Economia

Real é a 6ª moeda que mais se desvalorizou em 2020

O real foi a 6ª moeda que mais se desvalorizou em 2020 em relação ao dólar: caiu 22,4%. Ficou atrás somente das divisas da Venezuela, Seychelles, Zâmbia, Argentina e Angola. O levantamento é da Austin Rating.

O bolívar venezuelano foi a moeda que registrou o maior percentual de desvalorização: 95,7%. Em seguida estão a rúpia de Seychelles (33,5%), o quacha zambiano (33,4%), o peso argentino (28,8%) e o kwanza angolano (27,2%).

A desvalorização do real frente à moeda norte-americana tem relação com a aversão ao risco associada à pandemia da covid-19, o que fez com que investidores retirassem recursos de países emergentes, caso do Brasil, para aplicar em ativos mais seguros.

O dólar comercial terminou o ano cotado em R$ 5,19 nesta 4ª feira (30.dez.2020). No começo do ano, estava em R$ 4,02, valorização de 29%.

Leia matéria completa em Poder360.

Opinião dos leitores

  1. Todo crédito para Paulo Guedes que disse que se o governo fizesse muita besteira o dólar superaria os R$ 5,00. Parabéns a ele, a equipe e ao presidente. Conseguiram!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Impostômetro bate R$ 2 trilhões e tem 1ª queda anual da história

O impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) – que mede os tributos pagos pelos brasileiros para os governos federal, estadual e municipal – deverá atingir a marca de R$ 2,057 trilhões até as 23h59 do último dia do ano, 31 de dezembro. O resultado será 17,85% menor que valor que foi pago pelos contribuintes em 2019, a primeira queda registrada desde a criação da ferramenta, em 2005.

“A redução tem tudo a ver com a crise econômica causada pela covid-19, que impactou diretamente em todas as atividades de trabalho, com destaque maior para o setor terciário que, inclui o comércio e a prestação de serviços e corresponde a mais de 70% pelos empregos gerados no país”, ressaltou a entidade em nota.

Em 2020, o Poder Público receberá em impostos da população R$ 447,1 bilhões a menos do que foi arrecadado em 2019. Para 2021, no entanto, mesmo ainda durante a crise do coronavírus, a ACSP prevê que o país deverá capitalizar mais contribuições.

O Impostômetro considera todos os valores arrecadados pelos municípios, estados e pelo governo federal. Entram na contabilidade impostos, taxas e contribuições, incluindo as multas, juros e a correção monetária. A ferramenta calcula os dados utilizados pela Receita Federal, Secretaria do Tesouro Nacional, Caixa Econômica Federal, Tribunal de Contas da União e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (ABr)

DIÁRIO DO PODER

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Após recusar pedidos do STF e do STJ, Fiocruz nega ao TST reserva de vacinas para 8 mil pessoas

Depois de recusar as solicitações do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Fiocruz negou na última terça-feira, 29, um pedido de reserva de vacinas contra a covid-19 para 8 mil pessoas apresentado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Segundo a Fiocruz, a distribuição de vacinas é de responsabilidade do Ministério da Saúde e do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A Fiocruz estabeleceu parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca, para desenvolvimento e produção de vacina originalmente desenvolvida pela Universidade de Oxford.

“Em relação ao pleito formalizado pelo TST, vimos informar que toda a produção da Fiocruz será integralmente destinada ao Ministério da Saúde. A Fiocruz não possui autonomia nem mesmo para dedicar parte da produção da vacina para a imunização de seus servidores e colaboradores”, escreveu o presidente em exercício da Fiocruz, Mario Santos Moreira.

O TST alega que procurou a fundação para a realização de vacinação interna com o objetivo de “colaborar e acelerar o processo de imunização da população”. Em ofício assinado pela presidente do TST, Maria Cristina Peduzzi, a ministra informa à Fiocruz que “tem interesse em realizar campanha de vacinação dos servidores do TST e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho – CSJT contra a covid-19.

De acordo com a ministra, a ação teria dois objetivos principais. “O primeiro é a imunização do maior número possível de trabalhadores de ambos os órgãos, que desempenham papel fundamental no país e têm entre suas autoridades e colaboradores uma parcela considerável de pessoas classificadas em grupos de risco”, escreveu a presidente do TST. “Adicionalmente, entendemos que a realização da campanha por este Tribunal é uma forma de contribuir com o país nesse momento tão crítico da nossa história, pois ajudará a acelerar o processo de imunização da população”, acrescentou.

De acordo com a assessoria do TST, a iniciativa segue protocolo já adotado pelo tribunal, que realiza campanhas de vacinação contra a gripe anualmente “a fim de reduzir o contágio da doença no ambiente de trabalho”. Os argumentos do TST são similares aos usados pelo Supremo e pelo STJ para garantir acesso ao imunizante. “O TST já informou que não pediu prioridade para aquisição de vacinas, apenas manifestou interesse na aquisição dentro das diretrizes dos planos de vacinação”, informou o tribunal à reportagem.

Em setembro, a presidente do TST foi infectada pela covid-19 após participar da cerimônia de posse do presidente do STF, Luiz Fux, em Brasília. A ministra foi transferida de Brasília para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, ficando internada por 21 dias, mas passa bem.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Esse pessoal da Justiça e do Ministério Público poderiam ter se poupado de tamanho vexame. Povo sem noção pqp.

  2. BG
    Quem tem que ter privilégios é o CIDADÃO BRASILEIRO que é quem sustenta estas castas que ganham muito e produzem ZERO para a Nação Brasileira e seu sofrido Povo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Presidente do conselho de secretários de Saúde diz que há risco de não haver seringas para vacinação

O presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Carlos Lula, afirmou nesta quarta-feira (30) que o Ministério da Saúde demorou a se mexer e o país corre o risco de ter vacina, mas não ter seringas e agulhas.

“O ministério demorou muito nesta aquisição, que já era para ter acontecido”, disse Lula. “A gente vai acabar não encontrando porque a gente não tem a produção adequada para essa quantidade de demanda, e isso a gente sabe há meses.”

Nesta terça-feira (30), o ministério realizou um pregão para tentar adquirir 331 milhões seringas e agulhas, mas as negociações fracassaram. A pasta conseguiu fornecedor apenas para 7,9 milhões, menos de 3% do previsto.

O preço cobrado pelas empresas ficou acima do valor estimado pelos técnicos do governo federal, o que frustrou o pregão.

Ele frisou ainda que, a exemplo dos respirados nos primeiros meses da pandemia, a compra de seringas e agulhas deve ocorrer de forma centralizada “e não numa disputa entre os estados e os municípios”.

Em nota divulgada nesta quarta, o ministério afirmou que espera fechar o contrato para o fornecimento das 7,9 milhões seringas e agulhas em janeiro. Esse montante faz parte de um lote de 31 milhões de unidades.

“[A contratação] ainda carece de avaliação da documentação de habilitação técnica, bem como validação da proposta pela área demandante”, informou.

A pasta não comentou o que pretende fazer em relação aos outros três lotes previstos no edital, totalizando 300 milhões seringas e agulhas.

“Os itens 1, 2, e 3 restaram fracassados porque os lances ofertados pelos licitantes ficaram superiores ao preço estimado pelo Ministério da Saúde e mesmo com tentativas de negociação não foi possível chegar ao valor estabelecido”, afirmou.

Lula disse que o Brasil sempre foi referência em programas de imunização. “Infelizmente, a gente acabou ficando atrás na vacinação contra a Covid-19, inclusive em relação ao insumos necessários para que a vacinação ocorra.”

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Como bom comentarista e OBSEEVADOR , sugiro ao autárquico líder apresentar a fórmula mágica . Lei da oferta e da procura , o mundo todo querendo seringa , o que o cara pálida sugere ? Agora , sem planejamento vai lavar muito caro mesmo , o governo do especialista em logística PAZUELLO , não só demorou como menosprezou o problema , agirá vai ser bem facinho comprar 260 milhis de seringas no preço de promoção . Vai muito . Maus uma demonstração de um governo atabalhoando é comandado por um incompetentemente .

    1. Como diz o ditado aqui no interior, esse pixuleco bota chulé em pé de mesa.

  2. Falou o cientista que já teria comprado as seringas pelo triplo do valor, aliado a ganância dos fabricantes. Esses insumos serão a segunda mina de ouro dos corruptos, o primeiro passo já foi dado com a prorrogação do estado de calamidade, as portas dos cofres estão abertas.

    1. Esse é um observador bolsonarista burro, leia e intérprete como está, ele disse que há meses sabia da utilização de seringas, ou você acha que ia dar em um copo de cachaça?, Esses imbecis bolsonarista e igual aos lulistas, só pensam nós Deus deles ( os políticos ladrões)., Fora bolsolixo, xô luladrão

    2. Vai estudar um processo de licitação, aí você opina! mas se prefere ser roubado o problema é seu. O problema não é a falta de seringas é a falta de escrúpulos.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

China aprova vacina contra Covid-19 da Sinopharm, primeira do país

A China aprovou sua primeira vacina contra Covid-19 para uso público em geral, uma injeção desenvolvida por uma afiliada da gigante farmacêutica estatal Sinopharm, enquanto país se prepara para maiores riscos de transmissão durante o inverno.

Nenhum dado detalhado de eficácia da vacina foi divulgado publicamente, mas seu desenvolvedor, uma unidade da subsidiária da Sinopharm, disse na quarta-feira (30) que sua vacina foi 79,34% eficaz na prevenção de pessoas de desenvolver a doença em dados provisórios.

A aprovação, anunciada pela Administração Nacional de Produtos Médicos, ocorre depois que os Emirados Árabes Unidos se tornaram o primeiro país a lançar a vacina ao público, e o Paquistão anunciou um acordo de compra de 1,2 milhão de doses com a Sinopharm.

Embora a China tenha sido mais lenta do que vários outros países na aprovação das vacinas Covid-19, ela inoculou alguns cidadãos por meses com três imunizantes diferentes, ainda em fase final de testes, incluindo a da Sinovac, que tem acordo de produção com o Instituto Butantan no Brasil.

Embora a eficácia da injeção Sinopharm não supere a taxa de sucesso de mais de 90% das vacinas rivais da Pfizer e da Moderna, ela aponta para o progresso que a China fez na corrida global para desenvolver vacinas de sucesso.

Os dados de eficácia e segurança de vacinas fabricadas na China estão sendo observados de perto por muitos países em desenvolvimento, pois eles tiveram acesso limitado a vacinas desenvolvidas por fabricantes de medicamentos ocidentais e estão procurando alternativas da China e da Rússia.

A aprovação ocorre no momento em que o Reino Unido aprovou a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e AstraZeneca enquanto luta contra uma onda de inverno impulsionada por uma nova variante do vírus.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. E a coronavac ainda não foi aprovada por lá? E querem empurrar aqui no Brasil? O governador de São Paulo já comprou milhões dessas doses? Como assim?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Vacina da Moderna é 94% eficaz, confirma New England Journal of Medicine

Joseph Prezioso/AFP

A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Moderna em parceria com o NIH tem eficácia geral de 94,1%, de acordo com um estudo publicado nesta quarta-feira, 30, no New England Journal of Medicine. A análise preliminar de dados do estudo fase 3 concluiu que o imunizante é capaz de proteger contra casos graves da doença.

Os resultados de eficácia são baseados na análise de dados de 30.420 voluntários nos Estados unidos. Destes, 15.210 receberam a vacina e a outra metade, o placebo. A vacina foi administrada em duas doses, no intervalo de 28 dias entre elas.

A eficácia foi determinada pelo número de casos de Covid-19 registrados entre os voluntários 14 dias após a aplicação da segunda dose. No período analisado, foram confirmados 196 casos de Covid-19 entre os participantes: 11 entre aqueles que receberam a vacina e 185 entre os voluntários que receberam o placebo. Dos 30 casos graves da doença, um resultou em morte. Todos estes casos ocorreram no grupo placebo.

A vacina foi considerada segura, com efeitos colaterais passageiros. A incidência de eventos adversos graves foi baixa e semelhante nos grupos da vacina e do placebo. Esses dados haviam sido revelados pela farmacêutica há algumas semanas, mas só agora foram publicados em um periódico científico e revisados por outros especialistas.

É a terceira vez que um laboratório publica dados referentes aos resultados dos estudos fase 3 de uma vacina contra a Covid-19 em uma revista científica. No início do mês, foram publicados os dados referentes à fase 3 de estudos da vacina da parceria Oxford-AstraZeneca na revista The Lancet e, em seguida, do imunizante da Pfizer-BioNTech, na New England.

A Moderna foi a primeira empresa a iniciar os testes clínicos de uma vacina contra a Covid-19 em humanos, em março. Essa rapidez só foi possível porque, além dos esforços tremendos, os pesquisadores tinham experiência com a elaboração de vacinas para Sars e Mers, também da espécie coronavírus, só que mais letais e menos contagiantes, durante suas respectivas epidemias em 2003 e 2012 — seus produtos, contudo, nunca chegaram ao mercado em decorrência de um descompasso peculiar. Quando ficaram prontos, os surtos já haviam sido contidos e os investimentos necessários para dar continuidade ao trabalho foram suspensos.

Cenário bem diferente do atual. em um momento em que o mundo enfrenta uma nova explosão do número de casos de Covid-19, as vacinas são mais necessárias do que nunca. O uso emergencial da vacina da Moderna foi aprovado nos Estados Unidos em 18 de dezembro e já começou a ser aplicada na população. Ainda não há data para o início da vacinação no país, nem previsão de acordo com a Moderna. Embora a vacina esteja entre as opções do acordo Covax Facility, do qual o Brasil é signatário.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Porque a “imprensa” está divulgando a suposta eficácia da vacina e em nenhum momento fala da SEGURANÇA destas vacinas? Os efeitos colaterais etc?
    Muito estranho.
    P.S.: Cidadão, você confia na “imprensa”?

    1. Toda vacina tem efeito colateral, aquelas que você tomou quando criança, aquelas que seu filho(a) tomou, se é que você tem. A vacina não é obrigatória, toma quem quer e se sente seguro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Aumenta desaprovação da atuação do Congresso: 38% a consideram ‘ruim ou péssima’


Foto: Sergio Lima/Poder 360

Os brasileiros veem a atuação do Congresso de forma mais negativa no fim de dezembro de 2020 do que viam em agosto.

Pesquisa PoderData mostra que chegou a 38% a parcela dos que atribuem os conceitos “ruim” ou “péssimo” ao trabalho do Congresso Nacional. Em agosto, última vez em que essa pergunta foi feita na pesquisa, eram 31%.

O aumento superou a margem de erro, de 2 pontos percentuais. Também foi além da margem a redução na parcela dos que acham o trabalho “regular”. Eram 49% em agosto e, agora, somam 44%.

Os que julgam o trabalho do Congresso como “bom”ou “ótimo” foram de 16% para 13%. Trata-se de uma oscilação dentro da margem de erro.

A margem de 2 pontos significa que o número real de agosto está no intervalo de 14% a 18%. O de dezembro, de 11% a 15%. Por isso, ainda que seja provável que a avaliação “ótimo/bom” tenha sido menos comum nessa edição da pesquisa, não é possível cravar.

O auge da popularidade de Câmara e Senado nessa série de estudos foi em abril, com 25% de “bom/ótimo”. Depois, as avaliações positivas do trabalho do Legislativo federal variaram de 13% a 16%.

Uma hipótese para o melhor desempenho do Congresso na pesquisa de abril é o auxílio emergencial de R$ 600 pago em parte de 2020 a trabalhadores vulneráveis por causa das medidas de isolamento para conter a pandemia.

Aquela edição do levantamento foi a 1ª depois de os congressistas aprovarem o benefício. O governo queria, inicialmente, que a ajuda mensal fosse de R$ 200. No Congresso, a cifra foi aumentada.

Estratificação

O estrato que atribuiu pior avaliação ao trabalho do Congresso é o que tem renda superior a 10 salários mínimos. Nessa parcela, 67% disseram que o trabalho é “ruim/péssimo”. Nesse grupo, 26% afirmaram ser “regular”, e 7%, “ótimo/bom”.

Os desempregados ou sem renda fixa são os grupos em que a avaliação negativa do Congresso é menos comum. Nessa parcela 34% disseram que o trabalho do Legislativo é “ruim/péssimo”. Os que avaliaram como “regular” são 44%, e 16% afirmaram ser “ótimo/bom” o trabalho dos deputados e senadores.

A avaliação do trabalho do Congresso é mais negativa quanto maior é a escolaridade de quem avalia.

Dos que concluíram o ensino superior, 50% disseram que é ruim ou péssima a atuação do Legislativo federal. Essa avaliação é compartilhada por 45% dos que estudaram até o ensino médio e por 26% dos que pararam os estudos no ensino fundamental.

As taxas de rejeição ao trabalho de deputados e senadores também são maiores entre os homens (27%), os moradores do Nordeste (39%) e os brasileiros na faixa de 25 a 44 anos (48%).

Congresso & Bolsonaro

O cruzamento das avaliações do Congresso e do presidente Jair Bolsonaro mostra que 37% dos que avaliam positivamente o presidente atribuem classificação de “ruim/péssimo” ao trabalho do Legislativo. Nesse grupo, 46% julgaram a atuação do Congresso “regular”, e 14%, “ótimo/bom”.

Leia os números completos no infográfico a seguir:

O levantamento também permite cruzar os dados de avaliação do Congresso com a aprovação do governo. Eis os números:

Aprova o governo – 16% de “ótimo/bom” para o Congresso; 45% “regular”; 37% “ruim/péssimo” e 2% não sabem;

Desaprova o governo – 10% de “ótimo/bom” para o Congresso; 47% “regular”; 38% “ruim/péssimo” e 5% não sabem.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 21 a 23.dez.2020, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 470 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Com certeza essa pesquisa está errada. Consultaram a maior parte quem desvia dinheiro público. Particularmente, não conheço ninguém que defenda o congresso.

  2. Ainda tá bem na fita. Tem que ser desaprovado, no mínimo, 90% . Essa é o porcentagem que merecem.

  3. O País vive um momento extremamente conturbado, os poderes da República estão nos aparelhos de sobrevivência. Precisamos de um Brasil menos pequeno, mais forte, solidário, humano, honesto, onde os interesses particulares não consigam sobrepujar o coletivo, Precisamos de mais ação e menos conversa.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Fachin homologa repactuação e obriga irmãos Batista a pagar mais R$ 1 bilhão


Fotos: Paulo Giandalia e Werther Santana/Estadão

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta terça-feira, 29, o acordo de repactuação da colaboração premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, da J&F, com a Procuradoria-Geral da República (PGR). A decisão determina o pagamento de multa de mais R$ 1 bilhão e o cumprimento de prisão domiciliar.

As delações foram homologadas em 2017, prevendo multa de R$ 110 milhões. No entanto, em setembro do mesmo ano, a PGR pediu a rescisão do acordos – não só os dos irmãos, mas também do ex-diretor de relações institucionais da JBS Ricardo Saud e do ex-diretor jurídico Francisco de Assis e Silva.

Procurados, a J&F e os advogados dos irmãos Batista não comentaram o caso.

Fausto Macedo – Estadão Conteúdo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Avaliação negativa do STF sobe de 29% para 35%, mostra PoderData


Foto: Sergio Lima/Poder 360

Os que avaliam o trabalho do STF (Supremo Tribunal Federal) como “ruim/péssimo” passaram de 29%, em outubro, para 35% em dezembro. Os números são de pesquisa PoderData.

Eram 48% os que diziam que a atuação da Corte era “regular”. Agora, são 44%. As avaliações “ótimo/bom” passaram de 20% para 16%. Nos 2 casos, a oscilação ficou no limite da margem de erro da pesquisa, de 2 pontos percentuais. Isso significa que é muito provável que o movimento detectado pela pesquisa esteja certo, mas não é possível cravar.

A evolução de “ruim/péssimo” superou a margem de erro, por isso é seguro dizer que essa avaliação ganhou espaço.

O segmento da população com renda mais alta, acima de 10 salários mínimos, é o mais crítico à atuação do STF. Nele, 70% disseram ser “ruim/péssimo” o trabalho do Tribunal na pesquisa de dezembro.

Os homens são mais críticos ao desempenho da Corte que as mulheres. Entre eles, 50% disseram que é “ruim/péssimo”, 34% classificaram como “regular”, e 13%, como “ótimo/bom”.

Entre as mulheres, 21% avaliaram o trabalho do Supremo como “ruim/péssimo”, enquanto 52% disseram ser “regular”, e 18%, “ótimo/bom”.

Os mais jovens foram os que mais atribuíram avaliação negativa ao trabalho do STF. Na faixa de 16 a 24 anos, 41% disseram que o trabalho do Tribunal é “ruim/péssimo”, 50% afirmaram ser “regular”, e 6%, “ótimo/bom”.

Os que estudaram menos atribuíram menos avaliações negativas ao Supremo. No grupo que interrompeu os estudos no ensino fundamental, 29% disseram que é “ruim/péssimo” o trabalho da Corte.

Supremo x Bolsonaro

As avaliações negativas sobre o STF foram mais comuns entre os que consideram o trabalho de Jair Bolsonaro à frente da Presidência da República “ótimo/bom”.

Nesse grupo, 50% atribuíram “ruim/péssimo” ao Supremo, 37% disseram que o trabalho da Corte é “regular” e 11%, “ótimo/bom”.

Bolsonaro teve diversos atritos com o STF ao longo de 2020. Tramita na Corte, por exemplo, o controverso inquérito das fake news, que investiga apoiadores do presidente.

Uma das mais famosas militantes bolsonaristas, Sara Winter, chegou a dizer que queria “trocar socos” com o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito.

O próprio Bolsonaro também é alvo de um inquérito em tramitação no Supremo. Trata das acusações do ex-ministro Sergio Moro de que o presidente tentou interferir na Polícia Federal. O caso também está sob a relatoria de Alexandre de Moraes.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 21 a 23.dez.2020, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 470 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Está errada também. Certamente devem ter entrevistado só os analfabetos políticos e quem usufrui dos desvios de dinheiro público. Se tiver uma nota abaixo de zero será a minha e com certeza 90% da população.

  2. Esse interdata deve ser irmão do data folha kkkk STF só com 35% de desaprovação? kkkk
    Eles dever ter pesquisado dentro do congresso.
    Vai pra rua pra tu ver a naba kkkk

  3. Certas decisões tomadas por alguns juízes do STF não condizem com os objetivo da magia corte. Daí o número crescente de pessoas decepcionadas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Fiocruz deve submeter dados para aprovação de vacina de Oxford no Brasil até 15 de janeiro


Foto: Itamar Crispim / Fiocruz [03.11.2020]

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deve pedir até o dia 15 de janeiro a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso da vacina de Oxford contra a Covid-19 de forma emergencial no Brasil. A informação foi dada poucas horas após uma reunião entre a agência reguladora brasileira e representantes do laboratório AstraZeneca, que tem parceria com a fundação no país para realizar testes da vacina em voluntários.

Em nota divulgada nesta quarta-feira, 30, a Fiocruz celebrou a aprovação do uso do imunizante no Reino Unido e disse que esse processo pode ajudar a acelerar a aprovação em terras brasileiras. O órgão afirmou, ainda, que tem como proposta entregar 100,4 milhões de doses até o final do primeiro semestre de 2021. No segundo semestre, 110 milhões de doses devem ser fabricadas e entregues.

A partir do momento que a documentação com o pedido de uso emergencial da vacina no Brasil for formalizada, a Anvisa terá prazo de até dez dias corridos para aprovar o uso. Pelo menos oito mil voluntários brasileiros receberam doses da vacina durante a fase de testes no país.

Em entrevista ao “Jornal Jovem Pan” na tarde desta quarta-feira, a professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afirmou que nenhum dos voluntários que recebeu a vacina desenvolvida por Oxford apresentou forma grave da doença ou foi hospitalizado por causa da Covid-19. A previsão da Fiocruz é que as primeiras doses da vacina sejam entregues ao Ministério da Saúde no dia 8 de fevereiro. Um dos pontos ressaltados pela fundação em relação à vacina de Oxford é que elas são conservadas em temperaturas entre 2ºC e 8ºC, o que permite que ela seja transportada com maior facilidade.

Jovem Pan

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

MP denuncia ex-marido de juíza por homicídio quintuplamente qualificado

Foto: reprodução

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça junto ao III Tribunal do Júri da Capital, denunciou nesta quarta-feira (30/12), por homicídio quintuplamente qualificado, o engenheiro Paulo José Arronenzi, responsável pela morte de sua ex-esposa, a juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi. O crime foi praticado no último dia 24 de dezembro de 2020, na Avenida Raquel de Queiroz, na Barra da Tijuca.

De acordo com a denúncia, trata-se de crime de feminicídio, perpetrado contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, já que foi executado pelo denunciado contra sua ex-esposa. Também é tido como qualificado por ter sido praticado na presença física de três crianças, uma com 10 e duas gêmeas com sete anos de idade.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Brasil registra mais de 6,7 milhões de pessoas curadas da Covid-19


Foto: Graziele Lima/Arquivo Pessoal

O Brasil registrou nesta quarta-feira (30) mais 60.243 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 6.707.781 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas já representa 88% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de oito vezes superior ao número de casos ativos (717.544), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 58,7 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Opinião dos leitores

    1. Verdade.
      Se houver um tiroteio e tiver 100 pessoas na rua é capaz de o blog noticiar assim: houve um tiroteio e 99 pessoas escaparam com vida.

    2. Vai rezar vagabundo esquerdista! Em 2020 morreu menos brasileiros que em 2019! Covid teu rabo! Foi criado pelo governo comunista da China para frear o fim do socialismo no mundo! Mas a China será descoberta e a máscara literalmente cairá!

    3. Acosta, vá tomar sua alfafa e seu caldo de capim pra ficar mais calmo. Essa raiva toda pode prejudicar seu chifre!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Ouro sobe 56% no ano, bate dólar e Bolsa e é o melhor investimento de 2020


Foto: reprodução

O ouro subiu 56% neste ano, bateu o dólar e a Bolsa e foi o melhor investimento de 2020. Esse resultado considera um grupo de investimentos selecionados pela empresa de informações financeiras Economatica, do qual não participam os fundos imobiliários, por exemplo.

Profissionais de mercado afirmam que essa disparada no preço do metal acontece porque o ouro é um ativo típico de proteção, uma forma de resguardar o patrimônio em momentos de incertezas, como guerras e crises econômicas e de saúde, como a que o mundo está vivendo atualmente.

Veja abaixo as variações nominais de alguns dos principais indicadores no mercado de investimentos:

– Ouro: 56%

– Dólar (Ptax) : 29%

– Poupança antiga: 6,17%

– CDI: 2,74%

– Ibovespa: 2,92%

– Poupança nova: 2,11%

UOL

Opinião dos leitores

  1. Investi em gado de corte, o problema é que é um bicho teimoso e come muito.
    Mas é um bom investimento.

    1. Já sei ..prefere investir no seu ladrao de estimação LULADRAO, o maior ladrao da história da humanidade???VAGABUNDO , pare de chorar e vá arrumar um emprego , só faz investimento que sabe oque é produzir, trabalhar , pagar imposto , mamador de dinheiro público, não sabe oque é INVESTIR ?

  2. Faltou Campanha política, em alguns casos o retorno do investimento supera e muito os 56% do Ouro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Bolsonaro: ‘No que depender de mim, aborto jamais será aprovado’


Imagem: reprodução/Twitter

O presidente Jair Bolsonaro lamentou nesta quarta-feira a aprovação da legalização do aborto na Argentina. Segundo o presidente, no que depender dele, “jamais será aprovado” no Brasil.

“Lamento profundamente pelas vidas das crianças argentinas, agora sujeitas a serem ceifadas no ventre de suas mães com anuência do Estado. No que depender de mim e do meu governo, o aborto jamais será aprovado em nosso solo. Lutaremos sempre para proteger a vida dos inocentes!”, escreveu o presidente em rede social.

Na madrugada desta quarta-feira, o Senado argentino aprovou o projeto de lei que permite que as mulheres que decidem interromper a gravidez podem fazê-lo de forma gratuita e segura no sistema de saúde. O abordo poderá ser feito até a 14ª semana de gestação. A lei é de autoria do presidente da Argentina, Alberto Fernandez, desafeto do presidente brasileiro Jair Bolsonaro

Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, também usou uma rede social para criticar a medida aprovada no país vizinho. Ele classificou a liberação de “barbárie”.

“O Brasil permanecerá na vanguarda do direito à vida e na defesa dos indefesos, não importa quantos países legalizem a barbárie do abordo indiscriminado, disfarçado de ‘saúde reprodutiva’ ou (de) ‘direitos sociais’ ou como quer que seja”, escreveu Araújo.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Muito lamentável essa visão materialista, desumana e contrária ao cristianismo. O aborto é o maior crime perante a justiça de Deus: matar um ser humano completamente INDEFESO. É a demonstração de um profundo atraso espiritual.
    Gente, já faz 2 mil anos que Jesus veio aqui na terra nos ensinar o caminho da vida eterna, através do perdão, da caridade e do amor, demonstrando que somos imortais é que o corpo é uma mera vestimenta transitória!
    Praticar o aborto é conquistar o caminho da “porta larga” com muito “pranto e ranger de dentes” !
    Chega de tanta ignorância espiritual!

  2. Pense num miliciano que gosta de olhar a casa do vizinho! Não tem condições de fazer algo eficiente e humano para cuidar das questões de saúde da sua própria casa como todo mundo tá fazendo. Tá perdendo até pra o Trump, Argentina, México e até a poderosa Costa Rica. Ou seja, quem não tem competência, vive em Marte ou de fofoca.
    ????????

  3. Meu Deus, tem gente falando de Deus , e apoia matar quem está começando a ver a vida, nossa legislação já contempla esse assunto, por favor não mudem, vj no nosso vizinho , Argentina , quem defendeu o aborto , essas mesmas pessoas q defendem o aborto, consertesa matariam seus pais quando tiver velhinhos , vamos ser mais humano, ser feliz, vendo os outros tambem ser feliz , abraço galera, e feliz 2021, show, valeu BG

    1. Essa dai era uma ze ninguém. Que a esquerda batizou de martir da favela

  4. Quem defende a pena de morte de inocentes, será que defenderá a pena de morte pra bandidos?

  5. Não sei por que ele não questiona os EUA. Onde o aborto é legalizado desde 1963.. um Asno

    1. A Suprema Corte legalizou o aborto em 1973, crendo que o número de abortos iria diminuir. Em 40 anos, o aborto nos EUA aumentou em mais de 400%.
      A sanha de matar fetos tem interesses econômicos e de controle de natalidade no mundo. Isso não visa defender vida de mulher pobre, coisa nenhuma!

      Quanto ao Brasil, se o mais perverso dos bandidos não pode ser eliminado pelo Estado, porque o mesmo Estado daria o aval para matar um feto humano?

  6. Retrógado, antiquado, ignorante, egoísta, mal-intencionado, desumano… Só valoriza o que não presta!

    1. Desumano?????? Então proteger a vida, mesmo gerada irresponsavelmente é desumanidade? Querem aprovar uma matança generalizada de crianças, sem falar nas doenças sexualmente transmissíveis. Não gere uma vida indesejada, não estamos falando de um objeto, que vc compra, não gosta e devolve.

    2. e pra vc a palavra é " assassino " , " hipócrita.. tira a trave do teu olho pra poder enxergar o cisco no olho do teu irmão " , vc ainda abre a boca pra chamar alguém de genocida ?

    3. Se tua mãe tivesse te abortado, não estaria escrevendo essa bobagem.

  7. Quem fala em proteger vida de inocente!
    E os óbitos da covid-19, não conta é?
    E quando se trata de direito da mulher ele tem que ser contra também.

  8. Se preocupe com seu país, antes de qualquer resmungo seu ou dos PTralhas, existe algo chamado soberania.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Covid-19: Pfizer volta atrás e pode pedir uso emergencial de vacina


TOMS KALNINS/EFE/EPA – 28.12.2020

A farmacêutica Pfizer saiu otimista da reunião com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nesta quarta-feira (30). De acordo com a fabricante, a agência reguladora teria feito uma série de esclarecimentos e, ainda, demonstrado que existe a possibilidade de ajustes nas exigências para uso emergencial de imunizante para prevenção de covid-19 no Brasil.

“Ao longo do encontro, e diante dos esclarecimentos feitos pela agência, a empresa entendeu que há a possibilidade de a Anvisa modular pontos específicos do Guia de Submissão para Uso Emergencial, possibilitando uma maior agilidade na submissão desse tipo de processo”, diz um dos trechos do texto enviado à imprensa.

A fabricante norte-americana, que vai continuar dando andamento ao processo de registro definitivo da vacina no país, voltará a se reunir com a Anvisa em breve. “Uma nova reunião técnica será realizada e, com base nessa discussão adicional e no andamento das negociações com o governo brasileiro, a Pfizer irá avaliar a possibilidade de solicitar o uso emergencial.”

Por meio de nota, a agência federal afirmou que durante a reunião esclareceu que as exigências para autorização estão todas alinhadas com “os guias das principais autoridades reguladoras estrangeiras e que o mesmo tem caráter orientativo.”

Por fim, o órgão ressaltou que a “empresa poderá justificar o eventual não cumprimento de todos os itens do Guia, em especial o que se refere à previsão sobre o quantitativo de vacinas que poderia ser disponibilizado para o Brasil”.

Na segunda-feira (28), a farmacêutica chegou a dizer que não pretendia submeter sua vacina contra o novo coronavírus para avaliação de uso emergencial no Brasil. À época, a empresa alegou que a solicitação da Anvisa para analisar em caráter emergencial os dados específicos sobre os testes realizados em 3 mil voluntários brasileiros “demanda tempo e avaliações estatísticas específicas.”

“Outras agências regulatórias que possuem o processo de uso emergencial analisam os dados dos estudos em sua totalidade, sem pedir um recorte para avaliação de populações específicas”, dizia a nota divulgado no início da semana.

A declaração, no entanto, causou reações no Ministério da Saúde. Elcio Franco, secretário-executivo da pasta, rebateu a farmacêutica durante coletiva de imprensa na terça-feira (29). Segundo Franco, as exigências da Anvisa seriam as mesmas feitas pela FDA (Food and Drug Administration) —agência que regula e libera medicamentos nos Estados Unidos.

“Nos causou surpresa o laboratório [Pfizer], que na data de ontem veio esclarecer que estava com dificuldades pela grande quantidade de solicitações da Anvisa. Os aspectos solicitados pela Anvisa para autorização de uso emergencial são os mesmos solicitados pelo FDA, nos Estados Unidos. Nós vamos buscar um maior diálogo com o laboratório”, explicou o secretário.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Vereadores de Mossoró aprovam aumento de 20,5% nos próprios salários a partir de 2022


Foto: Isaiana Santos/Inter TV Costa Branca

Vereadores de Mossoró aprovaram reajuste de 20,5% nos próprios salários. O Aumento aprovado nesta quarta-feira (30), passa a valer a partir de 2022, isto porque a a Lei Complementar 173/2020 – aprovada pelo Congresso Nacional garantindo auxílio financeiro para os estados – proibiu o poder público de conceder qualquer vantagem, aumento ou adequação de salários até 31 de dezembro de 2021.

Apenas 11 dos 21 vereadores compareceram à sessão extraordinária que aprovou o reajuste por unanimidade. Assim, o salário sai de R$ 12.600 para R$ 15.190, um aumento de R$ 2.590. Ao fim da sessão, nenhum vereador quis gravar entrevista, segundo o G1-RN.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *