Política

Rogério Marinho naturaliza possível saída do governo Bolsonaro: “Não fiz concurso para ministro”

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, naturalizou nesta quarta-feira 27 uma possível saída do governo Jair Bolsonaro. O ex-deputado potiguar ressaltou que sua permanência como ministro é uma decisão que cabe exclusivamente ao presidente da República e que, portanto, ele pode deixar o ministério a qualquer momento caso Bolsonaro deseje.

“Eu não fiz concurso para ministro, nem tenho mandato. Se o presidente entender que eu não conto mais com a confiança dele, certamente vai me demitir ou vai me retirar do lugar em que eu estou. Não preciso nem de aviso prévio. Enquanto eu tiver a confiança do presidente, estou aqui”, destacou o ministro, em entrevista à rádio Jovem Pan.

A declaração de Rogério Marinho acontece no momento em que sua permanência no Ministério do Desenvolvimento Regional está ameaçada. Informações de bastidores apontam que a pasta estaria sendo usada como moeda de troca nas negociações em torno da eleição para a presidência do Senado.

Segundo o jornal Valor Econômico, a expectativa é que o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), assuma o lugar de Rogério Marinho no Ministério do Desenvolvimento Regional como uma compensação após o Supremo Tribunal Federal (STF) o impedir de ser candidato à reeleição. A negociação seria concretizada caso o candidato de Alcolumbre e do governo, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-RO), vença a disputa.

AGORA RN

Opinião dos leitores

  1. O Bozo já vai começar a dança das cadeiras de novo. Para se manter no poder, o rei sacrifica o peão!

  2. Isso nao significa que ele vai sair.. apenas que o cargo nao é vitalicio. é de confianca, e pode ser trocado. Nao quer dizer nada, a nao ser o obvio.

  3. E ainda tinha gafo aqui dizendo que ele seria Governador do RN.
    Vcs são patéticos.
    A Gadolandia do leite condensado

  4. Sair do governo não sai, pode até sair do ministério, mas do governo NÃO.
    Bolsonaro precisa dele.
    E o Brasil também.

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Celebridades

Influencer que minimizava a covid morre por complicações da doença

Morreu hoje a influenciadora Ygona Moura, internada em São Paulo há 10 dias com covid-19. A informação foi divulgada no perfil oficial dela: “Pessoal, perdemos a Ygona”.

Ygona ganhou notoriedade nas redes sociais após minimizar a covid-19. Em janeiro, ela postou vídeos relatando suas noites de aglomeração. “Gente, que noite foi essa? Noite de aglomeração com sucesso.”

“Aglomerei mesmo e recebi bem para isso”, informou. “Hoje, estou aqui pela Tiradentes, estou caçando um baile, quero aglomerar de novo, estava morrendo de saudade de aglomerar”, disse ela, à época. Dias depois, Ygona foi internada.

Com informações de UOL

GRANDE PONTO

Opinião dos leitores

  1. Quem procura acha, fica a dica! Com esse vírus, não tem boquinha não…
    Depois de se contaminarem, ficam pedindo orações com o C… na mão!

  2. Agora conseguiu o que queria vai aglomerar com mais se 220 mil óbitos, infelizmente nem todos por ter o comportamento inadequado dessa senhora…..fica a dica.

  3. Acho engraçado quando o povo fala" influencer " famoso…
    Eu olho pra cara e não sei nem quem é, uma geração abobalhada, que segue influencer e Youtuber.

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Política

MP pede prisão de prefeito e secretária de saúde de Manaus por ‘fura-fila’ da vacina

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Amazonas pediu a prisão preventiva do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), e da secretária municipal de saúde, Shadia Fraxe, em ação que denuncia irregularidades na vacinação do Estado. O MP solicita ainda o afastamento dos cargos públicos de todos os 22 investigados. A Justiça Estadual disse não ser de sua competência a decisão e remeteu para análise da Justiça Federal.

De acordo com o Ministério Público, a nomeação de dez médicos pelo prefeito para o cargo de gerente de projetos configurou a prática de falsidade ideológica e peculato do chefe do executivo municipal, que teria como objetivo beneficiar o grupo. A secretária de Saúde teria tido participação direta nessas nomeações. Os promotores ressaltam que a nomeação dos profissionais foi realizada nos dias 18 e 19 de janeiro, “no acender das luzes da vacinação”.

O Estado do Amazonas vive uma crise no atendimento a pacientes com covid-19. A capital Manaus e cidades do interior enfrentaram colapso no fornecimento de oxigênio e o desabastecimento ainda não foi totalmente sanado. As doses da vacina começaram a ser aplicadas no Estado na noite de segunda-feira, 18, e a campanha mais ampla teve início na terça-feira, 19. O envio mais recente de vacinas para a região recebeu um reforço por parte do Ministério da Saúde e dos Estados em razão da situação de crise.

Na denúncia, o Ministério Público conclui que a “omissão na planificação e execução da vacinação, com a transparência de rigor, indica a utilização dolosa das vacinas, vez que estariam sendo desviadas para atender a interesses particulares, e não públicos, situação apta a configurar a prática de ilícitos penais, pelo prefeito de Manaus, em conjunto com a alta cúpula da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa)”.

No documento, o MP afirma que as médicas Gabrielle e Isabelle Kirk Lins revelaram que as contratações se dariam, inicialmente, por meio de pessoa jurídica, o que é ilegal, fornecida pelo médico e assessor Djalma Pinheiro Pessoa Coelho, que possui ligação com empresas prestadoras de serviços de saúde, em que ele e a Secretária de Saúde, Shadia Fraxe, são sócios. Porém, diante da fragilidade do “esquema”, optou-se pela contratação como gerente de projetos.

A denúncia cita que “o cargo de gerente de projetos não é vinculado à Secretaria Municipal de Saúde, mas, na verdade, ao chefe do Executivo”. “Aponta, igualmente, que tal ação expõe o Erário Municipal a prejuízos, vez que pode suscitar o ajuizamento de pleitos referentes à equiparação de remuneração”. A contratação dos médicos, acrescenta o MP, “deu-se em evidente hipótese de beneficiamento do seleto grupo, composto por pessoas com ‘ligações políticas e econômico-financeiras de apoio político e eleitoral ao atual prefeito’”.

A investigação também pede também pede a busca e apreensão de todos os celulares dos investigados, assim como o afastamento do subsecretário de Gestão de Saúde, Luiz Cláudio de Lima Cruz, dos assessores da Secretaria Municipal de Saúde Djalma Pinheiro Pessoa Coelho, Stenio Holanda Alves e Clendson Rufino Ferreira, além de requerer a apuração da prática do crime de peculato pelos dez médicos nomeados.

No documento encaminhado à Justiça, os promotores explicam que houve outras irregularidades, como a remuneração dos profissionais nomeados para o cargo ser superior à faixa salarial determinada para médicos no município. Os contratados, com carga horária de 24 horas, têm ganhos de R$ 9 mil, enquanto médicos temporários da cidade, com carga horária de 20 horas semanais, recebem menos de R$ 7 mil. Essa diferença, para o ministério público, configura crime de peculato.

A Justiça Estadual, por meio do desembargador do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), José Hamilton Saraiva dos Santos, rechaçou o pedido dizendo que não compete julgá-lo, remetendo-o para o Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF1). Em nota, o Gaeco protesta contra a rejeição dos pedidos de prisão pela Justiça Estadual.

A nota informa ainda que o MPE encaminhou a decisão do Tribunal Estadual ao Procurador-Geral de Justiça para a adoção de medidas judiciais por acreditar na ilegalidade da decisão do desembargador.

O prefeito de Manaus, David Almeida, se disse “profundamente indignado com a atuação ilegal e arbitrária de membros do Gaeco” e que ingressará com “medidas cabíveis contra os responsáveis”. “Não há o menor indício de desvio de recursos públicos, ato lesivo ao erário ou repercussão criminal. Reitera a confiança no Poder Judiciário, nas instituições e na gestão transparente da cidade de Manaus.”

ESTADÃO

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Economia

RN divide pagamento de 13º de 2018; anúncio desagrada Fórum de Servidores

A governadora Fátima Bezerra anunciou nesta quarta-feira (27) durante reunião remota com o Fórum dos Servidores do Estado que o pagamento do 13º salário do ano de 2018 dos servidores que recebem acima de R$ 3,5 mil será pago em maio e novembro para ativos e inativos, de acordo com a faixa salarial que será definida em uma próxima reunião. A quitação dos que recebem até R$ 3,5 mil está mantida para o próximo dia 29, assim como a conclusão dos salários deste mês. Já a outra folha salarial em atraso, a de dezembro de 2018, terá o pagamento realizado somente em 2022, sem data definida.

O anúncio desagradou o Fórum de Servidores, que esperava definições em relação ao calendário de pagamentos, mas o Governo alegou que não tem condições de apresentar uma proposta melhor. “Reafirmamos o compromisso de pagarmos dentro do mês os salários, como temos feito até hoje na nossa gestão, ao mesmo tempo em que avançamos no sentido de quitar as folhas atrasadas deixadas pela gestão anterior. Vamos quitar nos meses de maio e novembro, o décimo de 2018″, declarou a governadora Fátima Bezerra.

Ela afirmou que, nas próximas semanas, o Fórum dos Servidores e secretários de Estado vão dar início ao planejamento de como será realizado esse pagamento do 13º atrasado e definir o formato, que não será em parcelado, ou seja, será definido por faixa salarial e pago integralmente. O dinheiro será das receitas ordinárias do Estado.

“O décimo terceiro de 2018 soma cerca de R$ 325 milhões e a gente encerra R$ 87 milhões desse (valor) em janeiro, ficando R$ 238 milhões a serem pagos até novembro”, explicou o secretário estadual de Tributação (SET/RN), Carlos Eduardo Xavier. “A folha de dezembro de 2018, outra pendência da gestão passada, gira em torno de R$ 330 milhões que esperamos quitar no ano que vem”, frisou Xavier.

O titular da SET/RN ressaltou que a inclusão do Estado ao novo Plano de Recuperação Fiscal, sancionado no dia 13 pelo presidente da República poderá adiantar esses pagamentos ou efetivá-los em um prazo menor. “O que acordamos, até agora, conta com as receitas ordinárias. Existe a possibilidade de receitas extraordinárias com o Plano de Equilíbrio Fiscal. É um pleito para o qual estamos nos preparando para aderir e, se conseguirmos, vamos poder adiantar as datas dos salários atrasados. Pagar um valor maior num período mais curto”, destacou o secretário.

Segundo disse, o plano dará condições de conseguir um financiamento de longo prazo, estimado em R$ 320 milhões no primeiro ano. “Ainda estamos em discussão com a Secretaria do Tesouro Nacional e depende da regulamentação desse plano que ainda não saiu”, pontuou Xavier. O pagamento do 13º salário de 2018, no entanto, independe do Plano de Equilibrio Fiscal.

Insatisfação
Mesmo com a garantia de que o 13º salário de 2018 será concluído até novembro próximo, os servidores reclamaram que esperavam mais da reunião. A presidente do Sindicato dos Servidores do Serviço Público da Administração Direta do RN (Sinsp/RN), Janeayre Souto, disse que o sentimento foi de indignação. “A governadora não apresentou medidas concretas. Saímos da reunião decepcionados e estarrecidos. Esperávamos que fosse pagar tudo o que ainda falta já em fevereiro e apresentasse um calendário de pagamento para a folha de dezembro de 2018. Estamos finalizando o 25° mês de salários atrasados. Vai acontecer o que o secretário previu em dezembro passado, que o Governo tem 24 meses para pagar”, destacou.

Na próxima segunda-feira (1°), os servidores vão se reunir para debater o que fazer diante da insatisfação. “Protocolamos ofício para que o Governo do Estado aplique todos os recursos extras para pagar os servidores”, concluiu Janeayre.

TRIBUNA DO NORTE

Opinião dos leitores

  1. politicagem detectada, vai quitar o restante do 13º em 2022, ano eleitoral. Ô povo besta não aprendem a lição, estes atrasados já deveriam estar quitados, pois quem trabalha quer receber.

  2. Sinceramente, acho que tudo não passa de um grande teatro envolvendo a Governadora e os Sindicatos. Ela diz, vocês reclamam para parecer que estão insatisfeitos e mantendo uma postura de independência e eu vou empurrando com a barriga e fazendo caixa.

  3. Dane -se, não votei em Robson Faria e tampouco em Fatão e também não sou funcionário publico do estado, sou funcionário publico federal.

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Saúde

Farmacêuticas testam vacinas contra novas variantes da Covid-19

O início da vacinação contra a Covid-19 traz esperança após a morte de milhões de pessoas pelo mundo. No entanto, há um fator que coloca pressão sobre a eficácia desses imunizantes: as mutações do vírus. Fabricantes das principais vacinas em uso se debruçam em testes para confirmar se essas novas cepas alteram funções-chave do vírus e aumentam a capacidade de transmissão. Até o momento, as farmacêuticas dizem acreditar que a eficácia de seus imunizantes se mantém.

Há meses, especialistas tentam identificar essas alterações e analisá-las, a fundo, com o objetivo de verificar o perigo que elas representariam. Variantes detectadas no Reino Unido, na África do Sul e no Brasil, em Manaus, acenderam um alerta em vários países, que fecharam as fronteiras para viajantes desses locais.

Confira o posicionamento dos laboratórios:

Sinovac (Coronavac)

Relatórios preliminares disseram que a vacina da Sinovac, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan, é eficaz contra as variantes da África do Sul e da China, disse uma fonte da farmacêutica ao jornal estatal chinês Global Times nesta semana. O laboratório planeja testar se a eficácia se mantém frente à variante brasileira em breve. Um estudo detalhado, porém, ainda não foi publicado. No início desta semana, um cientista do Centro Chinês para Controle e Prevenção de Doenças, Shao Yiming, disse que a tecnologia usada no imunizante permite que uma atualização seja concluída em cerca de dois meses, se for necessário.

Oxford/AstraZeneca

Em dezembro, o chefe da farmacêutica AstraZeneca, Pascal Soriot, disse que os pesquisadores acreditavam na eficácia da vacina contra a nova variante que circulava na Grã-Bretanha. “Até agora, achamos que a vacina deve permanecer eficaz. Mas não podemos ter certeza, então vamos testar isso”, afirmou.

Pfizer/BioNTech

A vacina da Pfizer parece funcionar contra as mutações descobertas na China e na África do Sul, concluiu um estudo, que ainda não foi revisado por pares, feito por cientistas da Pfizer e da Universidade do Texas. A análise foi realizada com sangue colhido de pessoas que receberam a vacina. Um dos principais cientistas de vacinas virais da farmacêutica disse que o resultado é encorajador, uma vez que o imunizante já foi testado contra outras 15 mutações anteriormente. “Portanto, agora testamos em 16 mutações diferentes e nenhuma delas teve um impacto significativo. Essa é a boa notícia”, disse ele.

Os pesquisadores planejam fazer testes semelhantes para ver se a vacina é eficaz contra outras mutações e esperam ter mais dados em semanas. A BioNTech disse que poderia desenvolver uma vacina ajustada para combater as variantes em cerca de seis semanas.

Moderna

Nesta semana, a Moderna anunciou que a vacina produziu anticorpos contra as variantes encontradas no Reino Unido e na África do Sul, mas que a eficácia pode ser reduzida. “Um regime de duas doses da vacina Moderna deve proteger contra as cepas emergentes detectadas até o momento”, disse a empresa.

A farmacêutica vao testar um reforço da vacina em ensaios pré-clínicos para verificar se isso a torna mais eficaz para aumentar os anticorpos produzidos contra a variante da África do Sul e variantes futuras. Os vírus são organismos simples— são, basicamente, material genético envolto por uma cápsula proteica. Essa simplicidade faz com que ele seja altamente mutável.

Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, explica. “Toda vez que os vírus se copiam, eles podem errar uma parte e criar uma microvariante. É como se eles cortassem o cabelo, fizessem a barba, passassem batom. É diferente num detalhe específico”, compara, acrescentando que a maior parte das variações não muda a estrutura do vírus de maneira que comprometa a imunidade ou a vacinação.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), “todos os vírus, incluindo o da Covid-19, mudam com o tempo”. “Para entender por completo o impacto de mutações específicas, são necessários estudos laboratoriais avançados”, diz a agência no site oficial. Até dezembro, ao menos 40 linhagens do novo coronavírus já haviam sido detectadas no Brasil, de acordo com a Fundação Oswaldo Cruz.

Kfouri, da SBIm, disse que, nesse momento, a vigilância das mutações virais, do vírus que causa a Covid-19 e de todos os outros, é essencial. “Isso traz duas vantagens: a primeira é de rastreamento, conseguimos traçar por onde ele andou. A segunda, é que podemos identificar variações importantes, quando o vírus fica muito diferente e muda alguma característica, se está se tornando mais grave ou menos grave”, disse.

(Com informações da Reuters, da CNN Internacional e do Estadão Conteúdo)

CNN BRASIL

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Política

Mourão cita possível saída de Ernesto Araújo da pasta das Relações Exteriores

Em entrevista à Rádio Bandeirantes nesta quarta-feira (27), o vice-presidente Hamilton Mourão falou sobre o futuro do governo e de uma possível reforma ministerial após as eleições no Congresso. Ele citou o ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores), como um dos chefes de pasta quem podem deixar o cargo em uma eventual reorganização do governo.

“Não tenho bola de cristal, nem esse assunto foi discutido comigo. Mas em um futuro próximo, depois da eleição dos novos presidentes das duas casas do Congresso poderá ocorrer uma reorganização do governo para que seja acomodada uma nova composição política que emergir desse processo. Talvez com isso aí alguns ministros sejam trocados, entre eles, o próprio Ministério das Relações Exteriores.”

CNN BRASIL

Opinião dos leitores

  1. Não creio que sejam asneiras o que disse Mourāo. Soa mais como uma constatação natural que qualquer brasileiro faria. Com a derrota de Trump, a necessidade de conter os ataques à China e de desfazer a imagem de incompetente inconsequente do presidente junto à comunidade internacional, e até para tentar acalmar os ânimos internos, o presidente, se tivesse juízo, faria as mudanças citadas.

  2. Mourão quer holofotes para a candidatura dele à presidência , então fica falando um montão de baboseira, se fosse o caso Bolsonaro não ficava com tanta frequência com o ministro como está atualmente, ao contrário do Mourão que nunca mais foi visto com o presidente, justamente por querer se meter no comando do país.
    Bolsonaro deu uma missão importante ao Mourão para que junto ao ministro Ricardo Salles, diminua os ataques de queimadas e exploração ilegal na Amazônia, só que ele quer aparecer muito mais.

  3. Mourao fala muitas asneira, já já leva outra tapa na cara, do amigo Bozo. Não cansa de levar na cara e ainda bajula o Bozo. Deve ser coisa de militar, aguenta tudo caladinho e só leva na cara. Ele aprendeu direitinho.

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Saúde

Demora de laboratório União Química está por trás de lentidão na autorização da vacina Sputnik pela Anvisa

A União Química, responsável pela vacina russa Sputnik V no Brasil, demorou em média um mês para responder a cada nova orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o processo relativo ao desenvolvimento da vacina e não cumpriu os critérios estabelecidos pela agência. As conversas começaram em setembro do ano passado e foram se arrastando diante da lentidão da farmacêutica em responder às notificações da Anvisa. Procurada pelo GLOBO sobre os apontamentos feitos pela Anvisa, a União Química respondeu que “não vai comentar”.

Em 23 de dezembro, mesmo antes da abertura oficial dos pedidos relativos à vacina russa na Anvisa, após a farmacêutica não se manifestar com rapidez sobre os trâmites, a agência chegou a cobrar resposta da União Química para apresentação dos documentos. As informações sobre a cronologia do processo constam de documentos enviados pela Anvisa ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última sexta-feira para explicar o impasse em relação à vacina russa.

Os relatos contrariam a versão da farmacêutica de que tem se empenhado para atender aos requisitos da agência. Faltam dados que impedem a agência de avaliar potenciais riscos da vacina em humanos, além de averiguar sua capacidade de proteção contra o coronavírus. Diante da resposta da Anvisa, o ministro Ricardo Lewandowski, relator do tema no STF, deu anteontem um prazo de cinco dias para que a farmacêutica explique todas as pendências.

Antes da submissão oficial, a farmacêutica trocou emails e realizou reuniões com a Anvisa para alinhar os trâmites do processo. A cada nova manifestação da agência indicando a ausência dos documentos necessários, no entanto, a União Química tardava em responder e acabou dando entrada oficial no processo sem atender aos requisitos que já tinham sido indicados havia meses pela agência.

Em 23 de dezembro, três meses após a primeira conversa, ainda havia inconsistências e nem tinham sido entregues os resultados do ensaio clínico de fase III realizado na Rússia, quando uma população ampla foi submetida à imunização para teste. Os dados são relevantes para demonstrar a eficácia e a segurança na vacina em grandes populações.

A Anvisa também cobrou da União Química dado sobre o protocolo que pretendiam utilizar para a realização do estudo no Brasil. Uma semana depois, a farmacêutica respondeu ao órgão afirmando que ainda tentava obter junto ao Instituto Gamaleya da Rússia as informações sobre a vacina e também afirmou que o protocolo para realização de estudo de fase III no Brasil “está em fase final de revisão pela equipe da Synova e pretendo submetê-lo formalmente, via petição do DEEC, até o dia 31/12”.

A União Química chegou a entrar oficialmente com o pedido no dia 31 de dezembro, como havia anunciado, mas sem fornecer os dados que já tinham sido requisitados cerca de um mês antes. Diante disso, a Anvisa cobrou novamente a farmacêutica no dia 4 de janeiro, mas até o momento ainda não recebeu as informações.

Veja abaixo as principais informações que Anvisa ainda aguarda sobre a Sputnik V:
Protocolo de ensaio no Brasil
A União Química tem dois procedimentos estacionados na Anvisa, um no qual solicita aval para seu Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento, a fim de obter permissão para iniciar testes clínicos da vacina russa no Brasil, e outro no qual pediu a autorização emergencial de uso para o imunizante. No entanto, para obter esta última é necessária a realização de testes no país.

Entre as informações cruciais exigidas pela Anvisa para dar aval ao dossiê e realização dos estudos no país — e não fornecidas pela farmacêutica — está a descrição de qual será o escopo e a metodologia utilizados pela União Química no estudo que pretendem realizar no Brasil.

Esses dados são importantes, segundo a Anvisa, para mapear que tipo de paciente a vacina será indicada, com dados sobre a faixa etária dos voluntários, e parâmetros definidos para analisar os efeitos da vacina nesses pacientes.

O GLOBO apurou que até a semana passada a farmacêutica não havia indicado à Anvisa, por exemplo, que detinha uma instituição parceira para realização dos testes no país. A vacina de Oxford, por exemplo, desenvolveu seus ensaios clínicos de fase III em parceria com a Unifesp.

Estudos de toxicidade
Outro ponto pendente, segundo documento da Anvisa, era o fornecimento de dados sobre os impactos da Sputnik V na capacidade reprodutiva.

“Sem esses dados os voluntários podem ser expostos ao risco de efeitos graves no sistema reprodutor, fertilidade e desenvolvimento do embrião, feto ou recém nascido”, explicou a Anvisa ao STF.

Estudos não-clínicos
Nem mesmo dados da fase anterior aos testes com humanos foram totalmente apresentados, de acordo com a Anvisa. A União Química não encaminhou à agência informações completas sobre suas experiências com animais no desenvolvimento da vacina. Sem isso, diz a agência, os técnicos ficam impedidos de avaliar a capacidade real de imunização produzida pela vacina e de identificar se o imunizante pode acabar potencializando a infecção por coronavírus e ter efeitos indesejáveis.

Há ainda a requisição de outras informações relacionadas a efeitos indesejáveis e dados sobre a interação do imunizante com células específicas que ainda não foram fornecidas.

Estudos de imunogeinicidade
Aspectos relacionados à capacidade de gerar anticorpos da vacina também estão entre as exigências da Anvisa.

A agência afirma que não foram encaminhados dados consistentes sobre o tema, já que a amostra relatada pela União Química foi pequena e apresenta grande variação. Além disso, a Anvisa cita que não houve utilização de grupo placebo nos estudos. Esses fatores combinados prejudicam a análise da agência.

“A ausência deste documento impede a melhor compreensão da imunogeinicidade. Para se ter uma melhor compreensão da imunogeinicidade há a necessidade de um número maior de participantes, caso contrário, o dado obtido pode não ter relevância estatística e não fornecer a segurança de como a eficácia da vacina se comporta em populações maiores”, diz o documento.

A falha em dados relacionados a esse tema também não permite que a agência identifique o tempo de duração da imunidade gerada pela vacina.

Leia matéria completa em O Globo.

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Saúde

Governo federal erra ao não comprar já mais vacinas do Butantan, dizem cientistas

Depois que o Instituto Butantan cobrou o governo federal de uma resposta até o fim desta semana para a compra de 54 milhões de novas doses de CoronaVac, o Ministério da Saúde disse que, por contrato, pode dar a resposta até maio. Cientistas ouvidos pelo GLOBO, no entanto, argumentam que é um erro esperar até o último minuto para confirmar a aquisição do imunizante, já que a pandemia do novo coronavírus está avançando e o objetivo, neste momento, é vacinar o maior número de pessoas.

O mais novo cabo de guerra entre Estado de São Paulo e governo federal por causa da vacina contra Covid-19 começou nesta quarta-feira (27), quando o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, disse que espera até sexta-feira uma definição do Ministério da Saúde sobre a aquisição de um segundo lote do imunizante — em janeiro já foram compradas 46 milhões de doses feitas pelo instituto paulista, em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

— Oficiei ao Ministério da Saúde na semana passada e aguardo até o final desta semana. Na semana que vem vou fechar os contratos com outros países, a começar pela Argentina — disse Covas.

A pasta respondeu que, por contrato, pode se manifestar sobre essa questão até maio. O acordo diz que “é concedida à contratante a opção de adquirir mais 54 milhões de doses de vacinas em cronograma a ser definido, apresentando seu interesse no prazo de até 30 dias após a entrega da última parcela”, prevista para 30 de abril.

A demora no posicionamento, no entanto, pode atrapalhar a imunização dos brasileiros, alertam especialistas.

Acompanhe: Painel mostra a evolução da vacinação contra o Covid-19 no Brasil e no mundo

Sergio Cimerman, coordenador científico da Sociedade Brasileira de Infectologia e médico do Emílio Ribas, disse que não tem sentido o governo demorar para informar se pretende ou não comprar novas doses.

— – O governo tem que comprar (as novas doses da CoronaVac). Não tem vacina para todo mundo. Só temos duas vacinas. A vacina de Oxford tem 100 milhões de doses, que permitem imunizar 50 milhões de pessoas. Mas a nossa população é de 212 milhões. No meu modo de ver, não tem sentido essa posição do governo federal.

Para Márcio Bittencourt, do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica do Hospital Universitário da USP, a posição do governo federal “não tem lógica”.

— Não é razoável responder no último dia. Vamos precisar de 400 milhões de doses no Brasil, e não temos nem 100 milhões ainda. Nossa maior prioridade é vacinar o maior número de pessoas o mais rápido possível. Esse é um erro que custa caro, em vidas.

Bittencourt lembra que outros países, como o Canadá, compraram até seis doses por pessoa.

— Não é aceitável demorar para comprar uma vacina produzida pelo Brasil, de uma instituição que vai te entregar e não vai te passar a perna, e até já certificada pelo governo — afirmou.

O GLOBO

Opinião dos leitores

    1. É errado trocar uma vacina já disponível cara por uma mais barata, que não existe.

  1. Quantas narrativas desse grupo falido globo. Escolheram a opção errada, não tem jeito, vai quebrar.

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Saúde

MPF questiona Anvisa e Fiocruz sobre eficácia da vacina de Oxford em idosos

Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) devem apresentar “informações precisas” sobre a eficácia da vacina da Oxford e AstraZeneca em pessoas com mais de 65 anos. O pedido consta em ofícios encaminhados nesta 4ª feira (27.jan.2021) pela subprocuradora-geral do Ministério Público Federal, Célia Regina Souza Delgado.

A agência aprovou o uso emergencial do imunizante, que será produzido pela Fiocruz no Brasil. Eis a íntegra dos documentos enviados à Anvisa e à Fiocruz. Ao justificar o pedido, a sub-procuradora citou “notícias divergentes” sobre a eficácia da vacina, como uma reportagem do The Guardian. O texto indica a possibilidade da União Europeia não autorizar o uso do imunizante para pessoas com mais de 65 anos.

Delgado também mencionou a informação que circulou da imprensa alemã sobre eficácia de 8% da vacina em idosos. A AstraZeneca negou a o percentual mais baixo. A subprocuradora afirmou que os dados sobre eficácia “são de vital importância para a atuação segura” dos MPs (Ministérios Públicos) e pediu “a resposta com a maior brevidade possível”. Não determinou um prazo.

O Poder360 questionou a Anvisa e a Fiocruz sobre a solicitação do MPF. A agência informou: “recebemos o ofício e estamos trabalhando na resposta”. A assessoria da Fiocruz não respondeu até a publicação desta reportagem.

EFICÁCIA DA VACINA DE OXFORD

O 1º estudo divulgado indicava eficácia de 62% a 90%, a depender da dose aplicada. Em dezembro, a eficácia geral foi estimada em 70%. Assim como no caso de outras vacinas, não foram divulgados dados sobre eficácia para faixas etárias específicas.

Os números divulgados pela biofarmacêutica foram alvos de críticas da comunidade acadêmica. Houve um erro metodológico: parte dos voluntários só recebeu meia dose na 1ª aplicação, quando o previsto era uma dose inteira.

A testagem em idosos também foi limitada. Apenas 12% dos voluntários tinham mais de 55 anos, nos estudos que mediram a eficácia.

PODER360

Opinião dos leitores

  1. Por que, também, não se questiona a mesma eficácia (nos idosos) da Coronavac, uma vez que a mesma também não definiu a eficácia nesse nicho da população?
    Será que a vantagem oferecida por essa é maior do que daquela?
    R$ 500,00 por cidadão 'imunizado' é muito dinheiro. Ninguém comenta isso?

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Saúde

No Brasil e no mundo, vacina demorou dez meses para ser aplicada

Em média, no mundo, passaram-se cerca de 10 meses entre a data do primeiro caso registrado no novo coronavírus e a data da aplicação da primeira vacina.

No Brasil não foi diferente: o primeiro caso da Covid-19 foi confirmado em 26 de fevereiro de 2020 e a primeira vacina foi aplicada em 17 de janeiro deste ano, 326 dias (10,7 meses).

No Reino Unido foram 333 dias (quase 11 meses) e nos EUA 328 dias (10,8). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Portugal teve um dos menores períodos de espera pela vacina contra a covid: 299 dias, menos de 10 meses entre 2 de março e 27 de dezembro.

A poderosa Alemanha teve de esperar 333 dias entre a descoberta do coronavírus e a chegada da vacina, mesma demora da Itália.

Na América do Sul, a Argentina viu a vacina chegar em 307 dias, 10,1 meses, pouco menos que a Dinamarca, que aguardou 309 dias.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Tudo dentro da média mundial, o resto e esperneios da mídia falida e da esquerda derrotada.
    Números não mentem.

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Saúde

Brasil já é o 12º país que mais vacina do mundo; quase 1,2 milhão

Segundo a plataforma Our World in Data, o Brasil se tornou nesta quarta-feira (27) o 12º país a mais vacinar os habitantes contra o novo coronavírus, desde o início da imunização mundial. São 1,13 milhão de doses distribuídas, quase o mesmo da rica França, que distribuiu 50 mil doses a mais e iniciou a vacinação duas semanas antes do Brasil.

Foto: Our World in Data

Levando em consideração apenas o período desde o dia 17, início da imunização nacional, o Brasil é o 6º país que mais vacinou seus habitantes em todo o mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, China, Reino Unido, Índia e Israel.

Proporcionalmente, Israel é – de longe – o país que mais imunizou a população: quase 50% de todos os 9 milhões habitantes.

Opinião dos leitores

  1. Calma esquerdopatas, o Brasil começou muito atrás e já está em quinto e nem é o quinto mais rico do mundo, falam do Canadá que comprou mais vacina do que o necessário para a sua população, mas vacinou
    886 mil pessoas e o Brasil já vacinou 1,3 milhão.
    O Bolsonaro é igual ao Usain Bolt parte atrás mas sempre chega na frente.
    Chorem esquerdopatas.

  2. O grave disso tudo é que o Brasil tem condições de vacinar essa quantidade em apenas um dia. Devido a irresponsabilidade desse governo não temos vacinas suficientes para aplicar em um número muito maior.

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Celebridades

Record encerra contrato com Marcos Mion após 11 anos de casa

Após o sucesso da última temporada de A Fazenda, foi uma surpresa a Record TV rescindir o contrato de Marcos Mion, que valeria até o final de dezembro. Foram 11 anos de casa, desde o programa Legendários em 2010. Segundo informações do colunista do R7, Flavio Ricco, a próxima edição do reality show terá novo apresentador.

Com a estreia de A Fazenda prevista para o segundo semestre, provavelmente em setembro, a emissora estaria reformulando o programa. Porém, há especulação de que o motivo da saída seria o mau relacionamento de Mion com a direção do programa. O apresentador chegou a reclamar e até a chorar de frustração ao vivo.

Marcos Mion atuou na novela Bicho do Mato em 2006, mas foi em 2010 que assinou contrato com a Record para comandar o Legendários nas noites de sexta-feira. Ele ainda esteve à frente dos realities Ídolos e A Casa. Desde 2018, estava como apresentador de A Fazenda.

Com a sua imagem em alta, Mion fica livre para negociar novos contratos. Já se fala na possibilidade de sua ida para a Globo, que deixará de ter Fausto Silva e, possivelmente, Luciano Huck e Angélica.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

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Saúde

Dez países concentram 75% das vacinas aplicadas no mundo, indica OMS

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, fez um alerta nesta quarta-feira, 27, sobre o fato de três quartos das vacinas contra o novo coronavírus aplicadas no mundo estarem concentradas em apenas dez países e voltou a cobrar uma imunização mais igualitária. “As vacinas estão sendo administradas em mais de 50 países de todo o mundo, quase todos, nações ricas, e 75% das doses foram para apenas 10 países”, afirmou o líder da agência, durante um debate realizado na assembleia parlamentar do Conselho Europeu.

Segundo Tedros, não seria correto que os adultos mais jovens e saudáveis dos países ricos sejam vacinados antes dos idosos e trabalhadores de saúde das nações pobres. “Espero que compreendam”, disse.

Para o etíope, a situação se agrava porque a maioria dos fabricantes dá prioridade à aprovação dos órgãos reguladores de nações mais desenvolvidas, em vez de apresentar documentação completa à OMS, para liberação emergencial. “A igualdade da vacina não é só um imperativo moral. Acabar com a pandemia depende disso”, garantiu Tedros.

Para o diretor-geral da OMS será crucial que o programa Covax, a iniciativa internacional para levar a campanha de vacinação em massa para todos os países, receba doses extras o mais rápido possível e não dependa de “restos que ficarão depois de muitos meses”. O Covax recebeu contribuições financeiras de muitos países europeus, mas Tedros afirmou que o montante arrecadado está longe do necessário para garantir vacinas para todas as nações menos desenvolvidas.

Um estudo publicado nesta semana pela fundação de pesquisa da Câmara Internacional de Comércio, citado nesta quaarta-feira pelo diretor-geral da OMS, indicou que uma política de “nacionalismo” na vacinação pode custar até US$ 9,2 bilhões da economia mundial, sendo que US$ 4,5 bilhões deste total recairiam sobre os países mais ricos.

Novas variantes

A cada dia, a situação se agrava mais: o número de infecções no mundo ultrapassou os 100 milhões e, segundo a OMS, nesta quarta-feira, 27, novas variantes do vírus continuam a se espalhar. A britânica já está presente em 70 países e a sul-africana, em 31. A cepa da covid-19 P.1, localizada inicialmente no Brasil, já se encontra em ao menos oito países, entre eles Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Itália, Coreia do Sul e Japão.

Além disso, houve 18.109 mortes no planeta na terça-feira, um recorde desde o início da pandemia de covid-19, de acordo com uma contagem realizada na quarta-feira pela agência France Presse a partir de balanços oficiais.

O número confirma uma tendência observada desde o início do mês: a mortalidade está acelerando, os recordes de mortes diárias estão sendo ultrapassados mais rapidamente e a curva está se achatando em números cada vez mais altos (em média, 14 mil mortes por dia desde 22 de janeiro. No fim de novembro, foram 10 mil).

No total, a covid-19 causou 2,16 milhões de mortes no mundo. A Europa e a América Latina e Caribe são as duas regiões mais afetadas do mundo, com 713 mil e 580 mil óbitos, respectivamente. Entre os países, os Estados Unidos são a nação que mais registrou mortes (425.227), seguido pelo Brasil (218.878), Índia (153.724), México (152.016) e Reino Unido (100.162)./EFE e AFP

ESTADÃO

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Educação

Paralisia do Congresso na análise do Orçamento põe em risco verba para educação

A volta das amarras fiscais neste ano e a falta de aprovação do Orçamento já colocam em risco repasses do governo federal para a educação. Estados e municípios podem ficar sem receber a complementação do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) nos próximos meses. A iminência de esgotamento dos recursos é mais crítica em algumas áreas do governo. Como mostrou a Folha nesta quarta-feira (27), o problema também pode deixar militares das Forças Armadas sem salário a partir de abril.

O caso do Fundeb é um dos mais delicados. Ao apresentar o Orçamento de 2021, em agosto do ano passado, o governo condicionou 73,4% da verba de complementação do fundo a uma autorização posterior do Congresso. Sem esse aval, os recursos acabam entre abril e maio e os estados podem ficar sem os repasses.

Governos regionais com arrecadação insuficiente para garantir o valor mínimo nacional por aluno recebem mensalmente uma complementação de recursos da União. A verba é aplicada no ensino básico. O problema deste ano está na chamada regra de ouro, norma que impede o governo de se endividar para pagar despesas correntes, como salários, Previdência e benefícios assistenciais.

Para não descumprir a regra, o governo precisa pedir autorização ao Congresso para emitir mais dívida do que o estipulado na lei e, assim, conseguir executar todo o seu Orçamento. Neste ano, a equipe econômica estima que precisará emitir títulos da dívida pública no valor de R$ 453,7 bilhões acima do limite da regra de ouro. O valor, quase um terço de todos os gastos previstos para 2021, apenas poderá ser liberado após autorização dos congressistas.

No entanto, não há previsão para votação das contas deste ano no Legislativo. O PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) tem rito complexo de tramitação, exige análise mais aprofundada e é alvo de disputa entre congressistas porque estabelece exatamente para onde serão direcionados os recursos do governo. O conflito entre grupos políticos que brigam pelo comando da Câmara fez com que esse processo não avançasse no ano passado. A CMO (Comissão Mista de Orçamento), responsável por debater e formatar a proposta, nem sequer foi instalada.

Sem Orçamento aprovado, as contas operam em uma espécie de piloto automático: para cada mês, o governo pode gastar o equivalente a um doze avos do valor previsto para o ano em despesas não obrigatórias. Ainda assim, se os recursos dentro da regra de ouro acabarem em alguma área, o governo não poderá seguir com os gastos.

O Tesouro Nacional confirmou o entrave legal gerado pela não aprovação do Orçamento. Segundo o órgão, será necessário aguardar toda a tramitação do PLOA para depois, já com a lei aprovada, fazer a solicitação de autorização para descumprir a regra de ouro. “O pedido será feito por meio de Projeto de Lei de Crédito Suplementar a ser enviado ao Congresso Nacional após a publicação da LOA-2021”, afirmou.

Portanto, não basta a Câmara e o Senado retomarem as atividades, o que está previsto para 3 de fevereiro. É preciso que deputados e senadores destravem e aprovem o projeto de Orçamento para, depois disso, o governo pedir o crédito, que também precisa passar por votações no Congresso.

De acordo com o Tesouro, não há prazo máximo ou determinação legal para que o Congresso analise a solicitação.

Para o Fundeb, estão liberados R$ 5,2 bilhões neste ano. Do total, R$ 3,35 bilhões já estão comprometidos até março.

Depois disso, o valor deverá subir e pressionar ainda mais as contas do governo. Isso porque o Congresso aprovou no ano passado um aumento dos repasses mensais para o Fundeb. O valor reajustado está previsto para ser liberado já a partir de março. Outros R$ 14,4 bilhões já estão previstos para o fundo, mas só poderão ser transferidos após aprovação do Orçamento e aval do Legislativo para liberação de crédito extra. Sem a autorização do Congresso, o governo não poderá se endividar para bancar inclusive parte das aposentadorias no ano.

O gasto estimado com benefícios previdenciários, o que inclui também auxílios em caso de doença, por exemplo, é de R$ 704,4 bilhões neste ano.  Desse total, R$ 272,1 bilhões —quase 40% do total— são dependentes do aval dos congressistas para que o governo busque recursos em títulos públicos. No entanto, a margem para que a Previdência passe a usar o dinheiro do crédito extra é mais ampla que para o Fundeb e para os militares das Forças Armadas.

Sem o dinheiro suplementar, também haverá falta de recursos para o Censo (de R$ 2 bilhões, apenas R$ 200 mil já foram autorizados) além de contribuições para a ONU (Organização das Nações Unidas) e ações de proteção e defesa civil, cuja verba programada para o ano é mais de 80% dependente do aval ao descumprimento da regra de ouro. Demais despesas com pessoal, Bolsa Família e subsídios também estão condicionadas à aprovação do Congresso, mas com verba suficiente pelo menos até o meio do ano.

Se o país estivesse sob as regras da calamidade pública, como em 2020, o governo teria liberdade para fazer todos esses gastos sem descumprir a legislação. No entanto, com o objetivo de evitar uma nova explosão de gastos, o governo optou por não renovar a calamidade em 2021. Desse modo, passou a ser obrigado a obedecer todos os limites impostos pelas normas fiscais, inclusive a regra de ouro.

FOLHAPRESS

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Saúde

Adiar segunda dose da Coronavac amplia cobertura, mas tem efeito desconhecido sobre a eficácia

A possibilidade cogitada pelo governo de João Doria (PSDB) de adiar a aplicação da segunda dose da vacina Coronavac em um intervalo superior a 28 dias é uma decisão tomada no escuro, segundo especialistas, já que não há dados que demonstrem o quanto uma única dose é capaz de gerar resposta imune. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que o intervalo continue sendo seguido, já que a aprovação do uso emergencial da Coronavac está baseada nos dados dos estudos apresentados – que falam sobre a aplicação da segunda dose em um período de duas a quatro semanas.

Se aprovada, a medida faria com que todo o efetivo de doses de vacina do Instituto Butantan disponível no País pudesse ser aplicado. Os cientistas do governo do Estado defendem que, assim, seria possível ampliar a base de profissionais da saúde a receber a primeira dose do imunizante. Por enquanto, a recomendação atual é que apenas metade das doses seja aplicada, uma vez que 50% do estoque tem de ser reservado para a aplicação da segunda dose.

Em resumo, o cálculo que está sendo feito é: para controlar a pandemia, é melhor haver mais gente vacinada com apenas uma dose (parcialmente cobertas) ou menos gente vacinada, só que com a cobertura total? Segundo especialistas, trata-se mais de uma estratégia administrativa, por causa da falta de vacinas, do que por uma estratégia de saúde.

A competência sobre organização dos programas de vacinação, grupos prioritários e estratégias de vacinação é do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. A reportagem questionou a pasta sobre a intenção do governo estadual, mas o ministério não respondeu especificamente sobre o assunto.

“Nesse primeiro ciclo de aplicação, serão contemplados profissionais de saúde, idosos acima de 60 anos institucionalizados, portadores de deficiência com mais de 18 anos institucionalizados e indígenas aldeados. A campanha e os grupos contemplados serão escalonados de acordo com a disponibilidade de doses da vacina contra a Covid-19”, disse por meio de nota.

Eficácia 

A taxa de eficácia geral da vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac é de 50,38% após as duas aplicações. “A gente não sabe a eficácia de uma dose só; não é uma conta de padaria. Estamos arriscando. Pode ser que a eficácia da primeira dose chegue a 40%, mas também pode ser de 30%”, explicou Natalia Pasternak, doutora em microbiologia pela Universidade de São Paulo (USP) e presidente do Instituto Questão de Ciência (IQC).

Dado o histórico de outras vacinas que, assim como a Coronavac, também são formuladas a partir do vírus inativado, seria, sim, possível adiar a aplicação da segunda dose sem que a primeira dose se perdesse, pois “o sistema imunológico tem uma premissa: dose dada é dose computada”, explicou Mônica Levi, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Mas ela concorda que o problema consiste em não se saber exatamente a eficácia de apenas uma dose.

Oxford/ AstraZeneca

No fim do ano passado, o Reino Unido aumentou para 12 semanas o intervalo original de 21 dias entre as duas aplicações das vacinas desenvolvidas pela Pfizer/BioNTech e pela Universidade de Oxford/Astrazeneca contra a covid-19. O objetivo era aumentar o número de pessoas imunizadas e frear a transmissão da doença no país, que tinha UTIs lotadas e se deparava com a disseminação da nova cepa do vírus (B.1.1.7).

Quanto à vacina de Oxford/Astrazeneca, os dados clínicos apresentados à Anvisa mostram que a segunda dose pode ser feita entre 4 e 12 semanas após a primeira. Nesta semana, a cidade de São Paulo recebeu mais 165,3 mil doses da vacina britânica, e o prefeito Bruno Covas (PSDB) também decidiu usar todas as vacinas contra covid-19 disponíveis para a primeira dose.

Mônica ressalta, porém, que a situação brasileira é diferente da do Reino Unido, já que não há nem mesmo a previsão de que mais remessas do imunizantes serão recebidas dentro do período estipulado no ensaio clínico.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. A vacina da Oxford além de ser mais barata imuniza na primeira dose 70% e a segunda dose pode se aplicada até 4 meses após.
    Já a vachina de acordo com a doutora Nathalia de microbiologia da USP ainda não se sabe a eficácia de uma dose só, pode ser que a eficácia da primeira dose chegue a 40%, mas também pode ser de 30% ou menos, ou seja paga-se mais caro por um placebo.
    Tomem ela cobaias esquerdopatas e boa sorte.

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Política

Candidatos governistas, Lira e Pacheco prometem barrar CPIs

Os candidatos apoiados pelo presidente Jair Bolsonaro nas disputas pelas presidências da Câmara e do Senado prometem barrar comissões parlamentares de inquérito (CPIs) com potencial de atingir o Palácio do Planalto. Uma delas, já em curso, é a CPI das Fake News, que tem como alvo o “gabinete do ódio” e filhos de Bolsonaro. A outra é a CPI da Saúde, proposta por adversários do Planalto para investigar falhas do governo na condução da pandemia de covid-19.

Líder do Centrão, o deputado Arthur Lira (Progressistas-AL), candidato à sucessão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), condicionou a continuidade da CPI das Fake News à posição da maioria dos colegas. Mas, ao abordar a criação de CPIs de uma forma geral, afirmou que não é hora para “divisão e acotovelamento”.

“Em qualquer matéria que tenha maioria, o debate será amplo, será democrático nesta Casa”, afirmou Lira. O candidato adiantou, porém, que é contra a CPI da Saúde. “Esse assunto não pode ser motivo de embates políticos para trazermos para a discussão traumas, interrupções bruscas democráticas”, disse ele.

No Senado, o candidato Rodrigo Pacheco (DEM-MG) não quis se manifestar sobre o tema. Pacheco foi procurado por meio de sua assessoria durante dois dias. O Estadão apurou que o senador é contra incentivar CPIs neste momento.

A eleição que vai renovar a cúpula do Congresso está marcada para a próxima segunda-feira. Lira e Pacheco têm o apoio explícito de Bolsonaro e contam com a ajuda da articulação política do Planalto, que está distribuindo cargos e recursos de emendas parlamentares, em troca de votos aos candidatos.

Bolsonaro admitiu na quarta-feira, 27, que tem interferido na disputa do Congresso. Após café da manhã com deputados do PSL, no Palácio da Alvorada, ele disse que, “se Deus quiser”, vai “participar e influir na presidência da Câmara” (mais informações na pág. A8). O PSL é o partido pelo qual Bolsonaro se elegeu, mas se desfiliou um ano e oito meses depois. A sigla está dividida entre Lira e Baleia Rossi (MDB-SP), avalizado por Maia.

Ao contrário de Lira, Baleia é a favor tanto da continuidade da CPI das Fake News como da abertura de uma comissão para se debruçar sobre a crise do coronavírus. “Acho que o problema das fake news precisa ser debatido com mais vigor. Em relação à Saúde, todos estamos assistindo a uma série de erros”, afirmou o deputado. “Se houver apresentação de requerimento com as assinaturas necessárias e fato determinado, não há motivos para não instalar.”

Para a senadora Simone Tebet (MT), candidata do MDB ao Senado, o que se espera da nova cúpula do Congresso é “imparcialidade” na análise dos pedidos de investigação e rigor no cumprimento de prazos. “Qualquer presidente do Senado que assuma em fevereiro é obrigado a instalar as comissões permanentes da Casa, inclusive o Conselho de Ética e as devidas propostas de CPIs, conforme regras regimentais”, disse ela.

Instalada em setembro de 2019, sem o aval do governo, a CPI das Fake News pode ser decisiva para abalar os métodos digitais do bolsonarismo. O colegiado é misto, formado por deputados e senadores, e já identificou que parte dos ataques virtuais contra adversários do Planalto e integrantes do Judiciário veio do computador usado por um assessor do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho “zero três” do presidente. Na lista de auxiliares do presidente que devem ser ouvidos está Tercio Tomaz, apontado como responsável por contas falsas.

A CPI das Fake News anda em paralelo com o inquérito conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal. Como mostrou o Estadão, as investigações do Supremo sobre ameaças, ofensas e notícias falsas espalhadas nas redes sociais contra integrantes da Corte fecharam o cerco sobre o “gabinete do ódio”, grupo de assessores do Planalto comandado pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Na prática, o Planalto se movimenta para impedir qualquer CPI. É comum ministros dizerem que todos sabem como uma comissão assim começa, mas nunca como termina, porque investigações políticas, conduzidas pelo Congresso, podem levar até mesmo ao impeachment de um presidente.

Integrantes da CPI das Fake News temem agora que, eleitos, Pacheco e Lira atuem para encerrar as investigações, utilizando manobras regimentais. Em abril do ano passado, a comissão teve o prazo prorrogado por mais 180 dias, mas não se reuniu depois disso porque os trabalhos foram paralisados pela pandemia. O combinado é que esse prazo passe a contar após o retorno presencial do Congresso, mas parlamentares suspeitam que, se estiverem no comando das Casas, Pacheco e Lira podem obrigar a conclusão dos trabalhos.

“Há um esquema na turma do governo que é, assim que chegar ao poder, esvaziar, acabar com a CPI das Fake News, porque ela pega muita gente. Temos só que saber quem vai ser o pizzaiolo”, afirmou o deputado José Nelto (Podemos-GO), um dos titulares da comissão.

Na semana passada, o senador Ângelo Coronel (PSD-BA), presidente da CPI das Fake News, esteve com Pacheco em um encontro com o governador da Bahia, Rui Costa (PT). Integrante do PSD, Coronel apoia Pacheco, que tem o respaldo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). “Temos que cumprir o regimento. Temos mais 180 dias, contando a partir do retorno presencial. Se houver mudança, será surpresa”, afirmou Coronel.

Relatora da CPI, a deputada Lídice da Mata (PSB-BA) disse que a oposição está preparada para defender a continuidade das investigações. “Há muito tempo que essa CPI está no radar do governo. Aliás, ela já se instalou sem apoio do governo. É claro que eu tenho a expectativa de que eles tentem mais uma vez atacá-la. Nós vamos defender”, declarou.

A ameaça ao prosseguimento dos trabalhos foi criticada pelo deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), também candidato à presidência da Câmara. “Qualquer CPI aqui corre sério risco de ser enterrada”, previu ele.

Líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressistas-PR) negou que o alcance da CPI esteja atrelado à campanha governista para controlar as duas Casas, sob o argumento de que o ritmo de trabalho da comissão é sempre definido pelo presidente do colegiado. “Não está tendo nenhuma articulação nesse sentido, até porque a CPI está inativa”, desconversou.

ESTADÃO

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