Diversos

Comunidade Católica promove Retiro de Carnaval em Natal

12647825_1709703229245998_1653647066_nA Comunidade Católica Maria Mater irá promover entre os dias 6 e 9 de fevereiro o retiro de Carnaval Maria Mater. O evento irá acontecer no ginásio do Colégio Atheneu em Natal e contará com a presença diária do padre Vagner Baía, da Comunidade Canção Nova/SP.

“Teremos momentos de orações, pregações, Missas, louvor e shows. Será uma oportunidade pra você clamar pela sua cura e libertação e também da sua família”, explicou a fundadora da Comunidade Maria Mater, Rejane Rodrigues. O retiro terá início sempre às 8h e a entrada diária custará R$ 5,00. O pacote com os quatro dias está sendo vendido a R$ 15,00.

Os ingressos podem ser adquiridos na sede da Comunidade Maria Mater, localizada à Rua Ceará-Mirim, no Tirol, ou ainda no próprio ginásio do Atheneu nos dias do evento.

Vagner Baía

O padre Vagner Baia da Rocha foi ordenado Sacerdote em 1996 e pertence a Comunidade Canção Nova/SP. Há mais de 20 anos trabalha com Libertação. Exorcista, coordenou à Associação Mundial dos Exorcista no Brasil. Pode ser visto constantemente na TV durante celebrações eucarísticas e em programas da Canção Nova, como o Amor Vencerá e as missas semanais pela manhã, por exemplo.

Serviço

Retiro de Carnaval Maria Mater

Dias: 6 a 9 de fevereiro, à partir das 8h

Entrada: R$ 5,00/dia ou R$ 15,00 (pacote com os quatro dias)

Local: Ginásio do Atheneu em Natal

Maiores informações: (84) 3211-8874

Opinião dos leitores

  1. Onde?!
    No ginásio do atheneu?!
    Bem no meio da fuzaca do Carnaval?!
    É retiro mesmo? Ou uma prova de fogo?!
    Num tinha um lugarzinho melhor não homi?!
    Esse Padre aí vai ter trabalho pra exorcizar o povo lá viu?! É muita gente!
    Só fico pensando na tentação que vai ser pra esses jovens, lá no retiro fazendo oração e escutando o pega- pacapá no meio da rua; bem ali do outro lado do muro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Promotor contesta versão de Lula de que não tinha triplex em Guarujá

O promotor de Justiça José Carlos Blat, do Ministério Público Estadual de São Paulo, afirmou em entrevista na edição desta quinta-feira (28) do Jornal Nacional que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era proprietário de um apartamento triplex no edifício Solaris, em Guarujá.

Tanto o Ministério Público paulista quanto o Ministério Público Federal apuram se Lula ocultou esse imóvel de seu patrimônio. A defesa do ex-presidente argumenta que ele nunca foi dono do apartamento, mas somente proprietário de cotas de um projeto da Bancoop, cooperativa do Sindicato dos Bancários de São Paulo. A cooperativa se tornou insolvente e transferiu imóveis inacabados para a construtora OAS, investigada na Operação Lava Jato.

“O ex-presidente Lula tinha uma cota de um projeto da Bancop e depois, quando este projeto foi transferido para uma outra empresa, ele tinha duas opções: pedir o resgate da cota ou usar a cota para a compra de um imóvel no edifício Solaris. E ele fez a opção – a família fez a opção – pelo resgate da cota”, afirmou Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente.

O promotor José Carlos Blat contesta essa versão. Segundo ele, na Bancoop, não existem cotas.

“A Bancoop não é um consórcio. A Bancoop, ela oferecia unidades habitacionais. Todos, sem exceção, compraram apartamentos ou casas e, ao longo do tempo, pagaram as prestações devidas à Bancoop, que colocou um sobrepreço indevido, ilegal. Então, todas as pessoas que compraram da Bancoop compraram coisas concretas, ou seja, unidades habitacionais, apartamentos e casas. Não existem cotas da Bancoop”, declarou.

O advogado Cristiano Zanin Martins afirmou que toda cooperativa funciona por meio de cotas, que, no caso de cooperativas habitacionais como a Bancoop, os associados se reúnem pra realizar projetos residenciais a um custo mais baixo e que, ao final da obra, cada cota passa a equivaler a uma unidade, que pode ou não estar pré-definida.

A 22ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta quarta-feira (27) e intitulada Triplo X, teve como alvo o edifício Solaris. Segundo os procuradores da República que integram a força-tarefa da Lava Jato no Paraná, todos os imóveis desse edifício estão sob investigação. Em paralelo, está em andamento outra investigação, do Ministério Público Estadual de São Paulo.

O MP-SP ouviu pessoas classificadas como “vítimas” do “golpe da Bancoop”. “Os meus filhos não têm onde ficar, o senhor está entendendo?”, disse Cirlei Gomes Filho a um promotor.

A cooperativa do Sindicato dos Bancários de São Paulo foi criada em 1996 para construir casas e apartamentos a preço de custo.

De acordo com a investigação, a Bancoop não conseguiu levar adiante 15 empreendimentos e teve uma série de problemas com outros 25. Nas contas dos promotores, 6 mil cooperados foram prejudicados.

Segundo o Ministerio Público, o dinheiro que deveria ter sido aplicado na construção dos imóveis foi desviado pra financiar campanhas eleitorais do PT. O ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto era o presidente da cooperativa. Ele está preso no Paraná depois de ter sido condenado no processo da Operação Lava Jato.

“Confirmamos, isso inclusive é objeto de outro processo criminal em curso. Que a Bancoop era efetivamente uma organização criminosa, se transformou num balcão de negócios e que foram desviados quase R$ 100 milhões naquela época para abastecer campanhas político-partidárias, caixa 2, bem como também para dar estrutura de empresas fantasmas e obviamente beneficiar pessoas que estavam de alguma forma atreladas ao Partido dos Trabalhadores”, afirmou o promotor José Carlos Blat.

De acordo com a investigação do Ministério Público, no fim de 2009, nove empreendimentos inacabados da Bancoop foram assumidos pela construtora OAS. Um deles é justamente o prédio onde o ex-presidente Lula teria um imóvel e onde Vaccari, em depoimento, disse ser proprietário de um apartamento.

A Bancoop informou que a transferência de empreeendimentos para outras construtoras foi resultado de um acordo com o Ministério Público e que não tem mais qualquer relação com esses empreendimentos. O PT afirmou que todas as doações que o partido recebeu foram legais e declaradas à Justiça Eleitoral. A OAS não quis se manifestar.

G1

Opinião dos leitores

  1. Na vida ilusória que os petistas criaram, temos as mentiras e a realidade:
    Fala o petista: Viva o antipopulismo do PSDB (viva os empresários e as elites). Vida real: Se o populismo significa estagnação, queda, desemprego, corrupção. Os bancos privados nunca lucraram tanto quanto hoje. Então pela vida real, VIVA o antipopulismo!!
    Fala o petista: O PSDB quebrar o país 3 vezes, Vida real: Volte a realidade, isso é mentira e choro petista;
    Fala o petista: Viva a inflação de 12,5%. Vida real: Enquanto a inflação oficial hoje se diz 10%, os preços estão subindo entre 30 a 50%;
    Fala o petista: Viva a insegurança (PF existia no governo tucano?) PM/Civil é dever dos estados!
    Vida real: Isso mudou? A PF apareceu devido ao alto nível de corrupção que temos hoje e não existiu do governo PSDB, então o papel dela era outro.
    Fala o petista: Viva o desemprego de 12,4%. Vida real: Então, digam em quanto vai ficar o desemprego agora, 30, 40% ou mais? Na conta dos petista, do mundo irreal deve ter melhorado.
    Fala o petista: O salário mínimo era congelado! Vida real: Com o de hoje a maioria não pode mais pagar e vem contribuindo diretamente no aumento do desemprego.
    Fala o petista: Viva as pedaladas ficais dos tucanos! Vida real: Viajou de novo, quem pedalou foi apenas Dilma, acorda!
    Fala o petista: Viva as campanhas a favor dos flagelados da Seca! Vida real: Hoje não temos campanha contra dengue, de combate a corrupção e a pobreza é a mesma dos anos 90. Nada mudou!
    Fala o petista: PSDB vendeu metade do país e não saber onde está o dinheiro! Vida real: Isso mudou, hoje sabemos para onde foi o dinheiro com o mensalão e o petrolão; Por sinal, o PT demoniza as privatizações, pois isso diminuiu as estatais e as empresas públicas, diminuiu as fontes a serem saqueadas pela corrupção comprovada nos dias atuais.
    Fala o petista: Viva o aumento de impostos e arrocho salarial! Vida real: Qual a diferença de hoje? O PT está aumentando impostos e criando impostos.
    Fala o petista: Viva o aumento de combustíveis, energia e de quebra leve uns apagões! Vida real: Quando no governo do PT não foi exatamente assim? Por sinal o PT vem superando o PSDB em tudo, até dobrou o números de apagões registrados. O PT diminui o preço da exportação dos combustíveis aos países da América do Sul e aumenta para o consumidor brasileiro. Pratica a exploração do povo.
    Fala o petista: Viva o faz de conta chorando! Vida real: O PT só sabe repetir as mentiras, e nela vive.
    Fala o petista: Tome corrupção e de quebra leve Brindeiro, o engavetador geral da republica!
    Vida real: Será? Da mesma forma como fazem e engavetam toda e qualquer investigação contra Lula e figuras políticas aliadas ao PT.
    Fala o petista: E tome mais corrupção da SIVAN, BANESTADO, FURNAS……tudo engavetado!
    Vida real: Que se existissem provas não chegaria a 10% do mensalão, petrolão, zelotis, fundos de pensões e falta o BNDES, CEF, só para começo de conversa.
    Fala o petista: Aperta o 45, chore e confirme! Vida real: Mas havia esperança, porém nem isso nos resta, então aperte o 13 e tenha certeza da destruição econômica, moral e legal do Brasil.

    1. Parabéns Lobato!!! Disse tudo!!! Com fatos e argumentos…..

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Finanças

Odebrecht fez obra em sítio ligado a Lula, diz fornecedora

16028441Foto: Jefferson Coppola/Revista Veja

A ex-dona de uma loja de materiais de construção e um prestador de serviço de Atibaia (SP) afirmaram à Folha que a empreiteira Odebrecht realizou a maior parte das obras de reforma em um sítio frequentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus familiares.

A reforma teve início em outubro de 2010, quando Lula estava no fim de seu segundo mandato como presidente.

A Odebrecht disse que, após apuração preliminar, não identificou relação da empresa com as obras. Lula não quis comentar.

A propriedade rural, de 173 mil m² (o equivalente a 24 campos de futebol), está dividida em duas partes. Uma delas está registrada em nome de Fernando Bittar, filho de Jacó Bittar, amigo que fundou o PT com Lula. A outra pertence formalmente ao empresário Jonas Suassuna, sócio, assim como Bittar, de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do e­­x-presidente.

A Odebrecht gastou nas obras cerca de R$ 500 mil só em materiais, estima Patrícia Fabiana Melo Nunes, 34, à época proprietária do Depósito Dias, loja que forneceu produtos para a reforma no sítio.

“A gente diluía esse valor total em notas para várias empresas, mas para mim todas elas eram Odebrecht”, diz.

Segundo Patrícia, que não quis ser fotografada, os trabalhos no sítio foram coordenados pelo engenheiro da Odebrecht Frederico Barbosa, que cuidou da construção do Itaquerão, estádio do Corinthians, outra obra da empreiteira.

Em entrevista à Folha, o engenheiro confirmou que trabalhou na reforma. Disse, porém, que estava de férias da Odebrecht no período, prestou serviços de graça e não sabia que o ex-presidente tinha ligação com o local.

Patrícia afirmou que abriu na loja um cadastro em nome da Odebrecht, mas, a pedido do engenheiro, emitiu notas de compras feitas pela construtora em nome de outras companhias. Parte dos materiais, admitiu ela, foi comercializada sem registro fiscal.

Como compravam muito no depósito e no sítio não havia sinal de internet, Patrícia disse ter cedido uma mesa no estabelecimento para Igenes Irigaray Neto, arquiteto responsável pela reforma. Durante os cerca de dois meses da obra, além do arquiteto, Barbosa também ia praticamente todos os dias à loja, disse Patrícia.

REFORMA

Em área arborizada, o sítio possuía antes da reforma um lago, uma estrada de acesso e uma casa antiga. Depois, ganhou nova edificação com quatro suítes e um espaço de lazer com churrasqueira.

Segundo Patrícia, os pagamentos da construtora eram feitos semanalmente. “Eu lembro que o Quico [apelido do engenheiro] ligava para um outro senhor, que orientava sobre como era para fazer as notas. Eu não tinha o telefone, o endereço, nada desse outro senhor. Só sabia que na sexta-feira às três horas da tarde ele passava lá para pagar. Os pagamentos giravam em torno de R$ 75 mil a 90 mil por semana, em dinheiro vivo”.

“Era uma mala que tinha outros valores também para pagar para os pedreiros, serventes, etc. Ele ia tirando envelopes de papel pardo. Dava para ver que tinha uma organização na mala para ser rápido, pagar o pessoal em ir embora. Ele só fazia isso”, diz.

Segundo Patrícia, algumas empresas já clientes da loja faziam pedidos e determinavam o sítio como local de entrega dos materiais. Ela contou que havia grande pressa para terminar a reforma até 15 de janeiro de 2011, e em certo período a loja trabalhou quase exclusivamente para a obra.

O motorista e marceneiro Antônio Carlos Oliveira Santos, 45, disse ter feito serviços de marcenaria no sítio e afirmou que os trabalhos eram chefiados por um engenheiro chamado Frederico.

“Ele [Frederico] me disse que era da Odebrecht, que a Odebrecht estava comandando aquilo. Fui pago por ele em dinheiro vivo. Me chamou a atenção a abundância de dinheiro na obra”. “Todo mundo comentava que o sítio seria para o Lula, mas o Frederico nunca me disse isso”.

RELAÇÃO COM EMPREITEIRA

Maior empreiteira do Brasil, a Odebrecht se aproximou de Lula quando este chegou ao poder. Durante a gestão do petista, a empreiteira participou de algumas das maiores obras do país, entre elas a construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

A Odebrecht é acusada pela Operação Lava Jato de envolvimento em desvios na Petrobras que somam R$ 6 bilhões. O ex-presidente do grupo, Marcelo Odebrecht, está preso há sete meses.

Lula é alvo de investigação tocada pelo Ministério Público do Distrito Federal para apurar suposto tráfico de influência praticado por ele junto a políticos de outros países, principalmente da África e da América Latina, para conseguir contratos para a Odebrecht. Lula nega ter cometido irregularidades.

Na entrevista à Folha, Patrícia Nunes disse ainda que, além da Odebrecht, “várias empresas” participaram da construção.

Em abril de 2015, a revista “Veja” informou que o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, que é amigo de Lula e um dos alvos da Lava Jato, pretendia, em uma eventual delação premiada, contar que realizou uma reforma no sítio de Atibaia a pedido de Lula. A Polícia Federal passou a investigar se a OAS beneficiou o ex-presidente.

OUTRO LADO

Questionada pela Folha sobre o fato de fornecedores da obra no sítio em Atibaia terem afirmado que a Odebrecht foi a responsável pela compra de material e realização das obras no local usado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua família, a empresa afirmou não ter relação com o terreno.

“Após apuração preliminar, a Construtora Norberto Odebrecht não identificou relação da empresa com a obra”, disse por meio de sua assessoria de imprensa.

Procurado, o Instituto Lula disse que não iria se manifestar sobre o conteúdo da reportagem.

O empresário Fernando Bittar, um dos donos da propriedade rural, e que é sócio de Fábio Luís na Gamecorp, não respondeu a nenhuma das tentativas de contato feitas pela Folha.

A reportagem telefonou diversas vezes para a empresa de Bittar e enviou e-mails, mas não obteve resposta até o fechamento dessa edição.

O empresário Jonas Suassuna, sócio de Fábio Luís, filho mais velho de Lula, informou que a área que ele possui fica ao lado do sítio e não contém nenhuma das benfeitorias descritas na publicação.

“Não sou dono do sítio Santa Bárbara, sou dono do sítio ao lado. No meu terreno não há nenhuma edificação, e ele foi comprado com o meu dinheiro. Não conheço a Odebrecht. Sou só vizinho e isso não me parece crime”, disse.

Nas escrituras, a área de 173 mil m² está dividida em duas partes, uma registrada em nome de Bittar e o outra no nome de Suassuna. Os dois terrenos vizinhos foram comprados em 2010, pouco antes das reformas terem início, do mesmo proprietário.

A Folha não conseguiu localizar o arquiteto Igenes Irigaray Neto.

Veja mais aqui

Folha de SP

Opinião dos leitores

  1. É muito triste você ver um líder sindical, alguém que veio do nada e construiu uma história linda, jogar tudo na lata do lixo por pura ganância e corrupção. Lula é uma das maiores decepções na história do Brasil e um exemplo a não ser seguido pelas novas gerações. Já o PT a maior quadrilha de estelionato eleitoral já formada em nosso país.

  2. Olha nisso tudo tem uma coisa que realmente é obra de quem sabe fazer: O mudus operandi, foi adotado um esquema minunciosamente bem arquitetado, detalhadamente pensado para afastar provas dos autores e envolvidos. Coisa de quadrilha super bem organizada. Quem fez diluiu os feitos, quem executou não lembra pra quem fez, quem recebeu nem sabia que o sítio existia e nisso foram gastos mais algumas centenas de milhares de reais tendo como enredo mais um conto da carochinha patrocinado pelo PT. Tem que aplaudir, nem a máfia italiana chegaria a tanta perfeição.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Investigação de chacina que vitimou cinco mulheres em Itajá-RN tem reviravolta; homem apontado como mentor foi vítima da própria irmã, diz Polícia

FRANCAs investigações da chacina que vitimou cinco mulheres dentro de um prostíbulo no município de Itajá, crime ocorrido em julho do ano passado, tiveram uma reviravolta. Apontado como mentor da matança, o comerciante Francisco de Assis Júnior, de 38 anos, chegou a pasar 30 dias na cadeia. Agora, solto e livre da acusação, ela bsuca justiça. Quer que a própria irmã, que procurou a polícia para denunciá-lo, responda pelo falso testemunho. Confira matéria completa, inclusive, com entrevista exclusiva do Portal G1-RN, em vídeo, clicando AQUI

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Operação “Máscara Negra”: recurso de ex-prefeito será apreciado no Pleno do TJRN

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, à unanimidade de votos, definiu pela incompetência da Vara Criminal de Macau para processar e julgar a Medida Cautelar nº 0101752-37.2015.8.20.0105, que envolve o ex-prefeito da cidade, Flávio Vieira Veras – preso preventivamente em março de 2015, devido a desdobramentos da Operação Máscara Negra, realizada pelo MPRN em 2013. Desta forma, a Câmara também estabeleceu que o processo deve ser remetido à relatora do Procedimento Investigatório nº 2015.008338-5, desembargadora Judite Nunes, em razão da conexão identificada entre os dois processos (artigo 76 e incisos, do Código de Processo Penal).

O julgamento envolve a apuração de um suposto uso de documento falso, a Portaria 046/2014. De acordo com o Ministério Público, o documento falso foi criado para basear um suposto rompimento político com o atual chefe do Executivo de Macau, Kerginaldo Pinto, também investigado em outra Operação, a “Maresia”, com a finalidade de revogar sua prisão.

A portaria com data de novembro de 2014, “fabricada” no dia 27 de março de 2015 e apresentado no mesmo dia ao TJ – expressão cunhada pelo MP e citada pela desembargadora Maria Zeneide Bezerra – proibia todos os investigados pela Operação Máscara Negra de adentrarem os prédios públicos da Prefeitura de Macau.

A intenção da portaria falsa teria sido “provar” que Flávio Veras estava impedido de entrar na prefeitura e por isso não podia ser mentor dos esquemas, retirando um dos motivos para que ele continuasse preso. O argumento, à época, foi acatado pelo TJRN, mas segundo o MP a proibição não ocorreu.

Com o julgamento desta terça-feira, o caso será apreciado no Pleno, após relatoria da desembargadora Judite Nunes.

(Medida Cautelar nº 0101752-37.2015.8.20.0105)
TJRN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Segurança

Bandidos fazem arrastão em bar de Neópolis

Está no G1/RN

Criminosos fizeram um arrastão na noite desta quinta-feira (28) em um bar na BR-101, na Zona Sul de Natal. De acordo com a Polícia Militar, pelo menos dez pessoas foram rendidas e tiveram pertences roubados em menos de um minuto.

O bar fica na BR-101, no bairro de Neópolis.

Acesse a reportagem completa no link: http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2016/01/em-arrastao-bar-na-zona-sul-de-natal-10-pessoas-sao-roubadas.html

Opinião dos leitores

  1. Gostaria de saber se alguém dos Direitos Humanos foi fazer uma visita ou dar alguma palavra de conforto a pelo menos um dos assaltados. Mas se tivessem tocado num dos vagabundos estavam todos mobilizados para amenizar a dor do pilantra, Pense numa entidade sem futuro. TÔ PUTO COM AS LEIS DESSE BRASIL.

  2. Os bandidos estão desmoralizando a antiga, a atual, e a futura cúpula da segurança pública.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Promotoria denuncia 7 por fraudes que chega a 71 milhões nas gestões de Serra e Kassab em SP

O Estadão: “O Ministério Público Estadual ofereceu denúncia contra sete pessoas acusadas de fraude na licitação da ampliação da Marginal do Tietê, ocorrida entre 2009 e 2011, nas gestões do senador José Serra no governo de São Paulo e do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, na Prefeitura. Para os promotores, a fraude chega a R$ 71 milhões.

De acordo com a denúncia, a construtora Delta, do empresário Fernando Cavendish, repassou valores obtidos com a obra a sete empresas fantasmas ligadas a Adir Assad, empresário condenado na Operação Lava Jato por efetuar pagamentos em esquemas de propina com recursos da Petrobras.”

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

ELEIÇÕES: Vejam possibilidades em Mossoró, Apodi e Pau dos Ferros

O Gente boa Allan Darlysson fez um bom texto político no Portal no AR sobre as possibilidades nas eleições em três cidades importantes no RN, Mossoró, Apodi e Pau dos Ferros. Segue:

Com o início do ano eleitoral, as movimentações já começaram com vistas ao pleito de outubro próximo. Nos principais municípios do Oeste, o cenário começa a se desenhar. É o caso de Mossoró, Pau dos Ferros e Apodi, onde os partidos estão trabalhando candidaturas definidas desde o início do ano. Apesar de as alianças não estarem totalmente fechadas, já é possível destacar as disputas que provavelmente se formarão.

Mossoró

Na terra de Santa Luzia, o prefeito Silveira Júnior (PSD) enfrenta desgaste de popularidade acentuado, de acordo com as pesquisas de opinião. Apesar de ter o apoio da maioria da Câmara, o gestor não tem agradado ao eleitorado, que não o poupa de críticas. Ele já admitiu que, caso não haja viabilidade, não disputará a reeleição, atribuindo o insucesso de seu governo à crise econômica nacional. No entanto, hoje ele é o pré-candidato do governador Robinson Faria (PSD) no Município.

O principal nome que desponta pela oposição é o da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP), que lidera todas as pesquisas de opinião. Rosalba não se declarou ainda pré-candidata. Disse que conversará com seu grupo antes de tomar qualquer decisão e que ainda não tem falado de política. Deixará para depois do carnaval. No entanto, o seu nome é defendido publicamente por aliado. Ela deverá ter o apoio das ex-prefeitas Fafá Rosado (PMDB) e Cláudia Regina (DEM).

O grupo da ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB) parece alheio ao processo, pelo menos por enquanto. Com as derrotas dela e da filha, ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSB), no último pleito, elas ficaram enfraquecidas para a disputa. Larissa poderá ser candidata em uma terceira via. Também não é descartada uma união dos Rosados, com o apoio do PSB ao nome de Rosalba.

Correndo em faixa própria, segundo o BG apurou, um grupo de empresários buscam um nome para lanças na corrida na capital do Oeste, que realmente viesse representar o novo e uma forma diferente de se fazer política.

Pau dos Ferros

Em Pau dos Ferros, o cenário eleitoral do último pleito se inverteu. O prefeito Fabrício Torquato (PSD) caminha para firmar aliança com o PMDB, do ex-prefeito Nilton Figueiredo. Se no pleito estadual de 2014 os partidos foram adversários, neste ano estão cada vez mais afinados na capital do Alto Oeste. A aliança conta com o apoio dos deputados estaduais Galeno Torquato (PSD) e Gustavo Fernandes (PMDB), líderes das respectivas legendas na região. O grupo terá o apoio do governador.

O adversário de Fabrício deverá ser o ex-prefeito Leonardo Rego (DEM), que apoiou Fabrício na eleição passada. Os dois romperam durante a campanha de governo e Leonardo se lançou candidato contra Torquato. A dúvida em relação à candidatura dele gira em torno da sua situação jurídica. Réus em processos por improbidade administrativa, uma condenação em colegiado até as convenções pode deixa-lo inelegível. Leonardo conta com o apoio do pai, deputado estadual Getúlio Rego, líder do DEM na região e segundo pesquisa que o BlogdoBG teve conhecimento, hoje lidera a corrida eleitoral com uma certa folga.

Apodi

Em Apodi, o cenário se desenha para mais uma disputa entre PCdoB e PMDB. Único prefeito do Partido Comunista no estado, Flaviano Monteiro é o nome de Robinson na cidade. A maior dificuldade que o gestor encontra é o desgaste administrativo que ele enfrenta. Na contramão da ideologia partidária, o maior apoiador do comunista é o deputado estadual Getúlio Rego, do Democratas.

A oposição está se organizando. Em reunião ocorrida nesta semana, o PMDB lançou o nome do jovem Alan Silveira (PMDB), filho da ex-prefeita Gorete Silveira (PMDB), para disputar a eleição contra Flaviano. O peemedebista deverá receber o apoio de toda a oposição no município. Jovem e com trânsito na sociedade apodiense, Alan é visto como forte candidato na disputa deste ano.

Opinião dos leitores

  1. Louvável a movimentação já nestes colégios eleitorais expressivos. E na região do Seridó qual é a situação atual?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

“AMEAÇADO”: Investigado que delatou Dirceu admite ao MPF que mentiu em depoimento

FOLHAPRESS) – O empresário Fernando Moura, investigado na Operação Lava Jato, admitiu nesta quinta-feira (28), em depoimento ao Ministério Público Federal, que prestou informações falsas durante interrogatório ao juiz federal Sérgio Moro, na sexta-feira (22). Moura culpou o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu nas delações assinadas com o MPF. A confissão ocorreu após os procuradores abrirem procedimento para verificar se o réu quebrou acordo de delação premiada. As informações são da Agência Brasil.

Aos procuradores, Moura disse que estava disposto a negar, perante Moro, as declarações prestadas nas delações. O empresário explicou que, um dia antes de embarcar para Curitiba para prestar depoimento, foi abordado por uma pesssoa em Vinhedo (SP), onde mora.

Segundo ele, o desconhecido perguntou sobre seus netos, que moram no Rio Grande do Sul. Diante da abordagem, o delator disse que ficou transtornado e passou a temer pela segurança de sua família.

“Eu ia negar toda a minha delação. Eu só não iria negar dois fatos, o Duque [Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras] e a Hope [empresa acusada de fraudar contratos com a estatal], porque a pessoa que me abordou não tinha sotaque carioca, tinha sotaque paulista. Essa foi minha atitude”, informou aos procuradores.

No depoimento, Moura pediu uma segunda chance aos procuradores da Lava Jato e ao juiz Sergio Moro. “Se o juiz Moro quiser me ouvir, tenho coisas a falar e a acrescentar. Errei muito feio, não sei nem se tem justiificativa o que fiz.”

De acordo com o MPF, Moura entrou em contradição durante o primeiro depoimento prestado ao juiz, no dia 22 de janeiro.

No depoimento de delação, Moura afirmou que procurou Dirceu em 2005 para saber o risco que corria de ser implicado nas investigações do processo do mensação. “Foi nesse encontro que José Dirceu lhe deu a dica para sair do Brasil e ficar fora do país até a poeira baixa”, diz trecho da delação.

Na semana passada, ao ser questionado por Sérgio Moro sobre os motivos pelos quais deixou o Brasil, Moura entrou em contradição. “Aí nessa declaração, que depois que assinei eu fui ler, eu disse que foi o Zé Dirceu que me orientou a isso. Não foi esse o caso”, respondeu o investigado.

O empresário deve prestar um novo depoimento ao juiz nesta sexta (29). Na mesma audiência, estão previstas as oitivas de José Dirceu e do ex-excutivo da Empreiteira Engevix Gerson Almada.

Os depoimentos ocorrem na ação penal em que José Dirceu e mais 15 investigados foram denunciados pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A acusação contra o ex-ministro se baseou nas afirmações de Milton Pascowitch, em depoimento de delação premiada.

O delator disse que fez pagamentos em favor de Dirceu e Fernando Moura, empresário ligado ao ex-ministro. Segundo os procuradores, o dinheiro saiu de contratos entre a Engevix e a Petrobras e teriam passado por Renato Duque e Fernando Moura.

Dirceu está preso preventivamente desde agosto do ano passado em um presídio em Curitiba. A defesa do ex-ministro afirma que a denúncia é inepta, por falta de provas. De acordo com os advogados, a acusação foi formada apenas com declarações de investigados que firmaram acordos de delação premiada.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Cunha ofereceu a aliados documentos contra Moro

André Coelho

Eduardo Cunha espalhou entre aliados no ano passado um documento para tentar desqualificar Sérgio Moro.

O documento era um despacho em que Moro se declarava suspeito, em 2010, para ser o juiz de um inquérito contra Alberto Youssef, de iniciativa da PF, que investigaria o patrimônio do doleiro.

O inquérito havia sido aberto a partir de uma declaração feita por Youssef anos antes, no caso Banestado.

Moro declarou-se impedido por acreditar que a origem do inquérito estava ligada a uma discordância do acordo de delação firmado naquele caso — portanto, uma situação diferente da Lava-Jato.

LAURO JARDIM

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Contas do Governo têm rombo histórico de 114,9 bilhões de reais em 2015

El País

Após enfrentar um ano de forte desaquecimento da economia, que derrubou a arrecadação de impostos, e ter que quitar as chamadas “pedaladas fiscais”, o Governo central encerrou 2015 com o maior déficit primário da história, no valor de 114, 985 bilhões de reais. O rombo nas contas do Governo de Dilma Rousseff, no ano passado, equivale a 1,94% do Produto Interno Produto (PIB) do país, segundo dados divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional nesta quinta-feira.

Este foi o segundo ano consecutivo que as contas do Governo Central – que reúne Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central- registraram resultados no vermelho. Em 2014, o resultado primário – economia feita para o pagamento de juros da dívida pública – também havia ficado negativo, mas em um patamar mais modesto, de 17,2 bilhões de reais.

Os resultados divulgados nesta quinta-feira mostraram que a equação entre despesas e receitas foi desastrosa no ano que passou. Enquanto as despesas totais subiram 11,6% em 2015, as receitas aumentaram apenas 2,1%, ou seja, os gastos representaram cinco vezes mais que a expansão das receitas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

DEPOIS DE QUEBRADA: Petrobras descobre a meritocracia tarde demais

O petismo ainda não pediu desculpas ao país pelos crimes praticados na Petrobras. Mas o atual presidente da companhia, Aldemir Bendine, jura que vem fazendo tudo diferente desde o ano passado.

“Não convivi e não convivo com indicação política na empresa”, declarou Bendine, ao anunciar um enxugamento de R$ 1,8 bilhão nos quadros da estatal. Segundo ele, diretores e gerentes executivos não entram mais pela janela na Petrobras. “Meritocracia é a palavra que define, desde 2015, os nossos processos e que prevalecerá em toda a companhia.”

Considerando-se que Lula tomou posse em 2003 prometendo um Brasil diferente —mais ético e eficiente—, o mérito funcional chegou à Petrobras com 12 anos de atraso. Tempo suficiente para a produção do maior assalto já registrado às arcas da República.

Um cínico poderia dizer que o arrependimento é a última utilidade de um crime. Mas nem isso é possível afirmar neste caso, já que o petismo não se considera culpado, mas perseguido pela Lava Jato. E a dupla Lula-Dilma, você sabe, “não sabia de nada”.

JOSIAS DE SOUZA

Opinião dos leitores

  1. É muita covardia contra nossa maior empresa. Foi durante o PT q a empresa praticamente quadriplicou suas reservas e investiu mais no Brasil, com estaleiros e refinarias.
    O preço do petróleo e os empréstimos para explorar o pré sal são sim os principais motivos das dificuldades enfrentadas pela empresa, o resto é uso político das dificuldades pelos tucanos q sempre tiveram sede em privatizar a empresa. Pergunta como anda tdas petroleiras do mundo.

  2. O discurso lembra o homem e o partido que chegou ao pode jurando fazer a diferença, lutar contra a corrupção e nos dá hoje exatamente o oposto do prometido, repetido e palavras que entram para história como as grandes mentiras políticas já vivenciadas. Daqui a 03 anos vamos saber onde estará a petrobrás, uma empresa petrolífera que o PT quase faliu.

  3. Como é que o Bendini pode dizer que não convive com indicação política na empresa se ele próprio é uma indicação política?!! Até agora só balela…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Finanças

Após escândalos do Petrolão, PT revê estratégia de campanha de arrecadação pela internet

as_11613603574052109Diante das reações contrárias à campanha de arrecadação de recursos na internet, integrantes da cúpula do PT reviram a estratégia de comunicação e desistiram de inserir pedidos de doações em comerciais partidários que vão ao ar em fevereiro. “Surgiram comentários do tipo: Poxa com todo esse dinheiro do esquema do petrolão, eles ainda estão pedindo dinheiro para campanha?”, disse ao Estado um integrante da cúpula do partido, após reunião da Executiva Nacional da legenda realizada, anteontem, em Brasília.

A ideia inicial seria fazer menção à campanha “Seja Companheiro”, lançada em agosto do ano passado, em que o PT solicita a colaboração dos militantes, simpatizantes e movimentos sociais. Na ocasião do lançamento da campanha, alguns líderes do partido chegaram a defender a iniciativa como um “caminho para autosustentação”. A medida foi lançada em meio às discussões no Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu as doações de empresas nas próximas eleições municipais, de outubro.

Isto É, com AE

Opinião dos leitores

  1. A turma de baixo, eleitores tucanos, aprovam financiamento dos politicos pelas empresas.

  2. Kkkkkkkkkkkkk….rapaz como pode um ParTido ter a cara de pau de vir a público pedir "contribuição financeira" após tantos escândalos??!!

  3. Petitas: coloquem uma coisa nas suas cabeças, acabou! A casa caiu. O Povo se sentem traídos. Não dá mais pra confiar! O tempo do PT já era, se foi! Acabou a mamada! Já se aproveitaram demais! Acabou o Poder!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polêmica

O que é o projeto de lei que exime religiosos de crimes de injúria e difamação

19ago2015---o-plenario-da-camara-dos-deputados-aprovou-em-segundo-turno-a-proposta-de-emenda-a-constituicao-pec-que-reduz-a-maioridade-penal-de-18-para-16-anos-1440032639612_615x300Um projeto de lei na Câmara dos Deputados quer dar imunidade aos crimes de injúria e difamação para as opiniões de líderes religiosos e de professores no exercício de suas atividades.

O texto, com o objetivo declarado de garantir a liberdade de expressão, é criticado por dar imunidade criminal a um grupo específico e chega num momento em que líderes religiosos são questionados na Justiça sob acusações de ofensas e incitação à violência contra homossexuais e religiões afro-brasileiras.

A proposta deve voltar a tramitar a partir de fevereiro, com o fim do recesso parlamentar, na comissão especial criada em novembro para dar parecer sobre o projeto.

O autor do texto, deputado Takayama (PSC-PR), justifica a proposta com o argumento de que ministros religiosos, como padres e pastores, podem ter opiniões consideradas ofensivas ao criticar “condutas” condenadas por sua religião.

[O ministro religioso] segundo os valores da sua fé tem que se posicionar contra determinadas condutas que afrontam esses valores, e que podem ser considerados como ofensivas por outros que defendem posição divergente

Texto da justificativa ao projeto de lei, apresentado originalmente em 2005

A reportagem do UOL pediu uma entrevista a Takayama, por meio de assessores do deputado. Mas, desde o dia 6 de janeiro, ainda não obteve resposta.

O texto em tramitação hoje abre uma brecha para que qualquer pessoa que emitir uma manifestação de teor religioso fique imune aos crimes de injúria e difamação.

Diz o texto mais atual da proposta que não será configurada como crime de injúria ou difamação “a manifestação de crença religiosa, em qualquer modalidade, por qualquer pessoa, acerca de qualquer assunto e a opinião de professor no exercício do magistério”. A modificação foi inserida em 2013, durante tramitação na CCJ (Comissão de Constituição de Justiça).

Bancada evangélica

Juristas religiosos criticam o projeto. Para o presidente da Anajure (Associação Nacional de Juristas Evangélicos), Uziel Santana, o direito à opinião não deve ser defendido com base em alterações nas leis penais.

Santana afirma ver contradição na crítica feita por setores religiosos ao projeto de tornar crime opiniões que ofendam os homossexuais (homofobia) e a defesa do texto de Takayama.

“Então, quando os próprios evangélicos criticam o PL 122/06 da homofobia justamente por que é uma norma penal, como eu, evangélico, vou defender um projeto de natureza penal para dar uma excludente a essas duas questões [injúria e difamação] a professores e religiosos?”, questiona Santana. “Acho que legislação penal não serve para direitos humanos. Essa é uma opinião fechada da Anajure”, diz.

Religiosos, professores, homossexuais, de direita e de esquerda devem ser cidadãos. E como cidadãos eles têm seus direitos e seus deveres

Uziel Santana, presidente da Anajure

O presidente da Anajure, que tem acompanhado a tramitação do projeto, diz que a comissão especial foi criada originalmente para analisar o projeto do Estatuto da Liberdade Religiosa, mas por pressão da Frente Parlamentar Evangélica, foi incluído o projeto que trata dos crimes de injúria e difamação.

Dos 23 membros titulares da comissão que vai analisar o projeto, 17 fazem parte da frente evangélica, e dois da frente católica.

A reportagem do UOL pediu uma entrevista ao deputado João Campos (PSDB-GO), coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, mas não obteve resposta de seus assessores até esta quarta-feira (26). O relator do projeto na comissão, Leonardo Quintão (PMDB-MG), também não retornou os pedidos de entrevista feitos à sua assessoria durante o mês de janeiro.

O presidente da comissão, Antônio Jácome (PMN-RN), afirmou que o trabalho da comissão ainda está no início e que o objetivo é “ouvir todos os lados envolvidos no assunto” e produzir um texto que “ajude no combate à intolerância religiosa”, disse, em nota enviada por sua assessoria de imprensa. Foram realizadas apenas duas das 40 sessões de prazo da comissão.

O que é injúria e difamação

O crime de difamação é a atribuição a alguém de um fato ofensivo à sua reputação. Por exemplo, dizer que alguém é desonesto ou que trai a mulher. Já a injúria está relacionada ao ato da ofensa em si, e pode ser configurada por meio de xingamentos, por exemplo. A dupla costuma estar associada ao crime de calúnia, que é quando é atribuído a alguém a prática de um crime. Por exemplo, ao dizer que um homem é ladrão. A calúnia, no entanto, não é alvo do projeto de lei em tramitação na Câmara.

O promotor de Justiça e professor de direito penal da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica) Christiano Jorge Santos afirma que a liberdade de expressão de religiosos e professores já é garantida por lei. Ele explica que só é configurado o crime quando está clara a intenção de ofender, e que a lei não pune a discussão de ideias, mesmo que contrárias a outras crenças ou comportamentos sociais.

“Qual a justificativa para se pretender excluir do rol dos crimes do artigo 140 [do Código Penal] uma ofensa no contexto religioso ou praticada por quem está no exercício de função religiosa?”, questiona Souza.

Acusações de discriminação

Líderes religiosos que se destacam por sua atuação já tiveram opiniões questionadas na Justiça sob a suspeita de discriminação. Em maio do ano passado, a TV Record, de propriedade do bispo Edir Macedo, foi condenada a exibir quatro programas de televisão como direito de resposta às religiões de origem africana por ofensas contra elas, veiculadas no programa “Mistérios” e no quadro “Sessão de Descarrego”.

Outro caso ocorreu em outubro de 2015, quando o TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3º Região) determinou que seja retomado o processo contra o pastor Silas Malafaia por supostas declarações homofóbicas durante o programa de TV “Vitória em Cristo”.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Com tanta coisa série e urgente para se votar, como reformas no Código Penal por exemplo, e esses escroques ficam perdendo tempo com isso. Vamos pressionar este pessoal, povo brasileiro !

  2. Imunidade para professores ???? Isso é piada. Eles teriam liberdade para influenciar nas tendências políticas, sexuais e religiosos (radicais???), e não sofreriam punições ???? É muito poder para uma pessoa. Todo tem que ter limites. SOU CONTRA.

    1. os professores não podem mas os políticos religiosos podem ter liberdade para influenciar nas tendências políticas, sexuais e religiosos (radicais???), e não sofreriam punições ????

      SOU CONTRA HIPOCRISIA.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Novo Batalhão do RN: ROCAM e PATAMO formarão as Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM)

A Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte vem a público esclarecer sobre os fatos da criação do Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM).

Previamente, a Polícia Militar do RN esclarece que o Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM) será criado através da fusão da Companhia de Patrulhamento Tático Móvel (PATAMO) e a Companhia de Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicleta (ROCAM), formando uma força especial para atuar em qualquer parte do Estado, otimizando o policiamento para um pronto atendimento à população.

Atualmente, a ROCAM ocupa na estrutura organizacional básica da Polícia Militar o status de Companhia, que pode ser composta por, no máximo, 300 policiais militares em seu efetivo. Enquanto que, ao transformar-se na ROTAM, este terá o status de Batalhão, podendo ser composto por até 800 policiais militares, o que garante a intensificação do policiamento em sua área de atuação.

A ROTAM já está prevista na nova Lei de Organização Básica da Polícia Militar, a qual está sendo elaborada conjuntamente entre o Comando da Polícia Militar e associações representativas de oficiais e praças da corporação.

Além disso, a Polícia Militar ressalta que a criação da ROTAM está baseado nas experiências de Estados modelos no sistema de Segurança Pública, como Minas Gerais e São Paulo, onde é destaque pelo ágil deslocamento, além de proporcionar maior segurança aos policiais, uma vez que, ao realizar a prisão de um infrator, necessariamente será preciso a presença de uma viatura para a condução do detido.

Desta forma, a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte ressalta que todas as mudanças na estrutura organizacional da corporação está sendo feita com o objetivo de proporcionar uma segurança pública de qualidade à população norte-riograndense, além do fortalecimento e melhorias dos órgãos que compõe esta instituição militar.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Polícia Militar

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *