A caminhada era para ser das mulheres, mas contagiou os homens, as crianças, os idosos, fazendo com que cerca de 10 mil santa cruzenses fossem às ruas na noite desta sexta-feira (19) para acompanhar os candidatos da “União pela Mudança”, nesta que foi a maior mobilização do Trairi.
Organizada pelo deputado estadual candidato à reeleição, Tomba Farias, e sua mulher, a prefeita Fernanda Costa, a passeata percorreu várias ruas com milhares de pessoas dançando e cantando os jingles dos candidatos da coligação, numa demonstração que emocionou a candidata ao Senado, Wilma de Faria, a esposa do candidato a governador Henrique Alves, Laurita Arruda, e o candidato a deputado federal, vereador Rafael Motta.
“Essa guerreira está emocionada. Tomba, você deu show com essa multidão nas ruas, mas nosso parabéns maior vai para o povo de Santa Cruz”, ressaltou a ex-governadora, que enfatizou as dificuldades vivenciadas pelas mulheres. “Essa mulher aqui foi a primeira deputada federal do Rio Grande do Norte, a primeira prefeita da capital e a primeira mulher a governar o estado. Talvez pareça muito atrevimento, mas é coragem e ousadia que nós, mulheres, temos”.
Wilma observou que, por onde passou, foi bem avaliada e deixou saudade, como muitos potiguares dizem aonde quer que vá. “Por isso não estou preocupada e sigo firme e forte. Sei que o povo está conosco e nos dará a vitória mais uma vez para trabalharmos muito mais por todo o Rio Grande do Norte”.
Segundo a prefeita Fernanda, “a verdadeira senadora de Santa Cruz é Wilma, que foi quem trabalhou, quem tem história com nosso povo, diferente de outros que sequer recebem prefeitos e escutam nossos problemas quando vamos em busca de soluções para nossa terra e nosso povo. Wilma foi uma governadora municipalista e é de uma senadora assim que estamos precisando”.
Já Tomba enfatizou: “Toda vez que procurei Wilma, ela me ajudou. Foi assim quando procurei para fazer calçamentos, para terminar o teatro, pra fazer a Vila de Todos, para concluir o Auto de Santa Rita e para tantas outras coisas. Para ajudar Fernanda a fazer muito mais por Santa Cruz, me ajudem votando em Wilma”.
Laurita, que representava Henrique, observou a maior defesa do candidato a governador nesta campanha: “Henrique costuma dizer que para ele o que vale é o voto casado com o Senado, de como é importante Wilma vencer a eleição para ajudá-lo. Vocês precisam eleger essa senadora que vai lutar pelo povo e não vai baixar a cabeça pro seu partido, como outros por aí”.
Rafael Motta frisou o acirramento da campanha para o Senado, destacando a capacidade de Wilma para vencer eleições difíceis. “A maior pesquisa é no dia 5 de outubro. E tenho certeza que Wilma, que faz da adversidade a oportunidade de mais crescimento, será a senadora eleita no Rio Grande do Norte”.
O filosofo Natalense Pablo Capistrano diz que "em uma sociedade de consumidores, votar é sempre um ato de consumo."
Segundo ele, "você seleciona o canal, observa a propaganda e é seduzido por algum aspecto do produto político que quer comprar. Depois que o desejo se instala, já era… você empacota seu candidato predileto na embalagem ideológica que mais te apetece e o assume como seu. O preço é barato. Cada candidato vale um voto e você tem a vantagem de devolver o produto quatro anos depois e poder pegar outro, mesmo que seja mais do mesmo."
"O único defeito é que não tem garantia. Se o produto vier bichado, é difícil devolver ates do prazo," assevera Pablo.
Será que é assim que estamos escolhendo aqueles que vão votar e decidir por nós sobre assuntos de nosso interesse e que nos afetarão a vida?
A fisiculturista Dani Reardon, mais conhecida como Little Monstar (Monstrinha), foi presa após espancar o namorado durante bebedeira em Orange (Flórida, EUA). O incidente ocorreu no último domingo (14/9).
De acordo com o “Sun Sentinel”, a americana de 24 anos também quebrou o parabrisa da caminhonete do namorado.
Ian Schofield, a vítima, não quis apresentar queixa, mas, como resistiu à prisão, Dani foi fichada em delegacia.
Dani venceu um campeonato nacional de fisiculturismo, em 2012, em Atlanta.
O vereador Júlio Protásio realiza nesta segunda-feira, 22, a reunião dos #AmigosdeJúlioProtásio, com as lideranças de todas as regiões da cidade.
O evento acontecerá no Versailles Tirol, no espaço América, a partir das 18h30, e contará com as presenças do candidato ao governo do Estado pela coligação “União Pela Mudança”, Henrique Alves, da candidata ao Senado, Wilma de Faria e do ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, além de seus candidatos a deputado estadual e a federal.
Na reunião dos #AmigosdeJúlioProtásio, o parlamentar vai reunir amigos, lideranças comunitárias e eleitores, aos quais, Júlio apresentará seus candidatos na corrida eleitoral 2014.
Para deputado estadual, o vereador apoia Álvaro Dias 15555, já para deputado federal Walter Alves 1511, além do candidato a governador, Henrique Alves 15, e ao senado Wilma de Faria 400, sua correligionária.
Protásio avalia o encontro político como mais uma oportunidade para reafirmar alianças já consolidada e ainda de apresentar aos amigos os seus candidatos na corrida eleitoral 2014. “O encontro é para reunir todos os meus amigos das quatro regiões administrativas de Natal.
Meu objetivo é que eu possa compartilhar o nosso trabalho e orientar nossos amigos para que eles nos acompanhem votando nos candidatos que nosso grupo escolheu para governar o Estado do Rio Grande do Norte”, disse Júlio, que realiza diariamente reuniões nas comunidades da cidade.
Desde o início da campanha, o líder do Prefeito na Câmara Municipal de Natal (CMN), promove reuniões e caminhadas com as lideranças comunitárias das quatro regiões da capital. Durante os encontros, Júlio Protásio apresentou seu trabalho em cada bairro, destaque para as emendas parlamentares que instalaram academias públicas e a reabertura do Posto de saúde no Jiqui.
“Um trabalho importante que é o compromisso que fiz com cada eleitor e morador de Natal. Quero que eles me acompanhem votando nos meus candidatos no dia 05, Walter Alves, Álvaro Dias, Henrique Alves e Wilma, que vão continuar colaborando com o nosso mandato. Eles têm o compromisso com o nosso mandato e já afirmaram que vão ajudar Natal e tirar o RN do caos e da insegurança que vivemos, destacou”.
O programa Papo de Fogão vai ao ar todos os sábados às 10h30 na Band Natal. Veja abaixo o passo a passo dessa receita deliciosa.
Ebi-Tiri
Ingredientes
400g de camarão sem casca tamanho médio
Sal
10g de amido de milho
Shoukoushu (saque chinês) a gosto
1 clara de ovo
Sal e pimenta do reino a gosto
1 colher de chá de óleo
Molho de Ebi-Tiri
Uma pitada de alho e gengibre
2 colheres de sopa de Tobanjan (pasta de feijão picante chinês)
0,5g de alho poró
50ml de Shoukoushu (saque chinês)
2 colheres de sopa de açúcar
3 colheres de sopa de shoyu
6 colheres de sopa de polpa de tomate
100ml de caldo de frango
Verduras
1 acelga
Folhas verdes
1 cenoura
1 cebola
Preparo do camarão
Retire a tripa do dorso de camarão. Coloque sal e misture bem e depois coloque o amido de milho e a água.Misturar bem e limpar com água. Misturar sal, pimenta, saquê chinês e a clara de ovo com camarão. Coloque o óleo no final. Deixar na geladeira no mínimo 30 minutos.
Preparo do molho
Coloque óleo e alho na frigideira e levar ao fogo. Quando o alho estiver cheirando, colocar o alho poro. Adicionar Tobanjan e fritar bem. Junte o shoukoushu. Coloque açúcar,shoyu e a polpa de tomate. Cozinhar por 5 minutos.
Preparo do Ebi-Tiri
Esquentar frigideira, e adicionar um pouco de óleo e o camarão. Retirar e fritar a cebola e a cenoura.
Fritar as verduras no vapor em frigideira por 1.5 minutos. Coloque o molho de Ebi-Tiri e o caldo de frango. Quando fever, coloque o camarão. Espere ferver novamente. Sirva as folhas verdes abaixo do Ebi-Tiri.
O micro – ônibus da linha alternativa ”303” caiu em buraco no terminal do Parque dos Coqueiros na manhã deste sábado.No sinistro apenas o registro de danos materiais.
Os desafios enfrentados pela população que mora ou trabalha em São Gonçalo, na região metropolitana de Natal foram levados aos candidatos ao Governo Robinson Faria (PSD) e ao Senado, Fátima Bezerra (PT) nesta sexta-feira (19). A população questionou os candidatos sobre mobilidade, segurança pública e geração de emprego.
Ao lado do presidente do PT estadual e vereador de São Gonçalo Eraldo Paiva, os candidatos levaram a população seus projetos. “A região metropolitana terá atenção que merece do Governo do Estado. Vamos trazer projetos para desafogar o trânsito da entrada da cidade, garantir mais segurança, saúde e educação a população. Nós sabemos o que fazer e como fazer”, destacou Robinson.
Os candidatos Fábio Faria (PSD) e Fernando Mineiro (PT), a ex-candidata a prefeita do município, professora Tereza e lideranças também participaram da Caravana da Liberdade que percorreu as ruas de São Gonçalo do Amarante por mais de três horas.
A mobilização recebeu o carinho da população nos bairros Jardim Lola, na Avenida Tomaz Landim e nos demais bairros do município.
O erro admitido ontem pelo IBGE na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) é resultado de uma fórmula que associa poucos recursos humanos e materiais a uma forte pressão por produtividade e cumprimento de prazos.
A avaliação foi feita pela diretora executiva do Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Fundações Públicas Federais de Geografia e Estatísticas (Assibge-SN), Ana Magni, em entrevista concedida ao Estado. “Isso em algum momento implica erros. Errar é humano, mas trabalhar no IBGE hoje é que é desumano. A pressão é muito grande sobre poucas pessoas”, disse Ana.
Desde o início do ano, o corpo técnico do instituto vem reagindo a mudanças em pesquisas e cortes orçamentários. O anúncio da suspensão da divulgação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), em abril, detonou uma crise que levou a uma greve de 79 dias.
A paralisação afetou os trabalhos no IBGE e atrasou a coleta de dados em vários Estados. “Fizemos isso para alertar o governo que era preciso dar tratamento diferenciado a essa instituição, mas logo que saímos da greve houve novo corte que reduziu para menos de um terço o orçamento das pesquisas inicialmente previsto. Isso impacta fortemente o plano de trabalho no IBGE”, disse Ana. A análise do sindicato é oposta à do diretor de Pesquisa do IBGE, Roberto Olinto. Na entrevista coletiva realizada na sede do instituto, ele descartou um impacto da greve dos servidores do IBGE na pesquisa.
No início deste ano, o governo já havia reduzido de R$ 214 milhões para R$ 193 milhões as verbas do IBGE para pesquisas. Recentemente o Ministério do Planejamento decidiu que o orçamento do instituto para 2015, fixado em R$ 766 milhões, será de apenas R$ 204 milhões.
O corte resultará em adiamentos do Censo Agropecuário e da Contagem da População, que custariam R$ 562 milhões e seriam realizados nos dois próximos anos.
A diretora do sindicato dos trabalhadores do IBGE não acredita em manipulação de dados, o que considera uma “associação imediatista”. Ela lembra que a revisão dos dados favoreceu o governo em alguns pontos, como nos números sobre distribuição de renda, mas foi desfavorável em outros. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Candidata ao Senado, Wilma de Faria, participou, ao lado do candidato a governador, Henrique Alves, de mais uma “Caravana da Mudança” pela região Agreste, na tarde desta sexta-feira (19).
Com apoios de prefeitos, ex-prefeitos e vereadores, a ex-governadora esteve em Nisia Floresta e Georgino Avelino, antes de seguir para Santa Cruz, onde participará da “Caminhada das Mulheres” ao lado da prefeita Fernanda Costa.
“Estou aqui com o prefeito Val, que é um grande administrador e quero ajudá-lo muito no Senado. Vocês sabem que já ajudei muito e posso fazer mais. Quando as pessoas, em todos os municípios, me encontram, dizem que estão com saudade de mim, porque fiz uma gestão que realizava e sempre cumpria com os compromissos”, destacou ela em Georgino Avelino.
Pouco antes, em Nisia, Wilma destacou que dará continuidade ao trabalho municipalista que sempre fez, ajudando as cidades com emendas para várias áreas. “Vamos ajudar os municípios, porque assim ajudamos os cidadãos. Estamos no caminho certo. Vamos continuar indo à luta”.
A prefeita Camila Maciel Ferreira (DEM) disse: “Nossa senadora é a guerreira Wilma. Ela fez muito por Nisia antes de eu ser prefeita e tenho certeza que vai nos ajudar muito”. Seu pai, o ex-prefeito George Nei (DEM), por sua vez, destacou: “Estou aqui pra dizer que o melhor candidato a governador é Henrique e a melhor senadora é Wilma”.
Henrique destacou que nestes rápidos encontros com a população nunca atacam adversários. “Estamos aqui prestando contas dos trabalhos realizados e dos projetos que pretendemos executar”.
Garibaldi destacou o histórico de Wilma, observando: “Ao lado de José Agripino e Garibaldi, vamos formar uma bancada forte para ajudar Henrique a ser um bom governador”.
O soldado da PM Henrique Dias Bueno de Araújo, que matou o camelô Carlos Augusto Muniz Braga, 30, durante ação da Operação Delegada na quinta-feira (18), responde processo por homicídio simples pela morte de um morador de rua, ocorrida em 12 de março deste ano.
Na época, o policial alegou legítima defesa e apresentou uma faca de 40 centímetros como sendo a arma usada pelo morador de rua contra ele.
De acordo com laudo necroscópico, o soldado acertou ao menos quatro tiros no morador de rua: um no peito, dois na coxa esquerda e um na mão direita.
O caso foi registrado como “morte decorrente de intervenção policial”.
Segundo o inquérito policial, o soldado Henrique de Araújo e o sargento F.A.G.P., ambos da 2ª Companhia do 4º Batalhão da PM, faziam ronda na rua Barão da Passagem, Vila Leopoldina, quando, às 20h10, abordaram um morador de rua que estava com um “carrinho de mão”.
Segundo versão apresentada pelo PM no boletim de ocorrência, registrado no 91º DP (Ceasa), o homem se negou a obedecer a ordem de parada e andou em direção aos policiais com um facão na mão.
Em depoimento, Araújo afirmou que o morador de rua ameaçou atacá-lo com o facão e que, por este motivo, reagiu com seis tiros, que causaram a morte do homem não identificado antes da chegada da equipe de socorro.
O sargento que acompanha o soldado Araújo na ação não realizou nenhum disparo.
Na minha opinião a morte do camelô não foi culpa do soldado. Verificando a filmagem, onde três soldados estavam encurralados, vê-se claramente, o ataque do camelô, que tentou tirar o spay de pimenta da mão do soldado, quando agarrou e tentou arrancar do policial, este, instintivamente, tentou se proteger, visto que estava com a arma na mão. Acredito qua poderia acontecer com qualquer um, em uma situação de estresse como aquela.
O América empatou com a Portuguesa em 1 a 1 na Arena das Dunas, na noite de ontem e continua ameaçado pela zona de rebaixamento.
Mesmo com o resultado negativo, a equipe americana subiu uma posição e agora aparece na 15ª colocação, com 26 pontos. Os gols foram marcados por Paulinho, aos 27 do segundo tempo, para o alvirrubro, enquanto Jean Mota empatou aos 47 minutos da etapa final para a Portuguesa.
América enfrenta o Ceará, na Arena Castelão, na próxima terça.
Presente mais uma vez em Belo Horizonte (MG), onde tenta salvar do naufrágio a candidatura do apadrinhado político Pimenta da Veiga (PSDB), o presidenciável Aécio Neves voltou a criticar a adversária Marina Silva (PSB) nesta sexta-feira (19), ligando ela ao PT de Dilma Rousseff.
Segundo Aécio, “Marina é, na essência, o PT” e votou contra o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal na época que era senadora pelo estado do Acre.
“Respeito todas as candidaturas, mas a Marina é, na essência, o PT. Quando estávamos, lá atrás, brigando para acabar com a inflação, essa inflação que a Marina diz hoje que quer domar, ela estava no PT votando contra o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Quando estávamos denunciando o Mensalão e cobrando que a justiça botasse na cadeia aqueles que desviaram dinheiro público, Marina e Dilma eram colegas de ministério do PT e lá estavam”, declarou o tucano sobre as duas adversárias.
Animado com a sobrevida que ganhou após ter ligeiro aumento nas pesquisas de intenção de voto no País, o presidenciável do PSDB deixou claro que a prioridade da campanha nesta reta final será o foco em Minas e São Paulo, para tentar tirar de Marina as intenções de voto que migraram dele para a adversária:
“Fizemos ontem à noite uma análise profunda de pesquisas, em velocidades diferentes, em todas as regiões estamos crescendo. E voltamos a crescer nesses últimos quatro dias de forma muito sólida no Estado de São Paulo, que é o mais populoso. Se avançarmos em Minas Gerais, Minas Gerais tem a possibilidades hoje de nos dar a grande vitória no Brasil. Se a nossa candidatura avançar na próxima semana, cinco, seis pontos em Minas Gerais, acredito, é claramente possível [chegar ao 2° turno]”, declarou o candidato mineiro.
Complicação em casa
Além de pedir voto pra si mesmo na terra natal, Aécio tenta alavancar Pimenta da Veiga, que concorre ao governo mineiro mas a cada pesquisa vem perdendo espaço para o líder Fernando Pimentel (PT), ex-ministro de Dilma Rousseff.
O último levantamento do Instituto Ibope aponta que Pimentel lidera o cenário com 43% das intenções de voto no estado, enquanto Pimenta da Veiga tem 23% e Tarcísio Delgado (PSB) outros 3%.
O candidato do PT ao governo da Bahia, Rui Costa, um dos políticos envolvidos no esquema alimentado
pela ONG Instituto Brasil: mesada entre três e cinco mil reais (Luciano da Matta/Ag. A Tarde/VEJA)
Desde 2010, o Ministério Público investiga o Instituto Brasil, uma ONG criada pelos petistas da Bahia. Em 2008, a entidade foi escolhida pelo governo do estado para construir 1 120 casas populares destinadas a famílias de baixa renda. Os recursos, 17,9 milhões de reais, saíram do Fundo de Combate à Pobreza. Os investigadores já tinham reunido provas de que parte do dinheiro desaparecera, mas não havia nada além de suspeitas sobre o destino final dele. O mistério pode estar perto do fim. Em entrevista a VEJA, a presidente do instituto, Dalva Sele Paiva, revela que a entidade foi criada para ajudar a financiar o caixa eleitoral do PT na Bahia, um esquema que funcionou por quase uma década com dinheiro desviado de “projetos sociais” das administrações petistas. A engrenagem chegou a movimentar, segundo ela, 50 milhões de reais desde 2004. O golpe era sempre o mesmo: o Instituto Brasil recebia os recursos, simulava a prestação do serviço e carreava o dinheiro para os candidatos do partido. Como os convênios eram assinados com as administrações petistas, cabia aos próprios petistas a tarefa de fiscalizar. Assim, se o acordo pagava pela construção de 1 000 casas, por exemplo, o instituto erguia apenas 100. O dinheiro que sobrava era rateado entre os políticos do partido.
NÃO SE PODE MAIS AGUENTAR. TODOS OS DIAS SÃO REVELADOS NOVOS ESCÂNDALOS ENVOLVENDO O PT. É NA BAHIA, CEARÁ, SAO PAULO, EEUU E O DIABO QUE O PARTA. O PIOR E APARECER DEFENSORES FANÁTICOS JUSTIFICANDO QUE É TUDO MENTIRA. CLARO,. O CAPITÃO-MOR OS ENSINOU A DIZER QUE NADA VIU, NADA SABE. COMPREENDE-SE.
Avião apreendido com santinhos em Goiânia (Policia Civil/Divulgação/VEJA)
A Polícia Civil apreendeu um avião que transportava 500.000 reais e milhares de panfletos políticos do candidato a governador do Tocantins Marcelo Miranda (PMDB), em uma pista de pouso em Piracanjuba, a 87 quilômetros de Goiânia. Quatro pessoas foram presas suspeitas de envolvimento com lavagem de dinheiro. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Rilmo Braga Cruz Júnior, um dos homens detidos informou que o dinheiro seria utilizado na campanha eleitoral do político. Segundo as investigações da polícia, o candidato estaria usando contas bancárias de laranjas para movimentar grandes quantias de dinheiro.
“Se houve algo errado, alguém vai ter que se explicar. Eu realmente não posso falar nada mesmo porque eu não conheço essa questão até esse momento”, disse. Miranda teve os bens bloqueados pela Justiça Federal esta semana por causa de irregularidades em seu mandato como governador, em 2003.
Equipes do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos investigavam a ação de traficantes de drogas e monitoravam aviões que estariam transportando entorpecentes quando viram uma caminhonete chegando a uma pista de pouso. Apreendido, o avião modelo bimotor prefixo PR GCM seria de um empresário tocantinense do ramo da construção civil, amigo de Miranda.
Às 19h02 do dia 23 de julho, quando a campanha eleitoral finalmente chegava às ruas e à internet, o publicitário Jeferson Monteiro enviou um e-mail a dois assessores de Franklin Martins, um dos principais conselheiros da presidente Dilma Rousseff. Monteiro é o criador do personagem Dilma Bolada, um fenômeno digital. Dilma Bolada tem 270 mil seguidores noTwitter e 1,5 milhão de fãs no Facebook – mais que o perfil oficial da presidente Dilma (1,1 milhão de fãs). Monteiro sempre negou – nega até hoje – qualquer relação com o PT e a campanha de Dilma. Na noite anterior, retirara subitamente do ar o personagem Dilma Bolada. Ao público, não dera explicações. Apenas confirmara a decisão de matar a personagem, “sem drama e mimimi”. No e-mail à campanha, deu seu recado ao PT. “Apesar de estarmos do mesmo lado, vejo que, muitas vezes, temos pensamentos divergentes”, escreveu aos jornalistas Laércio Portela e Brunna Rosa, os dois assessores da campanha. “Da forma como tudo anda, vejo uma concentração de esforços muito grande para um resultado efetivamente muito pequeno. Lamento que não tenhamos atingido um consenso, mas desejo sucesso a vocês, e espero que a aposta de vocês com as estratégias hoje usadas e a linha de ideias deem certo.” Não mandou um “beijo n’alma”, como faria Dilma Bolada. Encerrou o e-mail com um seco “Abraços”. Era um e-mail de negócios.
Segundo documentos internos da campanha e entrevistas reservadas com três integrantes do comitê à reeleição de Dilma, todos com conhecimento das tratativas entre Monteiro e o PT, o “consenso” a que ele se referia era, sobretudo, financeiro. Desde o começo do ano, Monteiro recebera do PT a promessa de que ganharia um valor mensal, na casa de dois dígitos, para manter no ar Dilma Bolada. Monteiro também queria manter total controle sobre a personagem – ninguém deveria proibi-lo de escrever as tiradas que quisesse. Franklin, responsável pela estratégia digital da campanha petista, não aquiescia. Detestava Monteiro. Nesse assunto, como em outros, atropelava politicamente quem discordasse dele. No partido, muitos não aprovam a estratégia que ele defende: bater pesado nos outros candidatos – sem ligar para a consequência provável disso, o aumento da rejeição.
Uma eleição disputadíssima não admite erros ou deslizes. E, naquela noite de 23 de julho, um senhor erro acontecera na campanha do PT. Correram para convencer Monteiro a ressuscitar Dilma Bolada. Segundo ele relatou a interlocutores, não aguentava mais ser ignorado. Não era recebido por Franklin. Tinha de tratar com Laércio Portela, o assessor de Franklin que recebeu o e-mail. Nem Laércio respondia a seus pedidos. Fora o mesmo Laércio que, meses antes, prometera a ele um ordenado mensal. Apesar dos apelos de alguns dos integrantes da campanha, Monteiro ignorou o conselho para que jogasse limpo com os internautas e admitisse que tinha relações com o comitê de Dilma. Dizia que isso reduziria a “credibilidade” da personagem. Para dificultar ainda mais, Monteiro não queria receber por fora – por caixa dois.
O impasse durou seis dias. O jornal Folha de S.Paulo chegou a noticiar que dinheiro fora a causa da morte de Dilma Bolada. Em seu perfil pessoal, Monteiro afirmou: “Depois da tal notícia, fiquei esperando o fabuloso convite para ser consultor, mas, como eu previa, não chegou. Reafirmo que a Dilma Bolada é inegociável, mas eu não jamais (sic) hesitaria em trabalhar, sobretudo para quem eu gosto. E, já que o boato e a notícia cuidadosamente plantada tornou-se (sic) um fato e foi tomada como verdade por muitos, até mesmo por pessoas próximas a mim, se acontecesse seria ótimo até porque todos já estariam avisados mesmo, né?”. Monteiro foi convencido a botar Dilma Bolada no ar novamente. Agora, contudo, queria meio milhão de reais, apenas para o primeiro turno, e um contrato. O PT topou. Monteiro finalmente resolveu abrir uma empresa para que o contrato possa ser fechado, e o dinheiro transferido. Procurada, a campanha de Dilma disse apenas que “não mantém relação comercial com Jeferson Monteiro”.
Monteiro, carioca de 24 anos que vive em Mesquita, na Baixada Fluminense, mal completara 20 anos quando inaugurou o empreendimento que transformou seu futuro. Não gastou um tostão. Sua marca, Dilma Bolada, fundada nas redes sociais em abril de 2010, ano de eleição presidencial, é um sucesso. Incorporando a “rainha da nação”, Monteiro dá voz a uma Dilma descontraída e gozadora, o oposto da imagem pública da presidente. Hoje, só com o nome de sua musa, Monteiro tem uma conta no Facebook, com quase 1,5 milhão de seguidores; uma no Twitter, com 270 mil; e uma no Instagram, com 93 mil. Com a fama, largou a faculdade de administração e ingressou no curso de publicidade. Foi até convidado ao Palácio do Planalto em setembro de 2013 para anunciar, ao lado da Dilma real, sua volta às redes sociais: “Foi uma honra imensurável ter vivido esse dia que se torna um marco na minha vida pessoal e profissional como comunicador. Nossa Dilminha é incrível, maravilhosa, espetacular”.
À medida que a eleição se aproxima, Dilma Bolada tem sido mais agressiva com os adversários (leia ao fim desta página). No dia 12 de setembro, tuitou para Marina Silva: “Iludida é você, fia. Achando que vai ser presidente se fazendo de vítima e coitada o tempo todo. Se manca!”. Em agosto, poucos dias depois de reativar sua conta, Dilma Bolada disse que o pai do menino de 11 anos cujo braço foi comido por um tigre num zoológico do Paraná deveria ter levado Aécio Neves no passeio. No dia seguinte, criticada pela violência do comentário, disse: “As forças das trevas reclamando porque eu disse que o tigre tinha que comer o Satanécio. Não vai pq o tigre não merece. Podem latir!!! (sic)”.
No Facebook, em que tem mais de 15 mil seguidores, Monteiro publica fotos com o ex-presidente Lula, com a própria presidente Dilma e reportagens contrárias a Marina e Aécio. As fotos mais recentes, da semana passada, mostram Monteiro num evento da campanha de Dilma em Belo Horizonte, um encontro com jovens. Em seus cumprimentos aos jovens na Pampulha, Dilma registrou a presença de Monteiro: “Ele inventou a selfie”, disse ela. Ela própria passou a usar em seu Facebook uma expressão cunhada por Monteiro, “rousselfie”. É também em sua página pessoal que Monteiro dá explicações “institucionais” sobre Dilma Bolada. Num longo texto, em maio, disse que foi assediado por um colaborador da campanha tucana. Segundo Monteiro, a conversa foi levada adiante apenas para ver até onde os adversários iriam. O tal colaborador, Pedro Guadalupe, nega. Diz que Monteiro já até acertara um valor – R$ 500 mil. O título do texto é “Dilma Bolada: Não está a Venda”.
ÉPOCA perguntou a Monteiro sobre o e-mail enviado a Laércio e Brunna. Ele se contradisse. “Nesse dia, não mandei e-mail algum. O e-mail que mandei foi um que relacionava que eu achava que as coisas como estavam acontecendo e a estratégia que estava sendo tomada era uma estratégia… Na verdade, apesar de não ter nenhuma relação, eu conheço várias pessoas”, disse Monteiro. Questionado sobre o contrato prestes a ser fechado com a campanha petista e sobre os valores combinados, Monteiro afirmou: “O que posso garantir é que nunca existiu nenhum tipo de contrato. Se tiver, ainda vai ser feito. Ninguém nunca pautou a Dilma Bolada”.
VEJA COMO ANDA O MUNDO, GOSTANDO CADA VEZ MAIS DE COISAS RUINS. EQUIPES CRIAM UM SITE DESSES E AINDA FAZEM SUCESSO? SEI NÃO , QUANDO É QUE ESSA LEVA VAI SE EXTINGUIR. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.
A ministra Miriam Belchior (Planejamento) afirmou na noite desta sexta-feira (19) que o governo federal “está chocado” com o erro cometido pelo IBGE no resultado da pesquisa da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2013.
Questionada sobre eventual demissão da presidente do instituto, Wasmália Bivar, Belchior preferiu não se posicionar. O IBGE é uma entidade vinculada ao Planejamento.
“O governo decidiu duas coisas: constituir uma comissão de especialistas independentes pra avaliar a consistência da Pnad. Segundo, constituir uma comissão de sindicância pra encontrar as razões dos erros e eventualmente as responsabilidades funcionais porque isso aconteceu”, disse a ministra.
A lista de especialistas deve ser publicada na próxima semana. A sindicância, por sua vez, será formada por integrantes da Casa Civil, Ministério da Justiça e Controladoria-Geral da União.
A ministra contou que foi informada do erro na manhã desta quinta-feira (19) e apontou possibilidade de impacto em momento de eleições.
“Num momento eleitoral, qualquer coisa é usada politicamente.”
“PROCEDIMENTO BÁSICO”
Belchior negou que ajuste fiscal venha comprometendo a qualidade das pesquisas do IBGE. “O quadro de funcionários do IBGE cresceu 6%. Neste ano nós liberamos 660 novos servidores para o IBGE, exatamente para dar as condições para o IBGE seguir fazendo suas pesquisas.”
A ministra afirmou que houve uma “falta de cuidado para quem faz estatística em qualquer lugar”.
“Lamentavelmente, um procedimento básico, que é de checagem e rechecagem, não funcionou no caso da Pnad. É uma coisa muito simples que, acredito, não dependa de recurso orçamentário e de pessoal.”
O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu que a corte abra uma inspeção nos Correios para apurar o envio de santinhos da presidente Dilma Rousseff a eleitores sem chancela ou comprovante de postagem. A estampa oficial serve para comprovar que o material foi pago e enviado de forma regular e nas quantidades contratadas.
Na representação, o procurador Júlio Marcelo de Oliveira diz que a situação, se comprovada, “afronta o processo democrático” e impõe duras penas aos responsáveis.
O filosofo Natalense Pablo Capistrano diz que "em uma sociedade de consumidores, votar é sempre um ato de consumo."
Segundo ele, "você seleciona o canal, observa a propaganda e é seduzido por algum aspecto do produto político que quer comprar. Depois que o desejo se instala, já era… você empacota seu candidato predileto na embalagem ideológica que mais te apetece e o assume como seu. O preço é barato. Cada candidato vale um voto e você tem a vantagem de devolver o produto quatro anos depois e poder pegar outro, mesmo que seja mais do mesmo."
"O único defeito é que não tem garantia. Se o produto vier bichado, é difícil devolver ates do prazo," assevera Pablo.
Será que é assim que estamos escolhendo aqueles que vão votar e decidir por nós sobre assuntos de nosso interesse e que nos afetarão a vida?