destruir sua trajetória, construída em mais de 40 anos de vida pública. Lula já foi submetido à privação da liberdade sem previsão legal; buscas e apreensões; interceptações telefônicas de suas conversas privadas e divulgação do material obtido; e levantamento dos sigilos bancário e fiscal, dentre outras medidas invasivas.

A despeito de não haver provas, o ex-Presidente foi formalmente acusado, apenas com base em “convicções”. Depois de 24 audiências em Curitiba e a oitiva de 73 testemunhas apenas em um dos processos, salta aos olhos a inocência de Lula. Ao final dessa nova onda, o que sobrará é o mesmo desfecho melancólico vivido pelo senador cassado Delcídio do Amaral: caíram por terra suas teses. Delcídio aceitou acusar o ex-Presidente em troca da sua liberdade e depois foi desmentido por testemunhas ouvidas em juízo, quando então não podiam mentir.

 

Estadão

Opinião dos leitores

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Política

Ovos de Páscoa mofados e com larvas são distribuídos para crianças em SP

Alguns alunos da rede pública de Bertioga receberam ovos de Páscoa sem condições de consumo (Foto: Caroline de Souza/Arquivo Pessoal)

Seu tivesse comido (o chocolate) eu ia ter morrido, né, mãe?”. Essa foi a pergunta que o filho de sete anos da diarista Juliana Santos fez ao encontrar larvas no ovo de Páscoa que ganhou na escola, em Bertioga, no litoral de São Paulo. A distribuição foi feita pela Prefeitura, que agora apura o que aconteceu. O caso não foi o único na cidade.

Na quinta-feira (13), o Fundo Social de Solidariedade entregou 5 mil ovos de chocolate aos estudantes da rede pública. Alguns, entretanto, estavam em mau estado de conservação e, aparentemente, estragados. A maioria dos casos ocorreu com alunos da Escola Municipal Professor Delphino Stockler de Lima, na Vila Itapanhau.

“Meu filho chegou em casa, abriu o ovo e deu uma mordida. Quando eu fui perceber, estava cheio de teia e larvas no chocolate e na embalagem. Daí nos gravamos um vídeo para provar”, conta Juliana, que tem 27 anos. Ela disse que o menino sempre estudou na rede pública, mas foi a primeira vez que teve algum problema do tipo.

Situação semelhante viveu o filho da comerciante Caroline de Souza, de 31 anos. O menino também tem sete anos. “Na hora que a gente abriu (a embalagem), o ovo estava todo embolorado. A sorte foi que ele nem chegou a comer. O caso é delicado, pois são crianças que receberam. Então todo cuidado com eles é pouco”, fala.

Para a manicure Priscila Coentro, de 31 anos, parte dos produtos distribuídos estava com o prazo de validade vencido. “Dá para ver que a etiqueta com a data de vencimento para 20 de setembro foi colocada sobre outra. Tentei tirar para ver o prazo original, mas não consegui”. A filha dela, de oito anos, comeu o chocolate, mas não passou mal.

A Prefeitura admite que os ovos que não estavam em bom estado de consumo foram distribuídos pelo Fundo Social de Solidariedade. Por meio de nota, a Administração Municipal informou, nesta sexta-feira (14), que está apurando o que aconteceu e que ainda não sabe quantos produtos estragados foram entrergues. Garantiu, porém, que eles serão trocados.

“Em cada ovo que entreguei, dediquei o mesmo amor que tenho pela minha família e jamais poderia imaginar que isso pudesse acontecer”, disse, também em nota, a presidente do Fundo Social, Vanessa Matheus, mulher do prefeito Caio Matheus (PSDB). Ela pediu desculpas e falou que os produtos foram doações à cidade. As marcas ainda serão verificadas.

A Prefeitura ainda informou que adotou procedimentos corretos no transporte e no armazenado dos ovos e que não foram registrados casos de atendimento nos hospitais da cidade em razão do consumo do chocolate impróprio. “O jurídico está acompanhando o caso, levantado o lote dos produtos para tomar as devidas providências”, pontuou.

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Política

Governo decide pedir urgência em reformas para reagir à crise

BRASÍLIA — Os maiores esforços do governo se voltarão para acelerar a votação das reformas no Congresso. Em reunião nos últimos dias, o presidente Michel Temer combinou com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que eles tentarão aprovar na próxima terça um regime de urgência para tramitação da reforma trabalhista e o projeto que institui um Regime de Recuperação Fiscal para os estados.

Também na terça-feira, Temer receberá ministros e parlamentares em um café da manhã para uma apresentação do relatório da reforma da Previdência. A previsão é que o texto seja lido no mesmo dia pelo relator, Arthur Maia (PPS-BA), na comissão especial que trata do caso.

Auxiliares de Temer dizem que o presidente tem insistido que é preciso estimular o Congresso a continuar seu funcionamento normal, como forma de mostrar que as investigações não vão paralisar o país.

— Há uma percepção de que é importante para o país o Congresso mostrar vitalidade e essencialidade ao votar na próxima semana. Tem que expressar que, apesar de todas as dificuldades, prossegue funcionando. Isso tudo era esperado. Tem esse impacto todo, mas tem que continuar votando como planejado. É isso que o Executivo estimula — afirma um interlocutor de Temer.

Em uma movimentação que gerou polêmica, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), articula a suspensão do recesso parlamentar, que começa em 17 de julho, para que a proposta de reforma da Previdência possa ser votada inclusive no Senado antes de agosto.

Mesmo com oito ministros investigados a partir das delações da Odebrecht, o governo está mais preocupado, neste momento, com a possibilidade de paralisação no Congresso e atraso na votação das reformas do que com uma mexida brusca na composição da Esplanada dos Ministérios.

AFASTAMENTO SÓ APÓS DENÚNCIA

Isto porque há, internamente, uma aposta de que eventuais denúncias contra os ministros não deverão ser apresentadas em menos de um ano. E o presidente Michel Temer já avisou que só após as eventuais denúncias afastará os assessores dos cargos.

Como o prazo para desincompatibilização de ministros que queiram se candidatar nas eleições de 2018 é abril do próximo ano, a avaliação é que Temer não teria de se preocupar com mudanças no primeiro escalão do governo até lá. Normalmente, a Procuradoria-Geral da República vem demorando mais de um ano para apresentar denúncias contra os investigados. Não está no radar do Palácio do Planalto, portanto, qualquer alteração ministerial nos próximos meses, já que os pedidos de investigação ocorreram apenas nos últimos dias.

— Se tiver alguma denúncia, tem aquela regra do presidente: afasta de forma provisória e deixa o secretário-executivo cuidando num primeiro momento. Pode até ser que tenha alguma denúncia antes de um ano, porque essas investigações colocam sob suspeição muita gente distinta. Mas não tem preocupação com isto agora — afirma um ministro, reservadamente.

Na noite de domingo, Temer irá se reunir com alguns ministros, com Rodrigo Maia e os líderes do governo na Câmara e no Congresso, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e André Moura (PSC-SE), para uma avaliação de cenário.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. KD a esquerda, os PTralhas, a CUT, q nada fazem para impedir q eles metam a mão no bolso dos brasileiros?

  2. Que tristeza ver corruptos mudando leis essenciais para nosso futuro ! Duvido muito que estejam preocupados com nosso bem estar. Somente o trabalhador vai pagar a conta dessas propinas. CANALHAS !!!!

  3. Cd as manifestações de domingo batendo panelas com as camisas da CBF?
    Cd o MBL, o Vem Pra Rua, o Brasil contra a Corrupção?
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    1. Reformas são necessárias. Duras, porém necessárias. A previdência é uma pirâmide legalizada, mas estruturalmente destinada a falir, mesmo que se não roube ou se sonegue um centavo. Mas políticos demagogos nunca tiveram coragem de dizer isso e foram empurrado com a barriga. A trabalhista deve nos tirar dos Anos 30. Se o Brasil continuar a fazer as mesmas coisas, vai ter os mesmos resultados. Se as reformas passarem, vai ter valido à pena. FORÇA, TEMER.

    2. O Lula foi o autor de duas Emendas à Constituição, piorando as condições para aposentadoria. A Dilma também deu entrada no congresso em projeto de reforma em 2016. Tire as viseiras dos olhos e procure informações na internet. Há vídeos deles defendendo essas reformas.

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Política

Temer decide manter todos os ministros citados nas delações

O presidente Michel Temer deixou claro que não vai demitir nenhum dos oito ministros alvos de inquéritos por terem sido citados nas delações da Odebrecht na Lava Jato.

A avaliação no Palácio do Planalto é que uma saída em massa prejudicaria ainda mais o governo, num momento em que a ordem é tentar aprovar a agenda de reformas no Congresso.

“Temer decidiu que não vai demitir ninguém”, disse ao Blog um interlocutor do presidente.

Há cerca de um mês, Temer chegou a criar uma espécie de “protocolo”, segundo o qual ministro citado em delação só deixará o governo se for denunciado pelo Ministério Público e virar réu na Lava Jato.

Os oito ministros alvos de inquéritos são: Eliseu Padilha (PMDB; Casa Civil); Moreira Franco (PMDB; Secretaria-Geral); Gilberto Kassab (PSD; Ciência, Tecnologia e Comunicações); Bruno de Araújo (PSDB; Cidades); Aloysio Nunes (PSDB; Relações Exteriores); Marcos Pereira (PRB; Indústria e Comércio Exterior); Blairo Maggi (PP; Agricultura); Helder Barbalho (PMDB; Integração).

Todos os ministros negam envolvimento em irregularidades.

Deputado defende saída de ministros

Ao Blog, o deputado Miro Teixeira (Rede-RJ) defendeu que os ministros citados deixem os cargos.

Para Miro Teixeira, a decisão de deixar o governo precisaria partir dos próprios ministros.

“Isso não vai acontecer. Temer vai seguir a regra que criou. Demissão só depois que o ministro virar réu”, reforçou um auxiliar de Temer.

 

Blog do Camarotti

Opinião dos leitores

  1. O PT chama o PMDB para anos de suruba. Quando se acendem as luzes vem agora bancar a santa? Todo o mundo não rouba igual? Bora então usar um critério de desempate? Que tal ver quem faz mais. Deixa o homem governar… ele não aí
    nem há um ano.

  2. Nenhum comentário raivoso da direita?

    Eles podem roubar o dinheiro de vcs? Eles estão autorizados ?

  3. Na verdade ele é o pior de todos, o líder, por que então deveria demitir alguém ? O Brasil está na mão de uma quadrilha, eu não sei o que as pessoas de bem estão esperando para se rebelar !!!!! falta mais o que?

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Política

Dupla rouba carro, entra em confronto com a PM e um morre em Natal

Dois homens roubaram um carro, no bairro do Alecrim, na noite desta sexta-feira (14), e quando tentavam praticar assaltos contra populares em paradas de ônibus entraram em confronto com policiais militares. Um dos suspeitos morreu e o outro ficou baleado.

A ocorrência aconteceu por volta das 21h, de acordo com o sargento Marconi, do 1º Batalhão da Polícia Militar. Ele informou que os criminosos roubaram um veículo Hyundai i30, de cor preta, no Alecrim, e seguiam em direção a Cidade Alta.

Quando passavam nas imediações do viaduto baldo e tentavam roubar pessoas que estavam em paradas de ônibus, os suspeitos se depararam com uma viatura da Polícia Militar. A partir daí, teve início um confronto. Um dos criminosos foi baleado e morreu dentro do veículo.

O segundo foi baleado e socorrido para o Pronto Socorro Clóvis Sarinho. O sargento Marconi destacou que o suspeito, após ser atendido, foi levado para a Central de Flagrantes da Polícia Civil. Ele usava uma tornozeleira eletrônica.

 

Com informações do G1/RN

Opinião dos leitores

  1. gouveia
    ENQUANTO TU SE PADECE DESTE PROBE COITADO, QUERENDO ELASTICER SUA VIVENCIA NESTE MUNDO E NO CAMINHO ERRADO, MAIS DE MEIA DUZIAS É FAVORAVEL AO ACONTECIDO EM VITURDE DO MOTIVO DE SE NÃO FOSSE ELE TALVEZ , FOSSE EU OU VC OU AINDA OUTRO QUALQUER QUE IA PAGAR SEM DEVER.

  2. Meu Deus . Que povo sem coração. Que revolta e essa contra um ser humano vitima de um sistema corrupto. Com esse odio dentro do seu coração tenha certeza que para ceu vai ficar difícil Sua entrada. Tenha mais amor Deus esta voltando em breve

    1. Caro Sr. Gouveia, quando o senhor se deparar um dia com um verme desses apontando uma arma em tua cabeça, ou na cabeça de algum familiar seu, talvez mude de ideia.

    2. Sr Gouveia,Deus queira q não,mas caso sofra algum tipo de violência…Chame o Batman …

  3. Mais uma vez a nossa Polícia está de parabéns. Sexta Feira Santa enquanto a grande maioria da população descansa pelo feriado, o que é normal, eles estão tentando manter a órdem e a paz,
    em nossa querida Natal que a cada dia fica mais violenta. Como é bom quando o resultado é este: um ou dois a menos para nos meter medo. Concordo com o Sr. Omar "se o segundo verme estivesse também sido neutralizado".
    Mas, uma sugestão aos nossos policiais seria, quando algum destes "bons meninos" estiver ferido, retardem ao máximo o socorro a eles, que é para forçar sua ida para onde já deveriam estar.

  4. Tornozeleira eletrônica, a nova modinha que os garantistas conseguiram impor à sociedade. Cara e inútil.
    Não falta exemplos de quem a usa e continua a levar a vida no crime.
    Por outro lado, os defensores delas dizem: não lota os presídios. Sim, e daí que temos presídios lotados?
    Presídio lotado significa sociedade que não acolhe criminoso e polícia que trabalha.
    Tornozeleira, por seu lado, significa advogado ganhando dinheiro defendendo bandido, juiz que não se preocupa, já que nunca os vemos como vítimas nem de mosquito da dengue, e direitos humanos felizes porque seus clientes estão livres.

    1. Suspeitos são os políticos que ainda não entraram na Lava jato. Esse é bandido mesmo. Tem de matar esses fdp pois matam qualquer um rindo! Ou então manda para a casa dos representantes dos Direitos Humanos para ver se aguentam esses bandidos!

  5. Lamentável, muito lamentável, lamentável mesmo, que a nossa valorosa PM não tenha efetuado uma sequência de tiros mais cadenciada e que pudesse ter neutralizado em definitivo o 2º verme, que em breve poderá estar nas ruas e matar um filho meu ou um PM ou um PC.
    De toda forma está de parabéns porque, ao neutralizar um deles, salvou várias vidas inocentes que seriam ceifadas mais adiante.
    Simples assim.

    1. É uma pena que o outro não tenha ido pro inferno também. .. PM melhore a pontaria!!!

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Política

Delator relata até calote em propina para Henrique Alves

Por Dinarte Assunção

 

O ex-executivo da Odebrecht Ariel Parente Costa afirmou em delação a procuradores da República do Rio Grande do Norte que o ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves recebeu propina de 3% sobre a obra do Projeto Tabuleiros Litorâneos, no Piauí.

Em depoimento na sede do MPF em Natal, em 12 de dezembro do ano passado, ele relatou que, em 2008, quando começou a obra, foi convocado para reunião em Fortaleza onde um interlocutor do então deputado Henrique Alves teria fixado o valor da propina.

Parente detalhou que a partir daí fazia a programação e emitia uma senha para que outros operadores do esquema realizassem os pagamentos, feitos em Recife, na casa de câmbio Mônico, e Salvador.

O delator afirmou ainda que, como não atuou diretamente nos pagamentos, não soube precisar o valor, mas estima: “Para o deputado foi entre um milhão e meio e dois milhões de reais”, explicou.

Ele também afirmou que ainda ficou devendo R$ 600 mil porque houve problemas com o DNOCS e a obra foi desmobilizada.

No sistema de departamento de propinas da Odebrecht, nos papéis que entregou ao MPF, o delator diz que há apenas o registro de R$ 112 mil em propina para Alves, “mas que o valor foi maior com certeza”, conforme citou.

Parente também acrescentou que o apelido de Henrique era “Rio Grande”.

Opinião dos leitores

  1. Henrique e um home de bem. Isso e Sacanagem querer colocar culpe nele . Estamos com vc meu lider o RN todo com vc

  2. Henrique e Cunha eram a dobradinha de ação de temer nas articulações para tirar Dilma da Presidência.
    Cunha já tá preso, e Henriquinho…

  3. Qto tempo faz que ese cara é acusado e a justiça não decide nada. Responde no RN, PI, PR e se não falha memória no DF…poderoso o cara

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Polícia

Polícia e bandidos trocam tiros em Mãe Luiza

Portal BO

Cerca de oito homens armados abriram fogo contra policiais militares durante um patrulhamento, na tarde desta sexta-feira (14), na rua Guanabara, no bairro Mãe Luiza, zona Leste de Natal. Houve confronto e durante a troca de tiros uma viatura do 1° Batalhão foi atingida por um disparo de arma de fogo, porém ninguém ficou ferido na ação.

De acordo com o Major Eduardo Franco os policiais receberam uma denúncia dando conta de suspeitos armados na localidade e imediatamente fizeram um deslocamento até o endereco. “A equipe visualizou o grupo armado e deu ordem para largar as armas, mas os suspeitos correram atirando, houve confronto e um dos tiros atingiu uma das viaturas”, relatou.

O assessor de comunicação social da Polícia Militar disse ainda que nenhum policial ficou ferido durante a ação. Várias unidades realizam buscas em todo o bairro na tentativa de localizar, identificar e prender os suspeitos que escaparam por uma região de mata.

 

Opinião dos leitores

  1. Eu imagino a cena patética, como a polícia avista e manda os suspeitos darem as armas, eles reagem e nenhum suspeito é baleado? Brincadeira ne
    .

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Denúncia

Os vídeos das delações da Odebrecht que comprometem Temer

Xosé Hermida, El País

A mais recente enxurrada de informações divulgada pelo Supremo Tribunal Federal sobre a Operação Lava Jato atinge de forma direta ao presidente Michel Temer. O próprio procurador geral da República, Rodrigo Janot, explica, num relatório, que há motivos suficientes para pedir a abertura de uma investigação a Temer, mas que ele teve que recuar pela imunidade temporária que confere a Constituição aos presidentes. Janot aponta que Temer, quando ainda era vice-presidente, “capitaneava” o grupo do PMDB na Câmara que desenvolvia um esquema de cobrança de propinas através de dois estreitos colaboradores, os atuais ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. Ambos estão incluídos na Lista de Fachin de políticos que vão ser investigados por acusações de corrupção.

As conclusões de Janot sobre Temer estão embasadas nos depoimentos de antigos diretores da Odebrecht. O próprio ex-presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht, contou aos fiscais da Procuradoria Geral da República que em 2014 recebeu uma solicitação de Temer para repassar 10 milhões de reais ao PMDB. O recado foi transmitido por Cláudio Melo Filho, diretor de Relações Institucionais da empreiteira em Brasília, o homem que mantinha contato permanente com os políticos do Congresso.

Num trecho do seu depoimento, Marcelo fala de uma conversa com o aliado de Temer, Paulo Skaf, presidente da Federação de Indústrias de São Paulo (FIESP), o sindicato patronal que turbinou no ano passado uma forte campanha em favor do impeachment de Dilma Rousseff. Em 2014, Skaf era candidato pelo PMDB ao Governo de São Paulo e também solicitava uma doação ao presidente da empreiteira. Marcelo explicou ao presidente da FIESP que além disso tinha um pedido anterior de Temer e que então eles dois deveriam dividir o dinheiro. Este é o relato do empresário no depoimento perante a Procuradoria Geral da República.

Opinião dos leitores

  1. Esse esquema dessas empresas já é antigo, quem não lembra dá reforma do machado que a OAS, ganhou a licitação e foi alvo de denúncia e até agora não foram apuradas, espero que agora com essas novas denúncias ministério público se manifeste e peça o desarquivamento dessas denúncias que sem dúvida irão encontrar muitas, mas muitas irregularidades, tomara que isso aconteça pq como demora dá tempo de investigarem até às eleições, pq com certeza vai ter políticos envolvidos.
    Ainda acredito na seriedade dá justiça, até pq com esse exemplo que Sérgio Moro, está dando ao país, acho que o negócio vai arrochar para políticos corruptos.

  2. Acho interessante a alegria de alguns (petistas, é claro) com a descoberta dessas coisas contra o Temer. O PT escolheu o cara prá vice 2 vezes e estava bastante satisfeito com ele e com os demais corruptos do PMDB, até chegar o impeachment. Então, de repente, descobriram que essa turma não presta. Lembrem-se, petistas, que foram vocês que votaram nele ao mesmo tempo em que votavam na Dilma, outra catástrofe. Observem também que essa roubalheira ocorreu nos governos do PT. O canalha de 9 dedos sempre foi o grande comandante de tudo. Os peemedebistas eram personagens coadjuvantes. Os petistas eram os protagonistas, os donos do poder.

  3. Que imoralidade é essa. Esse homem no poder como presidente? Só no Brasil sem justiça e a nação sem noção permitindo um absurdo desse. Isso é NOGENTO. PELO AMOR DE DEUS. É MUITA FALTA DE RESPEITO COM OS BRASILEIROS TRABALHADORES E EXPLORADOS POR ESSES ALTOS IMPOSTOS QUE SUSTENTA A CORRUPÇÃO E Os ROMBOS da CORRUPÇÃO.

  4. Escuto panelas batendo? n.. n.. só impressão

    Ele pode roubar a vontade, a direita quer ser roubada, mas só por quem eles autorizam

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