🎉 CANJICADA DO MEU SENHOR 🎉
Vem aí o arraiá mais abençoado de Natal! 🌽🙏
Uma festa pra lá de boa, com forró no coração e um propósito lindo: comemorar o aniversário de Monsenhor Lucas Batista Neto e ajudar na reconstrução da Capela da Casa da Criança.
🗓 07 de Junho de 2025
⏰ Das 17h às 22h
📍 Casa do Menor Trabalhador – Rua Presidente José Bento (Antiga Av. 3), 927 – Alecrim
🎫 Senhas Individuais na Casa da Criança ou com nossos Comissários – Valor: 50 Reais
Vai ter alegria, vai ter tradição, vai ter fé… só não vai ter bebida de fora, viu? 🚫🍾
Traga o coração aberto, o chapéu de palha na cabeça e venha fazer parte dessa festa junina com propósito! 💒🎶
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio da Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD/Natal), com apoio da Delegacia Especializada na Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas (DEPROV) e da 103ª Delegacia de Polícia de Tibau do Sul, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (28), a terceira fase da “Operação Jackpot”. A ação resultou no cumprimento de três mandados de prisão preventiva, expedidos em desfavor de duas mulheres e um homem, com idades entre 29 e 35 anos, investigados pelos crimes de associação criminosa, induzimento à especulação, exploração de jogos de azar, crime contra as relações de consumo e lavagem de dinheiro.
De acordo com as investigações, os suspeitos integravam uma associação criminosa voltada à divulgação e exploração do chamado “jogo do tigrinho”. A influenciadora digital investigada era responsável por divulgar o jogo nas redes sociais, enquanto sua irmã administrava os grupos virtuais utilizados para atrair participantes. Já o terceiro investigado utilizava uma barbearia para lavar os valores obtidos de forma ilícita.
A Justiça determinou o sequestro de aproximadamente R$ 5 milhões em contas e bens dos envolvidos, além da apreensão de três veículos de luxo. Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram recolhidos diversos itens de alto valor, como mais de 150 perfumes importados, relógios da marca Rolex, bolsas de grife, joias e dinheiro em espécie (moeda nacional e estrangeira).
A “Operação Jackpot” visa reprimir a exploração de jogos de azar e fraudes associadas a esse tipo de prática, especialmente aquelas promovidas nas redes sociais com falsas promessas de lucros fáceis e constantes. O nome da operação faz alusão ao termo de origem inglesa utilizado no mundo das apostas, que significa “prêmio acumulado”, remetendo ao engodo utilizado pelos criminosos para atrair vítimas.
As investigações seguem em andamento por parte da PCRN.
Eu não consigo entender como ainda tem pessoas que acredita e joga em certos jogos na Internet, inclusive nas Bet’s, é muita ingenuidade ou burrice mesmo.
Vendedor de ilusão? Tipo prometer picanha?
Joga quem quer. Darwnismo econômico. Otário tem mais é que ser extinto, se fu…, passar o dinheiro para especies mais inteligentes, em nome da evolução das espécies e da alocação menos imbecil dos recursos.
Joga quem quer em um país com QI médio de 83, rasa instrução e casas de apostas claramente manipuladas, é de uma falta de alteridade gritante.
Isso é uma máquina de drenar dinheiro, o que a loteria federal e bicho drenam no ano eles conseguem em dias, é só ficar clicando.
A turma acha que aqui é um país escandinavo, fora que o grosso do montante nem fica no país. Esses 5MI da sem futuro é uma fração da grana da empresa lá da casa de chapéu.
Conheço pessoas sem muita instrução formal extremamente desconfiadas com essas apostam. No máximo apostam nas lotéricas com o troco da conta de água.
Um pedido inusitado causou surpresa dentro da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP) do Rio Grande do Norte. A chefe da Unidade Instrumental de Administração Geral (UIAG), Maria do Socorro Oliveira, conhecida por sua proximidade com a governadora Fátima Bezerra (PT), assinou um memorando solicitando acesso ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI) para uma apenada do regime semiaberto.
De acordo com o documento oficial, datado de 26 de maio de 2025, a detenta Yasmin Dantas Forte Belo deveria ter permissão para atuar na aba “SEAP-UIAG-COMPRAS” do sistema. A solicitação tinha como objetivo permitir que a apenada fizesse pedidos de materiais, inserisse notas fiscais e documentos referentes ao recebimento de itens no almoxarifado da pasta.
A medida causou estranheza entre servidores e policiais da própria secretaria, que conta com diversos comissionados e efetivos aptos para a função. O fato de uma pessoa em cumprimento de pena ter sido escolhida para uma função com acesso ao sistema oficial do Governo do Estado levanta dúvidas sobre os critérios adotados e a legalidade da decisão, ainda que o documento mencione que a “viabilidade do atendimento do pleito e legalidade foi verificada previamente junto ao Gabinete da Secretaria”.
Nossa acho um absurdo a forma como discriminam uma pessoa pelo seu passado…nem conhece a moça…. talvez ela seja mais capacitada de qualquer um dos comissionados servidores e estagiários presentes…..e o nome disso é ressocialização e reinserção social
E muita vagabundagem , veja se é uma coitada presa, vá ver quem é, estão infiltrando aos poucos , tudo bem que resocialize ,agora tem que ter o local , que não seja dentro de onde ela estava presa , poxa que absurdo , os PPs estão sendo humilgadospor essa corja de parasitas do ar-condicionado.
Eu acho um absurdo uma sociedade preconceituosa que não dá chance as pessoas de reabilitação e julga quem errou como se não tivessem erros no seu curriculum. Achei normal a oportunidade e confiança depositada pois a moça merece.
Eu poderia chamar de “estranho”, mas acho que a palavra certa seria “estarrecedor”. Fátima vai esperar até o fim do mandato pra substituir o comando da SEAP? Se houver a crise que se desenha, isso poderá minar inclusive a eleição dela pro senado.
A pretensa servidora foi condenada a 13 anos por tráfico de drogas, besteira, deixa ela acessar o sistema de informações de compras e licitações da secretaria. Já passar batom numa estátua a punição são 17 anos de reclusão. Nossa justiça está bem em fazer justiça.
A desembargadora Berenice Capuxú, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), concedeu uma liminar em que determina que o Governo do Estado execute e pague emendas parlamentares impositivas indicadas por deputados estaduais em 2024 e que ainda seguem pendentes. A decisão atende a um mandado de segurança impetrado pelo deputado estadual Luiz Eduardo (Solidariedade).
Depois que for notificado, o Governo do Estado terá cinco dias para cumprir a decisão, embora ainda possa recorrer.
As emendas indicadas pelos deputados contemplam áreas como saúde, assistência social, cultura e infraestrutura, com foco em municípios vulneráveis. O deputado alega que, apesar de regularmente incorporadas ao orçamento, parte dessas emendas não foi liquidada ou paga, sem justificativa técnica formal.
O Governo do Estado e a Secretaria da Fazenda sustentaram que a maior parte das emendas já foi executada, liquidada ou inscrita em restos a pagar. A defesa apontou que algumas pendências se devem à ausência de documentação exigida por parte das entidades beneficiárias ou a pedidos de remanejamento feitos pelo próprio parlamentar.
Na decisão, a desembargadora escreveu que não há comprovação de que os valores foram integralmente pagos ou que eventuais impedimentos técnicos tenham sido devidamente justificados. A magistrada ressaltou que o atraso na execução orçamentária pode comprometer a efetivação das políticas públicas previstas. “A postergação da medida comprometeria a utilidade prática da prestação jurisdicional”, escreveu.
Cada deputado tem o direito de indicar cerca de R$ 4 milhões por ano na execução do orçamento. A liberação dos recursos cabe ao Governo do Estado. Cerca de metade da verba deve ser destinada para a saúde. Até agora, em 2025, o governo liberou um volume pouco representativo de emendas. Por lei, o governo tem até 31 de dezembro para fazer o pagamento. Do exercício deste ano, as que foram pagas até agora foram destinadas principalmente ao financiamento de festas de Carnaval.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, na terça-feira (27), um convite para que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, explique o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) anunciado pelo governo. O requerimento foi apresentado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF).
Ainda não há data definida para que Haddad compareça à comissão.
O ministro deve ser ouvido por deputados no dia 11 de junho, em uma audiência conjunta das comissões de Finanças e Tributação e de Fiscalização Financeira e Controle. A reunião com o chefe da equipe econômica, no entanto, já estava prevista antes do anúncio sobre o IOF.
O aumento no IOF foi anunciado na última quinta-feira (22) e, no mesmo dia, contou com um recuo parcial do Executivo. Ante a repercussão negativa no mercado, o Ministério da Fazenda decidiu revogar o aumento do imposto para investimentos de fundos nacionais no exterior.
Levantamento feito pela CNN aponta que o Congresso Nacional acumula 19 projetos apresentados para barrar o aumento do IOF.
A maioria das propostas é patrocinada pela oposição, que promove ofensiva para sustar as medidas. Do total, 15 foram protocoladas por congressistas do Partido Liberal (PL) e do Novo. Outras três, no entanto, tiveram autoria de deputados do União Brasil, MDB e do Solidariedade — que compõem a base aliada do governo.
O levantamento considerou matérias apresentadas a partir de quinta-feira (22), quando o governo anunciou as novas alíquotas, até segunda-feira (26). Os textos ainda aguardam um despacho dos presidentes das Casas.
Apesar do movimento da oposição para derrubar as mudanças, como a CNN mostrou, as chances de uma matéria do tipo ser aprovada são pequenas. Nos últimos 20 anos, apenas 0,3% dos chamados Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) prosperaram — e, desde 2021, nenhum foi aprovado.
Os PDLs são propostas que regulam ou anulam atos do Poder Legislativo. Se forem aprovados, esses instrumentos não passam pela sanção do presidente da República.
O jogador do Talleres, Navarro, contou detalhes do ato de xenofobia ao qual diz ter sido vítima no estádio do MorumBIS.
Na zona mista, após a partida entre o time argentino e o São Paulo, o lateral revelou que Damián Bobadilla, volante do Tricolor, o teria chamado de “venezuelano morto de fome”.
“Eu estava dizendo ao árbitro para se apressar, porque precisávamos jogar. Aí, do nada, Bobadilla veio e me disse ‘venezuelano morto de fome’. Eu quis sair do jogo, mas, infelizmente, não tínhamos mais substituições. Não quis deixar meu time com um jogador a menos. Minha cabeça não estava mais lá naquele momento. A justiça deve ser feita, isso não pode continuar acontecendo”, disse Navarro.
O que aconteceu
O São Paulo venceu o Talleres por 2 a 1 nesta terça-feira (27), pela Libertadores, mas a partida ficou marcada por um episódio complicado.
O lateral Navarro, da equipe argentina, alegou ter sido insultado por Bobadilla, do Tricolor Paulista. O atleta não quis especificar o que aconteceu, mas deixou o campo chorando.
Navarro é venezuelano, enquanto Bobadilla é paraguaio. Em depoimento à Polícia Militar (PM-SP), o jogador do Talleres afirmou que foi chamado de “morto de fome” pelo jogador do São Paulo.
“Não quero falar disso. Não quero falar de nada, quero ir para casa. Sim, Bobadilla. Ele sabe o que disse. Me ofendeu”, disse, à ESPN.
Mais tarde, durante a coletiva de imprensa dos treinadores, Mariano Levisman também comentou o assunto. O técnico do Talleres afirmou que seu jogador foi vítima de xenofobia por parte do atleta do São Paulo.
O capitão do Talleres, Augusto Schott, foi ainda mais incisivo e falou em racismo.
“Quero falar sobre um ato de racismo que nós sofremos. Nos dói porque estamos num lugar em que se promove muito a luta contra o racismo. Um companheiro nosso ficou muito triste. Não queria deixar passar simplesmente isso”, explicou.
Ser morto de fome não é demérito pra ninguém, é uma contingência momentânea na vida de um SER HUMANO, feio é não ter caráter, feio e ser prepotente e arrogante, feio é o que certo jogadores “profissionais” andam fazendo é falando, são na verdade marginais com um pouco de dinheiro no bolso, mais tudo isso é momentâneo, logo logo deixa de jogar futebol e passar a ser um liso e humilde.
O STF (Supremo Tribunal Federal) remarcou a data e mudou a forma de julgamento da revisão da vida toda do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
O caso estava na pauta da sessão presencial desta quarta-feira (28), a partir das 14h, mas foi adiado e será julgado no plenário virtual da Corte, entre 6 e 13 de junho.
A revisão da vida toda é uma ação judicial na qual os aposentados do INSS pedem para que sejam incluídas na conta da aposentadoria contribuições feitas em outras moedas, antes do Plano Real.
O caso chegou a ser aprovado no Supremo em 2022, em votação apertada —5 a 6—, mas a tese foi derrubada em março de 2024, por sete votos a quatro.
Para os ministros, não há a possibilidade de pedir essa revisão, baseada decisão tomada na reforma da Previdência do governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1999, que alterou a forma de cálculo da aposentadoria e criou o fator previdenciário.
Os aposentados alegam que quem já estava no mercado de trabalho pagando contribuições à Previdência foi prejudicado com a aprovação de regra mais benéfica para novos segurados, que puderam usar 100% de suas contribuições no cálculo da aposentadoria e ganhar mais. Os mais antigos não podiam utilizar salários recebidos em outras moedas.
A mudança no julgamento da correção divide os especialistas. Para alguns, a nova forma de análise pode ser prejudicial para os aposentados porque, no plenário virtual, não há debate direto entre os ministros, o que poderia possibilitar mudança de votos. Cada um deposita seu voto sem que haja interação entre eles.
Para outros, como não há mais chances de a revisão da vida toda ser concedida nem no INSS nem na Justiça, não faz diferença se a análise for presencial ou virtual. A única coisa desvantagem seria esse novo adiamento.
A advogada Adriane Bramante, conselheira da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo) e do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário) afirma que a tese não voltará a ser aceita no Judiciário e o que se espera é que o Supremo faça a chamada modulação dos efeitos, quando decide detalhes de um julgamento.
Neste caso, a expectativa é que os ministros mantenham posicionamento já defendido por eles ao julgar os recursos da ADIs do fator, quando entenderam que quem já recebeu a revisão não precisa devolver valores ao INSS. No entanto, o benefício deve voltar ao valor original, ou seja, volta a ser menor.
João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin, diz que nenhum aposentado deve mais entrar na Justiça pedindo a revisão, porque não há chances de vitória. Para quem já entrou no Judiciário, o Ieprev (Instituto de Estudos Previdenciários), que ele representa, pede aos ministros para conceder a revisão a quem já entrou com ação, mas ainda não teve o trânsito em julgado —quando um caso chega totalmente ao final.
“Para os aposentados que entraram na Justiça, a gente está pedindo a modulação dos efeitos, ou seja, garantir a revisão para quem já havia iniciado o processo. Teve um overruling, que é uma reversão de jurisprudência, e o Supremo tem de proteger essas pessoas em nome da segurança jurídica”, diz.
A mudança de entendimento ocorreu quando a corte julgou duas ADIs (Ações Diretas de Inconstitucionalidade) considerando o fator previdenciário constitucional, aprovando integralmente o artigo 3º da lei —que era justamente o artigo a ser modificado na revisão da vida toda— e determinando que o que se aplica a ele não pode ser alterado de nenhuma forma.
Agora, o STF vai julgar o recurso extraordinário 1.276.977, que é caso original da revisão. O recurso chegou ao Supremo em junho de 2020, depois de ter sido aprovado em dezembro de 2019 no STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Um dos posicionamentos contrários à correção, do ministro Cristiano Zanin, questiona justamente o julgamento do STJ. Segundo ele, houve uma decisão tomada de forma inconstitucional. Para o ministro, o Tribunal Superior precisaria de ter maioria dos ministros da corte para tomar uma decisão desse tipo, e não maioria dos ministros presentes na sessão de uma turma, que foi o que teria ocorrido.
Esse processo, os aposentados já ganharam no STJ, e duas vezes no STF (no plenário virtual e no plenário físico) mesmo assim eles fizeram uma manobra para prejudicar os aposentados, passaram por cima de suas próprias decisões
A possibilidade de um congelamento ainda maior de emendas parlamentares virou o principal trunfo do Ministério da Fazenda nas negociações com o Congresso Nacional para manter o decreto que elevou as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), anunciado na semana passada.
O governo também avalia recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso o ato seja derrubado.
Parlamentares da oposição e entidades empresariais pressionam o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a pautar a votação de um decreto legislativo para anular a medida que eleva o imposto, anunciada pelo Ministério da Fazenda na semana passada.
O texto aumenta o imposto cobrado em transações como compra de moeda estrangeira, remessas ao exterior, operações de crédito e uso de cartão de crédito internacional. O objetivo foi elevar a arrecadação federal em cerca de R$ 20 bilhões. No mesmo dia do anúncio, na última quinta-feira, o Ministério da Fazenda recuou da taxação sobre envio de recursos de fundos ao exterior e a nova estimativa de receita ainda não foi revelada.
Cinco dias após a publicação do decreto, deputados e senadores já apresentaram 20 projetos de decreto legislativos (PDLs) para sustar o ato de Lula. O Congresso pode derrubar decretos publicados pelo presidente, com necessidade de aprovação no plenário das duas Casas e sem necessidade de sanção.
Integrantes do Ministério da Fazenda têm dito a parlamentares que uma eventual derrubada desse decreto iria elevar o congelamento de gastos do governo, anunciado em R$ 31,3 bilhões na semana passada. Esse total levou a uma restrição de R$ 7,8 bilhões em emendas parlamentares para ajudar no cumprimento de regras fiscais.
Uma eventual derrubada do decreto do IOF levaria a uma trava de cerca de R$ 12 bilhões das emendas parlamentares, de acordo com cálculos de técnicos do governo. Esses números estão sendo apresentados em conversas entre a Fazenda e parlamentares a respeito do tema.
Pelas contas da equipe econômica, sem a receita do IOF, o congelamento total de despesas teria que subir de R$ 31,3 bilhões para R$ 51,8 bilhões.
Regras orçamentárias
As regras da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 permitem que, em caso de contingenciamento, as emendas sejam represadas na mesma proporção que as demais despesas discricionárias, que são ações de custeio e investimentos do Poder Executivo.
A equipe econômica já precisa resolver como compensar a perda de arrecadação com o recuo referente às remessas de fundos e aplicações diretas no exterior. Segundo o ministro Fernando Haddad, a receita total com a mudança na cobrança de IOF deve cair cerca de R$ 2 bilhões.
A Fazenda foi informada que existe um movimento para derrubar o decreto, mas tem ressaltando os impactos sobre as contas do governo. Emendas são uma parte do Orçamento cuja destinação é escolhida por deputados e senadores, que normalmente escolhem obras e serviços para suas bases eleitorais.
A possibilidade de o governo recorrer ao STF também está sendo levantada, caso o decreto seja derrubado. Nesse ponto, o argumento é que alterar o IOF é competência do presidente da República, de modo que não poderia ser revogada pelo Congresso.
Na Câmara, o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizou que irá discutir o tema na reunião de líderes da quinta-feira. Ontem, União Brasil e Republicanos se juntaram à pressão da oposição pela derrubada das medidas.
Na segunda, Motta disse nas redes sociais que “o Estado não gera riqueza — consome”. E que o Brasil “não precisa de mais um imposto”, mas, sim, de “menos desperdício”. Lula se reuniu com ele o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP, no domingo, em encontros separados, em meio ao ruído.
Em um manifesto divulgado na noite desta segunda-feira, entidades empresariais defenderam que o Congresso anule o decreto do governo. As entidades afirmam que o setor privado “recebe com preocupação” as medidas do governo que envolvem o aumento do IOF, como uma expectativa inicial de arrecadação de cerca de R$ 20 bilhões.
Kkkkkk,queima cabaré,tá tudo dominado,pode fechar o congresso,não tem mais pra que deputado e senador nessa geringonça não,se resolve tudo no STF,eita país esculhambado,quero vê essa bexiga 🎈 acabar de se torar em banda
Uma emenda parlamentar se faz muito importante para um Estado pobre como o RN, que além das necessidades para complementar dos serviços , é por demais importante para todo o RN, que geralmente um politico determina parte dessa emenda ou total emenda para execução de obras, tais como hospitais ou mesmo um colégio, um um posto de saúde, etc, etc.
“Emendas são uma parte do Orçamento cuja destinação é escolhida por deputados e senadores, que normalmente escolhem obras e serviços para suas bases eleitorais.” Sou a favor de acabar com essas emendas, pois são elas que favorecem a maior parte da corrupção Brasileira, seja PT ou PL tudo isso é só mimimi, para prejudicar a vida de quem mais precisa. O problema dos brasileiro é achar que político bom é aquele que vive para dá “cesta básica, tijolo e dentadura” e esquece que é dever de todo político seja de esquerda ou direita, tratar o povo com respeito e principalmente trabalhar para o povo ao invés de apenas tratar dos seus próprios interesses. A DIREITA GRITA: “EU QUERO DINHEIRO E SE VOCÊ NÃO ME DER, EU NÃO APROVO NADA E POSSO LHE DÁ UM IMPEACHMENT” E A ESQUERDA: “VOU TIRAR ESSE DINHEIRO DE ONDE SE NÃO TEM? JÁ SEI VOU AUMENTAR OS IMPOSTOS E TAXAR QUEM PRECISA TRABALHAR MAIS DE 44H SEMANAI” É SIMPLES ASSIM COMO A COISA FUNCIONA NO BRASIL.
Lembrar aos idiotas que pensam que pobre não se preocupa com IOF, a maioria dos empresários que fecha as portas já mandou o dinheiro pra um fundo de investimento ou tesouro, quando desiste do Brasil quem perde mais são os pais e mães de família que perdem seus empregos.
Certamente isso vai acontecer, pois a DIREITA, Brasileira ao invés de cooperar para o crescimento do país, só pensa em arrancar verba através de emendas parlamentares.
Só uma pergunta, Matheus, a mesma direita que instituiu a redução gradual até ZERAR o IOF em 2028? Ah, entendi, tá bom então. Parabéns pela interpretação tão profunda e inteligente dos fatos e da realidade. Mentes brilhantes como a sua explicam muito bem a situação do Brasil.
Pode isso, Arnaldo? Executivo e STF feito carne e unha. Absurdo.
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, é esperado nesta quarta-feira (28) em uma audiência pública na Câmara dos Deputados para debater a operação que revelou a fraude de descontos associativos na folha de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A audiência será realizada na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado a partir das 10h e atende a requerimento dos deputados Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) e Cabo Gilberto Silva (PL-PB).
Os deputados alegam que a audiência busca esclarecer se as investigações da PF estão sendo conduzidas com independência e imparcialidade, sem qualquer interferência do governo federal para atrapalhar o processo.
Na justificativa para o pedido, Silva afirma que a imprensa noticiou um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e representantes de sindicatos investigados na Operação Sem Desconto.
Para ele, a reunião “levanta sérias dúvidas sobre a possibilidade de interferência do Poder Executivo nas investigações em curso”.
Já Bilynskyi justificou o pedido com base em notícias divulgadas pela imprensa de que um dos investigados na operação teria sido escoltado por agentes da Polícia Federal no Aeroporto de Brasília, mesmo sem possuir prerrogativa legal ou ato formal que justificasse tal medida de segurança.
“O episódio levanta sérias dúvidas quanto à legalidade do uso da força policial para fins particulares, à eventual interferência política no funcionamento da Polícia Federal e à responsabilidade administrativa de seus superiores hierárquicos”, afirma.
Fraudes
A Polícia Federal, junto à Controladoria-Geral da União (CGU), foi a responsável por revelar o esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões.
As entidades teriam cobrado de aposentados e pensionistas um valor estimado de R$ 6 bilhões.
A operação teve início a partir da identificação do aumento expressivo dos descontos e do crescimento de denúncia de aposentados em relação a cobranças não autorizadas.
Em abril, todos os acordos de cooperação técnica das entidades associativas foram suspensos. O governo agora estuda formas de ressarcir os prejudicados.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apoiou a decisão da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, de se retirar de uma audiência da Comissão de Infraestrutura do Senado nesta terça-feira (27).
Em conversa por telefone, Lula afirmou ter se sentido melhor ao ver a ministra se afastar da reunião depois do bate-boca com senadores. O presidente está em recuperação de um quadro de labirintite, diagnosticado na tarde de segunda-feira (26).
Segundo a assessoria de Marina, o presidente considerou acertada a atitude da ministra diante do tratamento dado a ela na audiência. Ela teve embates com Marcos Rogério (PL-RO), presidente da comissão, e com os senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Plínio Valério (PSDB-AM).
ENTENDA
A ministra do Meio Ambiente e o presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado, Marcos Rogério, discutiram durante a audiência pública desta 3ª feira (27.mai).
O embate se iniciou durante questionamentos apresentados pelo senador Omar Aziz (PSD-AM) a respeito da construção da estrada BR 319. A ministra e o senador amazonense trocaram farpas e empacaram o andamento da reunião por vários minutos. Marcos Rogério relutou em conceder direito de resposta à ministra.
“O senhor gostaria que eu fosse uma mulher submissa, mas eu não sou. Eu vou falar”, disse Marina. Na sequência, Marcos Rogério, irritado, disse “agora é sexismo, ministra? Me respeite, ministra. Se ponha no teu lugar”.
Uma gritaria generalizada tomou a sessão. A senadora Eliziane Gama (PSD-MA), que estava no local, questionou: “O que é isso, presidente? Que desrespeito é esse com a ministra? Ponha-se o senhor no seu lugar”.
“Vossa excelência não venha atribuir a este presidente que é sexista. Eu não sou sexista. A senhora veio a essa comissão para tumultuar”, disse Marcos Rogério durante a discussão.
Em outro momento, o senador Plínio Valério–que já falou em “enforcar” a Marina Silva em um evento de empresários– disse, ao se dirigir a ela, que “a mulher merece respeito, a ministra, não”. Marina Silva se retirou da audiência após a declaração.
O atual governo só tem imposição, intransigência e arrogância em suas falas.
É o ódio acima de tudo e a vingança para todos opositores.
Não existe debate.
Na falta de argumentos, logo se posicionam como vítimas de suas irresponsabilidades, de suas incompetências e até, em alguns casos, vítima da própria corrupção.
É um governo que só tem objetivos obscuros como aumentar impostos, massacrar o povo e criar narrativas para encobrir toda desgraça que espalha no Brasil.
Essa ministra é mais uma das peças na engrenagem destrutiva do atual governo.
O projeto Rota 22, promovido pelo PL em parceria com o Instituto Álvaro Valle, chegou à região do Seridó nesta terça-feira (27) com uma oficina realizada na cidade de Lagoa Nova (RN). O encontro, sediado na Câmara Municipal, reuniu gestores, lideranças políticas e representantes da sociedade civil com o objetivo de discutir soluções para desafios locais, como a qualificação profissional de jovens, o combate às drogas e a necessidade de uma gestão compartilhada entre os entes municipal, estadual e federal.
A próxima parada do projeto será em Acari (RN), nesta quarta-feira (28), às 14h, no Centro Pastoral Cônego Deoclides de Brito Diniz. Para saber mais sobre o Rota 22, acesse plrota22.com.br ou acompanhe os perfis @pl22rn e @plnacional22 nas redes sociais. Também é possível receber atualizações diretamente pelo canal de WhatsApp: canal.plrota22.com.br.
Para o prefeito de Lagoa Nova Iranildo Aciole, a concretização da Estrada da Produção, que ligaria importantes polos do interior potiguar, ainda é um sonho distante. “A gente espera que esse sonho possa se tornar realidade”, afirmou.
Já o vice-prefeito de Lagoa Nova, Daniel Saldanha, cobrou maior engajamento dos governos estadual e federal. “Hoje a nossa grande dificuldade, enquanto gestor municipal, é resolver um problema que não é nosso. Falta atenção do governo estadual e federal”, criticou.
Durante o encontro, Vagner Nonato, agricultor de São Vicente (RN), lamentou a falta de interesse de jovens em buscar capacitação. “A grande dificuldade do homem do campo é a mão de obra”, afirmou. Já o ex-prefeito de Currais Novos, Zé Lins, apontou que o potencial da escola técnica da região poderia estar sendo melhor aproveitado para mudar essa realidade. O vereador Jeferson, de Lagoa Nova, reforçou a crítica: “Hoje a gente não está preparando o nosso aluno para o futuro”.
Outro problema destacado foi o avanço das drogas e seus impactos na segurança pública. “As drogas criam situações que aumentam a criminalidade”, alertou o vereador Jean Carlo, também de Lagoa Nova.
Sob a liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador Rogério Marinho, o Projeto Rota 22 realiza oficinas e seminários por todo o estado, com foco na escuta ativa da população e na formulação de propostas concretas para melhoria da qualidade de vida.
Um homem oriundo do município de Belém deu entrada na noite desta terça-feira (27) no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa após introduzir um corpo estranho, um objeto semelhante a um coco, em suas partes íntimas.
De acordo com um socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), a equipe foi acionada após a unidade hospitalar de Belém informar que havia um homem com um objeto no ânus, apresentando quadro de dor intensa e sangramento anormal.
Diante da gravidade da situação e da perda significativa de sangue, o paciente foi transferido para a capital paraibana. No Hospital de Trauma, ele recebeu atendimento especializado, e os médicos conseguiram retirar o objeto.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou as viagens aos Estados de Pernambuco e da Paraíba, marcadas para esta quarta-feira, 28. A Secretaria de Comunicação da Presidência informou que o petista está clinicamente bem e medicado.
Nesta terça-feira, 27, o presidente cancelou agendas externas e permaneceu no Palácio da Alvorada, em Brasília. No dia anterior, Lula almoçou no Palácio do Planalto e, em seguida, sentiu vertigem. Ele foi levado ao Hospital Sírio-Libanês de Brasília no carro oficial da Presidência da República.
Como consequência, cancelou reuniões com os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil) e Luciana Santos (Ciência e Tecnologia).
Segundo boletim médico divulgado pelo hospital, os exames de imagem e sangue de Lula estão “dentro da normalidade”. Ele permaneceu duas horas no local, localizado na Asa Sul, a cerca de 10 km do Planalto. No fim da tarde, voltou ao Alvorada, onde ficou em repouso.
Itinerário de Lula no Nordeste
De Brasília, Lula vai viajar para Salgueiro (PE), onde vai participar, às 11h, da assinatura da ordem de serviço para duplicação da estação de bombeamento EBI-3, do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco. Também visitará a Barragem de Salgueiro.
Depois, o presidente vai a Cachoeira dos Índios (PB) para entregar o primeiro trecho do Ramal do Apodi. As duas obras integram o programa “Caminhos das Águas”.
Outras viagens previstas na semana incluem a entrega do programa Terra da Gente em Ortigueira (PR) e a celebração da retomada da Operação do Porto de Itajaí (SC). No entanto, essas agendas ainda não estão confirmadas.
A psicóloga comportamental Francesca Gino, professora da Harvard Business School e referência global em pesquisas sobre honestidade, foi demitida e perdeu a cátedra após uma investigação interna concluir que ela manipulou dados em quatro estudos científicos.
A decisão foi tomada pela Harvard Corporation, instância máxima de governança da universidade, e é a primeira cassação de cátedra registrada na instituição desde os anos 1940.
A ironia do caso — uma pesquisadora que dedicou a carreira a entender a desonestidade sendo afastada por fraude acadêmica — atraiu atenção internacional.
Francesca Gino era uma das acadêmicas mais prestigiadas da área, com mais de 140 artigos publicados e presença frequente na mídia e em fóruns corporativos.
As suspeitas surgiram em 2021, quando os autores do blog Data Colada, mantido por cientistas comportamentais, apontaram indícios de manipulação de dados em artigos assinados por ela entre 2012 e 2020.
Um dos estudos mais citados defendia que pedir a alguém para assinar uma declaração de honestidade no início de um formulário — e não ao final — aumentaria a veracidade das respostas. O artigo foi formalmente retraído naquele mesmo ano.
Harvard abriu uma apuração oficial em outubro de 2021. A investigação incluiu revisão de dados, e-mails e manuscritos, entrevistas com colaboradores e uma auditoria conduzida por uma consultoria forense externa.
O relatório final, entregue em março de 2023, concluiu que a professora cometeu má conduta científica de forma intencional, consciente ou, no mínimo, imprudente. A hipótese apresentada por ela — de erro cometido por assistentes ou sabotagem — foi rejeitada.
Francesca Gino foi afastada sem salário em junho de 2023, perdeu o direito de acessar o campus e ficou impedida de publicar nos canais da Harvard Business School.
A universidade recomendou a revisão completa de sua produção científica.
A professora nega todas as acusações.
“Não cometi fraude acadêmica. Não manipulei dados para produzir resultados específicos”, escreveu em seu site.
Em 2024, entrou com uma ação de US$ 25 milhões contra Harvard, o reitor da escola e os autores do blog, alegando difamação, discriminação de gênero e invasão de privacidade.
Um juiz federal rejeitou as acusações de difamação em setembro do mesmo ano, reconhecendo que, como figura pública, o trabalho da professora está sujeito a críticas protegidas pela Constituição americana.
Não precisava ter manipulado nada.
Esse estudo era pra ter acontecido em Brasília na praça dos três poderes, maior local de pessoas desonestas do mundo.
Aqui tá o laboratório.
hehehehe
O PortalBO recebeu com exclusividade imagens do Pavilhão 01, do presídio Estadual Dr. Francisco Nogueira Fernandes, conhecido como Alcaçuz, em Nísia Floresta, após um início de motim diante da morte sem explicação de um dos presidiários.
A SEAP (Secretaria Estadual de Administração Penitenciária) informou, através de nota que não tinha ocorrido nenhum início de motim na unidade, porém, as fotos registradas desmentem a secretaria.
As imagens mostram uma das partes de alvenaria e ferragens destruídos, assim como tubos e um das grades abertas. A assessoria de comunicação deverá se pronunciar nas próximas horas sobre o assunto.
A Câmara dos Deputados instalou, nesta terça-feira, 27, a subcomissão especial da Comissão de Segurança Pública para fiscalizar, in loco, denúncias de violações de direitos humanos praticadas no Sistema Penitenciário brasileiro contra os presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
O requerimento que cria a subcomissão, de autoria do líder da oposição na Casa, Luciano Zucco (PL-RS), foi aprovado pela Comissão de Segurança no último dia 1º de abril.
O grupo vai também apurar as responsabilidades político-administrativas pelas violações e avaliar as condições físicas, materiais e institucionais a que esses presos estão sendo submetidos.
São 12 membros titulares e igual número de suplentes. O prazo de duração dos trabalhos é até 31 de dezembro de 2025, podendo ser renovada ou extinta.
Coronel Meira (PL-PE), Ramagem (PL-RJ) e Zucco foram escolhidos como presidente, primeiro vice-presidente e relator da subcomissão, respectivamente.
“O que está acontecendo no Brasil é perseguição política disfarçada de justiça, e quem finge que não vê isso está sendo cúmplice. Há brasileiros presos há mais de um ano, sem sentença, sem julgamento justo, com processos ocultos, defesa dificultada e uma condenação pronta, definida antes mesmo da denúncia”, afirmou Meira.
“O que mais me revolta é ver mulheres presas, muitas delas mães, privadas do convívio com os filhos, adoecidas, humilhadas, sem qualquer respeito à sua dignidade”.
Na justificativa do requerimento para criação da subcomissão, Zucco afirma que desde as ocorrências do dia 8 de janeiro de 2023, “incessantemente têm chegado ao conhecimento dos parlamentares federais de Oposição denúncias de violações de direitos básicos e fundamentais das pessoas que foram presas em decorrência do cumprimento do mandado geral de prisão em flagrante que arrastou para dentro do sistema carcerário do Distrito Federal contingente superior a 1.400 pessoas”.
Também de acordo com o deputado, “há ainda mais de 150 pessoas presas em decorrência dos eventos políticos do dia 8 de janeiro de 2023, as quais continuam recebendo tratamento discriminatório de privação deliberada de direitos fundamentais na execução penal, nucleares à garantia da dignidade da pessoa humana”.
Ramagem, que ficou como vice-presidente da subcomissão, é réu por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
Estou ansiosa pra dançar, brincar e encontrar-me com muitos amigos. Vai ser muito legal