Luto

Vereador de cidade do RN morre de Covid-19

Faleceu neste sábado (27) no Hospital Regional do Seridó, o vereador de Caicó, José Alexandre Pereira, conhecido por Zé Filho, 43 anos. Filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), obteve 519 votos no último pleito.

Era formado em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e em Gestão Pública pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Com raízes no Distrito de Laginhas, filho do casal de agricultores José Alexandre e Lêda Pereira de Araújo, Zé Filho é casado, possui 02 (dois) filhos e 05 (cinco) irmãos.

Estava internado com Covid-19 e foi intubado nessa sexta-feira (26).

Fonte: Blog do Heitor Gregório

GRANDE PONTO

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Cidades

Conferência final do Plano Diretor de Natal é adiada

A Conferência Final de Revisão do Plano Diretor de Natal (PDN) que estava prevista para acontecer entre os dias 1º a 5 de março, no Arena das Dunas, foi adiada na tarde esta sexta-feira (26). A decisão do presidente do Conselho da Cidade do Natal, o prefeito Álvaro Dias foi tomada após reunião com integrantes do Núcleo Gestor e motivada pelo agravamento da situação de pandemia do novo coronavírus em todo o Estado.

O Núcleo Gestor deve ser reunir na próxima semana e estabelecer um novo período para a realização do evento, que faz parte da 4ª etapa do processo de revisão do PDN e contaria com a presença dos 119 delegados eleitos durante a Pré-conferência. Os delegados deliberam a apreciação final da minuta do projeto de Lei de Revisão da Lei Complementar no 082 de 21 junho de 2007.

Após conclusão dessa etapa, a Secretaria de Meio Ambiente de Natal (Semurb) vai sistematizar as contribuições oriundas da Conferência e enviará o Projeto de Lei à Secretaria Municipal de Governo no prazo máximo de cinco dias. E por fim é feito o envio à Câmara dos Vereadores para votação final, cujas datas serão divulgadas no Diário Oficial, dentro dos prazos regulamentares.

GRANDE PONTO

Opinião dos leitores

  1. E o Shopping Alecrim e a revitalização da área do camelodromo?
    O Prefeito Arregão Dias, fez uma meia sola na praça Gentil Ferreira às vésperas das eleições municipais e pronto.
    Prefeito Arregão Dias 2022 tá chegando e vamos lembrar da sua subserviência à Carlos Eduardo e a Fátima Bezerra.
    #Bolsonaro TEM RAZÃO

  2. Esse Plano Diretor vai ficar a banho Maria até a próxima campanha desse prefeito Arregão, capacho de Carlos Eduardo e Fátima Bezerra.

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Cidades

Prefeito de Natal decide decretar fechamento das praias

O prefeito Álvaro Dias decidiu decretar o fechamento da orla de Natal a partir de amanhã (28). A decisão foi tomada na sexta-feira (26) e havia a precisão de que o decreto com a medida fosse publicado no máximo na manhã de hoje. O fechamento das praias de Natal deve se estender por 15 dias a contar de amanhã, permanecendo em vigor até dia 14 de março. A medida segue tendência nacional de tentar conter o avanço da covid, que nas últimas semana tem registrado aumento de casos e gerado risco de colapso nas redes de saúde pública e privada.

“Vamos fazer o fechamento total da orla a partir de domingo. Sem barracas, sem bares, sem nada. Toda orla será fechada por 15 dias. A princípio. Se sentirmos que poderemos flexibilizar, que houve melhora, o faremos”, afirmou. O decreto também trará uma recomendação para que o comércio promova um rodízio no horário de fechamento. A ideia é evitar aglomerações nos transportes públicos. A proposta é que cada segmento feche em horários diferente, reduzindo desta forma a quantidade de pessoas que vão pegar ônibus em um mesmo horário. Não haverá alteração com relação às escolas particulares.

A Prefeitura mantém o entendimento que os protocolos estabelecidos e o histórico desde a reabertura dos colégios dá segurança sanitária para que as aulas continuem acontecendo.

Além disso, o novo texto da Prefeitura de Natal com relação à covid vai revogar a decisão de retomada do trabalho presencial no serviço público da capital. Álvaro Dias explicou que a partir de segunda-feira todos os que puderem exercer suas atividades de maneira remota estarão autorizados a isso. A determinação de volta ao trabalho foi publicada dia 3 de fevereiro.

O decreto sobre isso determinou a retomada dos expedientes de 8 horas de trabalho. Ficavam fora dessa obrigatoriedade os servidores acima de 60 anos e de outros grupos de risco da covid que apresentassem atestado médico. Parte dos servidores da capital estava em trabalho remoto desde março de 2020, quando foram tomadas as primeiras medidas para conter o aumento de infecções por covid.

A possibilidade de fechar a orla de Natal já havia sido discutida em outro momento da pandemia. Em maio de 2020, apenas dois meses após a chegada da doença no Estado, o governo estadual publicou decreto recomendando o fechamento de orlas urbanas em todo o Rio Grande do Norte.

Já naquela ocasião prevalecia o entendimento de que esse tipo de determinação cabe ao município. Na época Natal não atendeu à sugestão, mas reforçou a fiscalização para impedir aglomerações nas praias. Em julho, após registro de muitas aglomerações nas praias de Natal, nova medida foi adotada.

Na época, a Prefeitura do Natal determinou que os acessos ás praias urbanas poderiam ser fechados para evitar a disseminação do novo coronavírus. Na época o decreto autorizava a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e a Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Social “a promoverem o fechamento de ruas e avenidas, em especial as vias públicas de acesso às praias urbanas, com o específico fim de evitar a aglomeração de pessoas e resguardar o interesse da coletividade na prevenção de contágio e enfrentamento da pandemia da Covid-19”.

Confira matéria completa na Tribuna do Norte.

Opinião dos leitores

  1. Certíssimo, nesse momento tudo tem de ter muita responsabilidade, cobrar que os comerciantes e empresários executem os protocolos de segurança em suas empresas e multar que não obrdecer.

  2. Parabéns ao Prefeito e à nossa competente GOVERNADORA! Medida corajosa, lúcida e acertada! NOTA ZERO para o Presidente!!!
    MOURÃO 2021

  3. Sobre o transporte público lotado nem prefeito nem governadora falam no assunto
    porque não aumentam o número de ônibus em circulação ao invés de pedir para o comércio mudar os horários.

    1. Melhor solução!!!! O fechamento do comércio em horários diferentes dificulta a vida das pessoas, pois quem sai para o comércio quer resolver suas diferentes necessidades e não voltar outro dia para completar o que precisa…..
      Mas, qual político se importa com as pessoas?????!!!!!??

  4. Quanto aos ônibus, vai permanecer do mesmo jeito ou pior.
    Tem ônibus em ponta negra!???
    Seu prefeito, sai da toca e veja a realidade. Quem sempre esteve com o 'APITO "?
    Os EMPRESÁRIOS…???

  5. Incompetente este prefeito!! Parabéns para governadora Fátima Bezerra. E para Bolsonaro nota zero.

  6. Infelizmente tenho que no momento concordar com a medida!
    Vemos aglomerações imensas nas praias urbanas da nossa cidade. Até o transporte público vai ganhar um refresco nesses dias. A população não está tendo noção da gravidade da situação atual. Estive no Alecrim dia desses e vi a quantidade de pessoas sem máscaras, ou usando-as inadequadamente. Triste realidade.

  7. Quem banca os custos sociais dessa decisão absurda?
    Fechar as praias significa fechar os Hoteis …. principal fonte de emprego e impostos…. quem não morre de covid vai morrer de fome ou assaltado nas ruas!
    Lembrando que até OMS definiu essa medidas inúteis e sem comprovação scientifica de sucesso no combate à doença!

  8. Prefeito Arregão Dias, a orla de Natal Tá igual sua administração, feia, suja, esburacada e desorganizada. Vsa. Insolência Kk deveria cadastrar os barraqueiros e pagar auxílio pelos dias que irão ficar sem ganhar o pão de cada dia.
    #BOLSONARO TEM RAZÃO.
    As eleições estão perto e vamos lembrar da sua subserviência à Carlos Eduardo e Fátima Bezerra.

  9. Sai de casa quem quer. Deixa isso aberto! Quem tem c. Tem medo. A preocupação é a falta de leitos. Lógico, não investiram em leitos. Acharam melhor entregar dinheiro pra o consórcio nordeste.

  10. Uma vergonha esses jogos políticos !
    Quem banca os custos sociais dessa decisão absurda?
    Fechar as praias significa fechar os Hoteis …. principal fonte de emprego e impostos…. quem não morre de covid vai morrer de fome ou assaltado nas ruas!
    Lembrando que até OMS definiu essa medidas inúteis e sem comprovação scientifica de sucesso no combate à doença!

  11. Prefeito arregão, capacho de Carlos Eduardo e Fátima Bezerra. Em 2022 se V. Insolência sair candidato ao Governo do estado Vai perder meu voto e vou fazer campanha contra, seu arregão.

    1. Deixa de conversa merda rapaz, tu não está vendo a situação não? Na terra plana a situação está tranquila? Em que mundo você vive? Fala muita besteira.

  12. Errou feio!
    Ainda bem que exister outras praias de outros municípios bem pertinho.
    Ou vão fachar também??
    Ar puro, sol, mulheres bonitas, espaço é o que não falta.
    Já sei que vai parar ps ônibus todos na segunda feira.
    Ou não??
    Vá entender a cabeça desses caras.

  13. Irresponsável.fecha orla e mantém escola cheia de covid aberta .pacto com empresários.Fechando a orla prejudica os mais vulneráveis.

  14. O prefeito está certo, ele é a governadora estão cobertos de razão. Somente os imbecis, idiotas e abestalhados seguidores do JACARÉ ? DOIDO , é vc Wine ficam fazendo confusão .

    1. O povão vai viver de que? Quem for do grupo de risco que fique em casa. Agora quem tem seu salário garantido prefere realmente ficar em casa, que deve ser o seu caso

  15. Realmente precisa de medidas duras nesse momento e não de flexibilização e a culpa de tudo isso e do povo q não sabe cumprir determinações ,olhe q segundo o mito era só uma gripezinha (imbecil ).

  16. Enquanto isso, as feiras livres continuam funcionando normalmente, com aglomeraçoes, consumidores e feirantes sem usar máscaras e álcool em gel. Emfim, sem nenhum protocolo de segurança. Ao que parece o prefeito Álvaro Dias, reconhece a degraduação que as feiras livres se encontram que acredita que o Covid 19 não circula por lá.

  17. Os "shopinguis " ele vai fechar quando para botar as zêlite pra casa?
    Praças de alimentação e corredores lotados. Sem ventilação e escadas rolantes rodando sem parar. O vendedor ambulante não pode ir pra praia, mas os seus Rochas não podem ter prejuízo…….

  18. Prefeito sem noção. Atrapalhou o quanto pôde e agora, tardiamente, começa a tomar medidas restritivas. Dr. IVERMECTINA, nunca mais.

  19. Que isso Prefeito? Fechar praia? Por acaso o senhor "fatimou"? O senhor está bloqueando o acesso a um lugar de ar puro, de sol e de laser. Provavelmente a praia é um único espaço democrático que dispomos para um pouco de divertimento. Reveja isto, homem.

    1. Rapaz, deixa de burrice! Não consegue ver as condições em que as coisas estão? Não consegue entender o ser humano, como ele age e interpreta as coisas?

    2. Pense num medicu ZIN! Deve ser daqueles que nem olha pra vc e já vai passando ivermectina. Incompetente ao máximo, maquiador e encantador de burros. Não se deixem levar pelas propagandas desse cara. Vive de redes sociais, mas na prática é bum traste. Não está nem aí pra saúde e pra educação. E ALMEJA SER GOVERNADOR. Estaremos bem com um desses…

    3. SÓ PODE AGLOMERAR NOS ÔNIBUS… DUVIDO ELE MEXER NESSE SETOR… NADA PODE, MAS ÔNIBUS LOTADO TODO DIA PODE… CORJA DE VAGABUNDOS, ESSES POLÍTICOS.

    4. Você vive em que mundo, na Terra plana? Deixa de ser ignorante, conversando besteira, vomitando essas merda. Não é só aqui não rapaz é o mundo! Ou tudo isso é um complô dos comunistas e o mundo para derrubar o governo do palhaço? Do mesmo jeito que essa pandemia só veio pq no carnaval do Rio ridicularizam Jesus, aí Deus botou p fuder no mundo né?!

  20. Porque não fechou no carnaval, não teve coragem prefeito/governadora, a políticagem falou mais alto, agora estamos aí colapsado.

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Política

Já ministro, Moro consultou Lava Jato sobre acordos internacionais

O ex-juiz Sergio Moro manteve elo com a força-tarefa da Lava Jato quando já era ministro da Justiça do governo de Jair Bolsonaro. É o que revelam diálogos obtidos com exclusividade pela CNN a partir do Telegram no grupo “Filhos de Januário”, formado por integrantes da força-tarefa.

Em 20 de janeiro de 2019, Moro informou o então coordenador da força-tarefa em Curitiba, Deltan Dallagnol, que iria a Davos, para o Fórum Econômico Mundial, e pediu para o procurador listar países que não haviam fechado acordo de cooperação internacional para investigações. “Estarei em Davos na semana, pode me dizer sucintamente com quais países ainda temos dificuldade com cooperação, Hong Kong por exemplo forneceu aquelas provas?” Você descobre e me passa por favor?”, diz a mensagem.

No dia seguinte, Deltan enviou a lista a Moro. “1) Bahamas – extrema dificuldade 2) Espanha – A citação do Tacla ainda não ocorreu (estamos há mais de 2 anos tentando) 3) Hong Kong realmente finge que não entende nossas Coopins e fica perguntando um milhão de vezes a mesma coisa pra não cumprir 4) Grécia: sem resposta desde 2017 5) Reino Unido: dificulta muito por causa das questões do common law, mas foram prestativos no pedido FTLJ 152 (caso dos gregos), p. ex. 6) Ilhas Virgens Britânicas: dificuldade no cumprimento do pedido FTLJ 125/2017, sob justificativa de ausência de nexo causal entre as informações solicitadas e o crime investigado. Ocorre que a prova do nexo causal só pode ser produzida com a remessa da documentação bancária. Portanto eles exigem prova impossível para cumprir os pedidos.”

A CNN transcreve as mensagens nesta reportagem exatamente como foram redigidas no grupo do Telegram. As conversas entre Moro e Dallagnol foram obtidas por um hacker e estão apreendidas pela Operação Spoofing, que investigou a invasão de dispositivos eletrônicos de autoridades e a prática de crimes cibernéticos.

No início de fevereiro, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou o compartilhamento de mensagens da Operação Spoofing com a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As mensagens são citadas por Lula como argumento para que Moro seja declarado suspeito para julgá-lo e, assim, a sua condenação seja anulada.

Defesas

Posição do ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro:

“Sobre supostas mensagens eletrônicas divulgadas por decisão do Ministro Ricardo Lewandoswki, do STF:

I – As referidas mensagens, se verdadeiras, teriam sido obtidas por meios criminosos, por hackers, de celulares de Procuradores da República, sendo, portanto, de se lamentar a sua utilização para qualquer propósito, ignorando a origem ilícita;

II – Não reconheço a autenticidade das referidas mensagens, pois como já afirmei anteriormente não guardo mensagens de anos atrás;

III – Todos os processos julgados na Lava Jato foram decididos com correção e imparcialidade, tendo havido inclusive indeferimentos de vários pedidos da PF e do MPF e diversas absolvições (21% dos acusados foram absolvidos), com a grande maioria das condenações, inclusive do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mantidas pelas Cortes de Apelação e Tribunais Superiores;

IV – Nenhuma das supostas mensagens retrata fraude processual, incriminação indevida de algum inocente, antecipação de julgamento, qualquer ato ilegal ou reprovável ou mesmo conluio para incriminar alguém ou para qualquer finalidade ilegal;

V – Interações entre juízes, procuradores e advogados são comuns em nossa praxe jurídica, não havendo nada de ilícito, por exemplo, em perguntar sobre conteúdo de denúncia, na solicitação para manifestação com urgência em processos, inclusive para decidir sobre pedidos de liberdade provisória, ou no encaminhamento de notícia de crime ao MPF;

VI – O Ministro Edson Fachin, Relator da Lava Jato no STF, já submeteu ao Plenário a questão da admissão ou não das mensagens obtidas por meios criminosos nos processos (HC 174.398).

Curitiba, 01 de fevereiro de 2021.

Sergio Fernando Moro”

Posição dos procuradores da Operação Lava Jato:

“1. Primeiro, é importante reafirmar que os procedimentos e atos da força-tarefa da Lava Jato sempre seguiram a lei e estiveram embasados em fatos e provas. As supostas mensagens são fruto de atividade criminosa e não tiveram sua autenticidade aferida, sendo passível de edições e adulterações. Reafirmam os procuradores que não reconhecem as supostas mensagens, que foram editadas ou deturpadas para fazer falsas acusações que não têm base na realidade.

2. Passados quase dois anos da divulgação das supostas mensagens, jamais se constatou, em qualquer caso concreto, uma ilegalidade, o que por si só já mostra a deturpação a que foram submetidas. Toda a atuação oficial dos procuradores se dá nos autos e fica registrada. Cada informação ou prova apresentada o é com a respectiva cadeia de custódia, apontando a origem e o caminho que permitiu chegar à prova, desde as suspeitas iniciais, passando pelas decisões judiciais quando cabíveis, até a obtenção e apresentação à Justiça. Se as alegações de ilegalidades fossem verdadeiras, seriam facilmente constatáveis nos autos.

3. No caso específico, ainda que os diálogos tivessem ocorrido da forma como apresentados – embora não se reconheça o seu conteúdo, seja pelo tempo, seja pela ordem em que apresentadas, seja pelo conteúdo -, sua adequada compreensão não revelaria qualquer ilegalidade. Pelo contrário, mostraria dedicação das autoridades para uma eficiente cooperação internacional na investigação de crimes.

4. É sabido que o DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional) é um órgão que compõe a estrutura do Ministério da Justiça e tem dentre suas atribuições buscar o atendimento eficiente de pedidos de cooperação internacional por autoridades estrangeiras.”

CNN BRASIL

Opinião dos leitores

  1. Quanto mais conversas ROUBADAS são divulgadas, mais admiro Moro e a operação Lava Jato. Não há nada que os incrimine ou que demonstre que não houve crime por parte dos condenados. Seu unico erro foi acreditar na honestidade do Bozo.

  2. O objetivo desses CANALHAS é justamente usar as mensagens criminosamente adquiridas para desmoralizar o ex-juiz Moro e o Procurador Deltan Dallagnol, a fim de conseguir a anulação de sentenças dos criminosos condenados, justamente com a ajuda do STF e a ajuda de advogados e juristas garantistas – aqueles que frequentam o STF de bermudas e são sempre a favor de corruptos e contra a sociedade.

  3. De juiz federal a quase min do STF e agora advogado de porta de cadeia.
    E o Lula?! Continua sendo o melhor Presidente que essa biroska já teve.

    1. Tenha vergonha na cara cafajestes, defender um ladrão que comandou roubo de mais de um trilhão de reais, deixou de investir no Brasil pra investir em ditaduras caloteiras, gastou bilhões em copa do mundo e Olímpiadas, que poderia ser investido em hospitais, com isso o povo teria tratamento adequado e assim reduzido os números de óbitos pela covid. Só sendo um retardado pra defender essa esquerdalha.

  4. A preocupação de Moro no combate a corrupção e na defesa do país é algo extraordinário, veja que mesmo ministro, tinha afinco e preocupação com encontrar subsídio pra lava jato atuar cirurgicamente. A cada divulgação ilegal, só deixa claro a preocupação de Moro em defender o patrimônio dos trabalhadores brasileiros, e de punir os criminosos corruptos.

    1. A preocupação era tanta que ele esqueceu do PSDB, PMDB e outros.
      Até perdoou o Ônix Lorenzoni…

    2. Concordo plenamente!!

      Quem tenta destruir a imagem de Moro ou é bandido ou amigo de bandido!

    3. Parte do psdb foi presa, inclusive o ex governador de MG; nenhum foi inocentado, todos estão sendo processados até agora, outros tem foro Privilégiado. Bolsonaro é que inocentou o onix, inclusive recompensou pelos desvio com ministério. Isso é que é a verdade.

    4. Tem que avisar pro Sergio deixar de postar fake por aqui. Quem fez acordo com o Lorenzoni foi a PGR, sim a PGR comandado por Aras, pau mandado do BOZO. Não adianta ficar repetindo uma mentira, ela não vai virar verdade. Basta consultar as notícias da época. O resto é conversa pro gado dormir.

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Política

Enquanto ocupava cargo no Ministério do Meio Ambiente, mulher de Daniel Silveira recebeu parcelas do auxílio emergencial

A mulher do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), Paola da Silva Daniel, recebeu parcelas do auxílio emergencial, benefício voltado para desempregados, enquanto ocupava o cargo de coordenadora de gestão de pessoas no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.

A nomeação de Paola foi feita no dia 16 de outubro, segundo publicação no Diário Oficial da União. Pelo cargo, ela recebe R$ 5,6 mil por mês para exercer a função. A informação foi revelada pelo colunista do GLOBO, Ancelmo Gois.

Nesse período como comissionada no Executivo Federal, dados do sistema de pagamentos da Caixa mostram o pagamento de quatro parcelas das sete parcelas recebidas do benefício emergencial, totalizando R$ 1.800. Isso corresponde a metade do que ela recebeu no programa desde que conseguiu ser inscrita.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Esse Silveira é um escroto!!! zilhões de punições quando era puliça, agride todo mundo, fala alto e com arrogância, inclusive para mulheres indefesas e para completar, ganhando salário de deputado ainda coloca a mulher p receber auxílio emergencial. Lixo humano.

  2. Vim só para ver os comentários dos Bolsominius se tinham algum argumento, mas as justificativas são tão rasas e inexistentes , pq eles não conseguem justificar sem falar em PT e esquerda. O choro é livre.

  3. Votei em Bolsonaro e não me arrependo, mas quem for pego em atos ilícitos deve ser preso. NÃO TENHO BANDIDO DE ESTIMAÇÃO!!!! O choro e livre????

  4. bolsonatismo raiz na sua essência, usa a violência pra acusar os outros dos crimes que eles cometem.
    Não é só hipocrisia e mau caratismo mesmo!

  5. Culpa de quem? Bolsonaro. Só pode. O homem agora é o culpado de tudo.
    Acorda petralhada! Porque o povo já acordou faz tempo.

    1. Então o problema agora não é mais quem é corrupto ou não.
      É que o meu bandido rouba menos que o seu!

  6. Postura típica e não adianta investigar que Gilmar e
    Lewandowisk manda soltar. Mas se fosse um morador da ZN já estava preso pela PF e chamado pelos vinhos de ladrão.

  7. quanta ignorância meu Deus , os esquerdopatas são mesmo uns alienados.
    Quem comete crime que arque com as consequências , mas os “doentes” sempre querem colocar a culpa no presidente da república . Insanos , “come capim” continuem sonhando pq aquele ladrão asqueroso , encantador de otários jamais voltará para o poder , ele voltará para a prisão penal para pagar pelos crimes que cometeu.

    1. Não vi na reportagem menção ao presidente corrupto. Você é que fez a correlação porque o preso, valentão e despreparado, é sabidamente bolsonarista. Faz parte da "direita honesta".

  8. Vixe! Eh a nova política? Esse dinheiro poderia ter ido pra alguém que realmente merecesse e necessitasse!

    1. Comente você idiota, essa colocação é característica de hipocrítas que antes dos petralhas assumirem, eram favoráveis ao combate aos corruptos, intransigentemente, depois que a esquerdalha começou a roubalheira, tem que combater a corrupção, mas dentro do processo legal, se não for assim, solta o corrupto e julga o juíz; agora já mudou, tem que prender o filho do presidente, alem de tirar Bolsonaro, sem o processo legal. Esqueceram o termo 3o turno, respeite as urnas e outros. É uma incoerência dos infernos, bandos de gados e alienados.

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Tecnologia

Lançamento de satélite brasileiro aproxima startups com empresas da Índia

O governo indiano quer aproveitar o lançamento do satélite Amazonia 1 (o 1º 100% brasileiro) para aproximar startups indianas de space tech com brasileiras. No Brasil, o principal hub da área fica em São José dos Campos (SP). Nesse domingo (28.fev.2021), o satélite será lançado a partir do Centro de Lançamento Sriharikota, na Índia. A missão terá início à 1h54, no horário de Brasília. E será a 1ª parceria entre os 2 países. Os últimos satélites que já estão no espaço e que têm componentes brasileiros foram feitos em parceria com a China.

Dessa forma, a Índia, que é um dos poucos países que detêm a tecnologia para lançamentos de veículos espaciais, pretende aproveitar esse momento para assumir o posto de parceiro principal do Brasil no setor. E, para isso, já está na agenda a realização de um seminário para conectar empresários brasileiros com indianos e incentivar o mercado privado na exploração dessa tecnologia.

Ao lado do satélite brasileiro serão enviados outros 18. Além do Amazonia 1, há aparelhos dos Estados Unidos e da Índia. Eles são considerados secundários pela missão. O tempo de duração entre o lançamento e o desprendimento do Amazonia 1 será curto. Apenas 17 minutos e 23 segundos. Os outros serão liberados em 2 grupos após 1 hora e 51 minutos e 1 h 55 minutos da decolagem, segundo o governo indiano.

Entre esses aparelhos há satélites produzidos por governos, como é o caso do brasileiro, mas há também outros produzidos pelo setor privado. Destacam-se 3 que foram feitos por startups indianas. A Space Kidz India –startup que tem estudantes na sua estrutura– vai lançar 1. A Pixxel, de Bangalore, outro. Um 3º será lançado por um consórcio de 3 institutos de educação: Jeppiaar Institute of Technology, G H Raisoni College of Engineering e Sri Shakthi Institute of Engineering and Technology.

É justamente a partir desse fato que os indianos pretendem se aproximar do Brasil. Esses 5 grupos irão ser colocados em contato com brasileiros. A meta é que, no futuro, o setor aeroespacial brasileiro tenha na Índia a sua principal referência e parceira.

AMAZONIA 1

O Amazonia 1 é o primeiro satélite de observação da Terra completamente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. É um desenvolvimento coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e conduzido pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) em parceria com a AEB (Agência Espacial Brasileira). As atividades de montagem, integração e testes (AIT) do satélite Amazonia 1 foram realizadas no Laboratório de Integração e Testes situado no Inpe de São José dos Campos (SP).

O Amazonia 1, que é a carga útil principal do lançamento C 51 do PSLV, será colocado numa órbita Sol síncrona com altitude média de 752 quilômetros acima da superfície da Terra. Os outros satélites, considerados cargas secundárias, serão colocados numa órbita com altitude média de 511 quilômetros acima da superfície.

MISSÃO

O satélite faz parte da chamada Missão Amazônia, criada para fornecer dados de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento, especialmente na região amazônica. A missão também vai monitorar a agricultura em todo o território nacional com alta taxa de revisita, buscando atuar em sinergia com os programas ambientais existentes. Esse será o 3º satélite brasileiro de sensoriamento remoto em operação junto ao CBERS-4 e ao CBERS-4A. Esses 2 últimos foram desenvolvidos pelo Brasil em parceria com a China.

POR DENTRO DO SATÉLITE

O Amazônia-1 tem 6 quilômetros de fios e 14.000 conexões elétricas. Trata-se de um satélite de órbita Sol síncrona (polar) que gerará imagens do planeta a cada 5 dias. Ele é capaz de observar uma faixa de aproximadamente 850 quilômetros, com 64 metros de resolução. A vida útil do Amazonia 1 é de 4 anos. A missão ainda prevê o lançamento de mais 2 satélites, o Amazônia-1B e o Amazônia-2.

Com informações da Agência Brasil

PODER360

Opinião dos leitores

  1. Excelente ação do governo federal, vai ajudar e muito no controle de queimadas e desflorestamento .

    1. Se for sob a supervisão do atual ministro do meio ambiente, só se for pra ajudar a destruição que ele patrocina.

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Esporte

Valor de mercado dos 100 jogadores mais caros do mundo cai R$ 5,4 bilhões

Os 100 jogadores de futebol mais caros do mundo perderam R$ 5,4 bilhões em valor de mercado desde o início da pandemia, segundo a área especializada em futebol da consultoria britânica KPMG. De acordo com o estudo, publicado na 3ª feira (23.fev.2021), a soma foi de R$ 53,4 bilhões para 48,1 bilhões desde fevereiro de 2020. Em maio, a queda era ainda maior, com o valor total em R$ 43,9 bilhões.

A pesquisa aponta que os preços não retornaram ao patamar pré-pandemia porque “os clubes ainda enfrentam repercussões financeiras que colocam em risco todos os seus negócios”, o que impacta no valor de mercado dos atletas. “O fechamento de estádios e a interrupção do cronograma da temporada forçaram os clubes a redesenhar seus orçamentos como consequência da perda de ganhos de todas as fontes de receita”, afirma a consultoria.

Avaliado em R$ 765 milhões, Neymar é o único brasileiro entre os 10 mais valiosos. A lista é liderada pelo francês Mbappé (R$ 1,2 bilhão), que também atua no Paris Saint-Germain. Mesmo na condição de jogador mais caro do mundo, Mbappé viu seu valor de mercado diminuir R$ 99 milhões em 1 ano.

O decréscimo decorre do pouco tempo restante de contrato entre o atleta e o PSG e também do impacto da pandemia nas finanças dos clubes, segundo a KPMG. Dos 10 jogadores mais caros, 7 jogam na 1ª divisão do futebol inglês. O campeonato alemão tem 1 representante na lista, o jovem britânico Jadon Sancho, que atua no Borussia Dortmund. Eis a lista:

Poder360

PODER360

Opinião dos leitores

  1. Todos os dias saem de casa um malandro e um otário.
    Enquanto existirem otários nas arquibancadas ou com a fuça grudada nas TV´s prá ver essa fábrica de fazer idiotas manipulada e mafiosa chamada "futebol", existirão sabidos enchendo os bolsos as suas custas nos camarotes!

    1. Futebol é apenas um divertimento pra quem gosta. O errado
      é idolatrar um cara porque joga bola . Esses absurdos das fortunas são
      aberrações e distorções do sistema capitalista. No mundo capitalista muitas vezes quem presta serviços relevantes à humanidade não fica milionário, enquanto outros ganham fortunas com musicas ridículas, fazendo idiotices, jogando bola e por ai vai.

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Economia

Senador promete investigar máfia de distribuidoras que controlam combustíveis

O senador Otto Alencar (PSD-BA), novo presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, promete não dar tréguas à máfia de distribuidoras de combustíveis. Também está decidido a investigar a Agência Nacional do Petróleo (ANP) pela suspeita resolução que criou o “cartório” em que as distribuidoras, atravessadoras no mercado, tenham a exclusividade no fornecimento de todos os combustíveis aos postos. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Otto Alencar tem lutado contra as distribuidoras de combustíveis, cujos métodos pouco ortodoxos causam repulsa no Senado. Ele contou à Rádio Bandeirantes que o lobby das distribuidoras tentou impedir o Senado de anular o cartório criado pela ANP.

O Senado aprovou a anulação da resolução da ANP, mas na Câmara o lobby conseguiu do então presidente Rodrigo Maia engavetar o caso.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Engraçado sobe o dólar ,sobe o petróleo e o etanol também sobe ,acho que deve ter a cotação em dólar também,isso ninguém vai atrás.

  2. No Paraguai os postos de bandeira BR, vende a gasolina a R$ 4.70
    Esse mistério tem que ser desvendado.

  3. ALO bg duas coisas que eu queria perguntar
    Onde anda o Procon RN.na paraiba quase todo dia o Procon fiscaliza os postos
    Outra pergunta em recente entrevista na 96 FM o séc de finanças do RN falou que a base de cálculo para cobrança de cima e determinado pelos donos de postos ou seja quando maior for o preco determinado mais se paga icms .e no Reino potiguar todos sao felizes para sempre e o povo Ó.

  4. Tá passando da hora.
    Tenho uma imensa curiosidade em saber por quanto as distribuidoras vemdem o litro da gasolina na Paraíba, e comparar com o preço vendido no RN.
    Tô doido pra tirar a culpa de cima dos donos de postos, o que esses caras tem apanhado, não é brincadeira.
    Pena que o consumidor não saiba, que é uma das classes empresariais mais endividada do setor.
    90% enfiados nos bancos.

    1. Acho que vc precisa rever seu comentário ou se faz de doido ou é doido, de onde donos de posto de dividas? faça uma pesquisa bem rapida que vc verá um grande aumento de abertura de novos posto de gasolina no RN, um exemplo na BR 304 vc irá encontra postos de gasolina novos de boa estrutura, vc deveria sabe mais antes de fazer certo comentários sem sentido. Ou será que vc não estudou?

    2. A onde tem mais postos novos, fora esses Dois que vc fala??
      Leia de novo jumento batizado.
      90 % enfiados em bancos, talvez 10% não.
      Outra coisa.
      O que é que impede dos novos postos não serem financiados por bancos??
      É aquele velho ditado, não adianta querer esperniar.
      Quem é burro, nunca chega a cavalo.
      O teu caso.

  5. Tá na hora de iniciar essa investigação, pq só perdia pra mafia dos cartórios, que foi quebrada. A dos postos de combustíveis é uma vergonha nacional, usam e abusam de suas prerrogativas e o consumidor é quem paga a conta pelo roubo e extorsão praticada por essa mafia.

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Polícia

Delegado Quirino é encontrado morto em casa

O delegado Francisco Quirino do Nascimento Filho, de 58 anos foi encontrado morto, na tarde desta sexta-feira (26), dentro de casa, na rua Caélias, no conjunto Parque das Orquídeas, no bairro Emaús, em Parnamirim. O policial aposentado pode ter sido vítima de um infarto fulminante, aponta o laudo preliminar do ITEP.

A informação do falecimento do doutor Quirino foi anunciada pelo sindicato dos policiais civis que enviou nota nas redes sociais e confirmada por familiares. O delegado possuía vasta experiência tendo atuado em várias delegacias de natal e na diretoria da Delegacia Geral da Polícia Civil. O velório e sepultamento serão restritos a familiares devido as restrições da pandemia.

PORTAL BO

Opinião dos leitores

    1. No Regime de Previdência antes da Reforma, a aposentadoria por tempo de serviço ocorria com 35 anos de contribuição. Logo quem começou a trabalhar aos 18 anos de idade, por exemplo, adquiria o direito à aposentadoria aos 53 anos de idade.

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Saúde

País vacina só 48% dos idosos acima de 90 enquanto imuniza 142 mil entre os menos prioritários

Em meio à escassez de doses da vacina contra a covid-19, o Brasil ainda não conseguiu vacinar nem metade de seus idosos acima de 90 anos, mas já tem registro de ao menos 142 mil pessoas de grupos menos prioritários imunizadas, como 119,6 mil idosos com menos de 75 anos, grupo ainda não contemplado na atual fase da campanha, segundo diretrizes federais e estaduais.

Levantamento feito pelo Estadão a partir de dados do Ministério da Saúde disponibilizados pela plataforma Brasil.IO indica que somente 48,8% dos brasileiros com 90 anos ou mais conseguiram receber a imunização até agora. O grupo é o primeiro na lista de prioridades do governo federal por faixa etária, mas só teve 436,6 mil vacinados entre os 893,8 mil previstos.

Ao mesmo tempo, o sistema federal registra a vacinação de 29,7 mil pessoas de 70 a 74 anos, 36,1 mil entre 65 a 69 anos e 53,7 mil na faixa etária dos 60 a 64 anos que, embora façam parte de grupos prioritários, ainda não poderiam estar contempladas na atual fase da campanha. Os números já excluem os idosos de menos de 75 anos do Amazonas e de outros Estados do Norte que tiveram autorização excepcional para vacinar essa faixa etária por causa da situação epidemiológica preocupante.

Os dados do ministério apontam outros problemas na priorização dos vacinados no País. Há entre os já imunizados 11,9 mil doentes crônicos com menos de 60 anos, 3,9 mil agentes das forças de segurança, 1,9 mil trabalhadores da educação e 387 militares. Os quatro grupos também deveriam ser vacinados só em etapas futuras da campanha.

Especialistas apontam que, diante dos números, é preciso investigar se há ‘fura-filas’ nesses registros, mas apontam também outras razões que podem explicar o cenário, como a falta de padronização dos critérios de vacinação entre diferentes municípios, necessidade de utilizar doses de um frasco já aberto em idosos mais jovens para não haver descarte e até erros de preenchimento no sistema.

Eles ressaltam, no entanto, que o objetivo maior da vacinação nesta fase – evitar hospitalizações e mortes – pode ser prejudicado com a baixa cobertura entre os mais vulneráveis. “É claro que a gente quer que todo mundo seja vacinado e a vacina chegue aos 60 e 70 anos, mas, diante do número limitado de doses, precisamos ter prioridades. Quanto mais idoso, maior a chance de morrer de covid, por isso o esforço deve ser nos mais velhos”, afirma Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Alessandro Chagas explica que o órgão tem orientado os secretários a seguir as diretrizes do ministério de priorizar os mais vulneráveis. “O município tem autonomia para elaborar suas estratégias e pode até ampliar o público com alguma justificativa epidemiológica, mas a diretriz geral é da União. Se tem município em que a vacinação está chegando nos menos idosos, eles já deveriam estar com uma alta cobertura entre os mais idosos”, afirma.

Para a infectologista Ana Luiza Gibertoni, falta uma estratégia na definição de grupos prioritários e na distribuição das vacinas. “Falta conhecimento epidemiológico para desenhar uma estratégia que maximize o impacto da vacinação sobre a população. Dessa forma que está sendo feita, o impacto é mínimo”, diz.

Ela fala que o Brasil tem profissionais capacitados para articular essa estratégia, mas que eles “não estão dentro do governo”. “Falta uma liderança nacional, com voz, respeitada na sociedade e na comunidade científica para conduzir o plano nacional de imunização”. Uma forma de aumentar esse impacto é respeitar a ordem de vacinação. “Não dá para pulverizar a vacina entre todos os grupos prioritários, é preciso seguir a ordem. Mesmo se a pessoa tiver comorbidades, se ela for jovem deve esperar”.

Para a epidemiologista Carla Domingues, que foi coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) entre 2011 e 2019, a escassez de doses, as falhas na distribuição e a falta de uma comunicação mais assertiva do ministério são os responsáveis pelas distorções na priorização dos vacinados.

“Não dá para dizer que os municípios que estão ampliando o público estão errados. Falta uma coordenação nacional. Fica essa distribuição de doses a conta-gotas. Às vezes um município tem poucos idosos de mais de 90 anos e precisa usar as doses do frasco aberto em até seis horas. É muito difícil de operacionalizar dessa forma”, diz.

Carla e Isabella opinam que a baixa cobertura no grupo de 90 anos ou mais pode estar relacionada à dificuldade de acesso desses idosos aos postos de saúde e à complexidade das vacinações domiciliares. “Neste grupo estão os idosos com mais dificuldade de mobilidade, que dependem mais da família. Acho que é um problema principalmente de acesso, porque eles precisam esperar a vacinação domiciliar”, diz Isabella.

Critérios para vacinação de trabalhadores da saúde variam entre cidades

Entre as categorias prioritárias para vacinação, a dos trabalhadores de saúde é a que gera mais divergência entre os municípios. Enquanto alguns oferecem vacina para todos os profissionais da área, outros restringem os imunizantes àqueles que atuam em hospitais, unidades de pronto atendimento ou na atenção primária. O plano nacional de imunização dá brecha às diferentes interpretações.

O levantamento feito pelo Estadão mostra que 3,3 milhões de trabalhadores da área já receberam ao menos uma dose da vacina. As equipes de apoio, como recepcionistas, funcionários da limpeza e porteiros, estão incluídas nos números. O PNI previa imunizar 4,9 milhões deles até a etapa atual.

Apesar de a cobertura vacinal estar em 67% do esperado, especialistas questionam a prioridade dada a algumas categorias e a falta de detalhamento do plano. Os dados mostram que já foram vacinados, por exemplo, 6.979 médicos veterinários e 769 auxiliares de veterinário. Embora eles não atendam pessoas potencialmente infectadas, as categorias foram incluídas no PNI como trabalhadores de saúde e, portanto, estão no grupo prioritário.

O plano não explica em detalhes como deve ser a prioridade dentro das categorias. A infectologista Ana Luiza Gibertoni fala que isso abre espaço para que cada município interprete-o de maneira diferente na hora de operacionalizar a campanha de vacinação. “Você precisa proteger a força de trabalho e vacinar os profissionais que trabalham com o público, que estão expostos à doença. Os demais devem esperar”, aconselha.

A médica trabalha no sistema nacional de saúde do Reino Unido e conta que no país os profissionais foram convocados nominalmente para a vacinação. Num cenário de escassez de vacinas como o brasileiro, isso seria o ideal. “Não dá para pedir que as pessoas se apresentem voluntariamente para a vacinação. Deve haver um convite pessoal e tem de estar muito claro por que o profissional está sendo imunizado”, fala.

As principais categorias de vacinados entre os trabalhadores de saúde são técnicos de enfermagem (370 mil), enfermeiros (180 mil) e médicos (172 mil). A maioria desses profissionais, no entanto, não estão classificados em subcategorias no sistema. Mais de 1,8 milhão de registros estão descritos como “outros”, o que dificulta o controle sobre a distribuição das doses.

Só em São Paulo há 1,1 milhão de trabalhadores de saúde sem subcategoria. Não é possível dizer, pelos dados do Ministério da Saúde, quantos médicos, enfermeiros ou veterinários foram vacinados no Estado.

Em nota, o Estado alega que o PNI não prevê a subcategorização dos profissionais de saúde e que “em nenhum momento pontuou a necessidade deste tipo de segmentação em campanhas”. O governo disse também que na plataforma estadual Vacivida é possível acompanhar a segmentação dos grupos prioritários, mas não soube informar à reportagem quantos profissionais foram imunizados em cada subcategoria.

Na categoria de idosos, 9 mil vacinados com menos de 60 anos
O levantamento feito pelo Estadão mostra ainda problemas no registro de vacinados que podem indicar até fraudes. No grupo categorizado como idosos, a reportagem encontrou 9 mil registros de imunizados com menos de 60 anos, segundo análise feita segundo a data de nascimento e a idade informada.

Há até registros de vacinados menores de idade – grupo que não pode receber a vacina por falta de testes clínicos nessa faixa etária. São 94 pessoas com menos de 18 anos classificadas no grupo dos idosos. Em outras categorias, como trabalhadores da saúde e indígenas, a inconsistência também aparece, totalizando 2,4 mil pessoas com 17 anos ou menos vacinadas.

Outro problema é a falta de categorização de parte dos vacinados. Há 118 mil imunizados que não foram incluídos em nenhum grupo prioritário no sistema, o que dificulta o controle sobre a administração devida das doses aos mais vulneráveis e favorece até possíveis desvios para indivíduos de fora dos grupos.

Responsabilidade de cumprir critérios é dos Estados e municípios, diz ministério
Questionado sobre a baixa cobertura da vacinação entre idosos com 90 anos ou mais, o Ministério da Saúde afirmou que repassou aos Estados doses suficientes para a cobertura de 100% desse público, mas ressaltou que as unidades da federação são responsáveis pela organização do cronograma de distribuição aos municípios, que por sua vez devem “seguir e obedecer o cronograma do PNI e, em caso de baixa cobertura, fazer busca ativa dos grupos estabelecidos como prioritários que estão abaixo da meta”.

A pasta disse ainda ter enviado ofício no dia 8 de fevereiro aos Estados e municípios alertando que não seguir a ordem priorizada pelo programa poderia “acarretar na falta de vacinas para os grupos de maior risco de adoecimento e óbito pela covid-19”. Orientações referentes para cada etapa, diz o ministério, são realizadas por meio de informes técnicos, com as definições referentes aos grupos que deverão ser atendidos com o quantitativo de doses enviado por etapa.

Sobre a vacinação de faixas etárias não preconizadas pelo Ministério da Saúde, como menores de 60 anos sem comorbidades, a pasta disse que cabe aos municípios e Distrito Federal, responsáveis pela vacinação, a responsabilidade por estes casos, uma vez que repassa informações que “deixam claro o público-alvo a ser vacinado”.

Sobre as falhas no sistema de registro de vacinação, o órgão afirmou que está “trabalhando incansavelmente para identificar e mitigar possíveis problemas relacionados ao funcionamento do sistema de registro de doses aplicadas e suas inconsistências”. A pasta disse que o modelo atual, de registro nominal, é uma inovação e está sendo monitorado.

“As inconsistências, que podem ser identificadas pelas diversas instâncias envolvidas na vacinação, são discutidas com o DataSUS, no que diz respeito a possibilidades de erros de sistemas, e também são repassadas aos municípios para a verificação de possíveis erros de registros”, afirmou o ministério. A pasta disse que a verificação demanda tempo, mas que já está trabalhando para solucionar possíveis inconsistências.

“Cabe ressaltar que São Paulo, Rio Grande do Norte e 70 municípios utilizam um sistema de registro de aplicação de doses diferente do Ministério da Saúde. Isso corrobora para possíveis inconsistências, como duplicidade de registros, que também são solucionadas pelo DataSUS”.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. A coordenação para a aplicação das vacinas pertence aos estados e municípios. E os que furaram fila não o fizeram com a ordem do ministério da saúde. Vamos deixas de falar asneiras.

  2. Ministro da saúde, general do exercito(decepção). disse que tinha vacinado quase todos os idosos acima de 90?

  3. SERA QUE AINDA TEREMOS OS INSENSATOS QUE ACREDITAM NO GOVERNO DESSE MOSTRO …
    FORA BOLSONARO E SUA TRUPE DE MARGINAIS
    ASSASSINOS

    1. 57 milhões votaram nesse incapaz, por desapontamento com a esquerda. Mas esse número já caiu muuuuuito. Eu mesma votei e na próxima eleição voto em qualquer outro adversário.
      #Bolsonaro nunca mais.

  4. Soma-se a este fato, os fura filas e a turma da saúde que não está na linha de frente. País de povo hipócrita e egoísta, nunca seremos uma Nação digna.

  5. O Brasil está muito bem com relação à vacinação. Em termos de velocidade de vacinação, só está perdendo para EUA e China. A ação do governo federal é exemplo para o mundo mas, a desinformação da grande mídia militante continua firme, tentando prejudicar o governo. Falta do dinheiro público, que deixaram de "mamar".

    1. Você não se cansa de falar merda não?
      Direita honesta é meus zovo

    2. Só se for velocidade na hora da aplicação.
      Falta 97% da população.
      Aliás, DIREITA Honesta não existe…

    3. Sério? Se o Brasil eh um dos mais rápidos em vacinar (coisa impossível até pq o MINTOmaníaco adiou o quanto pode comprar vacinas o que causou a nossa atual situação de caos), como não está nem entre os 30 países que mais vacinou à população em termos relativos? Sua narrativa não se sustenta nos números!

    4. ZéGado reclamando que os outros falam Merda? Kkkkkkk, tem espelho em casa não, animal de chifres?

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Saúde

Brasil tem 3% da população vacinada contra o coronavírus

O número de pessoas vacinadas contra a covid-19 no Brasil chegou nesta sexta-feira, 26, a 6.422.545, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de saúde. Nas últimas 24 horas, 24 Estados informaram dados atualizados e 84.408 pessoas receberam a primeira dose. O número de imunizados representa 3,03% da população brasileira. Outro dado que o consórcio apresenta é o número de vacinados com a segunda dose, que chegou a 1.870.032 pessoas (0,88% da população).

O maior número de vacinados pertence a São Paulo, que começou a aplicação das doses no dia 17 de janeiro. Até agora, o Estado imunizou 1.767.780 pessoas. No Rio de Janeiro, o número é de 457.108 imunizados.

Em meio à escassez de doses da vacina contra a covid-19, o Brasil ainda não conseguiu vacinar nem metade de seus idosos acima de 90 anos, mas já tem registro de ao menos 142 mil pessoas de grupos menos prioritários imunizadas, como 119,6 mil idosos com menos de 75 anos, grupo ainda não contemplado na atual fase da campanha, segundo diretrizes federais e estaduais. De acordo com o levantamento feito pelo Estadão a partir de dados do Ministério da Saúde disponibilizados pela plataforma Brasil.IO indica que somente 48,8% dos brasileiros com 90 anos ou mais conseguiram receber a imunização até agora.

Vacinados no Brasil por Estado, segundo o consórcio de veículos de imprensa:
Primeira dose:

AC – 19.059

AL – 92.749

AM – 236.502

AP – 24.921

BA – 430.630

CE – 281.041

DF – 130.547

ES – 118.135

GO – 188.108

MA – 143.732

MG – 550.602

MS – 108.547

MT – 83.897

PA – 139.309

PB – 107.906

PE – 321.000

PI – 70.064

PR – 297.611

RJ – 457.108

RN – 89.211

RO – 47.351

RR – 26.517

RS – 448.428

SC – 162.829

SE – 45.733

SP – 1.767.780

TO – 44.028

 

Segunda dose:

AC – 3.594

AL – 7.403

AM – 41.843

AP – 2.929

BA – 96.081

CE – 85855

DF – 43.226

ES – 21.637

GO – 39.766

MA – 49.118

MG – 238.155

MS – 44.226

MT – 30.656

PA – 47.087

PB – 32.881

PE – 120.152

PI – 16.630

PR – 98.438

RJ – 112.886

RN – 33.997

RO – 6.965

RR – 7.727

RS – 98.208

SC – 55.768

SE – 24.623

SP – 506.167

TO – 8.408

 

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Isso resulta na vacinação de somente 3% da população brasileira… Um verdadeiro vexame. O Brasil não está nem entre os 30 países que mais vacinaram à população em termos relativos!

    1. Vá estudar para deixar de falar MERDA seu analfabeto esquerdopata!

    2. O fanatismo desses bolsopetistas eh tremendo, mas a gente sabe que pessoas assim de mente limitada eh mais fácil de manipular, tanto na esquerda quanto na direita (longe de mim dizer que o MINTOmaníaco seja de direita, seria ofender os que realmente são de direita). Eles tem argumentos muito sólidos pra contrariar os números e fatos, tipo: "seu petista", " seu comunista", "vá morar na Venezuela" (esse está em desuso já que o minto está cada dia mais parecido com Hugo chavez), "esquerdopata"… Nada disso me atinge, nem petista eu sou! Mostre o mínimo de inteligência e refute números ou argumentos.

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Cidades

Governo do RN publica decreto com medidas restritivas contra Covid-19; toque de recolher das 22h às 5h e aulas do Ensino Infantil e Fundamental voltando a funcionar no formato híbrido ou remoto são algumas das medidas

O Governo do RN publicou um decreto no Diário Oficial do RN deste sábado (27) trazendo medidas restritivas em prol de deter o contágio da Covid-19 no estado. Toque de recolher das 22h às 5h, proibição de passageiros em pé nos ônibus e atividades coletivas em igrejas são algumas das restrições. As aulas estão suspensas, tanto para a rede privada quanto a pública e é determinado o ensino remoto. Porém, há uma exceção para as instituições de Ensino Infantil e Fundamental, que poderão funcionar no formato híbrido. As medidas terão duração até o dia 10 de março.

As atividades em igrejas estão permitidas apenas para orações e atendimentos individuais, sempre respeitando as recomendações das autoridades sanitárias.

Além disso, também fica suspenso o funcionamento de atividades como: parques públicos, centros de artesanato, circos, parques de diversões, museus, bibliotecas, teatros, cinemas e demais equipamentos culturais; eventos corporativos, técnicos, científicos, esportivos, convenções, shows ou qualquer outra modalidade de evento de massa, inclusive locais privados, como os condomínios edilícios; atividades recreativas em clubes sociais e esportivos.

Já nas recomendações para os municípios, segue sendo recomendado a suspensão de atividades de restaurantes e bares entre às 22h e 6h, assim como a venda e consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos entre segunda a sexta-feira. Já aos finais de semana, a recomendação é de suspender o funcionamento, assim como os acessos às praias, lagoas, cachoeiras, entre outros.

Opinião dos leitores

  1. É muito fácil transferir a culpa, chegamos nesse ponto foi por irresponsabilidade do povo, na hora que estavam aglomerado não pensaram nas conseguencias, agora vem para rede social com a cara de bct, botar culpa em presidente, governador, prefeitos. Façam sua parte, e deixem de hipocrisia , sao vcs com essa merda de direita e esquerda que estão prejudicando todo mundo e ajudando esse desgraçado desse viros.

  2. Tem que colocar na cabeça que essas medidas tomadas aqui no RN e em outros estados, são culpa do povo, um povo mal educado, irresponsável e inconsequente. O mais confortável é encontrar um culpado do que reconhecer que o culpado somos nós. Se lembrem, QUEM AGLOMERA É O POVO, portanto, nas campanhas políticas, festas de fim de ano, varaneio e carnaval, quem aglomerou foi o POVO, então não adianta reclamar de nenhum governante, essa é a conta que temos que pagar por nossa irresponsabilidade.

  3. Nossa governadora dando um show de gestão. Sem dúvida, a melhor governadora q o RN já teve. Fafá, tenho orgulho de tê-lá como governadora.
    Uma pena temos o pior presidente da história do país que só quer atrapalhar. Idiota no governo federal. Q povo sem noção.

  4. Só de leitos o governo abriu mais de 600 nesta pandemia.
    Os comentários neste blog estão sem noção.
    O negacionismo mata!

  5. Fátima ta acabando com o RN.
    Esse vírus não vai embora tão cedo.
    É igual aos outros existentes que mata todos os dias, e a imprensa e governo nenhum noticia.
    Prevenção é a palavra, o resto é cachorrada dos políticos pra comerem dinheiro e fazer politicagem sebosa atrás de se reelegerem as custas das doenças alheias.

  6. Já estamos convivendo com esse vírus chinês HÁ UM ANO e muitos governadores NADA fizeram de efetivo para proteger o povo. No início, era o tal "isolamento social", mais brando que esse "lockdown" e que visava, segundo seus próprios defensores, evitar o "pico" da curva, enquanto os governantes adequavam o sistema público de saúde para enfrentar a situação. UM ANO DEPOIS, o que foi feito? Não criaram novos leitos (no RN, o governo extinguiu leitos já existentes), não adquiriram novos respiradores (o RN torrou 5 milhões com esse pretexto) e, um ano depois, o discurso é o mesmo e as medidas PIORARAM. Nada disso tem a ver com a saúde do povo, tem a ver com $$$$$$$, com implantar rígido controle social, com tentar prejudicar o país e, dessa forma, atingir o governo Bolsonaro. Se estivessem pensando na SAÚDE, as medidas seriam outras. Tempo já houve demais. O que faltou foi AÇÃO.

    1. Ne isso! Um ano depois , com o MINTOmaníaco negando a ciência e as vacinas, estamos beirando o caos… Muito complicado mesmo! Os países que apostaram em vacinas e medidas de isolamento já estão retomando a vida e a economia…

    2. Discordo totalmente do comentarista, que se diz honesto (só ele), como sempre tentando tirar a responsabilidade do principal agente causador dessa situação em que nos encontramos. E tentando jogar nos ombros dos governadores (todos???) a culpa pelos erros intencionais do governo federal. Tá faltando honestidade nos comentários. Bozo e Pazuello irão ter que responder por seus crimes, na saúde, cedo ou tarde. Os outros crimes do Bozo ( não são poucos) também deverão levá-lo ao banco dos réus.

    3. Ninguém quer "atingir o governo Bolsonaro". Não precisa! Esse é um governo kamikaze, ele mesmo se destrói, por palavras e atos desse parasita acéfalo que ocupa a presidência.

  7. Interessante que ela não falou mais dos órgãos públicos né, mandando fechar quem tem comércio, mais os órgão de arrecadação não tem nada informando no decreto né BG. Governadora safada ela que aguarde as eleições de 2022

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Saúde

Em depoimento à PF, Pazuello muda versão do governo e diz que só foi alertado às vésperas do colapso em Manaus

Em depoimento à Polícia Federal obtido pelo Estadão, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, mudou a versão do governo e disse que não soube do colapso no fornecimento de oxigênio a Manaus (AM) no dia 8 de janeiro, diferentemente do que a Advocacia-Geral da União (AGU) havia informado ao Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com o general, essa data foi inserida por engano em uma manifestação oficial do governo em outro processo do STF, em que partidos buscam garantir a vacinação da população brasileira contra a covid-19. A fala também contradiz o que o próprio Pazuello havia declarado à imprensa no mês passado.

Pazuello prestou depoimento no dia 4 de fevereiro no Hotel de Trânsito de Oficiais do Exército, em Brasília, no âmbito do inquérito sigiloso do Supremo que apura se o ministro foi omisso no enfrentamento da pandemia em Manaus. O teor do depoimento, assim como o inquérito, está sob sigilo. Após a conclusão das investigações, caberá ao procurador-geral da República, Augusto Aras, decidir se denuncia ou não o titular da Saúde.

O depoimento de Pazuello contrasta com uma manifestação assinada pelo ministro-chefe da AGU, José Levi, que afirmou que o Ministério da Saúde ficou sabendo da “crítica situação do esvaziamento de estoque de oxigênio em Manaus” no dia 8 de janeiro, a partir de um e-mail enviado pela White Martins, fabricante do insumo.

No depoimento à PF, Pazuello afirma que “o documento mencionado nunca foi entregue oficialmente ao Ministério da Saúde, bem como a empresa nunca realizou contatos informais com representantes do Ministério”. O general ainda afirma que um aviso da White Martins do dia 8 é citado em manifestação do governo ao Supremo por “equívoco” de um funcionário do Ministério da Saúde.

“E o equívoco se deu em virtude do prazo exíguo de 48 horas para apresentação da resposta junto ao STF”, informou Pazuello no depoimento. “O documento chegou ao conhecimento do Ministério da Saúde via Secretário da Saúde do Estado do Amazonas quando da busca de elementos para apresentação de resposta ao Supremo Tribunal Federal por intermédio da AGU na ADPF 756 (uma ação movida por cinco partidos da oposição para que Bolsonaro fosse obrigado a adquirir imunização contra covid-19)”, completa o ministro.

A fala de Pazuello à PF, no entanto, contradiz o discurso do próprio ministro, feito em entrevista à imprensa no dia 18 de janeiro. Naquela ocasião, ele afirmou que soube por meio da própria White Martins, no dia 8, sobre a falta do insumo. “Nós tomamos conhecimento de que a White Martins chegou no seu próprio limite quando ela nos informou. Ou seja, se nós tivéssemos tido essa informação, por menor que seja, ou se nós fizemos imediatamente quando nós soubemos. Nós só soubemos no dia 8 de janeiro. Quando nós chegamos lá, no dia 4, o problema não era oxigênio”, disse o ministro à época.

No depoimento sigiloso, Pazuello reconhece que recebeu pedido do governo Amazonas de envio de 150 cilindros no dia 8 e que o Centro de Operações de Emergência (COE, do Ministério Saúde) avisou, em 9 de janeiro, sobre “colapso dos Hospitais e falta da rede de oxigênio”. O general afirma, porém, que “não houve qualquer tipo de menção ao iminente colapso de fornecimento de oxigênio na cidade de Manaus-AM” até aquele momento, segundo registra o depoimento. O ministro disse à PF que apenas na noite do dia 10 o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), relatou “um problema de abastecimento de oxigênio”. O general afirma que, a partir desta data, o Ministério da Saúde passou a centralizar ações para entrega do insumo ao Estado, com a criação de um centro de controle com participação do governo local, Comando Conjunto Amazônia e agências envolvidas no combate à pandemia.

“A partir do dia 12 uma série de medidas passaram a ser adotadas pelo CICC (Centro Integrado de Coordenação e Controle), coordenado pelo Ministério da Saúde, Justamente para evitar a falta de oxigênio”, registra o depoimento de Pazuello. “Em decorrência da urgência e emergência da situação, o declarante por meio do CICC acabou por assumir questões da infraestrutura logística no tocante ao fornecimento do oxigênio, indo além das atribuições previstas para o Ministério da Saúde”, ainda informou Pazuello à PF.

O depoimento não aponta uma data exata em que Pazuello soube do colapso da entrega de oxigênio. O ministro, porém, afirma em 11 de janeiro convocou uma reunião com secretários de municípios e do Amazonas “com o objetivo de atender a abrangência da falta de oxigênio e demais óbices no atendimento de saúde”.

O inquérito aberto pelo STF pode levar a uma condenação do general da ativa e até mesmo, em última análise, à sua perda de posto e patente pelo Superior Tribunal Militar (STM). Em outras palavras, na visão de especialistas ouvidos pelo Estadão, o oficial do Exército coloca em risco sua carreira militar por atos como agente político.

‘Não era possível prever crescimento’

Pazuello também cita que tomou o protagonismo das ações “justamente para evitar a falta de oxigênio” e que, a partir do dia 12 de janeiro, mudou a estratégia de fornecimento do insumo, passando a requisitar usinas geradoras e concentradores. “Nesse contexto, o oxigênio da White Martins ficaria como backup”, disse o general à PF.

“E aberta a palavra ao declarante disse que o Ministério da Saúde procurou ao máximo envidar esforços para evitar o agravamento da situação no Estado do Amazonas, independentemente do dia da semana ou da hora; que o Ministério da Saúde utilizou todos o meios disponíveis para apresentar uma resposta à pandemia diante da nova cepa identificada no Estado do Amazonas; que o Ministério da Saúde fez e continuará fazendo tudo o que puder para combater o coronavírus”, registra o depoimento.

O ministro disse à PF que “não era possível se prever o crescimento que ocorreu em janeiro” pela covid-19 no começo de 2021, apesar de todos os alertas de especialistas sobre os riscos de aglomerações e festas de fim de ano. “E nas três semanas seguintes (ao fim de 2020) a subida foi vertiginosa, sem possibilidade de previsão estatística anterior, considerando o histórico do semestre”, afirmou o general à PF.

Pazuello declarou ainda que no fim de dezembro “tomou conhecimento” do aumento de casos e internações em hospitais, “inclusive por fontes pessoais”. Ele disse aos investigadores que reuniu a sua equipe em 28 de dezembro para tratar da situação do Amazonas e suspendeu as férias do primeiro escalão do ministério. Segundo o ministro, uma equipe da Saúde foi enviada a Manaus no dia 4 de janeiro e verificou deficiências na rede de saúde do Estado e da capital.

À PF, o general declarou que a sua equipe voltou no dia 5, à noite e, em reuniões nos dias seguintes, com a presença de Wilson Lima, “não houve qualquer menção sobre a falta de oxigênio na cidade de Manaus, por parte do Governador do Estado”.

O ministro também citou a identificação recente da cepa P.1, a variante brasileira da covid-19. Em declaração à imprensa feita na quinta-feira, 25, o general apontou a mutação como um dos fatores para a explosão de casos da covid-19, mas voltou a ignorar o efeito das aglomerações.

O colapso no Amazonas foi precedido pela queda do isolamento da população. O governo do Amazonas chegou a recuar, em dezembro, de restrições ao funcionamento do comércio, após protestos. Estas manifestações foram apoiadas pelo presidente Bolsonaro. “Sei que a vida não tem preço. Mas não precisa ficar com esse pavor todo”, disse o presidente em 28 de dezembro à imprensa. “Vi que o povo em Manaus ignorou o decreto do governador do Amazonas”, completou.

No depoimento, Pazuello cita reunião no dia 11 com gestores locais, mas não há registro de fala do ministro à PF sobre menção que ele fez à falta de oxigênio. O ministro, que viveu e tem família em Manaus, citou neste dia um caso próximo, mas minimizou o colapso. “Quando cheguei na minha casa, ontem, estava a minha cunhada… o irmão (dela) não tinha oxigênio nem para passar o dia. Acho que chega amanhã. O que você vai fazer? Nada. Então, vamos com calma. Calma com suas reivindicações pessoais”, disse ele.

O depoimento também não registra que Pazuello e sua equipe, nesta ida à Manaus, pressionaram pelo uso de medicamentos sem eficácia para a covid-19, como a hidroxicloroquina.

 

Manifestação.

A White Martins disse à reportagem que informou o governo do Amazonas no dia 8 sobre o “aumento abrupto e exponencial da demanda” por oxigênio. A empresa diz ainda que no dia 10 foi convidada por Pazuello para uma reunião sobre o tema, realizada na data seguinte. A AGU, por sua vez, informou que “não comenta sobre processos em curso na respectiva atuação judicial e extrajudicial”.

Em nota, o Ministério da Saúde disse que Pazuello só soube do colapso no dia 11 de janeiro. Segundo a pasta, no dia 8 o general apenas recebeu e atendeu pedido de envio de cilindros de oxigênio.

Confira abaixo a íntegra da nota do ministério:

“O Ministério da Saúde esclarece que o ministro Eduardo Pazuello teve conhecimento do colapso de oxigênio apenas no dia 11 de janeiro. No dia 08 de janeiro, o ministro recebeu uma ligação do secretário estadual de saúde do Amazonas solicitando apoio no transporte de cilindros de oxigênio, sem mencionar nenhum colapso.

Ainda em 08 de janeiro, os cilindros foram transportados de Belém para Manaus.

No domingo à noite, 10, Pazuello desembarcou em Manaus e se reuniu com o governador do estado e secretário de saúde do Amazonas.

Na segunda-feira, 11, pela manhã, o ministro da Saúde se reuniu com representantes da White Martins onde surgiu a informação de que a empresa estava com dificuldades logísticas para garantir o abastecimento de oxigênio. A partir deste dia, a pasta passou a realizar uma série de ações para viabilizar a chegada dos cilindros de oxigênio em Manaus.

O Ministério da Saúde mobilizou equipes da Força Aérea Brasileira (FAB) e de companhias aéreas para levar cilindros de oxigênio líquido e gasoso de diversas partes do país ao estado do Amazonas. Os Ministérios da Saúde e da Defesa enviaram ao Amazonas 700 cilindros de oxigênio e 5 mil metros cúbicos de oxigênio líquido para mitigar os impactos da falta de oxigênio hospitalar no Amazonas.

Além disso, o Amazonas já conta com 30 usinas geradoras de oxigênio medicinal instaladas em hospitais da capital e do interior. Somados, os equipamentos têm capacidade diária de produção do gás de 15,5 mil metros cúbicos. A força-tarefa para abastecer o estado com oxigênio é coordenada pelo Ministério da Saúde, em conjunto com o governo do Amazonas e prefeituras.

São 74 usinas e miniusinas programadas para serem instaladas no Amazonas. Das 30 já em operação, 16 estão em Manaus, sendo três na rede privada. As outras 14 estão no interior, nos municípios de Itacoatiara (3), Parintins (2), Maués (2), Manacapuru (1), Tabatinga (1), Tefé (1), Coari (1), Autazes (1), Nova Olinda do Norte (1) e Humaitá (1).

Há também 15 usinas em trânsito. Cinco delas, fruto de doação da União BR, chegaram em Manaus na última terça-feira (16/2) e serão encaminhadas pelo Ministério da Saúde e Marinha do Brasil para os municípios de Codajás, Tapauá, Apuí, Urucará e Santo Antônio do Içá. Estão em processo de aquisição mais 29 usinas.”

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Mudou a versão, foi? Por que? Se enganou na primeira? Interessante! Pazu está aprendendo direitinho com Bozo. E ainda quer ser respeitado? Impossível.

  2. A desonestidade e falta de palavra do Bozó é marca registrada desse governo e está fazendo escola.

  3. Se muda é pq mentiu em alguma versão.
    Vergonha é a palavra mais branda que tenho pra expressar o que sinto dos representantes do Exercito Brasileiro que fazem parte desse governo das trevas!

  4. O interessante é que o governador e prefeitos, responsáveis direito pelo controle da pandemia não foram chamados por ninguém para prestarem depoimentos de duas ações.
    É uma caça constante em qualquer atitude que o governo faça como nunca foi visto antes no país.
    Se fizessem isso no governo corrupto e omisso do PT a nação estaria em uma situação mais confortável.

  5. Ah, esse governo eh especialista em mudar ou criar narrativas. E como diz q música: "o oposto do que disse antes…"

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Saúde

Criticada em contrato da Pfizer, cláusula que isenta responsabilidade não impediu acordo com AstraZeneca

Apontada como barreira pela gestão Jair Bolsonaro para assinar contrato com a Pfizer, uma cláusula que isenta a AstraZeneca de responsabilidade por eventuais eventos adversos e danos relativos à vacina de Oxford não impediu que governo fechasse contrato com a empresa ainda em 2020 por meio da Fiocruz. A condição fez parte de um acordo para a oferta de 100 milhões de doses desse imunizante, o primeiro contratado pelo governo para a imunização contra a Covid-19.

Pelo acordo, a fundação, ligada ao Ministério da Saúde, compromete-se a arcar com todos os danos decorrentes do uso ou da administração da vacina no Brasil, enquanto a AstraZeneca fica isenta de responsabilidades. A isenção foi citada em parecer elaborado pela Procuradoria Federal junto à Fiocruz, o qual cita trechos que constam do contrato com a farmacêutica. “A cláusula 18a dispõe sobre sanções e indenizações. […] O contrato prevê que a Fiocruz indenizará e isentará a AstraZeneca por todos e quaisquer danos e responsabilidades relacionadas a/ou decorrentes do uso ou administração da vacina acabada”, afirma.

Segundo o parecer, o acordo da vacina também estabelece uma espécie de teto de indenização por parte da empresa caso o contrato seja descumprido ou em caso de qualquer outra reclamação decorrente de culpa baseada no contrato. Esse montante não poderá exceder os valores pagos pela Fiocruz à AstraZeneca. Ao todo, o governo investiu R$ 1,9 bilhão no pagamento das doses.

Questionada pela reportagem, a AstraZeneca não respondeu. Já a Fiocruz diz que o contrato envolvia o recebimento de insumos para finalizar a produção das doses no Brasil, daí a instituição, como detentora do registro, “ter responsabilidade relativa ao uso ou administração da vacina”.

Parecer revelado pela Folha em novembro, no entanto, diz que a discussão das cláusulas foi “o ponto mais controverso e intenso da negociação, uma vez que a proposta da Fiocruz previa reciprocidade quanto aos direitos e deveres das partes”. A proposta, porém, não foi aceita pela AstraZeneca. Ainda assim, a Fiocruz “optou por aceitar tais termos e condições, tendo em vista o interesse público envolvido no acesso à vacina e por considerar que a cláusula não estava sujeita a riscos relevantes”.

A cláusula de isenção de responsabilidade tem sido citada por Bolsonaro como principal impasse para a compra de doses da vacina da Pfizer. “Lá no contrato da Pfizer, está bem claro: nós [a Pfizer] não nos responsabilizamos por qualquer efeito colateral. Se você virar um jacaré, é problema seu”, disse o presidente em dezembro.

Nesta quarta (24), a empresa foi a primeira a obter registro definitivo na Anvisa, o que indica que dados de segurança e eficácia foram chancelados pela agência. A agência já tinha dado aval para uso emergencial a duas vacinas (a de Oxford/AstraZeneca e a Coronavac). O governo, no entanto, ainda não tem acordo para oferta das doses. O Ministério da Saúde alega que o problema ocorre pela imposição de “cláusulas leoninas”.

Além da isenção de responsabilidade, a pasta tem citado como impasses a exigência de que litígios sejam resolvidos em câmara arbitral de Nova York e a necessidade de constituir um fundo com valores depositados em conta no exterior, por exemplo. Representantes de associações farmacêuticas ouvidas pela Folha, porém, dizem que parte dessas condições é comum. “Nenhuma empresa exige algo que não seja base contratual em outros países. Se cada país fizer negociação diferente, começa a gerar diferenças injustificáveis [aos investidores]”, diz Nelson Mussolini, do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos).

Elizabeth de Carvalhaes, da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), diz que a cláusula de isenção de responsabilidade é padrão em muitos lugares, “não só nos países mais desenvolvidos, mas também em muitos outros da América Latina”. “Não se trata de não querer assumir a responsabilidade sobre efeitos adversos, mas, sim, de evitar litígios decorrentes de qualquer efeito que podem não estar diretamente ligados ao imunizante e da inviabilidade de responder a todas as ações, às vezes, infundadas.”

Thomas Conti, economista e professor do Insper, concorda. Para ele, a presença da cláusula de isenção de responsabilidade no contrato com a AstraZeneca derruba parte das justificativas do governo para não fechar os contratos. “Além do fracasso na negociação da Pfizer, isso indica uma falha na comunicação do governo, porque o presidente e ministro têm falado como se fosse uma cláusula abusiva, quando na verdade assinaram [em outro contrato]”, diz.

Octavio Ferraz, professor e diretor do Transnational Law Institute do King’s College de Londres, afirma que a adesão à isenção no caso das vacinas contra a Covid varia pelo mundo. “Nos Estados Unidos, o governo assume os riscos e isenta as empresas de responsabilidade. No Reino Unido, o governo isentou as empresas e o sistema público, por mudança na lei”, afirma. “Na União Europeia houve mais discussão e, pelo que foi relatado, porque os contratos são sigilosos, o que houve não foi isenção, mas uma garantia de que, se houver ação, ela indenizaria a empresa, mas a responsabilidade ainda é da empresa.”

Procurada, a Pfizer não quis comentar. A empresa tem afirmado que 69 países já assinaram contrato, “com condições em linha com as apresentadas ao Brasil”. A Folha questionou o Ministério da Saúde, mas não recebeu resposta até a publicação deste texto.

O Senado já aprovou um texto que permite que União, estados e municípios sejam autorizados a “constituir garantias” e contratar seguros para eventuais riscos para destravar a compra da Pfizer. A pasta negocia a obtenção de 100 milhões de doses da vacina.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. O eleitor de bolsonaro é mais doente do que o de lula, não tem condições… paracem loucos querendo defender o maluco de todo jeito… assumam, ele falhou feia na questão da vacina, ficou falando besteira mandando o povo tomar remédio de verme e esqueceu de comprar vacina.

  2. Já já vão corrigir essa matéria.
    É só mais um fake.
    O governo Bolsonaro pensa no Brasil e nos brasileiros.
    Estando tudo certo, o governo mergulha de cabeça.
    Não acredito que o governo brasileiro fez seguros bilionários no exterior pra ter acesso a Zeneca.

  3. No caso da vacina da Astrazêneca, sua produção ocorre no Brasil pela Fiocruz, que se responsabilizará, segundo o artigo, pelos danos eventuais. A da Pfizer é bem diferente, será importada já pronta e a responsabilidade cairá sobre o GOVERNO FEDERAL, que terá que depositar uma CAUÇÃO em garantia. Além disso, elege a justiça dos EUA como foro competente para eventuais ações. Situações MUITO distintas, portanto. Trata-se, portanto, apenas de mais um artigo tendencioso e propositadamente mal redigido da grande mídia militante, visando prejudicar o governo Bolsonaro. Mais do mesmo.

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Economia

Especulação de renúncia do presidente do BB faz ação cair 5%; banco nega saída


Foto: Alan Santos/PR

As ações do Banco do Brasil (BBSA3) encerraram o pregão desta sexta-feira (26) em queda de quase 5% após notícias de que o presidente executivo do banco, André Brandão, estaria desconfortável em permanecer no cargo e planejaria sua saída. Em nota ao mercado publicada no início da noite, o BB negou que o executivo tenha renunciado.

“Em referência às notícias veiculadas na mídia nesta data envolvendo o seu presidente André Guilherme Brandão, o Banco do Brasil informa que não houve pedido de renúncia por parte de seu presidente”, diz a instituição.

Na nota, o BB ainda informou que “não tem conhecimento das fontes das notícias veiculadas” e que “fatos adicionais, julgados relevantes, serão prontamente divulgados ao mercado”.

As ações do banco fecharam o dia em queda de 4,92%. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caiu 1,98%.

Reportagens veiculadas na mídia nesta sexta-feira informaram que Brandão teria comentado com interlocutores sobre a insatisfação com o cargo, e que pediria para deixar a cadeira.

As notícias vêm poucos dias depois de o presidente Jair Bolsonaro ter anunciado, na sexta-feira passada, a demissão do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e sua substituição pelo general Joaquim Silva e Luna. A troca foi decidida depois que a estatal anunciou aumentos de mais de 10% nos preços dos combustíveis.

Na posse de Luna, Bolsonaro afirmou que todas as estatais precisam cumprir uma função social e que é inadmissível um presidente de uma dessas companhias que não tenha essa compreensão.

Em janeiro, Bolsonaro já teria tentado demitir Brandão, depois que o BB anunciou um plano de economia que incluía o fechamento de  361 agências e cerca de 5 mil demissões voluntárias.

CNN Brasil com Reuters

 

Opinião dos leitores

  1. Tem que cortar as boquinhas desse banco também.
    Só pensam em lucros as custas do povo.
    Mito reeleito 2022.
    Até porque, não tem adversário.
    Kkkkkkkkk
    Botem o pinguço ladrão pra apanhar STF!!!!!!
    Tamos esperando pra da lhe uma surra de votos, ladrão!!

    1. Roberto Jefferson, o bandido condenado que apoia Bolsonaro, agora é a vedete dos bolsonaristas.

  2. Não sei se classifico quem noticiou uma mentira dessas com jornaleco ou criminoso.
    Pode ser um especulador das bolsas de valores.

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Saúde

MP junto ao TCU pede suspensão de compra da Covaxin pelo Ministério da Saúde


Foto: Getty Images

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu nesta sexta-feira à corte a “imediata suspensão” do contrato assinado na véspera pelo Ministério da Saúde com a Precisa Medicamentos, fabricante do imunizante indiano Covaxin no Brasil, que prevê a compra de 20 milhões de doses da vacina contra Covid-19 entre março e maio.

Em representação enviada ao TCU, o subprocurador-geral do TCU Lucas Furtado contestou o fato de que, mesmo sem autorização da Anvisa para realizar estudos clínicos de fase 3 no Brasil, o governo firmou um contrato de 1,614 bilhão de reais para a compra de uma vacina que não têm eficácia comprovada para aplicação no país. O MP junto ao TCU é uma carreira específica dentro da própria corte.

Furtado disse que tem alertado em oportunidades anteriores que o governo federal e o ministério têm “dado as costas para as recomendações técnicas da comunidade científica e de respeitadas instituições internacionais baseadas em criteriosos estudos”.

“A aquisição de vacinas ainda não testadas atrasa ainda mais a vacinação dos brasileiros e coloca em risco da vida de milhões, no momento em que enfrentamos a pior fase da doença, com o recorde de mortes diárias atingido recentemente. Cabe notar que, no momento, temos opções de vacinas!”, disse.

“Em detrimento da aquisição de imunizantes que não possuem comprovações cientificas, o certo é aplicar os recursos públicos de forma eficiente e buscando a efetividade na proteção dos brasileiros”, emendou.

Em nota, o Ministério da Saúde informa que “a aquisição da Covaxin permitirá assegurar e ampliar ainda mais a estratégia de vacinação dos brasileiros contra a covid-19. A aplicação das vacinas, como a de qualquer imunizante incorporado ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO), está condicionada à prévia obtenção de registro ou de autorização para uso emergencial pela Anvisa”.

A pasta do governo federal também pontua que “o pagamento pelo Ministério da Saúde a cada fornecedor de vacina também está condicionado à obtenção de autorização da Anvisa para uso do imunizante”.

Desconfiança na Índia

A própria Índia tem enfrentado dificuldades para convencer seus profissionais de saúde e de linha de frente a tomar a Covaxin, cuja aprovação sem dados de eficácia de estágio final foi controversa.

O país tem o segundo maior número de infecções por Covid-19 do mundo, depois dos Estados Unidos, com casos surgindo recentemente à medida que o uso de máscaras diminui e os Estados diminuíram as medidas de distanciamento social. A falta de confiança na vacina do país pode impedir a Índia de cumprir sua meta de vacinar 300 milhões do total de 1,35 bilhão de habitantes até agosto.

A Índia já vacinou mais de 10,5 milhões de profissionais de saúde e de primeira linha desde o início de sua campanha de imunização em 16 de janeiro. Mas apenas 1,2 milhão, ou cerca de 11%, deles tomaram a Covaxin, a vacina desenvolvida localmente pela Bharat Biotech, enquanto os 9,4 milhões restantes usaram a vacina da AstraZeneca, de acordo com a plataforma online Co-Win do governo usada para acompanhar a campanha de vacinação.

Inspeção

Em outra frente, a Anvisa informou nesta sexta que vai inspecionar a partir da próxima semana instalações da empresa Bharat Biotech, na Índia. Os cinco servidores designados para a missão já se encontram em deslocamento para a Índia, onde devem chegar na noite de desta sexta, pelo horário de Brasília.

O pedido de inspeção havia sido apresentado no último dia 13 de fevereiro e a Anvisa e o laboratório acertaram na época a realização da inspeção para os primeiros dias de março.

A inspeção tem por objetivo avaliar e emitir o Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF), que é documento obrigatório para o processo de registro de vacinas e as missões para verificação da linha de produção dos produtos são realizadas a pedido das empresas interessadas na regularização.

“Até o momento não foi apresentado à Anvisa pedido para realização de estudos clínicos nem para autorização de uso emergencial da vacina Covaxin, produzida pela empresa Bharat Biotech”, disse a agência.

Na prática, segundo uma fonte envolvida nas tratativas, o ministério poderia até comprar essas vacinas, mas não poderá administrá-las no momento na população sem o aval da Anvisa.

No Congresso tramitam propostas legislativas que flexibilizam as exigências para imunizantes aprovados fora do Brasil.

O governo tem dito que vai ampliar a oferta de vacinas contra Covid para a população, embora, até o momento, somente a CoronaVac e o imunizantes da AstraZeneca-Oxford estejam autorizados para uso emergencial em grupos prioritários.

A Anvisa concedeu nesta semana o registro para uso amplo da vacina contra Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica norte-americana Pfizer com a alemã BioNTech, mas o governo ainda não conseguiu concluir as negociações para a aquisição desse imunizante.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Quando o calça cravada fechou acordo com a vachina da coronavac sem qualquer teste no mundo, todos acharam ótimo, nenhum membro do MP se manifestou, e agora eles entram com um processo de suspensão de intenção de compra, estão de sacanagem, já que se não for aprovada a compra é cancelada como foi o contato da coronavac.
    E a coronavac quando foi aplicada no Brasil, a China ,fabricante do imunizante, ,sequer tinha aprovado para imunizar seus habitantes.
    São dois pesos e duas medidas.
    É o governo federal contra tudo e contra todos.

  2. Para quem ainda não sabe, esse portal UOL pertence à Folha de São Paulo, que o comprou da Editora Abril já faz tempo.

  3. A perseguição contra o governo Bolsonaro continua firme. Trata-se de um contrato firmado para assegurar a quantidade de vacinas necessárias para o país. Uma espécie de contrato de pré-aquisição, CONDICIONADO à aprovação da vacina pela ANVISA. Ocorreu da mesma forma com a vacina chinesa.

  4. Bastaria que ele fizesse o básico , usasse máscara e evitasse aglomerações se não quer ajudar não atrapalhe.

  5. Se Bolsonaro não compra é genocida se compra é improbidade tá difícil desse jeito tão cercando o cara de todos os lados.
    Só Deus por nós.

    1. Se ele deixou de comprar vacinas aprovadas pela Anvisa pq comprar outras que nem aprovação teve?

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