Os procuradores dos 27 entes da federação se reunirão nesta quarta-feira (12) para avaliar quais ações judiciais tomarão para garantir que a União divida com os Estados e municípios não só o imposto da repatriação de recursos no exterior, mas também a multa, de acordo com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT).
Segundo ele, com a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de engavetar as alterações na
Lei de Repatriação nesta terça (11), fica mantido o prazo de 31 de outubro para a adesão ao projeto, que anistia os recursos enviados ilegalmente ao exterior desde que sejam pagos 15% de Imposto de Renda e 15% de multa.
Dessa forma, a expectativa é que o repasse seja feito aos Estados, através do Fundo de Participação dos Estados e Municípios, entre os dias 10 e 20 de novembro.
O embate é sobre se a divisão desses recursos entre União e Estados deve ser feita somente em torno do imposto pago, como quer o governo federal, ou também da multa, como defenderam os governadores e secretários do Distrito Federal, Maranhão, Pará, Mato Grosso, Piauí, Sergipe, Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins, Bahia, Roraima e Rio Grande do Norte em reunião nesta terça no Ministério da Fazenda.
“Insistimos que o entendimento do conjunto dos procuradores de todos os Estados do Brasil é que o imposto e a multa são parte de uma mesma fonte. Não ocorrendo a distribuição dessa forma, cabe aos Estados e municípios a decisão sobre buscar seu direito na Justiça”, disse Dias.
De acordo com ele, os procuradores debaterão nesta quarta (12), no feriado, quais os caminhos judiciais possíveis para pedir que o repasse aos Estados inclua a multa da repatriação.
“Vão tratar se é na Justiça Federal, na primeira instância com mandato de segurança, se é diretamente no Supremo. Qual a melhor medida para garantir os seus direitos”, afirmou. “Se o governo compreender e fizer a distribuição dessa forma, como é previsto na Constituição e no Código Tributário Nacional, não teremos que aguardar uma decisão judicial, que não tenho dúvidas que será favorável aos Estados e municípios”.
A Lei da Repatriação projeta uma arrecadação de pelo menos R$ 25 bilhões aos cofres públicos com o pagamento de IR e multa por parte de contribuintes que queiram legalizar recursos e bens mantidos no exterior.
BANHO GELADO
O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, que participou da mesma reunião, classificou como “um banho de água gelada” a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de arquivar a alteração na Lei de
Repatriação hoje.
A Câmara queria alterar o programa para deixar mais clara a anistia criminal a quem aderir e para suavizar o valor cobrado -a tributação e a multa incidiriam sobre os bens e valores que as pessoas tinham fora do país em 31 de dezembro de 2014, e não sobre todo o montante movimentado no exterior.
Com as alterações, o prazo para adesão ao programa, que termina no próximo dia 31, seria adiado para 16 de novembro. A tributação que os sonegadores teriam que pagar para regularizar os recursos enviados de forma ilegal também diminuiria.
Essas mudanças, na avaliação dos governadores, poderiam aumentar a adesão à repatriação e, consequentemente, o montante que entraria nos cofres públicos e seria repassado para a União. “Já se sabia que a votação, para ser hoje, teria que ser por acordo, pois não haveria quórum. Não houve acordo, e com isso perde o Brasil e perdem os Estados, que estavam em uma expectativa grande pelos recursos”, disse Rollemberg.
O plenário da Câmara tentou votar o projeto, mas não houve consenso de Maia com o PT e outros partidos menores. Com isso, o presidente da Casa afirmou que a proposta está definitivamente engavetada.
Questionado sobre as mudanças na Lei de Repatriação, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, que entrava para a reunião com os governadores, disse que o tema agora cabe ao Congresso. “Não cabe mais nos manifestarmos sobre o tema. Isso estava em discussão na Câmara, e o presidente hoje disse que o tema estava arquivado”.
Parabéns STF! Conseguiram desviar parte da atenção da população para sua inércia para o que de fato seria relevante para o país!
Acaba logo com isso!
Gente a vaquejada hoje não tem mais maus tratos, pq existe protetores de Rabo a areia com 50cm para não machucar boi é cavaleiros quando cai e lembrando que cada boi desse só corre 2 eventos pq ficam espertos e não caem mais e falo mais quem tiver ideia de maos tratos deixem seus nomes pq se a vaquejada acabar vou doar várias receptoras e vc cuidam para elas não passar fome pq isso vai ser sim maus tratos, e faço um acordo com qualquer um se deixar de comer carne é usar sapatos,conto ou bolsas de couro para de corre vaquejada obg
Fogueiras juninas? Quais serão as próximas vítimas dessa intolerância globalista que quer fazer com a vaquejada o que fizeram com a capoeira no passado? A vaquejada é mais do que um esporte ou uma manifestação cultural, é o registro histórico de como colonizamos os sertões no ciclo do gado. Assistir a uma apresentação de vaquejada é um exercício de arqueologia social. Hoje somos predominantemente urbanos, nos tornamos isso, seres metropolitanos caminhando para intolerância com os diferentes dos nossos valores, da nossa "cultura web", hiperconectados, com nossos papos politicamente corretos, cheios de "causas sociais". O vaqueiro é uma minoria, mas uma minoria diferente, de valores tradicionais, de religiosidade popular, antes de tudo um forte, diferente daquela turma que curte a liberação das drogas, etc, porque o vaqueiro é um trabalhador braçal, um lutador. O PGR e o STF que nunca fizeram nada que pudesse cumprir o mandamento constitucional de redução das desigualdades regionais querem colocar a polícia (que até parece que não tem o que fazer) para fechar vaquejadas. Parece que queremos fechar os olhos a uma sociedade pastoril que é nossa origem, nossa base, um mundo rural que está à nossa volta, ainda sofrido para conviver com o semiárido sem gestão racional de recursos hídricos e sem políticas públicas para a agricultura familiar, distante por ter valores e práticas totalmente diversas das nossas, um mundo que é apegado sim a valorosas tradições, a outros traços culturais, que ainda valoriza a força e o simbolismo da lida com o gado, a habilidade de dominar cavalo e boi, enfim, que cultua o irredentismo da vida rural, com suas privações e bucolismo. Cultura se muda? Calma aí! Devagar com o andor! Esse tipo de imposição precisa de parcimônia, não se pode querer mudar porque "minha cultura é melhor que a sua", isso é tirania. O vaqueiro vive uma realidade distinta, que é um outro mundo que, na verdade, pensando bem , hipocrisia de lado um momentinho, não queremos que fique assim tão distante… afinal frete é caro e é de lá da zona rural que vem a comida da nossa mesa.
Eu apoio vaquejada!quem é contra poderia pelo menos conhecer a vaquejada de hoje em dia pra depois poder da a sua opinião.
Tradição a mais de 100 em nosso Nordeste.????
Vaquejada lega.??
Vou puxar teu cabelo e jogar noch chão .kkk
#Soriedem , se fossemos pensar como vc não deveríamos comer mais carne , pois que sofrimento maior q a morte ? Caso vc não lembre , matamos boi pra comer sua carne !! Que sofrimento maior que a morte !!!
Ainda que não arranque o rabo do bichinho, deve doer pra caramba. Deixa eu te dar um catolé com vc em velocidade? Além do puxão, o animal cai no chão. 250 kg a 15 km/h da mais de 3 ton de força se esburrachando no chão, Nam!!!!!
Pelo que conheço do STF ninguém ali nunca foi numa vaquejada. Li acórdão e os votos e não entendo o que o eles quiseram dizer que os maus tratos são "intrínsecos" à apresentação.
Na verdade, o boi é um animal bruto por natureza, não é um "pet".
Toda a atividade com o gado exige uma certa dose de força, isso rotineiramente, o boi não entra de bom grado no caminhão ou no cercado, há sim chicotadas e um certo uso de força, nesse sentido é inerente à própria pecuária, que seria extinta (e ninguém comeria mais carne no mundo) se se levar às últimas raias a idéia de "maus tratos" ou se for feito esse paralelo no mínimo curioso, de querer comparar o ser humano ao animal como sujeitos dos mesmos direitos, esse pensamento não parece ser realista.
"Atividade esportiva e festiva" segundo o Ministro Dias Toffoli. Penso que seria importante lembrar a movimentação economica envolvida no esporte.
As indústrias veterinária, de pneus, automobilística, rações, fertilizantes, bebidas, além dos artesãos e artistas dos shows, todos, têm uma parcela razoável do seu faturamento no setor.
Não consigo imaginar como ficará a cabeça de muitas crianças vendo seus ídolos tachados como marginais. Se existem erros no esporte, eles podem ser corrigidos? Será que não é "politicamente correto" corrigi-los e manter uma atividade tão importante para a sobrevivência de tantas famílias, de pé, do que simplesmente acabar?
Estamos vendo muitos com bom senso, estamos precisando é de um consensso.
Rapaz, é inaceitável esse tipo de prática nos dias de hoje.
#fimdasvaquejadas