Na noite deste sábado, 09, um botijão de gás explodiu dentro de uma pizzaria que estava sendo inaugurada no bairro Jardim Petrópolis, em São Gonçalo do Amarante, na divisa com a capital potiguar.
Foi preciso a intervenção da equipe do Corpo de Bombeiros. O prejuízo foi total e na ocorrência não se teve o registro de vítimas feridas. De acordo com os bombeiros, a pizzaria não tinha “Habite-se” para o funcionamento.
Com e informações e foto: Hudson Silvestre/Via Certa Natal
Em apenas três meses de atividade desde o início do ano legislativo, em fevereiro, o Senado já tem três Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) em funcionamento. Mas o número pode ser ainda maior. Senadores que examinam temas que aguardam investigações – como a de correntistas brasileiros do HSBC na Suíça, crimes relacionados à colocação de órteses (dispositivos de uso destinados a alinhar deformidades no corpo) e próteses e o assassinato de jovens no Brasil – agora se preparam para instalar a quarta CPI, desta vez, para apurar irregularidades nos fundos de pensão.
As denúncias englobam irregularidades e prejuízos na administração de recursos financeiros de previdência complementar de empregados de sociedades de economia mista e de empresas públicas controladas direta ou indiretamente pela União, como o Petros (Petrobras), Postalis (Correios), Previ (Banco do Brasil) e Funcef (Caixa).
Após a leitura da proposta de criação da CPI no plenário do Senado, ocorrida na quarta-feira (6), para que a comissão seja instalada, os líderes dos partidos ainda precisam indicar -até a próxima semana – ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), 11 nomes para integrar o colegiado. Caso isso não aconteça, o próprio presidente do Senado terá de fazer as indicações.
Em razão do critério de proporcionalidade das bancadas, o líder do PSDB, senador Cassio Cunha Lima (PB), que junto com o colega de partido Aloysio Nunes (SP) e com a senadora Ana Amélia (PP-RS) é autor do requerimento de criação da CPI, reconheceu que a relatoria, um dos cargos-chave da comissão, não deve ficar com a oposição. Mesmo assim, o senador está otimista em relação aos trabalhos. “Vamos ter um aliado forte, que serão os empregados das empresas que já estão sendo penalizados”, disse.
A senadora Ana Amélia também aposta na mobilização dos funcionários das empresas para fortalecer a CPI. Ela lembrou o ocorrido com o fundo de pensão Aerus, de funcionários das extintas companhias aéreas Varig e Transbrasil. Com a falência da Varig, em 2006, os aposentados e pensionistas deixaram de receber aposentadoria integral: o fundo sofreu intervenção do governo. Após anos de mobilização, o Supremo Tribunal Federal entendeu, em 2014, que o congelamento de preços das passagens aéreas, imposto pelo governo para conter a inflação no período de 1985 a 1992, causou prejuízos à Varig e determinou pagamento de uma indenização bilionária à massa falida da companhia aérea.
“No caso do Aerus, muitos trabalhadores morreram sem resgatar o seu direito. Não queremos que outros fundos sejam judicializados. Hoje, no Postalis, dos Correios, os trabalhadores têm de pagar valor extra, na sua contribuição mensal, para salvar o fundo. E quando se olha os resultados da contabilidade, das aplicações mal [administradas], muitas [feitas] com critérios políticos, vê-se que a situação é muito precária”, disse a senadora Ana Amélia. Lembrou que o fundo Postalis apresentou prejuízo acima de R$ 6 bilhões em 2014. Na avaliação da senadora, os trabalhos vão contribuir para esclarecer o “mundo nebuloso” dos fundos de aposentadoria complementar.
“Precisamos de uma investigação rigorosa, porque se trata de potencial e grave risco para a aposentadoria de milhares de trabalhadores”, disse a senadora.
Diferentemente da Câmara dos Deputados, onde só cinco CPIs podem funcionar ao mesmo tempo, no Senado, não há limite. Essa semana também foi protocolada pelo senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) o que pode ser a quinta apuração de uma CPI este ano na Casa. Chamada de CPI do BNDES, a iniciativa se propõe a investigar a concessão – pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – de empréstimos a fundo perdido ou sigilosos. A criação dessa comissão no entanto ainda depende da leitura do requerimento no plenário da Casa, tema que ainda não tem data para entrar na pauta.
Segundo Marcio Pochmann, depois de alguns anos de hibernação, a retomada neoliberal faz sua aparição num espetáculo fascinante por meio de Deputados conservadores das bancadas da 'bala, do boi e da Bíblia' atuando juntos em defesa de interesses próprios e aumentando o poder do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (eleito com o apoio dos Tucanos).
Depois de autorizar entrada de dinheiro estrangeiro na saúde e a formação de oligopólios no ensino privado, Legislativo tenta, com a lei da terceirização, fazer o país andar para trás.
Embora o Ministério da Educação (MEC) tenha se comprometido a realizar todos as renovações do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), as instituições de ensino privadas dizem que a situação ainda não está resolvida: os estudantes correm o risco de ter de pagar parte da mensalidade fora do financiamento. O MEC nega.
O Ministério comprometeu-se a financiar integralmente as mensalidades que tiveram um reajuste de até 6,41% em relação ao valor cobrado no ano passado. Os alunos que estão renovando os contratos com reajustes acima desse teto estão recebendo aviso de que a instituição ainda terá de explicar o reajuste ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que gerencia o Fies.
“Os alunos estão pensando que [o problema] está resolvido, mas recebem um aviso de que [renovação] é preliminar”, diz o diretor executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES), Sólon Caldas. Segundo ele, o MEC colocou trava no financiamento, paga o reajuste até o limite de 6,41%, mas isso não significa que a instituição seja obrigada a reajustar a mensalidade neste valor. “A instituição teve um reajuste de 10%, o MEC paga 6,4%, quem paga o resto? Falta o MEC esclarecer isso para o aluno”, exemplifica.
O limite colocado pelo MEC equivale ao da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2014. Segundo Caldas, os reajustes das instituições não seguem necessariamente o índice. A média de reajustes foi 9% no período.
Ao estipular o limite, o MEC argumentou que a trava serve para evitar cobranças abusivas e garantir que os estudantes consigam quitar a dívida quando sairem da faculdade. A pasta, junto com o Ministério da Justiça, formou um grupo de trabalho para analisar a evolução dos valores cobrados nas mensalidades e financiados pelo fundo.
Em uma das reuniões desse grupo, de acordo com documento assinado por 38 entidades nacionais e estaduais do setor privado, e disponibilizado na internet, o MEC propôs que as instituições reajustassem a mensalidade em 6,41% para ter o valor todo coberto pelo Fies no semestre, ou que não cobrassem a diferença.
Para as entidades, isso não é uma possibilidade: os estudantes que não têm o financiamento estão pagando o valor cheio do reajuste desde o começo do ano. “Não podemos ter preços diferentes para alunos no mesmo curso com e sem Fies. Fere o princípio da isonomia. A instituição não pode baixar o preço para atender à vontade do MEC e cobrar preço menor do que quem paga com recurso próprio”, diz Caldas. A ABMES é uma das signatárias.
Um homem identificado por Francisco Ferreira de Lima, mais conhecido por “Pantita”, de 32 anos, morreu após confronto com a Polícia no final da manhã deste Domingo (10).
Segundo o Batalhão de Policia de Choque (BPChoque), os policiais receberam uma informação anônima que um foragido da justiça estava em frente a uma residência na Rua Areia Branca. Com a chegada da viatura, Francisco Ferreira efetuou vários tiros contra a policia, que por sua vez revidou e conseguiu alvejar o mesmo.
Duas ambulâncias do SAMU foram acionados pelo os próprios policiais para socorrer Francisco, que não resistiu a gravidade dos ferimentos e veio a óbito.
Na casa onde Francisco estava, foi encontrado um revolver calibre 38 e uma espingarda calibre 12. Dois homens que estava dentro da casa foram apreendidos e conduzidos a delegacia de plantão em Natal para averiguação.
Desde setembro, Michael Schumacher segue se recuperando em casa do grave acidente de esqui sofrido em 2013. Para tanto, segundo a imprensa alemã, a família do piloto tem se desfeito de alguns bens do império para poder pagar o alto custo do tratamento.
O último deles, um jato modelo Falcon 2000, acaba de ser vendido para um comprador não identificado por 25 milhões de libras (cerca de R$115 milhões). Segundo o diário alemão Bild, a aeronave pode transportar até oito passageiros, chegando a uma velocidade de 920 km/h.
Desde que o hexacampeão de Fórmula 1 se acidentou, a mulher do piloto, Corinna, é quem tem tomado à frente dos negócios da família. Segundo a revista francesa Bunte, ela administra uma fortuna avaliada em 500 milhões de libras (R$ 2,3 bilhões).
“Corinna assumiu o cargo e o poder de seu marido como um ato de sucessão. Ela passou por uma transformação notável , de esposa a chefe do clã, e hoje é gerente de uma empresa milionária”, descreve a publicação.
Depois de ficar bem atrás de seu companheiro de equipe no Mundial de 2014, a esperança de Felipe Massa para 2015 era superar o finlandês Valtteri Bottas. No entanto, bastaram poucas provas para o brasileiro já ficar atrás de Bottas na classificação.
Mesmo não correndo no Grande Prêmio da Austrália devido a um problema nas costas, Bottas, após quatro corridas disputadas, já está à frente de Massa no campeonato. O finlandês tem 42 pontos, contra 39 do brasileiro.
Nas quatro corridas em que disputaram, Felipe Massa largou à frente de seu companheiro duas vezes (Malásia e China), mas chegou à frente dele apenas uma vez, no GP chinês, onde foi quinto, logo à frente de seu companheiro.
Massa também fez a sua melhor volta mais rápida que seu companheiro três vezes (Malásia, China e Espanha).
O brasileiro pode estar conseguindo ser mais rápido que Bottas neste começo de temporadas, mas seu companheiro de Williams tem conseguido conduzir melhor o carro nas corridas.
A demora na aprovação do Orçamento federal, combinada ao aperto fiscal proposto pelo Ministério da Fazenda, paralisou obras, atrasou repasses de programas sociais e reduziu o crédito para a sociedade. Do Orçamento de 2015 – ainda sem os valores de contingenciamento definidos -, pouco foi gasto. Até 4 de maio, sete ministérios, a Advocacia-Geral e a Controladoria-Geral da União ainda não tinham movimentado nenhum centavo na conta de investimentos, segundo relatório do Ministério do Planejamento.
“Este é um ano que não está começando”, disse o economista Raul Velloso, especialista em contas públicas. O Orçamento de 2015 foi aprovado só em abril, mas a programação definitiva, com os valores de contingenciamento, que normalmente sai em fevereiro, só deve ser divulgada no fim de maio, quase na metade do ano. Para tentar amenizar o problema, o governo estipulou cotas para os ministérios gastarem enquanto não saem os valores definitivos.
“Para este ano, podemos esperar uma queda grande nos investimentos. Só no primeiro trimestre, a execução recuou 30% em termos reais. Em maio, a queda será ainda maior”, diz o economista Mansueto Almeida, especialista em contas públicas. Segundo ele, para tentar cumprir a meta fiscal, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, vai usar a mesma fórmula do início do governo Lula. “Em 2002, o investimento público representava 1,1 ponto do PIB. Em 2003, caiu para 0,4 ponto do PIB.”
No programa habitacional Minha Casa Minha Vida, há milhares de unidades paradas por causa de atraso no pagamento às construtoras, apesar de o Ministério de Cidades negar problemas. Segundo dados da Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas (Apeop), a dívida do governo com as empresas somava algo em torno de R$ 1,2 bilhão até semana passada (uma parte desse valor foi paga). “As empresas não estão conseguindo absorver esses atrasos”, disse o presidente da associação, Luciano Amadio.
Além do Minha Casa Minha Vida, obras de rodovias e de aeroportos também estão com problemas. “Trechos da BR-235, na Bahia, estão paradas por falta de pagamento”, diz Irailson Warneaux, do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção da Bahia (Sintepav-BA). No Aeroporto de Confins, o consórcio Cowan-Conserva teve de reduzir o volume de obras previsto no contrato por causa de “dificuldades da Infraero de cumprir financeiramente o contrato”. A estatal afirmou que, com as concessões de aeroportos, passou a ser dependente de aportes do governo federal para realizar investimentos, o que levou a uma revisão nos pagamentos. (Renée Pereira e Anna Carolina Papp)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.V
Sem partido, sem mandato e distante de Lula, aquele que, por muitos anos, foi sua principal referência na política, a ex-senadora Marina Silva tem se aproximado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Em entrevista ao GLOBO, ela confirmou que conversou com o tucano sobre a crise política e econômica do país “duas ou três vezes” neste ano.
Já com Lula, seu último contato foi durante o tratamento contra o câncer a que o ex-presidente se submeteu entre 2011 e 2012. Marina encerrou a campanha eleitoral do ano passado com queixas à estratégia de ataques adotada pelo PT para desconstruir sua candidatura. No segundo turno, declarou apoio a Aécio Neves (PSDB-MG) contra Dilma Rousseff (PT).
A ex-senadora afirmou que os contatos com Fernando Henrique não visam a alianças políticas futuras:
— Temos conversado sobre o momento, quais as melhores maneiras de caminhar com a responsabilidade que o país exige, sem a ansiedade de instrumentalizar a crise em benefício próprio ou com agendas ocultas eleitorais.
Marina também tem feito elogios públicos ao tucano. Em artigo em sua página na internet há um mês, destacou “o exemplo de lucidez e responsabilidade republicana de Fernando Henrique”.
MARINA LUTA CONTRA ISOLAMENTO PARA MONTAR REDE
Sete meses depois da eleição, Marina Silva ainda busca um espaço para sua atuação política. O partido que ela tenta viabilizar desde 2013, a Rede Sustentabilidade, aguarda que os cartórios eleitorais validem 5 mil assinaturas para que o pedido de registro possa ser enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Recentemente, a legenda embrionária sofreu mais um revés: uma lei aprovada no Congresso impede partidos novos de ter acesso a cotas do Fundo Partidário e a tempo de televisão, mesmo com adesão de parlamentares. Se antes integrantes da Rede cogitavam atrair entre seis e nove parlamentares, agora a expectativa é que apenas dois ou três deputados federais ingressem no novo partido.
Formalmente, Marina é ligada ao PSB, mas não se considera filiada ao partido no qual ingressou apenas para ser vice na chapa de Eduardo Campos, depois que a Rede teve o registro negado. A ex-senadora diz que seu desligamento da legenda é certo, mas sem data para acontecer. Enquanto isso não acontece, ela desidrata junto ao eleitorado. Uma sondagem feita pelo Instituto Datafolha em abril aponta que sua atração sobre o eleitor diminuiu ainda mais desde o pleito de 2014: ela aparece com apenas 14% das intenções de votos. Na eleição, ela obteve 21,3% dos votos válidos. Eleitores e correligionários reclamam da timidez de suas manifestações contra o governo — restritas a posts de internet e entrevistas. Com poucos eventos públicos, sua primeira aparição no Congresso Nacional aconteceu apenas seis meses depois da eleição. Acompanhada por caciques indígenas, Marina teve dificuldade para encontrar políticos que a ciceroneassem nos corredores da Câmara, segundo quem acompanhou a visita.
Marina, no entanto, minimiza parte dos problemas que enfrenta. Afirma que não é possível medir queda de voto fora do período eleitoral:
— Não estou no lugar de candidata e não quero ficar preocupada com oscilação de pesquisa.
Mas reconhece que mesmo aliados próximos podem desistir de cerrar fileiras na Rede.
— Há níveis e níveis de engajamento. Tem pessoas que estavam engajadas solidariamente, que não vão sair de seus partidos mas estavam nos ajudando — afirmou Marina, que completou: — Mesmo antes da mudança da lei nós não fazíamos um esforço de ficar recrutando parlamentares por causa de tempo de TV.
Diante das dificuldades de competição impostas pela nova legislação, Marina se mostrou disposta a recorrer à Justiça para ter os mesmos benefícios dos demais partidos.
— Nosso processo teve início ainda com as regras anteriores e está em aberto. Os advogados saberão melhor como lidar com essa questão — disse.
Marina afirmou ainda que sua atuação é condizente com aquela de uma política sem mandato, avaliou que sua decisão de apoiar Aécio no segundo turno de 2014 foi acertada, mas se recusou a falar sobre o comportamento do tucano diante da crise do governo Dilma. E afirmou não ter conversado com ele sobre a situação política após as eleições.
A respeito do governo petista, ela voltou a afirmar que Dilma vive uma “cassação branca” e o país passa por um momento “dramático” de sua história.
— A maior gravidade da crise é a falta de reconhecimento da crise por parte do governo. O governo toma medidas dramáticas sem reconhecer que existe uma crise — afirmou, em referência aos cortes do ajuste fiscal.
Verdade Luciano, Lulla sim que só vai a casamento da massa cheirosa vestido com terno importado, junto com Rui Falcão presidente do PT e outro que adora a pobreza, em seu luxuoso carrão.
Esses dois e Dilma são exemplos de pessoas humildes.
Pelas posições da Ex Verdinha apoiada pelo Itaú que quer formar uma "REDE" de arrasto pra chegar ao poder sob as bençãos de George Soros, Megainvestidor da bolsa de valores internacional, QUAL A SURPRESA?
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do Concurso 1.703 da Mega-Sena, cujo sorteio foi realizado no interior de Goiás, neste sábado (9). Assim, o prêmio principal acumulou e a loteria da Caixa Econômica Federal poderá pagar R$ 7 milhões na próxima quarta-feira (13).
Apesar de ninguém ter levado a premiação de R$ 3 milhões prevista para este sábado, milhares de apostas ganharam prêmios secundários por acertarem quatro ou cinco dezenas. Confira sua cartela. Os números sorteados foram: 03, 23, 26, 35, 39 e 49.
Na Quina, 75 apostas levaram a bolada de R$ 23.062,69, enquanto na Quadra, 4.451 apostas foram premiadas com R$ 555,15.
Cerca de 30 manifestantes reuniram-se na noite deste sábado em frente ao bufê da festa de casamento do médico Roberto Kalil Filho, em São Paulo. Entre os convidados do cardiologista estavam a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Por volta das 21 horas, com a chegada da presidente Dilma, moradores de prédios próximos ao bufê Leopoldo, no Itaim Bibi, começaram a bater panela. Do lado de fora da recepção, estavam pessoas que souberam do evento por movimentos nas redes sociais Ouvia-se gritos de “Fora PT” e “Lula cachaceiro, devolve meu dinheiro”.
Outros políticos como o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e o presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, também compareceram à cerimônia. O ministro da Casa Civil Aloizio Mercadante, o presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, o governador Geraldo Alckmin, o secretário de Segurança Alexandre de Moraes e o deputado federal Paulo Maluf também estavam presentes.
Eduardo, mas Lulla e suas fieis empadinhas não praguejam contra as "zelites brancas de SP"? Zelite tem que passar vergonha, ser incomodada mesmo. Ou esse discurso só vale contra as zelites que não paparicam o PT?
Uma mulher, que ainda não foi identificada, foi encontrada morta na cidade de Macaíba. Segundo a PM, a vítima estava com ferimentos na região da cabeça, mas a causa da morte é desconhecida.
Ainda de acordo com a polícia, foi encontrada próximo ao corpo uma marca de pneu de carro, levantando a hipótese de que a mulher pode ter sido vítima de atropelamento.
Os peritos do ITEP e investigadores da Dehom estiveram no local.
Os constantes assaltos parecem não ter fim no centro da cidade de Macaíba, na região metropolitana de Natal. Somente na noite do último sábado, 09, três pessoas foram assaltados em um ponto de ônibus.
De acordo com uma das vitimas, um meliante de pele morena, usando boné amarelo e uma camisa branca, anunciou o assalto e levou das três vitimas todos os pertences.
As vítimas ainda procuraram a Polícia Militar, mas o criminoso já tinha fugido com destino ignorado.
Renascimento. Esta talvez seja a palavra que melhor traduz o atual momento de Nico Rosberg na F1. Depois de ter sido surrado por Lewis Hamilton nas primeiras quatro corridas do ano e ver seu potencial ser questionado mundo a fora, o alemão consolidou um fim de semana marcante com a vitória no GP da Espanha, quinta etapa da temporada 2015 da F1. Pole-position da corrida realizada neste domingo (10), em Barcelona, o piloto da Mercedes não deu chances a Lewis Hamilton, que tentou lutar pela vitória com uma estratégia diferente de três paradas, mas não foi o bastante para bater Nico, que se coloca novamente como um real postulante ao título pelo carro que possui.
Sem conseguir superar Rosberg, Hamilton teve de se contentar com o segundo lugar na prova. Foi uma corrida relativamente agitada para Lewis, que teve de lidar com um problema durante seu primeiro pit-stop e arriscou tudo ao andar ‘com a faca entre os dentes’ para recuperar terreno ao vir com estratégia distinta dos demais ponteiros. Mas foi justamente essa tática que o colocou à frente de Sebastian Vettel na fase final da prova. O alemão largou muito bem e aproveitou a melhor tração do lado limpo da pista e ultrapassou o britânico, mas não conseguiu resistir ao melhor desempenho da Mercedes. Ainda assim, Seb voltou ao pódio depois de uma jornada complicada no Bahrein, mas já começa a perder terreno para Hamilton e Rosberg na briga pela ponta do campeonato.
Felipe Massa largou em nono lugar, conseguiu recuperar boas posições, sobretudo com a queda de desempenho da Toro Rosso, e avançou para sexto. Mas o brasileiro acabou sendo discreto depois do bom início de corrida e não foi capaz de chegar perto de Valtteri Bottas e Kimi Räikkönen, que lutaram até o fim pelo quarto lugar, com o finlandês da Williams levando a melhor. Felipe Nasr não teve como brigar contra Carlos Sainz Jr. e Max Verstappen e acabou cruzando a linha de chegada em 12º.
A PRF se mostra uma instituição com várias frentes de importantes atuações. Alia-se a Órgãos os mais variados no combate a várias ilegalidades. Tomara que lhe sejam dadas as condições para continuar assim, afinal nesse Governo combater bandidos não atrai muita simpatia.
Prudência no campo político, determinação na área administrativa e otimismo no que diz respeito ao encaminhamento das metas e prioridades da atual administração. Esse bem que poderia ser o resumo da entrevista concedida pelo governador Robinson Faria ao jornal Tribuna do Norte.
Adotando uma postura de não evitar qualquer tema ou assunto difícil, mesmo delicado, o governador falou sobre tudo.
FUNCIONALISMO
À frente de um governo que recebeu dívidas oficiais em torno de 800 milhões de reais – fora uma conta de 170 milhões de reais apresentada pela Petrobras – e apenas 4 milhões de reais em caixa, Robinson descartou reajustes salariais para os servidores públicos. E por uma razão muito clara: não há dinheiro nem possibilidade legal de conceder reajustes, com o estado acima do limite legal da Lei de Responsabilidade Fiscal.
A meta é pagar os salários em dia restituir ao Fundo Financeiro da Previdência, até o final do mandato, os recursos sacados para pagar a Folha de pessoal, evitando o descontrole da máquina pública no início do mandato.
SEGURANÇA
Dizendo-se otimista e disposto a não querer negativistas em sua equipe, o governador revelou duas coisas importantes na área de segurança pública e sistema penitenciário: a implantação do programa Brasil mais Seguro e do sistema de cogestão nos presídios. E garante que o presídio será construído em Ceará Mirim, mesmo a custo de ônus político. Trata a resistência do prefeito Antônio Peixoto como fruto de “picuinha política”.
POLÍTICA
No campo político, o tom é de prudência. Perguntado sobre o apoio a eventuais candidaturas do deputado Fernando Mineiro a prefeito de Natal e do prefeito Silveira Júnior em Mossoró, Robinson diz que não cometerá deslealdade, mas acrescenta que a hora de discutir eleições será 2016.
Diz também há uma tentativa de intrigá-lo com a senadora Fátima Bezerra, do PT, e que ela o tem acompanhado nas audiências em Brasília. Lembrou ainda a participação do senador Garibaldi Filho e do deputado Walter Alves.
Quanto ao governo federal, diz que não tem faltado apoio, atenção e boa vontade e credita as dificuldades aos efeitos da crise macroeconômica.
A saúde e segurança públicas continuam de mal a pior.Os falastrões que prometeram o céu e a terra sumiram das tvs.Acorde Sr governados, que sua credibilidade está despencando aos olhos da população.Uma pena!
Quanto ao não reajuste aos demais servidores públicos(a ralé que votou nele)já era esperado,pois a nobreza recebeu o dela logo no início de mandato e não vai perturba-lo.
Morte em Natal por MENINGITE não estão divulgando para não criar pânico no povo.
Recomendação, superm, shop, não ir, e só ir a URGÊNCIA de hospital de for caso grave.
Quem tem criança mais cuidado locais fechado
Policiais do 2º Batalhão de Polícia Militar (2º BPM) realizaram, na tarde e noite deste sábado (9) mais uma ação de saturação contra o crime nos bairros de Santa Delmira, Abolições 1,2,3,4,5, Integração, Nova Betânia e em áreas rurais do município de Mossoró. Ao todo 120 pessoas foram revistadas e 110 veículos abordados, sendo 80 carros e 30 motos.
Um veículo do tipo Traxx foi apreendido por apresentar-se em situação irregular, sendo recolhido ao pátio do 2º Distrito de Polícia Rodoviária Estadual (2º DPRE). O Tenente Jácome, supervisor da Operação, considerou positivo os resultados e garantiu que novas ações como esta se tornarão rotina na cidade, visando diminuir ainda mais os índices de violência e acidentes na região.
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