Diversos

Ben E. King, do hit ‘Stand by me’, morre aos 76 anos

STAN

Mais conhecido pelo clássico “Stand by me”, Ben E. King morreu nesta quinta-feira, aos 76 anos, de causas naturais. Amigo do lendário músico de R&B, o cantor Gary U.S. Bonds deu a notícia em sua página no Facebook.

“Com muito pesar, eu preciso dizer adeus a uma das almas mais doces, gentis e talentosas que eu tive o privilégio de conhecer e chamar de amigo por mais de 50 anos”, disse Bonds, dos hits “New Orleans” e “Quarter to three”.

A notícia foi confirmada pelo assessor do cantor ao jornal “The Telegraph”. Em 2013, King fez uma turnê pelo Reino Unido, e se apresentou nos Estados Unidos no ano passado.

King começou a carreira no fim da década de 1950 com a banda The Drifters. No repertório, versões de sucessos como “There goes my baby” e “Save the last dance for me”. Em carreira solo, alcançou o topo das paradas dos Estados Unidos com “Stand by me”, em 1961.

O Globo

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Diversos

Chilena adota bebês mortos em lixão para garantir enterro decente

chile

Por IG

Bernarda Gallardo já estava na fila para a adoção quando leu em um jornal que uma recém-nascida havia sido abandonada, morta, em um lixão. Ela continuou querendo adotar um bebê – mas, agora, queria um bebê morto.

A menina, que ela passou a chamar de Aurora, foi abandonada em um lixão em Puerto Montt, no sul do Chile, há 12 anos. Meses depois, Bernarda conseguiu adotar a menina e dar a ela um funeral decente. Desde então, ela adotou e enterrou outros três bebês.

Um de seus objetivos é chamar atenção para a dificuldade de mães chilenas que não têm condições de ficar com os filhos – o aborto é proibido no país até mesmo em casos de estupro e os hospitais não têm um local onde os bebês possam ser deixados anonimamente.

A história de Bernarda começou em 4 de abril de 2003, quando o corpo de Aurora foi encontrado. Ele havia sido colocado em um saco de lixo preto e jogado na lixeira, que acabou indo parar no lixão. Um dos catadores encontrou o corpo da menina, e Bernarda ficou horrorizada.

Imediatamente, decidiu dar um enterro decente ao bebê. Ela estava em processo de adoção de um bebê à época e, com isso, sentiu uma ligação com a história – este poderia facilmente ter sido o seu bebê, e ela queria fazer algo.

“Se você ganha um bebê vivo, você dá roupa, alimenta, e coloca em um berço. Se o bebê chega morto, você precisa conseguir um caixão e dar a ele um enterro decente.”

Mas ela também sabe que muitas mães não querem ficar com os filhos, e até sente uma conexão com elas.

“São mulheres jovens, muitas vezes meninas vítimas de estupro e incesto. Se foram estupradas pelo pai ou padrasto, elas têm muito medo de falar. Os estupradores normalmente são aqueles que sustentam a família”, diz.

“Depois que fui estuprada, tive a sorte de conseguir superar com o apoio dos meus amigos. Mas, se eu tivesse ficado sozinha, talvez eu tivesse me sentido tão desamparada como elas”.

“Que tipo de vidas essas mulheres têm para que estejam tão desesperadas a ponto de abandonar seus filhos?”, questiona.

Além de violência sexual, muitos bebês também são abandonados por causa da pobreza. “As mulheres simplesmente não pode sustentar uma criança”, diz.

É difícil estimar quantos bebês são jogados no lixo no Chile. Estatísticas oficiais apontam que são cerca de 10 por ano, mas o número pode ser muito maior – a maioria dos lixões é fechada ao público, e é possível que existam mais corpos que não são encontrados.

O desejo de Bernarda de fazer algo pelo bebê em Puerto Montt foi o início de um processo longo e burocrático.

Já no início, ela decidiu chamar a menina de Aurora. “Para mim, ela era um pequeno raio de luz que mostrava que a escuridão não era a única possibilidade.”

Mas conseguir enterrar Aurora não foi fácil. No Chile, de acordo com ela, se um corpo não é reclamado por um membro da família ele é classificado como dejeto humano e jogado fora com outros materiais hospitalares. Mas Bernarda conseguiu interceder antes que isso ocorresse.

(mais…)

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Educação

FIES: Justiça Federal determina prorrogação por tempo indeterminado de inscrição

Uma decisão da Justiça Federal de Mato Grosso determinou, nesta quinta-feira (30), que o prazo de inscrição para novos contratos de Fies (Financiamento Estudantil) deve ser prorrogado por tempo indeterminado para estudantes que querem entrar no programa pela primeira vez. A decisão é válida para todo o País. Até então, a data limite parapedir financiamento estudantil era esta quinta-feira.

O juiz da 8ª Vara Federal Raphael Cazelli De Almeida Carvalho acatou um pedido da Defensoria Pública da União que ajuizou ação civil pública em que “alega que estão sendo violados os direitos coletivo dos estudantes de baixa renda” que não têm conseguido efetivar a contratação do Fies por causa de falhas no sistema. No início prazo de inscrição, alunos reclamaram nas redes sociais e em manifestações nas faculdades sobre a dificuldade que tiveram para fazer as inscrições.

De acordo com a defensoria, o SisFies (Sistema Informatizado do Fies) informava que o “número de bolsas disponibilizadas já está esgotado” e/ou que o “campo obrigatório não preenchido corretamente”. No entanto, ainda segundo a defensoria, as Instituições de Ensino Superior informavam que ainda existiam vagas disponíveis e que o sistema do Fies estaria travado. O MEC (Ministério da Educação) chegou a prorrogar inscrições, mas apenas para os casos de aditamento do contrato e não para novas contratações.

Na decisão, a Justiça determina que a União e o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educacao), agente operador do programa, “corrijam imediatamente o funcionamento do SisFIES para novas contratações do programa FIES, ou disponibilizem meio alternativo de efetivação da inscrição no FIES”. Além disso, o juiz fixa multa diária de R$ 20 mil por descumprimento da determinação.

O programa

O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior com juros de 3,4% ao ano. O estudante começa a quitar o financiamento 18 meses após o término da graduação. De acordo com o balanço, o programa conta com 1,9 milhão de contratos existentes.

Podem recorrer ao financiamento os estudantes matriculados em cursos superiores que tenham avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC.

R7

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Jornalismo

Estados Unidos têm novos protestos contra violência policial

Os Estados Unidos vivem hoje (1º) um novo dia de manifestações contra a brutalidade policial em várias cidades. Os protestos ocorrem de forma pacífica em Baltimore, centro do conflito, mas resultaram em violência na vizinha Filadélfia.

Pouco antes do toque de recolher obrigatório (22h no horário local, 23h no horário de Brasília), milhares de pessoas manifestaram-se pacificamente nas ruas de Baltimore, como aconteceu na quarta-feira (29), em protesto pela morte do jovem negro Freddie Gray devido a ferimentos sofridos quando estava sob custódia policial.

Já na Filadélfia, a cerca de 170 quilômetros de Baltimore, foram registados confrontos entre manifestantes e policiais e as televisões mostraram imagens de grupos de manifestantes empurrando agentes cercados. A Filadélfia é a maior cidade do estado da Pensilvânia e a quinta maior dos Estados Unidos. Ela tem 44% da população negra e muita gente saiu às ruas em solidariedade aos vizinhos de Baltimore.

Ao longo dos últimos dias foram várias as comunidades de cidades norte-americanas, como Nova Iorque, Chicago e Oakland, que saíram às ruas em solidariedade à população de Baltimore e protestando contra a violência policial.

Agência Brasil

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Política

VÍDEO: ‘Temos que nos acostumar às vozes das ruas’, diz Dilma nas redes sociais

Sem ir à TV temendo novos panelaços contra si e seu governo, a presidente Dilma Rousseff falou nesta sexta-feira, Dia dos Trabalhadores, em três vídeos postados nas redes sociais. Nos pronunciamentos, a presidente defendeu a de valorização do salário mínimo, a regulmentação da terceirização sem a extensão, proém, da regra à atividade-fim, e os protestos nas ruas.

Veja os três vídeos aqui

No terceiro vídeo postado neste 1º de maio, Dilma disse que os governantes precisam se acostumar “às vozes das ruas” e que é preciso reconhecer como legítimas as reivindicações populares. Um dia antes da gravação do vídeo, na quinta-feira, mais de 200 professores ficaram feridos em confronto com a Polícia Militar durante manifestação em Curitiba contra um projeto do governador Beto Richa (PSDB).

— Temos que nos acostumar às vozes das ruas, aos pleitos dos trabalhadores. Temos de reconhecer como legítimas as reivindicações de todos os segmentos sociais da nossa população. Temos de nos acostumar a fazer isso sem violência e sem repressão — afirmou.

Dilma defendeu “diálogo” e que só por meio dele é possível construir consensos.

— Queremos por meio do diálogo construir consenso, evitando a violência e respeitando o direito de opinião e de manifestação — disse.

Sem medidas concretas para anunciar nesta data, a presidente lançou mão da criação de um fórum de debates entre as centrais sindicais, empresários, aposentados, pensionistas e governo para discutir mudanças.

— A pauta que propomos ao fórum é sustentabilidade do sistema previdenciário, bem como regras de acesso, idade mínima, tempo de contribuição e fator previdenciário. Propomos ainda como pauta politicas de fortalecimento do emprego, do trabalho e da renda, medidas de redução da rotatividade, de formalização e aumento da produtividade do trabalho — anunciou.

No segundo pronunciamento hoje, Dilma defendeu a criação de lei para regulamentar a terceirização da mão-de-obra pelas e empresas, como forma de garantir proteção aos trabalhadores. No entanto, se mostrou contrária à extensão da regra à atividade-fim.

— A regulamentação do trabalho terceirizado precisa manter a diferenciação entre atividades-fim e meio dos vários setores produtivos. É preciso assegurar ao trabalhador a garantia dos direitos conquistados nas negociações salariais. É preciso proteger a Previdência Social da perda de recursos e assim garantir sua sustentabilidade — afirmou.

Desde que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pautou a votação do projeto, há cerca de 15 dias, Dilma vinha resistindo em se manifestar sobre o tema. Dizia, apenas, que o governo não aceitava perder arrecadação com as mudanças. Pressionada pelo PT, pelo ex-presidente Lula e por sua base social, Dilma resolveu ontem, em reunião com as centrais sindicais, falar de forma clara e contrária à terceirização da atividade-fim.

No primeiro vídeo postado no site da Presidência, afirmou que seu governo vem garantindo a valorização do salário mínimo e o poder de compra do trabalhador. Desde que assumiu o governo, disse que o aumento real foi de 14,8%.

— A valorização do salário mínimo é uma das maiores conquistas desse período. Em março deste ano, eu encaminhei ao Congresso Nacional uma medida provisória que garante a política de valorização do salário mínimo até 2019. Por lei, vamos assegurar o aumento do poder de compra do trabalhador — declarou Dilma.

No primeiro vídeo, de 1 minuto e 15 segundos, a presidente destacou também o reajuste da tabela do Imposto de Renda.

— Também em março desse ano, enviei ao Congresso a tabela de correção do Imposto de Renda. Com ela, o trabalhador terá seu salário preservado e não irá pagar o imposto maior— disse.

Dilma optou por postar três vídeos nas redes sociais ao longo do dia, para defender a política do reajuste real do salário mínimo, as garantias dos direitos dos trabalhadores, e dizer que está permanentemente aberta ao diálogo. Na quinta-feira, recebeu no Palácio do Planalto representantes de movimentos sindicais, entre eles da CUT e da Força Sindical. No encontro, a presidente disse ser contra a terceirização da atividade-fim, como foi aprovado o projeto de lei na semana passada pelos deputados. Até então, ela vinha se esquivando de opinar sobre o tema.

Nenhuma das medidas citadas pela presidente são novidade e foram anunciadas entre fevereiro e março deste ano.

Opinião dos leitores

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Polícia

Bandidos trocam tiros e matam mulher durante confronto em Nova Cruz

Uma mulher identificada até o momento como Nalvinha foi vítima de disparos de arma de fogo e morreu em uma troca de tiros no bairro da Coréia, no município de Nova Cruz.

Ela foi atingida no momento em que um homem trocava tiros com um amigo da vítima, em via pública.

Segundo informações de populares, na noite de ontem, 30, uma primeira troca de tiros foi registrada na região. Possivelmente os envolvidos se confrontaram novamente na manhã de hoje.

O crime será investigado pela Delegacia de Polícia Distrital, mas até o momento nenhuma informação sobre os atiradores foi repassada para a Polícia.

Veja a matéria completa no site 190RN.com

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Economia

DIA DO TRABALHO: Mesmo com recuperação econômica, emprego só melhora em 2017

Passado o período de ajuste fiscal, a retomada da economia brasileira deve começar a ocorrer a partir do segundo semestre do ano que vem. E, se confirmado este cenário, o reaquecimento do mercado de trabalho se dará apenas a partir de 2017. Antes dessa melhora, contudo, haverá uma intensificação no corte de vagas em 2015 e uma manutenção da taxa de desemprego em níveis mais altos que os atuais ao longo de 2016.

Especialistas ouvidos pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, estimam que os efeitos da recuperação econômica levarão de três meses a um ano para se refletir na taxa de ocupação. “O mercado de trabalho mal começou a piorar”, afirma o diretor de pesquisa econômica da GO Associados, Fábio Silveira, para quem a situação continuará difícil até o ano que vem. “O que a gente não vai ver é a retomada do emprego nos próximos dois anos”, projetou. Silveira explica que o lado real da economia tem ajustes mais lentos que o mercado financeiro. As pessoas foram sendo progressivamente demitidas na indústria e o fenômeno começou a atingir os serviços e o comércio mais recentemente. “Nestes setores, o esfriamento do mercado de trabalho está mal começando e vai se desenrolar ao longo de 2015 e 2016”, prevê.

Rodrigo Leandro de Moura, economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), estima que a taxa de desemprego medida pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad) Contínua passe de 6,8% em 2014, para 7,7% em 2015 e chegue a 8,4% em 2016. Pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), também do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a desocupação deve sair dos 4,8% registrados no ano passado, para 6,2% neste ano, chegando a 7,0% no ano que vem. “Isso revela que o desemprego deve subir mais rapidamente nas regiões metropolitanas”, analisou.

E a recuperação tende a ser lenta. O economista da Fundação Seade, Alexandre Loloian, destaca que é mais fácil entrar em processo de estagnação e recessão. Para a retomada, argumenta, é necessário criar condições para que as empresas voltem a investir e retomem a produção. Uma das alternativas, na sua opinião, poderia ser os programas de concessão e parcerias público-privadas (PPPs).

“O que se observa é que o desemprego tende a subir muito rápido com a recessão e, depois, são necessários vários anos de crescimento para o desemprego voltar a patamares baixos”, complementou Moura, que destacou o fato de o País ter levado quase uma década para ver o desemprego cair de cerca de 10% para 5%, na PME. “Daqui pra frente, depende de quanto e como vão repercutir os ajustes que o governo está fazendo.”

Antes de uma recuperação efetiva, os empresários devem recorrem ao aumento da jornada, ao pagamento de horas extras e até à contratação ilegal de trabalhadores, sem carteira de trabalho, na avaliação de Loloian. Segundo ele, estas práticas são comuns em momentos que antecedem a retomada do emprego. “Quando se consolida o quadro (de crescimento econômico), quando há essa garantia, nem que seja em um horizonte grande, é que o empresariado volta a contratar”, observou.

Para Silveira, da GO Associados, dado o atual cenário, o nível de atividade da economia brasileira só deve começar a subir no segundo semestre de 2016 e, assim, o mercado de trabalho começaria a melhorar apenas no início de 2017. “A defasagem é de seis meses a um ano”, estimou. A absorção dos demitidos pelo mercado de trabalho depende, diz Silveira, das políticas públicas. “Passados os devidos ajustes, que não se resumem ao ajuste fiscal e a baixar a inflação, é preciso melhorar competitividade, baixar o nível de endividamento das famílias e haver ganho real de produtividade”, afirmou.

fonte: Estadão Conteudo

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Economia

Governo quer usar R$ 10 bi do FI-FGTS para cobrir BNDES

O Governo pretende usar US$ 10 bilhões do fundo FI-FGTS com recursos do FGTS para ajudar o BNDES a fechar suas contas em 2015. A ideia é que o fundo, administrado pela Caixa para investir em projetos de infraestrutura, cubra um terço do rombo, informa o jornal Folha de S.Paulo .

A pressão partiu do ministério da Fazenda. Inicialmente, a pasta pediu R$ 15 bilhões com a prerrogativa de que o dinheiro seria destinado ao plano de novas concessões do governo federal.  Contudo, o jornal indica que o dinheiro será usado para cobrir dívidas do BNDES, que, não terá repassas do Tesouro – ano passado o repasse foi de R$ 60 bilhões ao banco de fomento.

O pedido formal foi feito na última quarta-feira (29). Pelas regras, o FI-FGTS não pode investir em bancos, privados ou públicos, seria necessária uma mudança nas regras do fundo, que cabe ao conselho curador do FGTS. No primeiro ano de atuação, o fundo recebeu R$ 7 bilhões em debêntures (título de crédito) do BNDES, sendo que entre R$ 3 bilhões e 4 bilhões já foram pagos.

Composto de 24 membros, o conselho é contra a ação, mas a maioria é do governo – tanto que o BNDES acredita que a operação terá sucesso. A decisão então volta ao FI-FGTS e seus 12 integrantes, com 9 votos a mudança é aprovada.

O BNDES diz não ser possível avaliar sua necessidade de recursos, mas é menor que 2014, avaliada em R$ 188 bilhões. Além do FI-FGTS, o banco de fomento tentará captar US$ 15 bilhões com a emissão de papeis do banco no País.

Terra

Opinião dos leitores

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Política

Sem pronunciamento de Dilma, Cunha anuncia projeto que muda índice de correção do FGTS

Por OO Globo

cu

Diante da desistência da presidente Dilma Rousseff de fazer o pronunciamento do Dia do Trabalhador em cadeia de rádio e TV, o PMDB, seu aliado no governo, e a oposição buscaram ocupar o espaço com discursos e anúncio de medidas que beneficiariam o trabalhador.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), afirmou que vai apresentar durante o ato desta sexta-feira da Força Sindical, em São Paulo, projeto para alterar o índice de correção do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O texto, que será assinado pelos líderes do PMDB, do Solidariedade e do DEM tramitará em regime de urgência, segundo Cunha. Atualmente, a correção do FGTS é feita com base na Taxa Referencial (TR), usada para atualizar o rendimento das poupanças, mais juros de 3% ao ano. Caso o projeto seja aprovado, passará a valer o índice da poupança.

Tem muita ação na Justiça em relação ao FGTS. É uma injustiça com os trabalhadores manterem a correção (do FGTS) inferior à poupança e à inflação — afirmou o presidente da Câmara, adiantando que o projeto de lei não será retroativo.

O projeto, que será protocolado na Câmara semana que vem, é baseado em ação de inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pelo Solidariedade (SD) no Supremo Tribunal Federal (STF) ano passado, que pede a alteração da correção pela inflação. O deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), afirmou que a defasagem na correção começou em 1999 e já ultrapassou os 100%. Perguntado se a alteração não ampliaria a crise econômica, o deputado afirmou que a União tem margem para isso:

— O índice da poupança fica sempre entre 8% e 9% (por ano). O programa Minha Casa, Minha Vida tem índice de 7%, é superior à inflação. O governo usa esse dinheiro para fazer mais dinheiro. Mudamos o índice de correção da inflação pela poupança porque avaliamos que é mais factível na atual circunstância.

(mais…)

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Polícia

Governo do Estado promove vinte e dois oficiais da Polícia Militar; veja nomes

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte publicou no Diário Oficial do Estado (DOE), de nº13.428, neste sábado (1), a promoção de vinte e dois 2º Tenentes ao posto de 1º Tenente PM do Quadro de Oficiais da Polícia Militar do RN, pelo critério de antiguidade.

O ato de promoção foi retroativo ao dia 21 de abril de 2012 e seguiu em cumprimento ao Acórdão proferido no Mandado de Segurança com Liminar nº 2013.000210-7 (TJRN).

Confira a lista dos militares estaduais promovidos neste sábado aqui

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Polícia

4 pessoas são presas e 36 autuadas administrativamente em blitz da Lei Seca

Quatro pessoas foram presas por embriaguez ao volante e outras 36 autuadas administrativamente entre a madrugada e a manhã desta sexta, 01, na rua Doutor Manoel Araújo, rua do Salsa, em Ponta Negra. 

Opinião dos leitores

  1. Parabéns Tenente, uma grande volta com estilo.

    Espero que prenda Promotores e Juízes também quando os mesmos forem abordados e estiverem sob efeito do álcool.

  2. O complemento dessa manchete deveria ser: "… e um ciclista morreu vítima de condutor embriagado. na rota do sol."
    Mas o importante é arrecadar e aparecer.

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Política

Lula e PT pressionam Dilma a subir tom na terceirização

A presidente Dilma Rousseff sofreu pressão do ex-presidente Lula e do PT para subir o tom das críticas ao projeto que amplia a terceirização, aprovado semana passada na Câmara dos Deputados. Os petistas consideram importante defender uma bandeira popular numa hora em que o governo tem baixo índice de avaliação.

Por isso, Dilma criticou a terceirização nas atividades-fim das empresas. É uma forma de tentar recuperar eleitores que já apoiaram o PT e que hoje estão insatisfeitos.

A fala da presidente também serve para acuar o PSDB, que votou em massa a favor do projeto aprovado na Câmara.

Dilma quer mudar a proposta que amplia a terceirização no Senado e pode até vetar alguns pontos.

*

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), criticou Dilma, considerando “ridícula” a decisão de não fazer um pronunciamento oficial em cadeia de rádio e TV nesta sexta, Dia do Trabalhador. Renan também atacou o vice-presidente, Michel Temer, dizendo que o PMDB não pode virar partido da boquinha nem deveria centralizar a distribuição de cargos.

A reação de Temer foi irônica e dura. Disse que não usaria seu cargo para agredir autoridades de outros poderes, que foi exatamente o que o presidente do Senado fez. E deu outra alfinetada: afirmou que o Brasil precisa de políticos à altura dos seus desafios e que busca a estabilidade e não o confronto.

O pano de fundo desse imbróglio é o seguinte: Renan ainda não engoliu a perda do Ministério do Turismo, que era ocupado por Vinícius Lages, seu afilhado político. O presidente do Senado também busca abraçar uma agenda popular porque está na lista de políticos investigados na operação Lava Jato.

IG

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Política

Coordenação política não é distribuição de “cargos e boquinhas”, diz Renan

Renan Calheiros bateu no correligionário Michel Temer, coordenador político do governo. Ele Afirma que o PMDB não pode transformar a coordenação de Temer num departamento de Recursos Humanos, para “distribuir cargos e boquinhas”. Sinal dos tempos! Beneficiário por 12 anos da superboca da presidência da Tanspetro, subsidiária da Petrobras, Renan agora cospe num prazo no qual já não pode comer.

Investigado por suspeita de receber propinas na Petrobras, Renan leu na resposta de Temer o vocábulo “ética”. O vice-presidente escreveu: “Respeito institucional é a essência da atividade política, assim como a ética, a moral e a lisura.”

Incomodado com o rebaixamento do pé-direito do PMDB, Temer insinuou que Renan é menor do que os desafios que o assediam: “Não estimularei um debate que só pode desarmonizar as instituições e os setores sociais. O país precisa, neste momento histórico, de políticos à altura dos desafios que hão de ser enfrentados.”

De resto, Temer deu a entender que tem coisas mais relevantes a fazer do que ficar batendo boca. “Trabalho hoje com o objetivo de construir a estabilidade política e a harmonia ensejadoras da retomada do crescimento econômico em benefício do povo brasileiro. Se outros querem sair desta trilha, aviso que dela não sairei.”

UOL

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Diversos

FOTO: Time do Danubio raspa cabelo em tributo a atleta com câncer

danubio

O elenco do Danubio-URU, adversário de Corinthians e São Paulo na primeira fase da Copa Libertadores da América de 2015, protagonizou um ato de solidariedade. Para passarem força ao colega Marcelo Tabárez, operado de um tumor no testículo, os jogadores da formação de Montevidéu rasparam a cabeça. O camisa 11 já iniciou o cronograma de quimioterapia traçado pelos médicos.

Tabárez foi flagrado em um exame antidoping no dia 25 de fevereiro, curiosamente, após a goleada sofrida contra o São Paulo , no estádio do Morumbi, pelo placar de 4 a 0. A constatação foi de suma importância para a identificação do tumor maligno no testículo. Assim, no dia 13 de abril, o atleta foi operado com sucesso.

No site oficial do clube, foi exposta uma foto dos atletas alvinegros com o cabelo raspado. Todos também vestiam a camisa 11, estampada com a mensagem “Fuerza Marce”. Os votos de apoio, contudo, não se resumiram apenas ao Danubio. Demais representações da capital uruguaia, como Peñarol, Nacional e Montevideo Wanderers também postaram dizeres passando força a Tabárez.

O Danubio acabou fora da Libertadores amargando a lanterna do grupo 2, com apenas três pontos reunidos – oriundos de uma vitória sobre o San Lorenzo-ARG, em Buenos Aires, na última rodada. Os clubes classificados da chave foram Corinthians (13) e São Paulo (12) .

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Acidente

FOTOS: Táxi bate em poste na Av. Mário Negócio

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taxi 2

Um táxi colidiu com um poste na manhã desta sexta, 01, na Av. Dr. Mário Negócio, Natal. Segundo informações, ainda não confirmadas, o motorista, que não teve nenhum ferimento grave, teria dormido ao volante.

FOTOS: Cedidas

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Política

PSDB acusa Petrobras de ‘destruição de provas’

petroo

A notícia de que foram destruídas as gravações de reuniões do Conselho de Administração da Petrobras deixou intrigados os tucanos. “Estamos diante de um típico caso de destruição de provas”, disse o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB). “O partido usará de todos os meios legais possíveis para esclarecer esse episódio.”

Após conversar sobre o tema com o senador Aécio Neves, presidente do PSDB, Cunha Lima informou: além das cobranças que serão feitas na CPI da Petrobras, o partido cogita protocolar na Procuradoria-Geral da República, na semana que vem, um pedido de investigação para esclarecer as circunstâncias que envolveram a eliminação do áudio e das imagens das reuniões do Conselho da estatal.

Em resposta a um pedido de informações feito pelo Estadão, a Petrobras confirmou ter destruído as gravações. Foram para o beleléu inclusive os arquivos eletrônicos de reuniões que aprovaram decisões que agora estão sendo investigadas na Operação Lava Jato. Entre elas a compra da refinaria texana de Pasadena, que resultou num prejuízo estimado em US$ 792 milhões.

Destruíram-se inclusive os registros de reuniões presididas por Dilma Rousseff. Ela comandou o Conselho da Petrobras entre 2003 e 2010, sob Lula. Nesse período, Dilma foi ministra de Minas e Energia e chefe da Casa Civil.

A CPI e o TCU já haviam requisitado as gravações à Petrobras. A estatal empurrava os pedidos com a barriga. A CPI chegou mesmo a fixar um prazo para o envio do material. Vence na próxima segunda-feira (4).

“Não faz o menor sentido gravar as reuniões para depois apagar as gravações”, disse Cunha Lima. “É preciso que isso seja esclarecido.” A Petrobras informa que as gravações são destruídas depois que ficam prontas as atas das reuniões. Essas atas, porém, são meros resumos do que sucedeu a portas fechadas.

A estatal alega que o procedimento está previsto no Regimento Interno do Conselho de Administração. Instada a exibir o documento, a Petrobras fechou-se. Sustenta que o regimento contém normais sigilosas.

Alega que de aniquilamento das a perda Petrobras informou que a destruição está prevista no Regimento Interno do Conselho de Administração. Mas, questionada pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, a Gerência de Imprensa não apresentou o documento. A reportagem também o solicitou à secretaria responsável por auxiliar o Conselho de Administração. O órgão informou que a norma é sigilosa.

“Não faz sentido”, disse Cunha Lima. “É preciso investigar tudo isso. E nós, do PSDB, vamos às últimas consequências.”

UOL

Opinião dos leitores

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