Diversos

Veja como funciona o comércio de Natal no feriado desta Sexta-feira da Paixão

Foto: Ilustrativa

O comércio de Natal funciona em horários diferenciados nesta sexta-feira (14), feriado nacional da Paixão de Cristo. Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal, bancos e comércio de rua fecham na sexta. Já no sábado (15) e no domingo (16), os estabelecimentos comerciais voltam a funcionar como de costume. Confira:

Sexta-feira (14)

Comércio de Rua

Alecrim: lojas fechadas.
Centro da Cidade: lojas fechadas
Zona Norte: lojas fechadas.

Shopping Midway Mall

Praça de alimentação e lazer: 11h às 22h
Lojas: a partir das 13h às 21h.

Natal Shopping

Praça de alimentação e lazer: 11h às 22h.
Lojas e quiosques: 13h às 21h.

Praia Shopping

Praça de alimentação e lazer: a partir das 11h às 22h.
Lojas e quiosques: 15h às 21h.

Shopping Cidade Jardim

Praça de Alimentação: a partir das 11h.
Lojas e quiosques: 15 às 21h.
Shopping Via Direta

Totalmente fechado.

Partage Norte Shopping Natal

Praça de Alimentação e Lazer: 11 às 22h.
Lojas e quiosques: 15 às 21h.

Bancos

Fechados.

Opinião dos leitores

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Diversos

ABC e Potiguar decidem 2º turno, Alecrim é rebaixado, e América torce pelo arquirrival para ficar em 3º no geral

(Foto: Diego Simonetti/Santa Cruz de Natal)

Potiguar de Mossoró vence o Santa Cruz na Arena das Dunas e contra com tropeço do ASSU para vaga em final do turno

O Potiguar venceu a equipe do Santa Cruz na Arena das Dunas por 2 a 0, em jogo válido pela última rodada da Copa RN.

O alvirrubro mossoroense precisava vencer para buscar a vaga na final do returno. Aos 16 minutos do primeiro tempo, Wellington Sabão bateu para o gol e abriu o placar. No final do segundo tempo, Hugo aumentou a vantagem do Potiguar.

A vitória carimbou a vaga do Potiguar na final da Copa RN, a equipe terminou o returno com 14 pontos. Na final o time mossoroense enfrentará o ABC dia 16 de abril, na Arena das Dunas, às 19h.

ASSU perde para o América

O América venceu o ASSU no Edgarzão por 2 a 0. A partida foi válida pela 14ª rodada da Copa RN e aconteceu nesta quarta-feira (12).

O camaleão brigava por uma vaga na final da Copa RN, enquanto o América tentava somar pontos na classificação geral. Melhor para o alvirrubro, aos 25 minutos do segundo tempo, Daniel Morais abriu o placar no Edgarzão. Aos 30 minutos, em cobrança de pênalti, Daniel Morais deu números finais a partida.

A derrota deixou o ASSU de fora das finais. Com 12 pontos, o camaleão terminou o returno na terceira colocação. Já o América terminou a Copa RN na quarta colocação com 9 pontos. A equipe rubra ocupa a terceira colocação na classificação geral e aguarda as finais do segundo turno para saber sua classificação final.

ABC vence Alecrim de virada

O ABC recebeu o Alecrim no Frasqueirão nessa quarta-feira (12), pela 14ª rodada da Copa RN. O alvinegro venceu pelo placar de 2 a 1.

O Alecrim precisava da vitória para tentar escapar do rebaixamento, dessa maneira o alviverde foi para cima do ABC. Mas o primeiro tempo de jogo não saiu do zero. No segundo tempo o Alecrim chegou a seu gol aos 12 minutos, quando Léo Bahia acertou belo chute e abriu o placar. Com a vantagem, o alviverde se fechou, mas aos 28 minutos o ABC empatou a partida com Marques de cabeça. Aos 42 minutos, Gegê marcou o gol da virada alvinegra.

A derrota decretou o rebaixamento da equipe alecrinense para a segunda divisão do Campeonato Potiguar. A equipe terminou o campeonato com 7 pontos. O ABC já estava garantido na final da Copa RN, terminou o turno com 18 pontos conquistados e irá enfrentar o Potiguar dia 16 de abril, na Arena das Dunas, às 19h.

CLASSIFICAÇÃO GERAL DO MOMENTO

Diante do cenário acima, o América  agora aguarda os jogos decisivos do segundo turno para saber se terá presença na Série D de 2018, caso não consiga o acesso à Série C esse ano.

Com informações da FNF

 

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Política

Após defender notícia falsa, Cícero Martins vai enfrentar Comissão de Ética da Câmara

O vereador Sandro Pimentel (PSOL) vai apresentar representação contra o vereador Cícero Martins (PTB) na Comissão de Ética da Câmara Municipal de Natal. O pedido embasa-se na leitura de uma notícia falsa feita por Cícero durante a reunião da Comissão de Educação da Câmara na última segunda, 10.

Na ocasião, Cícero Martins leu em plenário, em transmissão ao vivo da TV Câmara, uma notícia de um portal conhecido por disseminar boatos em redes sociais. Pelo texto da matéria, um projeto que garantiria cotas para LGBTs em concursos públicos havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Algo que nunca aconteceu.

Cícero foi enfático ao defender o texto falso durante a reunião da comissão. Segundo o vereador, ele só seria favorável a esse tipo de política “quando vir um homem engravidando ou menstruar”. Uma rápida consulta a mecanismos de busca revela que, desde janeiro de 2016, a notícia já havia sido classificada como boato por sites especializados.

Para o vereador do PSOL, Cícero usou de sua posição privilegiada como parlamentar para “disseminar informações falsas, ajudando a propagar desinformação contra pessoas que já sofrem, de maneira recorrente, com diversos tipos de preconceito”. Ao anunciar a representação, Sandro lembrou da responsabilidade que as pessoas públicas tem ao repercutir informações. “O que a gente fala ecoa muito rápido. A gente precisa ter responsabilidade, algo que o vereador não teve”, afirmou.

O vereador Cícero também representou na Comissão de Ética contra Sandro Pimentel. O vereador do PTB afirma que o colega quebrou o decoro parlamentar após Sandro classificar como homofóbicas as declarações feitas por Cícero na Comissão de Educação.

 

Opinião dos leitores

  1. O Vereador Cícero leu uma notícia falsa no plenário da Câmara, algo no mínimo absurdo para um parlamentar, ele ainda sustentou a notícia falsa com argumentos horríveis contra a população LGBT e ainda, sete dias depois, não teve a decência de pedir desculpas e se retratar. É disso que tudo isso se trata, por que ele simplesmente não pede desculpa aos natalenses e a comunidade LGBT e tenta reparar o absurdo que falou? Espero que o Vereador aprenda a lição e ao menos cheque o que fala antes de usar o espaço público para confundir os cidadãos natalenses com informações falsas.

  2. Lamentável essa situação, ao invés de Sandro Pimentel está focado em melhorias para nossa cidade, está mesmo é interessado em perseguir o vereador em questão. Nobre vereador Sandro Pimentel olhe para cidade faça diferente, já vimos que sua questão é pessoal né? Pare de perseguição… isso já virou coisa de picuinha baixa, seja nobre e ajude ao novo vereador ao invés de critica-lo, aliás você é veterano.
    Em relação ao amigo BG bom escutar os dois lados antes de publicar algo do tipo…porque já estamos tão maltratados pela coisas ruins que estão acontecendo em nosso pais, que merecemos lê e ouvir de pessoas públicas a seriedade, de forma que não tenha nenhum tipo de interesse.

  3. Amigo Bg escute os dois lados de forma imparcial.
    Sejamos juntos com ambos assim è muito fácil oculta um lado e apenas enaltecer um(oposiçao).Seja mais transparente.#direitoderespostaparaambos.
    Inclusive seu pai foi candidato a vereador e se não falha a memória ele é suplente é isso ? #coerência

    1. Oi Ranieri, não nos chegou nada do Vereador, por isso não está no blog. E sobre meu pai, o que danado ele tem haver com isso? Ah, vc imagina que eu estaria publicando para prejudicar o vereador e ajudar meu pai? Meu pai é o 4º suplente. Kkkk mesmo eu "fazendo e sabotando deus é o mundo" ele não assume. Pela caridade.

    2. Bom dia !!!
      Amigo,1 lugar grato pela devolutiva, respeito as opiniões de todos(a) apenas acho que Natal se acabando na violência e o povo tratando um equívoco (engano), como um crime hediondo! Lamentável, amigo. Os interesses pessoais sempre se sobrepõem.

  4. Esse aí se saía muito melhor como dentista ou como professor de cursinho. Péssima oratória, vergonhoso conhecimento "político", demonstrou que não tem condição nenhuma de representar o povo.
    Só foi eleito devido ao dinheiro que despejou nos jovens bajuladores que o elegeram.
    Vergonhoso demais.

    1. Mostre a cara, caicoense fingido. Você está fazendo pior do que ler uma notícia falsa, divulgada por uma página seria, como o uol. Você está fazendo acusacoes falsas, isso sim, é crime.

  5. Vereadorzinho mequetrefe , ultimamente, o que mais se lê, até mesmo em redes sociais é notícia de combate à informação falsa!
    Sem falar na luta histórica dos homossexuais…
    Daí, surge um " representante do povo", que não satisfeito em ter opiniões misóginas, resolve compartilha-lás, numa Câmara Legislativa.
    #vergonhaalheia
    #RespeiteAsPessoasEAsEscolhasDelas

  6. Vereador fraco igual "caldo de batata" esse tal de Cícero, dizem por ai que tá sendo reconhecido como o "vereador nota fake" ….hahahaha

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Economia

BC reduz Selic pela 5ª vez seguida, para 11,25% ao ano

O Banco Central confirmou a expectativa dos economistas e acelerou o ritmo de corte do juro. Diante da inflação menos intensa e da fraqueza da atividade econômica, a taxa básica foi reduzida ontem em 1 ponto porcentual, para 11,25% ao ano. Essa foi a quinta redução consecutiva e o BC avalia que o novo ritmo é “adequado no momento”. O presidente Michel Temer comemorou. “Vai ajudar a acelerar o crescimento econômico e a gerar empregos”.

A decisão unânime do Comitê de Política Monetária (Copom) mostra que o BC está confortável com a desaceleração dos preços e a percepção majoritária no mercado financeiro de que a inflação deverá ficar abaixo do centro da meta em 2017 (ou seja, abaixo de 4,5%) e em torno dessa referência em 2018.

Com esse cenário, a tesoura avançou sobre a taxa Selic em um ritmo não visto há quase oito anos. O último corte de juro de 1 ponto foi em junho de 2009, quando o mundo tentava se desvencilhar do estouro da crise financeira global. Desde o início do atual ciclo de cortes, em outubro do ano passado, o juro já caiu 3 pontos porcentuais.

Estadão

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Jornalismo

Os “santos do pau oco” também estão na lista da Odebrecht

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Não há na Lista Fachin nenhuma grande surpresa, mas da relação de investigados estão políticos que sempre fizeram pose de vestais, comportando-se como freirinhas inocentes no meio de um “bordel chamado Congresso”. Entre os “santos do pau coco” estão a ex-deputada Manuel D’Ávila (PCdoB) e a não menos auto-canonizada deputada Maria do Rosário (PT-RS), ambas na folha da Odebrecht.

Vanessa Grazziotin (AM) levou R$1,5 milhão. Seu codinome, “Ela”, porque era a única mulher do PCdoB a negociar propina na Odebrecht.

Carlos Zarattini, líder do PT, é acusado de ajudar a Odebrecht a vender um shopping por R$800 milhões ao fundo Previ (Banco do Brasil).

A Odebrecht diz que Aloysio Nunes (PSDB-SP) pediu e levou R$500 mil no caixa 2.

O ex-executivo da Odebrecht Alexandrino Alencar confessou à Justiça pagamentos de R$ 150 mil para a deputada petista Maria do Rosário. Contou que ela se relaciona com a empreiteira desde 2008.

Tanto Fernando Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental, quanto Alexandrino Alencar, ex-executivo do grupo, destacaram o “potencial” de Vanessa Grazziotin e Maria do Rosário para justificar a propina.

Diário do Poder

Opinião dos leitores

  1. Até hoje não conheço um criminoso que confesse seus crimes . Pois todos são INOCENTES. A ÚNICA DIFERENÇA É QUE ESSES ENGRAVATADOS NÃO SÃO PUNIDOS E NEM DEVOLVE NUNCA O QUE ROUBOU CLARO. SE TIVESSE PUNIÇÃO DEVOLVERIAM. MAS ELES JÁ SABEM QUE A JUSTIÇA NO BRASIL FUNCIONA EXATAMENTE NA DESIGUALDADE SOCIAL. OU SEJA: SÓ PARA LADRÃO DE CELULAR. GALINHA. ELES JÁ DIZEM QUE SÃO INOCENTES E QUEM NÃO DEVE NÃO TEME. E NAS URNAS TÁ OS ELEITORES ELEGENDO ELES NOVAMENTE. PORQUE EU NUNCA OUVI FALAR TAL POLÍTICO. E ELE TÁ LÁ COMO DEPUTADO OU SENADOR E MUITO BEM VOTADO. E ROUBANDO MAIS DO QUE OS OUTROS POLÍTICOS LADRÕES QUE ESTÃO LÁ. ALGUÉM VOTOU COM CERTEZA. TAÍ O PAÍS AFUNDADO NA LAMA. SEM ASSISTÊNCIA NEM UMA. OS DOENTES MORRENDO NOS HOSPITAIS DESABASTECIDOS DE TUDO. TUDO LARGADO E SUCATEADO E ELES COM ESSES ROMBOS SE JULGANDO PUROS E INOCENTES.

  2. Essa lava jato é fantástica, que coisa boa, mostrou a cara de todos, agora está tudo escancarado, cabe agora a nós eleitores saber em quem votar. Agora tem que ter muito cuidado, esses políticos safados estão todos negando, é impressionante 100% negam veementemente, ninguém assumem, portanto muito cuidado na hora de votar.

  3. O CONGRESSO todo ( É um silêncio total) kkkkkkkkkk. Transformado na maior VALA, já vista nesse país!!!

  4. santos e santas basta a hora e esta pssar o rodo de norte a sul de leste a oeste sem escapar nada fecha ja

  5. BG
    Pensem numa "santinhas" que gostam de muito dinheiro. Essa cambada ter que ir para os presidios de preferencia de SEGURANÇA MAXIMA.

  6. Essas eram as que estavam na comissão de frente defendendo categoricamente Dilma e chamando de Golpe o impeachment, na verdade elas não estavam defendendo Dilma e sim elas mesmas porque sabiam que com a queda do PT viria a tona toda a falcatrua e roubo, está faltando a narizinho Gleise Hoffman, essa também assaltou os cofres públicos e é uma das mais feverosas, cambada de ladrão.

    1. A nariizinho já foi na lista passada nessa leva foi o marido dela

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Política

Líderes do PSDB temem que o partido seja dizimado

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Um dia após o início da divulgação dos dados da delação da Odebrecht, o PSDB reagia de forma descoordenada à saraivada de acusações sofrida pela sigla.

Até por não estar citado no caso, o prefeito paulistano, João Doria, é visto internamente como o grande beneficiário da confusão.

Nas palavras de um dirigente da sigla, “o partido está sendo dizimado” e seria preciso criar uma estratégia para evitar o mesmo destino do PT, que foi moído politicamente pela Lava Jato.

O mesmo tucano diz que “a gravidade joga a favor” de Doria na eventual postulação à Presidência em 2018.

A delação atingiu em maior ou menor grau toda a cúpula tucana. Alvo de cinco pedidos de inquéritos e em situação grave, o presidente da sigla, senador Aécio Neves (MG).

Vários de seus escudeiros estão na lista do ministro de Edson Fachin com pedidos de abertura de inquérito. Um deles pondera que pode haver arquivamentos e, no longo prazo, até absolvições, mas o impacto político é irreversível no primeiro momento.

No Senado, onde 6 dos 11 parlamentares tucanos foram parar na lista, o clima era de velório. Não houve quórum para sessões de comissões na quarta (12) e a dispersão era evidente. Alguns senadores ficaram de se falar ao vivo após o feriado da Páscoa.

Também no que internamente o partido chama de “lista da morte” dos políticos mais enrolados, o senador José Serra (SP) igualmente buscou refúgio em sua base.

Em reuniões separadas, assessores buscavam informações mais precisas sobre o teor das acusações nas delações, um pesadelo logístico já que a imprensa teve acesso primeiro aos dados.

Tucanos próximos do senador, como o chanceler Aloysio Nunes Ferreira e o deputado Jutahy Jr. (BA), também estão na lista.

Já o governador Geraldo Alckmin (SP), que até aqui só sofreu uma acusação, mas que envolve um cunhado seu, tentou manter a normalidade com agenda no interior paulista. Em Cerquilho, disse que os delatores “é que devem explicar “o teor da denúncia contra si.

Após passar a noite de terça (11) em reuniões e consultas com assessores do governo e de fora dele, Alckmin buscou demonstrar bom humor à sua equipe ao longo do dia. Seu caso será decidido pelo Superior Tribunal de Justiça, onde tem foro.

SALVE-SE QUEM PUDER

Em comum aos três tucanos de alta plumagem sob fogo está a sensação de “salve-se quem puder”. Não houve até aqui nenhuma coordenação entre eles, repetindo o padrão histórico de desavenças -apenas recentemente Aécio e Serra aproximaram-se para amarrar a participação tucana no governo Michel Temer (PMDB) e para tentar barrar as intenções de Alckmin de ser candidato em 2018.

Enquanto isso, em visita a Seul, Doria surfou como pôde e com o cuidado de não melindrar seu padrinho, o governador paulista.

Disse o óbvio, que o caso desgasta políticos tradicionais inclusive do PSDB, mas nesta hora obviedades indicam rumos, e ressaltou confiar que Alckmin é inocente.

Desde que emergiu como liderança potencial do partido para 2018, Doria tem mantido postura de candidato e ao mesmo tempo apregoado que seu voto é do padrinho.

Para reduzir a pressão e o escrutínio que acompanham sua condição, admitiu até aqui que poderia pleitear o governo do Estado.

No PSDB, apesar de a preocupação ser a defesa imediata, ao menos dois integrantes da cúpula avaliam que o partido terá de contar com Doria, em dupla ou não com Alckmin a depender da Lava Jato, para evitar que o partido seja desestruturado.

O antipetismo segue forte no Sul e Sudeste, como o panelaço durante o programa de TV petista na noite de terça lembrou. Não é casual que Doria critique Luiz Inácio Lula da Silva sempre que pode.

Hoje, o PT se fia na figura do ex-presidente, ele mesmo uma estrela da divisão sem foro privilegiado da lista de Fachin. Sob investigação em cinco casos, Lula pode até ficar inelegível se condenado em duas instâncias.

Fora do campo tucano, há três presidenciáveis potenciais que se beneficiam de ausência de complicação na Lava Jato até aqui.

Ciro Gomes (PDT) espera que Lula lhe dê apoio, Marina Silva (Rede) angustia seus simpatizantes por não se definir candidata e o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) se mantém nos 10% de intenção de voto com um discurso agressivo de extrema direita.

Opinião dos leitores

  1. Os coxinhas não tem bandidos de estimação cadeia para todos roubou é cadeia seja quem for
    Vê se aprendem petistas

  2. Psdb partido de santos da democracia brasileira !!!!! BANDO DE LADRÕES QUERENDO PASSAR PARA O POVO UMA MORALIDADE QUE NÃO TEM !!!!

  3. Esse João Doria é mais um picareta, só não está diretamente (indiretamente recebeu de Alckmin) na lista da Odebrecht, porque é estreante no executivo.

  4. Acho mais sensato votar em maluco do que em ladrao. Porque o maluco tem o controle institucional para conter os pensamentos, ja o ladrao e corrupto vai tentar destruir as instituiçoes de policiamento para o enriquecimento proprio na base da mentira. Muito mafioso e perigoso é o corrupto.

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Jornalismo

Delator relata caixa dois para PRB, PCdoB, PROS, PDT e PP apoiarem Dilma em 2014

O GLOBO

O ex-diretor de relações Institucionais da Odebrecht, Alexandrino Alencar, afirmou que o ex-ministro Edinho Silva, quando se tornou tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff em 2014, pediu doações por meio de caixa dois para cinco partidos apoiarem a chapa Força do Povo, no valor de R$ 7 milhões cada. Os partidos que receberam as doações ilegais foram, segundo o ex-diretor da Odebrecht, PCdoB, PDT, PRB, PROS e PP.

Alexandrino diz ter ficado responsável pelas negociações com o hoje ministro Marcos Pereira, do PRB, Eurípedes Junior, do PROS, e Fábio Tokarski, do PCdoB. Juntos, esses partidos somaram 3 minutos e 20 segundos de tempo de televisão à chapa presidencial. Em troca, diz o ex-diretor, a empreiteira esperava obter contrapartidas do governo eleito.

— Edinho me passou o nome de quem eu devia procurar nesses três partidos e eu procurei. Ele disse que a orientação vinha do comitê eleitoral da presidente Dilma, que eu soube que era formado por João Santana, Rui Falcão, Aloizio Mercadante, Giles Azevedo e ela, presidente. Primeiro encontrei com Eurípedes Junior, presidente do PROS, no Hotel Ibis do aeroporto de Congonhas. Ele reafirmou esse acordo com o Edinho Silva e partir daí começamos a fazer, via Caixa 2, as entregas em sistemas de hotéis. Eles mandavam mensageiros com codinomes específicos para cada operação. Cada operação era de mais ou menos um milhão de reais — relatou, em depoimento a procuradores em Campinas, no dia 13 de dezembro de 2016

O delator detalha os encontros com os políticos em seu escritório e as entregas de dinheiro, sempre feitas em espécie, por meio de “mensageiros”, em hotéis ou em um flat. Apenas em uma ocasião Alexandrino diz ter feito a entrega pessoalmente, no escritório da Odebrecht, ao então deputado pelo PROS Salvador Zimbaldi.

— Fiz a última entrega ao PROS, de 500 mil em espécie, na minha sala, ao então deputado federal Salvador Zimbaldi, do PROS. Pelo que eu soube, ele não foi reeleito. Foi no nono andar da Odebrecht. Ele chegou com uma mala, colocou 500 mil na mala e saiu — disse Alexandrino.

Ele relata que o esquema com o PRB foi exatamente igual ao do PROS e que, nos casos dos três partidos com os quais tratou, estava “explícito” que as doações se dariam por meio de Caixa 2:

— Eles sabiam, sem dúvida nenhuma (que era Caixa 2). A pessoa de contato no PRB foi Marcos Pereira, que hoje é ministro da Indústria e Comércio. As conversas foram na minha sala. Eles esteve umas 3 ou 4 vezes. Foi um esquema exatamente idêntico ao do PROS. Ele não se surpreendeu, já sabia, era pelo apoio que eles estavam dando — aponta.

O ex-diretor diz que o PCdoB era o partido mais “ansioso” pelas entregas de dinheiro.

— O PCdoB tinha mais pressa em receber recursos, talvez pelas dificuldades de arrecadação do partido. Senti isso pelas ligações insistentes. Esse fluxo é difícil fazer com regularidade. Às vezes escorrega uma semana e sentia que ele ficava mais agoniado — diz Alexandrino.

Alexandrino Alencar afirmou que foi apresentado pelo ex-ministro Gilberto Carvalho a Edinho Silva, ainda durante o governo Lula, quando o petista era prefeito de Araraquara. Alexandrino conta que a Odebrecht contribuiu, via Caixa 2, para a campanha de Edinho a deputado estadual em 2010.

MARCELO TAMBÉM FALOU SOBRE NEGOCIAÇÃO

Marcelo Odebrecht disse num de seus depoimentos que se reuniu “algumas vezes” com Edinho para tratar desse dinheiro para os partidos que integrariam a coligação em 2014. O ex-ministro de Dilma, à época tesoureiro da campanha, teria indicado a Alexandrino que procurasse diretamente os líderes dos partidos para repassar os valores.

O delator esclareceu que “o interesse do PT neste caso era o aumento do tempo de horário eleitoral na televisão”. O tempo de TV da coligação, afirma, ficou em 11 minutos e 24 segundos, sendo que um terço desse tempo, ou 3 minutos e 19 segundos, veio desses partidos comprados.

EDINHO FOI MONITORADO PELA PF

Alexandrino Alencar contou que no fim da eleição foi procurado por um assessor de Edinho Silva, Manoel Araújo Sobrinho, que relatou que o próprio Edinho não poderia mais encontrá-lo porque estava “sendo monitorado pela Polícia Federal”.

Antes disso, porém, o delator relatou encontros semanais com o petista, tanto na sede da Odebrecht em São Paulo, no Hotel Renaissance, no comitê de Dilma na cidade ou no gabinete de Edinho na Assembleia Legislativa de São Paulo.

 

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Jornalismo

Delações da Odebrecht chocam com relatos de corrupção explícita e mostra um mundo político podre

Lista de Fachin

Por El País

Com sóbrio conjunto de blazer azul marinho e camisa, Marcelo Odebrecht aponta sua metralhadora para a mais alta cúpula política do Brasil. Nos vídeos de sua colaboração com a Justiça, liberados nesta quarta pelo Supremo Tribunal Federal, um dos homens mais ricos do Brasil, preso há mais de um ano, descreve cenas explícitas de corrupção que fazem jus ao apelido que as delações da Odebrecht ganharam na Operação Lava Jato: as do “fim do mundo”, ao menos aquele no qual vive o establishment político. Marcelo, seu pai, Emílio, e outros executivos da empresa constroem sua narrativa para a Justiça dizendo que todos – Michel Temer, Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva, Aécio Neves, só para ficar nos presidentes desde 2003 e no mais recente candidato da oposição ao posto – e seus respectivos partidos eram ao menos beneficiários e muitas vezes partícipes de um azeitado esquema de oferta de dinheiro para campanhas, contabilizado e não contabilizado, em troca de apoio geral e favores específicos para aprovar legislações de interesse do grupo empresarial, um dos maiores na América Latina até a explosão do escândalo.

Com os vídeos, agora ganham forma, imagem e áudio, os conteúdos de vários vazamentos à imprensa. Em suas delações, a Odebrecht detalha à Justiça um esquema que diz ser antigo, em vigor pelo menos desde os anos 80, e pluripartidário, que coloca em xeque não só o bilionário financiamento de campanha brasileiro como boa parte dos orçamentos de obras públicas e outros negócios _os braços da Odebrecht vão da construção à petroquímica. Os relatos detalham modelo de negócios da holding que já embutia uma espécie de “custo político” em dinheiro para obter lucro no Brasil e fora do Brasil. “A única condição que existia é que cada executivo [presidente de cada unidade do grupo] deveria ter um centro que gerasse resultado e não levasse prejuízo”, diz Benedicto Barbosa da Silva, ex-presidente da empreiteira, ao explicar o critério para distribuir recursos a políticos. Barbosa era o responsável por centralizar os pagamento desses montantes não declarados à Justiça Eleitoral, para o qual a Odebrecht desenvolveu inclusive um software específico, chamado Drousys.

Os políticos negam as versões dos principais executivos da empresa e entre as acusações e a condenação jurídica o caminho é bastante longo. Mas, por ora, os vencedores da batalha midiática, capaz de velozes condenações políticas, são os procuradores da Lava Jato, em Curitiba e Brasília, e a própria empresa, interessada em obter as vantagens legais do acordo de colaboração com a Justiça e em se legitimar ante a opinião pública por contribuir para a investigação _uma breve visita à página do grupo na Internet mostra que o efeito das delações é positivo para sua imagem. Protagonista e sobrevivente de escândalos no passado, como o dos Anões do Orçamento, de desvio de verbas públicas, em 1992, agora a empresa diz estar disposta a mudar de lado e até mesmo “incomodada” com a surpresa na imprensa por causa do novo escândalo. “O que me surpreende é quando eu vejo todos esses poderes, a imprensa, [olhando] como se isso fosse uma surpresa. Me incomoda isso. Não exime em nada a nossa responsabilidade. 30 anos é difícil as coisas não passarem a ser normais.”

O “saldo amigo” de Lula e Aécio

É inegável a força das imagens de Marcelo Odebrecht dizendo que “todo lugar [em que] a gente tinha uma presença forte teve caixa 2”. “Eu, mesmo sem saber qual o montante exato, [nos Estados de] Minas Gerais, Rio de Janeiro ou São Paulo, eu sei que havia”, diz o empreiteiro. Ele diz ainda que mesmo doações legais poderiam ter sido fruto de atos ilícitos, a depender da contrapartida negociada para a contribuição de campanha. “Eu não conheço nenhum político do Brasil que tenha feito eleição sem caixa 2, não conheço nenhum político eleito que não tenha recebido: esse crime eleitoral todo mundo praticou. Ninguém mais tratava isso como crime.”

Tanto em seu acordo de delação com o Supremo como na ação a que já responde na Lava Jato em Curitiba, ambos depoimentos liberados ao público, Marcelo é didático ao contar como se relacionava com principais líderes políticos. Há extensos trechos sobre sua relação, indireta ou direta, com Luiz Inácio Lula da Silva, réu em cinco processos, três deles na Lava Jato, e com o PT.O ex-presidente da empresa diz que toda a contabilidade de campanha e o dinheiro repassado a Lula era negociado com o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, preso no Paraná desde o ano passado e também réu na operação.

O empresário diz ter disponibilizado um montante para uso do PT e ainda um “saldo” batizado de “saldo amigo” para uso específico de Lula. “Separamos 40 milhões para o ‘saldo amigo’, para atender a demandas que viriam do Lula. Quando Palocci pedia para descontar do saldo amigo, eu sabia que ele estava se referindo a Lula”, disse. Em duas oportunidades, uma delas na tentativa de comprar um terreno para o Instituto Lula, o empresário disse ter certeza “de que Lula tinha conhecimento dessa provisão”. O ex-presidente nega todas as acusações.

Marcelo Odebrecht também descreve como negociou com o também ex-ministro da Fazenda Guido Mantega a aprovação de uma medida provisória que aliviaria a cobrança de impostos para a Braskem, o braço petroquímico da empresa. “Em determinado momento da negociação acabou gerando uma MP. Em algum momento dessa negociação, eu estava numa reunião com Guido, ele escreveu num papel um valor de 50 e disse que tinha uma expectativa desse valor para a campanha presidencial de 2010. Ele não chegou pra mim e falou ‘olha, eu vou fazer isso”, conta o empresário. Assim, segundo ele, ficava claro que a obtenção da lei favorável dependia da contribuição para a campanha, para um caixa paralelo.

No longo depoimento, o empresário diz ainda que Dilma Rousseff e a ex-presidenta da Petrobras, Graça Foster, sabiam do esquema de propina em curso na estatal _algo que a ex-mandatária sempre negou_ e também fala da próxima relação com seu adversário político, o tucano Aécio Neves. Foi para o PSDB, o partido do mineiro, que ele diz ter repassado 50 milhões de reais, que não soube precisar se pela via legal ou por caixa 2. Como com o PT, o esquema também era intermediado com base no poder decisório dos políticos sobre setores e empresas, incluindo as estatais. “No início do Governo Lula, o PSDB, não apenas o Aécio, tinham uma forte influência no setor elétrico. Furnas [Furnas Centrais Elétricas S.A] continuava sobre controle deles”, afirma o empreiteiro.

Marcelo e Emílio Odebrecht e Benedicto Barbosa são apenas uma pequena parte das delações. O desfile do esquema que o patriarca da empresa descreve como “institucional” está apenas começando.

Opinião dos leitores

  1. Será que ELES SE OLHANDO NO ESPELHO CONSEGUEM VER SERES HUMANOS, EM ALGUM MOMENTO VÃO LEMBRAR DE DEUS COM ESSA DEVASTAÇÃO, ESSA TRAGÉDIA QUE CAUSARAM NO PAÍS? ESSA CORRUPÇÃO ESTRONDOSOA. É SÓ OLHAR PARA CARA DE MADEIRA DE CADA UM, QUE O SINISMO ESTAMPADO MOSTRA EXATAMENTE QUEM ELES SÃO. …..
    .

  2. Gostaria de saber o porquê no Brasil os políticos nunca sabe de nada, não sei eu não estava em aqui isso é vergonhoso para o Brasil a nação não merece isso é quem paga a contas são os pobres.

  3. MILITARES, estão esperando o quê? fechem esse senado, essa câmara, e esse supremo, deixem de ser covardes salvem o país.

  4. Incrível como isso funciona de muitos e muitos anos. Temos que trabalhar por novos valores para nos representar, em qualquer instância do poder.

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Jornalismo

Delator afirma que Temer, Cunha e Henrique Alves participaram de reunião sobre propina de 40 milhões de dólares

Resultado de imagem para temer, cunha e henrique alves

Da revista Valor com Política em Foco:

Uma reunião realizada em São Paulo para discutir pagamentos em torno do bilionário contrato para adequar instalações da Petrobras no exterior às regras de segurança, meio ambiente e saúde (SMS). As instalações estavam espalhadas por nove países, entre eles Paraguai, Uruguai, Argentina, Equador, Chile, Colômbia, Bolívia, Japão e Estados Unidos. Em sua colaboração, Rogério Araújo, ex-diretor da Odebrecht Plantas Industriais, relata sobre uma reunião realizada em São Paulo no dia 15 de outubro de 2010 para tratar de pagamentos equivalentes a 5% de um contrato de US$ 800 milhões (o valor exato foi US$ 825,6 milhões) para a cúpula do PMDB.

Araújo descreve uma casa sem muro e nem identificação, que tinha um jardim na frente e sem sinalização onde chegou à reunião junto com Márcio Faria, ex-presidente da Odebrecht Industrial. Os dois executivos foram levados pelo motorista da empresa, Adélsio de Paula.“A gente entra na casa, o lobista João Augusto já estava lá com Eduardo Cunha [ex-presidente da Câmara, preso em Curitiba]. Entramos e fomos para uma sala de reunião. E lá estava o [então] vice-presidente da República e presidente do PMDB, Michel Temer na cabeceira, e do lado dele sentou o Henrique Eduardo Alves e do mesmo lado Eduardo Cunha”, lembrou Araújo.

No vídeo de seu depoimento, o ex-executivo da Odebrecht diz que só ficou sabendo que o escritório era de Temer ao chegar ao local. Ele disse que chegaram a conversar amenidades e que ele chegou a perguntar a Temer como era lidar com Dilma Rousseff, pessoa considerada “complicada”. Segundo seu relato, Temer afirmou que qualquer problema com ela seria resolvido pelos “rapazes”, Eduardo Cunha e Henrique Alves.

Opinião dos leitores

  1. Não ENTENDO O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O BRASIL, POR PERMITIR UM TIPO DE PRESIDENTE COM ESSA CÚPULA DE SÓ DE GUABIRÚ. OS ESGOTOS ESTÃO TODOS VAZIOS. POIS TODOS OS RATOS RESOLVERAM SAIR PARA ADMINISTRAR O BRASIL. O QUE ESTÃO ESPERANDO? TEM QUE SER FEITO ALGUMA COISA URGENTE.

  2. Henrique ganha facil para deputado federal em 2018. Eleicao pra deputado é diferente de governador. Nao precisa maioria. Basta ter 15 por cento a 20 por cento dos votos validos. Sao 8 vagas.

  3. HenRIQUINHO está mais sujo que poleiro de galinha. O homem é forte. Está envolvido em várias denúncias.

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Política

Vereadores de Natal concluem votação de 61 vetos do Executivo

O plenário da Câmara Municipal de Natal concluiu, na sessão ordinária desta quarta-feira (12), a votação dos vetos do Executivo que estavam pendentes de análise do Legislativo. Com isso, os parlamentares reabriram a pauta, que estava trancada por ocasião da apreciação dos impedimentos. Dos 61 vetos, 31 foram derrubados e 30 mantidos, sendo analisados um a um, em votações separadas.

Entre os vetos derrubados nesta derradeira sessão de apreciação, destaque para o que impedia a emenda aprovada no Projeto de Lei n°18/2015, encaminhado pelo vereador Sandro Pimentel (PSOL), que garante aos servidores públicos com salários atrasados um novo prazo (a partir de cinco dias após o recebimento da remuneração), para pagar os tributos municipais, com garantia dos descontos ofertados no prazo anterior, evitando assim, a cobrança de juros e multa por atraso.

Também foi rejeitado um veto ao PL 65/2015 de autoria do vereador Fernando Lucena (PT) sobre a obrigatoriedade de estabelecer nos editais a garantia de cinco anos para as obras construídas pelo Município. “O Código de Defesa do Consumidor exige isso. Esta matéria requer das empresas que prestam serviços ao poder público responsabilidade com a qualidade de qualquer empreendimento durante o período descriminado”, explicou o parlamentar.

De acordo com a vice-líder da base governista, vereadora Nina Souza (PEN), as bancadas fizeram um acordo para agilizar as votações. “O Regimento Interno determina que os vetos sejam apreciados no prazo máximo de 30 dias. Dito isso, temos o compromisso de impedir que vetos sejam acumulados à espera de votação”.

Segundo o presidente da Casa, vereador Raniere Barbosa (PDT), a partir de agora o Executivo tem 48 horas para promulgar as matérias. “Caso termine este prazo, a Câmara tem a prerrogativa de publicar a lei. Este exercício republicano é essencial para o fortalecimento institucional do parlamento. Enfim, conseguimos zerar a pauta e abrimos caminho para novos debates”, concluiu.

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Política

A aula de Marcelo Odebrecht sobre indicações políticas

O Antagonista

 

Ao tratar da relação da Odebrecht com a Petrobras, Marcelo deu à PGR uma aula bastante didática sobre nomeações políticas.

“Em toda estatal, há um padrinho…

https://www.youtube.com/watch?v=gTC1f6rxGao

Opinião dos leitores

  1. Privatiza todas as estatais. Nao existe esse negocio de segurança nacional, existe é muita corrupçao.

    1. Perfeito. Caixa. BANCO do Brasil. PETROBRAS. CAERN. Banco do Nordeste. BR distribuidora. TRANSPETRO. Furnas. Correios. Depois…..UERN. UFRN. Depois o ensino basico e fundamental. ESTADO MINIMO.

  2. Vale lembrar ao incauto coxinha de mortadela que o Juiz Sergio Moro so pode atuar em causas envolvendo pessoas sem foro privilegiado, e que, no caso da lista do Ministro Fachin, a grande maioria tem essa benesse judicial, infelizmente.

  3. Resumindo, o PT não inventou a corrupção. Vamos deixar de demagogia e protecionismo, Sr. Sérgio Moro? Vamos consertar nosso sistema político e de poder? Vamos prender toda a lista do Fachin?

    1. Esqueci de escrever que não depende só dele… tem muitos com foro privilegiado`!

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Educação

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Segurança

Forças da Segurança do RN terão efetivo extra durante a Semana Santa

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) divulgou, nesta quarta-feira (12), o plano de operações para a Semana Santa no Rio Grande do Norte, que contará com efetivo extra das forças de segurança estaduais. As ações começam a partir desta quinta-feira (13).

O Comando de Policiamento Metropolitano (CPM) terá 63 policiais militares trabalhando por Diárias Operacionais (DOs). Já o efetivo do Comando de Policiamento do Interior (CPI) contará com um reforço de 145 PMs por dia. As equipes estarão divididas nos pontos de maior movimentação de pessoas, como as praias e cidades com forte turismo religioso, como Santa Cruz. Na capital potiguar, a PM ainda terá o apoio da Força Nacional, que segue atuando no Plano Nacional de Segurança Pública.

O Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), também montou uma operação especial. Serão 149 PMs atuando por DOs e realizando fiscalizações – em parceria com o CPI e CPM – na estradas estaduais do Rio Grande do Norte. Além do controle do fluxo de veículos, os policiais estarão fazendo abordagem para a checagem de documentação, situação do automóvel e combate ao motorista que estiver dirigindo alcoolizado.

A Polícia Civil estará com equipes completas nas plantões Zona Sul e Zona Norte, Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor), em Natal. No interior, as 10 regionais também estarão em pleno funcionamento.

O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN) atuará na fiscalização de eventos, para checar a situação da estrutura montada em cada local, além do emprego de salva-vidas no litoral potiguar. Militares também estarão de plantão para o atendimento das demais ocorrências.

Já o Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP), terá duas equipes de medicina legal e perícia criminal em Natal e uma equipe de cada em Mossoró.

“O planejamento da Sesed foi feito para garantir que a população possa aproveitar a Semana Santa da maneira mais tranquila possível, sabendo que as forças de segurança estarão atuando intensivamente na manutenção do bem estar de cada potiguar e dos turistas que vierem para o Rio Grande do Norte”, destacou o secretário da Segurança do RN, Caio Bezerra.

Opinião dos leitores

  1. Enquanto isso, o TJRN não funciona a partir de hoje, dia 12. Reflitam se isso é justo para com a sociedade e qual o verdadeiro propósito de ter um Estado gigante e centralizador.‬

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Política

Eduardo Cunha sugeriu contratar espionagem para barrar Lava Jato

Eduardo Cunha fez Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, mandou encaminhar para a Procuradoria da República no Paraná investigação sobre o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que teria tentado contratar a empresa de segurança privada Kroll para conter a operação.

Segundo as delações de Marcelo Odebrecht e Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis, executivos da Odebrecht, em reunião em fevereiro de 2015, na casa do ex-deputado, o peemedebista sugeriu que a Kroll espionasse os envolvidos nas denúncias para encontrar ‘inconsistências’ nos depoimentos do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef – os primeiros delatores da Lava Jato.

Para Cunha, com relatórios da empresa seria possível conter a Lava Jato. Ele foi preso em outubro de 2016 por ordem do juiz federal Sérgio Moro. Símbolo da operação, Moro condenou o ex-presidente da Câmara a 15 anos e quatro meses de cadeia.

Durante a gestão do peemedebista na presidência da Câmara, a Kroll foi contratada pela CPI da Petrobrás para investigar movimentações financeiras no exterior de pessoas envolvidas na operação.

Na época, após pressão de parlamentares, o presidente da CPI, Hugo Motta (PMDB-PB), revelou os nomes dos 12 investigados pela Kroll. A lista incluía desde o lobista Julio Camargo, que citou Cunha em seu depoimento, e até mesmo Stael Fernanda Janene, viúva do ex-deputado José Janene (PP-PR).

Como Eduardo Cunha não detém mais foro privilegiado no Supremo a investigação sobre seu suposto interesse em contratar a Kroll para neutralizar a força da Lava Jato vai ser realizada sob a tutela do juiz Moro, por decisão de Fachin.

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Política

Vídeo: Emílio Odebrecht e o caixa dois de FHC

https://www.youtube.com/watch?v=gC61JOLzU5o

Em depoimento à força-tarefa da Lava-Jato, Emílio Odebrecht contou que Fernando Henrique Cardoso lhe solicitou ajuda financeira quando concorreu ao Senado, na década de 80, e nas duas vezes em que disputou a Presidência da República (1994 e 1998). Os pedidos foram atendidos – e o repasse de recursos ocorreu por dentro e por fora. “Com certeza teve ajuda de caixa oficial e não oficial. Se ele soube ou não (do caixa dois), eu não sei.” Emílio disse ter conhecido FHC no fim da década de 70. Os dois estabeleceram uma relação de parceria. FHC passou a defender projetos da empreiteira. Já Emílio trabalhou para que o meio empresarial reduzisse suas reservas a FHC, visto naquela época com um líder de esquerda.

VEJA

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Cidades

Hospital de São José de Mipibu recebe R$ 6,6 mi em investimentos

Regionalizar a saúde é uma meta da gestão do governador Robinson Faria. Para alcançá-la, os hospitais polo do interior têm tido atenção especial e sido beneficiados com amplo investimento. Na tarde desta quarta-feira, 12, o Hospital Regional Monsenhor Antônio Barros, em São José de Mipibu, recebeu o aporte de R$ 6,6 milhões, que serão aplicados em reforma e equipamentos.

Em solenidade realizada na própria unidade, o governador deu a ordem de serviço para o início das obras de reforma e estruturação, visando adequar a área de urgência e emergência da unidade. “Eu convivo nesta região há 30 anos, e conheço bem os anseios da população em relação a este hospital, que agora vive seu melhor momento. Em dois anos, o hospital já deu grande salto: o pronto-socorro está de fato funcionando e vemos o aumento no número de nascimentos, hoje quatro vezes maior”, afirmou Robinson. “Aqui é minha moradia, meu ponto de partida, e eu estou muito feliz em fazer essa aplicação de mais de R$ 6 milhões”, assinalou.

O Hospital Regional Monsenhor Antônio Barros possui 43 leitos e hoje, a partir de ações da gestão estadual, realiza uma média de 280 partos por mês.

“É uma satisfação estar aqui hoje, assinando a ordem de serviço para mais uma obra deste projeto de regionalização da assistência”, destacou o secretário estadual de saúde, George Antunes, lembrando ainda que, ao todo, o Governo está reformando sete hospitais regionais.

Nas últimas semanas já foram autorizadas as reformas de outras duas unidades: Caicó e São Paulo do Potengi. A estratégia é fundamental para resolver a superlotação do hospital Walfredo Gurgel e demais hospitais da capital do estado.

O secretário municipal de saúde, Alexandre Dantas, reforçou a importância da parceria entre União, Estado e Município para mudar a vida da população. “Nós precisamos apenas unir esforços. Tínhamos em outras gestões esta diferença, entre município e governo, como se fossem times de futebol adversários, mas felizmente esta realidade mudou. E hoje o governador Robinson veio para transformar este hospital em uma unidade referência para toda a região”, destacou.

Opinião dos leitores

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