Um motorista de São Paulo ganhou uma ação trabalhista contra a multinacional Uber e, além de conseguir o direito a carteira assinada pela empresa de aplicativo de transportes, deve receber o retroativo e uma indenização por danos morais.
O motorista deve receber cerca de R$ 80 mil, em que estariam inclusos os valores que ele deixou de ganhar nos seis meses da relação de trabalho, antes desta ser reconhecida como tal, e os danos morais. A sentença foi proferida e vai ser publicada, mas cabe recurso do Uber, que informou nesta sexta-feira (14) que vai recorrer da decisão.
O advogado do motorista Fernando dos Santos Teodoro disse que a empresa se apresenta como uma plataforma de tecnologia, quando na verdade oferece um serviço de transporte. “O Uber explora o serviço de transporte usando motoristas, o que configura uma relação de trabalho”, afirma Mauricio Nanartonis.
“Os motoristas estão subordinados às regras do Uber, recebem um pagamento pelos serviços e trabalham para clientes captados pelo aplicativo. Assim, o juiz configurou essa como uma relação de trabalho”, explicou sobre a decisão.
No tribunal, Nanartonis argumentou que o pagamento do passageiro ao motorista é realizado por intermédio da empresa, que retém uma taxa de aproximadamente 20% do valor da corrida, que a prestação de serviços é formalizada em contrato, que os preços dos serviços são fixados conforme a determinação do Uber e que existe um padrão de vestimenta e comportamento.
“Baseado nisso, meu cliente pediu o registro em carteira, com 13º salário, férias, seguro-desemprego, aviso prévio, fundo de garantia, enfim, todos os direitos comuns a uma relação de trabalho”, explicou Nanartonis, que também auxiliou o motorista Fernando a pedir uma indenização por danos morais.
“Pedimos danos morais por conta do chamado ‘dumping social’ praticado pela empresa. Sem cumprir com suas obrigações trabalhistas, o Uber consegue oferecer preços menores aos passageiros. Isso gera uma grande reação de taxistas, e os motoristas do Uber sofrem agressões e pressões, como já ocorreu com meu cliente”, afirma o advogado.
Outro lado
Ao juiz, o Uber defendeu que “não explora serviços de transportes, e sim a plataforma tecnológica de mediação entre passageiros e motoristas”. Os advogados argumentaram que a empresa não possui frota, que os motoristas não são seus empregados, mas seus clientes, e que estes podem trabalhar em qualquer dia, horário e local para todas as plataformas.
A empresa também afirmou no tribunal que os motoristas podem conceder descontos sem autorização e que eles “assumem os riscos de seus empreendimentos, cabendo a eles combustível, lubrificante, manutenção e outros”.
Confira abaixo, na íntegra, a nota enviada pela Uber:
“Ao conectar motoristas parceiros e usuários, a Uber cria milhares de oportunidades flexíveis de geração de renda, enquanto oferece a milhões de pessoas uma nova alternativa para se locomover pelas cidades. A Uber vai recorrer desta decisão.”
Milhares de peregrinos de todo o mundo e cristãos palestinos refizeram nesta sexta-feira, em Jerusalém, por ocasião da Sexta-feira Santa, o caminho percorrido por Jesus com sua cruz até o local da crucificação, segundo a tradição cristã.
Um forte esquema de segurança da polícia foi estabelecidos nas ruas estreitas da Cidade Velha, com agentes presentes ao longo de todo o percurso.
Como todos os anos, os peregrinos carregavam nas costas enormes cruzes de madeira cantando hinos. A maioria era de cristãos chegados de todas as partes do mundo.
Dentro das celebrações que precedem a Páscoa, os fiéis percorrem em procissão a Via Dolorosa (Rua da Amargura), situada no setor oriental de Jerusalém, palestino, apesar de ocupado e anexado por Israel em 1967.
A Via Dolorosa conta as 14 estações onde Jesus, segundo o Evangelho, se encontrou com sua mãe, caiu, recebeu ajuda para carregar a cruz e se reuniu com as piedosas mulheres que o seguiam.
A procissão termina na igreja do Santo Sepulcro, construída em cima do suposto túmulo de Cristo e considerado o lugar mais sagrado do cristianismo.
Os cristãos representavam mais de 18% da população da Terra Santa quando foi criado o Estado de Israel em 1948, mas agora não atingem 2%, a maioria de ortodoxos.
Amigo de Eduardo Cunha, Naji Nahas tem procurado empresários pedindo ajuda financeira ao ex-presidente da Câmara. Tem gente achando que, por trás do contato, há uma oferta implícita de proteção em caso de delação.
O cenário segue ali, decorado e arrumado como se tudo estivesse igual. Não está. Os personagens principais não vão mais entrar em ação, e os roteiros das vidas de Rosângela e Suzi agora têm capítulos indefinidos. Em nome dos filhos, as duas são as únicas viúvas de jogadores que seguem em Chapecó após o acidente de 29 de novembro. Sacrifício para estancar as feridas dos herdeiros, mas que castiga na rotina agora sem Cléber Santana e Thiego. Mistura de emoções como a que as divide entre o amparo dos chapecoenses e uma ruptura iminente com a Chapecoense.
Rosangela, viúva do meia, e Suzi, do zagueiro, se emocionam ao relatar cada abraço repentino que recebem nas ruas da cidade, cada palavra de carinho. O tom muda, porém, quando é para falar do clube. Com a frase “a Chape família que existia não existe mais”, as duas apontam falta de atenção e zelo com os familiares das vítimas, tratam o distanciamento como praticamente incontornável, e isentam apenas uma pessoa: Maninho. Por respeito ao presidente, elas não fazem parte do grupo que busca na Justiça o que julga ser de direito quanto a seguro e indenizações. Por enquanto…
– Se não fosse ele, que é uma pessoa muito honesta, já teria colocado até na Justiça, o que com certeza vou fazer no futuro, atrás dos direitos dos meus filhos. É o que meu marido deixou. Ficamos em Chapecó, não com a Chapecoense. Se fosse a outra diretoria, se tivessem sobrevividos dois pelos menos… A Chape que existia morreu. Não é mais a mesma. E a nova, para mim, já está formada. Se perder amanhã ou depois, é pelo futebol, não por estar passando por nada. Quem está passando somos nós, sem maridos, ouvindo os filhos chorarem – desabafou Rosângela Loureiro, mãe de Clebinho, de 15 anos, e Haroldo, de 12.
Apesar de mais discreta, Suzi segue a mesma linha de raciocínio da amiga e vizinha. Decidida a ficar em Chapecó desde o acidente, a viúva de Thiego chegou a receber promessas de emprego na Chapecoense, mas confessa que este não seria o melhor caminho para recolocar a vida no lugar. Sua ocupação em 2017 será dedicar-se a pequena Nina, que completou cinco anos no último dia 27, motivo do número da camisa do pai.
– Quando aconteceu isso, a Chape falou em oferecer emprego, mas não tem condições. Eu não consigo entrar lá (na Arena). Teve uma reunião recente, eu fui lá, tive uma crise de choro e fui embora. E também não quero misturar as coisas. Meu dia agora é para cuidar da Nina, não vou fazer nada. Fiquei também pelas questões burocráticas que têm que ser resolvidas. O Seu Maninho, quando vim para cá, me ajudou muito. Foi a única pessoa.
Imune ao fogo cruzado entre Chapecoense e viúva, Maninho foi procurado pelo GloboEsporte.com, mas preferiu não se manifestar sobre o caso.
O distanciamento de Rosângela e Suzi da Chapecoense reflete a postura coletiva das viúvas dos atletas, que seguem unidas e em contato diário através um grupo de WhatsApp. Nas redes sociais, elas costumam se manifestar com postagens em conjunto, como as que cobravam maior agilidade na entrega dos pertences encontrados na Colômbia e as que questionaram os eventos realizados no dia da decisão da Recopa, contra o Atlético Nacional, na Arena Condá.
A rotina das remanescentes em solo chapecoense, entretanto, tem prazo de validade. A medida que os filhos passem a tratar de forma mais natural a nova realidade, Rosângela projeta retornar para o Recife, e Suzi para Porto Alegre. Enquanto isso se dividem entre o vazio de um cenário intocado, mas bastante alterado, e a necessidade de levar a vida adiante, conforme se abriram em bate-papo com o site GloboEsporte.com:
Convidado por Fernando Pimentel, Lula confirmou presença na tradicional festa de 21 de abril em Ouro Preto. Com as últimas revelações da Lava-Jato, conselheiros do ex-presidente agora querem demovê-lo da ideia.
Uma tabela apresentada ao Ministério Público pelo ex-executivo da Odebrecht Benedicto Barbosa da Silva Junior detalha pagamentos que teriam sido feitos via caixa dois a 179 políticos. Entre 2008 e 2014, há registro de R$ 246 milhões em repasses ilegais.
Entre os nomes citados, se destaca, por exemplo, o do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, com quase R$ 62 milhões em caixa dois. O atual governador, Luiz Fernando Pezão, aparece como receptor de R$ 20,3 milhões.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (PSD-SP), consta na lista do delator como beneficiário de R$ 21,2 milhões em recursos não declarados à Justiça Eleitoral. No documento, Kassab aparece com os codinomes “Kibe”, “Chefe Turco” e “Projeto”.
Conforme consta no documento, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), teria recebido R$ 9,6 milhões em pagamentos via caixa dois em 2010 e 2014. No detalhamento do propósito do repasse, o documento informa que o tucano é defensor de concessões e privatizações.
O deputado federal Julio Lopes (PP-RJ) aperece na lista com 91 pagamentos, totalizando R$ 15,6 milhões. No documento, o parlamentar é apelidado de “Pavão”, “Bonitão”, “Bonitinho”, “Casa de Doido” e “Velho”.
Entre os motivos que mais aperecem na lista para justificar os pagamentos ilegais, está a disposição dos políticos para apresentarem emendas ou defenderem projetos de interesse da empreiteira. Foram 60 doações desse tipo.
Na planilha apresentada ao Ministério Público, há ainda 111 repasses a políticos que sequer estavam concorrendo a cargos públicos nas eleições.
Em outro documento, Silva Junior afirma que “todos os pagamentos constantes da planilha anexa, realizados por pessoas ligadas diretamente a mim, só puderam ser efetuados a partir da minha autorização, ainda que a definição de candidato e a negociação dos valores tenha ficado a cargo de executivos da minha equipe”.
Benedicto Júnior é um dos ex-dirigentes da empreiteira que fecharam acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato. As delações foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Em sua defesa, o ministro Gilberto Kassab emitiu um comunicado no qual diz que “confia na Justiça, ressalta que não teve acesso oficialmente às informações e que é necessário ter cautela com depoimentos de colaboradores, que não são provas. Reafirma que os atos praticados em suas campanhas foram realizados conforme a legislação.”
O governador Luiz Fernando Pezão afirma que nunca recebeu recursos ilícitos e que nunca teve conta no exterior. “As doações de campanha foram feitas de acordo com a Justiça Eleitoral”, informou, por meio de nota.
Alckmin negou as acusações. “Jamais pedi recursos irregulares em minha vida política, nem autorizei que o fizessem em meu nome. Jamais recebi um centavo ilícito. Da mesma forma, sempre exigi que minhas campanhas fossem feitas dentro da lei”, disse.
O deputado Julio Lopes disse que confia no trabalho das instituições e se coloca à disposição da Justiça para colabrar com informações “que vão esclarecer todos os fatos”. O parlamentar ressaltou que todas as suas contas eleitorais foram aprovadas pela Justiça.
A morte da estudante Maria de Fátima da Silva Oliveira, de 16 anos, que morava em Vila Rica, uma pequena cidade a 1.270 km de Cuiabá (MT), lançou luz sobre uma brincadeira que está preocupando os pais: o desafio da Baleia Azul (ou Blue Whale). Trata-se de um suposto jogo de incentivo ao suicídio, que teve origem nas redes sociais russas, em que adolescentes são previamente selecionados para participar de um desafio de 50 dias, cumprindo tarefas diárias que incluem automutilação, sendo a última delas a morte.
Para se ter uma ideia da proporção da brincadeira, só no YouTube são mais de 25 mil vídeos sobre o jogo Baleia Azul. No Facebook há dezenas de grupos fechados sobre o assunto, alguns em português e outros em inglês. Há links de convites para as pessoas entrarem em grupos de WhatsApp. Tudo num mundo paralelo aos olhos dos pais.
Maria de Fátima foi encontrada morta na terça-feira (11) dentro de uma represa no bairro Inconfidentes, na região central da cidade. Saiu de casa sozinha, vestindo apenas a roupa do corpo, por volta das 3h15, enquanto pais e irmãos dormiam. Deixou o celular em cima da cama (bloqueado com senha), não levou dinheiro. Antes de entrar na represa para o mergulho sem volta, deixou os chinelos na beira.
A Polícia Civil da cidade abriu inquérito para investigar se a morte da menina está, de fato, relacionada ao jogo que tem tirado o sono de pais de adolescentes nas últimas semanas. De acordo com o delegado André Rigonato, responsável pela investigação, nenhuma hipótese está descartada, mas há fortes indícios de que a jovem tenha se envolvido nesse jogo: ela deixou duas cartas onde falava sobre as regras e a cronologia das ações a serem cumpridas e também apresentava alguns cortes nos braços e coxas.
“A investigação ainda está no começo. Foi feita a perícia no local e solicitamos exames necroscópico e toxicológico para atestar a causa da morte, para saber se ela não usou nenhum medicamento ou alguma substância. Apreendemos as cartas para análise e o celular da jovem. Pela dinâmica do caso, a princípio, tudo indica que se trata de suicídio”, afirmou.
De acordo com Rigonato, ao menos dois grupos de WhatsApp da cidade estão sendo monitorados pela polícia para tentar identificar quem seriam os “curadores” da brincadeira. Induzir, instigar ou auxiliar o suicídio é crime, com pena prevista de dois a seis anos de prisão. Além disso, a Polícia Militar está preparando uma série de palestras educativas que serão ministradas nas escolas da cidade a partir da semana que vem. O objetivo é orientar os pais e professores a observarem os sinais e prevenir que outros casos aconteçam.
Os sinais
Mônica Strege Médici, professora de ciências e biologia na escola onde Maria de Fátima estudava, disse que a jovem era uma aluna excelente e raramente tirava notas abaixo de 8. “Sem dúvidas, era uma das melhores alunas da turma. Adorava a disciplina e fazia sempre as tarefas”, diz a professora. As amigas de sala, que pediram para não se identificar, contam que ela costumava ser extrovertida, sorridente e brincalhona, mas que vinha mudando o comportamento desde o final do ano passado.
“Ela estava mais introvertida, não sorria mais, não saía da sala de aula na hora do intervalo. Não queria mais conversar, ficava só no mundinho dela. Uma vez chegou a dizer que a vida não tinha mais sentido algum”, diz K.S., de 16 anos. “Ela nunca foi superficial, sem dúvida, era das mais inteligentes. De repente, começou a ficar calada. Estamos em choque”, afirmou J.M., outra amiga.
Dentro de casa também havia sinais de que algo estava errado. Segundo Antônia Carlos da Silva, de 39 anos, mãe de Maria de Fátima, a jovem tinha alguns cortes nos braços e nas coxas há cerca de dois meses. Além disso, a mãe chegou a encontrar um papel em que a estudante havia escrito com a própria letra regras a serem cumpridas, como “abrace os seus pais e diga a eles que os ama”, “peça desculpas”, “tire a sua vida”. O documento está com a polícia.
Antônia disse que em nenhum lugar do papel havia referência ao jogo Baleia Azul, mas disse que tinha uma cronologia a ser seguida. Assustada, ela chamou a filha para conversar sobre o assunto. “Perguntei o que era aquilo e ela me respondeu que não era nada. Que era uma bobagem. Disse: ‘você acha que vou me matar, mãe?’”, conta Antônia. “Perguntei se ela precisava de ajuda e ela disse que não. Na hora, eu preferi acreditar nela. Aquilo não podia estar acontecendo comigo”, diz a mãe.
Uma semana se passou e Antônia continuava aflita, preocupada com a filha, que não dormia mais direito e passava as noites acordada com o celular e o fone de ouvido. Mas não sabia o que fazer. Na noite de segunda-feira (10), Antônia dormiu antes das 22h. A filha estava no quarto, no celular. Paula, a irmã mais velha que dividia o quarto com Maria de Fátima, também foi dormir. Acordou às 3h04 para desligar o ventilador. A irmã estava lá ainda, deitada, mas acordada. Paula voltou a dormir, mas acordou novamente às 3h38, quando o celular tremeu com uma mensagem de texto da operadora. Ao olhar para o lado, viu que Maria de Fátima não estava mais na cama.
Antônia foi acordada na madrugada pela filha mais velha, que avisou que a irmã tinha fugido. “Não sei te explicar, mas naquela hora eu pulei da cama e meu coração de mãe me disse que minha filha estava morta.” A família saiu de madrugada em busca da menina, mas não a encontrou. Procurou a polícia, os amigos da escola, o namorado, o Conselho Tutelar. À polícia o namorado disse que na noite de segunda, por volta das 22h, Maria de Fátima tinha dito que “morreria afogada”, mas ele não teria percebido que isso era um sinal.
Ainda na segunda-feira, às 18h15, Maria de Fátima desbloqueou a irmã de uma rede social e mandou para ela o áudio da música Trem Bala, de Ana Vilela. Em um dos trechos a música diz: “Segura teu filho no colo, sorria e abraça os teus pais enquanto estão aqui, que a vida é trem bala, parceiro, e a gente é só passageiro prestes a partir”. Cinco dias antes, ela postou uma foto em uma rede social com a legenda “última foto” ao lado de um emoticon chorando.
“Eu só quero que outros pais não passem pela dor que estou passando. Que não chorem o que estou chorando. Precisamos estar mais presentes na vida dos nossos filhos. Eu quero que o caso da minha filha sirva de alerta, pois outros jovens podem estar envolvidos nisso”, disse a mãe.
alguem tem qe acabar com este maldiito jogo,,e eu siinto qe eu sou o escolhiido para destruir esse maligno e endemoniado jogo ,, ,,ireiii destruir essa desgraca antes qe ele acabe com outras famiilias. tenho qe sabe o maxiimo possivel a respeito dessa maldiicao antes de destrui-la…se alguem souber maiis informacoes me comunique por favor ,
Estou cada vez mas perplexa , cadê as ditas Autoridades para barrar este joguinho na web? se olhassem para a juventude , tanto quanto ,olham pra essa operação lava jato, a coisa era outra .
Absurdo!!
E o que uma coisa tem a ver com a outra? Não tem autoridade no mundo que barre tragédias desse tipo. Infelizmente a juventude tem tido atitudes preocupantes e mesmo fatais. Os pais precisam estar alertas o máximo possível. Agora você misturar lava-jato com esse assunto é o mesmo que defender bandido. Se toque!
Como é que você prova que eu sabia?”, pergunta Dilma Rousseff, encarando a reportagem em um apartamento com vista para o rio Hudson, em Nova York (EUA), onde estava em visita uma série de universidades para palestras e entrevistas.
No encontro com a BBC Brasil na última quarta-feira, 360 dias depois da Câmara dos Deputados aprovar o processo que levou a seu impeachment, Dilma se referia às acusações de Marcelo Odebrecht na operação Lava Jato, usadas no fim do mês passado como argumento para o pedido de cassação de sua chapa de 2014, junto ao agora presidente Michel Temer.
Se a chapa for cassada, em julgamento ainda sem previsão para ocorrer, tanto Dilma quanto Temer podem perder seus direitos políticos.
“Esses milhões (em caixa 2) só estão na virtualidade da fala do Dr. Marcelo Odebrecht, não estão em nenhuma realidade”, diz. “É uma acusação muito característica das que fazem a mim. Que tipo de acusação?”, ela mesma pergunta. E se responde: “Ah, ela sabia.”
Na manhã do dia seguinte à divulgação da chamada “lista de Fachin”, que ordenou investigações contra oito ministros, 63 congressistas e três governadores citados nas delações da Odebrecht, a ex-presidente se recusa a comentar os pedidos de abertura de novos inquéritos envolvendo seu nome (ao lado dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva).
“Eu me nego a comentar qualquer coisa, sobre qualquer pessoa que foi mencionada na lista, porque não acho correto. Não vou compactuar com o fórum de julgamento da imprensa antes de o julgamento ser realizado.”
Durante a entrevista, que alterna momentos de irritação e sorrisos, a reportagem consegue completar apenas 14 de 29 tentativas de perguntas a Dilma.
Após quase uma hora, depois de afirmar que não sabia que Eduardo Cunha era corrupto e declarar, sobre o aborto, que “não é papel da Presidência discutir propostas do movimento de mulheres”, Dilma faz nova interrupção e uma referência, bem-humorada, ao juiz Sergio Moro, que dera entrevista à BBC Brasil dois dias antes.
Na ocasião, passados cinco minutos, Moro disse que a reportagem teria “só mais uma pergunta, depois encerra”. “Agora eu não estou dando uma de nenhum juiz que você entrevistou”, diz. “Eu quero que você encerre, porque eu estou aqui há uma hora já.”
‘Acusações virtuais’
Segundo a imprensa nacional, o Ministério Público Eleitoral acusa a campanha de Dilma por suposto recebimento de R$ 112 milhões da Odebrecht – R$ 45 milhões em caixa 2, R$ 17 milhões em “caixa 3” e R$ 50 milhões em propina.
À BBC Brasil, Dilma nega irregularidades. “Você tem hoje uma acusação virtual, dizendo que tinha uma conta corrente virtual, conta corrente virtual essa que, por todos os dados que ele (Marcelo Odebrecht) mesmo diz, incluindo os registros formais, vamos dizer, no TSE, não se verificam”, afirma.
Dilma continua: “Em que pese que há pessoas avaliando que receber dinheiro em contas secretas, na Suíça, não é tão grave, quero dizer o seguinte: nunca recebi contas no exterior, não tem um único delator que possa dizer que me deu qualquer quantia, de que forma seja. Não recebi por meio de parente, por meio de terceiras pessoas. A acusação contra mim sempre vai ser: ‘Ah, ela sabia’. Por que sabia? ‘Por que tinha que saber’.”
No último dia 4, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) suspendeu o julgamento que pede a cassação da chapa presidencial eleita em 2014, formada por Dilma Rousseff e Michel Temer.
O tribunal decidiu por unanimidade reabrir a fase de produção de provas para ouvir novas testemunhas. Com isso, o processo pode levar semanas para ser retomado.
O ministro relator do caso, Herman Benjamin, concordou com a decisão, embora antes tenha negado pedidos semelhantes da defesa de Dilma.
“Eu quero muito ver essa acusação. Quero ver porque vou desconstitui-la”, diz. “Acho que os mecanismos pelos quais a Odebrecht faz a delação, principalmente o senhor Marcelo, têm por objetivo montar a sua defesa, o que é absolutamente normal, a pessoa não tem que se incriminar”, diz a ex-presidente.
Minha gente , a coisa tá complicada. Esse congresso vai fechar. Enquanto no mundo se aproxima a 3ª guerra mundial. Anotem aí. Vamos suplicar à Deus por nós.
Pelo menos metade dos 12 estádios utilizados na Copa do Mundo de 2014 está envolvida em suspeitas de irregularidades, segundo os delatores da construtora Odebrecht.
A Procuradoria Geral da República pediu ao relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Luiz Fachin, que encaminhe as petições envolvendo as praças de Rio de Janeiro (Maracanã), Brasília (Mané Garrincha), Recife (Arena Pernambuco), Fortaleza (Arena Castelão) e Manaus (Arena da Amazônia) a outras instâncias. Um inquérito relacionado à Arena Corinthians segue em sigilo no STF.
Em 4 estádios, há relatos de que construtoras combinaram os valores para a licitação, cada uma levando vantagem em pelo menos uma ocasião.
Próximo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva há mais de trinta anos, o empresário Emílio Odebrecht relatou, em seu depoimento de delação premiada, como o ex-sindicalista que se tornou presidente da República ajudou, durante décadas, a empreiteira que leva seu sobrenome.
Emílio conheceu Lula no fim da década de 1970, apresentado por Mário Covas, já falecido. Na época, o empresário enfrentava uma greve geral no Polo Petroquímico de Camaçari, na Bahia, e precisava de ajuda para aplacar os ânimos de seus funcionários. “Ele (Lula) criou as condições para que eu pudesse ter uma relação diferenciada com os sindicatos”, relata Emílio.
Rapidamente, a relação entre os dois se fortaleceu. Emílio diz que ficou impressionado com o petista:
“Ele pega as coisas rápido. Ele percebe aquilo que tem a ver com intuição pura. É um animal político, um animal intuitivo”, diz o empresário.
E conta que sempre “apoiou Lula”, com conselhos e financeiramente. Um dos pontos em que o empreiteiro teria ajudado a orientar a visão de mundo do petista foi na confecção da famosa “Carta ao Povo Brasileiro”, o documento divulgado durante a campanha de 2002 por Lula para serenar os ânimos do mercado financeiro em relação a sua possível eleição.
Emílio diz que a Odebrecht contribuiu para todas as campanhas de Lula, mas que o petista nunca tratou de valores. Por outro lado, quando Lula finalmente virou presidente, qualquer que fosse o problema enfrentado pela empresa, Emílio ia até o Palácio do Planalto pedir a intervenção do chefe da República. E era quase sempre atendido.
Em alguns casos, Emílio precisou transpor obstáculos colocados pela ex-presidente Dilma Rousseff, quando ministra de Minas e Energia e depois da Casa Civil, e Lula deliberou pelo menos em uma ocasião em prol do amigo. Emílio só chamava Lula de “chefe”, mas parece se gabar de, apesar da proximidade, nunca ter tido relação íntima, ou ter frequentado a casa do petista:
“Só estive uma vez no apartamento de Lula quando era sindicalista. E foi a melhor coisa que eu fiz. Pra ele e pra mim. A nossa relação, eu sou muito transparente. Eu gosto do Lula, confio nele, valorizo ele”, conta.
Por isso que o PT foi fundado em São Bernardo do Campo e so depois de 25 anos o PT consegui fazer um prefeito
Pois os moradores antigos que conheciam Lula jamais votaram nesse ladrao
Aí entraram os estudantes alienados pela corja de professores Petistas
Sabemos que Lula não é santo, pois é político e no reino da política não há santos e nem demônios. Há apenas homens e interesses: coletivos e individuais, de classes ou privados.
Sabemos também que nenhum outro político pode ostentar tal manto de santidade, e os que hoje ainda o tentam manter, são os protegidos e intocáveis de uma restrita elite protegida por um complexo sistema de parentescos, propinas, troca de privilégios e favores, venda de sentenças, etc.
Assim, com todos os defeitos, comuns a todos, Lula ainda foi o melhor Presidente do Brasil de todos os tempos para a maioria da população, que é feita de pobres. E em especial para o Nordeste, que pela primeira vez foi olhado com outros olhos e se desenvolveu como nunca antes tinha feito em qualquer tempo de nossa história.
O resto é conversa de fanático contaminado pelo vírus disseminado pela Rede de Fazer Bobos no seu BBB cotidiano e mimimi de torcedor apaixonado que nunca estudou história e só sabe falar besteira e fazer comentários rasos, sem saber analisar os indicadores econômicos e sociais dentro de contextos nacionais e internacionais de desenvolvimento.
Ruim por ruim, Lula foi e ainda é o melhor Presidente de todos os tempos!
Não vai dá em nada, porque o STF e as instâncias inferiores vão precisar de muito tempo pra concluir os inquéritos e o ex-presidente Lula vai se tornar presidente novamente. Com isso, os que se intitulam de "direita" (muitos nem sabem o que significa) vão enlouquecer com a volta do companheiro.
Realmente esta declaração justifica e esclarece porque o cognome na Diretoria de Operações Estruturadas era de AMIGO. Relacionamento desde os anos 1970!
É incrível ainda vermos pessoas defendendo esse canalha. A essa altura do campeonato, os q defendem esse bandido só o fazem por defender interesses particulares.
QUEM INVENTOU A CORRUPÇÃO DAS EMPREITEIRAS FOI O PT.
OBSERVEM QUE AS EMPREITEIRAS SÃO DA BAHIA.
A MAIOR FORTUNA DA BAHIA É DE ANTONIO CARLOS MAGALHÃES. NUNCA TRABALHOU EM OUTRA COISA A NÃO SER … POLÍTICA ,
Dilma nomeou Graça para desmontar a corrupção na Petrobras, e por isso foi atacada tão duramente. A farra começou a ser estancada…
"A nova presidente da Petrobras assumiu em fevereiro de 2012 e trocou de cara três integrantes da diretoria, obviamente por determinação de Dilma: Paulo Roberto Costa (Abastecimento), Renato Duque (Engenharia) e Joge Zelada (Internacional). Coincidência ou não, os três passaram ou ainda estão passando longas temporadas em Curitiba", diz Helena Chagas, ex-ministra da Secretaria de Comunicação, lembrando a escolha de Graça Foster por Dilma Rousseff.
A estudante gaúcha Emilly Araújo venceu o Big Brother Brasil 17, nesta quinta-feira, e faturou o prêmio de 1,5 milhão de reais. A amazonense Vivian Amorim ficou em segundo lugar e a gaúcha Ieda Wobeto, participante com idade mais avançada do BBB, 70 anos, em terceiro. Emilly teve 58% dos votos, Vivian ficou com 41% e Ieda, com 1%. Favorita desde o começo do programa, Emilly foi, realmente, a protagonista do BBB17. Criou e desfez alianças, firmou amizades, brigou e namorou um participante, Marcos.
Esta história, porém, teve um final para infeliz: durante uma discussão na madrugada de sábado para domingo, o médico encurralou a gaúcha em um canto da casa, colocou o dedo em riste em seu rosto e apertou seu pulso e seu cotovelo. Emilly reclamou de dor, a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá abriu um inquérito e o cirurgião plástico acabou expulso por agressão. O caso, porém, não foi comentado durante toda a final do BBB17.
Ao vencer, a participante saiu da casa e foi recebida com festa pela família e pelos participantes eliminados — menos por Marcos, que ficou em um canto isolado enquanto todos dançavam com o show dos técnicos do The Voice Brasil, Claudia Leitte, Lulu Santos, Michel Teló e Carlinhos Brown. Tiago Leifert sequer entrevistou a vencedora, talvez com medo de ela citar o caso de agressão.
Concordo com o Kleber e ainda reitero: o brasileiro ainda não aprendeu a votar nas eleições, no The Voice Kids e muito menos nesta porcaria degenerada que se chama BBB…. acorda Brasil
Executivos da empreiteira Odebrecht utilizaram o termo “festa” para se referir, em e-mails, ao pagamento de propina a parlamentares para que os políticos aprovassem no Congresso Nacional projetos de interesse da construtora.
As citações ao termo “festa” aparecem em e-mails trocados por Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empresa, e Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da empreitira. Os dois fecharam acordo de delação premiada com o Ministério Público no âmbito da Operação Lava Jato.
Essas mensagens foram entregues pelos próprios delatores, como forma de comprovar trechos de depoimentos nos quais citaram o pagamento de propina a políticos.
Durante o depoimento de Cláudio Melo Filho ao Ministério Público Federal, os procuradores questionaram o ex-dirigente da Odebrecht sobre a que os executivos se referiam quando usaram o termo “festa” nos e-mails. Ele, então, respondeu:
“A festa é se houve, como a gente está falando aqui, alguma contribuição financeira que foi feita em função da ajuda que eles tiveram para aprovar esse assunto [projeto do Congresso]”.
“Então seria propina para pagar, para aprovar esse assunto?”, questiona o investigador. “Exatamente. Foi contribuição […] financeira a pretexto de campanha”, acrescenta Melo Filho na delação.
No email juntado ao processo, Marcelo Odebrecht pergunta: “A festa nas 2 casas custou algo a CF ou LDM? Importante eu saber para minha conversa amanhã com meu amigo”.
“CF” é uma referência a Carlos Fadigas, ex-presidente da Braskem (empresa petroquímica controlada pela Odebrecht), que também fechou acordo de delação premiada na Lava Jato. “LDM” se refere a Luiz Mendonça, da Odebrecht Agroindustrial.
Um policial rodoviário federal reagiu a um assalto e matou a tiros um dos suspeitos na noite desta quinta-feira (13) no bairro de Lagoa Nova, Zona Sul de Natal. O homem, de 20 anos, foi atingido pelos disparos e morreu na hora. Segundo a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), um outro suspeito ainda participou da ação e conseguiu fugir.
Ainda segundo a DHPP, o caso aconteceu por volta das 20h40 em uma lanchonete que vende açaí, que fica na avenida Nascimento de Castro. Dois suspeitos armados chegaram em um carro escuro e anunciaram o assalto. Quando os clientes estavam começando a passar os pertences, o policial reagiu.
Fez um bem a sociedade, merece ser condecorado pelo relevante serviço prestado a sociedade. Agora cade os direitos humanos para prestar assistência as vítimas do assalto?
Sorte nossa que temos Policiais como este, que mesmo de folga se dispõe a esta proto para a ação. São o ultimo limite entre o que nos resta e a barbárie! parabéns ao Guerreiro, merecia uma medalha!
Em 2018 vamos votar em políticos que queiram reduzir a maior idade penal e aumentar a punição para assassinatos. Votar nessa corja de esquerda que vive procurando desculpas para a vida criminosa é mais do mesmo!!!
Parabéns ao herói policial…
E vejam bem, a justiça o colocou na rua….
Até quando as leis, o sistema e os Juízes contribuirão para a criminalidade alarmante do nosso Estado?
Suspeito???
O cara chega armado, começa a recolher os pertences e é suspeito???
Eu não tenho dúvidas, é um criminoso, bandido…
Só falta dizer que é uma vítima dá sociedade é que estava assaltando a classe burguesa porque era um oprimido por uma sociedade capitalista e desumana.
Esse policial merece uma medalha!
Livrou a sociedade de um verme que poderia em breve matar um trabalhador, se é que já não tinha essa conta nas costas.
Temos que parar com essa de "coitadismo" para bandido. Não servem para nada e devem ocupar lugar no inferno, isso sim.
Parabéns novamente ao policial, que Deus o proteja sempre.
Suspeito??? Onde nós estamos? O bandido de arma em punho, redeu o vigia da rua e anunciou o assalto. Vamos dar o nome que as coisa tem, fora o Politicamente perfeito.
Parabéns ao policial que com coragem livrou a vida de varias pessoas.
Suspeito não, ladrão! Isso deve ser colocado, se todo homem de bem, pudesse andar armado, eu duvido que Natal estivesse este caos. Este Governo e as pessaos que votaram nele ou em outros políticos, são umas vergonha.
Muito bem ! Tem que ser assim sempre e a população tem que dar apoio à justiça , os governos uma pessoa dessa tem que ganhar era bônus , além do reconhecimento de todos , cada bandido morto era para policial ganhar uma mega sena
Se isso aqui fosse um país sério esse policial hoje estaria sendo PROMOVIDO. Digno de aplausos e menos uma alma sebosa no mundo. mumundo.mundonsossebosbosa
Na delação de Emilio Odebrecht, presidente do Conselho de Administração do grupo, foi revelado que o Tesouro Nacional brasileiro deu o aval final que viabilizou a construção do Porto de Mariel, em Cuba. A decisão era atípica à época e, segundo Emílio e seus advogados, “ficou claro” que uma operação desse tamanho não seria possível sem “interferência política”. Dos US$ 954 milhões, do custo da obra do porto, o BNDES bancou US$ 687 milhões (R$ 2,1 bilhões). A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Emilio conta ter sido chamado a Caracas pelo semi-ditador Hugo Chávez, que o pediu para “viabilizar” a obra do porto cubano.
Emílio contou em sua delação que, após a reunião com Chávez, foi procurado por Lula, que já estava “a par” do negócio e o autorizou.
O BNDES relutava na aprovação do financiamento, temendo um esperado calote de Cuba. Foi quando Lula mandou o Tesouro avalizar.
Em troca do Porto de Mariel, a Odebrecht faturou contratos na área de petróleo da Venezuela, que é um dos maiores produtores do mundo.
É muito revoltante ler uma reportagem desta. Aqui falta saúde, educação, segurança… e este bandido avaliza obras que não nos beneficia. Me perdoem seus seguidores, por mais que tenha feito não justifica tantos roubos.
Brasil um país de TOLOS ,povo morrendo nas portas dos hospitais,e o encantador de burros distribuindo dinheiro em países comunistas.
Não me espanta essas coisas do LULA ,fico impressionado com intelectuais que acreditam nesse encantador de burros
Notícia requentada?
Emílio diz que deu ajuda de “caixa oficial e não oficial” a FHC:
Emílio Odebrecht, patriarca da empreiteira que leva o sobrenome da família, afirmou que deu ajuda “de caixa oficial e não oficial” às campanhas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), nas eleições presidenciais de 1994 e 1998; Emílio Odebrecht disse que FHC nunca falou em valores, mas pediu diretamente contribuição para a campanha de 1994. “Ele pediu: ‘Emílio, você pode me ajudar no programa da campanha?’ Isso ele pediu”.
Pedir, todo o mundo pede.
Tem que mostrar as contrapartidas.
E daí que FHC também recebeu dinheiro? Isso isenta o lularápio de alguma responsabilidade? São todos eles corruptos e ladrões, não adianta tentar denegrir um pra defender o outro.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o presidente Michel Temer foram os políticos mais criticados nas redes sociais nas primeiras 24 horas após a divulgação da lista de inquéritos abertos pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), a partir das delações realizadas pela empreiteira Odebrecht.
É o que diz uma recente análise feita pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas, centro de estudo da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ), feita com base em mais de 1 milhão de interações no Twitter e no Facebook após a divulgação da lista por reportagem do Estado. “A divulgação da lista de alvos de abertura de inquéritos foi percebida como uma ‘bomba atômica'”, ressalta o estudo.
Ao todo, foram 300 mil tuítes e 780 mil interações. “A polarização tradicional entre governo e oposição deu lugar à crítica geral ao sistema político”, destaca a análise. Segundo a pesquisa da FGV-RJ, o jornal se destacou entre os perfis de mídia que se pronunciaram sobre o tema nas redes sociais.
Segundo o relatório, “Lula”, “Aécio Neves” e “Michel Temer” são as únicas personalidades políticas a serem citadas no top 10 de temas nas interações feitas pelo Twitter. No Facebook, “Lula” aparece em segundo, atrás apenas de “Odebrecht” – já “Aécio Neves” aparece em sétimo, atrás de “PSDB”, “Senado” e “Operação Lava-Jato”.
Quando a análise se restringe apenas a atores do cenário político, Lula novamente lidera em menções no Twitter – sozinho, o ex-presidente responde por 6,5% dos tuítes feitos nas primeiras 24 horas após a divulgação da lista de Fachin. O petista é seguido de perto por Aécio, que teve cinco inquéritos abertos, Temer e a ex-presidente Dilma Rousseff.
Em uma de suas últimas conclusões, o estudo destaca ainda que é cedo para medir se a lista de Fachin vai impactar a agenda de reformas do governo Michel Temer.
Judiciário. Enquanto representantes dos poderes Executivo e Legislativo foram postos em descrença nas redes sociais, o Poder Judiciário apareceu sob altas expectativas da população. “Uma falha da Justiça nesse sentido pode levar a um descrédito sistêmico nas instituições com efeitos imprevisíveis”, avalia a análise da FGV-RJ.
Entre os principais atores do Judiciário citados nas redes sociais, está o juiz Sérgio Moro – único não-político no processo da Operação Lava-Jato que aparece no top 10 de menções no Twitter. Outro que foi bastante lembrado foi o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, que julgou a Ação Penal 470, no caso do Mensalão.
Segundo a análise da FGV-RJ, Moro é um dos poucos atores que têm conseguido “capitalizar o momento de crise”. Além do magistrado paranaense, destacam-se neste sentido também o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e o atual prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB).
"A maior ironia da crise em seu atual grau de fervura, depois da lista de Fachin, está no fato de Michel Temer estar blindado pelo cargo que, com o golpe, tomou de Dilma Rousseff. Apesar das graves denúncias contra ele, com destaque para a participação numa reunião que acertou propina de US$ 40 milhões, que hoje seriam mais de R$ 120 milhões, Temer não pode ser investigado por atos que antecederam seu mandato".
“'Por ora', diz textualmente o procurador-geral Rodrigo Janot em sua petição ao Supremo, na qual afirma que Temer 'capitaneava' o esquema de propinas para o PMDB. Mas o problema do Brasil é agora. Não pode o país ser condenado a manter um governo que se tornou moralmente insustentável".
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Com essa Justica do Trabalho nào tem empresa que fique de pé.
Com certeza a segunda instância derruba essa decisão.
Começou os espertinhos a quererem ganhar dinheiro as custas do outros!! Vivemos uma ditadura do proletariado…
O Brasil tem que voltar pra idade da pedra, ainda mais com essa Justiça Trabalhista que temos.
"Justiça" trabalhista de cunho majoritariamente petralha, diga-se a bem da verdade.