Saúde

A explosão H1N1: A perigosa gripe chega antes do previsto ao País

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Neste ano, o H1N1 chegou mais cedo ao Brasil, castigando especialmente São Paulo. Tido como um mal do frio, até o fim do verão de 2016 ele já havia matado no País 28% a mais do que em todo o ano passado. Entre os paulistas a situação foi pior: quase três vezes mais fatalidades e 700% mais casos no mesmo período. Desta vez, a gripe veio antes provavelmente por dois motivos. Primeiro, porque pessoas contaminadas no hemisfério norte (onde é inverno) trouxeram a infecção, que se alastrou. Segundo, porque o número de vacinações em 2015 ficou abaixo do esperado, resultando em mais pessoas suscetíveis à doença. Mas pesquisadores conjecturam que até o fenômeno climático El Niño possa ter alguma culpa nessa história. “É uma surpresa enorme quando uma doença comum na época de frio começa tão precocemente”, diz o infectologista Marcos Boulos, professor da Universidade de São Paulo e coordenador de Controle de Doenças do estado.

O que mais tem preocupado é o grande número de mortes decorrentes do H1N1 este ano. Elas estão diretamente relacionadas ao aumento de casos, mas há outros fatores. A gripe é perigosa quando causa nos pacientes insuficiências respiratórias graves, que podem ser fatais. Normalmente, as maiores vítimas são idosos, diabéticos e cardiopatas. Ainda que esses grupos continuem sob risco, cerca de 50% das mortes em 2016 se deu entre adultos na faixa etária de 40 a 60 anos, parcela que normalmente está mais isenta e não é alvo costumeiro das campanhas de vacinação. “O H1N1 parece ser mais agressivo do que outros subtipos virais, com maiores possibilidades de provocar infecções graves” afirma o infectologista Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior, supervisor médico do ambulatório do Hospital Emílio Ribas, de São Paulo.

O H1N1 também é um vírus democrático, que faz vítimas em todas as classes sociais. Além de Tom Cavalcante, outro famoso infectado foi o apresentador Marcelo Rezende, da Record, que escreveu numa rede social que “a dor no corpo é como se você brigasse com o Mike Tyson no dia em que ele está zangado”. O apresentador está recebendo medicamentos e ficará em recuperação num hospital de ponta por pelo menos uma semana, mas a maioria dos doentes enfrenta muito mais dificuldades. Com aumento de 50% de procura devido ao surto gripal, o Hospital Municipal São Luiz Gonzaga, na zona norte da capital paulista, foi alvo de uma confusão generalizada entre pacientes e médicos na noite da terça-feira 29. Os funcionários até construíram uma barreira de cadeiras na entrada do pronto-socorro pediátrico para evitar a entrada de pais desesperados, que esperavam até dez horas pela consulta. Ali, a mãe de uma criança doente só teve o filho atendido após chamar a Polícia Militar.

Em várias outras unidades de saúde pública de São Paulo, principalmente na periferia, faltam médicos.
A crise é de tais proporções que nem algumas das mais prestigiadas clínicas paulistanas têm dado conta de atender a todos. Nas unidades do Hospital Albert Einstein do Ibirapuera e do Morumbi (SP), por exemplo, a espera pela aplicação da vacina supera duas horas – e os estoques semanais recebidos pelo hospital podem acabar “a qualquer momento”. Na clínica Cedipi, localizada nos Jardins, um dos endereços mais caros da cidade, a versão quadrivalente, que protege contra o H1N1 e mais três tipos de gripe, estava esgotada na quinta-feira 31 e as linhas telefônicas congestionadas devido ao aumento nas buscas. Muitos lugares simplesmente não possuíam mais o medicamento disponível, e alguns deles escalaram funcionários para avisar os clientes, ainda na rua, sobre a escassez. Contaminadas com H1N1 no fim de março, a empresária Rosemeire Rizzo, 50 anos, e sua filha, a publicitária Renata, 26, foram diagnosticadas no Einstein.

Com recomendação de repouso absoluto, foram comprar o medicamento Tamiflu, prescrito para esse tipo de gripe, nas farmácias do bairro nobre de Alphaville, na Grande São Paulo, mas não encontraram o remédio em nenhuma delas. “Acabou por conta da alta procura”, afirma Rosemeire.

Para debelar a crise, o governo federal enviou lotes de vacinas de H1N1 de 2015 para o noroeste paulista, região mais afetada do País. Além disso, a Secretaria de Saúde de São Paulo antecipou a distribuição do lote de 2016 para os principais grupos de risco. De acordo com o Ministério da Saúde, porém, um adiantamento em escala nacional está fora de questão. Como a “receita” do medicamento muda anualmente, a pasta admite que não possui capacidade de produção e condição logística para mudar a data marcada para o começo da campanha, 30 de abril.

ISTOÉ

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Política

Filha de Temer não atende apelo do pai e deixa PMDB para não perder cargo no governo do PT

Luciana Temer, filha do Vice-Presidente Michel Temer, deixou o PMDB no momento em que o partido abandonou Dilma. Traiu o pai para continuar secretária de Ação Social de Haddad.

Luiz Antônio Novaes – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Cara você e RIDÍCULO.
    Nem todos são como Voce INCOMPETENTE.
    Você FICA ai alambrado AS botas DA FAMÍLIA MARINHO, POIS SE PERDER ESSA BOCA ESTA NA MERDA

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Política

ISTOÉ: Não faltam crimes contra Dilma

Por ISTOÉ

Ministro do Supremo Tribunal Federal, senhor Marco Aurélio Mello. O senhor declarou na semana passada que o impeachment da presidente Dilma Rousseff, “sem fato jurídico” (entenda-se crime), “transparece como golpe”. Essa fala, senhor ministro, no momento em que já estava superado o bordão petista de que “impeachment é golpe”, corre sério risco de vir mais para confundir, menos para esclarecer – tanto que saltou imediatamente na quarta-feira 30 para o discurso de Dilma. Alguns de seus colegas de Corte, entre os quais os ministros Celso de Mello (decano), Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia e Dias Toffoli, todos eles já reiteraram que não se trata de golpe porque o impeachment está previsto na Constituição do Brasil e tudo está se desenrolando de acordo com o rito estabelecido pelo próprio STF. A questão do golpe, portanto, estava completamente superada e relegada a petistas favoráveis a permanência da presidente. Mas, para filiados radicais do partido, o que vale é ideologia, não o Direito Constitucional que o senhor e seus colegas de Corte defendem.

Na verdade, a questão não é mais o raciocínio equivocado de o impeachment transparecer como golpe se não houver crime, porque crimes existem – e de sobra. E, se ainda não passaram pelo crivo do Congresso, estão provados no maior de todos os tribunais, senhor ministro: o tribunal dos fatos. Sigo aqui uma das metodologias de Hannah Arendt: se o contrário da verdade científica é o erro, se o contrário da verdade filosófica é a ilusão, o contrário da verdade factual é a mentira. O que não faltam, ministro Marco Aurélio, são evidências claras de diversos crimes a exigirem o processo de impeachment. Ainda que houvesse dúvida, em se tratando de que está em jogo o futuro de toda a minha, a vossa, a nossa Nação, ponha-se em prática o princípio que vale para tanta gente sem a prerrogativa de foro privilegiado: “in dubio pro societate” (na dúvida, decida-se a favor da sociedade). Não é se balizando por isso que muitas pessoas são, por exemplo, pronunciadas e seguem ao Tribunal do Júri? O caso do impeachment é similar porque as evidências de crimes são robustas demais.

Se observarmos somente os crime de responsabilidade (lei 1079/50), Dilma nele incorreu com as “pedaladas fiscais”. Dilma também o cometeu quando tentou obstaculizar a Justiça enviando a Lula um “termo de posse” para funcionar como salvo-conduto se ele recebesse voz de prisão. Em crime ela reincide quando diz nos bastidores, conforme delação premiada de Delcídio do Amaral, que possuía ministros em tribunais superiores, dando a impressão da possibilidade de se fazer lobby para pressioná-los. Acredito, senhor ministro, que isso é grave ofensa ao próprio STF, que desde o início de nossa jornada Republicana tem sido incansável garantidor do Estado de Direito, jamais cedendo aos caprichos de governantes. Ministro Marco Aurélio Mello, recorro aqui a um dos mais geniais cronistas e compositores desse País, o inesquecível Antônio Maria, e tomo a liberdade de considerar que o senhor, assim como eu, cabemos na delicada e precisa definição que ele nos deixou sobre a nossa nacionalidade: “brasileiro; profissão: esperança”.

Opinião dos leitores

  1. Nos países de 1° mundo, Juízes, Promotores, Delegados e demais autoridades do judiciário preocupam-se mais em trabalhar e mostrar a que vieram do que apatecerem na mídia, com entrevistas, frases e comentários inoportunos. Infelizmente e hodiernamente no nosso país, todos estão mais preocupados em aparecer do que em trabalhar seriamente e se manifestar nos autos dos processos, em seu correto momento.

  2. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk… Sem comentários
    O desespero dos grandes jornalões como a folha (dizendo que o melhor seria a Dilma/Temer renunciarem), outra dizendo que a Dilma tem ataques de fúria quebrando móveis e destratando funcionários e agora essa outra com essa matéria "jornalística" demonstra um só coisa: O GOLPE ACABOU!!!!!
    A sociedade civil organizada e as pessoas dos mais variados segmentos, do gari ao empresário percebeu que impedimento sem crime de responsabilidade É GOLPE!!!
    Aqueles que lutam pela democracia obterão êxito! E aqueles que estavam a favor do impedimento e se sentiram manipulados, enganados ou simplesmente perceberam o correto PODEM se chegar!!!
    A DEMOCRACIA AGRADECE!!!!

    1. É no mínimo engraçado, por que não dizer ridículo, ver um militante petista falar em defesa da democracia. Uma gente apaixonada pelas piores ditaduras mundiais, propagadores incansáveis da ideologia comunista (embora por vezes travestida de outros nomes – socialismo do século 21, por exemplo), que não respeita sequer decisões judiciais (bandidos condenados continuam sendo chamados de "heróis" e "guerreiros"), que detesta a imprensa livre, que destrói o fundamento da democracia, montando toda uma estrutura de corrupção para comprar apoio político e viciar as decisões do Congresso, essa gente tem a cara de pau de falar em defesa da democracia. Realmente fantástico!

    1. Esses maus caráter querem se perpetuar no poder de qualquer jeito, mais vão cair todos, fora pt,fora CORRUptOS.

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Cidades

FOTO: Açude Dourado, em Currais Novos, pode sangrar a qualquer momento

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FOTO: Reprodução

Opinião dos leitores

  1. Ate que enfim uma noticia boa aos seridoenses que estavam passando sufoco com falta dagua e so assim se livra dos politicos aprovditadores com suas esmolas.

  2. Graças à Deus,o nosso açude dourado irá transbordar,somente Deus pra nos conceder esse milagre tão grande,pois a população já não sabia mais o que fazer.esperar essa adultora que nunca chegava. E agora,graças à Deus,a nossa verdadeira adutora de engate mais do que rápido estará a nossa disposição muito em breve e o mais importante,não é nenhum feito. De político falastrão e mentiroso não,veio das mãos daquele que tudo pode,o nosso bom e amado Deus!

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Economia

Governo decreta sigilo sobre dados de ‘pedaladas’

O governo da presidente Dilma Rousseff decidiu manter em sigilo o tamanho exato da dívida e quem são os devedores de taxas destinadas à Caixa Econômica Federal por conta da administração de fundos e programas sociais. O banco público é contratado pelo governo para executar programas como o Bolsa Família e precisa ser remunerado pelos serviços prestados. Em processos de conciliação que tentaram, sem sucesso, garantir os repasses à Caixa, a Advocacia Geral da União (AGU) relacionou a falta de pagamento dessas taxas de administração ao represamento de recursos conhecido como “pedaladas fiscais”.

A União passou a protelar o pagamento das tarifas, um tipo de “pedalada” que gerou um débito incalculável com a Caixa; parte desse débito já é cobrada na Justiça Federal em Brasília. A composição da dívida, com o detalhamento de todos os programas pelos quais a instituição financeira deveria ser remunerada, permanecerá oculta, conforme decisão em última instância do governo em pedido de dados formulado pelo GLOBO via Lei de Acesso à Informação.

Para tentar obter a dimensão exata dessa “pedalada”, que passou ao largo inclusive das auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU), foi pedido à Caixa o detalhamento de dados registrados nas demonstrações contábeis do banco. O balanço público informa apenas, e de maneira genérica, que em 2015 a Caixa tinha R$ 1,9 bilhão a receber por “administração de fundos e programas sociais”. No ano anterior, eram R$ 1,98 bilhão. O valor, porém, se refere a prestação de serviços de fundos e programas sociais “incluindo União, estados, municípios e entes privados”, conforme informado pela própria Caixa.

COMISSÃO NEGOU PEDIDO EM ÚLTIMA INSTÂNCIA

O pedido pela Lei de Acesso, apresentado em 29 de julho de 2015, cobrou o valor pormenorizado de cada fundo e programa; o tamanho exato das dívidas da União, dos estados e das capitais; e o valor privado envolvido. Todas as instâncias previstas na lei negaram. A decisão definitiva foi tomada por uma comissão mista integrada por representantes de nove ministérios.

Para negar o detalhamento dos valores das taxas a receber, a Caixa alegou que as informações devem ser mantidas em segredo por se enquadrar no artigo 6º do decreto de 2012 que regulamentou a Lei de Acesso. O artigo prevê que o acesso à informação não se aplica em hipóteses de “sigilo fiscal, bancário, de operações e serviços no mercado de capitais, comercial, profissional, industrial e segredo de justiça”.

Em resposta a um recurso, o vice-presidente de Finanças e Controladoria da Caixa, Márcio Percival Pinto, acrescentou mais um argumento: “A composição das contas referenciadas envolve informações próprias de mercado e da atuação e estratégia desta empresa pública”.

O entendimento não foi unânime no governo. Uma análise da área técnica da Controladoria Geral da União (CGU), a terceira instância para recurso prevista na Lei de Acesso, enxergou “princípio da publicidade” na informação. “Os contratantes, neste caso, são pessoas políticas — a União, os estados e municípios, aos quais o direito de privacidade não assiste. Ao contrário, as informações derivadas das relações constituídas pelas pessoas políticas obedecem, regra geral, ao princípio da publicidade”, argumentou a analista de Finanças e Controle da CGU Maíra Luísa Milani, responsável por dar um parecer.

A analista afirmou ainda que “os contratos de prestação de serviços firmados pela Caixa com os entes políticos não são conquistados em um mercado de livre concorrência entre as instituições financeiras”. “A própria Caixa reconhece, nos esclarecimentos prestados à CGU, o caráter não concorrencial dos serviços prestados, em razão da ‘exclusividade legalmente imposta hoje’.” Conforme a analista, os relatórios de gestão disponíveis não informam os “valores devidos pela União, estados e capitais”.

O parecer sugere que a Caixa informe os fundos e programas com taxas a receber e diz que o banco “descumpriu procedimentos básicos da Lei de Acesso à Informação”. Mas o ouvidor-geral da União Gilberto Waller Júnior superior da analista de Controle, discordou do parecer. Para ele, a informação deve ser pública, mas fornecida pelos devedores. Esse levantamento seria impossível de ser feito, por envolver diversos ministérios, 27 unidades da federação e as mais diferentes cidades. Na última instância prevista em lei, a Comissão Mista de Reavaliação de Informações concordou com o ouvidor-geral. A informação foi negada, com base no argumento do sigilo bancário.

As “pedaladas” consistiram na interrupção de repasses do governo aos bancos públicos, que se viram obrigados a arcar com programas como Bolsa Família, abono salarial e seguro-desemprego. Parecer da AGU de março de 2015 associa a dívida das tarifas à dívida das “pedaladas”. O primeiro débito permanece em aberto, inclusive com ações judiciais da própria Caixa, uma instituição da União, contra o governo. O segundo foi regularizado pela equipe econômica, depois de o TCU aprovar parecer pela rejeição das contas de 2014 de Dilma. O processo de impeachment da presidente se baseia principalmente na acusação de que a manobra fiscal voltou a se repetir em 2015.

O GLOBO revelou a “pedalada” com as taxas em julho do ano passado. A reportagem mostrou que, naquele momento, o governo deixava de pagar mais de R$ 1 bilhão à Caixa e ao Banco do Brasil referentes a taxas de administração de programas como Bolsa Família, Fies, Minha Casa Minha Vida e PAC. Os bancos foram contratados pelos ministérios para operacionalizar os programas, mas deixaram de ser remunerados. O valor de R$ 1 bilhão não equivale ao total da dívida com taxas, nem é exato, por não se ter a dimensão dos programas de governo.

Na Justiça, a Caixa tenta receber R$ 274,4 milhões dos Ministérios da Agricultura e das Cidades. O banco operacionalizou projetos de emendas parlamentares e o PAC e não recebeu taxas devidas. As ações tramitam desde 2013.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Pedala, Pedala, Pedala, Pedala, Pedala, Pedala, Pedala, Pedala, Pedala, Pedala, Pedala, Pedala, Pedala mantém o corpo em forma e seus efeitos colaterais acaba o lado fiscal do Brasil.

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Política

Morre advogado investigado junto a Renan Calheiros em inquérito da Lava Jato

O advogado Paulo Roberto Baeta Neves, um dos citados nos inquéritos da Operação Lava Jato que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), morreu na noite desta sexta-feira (1ª), em Brasília. Baeta estava internado na UTI há duas semanas e tinha 78 anos. O sepultamento foi no Cemitério Campo da Esperança, no Distrito Federal.

Paulo Baeta era investigado em um dos inquéritos da Lava Jato que tramita no Supremo contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). No ano passado, o ministro Teori Zavascki, relator dos processos da operação no STF, determinou a quebra do sigilo bancário de Renan e Baeta para apurar um repasse de R$ 5,7 milhões para o escritório do advogado. O valor foi citado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa em depoimento de delação premiada.

Nas investigações da Lava Jato, pelos menos quatro citados faleceram. O ex-senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), o ex-deputado federal José Janene (PP-PR), além de Baeta.

 IG

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Esporte

América empata com o Potiguar em Mossoró

O América empatou em 1 a 1 com o Potiguar de Mossoró na noite deste sábado, 2. João Manoel balançou as redes para o time da casa e Lúcio Curió empatou para o alvirrubro.

Com o resultado, O “Time Macho” assume a liderança isolada com 11 pontos e o América sobe para 5ª posição com 5 pontos.

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Esporte

Mesmo em luto pela morte do pai na sexta, atacante Nando do ABC decide jogar e faz três gols

Um dia antes do jogo, o atacante Nando teve a triste notícia do falecimento de seu pai. Mesmo assim, o artilheiro do ABC entrou em campo. O atacante marcou os três gols da vitória alvinegra e se emocionou muito na entrevista após o jogo (veja acima).

Opinião dos leitores

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Clima

VÍDEOS: Chove em Angicos e açude sangra em Currais Novos

E a chuva continua caindo em todo o RN, neste domingo Angicos amanheceu chovendo, as imagens são de Leonardo Ribeiro no grupo Imprensa Potiguar:

Já em Currais Novos, o açude da Fazendo Nova também amanheceu sangrando, um verdadeiro colírio para os olhos castigados pela seca, imagens de Paulo e Nega.

Opinião dos leitores

  1. Só podemos contar com Deus ,porque estes miseráveis desses políticos não fazem nada além de encherem os bolsos de dinheiro com a seca

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Política

Impeachment tem ao menos 261 votos na Câmara; contrários chegam a 117

O Estado de S.Paulo

A menos de duas semanas da data estimada para a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara, 261 deputados afirmaram ao Estado que votariam a favor da abertura do procedimento e 117 se posicionaram contra. Nove não quiseram se manifestar, 55 disseram estar indecisos ou preferiam esperar a orientação partidária e 71 integrantes de 15 siglas não foram localizados.

Para a abertura do processo de impeachment na Câmara são necessários 2/3 do plenário: 342 votos. Para arquivar o processo o governo precisa do apoio de 171 deputados, entre votos a favor, faltas e abstenções. Entre os que querem o impeachment já se fala em estender a sessão, que deve ocorrer até o dia 15, se não houver recurso do governo, até o domingo. O objetivo é atrair mais atenção da população para uma batalha que os números mostram estar acirrada e ainda em aberto.

 Nos últimos quatro dias, o Estado provocou deputados individualmente para que, de maneira informal e com a opção de que os nomes poderiam ficar em sigilo, expusessem como se posicionariam se a votação fosse no dia da entrevista. A consulta se concentrou nos partidos que não fazem parte do núcleo duro do governo (PT e PC do B) nem da oposição (PSDB, DEM, PPS e SD). “Uma consulta agora pode trazer a fotografia do momento, mas se as mesmas perguntas forem feitas na semana que vem, o resultado talvez seja diferente. Este processo será decidido às vésperas da votação”, disse o deputado Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), ele mesmo declaradamente favorável ao impeachment.

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Jornalismo

Documentos indicam grampo ilegal e abusos de Moro na origem da Lava Jato

STF irá julgar nas próximas semanas se Moro continuará ou não julgando os crimes relacionados à Operação Lava Jato

Nas últimas semanas, a operação Lava Jato levantou polêmica ao divulgar conversas entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a atual presidente Dilma Rousseff (PT). Os questionamentos sobre a legalidade da investigação, entretanto, surgem desde sua origem, há quase dez anos. Documentos obtidos pelo UOL apontam indícios da existência de uma prova ilegal no embrião da operação, manobras para manter a competência na 13ª Vara Federal de Curitiba, do juiz Sergio Moro, e até pressão sobre prisioneiros.

Esses fatos são alvo de uma reclamação constitucional, movida pela defesa de Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, no STF (Supremo Tribunal Federal). A ação pede que as investigações da Lava Jato que ainda não resultaram em denúncias sejam retiradas de Moro e encaminhadas aos juízos competentes, em São Paulo e no próprio STF. Para ler a íntegra do documento, clique aqui.

A reportagem ouviu nove profissionais do Direito, dentre advogados sem relação com o caso e especialistas de renome em processo penal, e a eles submeteu a reclamação constitucional e os documentos obtidos. Os juristas afirmam que a Operação Lava Jato, já há algum tempo, deveria ter sido retirada da 13ª Vara Federal de Curitiba, além de ter sido palco de abusos de legalidade.

O portal também questionou o juiz Sergio Moro sobre o assunto, mas o magistrado preferiu não se pronunciar (leia mais ao final desta reportagem).

Veja os principais pontos questionados:

Origem em grampo ilegal  

A Lava Jato foi deflagrada em 2014, mas as investigações já aconteciam desde 2006, quando foi instaurado um procedimento criminal para investigar relações entre o ex-deputado José Janene (PP), já falecido, e o doleiro Alberto Youssef, peça central no escândalo da Petrobras. Entretanto, um documento de 2009 da própria PF (Polícia Federal), obtido pelo UOL, afirma que o elo entre Youssef e Janene e a investigação surgiram de um grampo aparentemente ilegal.

Leiam a reportagem completa:

Opinião dos leitores

  1. O golpe acabou. Simples assim.
    A democracia venceu o golpe!
    Não adianta Globo, jornalões, Cunha, Gilmar Mendes, Moro, Henrique Alves, procuradores e delegados aloprados, Temer, Paulinho da força, Jucá, os irmãos bilionários lá dos EUA que financiam alguns movimentos aqui quererem impor a nossa população um golpe!!!!
    Os desdentados, comedores de mortadela, advogados, reitores, professores, empresários, estudantes, profissionais liberais, atores, enfim, o BRASIL multirracial e plural veio para rua.
    Não somos uma república de bananas!
    Quem refletiu bem viu que impedimento sem crime de responsabilidade É GOLPE. Simples assim!
    Quem estava pró impedimento e refletiu pelo correto e justo pode se chegar. A DEMOCRACIA AGRADECE!

  2. O teor de conversa privada interessa a fofoqueiro ou fuxiqueiro . A presidente não pode ser grampeada sem conhecimento do supremo . Não se pode grampear escritório de advogaria , quebrando o sigilo profissional cliente de forma discriminatória . Não vale e vai ser tudo derrubado . O juiz passou os pés pela mãos , isso é fato .

  3. E o teor do grampo nos interessa, contendo deboche a nós brasileiros? Vamos parar de hipocrisia bando de aloprado!

  4. A reportagem da UOL é claramente comprada.
    Nessa operação foram investigados alguns dos homens mais ricos do país, que contrataram as maiores bancas de advogados…mas quem descobriu tudo de errado foi um repórter, 10 anos depois?
    Difícil, hein?

  5. Humm…. Sei. É. Coisas vão ficando cada vez mais feias e o país cada vez mais dividido…

  6. Isso lembra um certo juiz potiguar, que autorizou vários grampos a um tempo atrás, culminou com afastamentos.

  7. Lava Jato é uma investigação político-partidária, diz o jornalista Janio de Freitas!
    Em sua coluna neste domingo (3), Janio de Freitas chama a atenção para um trecho da palestra do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, que atua na Lava Jato, que disse, em evento na Câmara Americana de Comércio, que a investigação é contra "os governos do PT"; "O que a Lava Jato investiga de fato, por meio de investigações secundárias, não é a corrupção na Petrobras, não é a ação corruptora de empreiteiras, não são casos de lavagem de dinheiro: são "os governos do PT. Deixa, portanto, de ser coisa de esquerdista, governista, lulista, petista & cia., como alegado por tantos, a dedução de que a Lava Jato procede com direcionamento e seletividade", diz o jornalista.
    Manda uma carta aberta para ser lida durante uma manifestação de rua apoiando o golpe foi demais da conta.

  8. Legal mesmo é deixar esta bagunça do jeito que está.. e o povo caladinho pagando mais e mais por tudo. Legal mesmo é ser roubado todo dia.. e defender bandidos seja de que partido forem. Legal é ver que estão nos roubando, mas que não podemos falar em público pq isso é errado. Essa, sim.. é a verdadeira inversão de valores.

  9. A ficha continua caindo e a verdade devagarinho vai aparecendo…
    Conspiração de alto nível!
    Isso precisa parar agora ou poderá ser tarde demais!
    Temos sido ameaçados e alguns até agredidos por nossas opiniões divergentes.
    Todos os que fomos ameaçados, até agora, estamos pagando por nossas opiniões. A questão seguinte, portanto, é mais do que óbvia, é gritante: quanto tempo irá demorar até que a ditadura midiático-judiciária comece a implicar com a opinião de qualquer um?
    Recentemente, O Globo ensaiou um ataque covarde ao Blog da Cidadania, do corajoso Eduardo Guimarães, a quem acusou de ter vazado a patética manobra de Moro de levar o ex-presidente Lula para depor, coercitivamente, em São Paulo. Agora, essa violência com Breno Altman. Precisamos parar essa loucura. Agora.

    1. Loucura como o senhor diz é termos um ex presidente que assaltou com sua comparsas o Estado Brasileiro em todos os níveis

  10. O juiz Pop star , Sergio Moro , vem agindo acintosamente de forma assoberbada , não respeitando as prerrogativas constitucionais dos investigados e debochando das instâncias superiores . Pode parecer muito bom para a plateia , mas péssimo para um país país que vive em um regime democrático . O saldo é os cacarecos dessa postura ilegal no processo penal vai ser muito ruim para o Brasil . Juiz vazando conversa de advogados , presidente da república e conversas privadas nos coliga no bug brother da falta de sigilo . Pode parecer pouco mas é um absurdo e tornará todo esse processo ilegítimo . Vaidoso e galante o Juiz tem se mostrado obcecado para chegar , mas precisa para isso usar as regras do jogo , senão dessa panelada jurídica vai resultar em uma bufa .

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Jornalismo

Nem Dilma nem Temer

O BG reproduz o editorial da Folha de São Paulo deste sábado:

A presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu as condições de governar o país.

É com pesar que este jornal chega a essa conclusão. Nunca é desejável interromper, ainda que por meios legais, um mandato presidencial obtido em eleição democrática.

Depois de seu partido protagonizar os maiores escândalos de corrupção de que se tem notícia; depois de se reeleger à custa de clamoroso estelionato eleitoral; depois de seu governo provocar a pior recessão da história, Dilma colhe o que merece.

Formou-se imensa maioria favorável a seu impeachment. As maiores manifestações políticas de que se tem registro no Brasil tomaram as ruas a exigir a remoção da presidente. Sempre oportunistas, as forças dominantes no Congresso ocupam o vazio deixado pelo colapso do governo.

A administração foi posta a serviço de dois propósitos: barrar o impedimento, mediante desbragada compra de apoio parlamentar, e proteger o ex-presidente Lula e companheiros às voltas com problemas na Justiça.

Mesmo que vença a batalha na Câmara, o que parece cada vez mais improvável, não se vislumbra como ela possa voltar a governar. Os fatores que levaram à falência de sua autoridade persistirão.

Enquanto Dilma Rousseff permanecer no cargo, a nação seguirá crispada, paralisada. É forçoso reconhecer que a presidente constitui hoje o obstáculo à recuperação do país.

Esta Folha continuará empenhando-se em publicar um resumo equilibrado dos fatos e um espectro plural de opiniões, mas passa a se incluir entre os que preferem a renúncia à deposição constitucional.

Embora existam motivos para o impedimento, até porque a legislação estabelece farta gama de opções, nenhum deles é irrefutável. Não que faltem indícios de má conduta; falta, até agora, comprovação cabal. Pedaladas fiscais são razão questionável numa cultura orçamentária ainda permissiva.

Mesmo desmoralizado, o PT tem respaldo de uma minoria expressiva; o impeachment tenderá a deixar um rastro de ressentimento. Já a renúncia traduziria, num gesto de desapego e realismo, a consciência da mandatária de que condições alheias à sua vontade a impedem de se desincumbir da missão.

A mesma consciência deveria ter Michel Temer (PMDB), que tampouco dispõe de suficiente apoio na sociedade. Dada a gravidade excepcional desta crise, seria uma bênção que o poder retornasse logo ao povo a fim de que ele investisse alguém da legitimidade requerida para promover reformas estruturais e tirar o país da estagnação.

O Tribunal Superior Eleitoral julgará as contas da chapa eleita em 2014 e poderá cassá-la. Seja por essa saída, seja pela renúncia dupla, a população seria convocada a participar de nova eleição presidencial, num prazo de 90 dias.

Imprescindível, antes, que a Câmara dos Deputados ou o Supremo Tribunal Federal afaste de vez a nefasta figura de Eduardo Cunha –o próximo na linha de sucessão–, réu naquela corte e que jamais poderia dirigir o Brasil nesse intervalo.

Dilma Rousseff deve renunciar já, para poupar o país do trauma do impeachment e superar tanto o impasse que o mantém atolado como a calamidade sem precedentes do atual governo.

 

Opinião dos leitores

  1. A renúncia é um recurso de que estadistas lançarão mão, esperar que alguém – com todo o respeito à pessoa – que não consegue articular duas frases de maneira coerente faça algo assim é esperar demais.
    A melhor saída para o Brasil parece ser a reprovação das contas da chapa para que haja novas eleições.

  2. A população tem ficar esperta se DILMA sair e TEMER não puder assumir, vão querer colocar o segundo colocado AÉCIO.

  3. Definição de Juca é a mais crua realidade, o jogo terminou (a campanha) terminou e o time perdedor não aceitou a derrota pela quarta vez e usa todas as manobras possíveis e imagináveis para reverter o resultado no tapetão.
    ISSO NÃO PODE ACABAR BEM!
    "Então, a situação do jogo é esta: se você torce para um time ou para o outro, ou quer que os dois sejam eliminados, você tem todo direito", diz o colunista Juca Kfouri, que compara a disputa política atual a uma briga de torcidas; "Só não esqueça que a vitória roubada não é legítima, que sem respeito às regras não tem jogo. E que uma expulsão ilegal, nestas alturas do campeonato, pode virar um tremendo quebra-pau no estádio, pode virar tragédia", num recado a golpistas como Aécio Neves e Eduardo Cunha.

  4. Opinião de um jornal falido e que teve esse mesmo comportamento em 64 . Desse jeito que estão querendo fazer , não funcionara . O Brasil não está mas na época de republiqueta . Bom senso , caldo de chuchu e respeito às regra do jogo

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Jornalismo

DELEGADO: “É fácil fazer teoria da conspiração, mas a morte de Celso Daniel não foi política”

El País

Marcos Carneiro Lima, que trabalhou na Divisão Anti-Sequestro entre os anos 90 e 2000, trabalhou também na Corregedoria da Polícia e no Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), depois como delegado geral em São Paulo, comandando a Polícia Civil. Ele conhece muito bem um personagem central do assassinato de Celso Daniel, prefeito de Santo André, que volta ao noticiário pelas mãos da Lava Jato. Monstro, líder da quadrilha que sequestrou, torturou e matou Daniel, era objeto de estudo de Lima há muito tempo, quando o crime aconteceu. Atualmente dando aulas na Academia de Polícia, o delegado, agora aposentado, diz que se incomoda com as ilações políticas sobre o caso, que coincidem com períodos eleitorais.

P. Onde a morte de Celso Daniel se encaixa?

R. Saindo de 2001, ano crítico em número de sequestros, chegou janeiro de 2002. A quadrilha do Monstro sai da região deles e vai atrás de uma empresário do Ceasa (centro de abastecimento hortifrúti), perto da praça Panamericana. Ele estava numa Dodge de suspensão alta. Os sequestradores estavam com um Santana. O empresário que eles perseguiam conseguiu fugir. Quando estavam voltando para a região de Diadema, trombam com um Mitsubishi importado, com Celso Daniel de passageiro, e o fazem parar.

P. Essa teoria de que o crime foi cometido a mando de alguém nasce em 2002?

R. A quadrilha que sequestrou Celso confessou o crime e sua participação na época, era ano de eleição. O PT pediu ao presidente Fernando Henrique Cardoso para que a Polícia Federal acompanhasse a investigação. E foi assim, distribuíram o caso e tudo foi resolvido. Mas veio a eleição e o “Sapo barbudo” ganhou. E o sequestro de Daniel volta a ser questionado. Com Lula no Governo, vem a teoria de que o Sombra seria o mandante do crime [Sombra chegou a ser preso mas foi liberado por um habeas corpus que chegou até o Supremo]. O Sombra, na verdade, era arrecadador de Celso Daniel. Era o cara que passava na empresa de ônibus para arrecadar dinheiro. Aí está o crime. Quando os irmãos de Celso Daniel se manifestam todo mundo estranha. Eles não se falavam. E aí vieram com a tese de crime feito a mando de alguém. E associaram varias mortes com a de Celso Daniel. Ainda que investigadores tenham falado perante Comissões Parlamentares de Inquérito que se tratava de um crime comum.

P. Você acha que a leitura de um crime político então é por conveniência?

R. Exatamente. Houve uma comissão parlamentar, chamaram os presos que cometeram o crime, e eles falaram a verdade. O que mais querem? O assunto aparece sempre próximo a eleição. Mandaram desarquivar inquérito para Elizabeth Sato [em 2005]. Para provar que foi crime de mando. Fez toda investigação e disse que foi sequestro seguido de morte. Desenterraram Celso Daniel de uma forma covarde. Para colocar a pecha de que é partido de bandidos.

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“É fácil fazer teoria da conspiração, mas a morte de Celso Daniel não foi política”

Opinião dos leitores

  1. Lembro quando surgiram os nomes de FHC e de Sérgio Guerra nas investigações….
    Nesse momento foram arquivadas as denúncias e desprezadas as investigações com um argumento simples, eram relacionados a crimes muito antigos e não podiam e nem deviam mexer mais nisso.
    Lembram disso?
    E agora, o argumento não serve pra mesma coisa?
    Ou só serve quando é pra proteger os blindados Tucanos?

    1. Heroi do sertão , não se preocupe seu "GURU" vai ser CANONIZADO no vaticano, pense num "santo".

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Política

Impeachment de Collor revisitado: história joga luz sobre pontos cruciais da crise

Dilma é alvo de mais acusações de crime de responsabilidade que Collor, diz deputado (Foto: Ag PT e Ag Senado / BBC Brasil)El País

Apesar de breve, o anúncio do desembarque do PMDB do Governo de Dilma Rousseff, feito na terça-feira 29 de março, foi um momento de forte déjà vu para muitos brasileiros que vivenciaram em 1992 o impeachment de Fernando Collor de Melo. Lá estavam, representados de alguma maneira, a erosão do apoio político e os gritos de rejeição à corrupção e de ovação ao vice que poderá substituí-la no cargo, sem falar nas fartas acusações. São os mesmos ingredientes da receita que culminou na destituição do primeiro presidente brasileiro eleito diretamente cinco anos após o fim da ditadura militar (1964-1985), e que agora esquentam o caldeirão que pode afastar Dilma do poder.

Entre Collor e Dilma, ele eleito com 53% dos votos e ela, com quase 52%, 24 anos se passaram, e muita água correu debaixo da ponte. Não só eles são figuras completamente diferentes, como o país e o contexto político, econômico e social são outros. Mesmo assim, há razões para revisitar o passado. O impedimento dele – hoje senador pelo Estado de Alagoas e apoiador de Dilma –, o primeiro da História na América Latina, serve de referência técnica para os encarregados do processo que atualmente corre na Câmara de Deputados contra ela, além de oferecer um panorama de semelhanças e diferenças que ajuda a esclarecer o tema na cabeça dos cidadãos.

O primeiro aspecto quando se fala no impeachment de um presidente da República – um processo diretamente ligado à vontade política dos atores nele envolvidos, que ditam a velocidade em que ele caminhará – é determinar se há crime de responsabilidade. Em 1992, Fernando Collor foi investigado por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que encontrou indícios de crimes como corrupção passiva e formação de quadrilha. Anos depois ele seria inocentado no Supremo Tribunal Federal (STF) das acusações formais.

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Diversos

Casal de SC é flagrado fazendo sexo em monte; câmera transmitiu ao vivo

Um casal de namorados foi flagrado praticando sexo no Morro do Agudo, em Tangará, no Oeste catarinense. O que eles não sabiam, segundo informaram à Polícia Militar, é que estavam o tempo todo sendo filmados por uma câmera que transmite pela internet imagens do local, bastante procurado nos fins de semana por praticantes de voo livre.

O caso ocorreu na manhã de quinta-feira (31). Segundo a Polícia Militar de Tangará, várias pessoas mandaram mensagens de texto e telefonaram para alertar os policiais de que as imagens do casal estavam sendo transmitidas ao vivo.
Ao serem informados, policiais militares foram até o local, por volta das 11h30 da manhã, e flagraram um jovem de 21 anos e uma adolescente de 15 sem roupas e cobertos por um lençol. Eles foram encaminhados até a delegacia, e contaram que eram namorados há algum tempo e que não sabiam da existência da câmera no local.
O Conselho Tutelar do município foi acionado, já que o caso envolveu uma menor de idade. Segundo a PM, inicialmente não foi constatado crime de estupro, já que a relação sexual foi consentida e a jovem tem mais de 14 anos.
De acordo com um praticante de voo livre que preferiu não se identificar, o casal “foi inocente”. “Essa câmera é do clube de voo e já existe há muito tempo”, afirmou. As informações são do G1/SC.

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