O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) negou neste sábado (18) que o ministro da Economia, Paulo Guedes, esteja querendo recriar a CPMF.
“O que o Paulo Guedes está propondo não é CPMF, é uma tributação digital para financiar um programa”, disse o presidente da República em conversa com apoiadores, após cerimônia de arreamento da bandeira brasileira, na entrada do Palácio da Alvorada.
Segundo Bolsonaro, que estava do outro lado do espelho d’água, na parte interna do gramado do Alvorada, a ideia é que o novo tributo seja uma compensação para desonerar a folha de pagamento. “É uma compensação, é eliminar um montão de encargo em troca de outros”, disse.
A Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) foi uma cobrança que incidiu sobre todas as movimentações bancárias – exceto nas negociações de ações na Bolsa de Valores, saques de aposentadorias, seguro-desemprego, salários e transferências entre contas correntes de mesma titularidade – e vigorou no país por 11 anos.
O presidente Jair Bolsonaro foi bicado novamente por uma das emas que ficam no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República em Brasília (DF). O momento foi transmitido pelo Facebook.
É não Bruno, é que o intestino delgado dele sempre está expelido pela boca. O bom é que isso se resolve cirurgicamente, só mandar ele para Venezuela, Cuba ou alguns dos países da africa, dos amigos de nove crápula dedos.
Ôôô véi duro e arrochado.
Quando passar a pandemia, Bolsonaro vai pegar em rabo de onça no pantanal do Mato Grosso.
O véi é duro!
Esses petralhas derrotados pensa que o véi é fraco, mais não é de jeito nenhum.
O espinhaço do véi Bolsonaro é feito de trilho de trem, é duro, é duro.
Kkkkkkkkkkkkk
Kkkkkkkkkkk
Me orgulha meu Presidente, tamos juntos sempre, quem não quizer cair se deite.
Kkkkkkkkkk
Mito 2022.
Durante a reunião do G20 com ministros de finanças e presidentes de Bancos Centrais, a delegação brasileira afirmou neste sábado que as medidas de apoio à economia durante a pandemia ajudam a mitigar os reflexos negativos sobre o crescimento da atividade do país.
“Agora, em vez de uma queda de 9% do PIB, conforme projetado pelo FMI, esperamos cerca de 5%”, disse o secretário de Assuntos Econômicos Internacionais, Erivaldo Gomes.
A estimativa mais recente do Ministério da Economia é de queda de 4,7% do PIB.
O ministro Paulo Guedes não participou da reunião virtual do grupo. Segundo o Estadão, houve mudança de planos na última hora por causa da proximidade da entrega da proposta de reforma tributária ao Congresso.
Análise da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre 19,8 mil contratações realizadas no âmbito do combate à Covid-19 por estados, capitais e outras grandes cidades projetou em R$ 1,9 bilhão o sobrepreço aplicado em compras desde o início da pandemia no Brasil, em março. Somados, os contratos chegam a R$ 13 bilhões.
Foi considerada a aquisição de itens como respiradores, máscaras, aventais, medicamentos e equipamentos, além de custos com gestão de hospitais de campanha em 357 municípios e entes federados.
O aumento da demanda mundial por itens e a urgência de aquisição são algumas das causas da ocorrência de preços mais altos. Mas há também indícios de conluio e má-fé entre empresas e agentes públicos.
Algumas compras relatadas na análise da CGU foram interrompidas depois de se tornarem objeto de ações da polícia e do Ministério Público. Mesmo assim, há aquisições ainda ativas que apresentam razões para um olhar mais cuidadoso dos órgãos de controle: dos 30 maiores fornecedores (acima de R$ 50 milhões), que, juntos, totalizam R$ 4,4 bilhões em compras, 12 têm contrato social inferior a 10% da contratação assinada ou são empresas de pequeno porte, segundo anotação da própria CGU.
Entre os 30 contratos de maior valor na base de dados, oito têm o governo do Rio ou municípios do estado como parte, e seus signatários vêm sendo alvos de operações do Ministério Público, da Polícia Civil e do Tribunal de Contas, que podem levar ao impeachment do governador Wilson Witzel (PSC). Somados, chegam a quase R$ 1 bilhão. Já foram constatados episódios de sobrepreço, venda de leito de UTI fantasma em hospital privado e incapacidade de prestar serviços e entregar respiradores, entre outros problemas. O governo diz que vem revisando contratos suspeitos.
Com R$ 174 milhões acordados para fornecimento de remédios, a Carioca Medicamentos, por exemplo, teve contratos suspensos depois que o Tribunal de Contas identificou que o governo sequer consultou preços de referência no Sistema Integrado de Gestão de Aquisições do Estado do Rio, em tabelas da Anvisa ou contratações vigentes similares. Resultado: estava prestes a pagar R$ 50 milhões por luvas cirúrgicas a R$ 0,55 cada, valor 40% maior que a mediana constatada no país, de acordo com a CGU.
Para chegar ao cálculo do sobrepreço, a CGU considerou os valores acima do que poderia ser considerado o preço mediano dos produtos, isto é, excluindo-se do cálculo os gastos mais altos e mais baixos e obtendo-se, desta forma, o preço típico de um produto em tempos de pandemia.
O diretor de Auditoria da CGU, José Paulo Barbieri, explica que o valor de R$ 1,9 bilhão não configura necessariamente um prejuízo efetivo, mas uma projeção que mostra “como várias compras sem observância de referência de mercado podem se transformar em exemplos de má gestão”:
— Se (as contratações) tivessem sido melhor trabalhadas, teríamos potencial economia — diz.
Interessante essas informações, o nosso RN não aparece tão bem na aquisição de insumos, dos quatros itens relacionados, dois não foram nem comprados e dois com um custo acima da media Nacional, eita estado porreta de eficiente, ágil e trabalhador, estamos no caminho certo, faltou dizer quais os gastos com equipamentos a revelia de lei, que foram pagos, o dinheiro sumiu e não vimos a cor do que foi adquirido.
Promessa. Antes da primeira morte no País, o pastor César Augusto profetizou a derrota do vírus Foto: Youtube/Cesar Augusto
Celebridade gospel em João Pessoa, o pastor César Augusto, da Associação Fé Perfeita, aproveitou um culto transmitido pela internet, em 17 de março, para profetizar o fim da pandemia do novo coronavírus. “O que eu vejo é que daqui para frente pessoas que estavam sendo analisadas como suspeitas (de ter covid-19) vão começar a dar negativo”, disse aos seus seguidores. “O diabo pode colocar a viola no saco”, sacramentou. Um dia antes, o País registrava a primeira morte pela doença. De lá para cá, mais de 2 milhões de brasileiros foram infectados e 76 mil morreram.
Ele é um dos líderes evangélicos simpáticos ao presidente Jair Bolsonaro que, nos canais e aplicativos de mensagens, minimizam a pandemia e divulgam histórias de curas mirabolantes e prevenções caseiras que têm o poder de tirar o foco de ações efetivas contra a doença. Um estudo sobre a desinformação no YouTubeapontou que uma rede formada por outros religiosos atingiu, em 47 dias, 11 milhões de visualizações só em vídeos que citavam o novo coronavírus.
Os conteúdos incluíam sermões que minimizavam a doença, pregações de teorias conspiratórias, informações enviesadas e de desqualificação da ciência. O levantamento foi feito entre 1.º de fevereiro e 17 de março, numa etapa antes das primeiras mortes. No dia 11 de março, o então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, já anunciava que o Brasil viveria pelo menos “20 semanas duras”.
O dossiê foi elaborado por pesquisadores do Centro de Estudos e Pesquisas de Direito Sanitário (Cepedisa) da USP, do Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo (LAUT) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD). “É comum que autoridades não científicas se valham de suas posições hierárquicas dentro da sua rede (religiosa, por exemplo) para questionar orientações do sistema de peritos (mídia, universidades, organizações internacionais, agências especializadas) e respaldarem teorias conspiratórias”, diz o texto.
A atuação dos pastores é protegida pela liberdade religiosa e cumpre papel consolador em tempos de crise, mas em alguns casos ultrapassa a fronteira da fé, avaliam especialistas. Em Porto Alegre, um cartaz que ganhou as redes sociais, da Igreja Catedral Global do Espírito Santo, do pastor Silvio Ribeiro, virou caso de polícia por prometer um “óleo consagrado para imunizar contra qualquer tipo de pandemia, vírus ou doença”. O evangélico pediu desculpas. A polícia apura o crime de charlatanismo.
“É uma questão de saúde pública. Ninguém está desmerecendo a fé de nenhuma religião. Sabemos que a fé ajuda as pessoas, mas a saúde e a medicina devem prevalecer”, afirmou a delegada gaúcha Laura Rodrigues Lopes.
Diante das recomendações de isolamento social, o pastor Renê Terra Nova, do Ministério Internacional da Restauração, de Manaus, atuou contra o recolhimento e foi às ruas engrossar manifestações de apoio a Bolsonaro. Ele defendeu que, neste tempo de pandemia, os fiéis deviam procurar os templos. Em junho, Terra Nova integrou um grupo de pastores que viajou a Brasília para encontro com o presidente.
Distorção e ‘terrorismo emocional’
Com mais de um milhão de inscritos em seu canal no YouTube, o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, é mencionado pelos pesquisadores como um líder religioso que disseminou informações distorcidas. Em um vídeo visto mais de 500 mil vezes, o aliado de Bolsonaro cita nota da Sociedade Brasileira de Infectologia para corroborar seu ponto de vista, segundo o qual apenas cidades com mais de mil casos confirmados da doença deveriam ser submetidas a isolamento social. Para ele, há “terrorismo emocional” nos alertas sobre a doença e os evangélicos precisam usar a “arma” do “poder da oração e da fé”.
Contudo, Malafaia recorre, segundo os pesquisadores, a um “uso seletivo” da ciência ao ignorar que a mesma nota fazia recomendação contrária à cloroquina, droga propagandeada por governistas, e alertava para o fato de 15% dos casos da doença evoluírem para um patamar de gravidade. Ao Estadão, Malafaia rechaçou seletividade e imperícia em seus pronunciamentos.
“A ciência não disse assim: ‘A doença vem por aqui e para combater é assim’. Doutores, PhDs, dizem ‘quarentena funciona, não funciona, cloroquina funciona, não funciona’. A bagunça não vem das autoridades. Vem da própria ciência”, disse.
O canal de inspiração católica do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, com vídeos que passam de 150 mil acessos, sugere que o vírus seria um grande laboratório social no qual a humanidade foi propositalmente metida. “Esse canal hoje vai mostrar (…) uma verdadeira manobra de engenharia social, de guerra psicológica, revolucionária”, afirma, no vídeo, Frederico Viotti. À reportagem, ele disse que todas as opiniões que emite são “fundamentadas em estudos”, embora o canal “não tenha viés acadêmico”. Ele atribuiu a citação no estudo a “nítida perseguição ao pensamento conservador”.
A minimização da pandemia não é unânime entre evangélicos. Pastor em São José dos Campos, Franklin Ferreira dirige um seminário que forma religiosos e preside a Coalizão pelo Evangelho, cujo conselho é formado por 18 representantes de diferentes igrejas. Ele suspendeu suas atividades presenciais em 14 de março. “A Bíblia ensina que a prudência é filha da sabedoria. Isso significa que a postura do cristão não é norteada por credulidade ou incredulidade, arrogância ou desprezo. Diante de um discernimento cuidadoso da realidade e das vítimas da pandemia, o cristão é chamado a atuar com maturidade, habilidade e bom julgamento”, disse.
‘Profecias’ são sucesso de audiência
Vídeos em que líderes religiosos falam de catástrofes são sucessos de audiência. Publicado em 18 de março, o vídeo Deus avisou, profecia para 2020, produção com o pastor Gilmar Fiuza, da União de Mocidades da Assembleia de Deus de Brasília, tem 800 mil visualizações. Com orações que conjugam palavras incompreensíveis, pulos e olhos fechados, ele e a pastora Carla Teixeira transmitem o que seria uma mensagem divina: “Estou revestindo meu povo porque será um ano de dificuldade, mas o meu espírito vai fortalecer a minha Igreja”.
Fiuza mandou dizer que não se manifestaria. Silvio Ribeiro não foi localizado. Renê Terra Nova foi acionado por meio de telefone e e-mail que exibe em suas páginas, mas não houve retorno. O Palácio do Planalto não comentou a atuação de pastores. O pastor César Augusto afirmou que sempre seguiu orientações sanitárias e explicou que ao sacramentar a “derrota do demônio”, em março, preocupava-se com a “saúde mental” dos fiéis num momento em que “informações desencontradas” e “pânico” bombardevam os lares.
Edir Macedo, o novo banqueiro do pedaço,, Silas Malafaia, R.R. Soares, Waldomiro do feijão mágico, Feliciano terraplanista, Olavo de Carvalho, Damares, Magno Malta, Roberto Jefferson, pastor Everaldo, Sara Winter…que time! Adooooooro!❤️?
Não se pode generalizar, uma coisa é uma coisa ,outra coisa é outra coisa. Tem safadeza em todas as áreas da sociedade, política , segurança, religiosa,etc etc.
Sou evangélico , mas não caio nesse papo de determinados pastores. O atual momento tá sendo útil pra separar o joio do trigo. Misturou política com religião, já risco do meu caderno.
Depois que isso passar, vamos lembrar com tristeza e vergonha dessa época. E não encontraremos fácil alguém que tenha votado no " mito", tal como aconteceu com o Collor… um tempo de tristeza e obscurantismo.
Falsos Profetas, eles nada mais são do que espíritos maléficos, que enganam pessoas menos esclarecidas com objetivos de acessão, poder e dinheiro. $$$$.
Bando de canalhas, nunca se preocuparam com a saúde do povo e sim com o dinheiro que estão deixando de arrecadar nos cultos, com aa igrejas fechadas tenho até uma sugestão aos seguidores destes canalhas juntem, Edir Macedo, malafaia, etc , para fazerem um milagre p acabar com o corona virus, vivem na TV curando o povo , Bando de charlatões.
Faleceu na noite deste sábado, 18 de julho, o bispo da Diocese de Palmares (PE), dom Henrique Soares da Costa, 57 anos, em decorrência da Covid-19. A informação é da diocese que divulgou uma Nota de Falecimento. Dom Henrique estava desde o último dia 4 de julho na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Memorial São José, no Recife (PE). No último dia 16, ele apresentou dificuldade para respirar e queda na oxigenação sanguínea. Por causa do quadro delicado, o religioso precisou ser entubado.
Dom Henrique é o terceiro bispo falecido nos últimos três meses no Regional Nordeste 2, que abrange os estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Os outros foram Dom Aldo di Cillo Pagotto, também vitimado pela Covid-19, e Dom Valério Breda, bispo de Penedo (AL).
Dom Henrique Soares da Costa, era bastante conhecido e querido pelos que fazem a arquidiocese potiguar, vários padres e fieis tem lamentado sua passagem em grupos de whattsapp e nas redes sociais no estado.
Perdemos um grande Bispo pra COVID-19, um Bispo que tinha zelo pelo seu ministério, que exalava o amor pela Igreja Católica e pelo seu Senhor, o Cristo Jesus, e que nas suas comunicações fala sempre de maneira objetiva e clara sobre o Evangelho de Jesus Cristo, era um verdadeiro pai na fé cristã católica.
Que Dom Henrique descanse nos braços do Pai ????????
Presidente eleito do STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Luiz Fux defendeu a responsabilização das plataformas digitais que permitiram a veiculação de notícias falsas.
O ministro comentou sobre o tema durante videoconferência neste sábado (18.jul.2020). A pauta era “democracia e o desafio de combater a desinformação”. A live foi realizada foi realizada pelo IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público) e transmitida pelo Poder360.
Ao comentar sobre o projeto de lei de combate às fakes news, em discussão no Congresso, Fux sugeriu meios de imputar as empresas do setor tecnológico.
“Se eu pudesse colaborar no projeto legislativo, eu atuaria neste sentido, de trazer a responsabilidade para as plataformas com direito regressivo contra o autor daquela notícia falsa”, afirmou.
O projeto que trata do tema foi aprovado pelo Senado no fim de junho. A proposta está agora na Câmara, onde deputados iniciaram debates sobre o tema. Eis 1 infográfico sobre a proposta como foi avalizada pelos senadores:
O ministro falou também sobre a responsabilização de quem compartilha desinformação. Disse que o problema é cultural e defendeu a valorização da imprensa como remédio à dados enganosos que circulam nas redes sociais.
O evento que tratou do tema também contou com a presença da senadora Simone Tebet (MDB-MS), do ministro Gilmar Mendes e do professor Marcelo Vitorino.
Na live, Tebet disse que o texto dos senadores tem defeitos, mas deve ser melhorado na Câmara. “A lei que estamos tentando elaborar e, que saiu muito imperfeita do Senado, está tentando uma forma de responsabilizar as plataformas –aliás, é 1 grande oligopólio, são 3 que dominam as grades redes sociais –, inclusive com multas”
Ele defende a “valorização da imprensa” como meio para combater a desinformação. Kkkkk A própria imprensa, principalmente a grande mídia, é a primeira a divulgar notícias mentirosas ou com omissão de fatos. E isso não é de hoje, vem de muito tempo. Esse povo pensa que engana quem?
Um desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo foi flagrado humilhando um guarda civil municipal de Santos, no litoral de São Paulo, após ser multado por não utilizar máscara enquanto caminhava na praia. Um vídeo mostra Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira chamando o GCM de ‘analfabeto’, rasgando a multa e jogando o papel no chão e, por fim, dando uma ‘carteirada’ ao telefonar para o Secretário de Segurança Pública do município, Sérgio Del Bel, para que o mesmo ‘intimidasse’ o guarda municipal.
O desembargador Eduardo Siqueira foi flagrado por uma equipe da Guarda Civil Municipal caminhando sem máscara pela faixa de areia da praia de Santos durante a tarde deste sábado (18). O vídeo mostra o momento em que os agentes abordam Eduardo, pedindo a colocação do item obrigatório. Na cidade de Santos, pessoas que não usam a máscara, por conta da pandemia do novo coronavírus, podem ser multadas.
Nas imagens, o desembargador diz que não vai assinar a multa e confronta o guarda afirmando que rasgaria o papel se ele insistisse em aplicar a sanção pela falta de uso do item de proteção. O Guarda Municipal, em seguida, alerta que se o desembargador jogasse a multa, ele seria autuado por desperdício em via pública, levando uma segunda multa. Ignorando o profissional, o desembargador rasgou o papel, jogou na faixa de areia da praia e foi embora em seguida.
“Você quer que eu jogue na sua cara? Faz aí, que eu amasso e jogo na sua cara”, diz o desembargador ao ser abordado sem máscara, se referindo à multa por não usar o acessório.
Em seguida, o homem pega o celular e, segundo ele, liga para o Secretário de Segurança Pública do município, Sérgio Del Bel Junior. “Estou aqui com um analfabeto”, diz o homem ao telefone. “Eu falei, vou ligar para ele [Del Bel] porque estou andando sem máscara. Apensar eu estou andando nessa faixa da praia e ele está aqui fazendo uma multa. Eu expliquei e eles não conseguem entender”, reclama ao telefone.
No momento em que o guarda municipal está finalizando o preenchimento do papel da multa, o desembargador arranca o papel da prancheta, o amassa e joga no chão. O homem dá as costas para a equipe e sai andando, indo embora do local.
A Prefeitura de Santos informou que, durante força-tarefa realizada neste sábado, o munícipe que aparece nas imagens foi abordado por não cumprir o decreto nº 8.944, de 23 de abril de 2020, que determina o uso obrigatório de máscara facial sob pena de multa no valor de R$ 100.
Desembargador, ridículo, arrogante e prepotente. Parabéns ao guarda municipal. Esqueçam o assaltante dos cofres públicos, Lula. Ou o doido Bolsonaro. João Macena
O QUE É UM DESEMBAGADOR ? É GENTE, E POR SER GENTE DEVIA RESPEITAR AS NORMAS.
O BRASIL TEM QUE ACABAR COM ISSO. O CARGO OU CONDIÇÃO FINANCEIRA NÃO DEVIA INTERFERI NA PANDEMIA. TODOS ESTÃO SUJEITOS A DOENÇA, É INGNORANCIA PURA ESSAS ATITUDES. MAIS ISSO É BRASILLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL
O governo federal estuda editar medida provisória que cria cargos comissionados e gratificações para militares que atuam na Presidência e no Ministério da Defesa.
O texto também propõe uma série de alterações em cargos de comissão, em funções de confiança e em gratificações cedidas no âmbito do Executivo federal.
O Poder360 teve acesso à minuta do projeto. A proposta está nas mãos da equipe econômica, que estaria avaliando a medida.
O texto define que o Executivo federal fica autorizado a “efetuar a alteração dos quantitativos e da distribuição de cargos em comissão, de funções de confiança e de gratificações” e propõe a criação das seguintes categorias:
CCE (Cargos Comissionados Executivos): tem 17 níveis, com bonificações de R$ 330,79 a R$ 17.432,15, destinados às atividades de chefia, direção e assessoramento nos órgãos do Executivo federal;
FCE (Funções Comissionadas Executivas): tem 16 níveis, com bonificações de R$ 330,79 a R$ 10.166,94, destinadas às atividades de chefia, direção e assessoramento nos órgãos do Executivo federal;
CCM (Cargos Comissionados de Militares): tem 5 níveis, com bonificações de R$ 2.701,46 a R$ 6.991,73, para efetivos na Presidência e no Ministério da Defesa;
GMFF (Gratificação de Militares Fora da Força): tem 5 níveis, com bonificações de R$ 999,54 a R$ 2.591,46, para efetivos na Presidência e no Ministério da Defesa.
As mudanças poderão ser feitas desde que não implique aumento de despesa. O documento propõe a extinção de 15 modalidades, sendo duas categorias de cargos em comissão, 3 funções de confiança e 10 tipos de gratificações.
A minuta não estipula quantas pessoas seriam afetadas nem o impacto fiscal das mudanças. Mas diz que haverá uma transição. Segundo o texto, o governo federal regulará as alterações.
Para Ismar Viana, vice-presidente nacional da ANTC (Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Brasil), o texto elaborado da forma como está é inconstitucional. Segundo ele, a medida provisória criaria “cargos em demasia” sem exemplificar a necessidade e a qualificação dos ocupantes.
“É de causa estranheza porque ‘eu estou suspendendo concursos públicos’ e estão criando 1 número considerável de cargos comissionados, funções comissionadas e criando gratificações. O que isso significa? É como se fosse o sucateamento da máquina pública intencional. Eu até concordo que você faça concurso público. Se não tiver necessidade, não vou fazer. Por outro lado, o que não pode fazer é pegar atribuições rotineiras da administração pública e fazer com que elas sejam prestadas por agentes temporários”, disse.
Ao Poder360, Paulo Uebel, secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, confirmou o estudo da medida, mas disse que o documento acessado está desatualizado.
Afirmou que o objetivo é otimizar cargos, funções e gratificações para dar mais autonomia aos gestores e entregar mais resultados para a sociedade, mas que o projeto não foi concluído e não foi validado pelo ministro Paulo Guedes (Economia) nem pelo presidente Jair Bolsonaro.
Se encaminhada por MP, a proposta entra em vigor imediatamente, já que medidas provisórias têm força de lei. Elas são válidas por 60 dias, prorrogáveis por mais 60 dias. Caso não tenham aprovação do Congresso até o fim desse período, expiram e perdem validade, o que pode aumentar a insegurança jurídica.
Paralelamente à essa reestruturação, o governo pretende enviar ao Congresso uma proposta de reforma administrativa. O texto também não foi publicado.
MILITARES NA ESPLANADA
Desde o início do governo Bolsonaro, mais do que dobrou o número de militares, ativos e da reserva, com cargos cargos civis. Passou de 2.765, em 2018, para 6.157, em 2020.
Os dados foram levantados pelo Tribunal de Contas da União para verificar o “grau de militarização dos setores civis do governo”.
De acordo com a pesquisa (íntegra – 13 KB), a maior parte deles está alocada em cargos comissionados. São 2.643 em 2020, 709 a mais que o registrado em 2018.
O levantamento do TCU considera as situações de militares ativos ou inativos que estão recebendo vencimentos/proventos em órgãos civis. Assim, podem existir militares que estão em órgãos civis, sem, contudo, gerarem despesas, os quais não foram considerados na pesquisa.
Levantamento do Poder360 mostra que 8.450 oficiais e praças aposentados das Forças Armadas trabalham em ministérios, comandos e tribunais militares. Esse contingente é contratado por uma modalidade chamada “tarefa por tempo certo“. Para assumir a nova função, eles ganham bônus de 30% sobre o salário. A “tarefa por tempo certo” pode durar até 10 anos.
Esse é mais 1 capítulo da discussão sobre a presença de militares na administração federal. Em recente entrevista, ministro interino da Saúde, o general Eduardo Pazuello, negou militarização do governo.
Nas rotineiras entrevistas, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, fala sempre da “preocupação” com a pandemia, mas, na prática, segura há quase dois meses a destinação de R$177,7 bilhões de fundos setoriais que estão parados no Tesouro Nacional para combater a pandemia. O texto teve regime de urgência aprovado há mais de um mês e ainda não foi pautado por Maia, apesar de várias tentativas em reuniões de líderes.
O deputado Mauro Benevides (PDT-CE) identificou os recursos em 29 fundos e mesmo vindo da oposição tem apoio do ministro da Economia.
Segundo Benevides, há recursos parados há 20 anos que podem ser usados em vez do endividamento. “O déficit previsto é de R$805 bilhões”.
O ministro Paulo Guedes (Economia) disse que a ideia é “desbloquear isso e justamente pagar a guerra ao coronavírus”. Maia não se abalou.
Os R$177,7 bilhões seriam suficientes, por exemplo, para prorrogar o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 por mais seis meses.
a arma mais tirana e nociva desse pré-candidato é uso do poder para inviabilizar quaisquer atos (positivos ou não) do Executivo… importante que o povo se lembre disso nas eleições, para que ele sequer se posicione nas estatísticas. Independente de quem estivesse na cadeira presidencial, o desserviço desse ser à sociedade brasileira é reprovável!
Entre 1,3 milhão de empresas que na primeira quinzena de junho estavam com atividades encerradas temporária ou definitivamente, 39,4% apontaram como causa as restrições impostas pela pandemia do novo coronavírus. Esse impacto no encerramento de companhias foi disseminado em todos os setores da economia, chegando a 40,9% entre as empresas do comércio, 39,4% dos serviços, 37,0% da construção e 35,1% da indústria.
As informações são da nova Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas Empresas, divulgada semana passada, e que integra as estatísticas experimentais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Entre 2,7 milhões de empresas em atividade, 70% reportaram que a pandemia teve um impacto geral negativo sobre o negócio e 16,2% declararam que o efeito foi pequeno ou inexistente. Por outro lado, 13,6% afirmaram que a pandemia trouxe oportunidades e que teve um efeito positivo sobre a empresa.
Por segmento, o maior percentual de empresas em que a pandemia tem tido efeito negativo está no setor de Serviços (74,4%), seguido por Indústria (72,9%), Construção (72,6%) e Comércio 65,3%.
“Os dados sinalizam que a covid-19 impactou mais fortemente segmentos que, para a realização de suas atividades, não podem prescindir do contato pessoal, têm baixa produtividade e são intensivos em trabalho, como os serviços prestados às famílias, onde se incluem atividades como as de bares e restaurantes, e hospedagem; além do setor de construção”, explica Alessandro Pinheiro, coordenador de Pesquisas Estruturais e Especiais em Empresas do IBGE.
Mais atingidas
Para sete em cada dez empresas em atividade, a pandemia implicou diminuição sobre as vendas ou serviços comercializados na primeira quinzena de junho, em relação ao período anterior ao início da pandemia. O impacto foi maior entre as companhias de pequeno porte, com até 49 funcionários, em que 70,9% reportaram redução nas vendas.
Mas também foi percebido por 62,9% das empresas do porte intermediário (entre 50 e 499 pessoas ocupadas) e 58,7% das empresas de maior porte (acima de 499 funcionários). Entre os setores, a redução nas vendas foi maior na construção (73,1%) e nos serviços (71,9%), especialmente os serviços prestados a famílias (84,5%) e no comércio (70,8%) com destaque para a comercialização de veículos, peças e motocicletas (75,5%). Na indústria 65,3% das empresas reportaram redução nas vendas.
Cerca de 60% das empresas relataram maior dificuldade na capacidade de fabricar produtos e de atendimento aos clientes durante a primeira quinzena de junho, em relação ao período anterior ao início da pandemia – reportado por 67,2% das empresas do comércio, 65,5% da construção e 59,5% dos serviços.
Outras 60,8% revelaram ter tido dificuldade no acesso aos fornecedores, com impacto maior no comércio (74,0%) especialmente na comercialização de veículos, peças e motocicletas (87,4%). Na indústria, esse impacto foi reportado por 62,7% das empresas em funcionamento.
Dificuldade em realizar pagamentos de rotina
Para 63,7% das empresas em atividade houve dificuldades em realizar pagamentos de rotina em relação ao período anterior a pandemia, sendo que essa dificuldade atingiu 64% das empresas menores e 35,6% das de maior porte.
A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro informou no início da tarde de hoje (18) que já transferiu todos os pacientes que estavam internados no Hospital de Campanha do Maracanã. O esvaziamento foi anunciado ontem e a retirada concluída, mesmo com a decisão judicial que determinou a permanência dos pacientes na unidade.
No início da tarde dessa sexta-feira, a Secretaria Estadual de Saúde informou que 26 pacientes do hospital do Maracanã e oito do de São Gonçalo estavam em processo de transferência devido ao término do contrato com a organização social Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas). No grupo, 23 pacientes estavam em unidades de terapia intensiva.
Durante a tarde, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro foram à Justiça para impedir o esvaziamento dos hospitais. Segundo os órgãos, o governo do estado estava desrespeitando decisões anteriores que determinavam o funcionamento dos hospitais e colocando em risco grave e irreversível a vida dos pacientes.
A decisão judicial que atendeu a esse pedido foi divulgada na noite de ontem. A juíza Aline Maria Gomes Massoni da Costa, da 14ª Vara da Fazenda Pública do Rio, determinou que a admissão de novos pacientes nos hospitais não fosse suspensa e decidiu que os que já estavam na unidade e ainda não haviam sido transferidos deveriam ser mantidos.
Na noite de ontem (17), e no início da tarde de hoje, a Secretaria Estadual de Saúde informou que ainda não havia sido notificada da decisão judicial e prosseguiu com as transferências. Em nota ao meio-dia deste sábado, a secretaria informou que ainda havia um paciente em cada um dos hospitais de campanha. Cerca de uma hora depois, a secretaria afirmou que o último paciente internado no Maracanã foi transferido para o Hospital Universitário Pedro Ernesto.
Apesar do esvaziamento, a secretaria nega que esteja fechando os hospitais de campanha. Ontem, o órgão disse que a Fundação Saúde, que é estadual, irá ceder profissionais para atuarem nas unidades. Na tarde de hoje, a secretaria reforçou que as unidades continuarão abertas e em condições de receber novos pacientes, caso seja necessário.
A SES justifica que decidiu retirar os pacientes dos hospitais porque, no último dia 14, a OS Iabas teria comunicado que suspenderia seus serviços com o término do contrato, que se dará hoje (18).
A organização social contesta essa versão. Em nota divulgada ontem, o Iabas diz que solicitou a rescisão do contrato, mas não pediu o fechamento dos hospitais. A OS afirma que não foi informada previamente da decisão da SES e acusa o governo de falta de transparência na gestão.
A OS lembra que o governo do estado já havia decretado intervenção nos hospitais de campanha. “Desde a intervenção decretada no dia 2 de junho, todas as ações relacionadas a esses hospitais passaram a ser determinadas pela Fundação Saúde, que, no entanto, seguiu utilizando a mão de obra e os fornecedores de serviços e insumos contratados pelo Iabas.”
O Iabas foi contratado em março para construir e gerir sete hospitais de campanha no estado do Rio de Janeiro, mas uma série de denúncias em contratos emergenciais firmados pela SES levaram à prisão de um ex-subsecretário e um ex-secretário da pasta. Os hospitais do Maracanã e São Gonçalo foram os únicos que foram entregues, mas com atraso.
Witzel: “quem resolve é o secretário de Saúde. Não sou eu.”
Em um evento na Central Estadual de Abastecimento (Ceasa) neste sábado, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, disse que a política de saúde do Rio de Janeiro acertou mais do que errou no combate à pandemia. Ao ser indagado sobre os hospitais de campanha, ele pediu que jornalistas perguntassem sobre o assunto ao secretário estadual de saúde, Alex Bousquet.
“Isso é melhor você perguntar para o secretário de Saúde. Tudo que fiz como governador para resolver o problema da pandemia foi pautado na opinião de especialistas”, disse Witzel, que avaliou: “Vislumbro que acertamos muito mais do que erramos. E o que foi errado tem que ser corrigido. Agora, não pode transformar esse problema que nós tivemos, que não impactou na solução da pandemia, porque o Rio de Janeiro está dando exemplo para o Brasil pelas decisões que eu tomei. Agora, problemas acontecem, e esses problemas têm que ser resolvidos. E quem resolve é o secretário de Saúde, que é médico, tem especialidade para isso. Não sou eu”.
O Brasil registrou mais 21.326 pacientes curados da Covid-19 neste sábado (18), totalizando 1.342.362 pessoas recuperadas da doença.
No mundo todo, estima-se que cerca de 7,8 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram.
O número de pessoas curadas em todo o país já é mais que o dobro da quantidade de casos ativos (653.726), que são pacientes que estão em acompanhamento médico.
O registro de pessoas curadas já representa mais da metade do total de casos acumulados (64,6%).
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (18):
– Registro de 921 óbitos nas últimas 24h, totalizando 78.772 mortes;
– Foram 28.532 novos casos de coronavírus registrados, no total 2.074.860 pessoas já foram infectadas.
É a primeira vez em mais de um mês que o número de óbitos por covid-19 notificados num sábado fica abaixo de mil. A última vez havia sido em 13 de junho, quando 892 mortes foram registradas.
– O número total de recuperados do coronavírus é 1.342.362, são mais 21.326 pacientes curados em relação ao boletim de ontem. Outros 653.726 pacientes estão em acompanhamento.
Lamentável , olhe que ainda falta colocar o RJ . Bolsonaro e sua gripizinha ou resfradinho , levando o BRASIL a um verdadeiro massacre . Vai que é tua BOLSONARO .
Famoso pelas aparições ao lado dos presos mais notáveis da Operação Lava Jato, o ex-agente da Polícia Federal (PF) Newton Ishii, o “Japonês da Federal”, foi condenado por facilitação de contrabando pela fronteira Brasil-Paraguai, em Foz do Iguaçu. Ele perderá o cargo e ainda terá que pagar multa de R$ 200 mil.
Segundo a decisão do juiz Sérgio Luis Ruivo Marques, da 1ª Vara da Justiça Federal de Foz do Iguaçu, a conduta de Ishii foi de “extrema gravidade, com afronta direta a dignidade da função pública por ele exercida”.
A ação aponta que ele se “escondeu por trás do aparato institucional voltado ao combate do crime na fronteira, para facilitar o contrabando/descaminho, o que impede que o agente, após tal fato, prossiga atuando como agente policial”.
A multa de R$ 200 mil foi reais foi calculada a partir do valor de 40 vezes a média da renda autodeclarada por ele. O valor da condenação será atualizado monetariamente pelo INPC e sofrerá a incidência de juros moratórios, no patamar de 1% ao mês.
O empresário Marcelo Odebrecht, o ex-deputado Pedro Corrêa, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, entre outros alvos da Lava Jato que foram presas na investigação que apura desvios na Petrobrás, estão entre aqueles que foram escoltados pelo “Japonês da Federal” ao cárcere da PF em Curitiba – origem e base da grande investigação.
Com a imagem muitas vezes atrelada às ações da Lava Jato, Ishii chegou a inspirar marchinhas e máscaras no carnaval de 2016. “Ai meu Deus, me dei mal, bateu na minha porta o Japonês da Federal”, diz a música.
O agente da PF também tinha suas pendências judiciais. Em 2009, foi condenado por corrupção e descaminho por supostamente facilitar entrada de produtos contrabandeados do Paraguai. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) chegou a referendar a decisão de primeira instância, rejeitando recurso de Ishii.
E tem mais para os idiotas, caso se denuncie e provê que Bolsonaro e aliados, trilharam pelo mesmo caminho, que se julgue, prenda e ele tenha o mesmo destino do vagabundo de nove dedos. Rezem para que isso aconteça, nada mais natural, aí seria Bolsonaro e nove dedos no mesmo canto, o Brasil agradeceria.
Pense numa raça de idiota esses petistas vagabundos. O que o japones, que só foi buscar os meliantes, tem a haver com os crimes cometidos por eles, crimes fartamente comprovados, confesssdos por vários integrantes da quadrilha, inclusive Palocci, vcs quando votavam no PT, estavam querendo chegar onde? A união soviética, a Venezuela, Cuba, Bolívia, e outros menos qualificados, estão com as portas abertas, estão precisando de um bolsa família para se mudar? Aqui não tem mais espaço para o choro lamuriento de vcs. O barba fedorento e mentiroso está só arqueado no pescoço dos idiotas.
Essa turma da lavajato quebraram o pais criminalizaram a politica desmoralizaram a justiça e colocaram um pisicopata genocida na presidencia e semearam ódio dividiram o pais e agora articulam mais um golpe desta feita em cima do bozo pode um negocio desse
Nssa Lava Jato parece que só tinha gente sebosa. Se a ficha da Lava Jato estiver suja, a de Lula está limpa. Não ouvi mais notícias do pó do avião…..Alguém aí tem notícia??? Será que botaram embaixo do tapete??? Ou será que foi um vento que deu, e o pó se perdeu???
O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado que (18) o pagamento do auxílio emergencial a informais tem ajudado a economia a funcionar. Ele pediu novamente que governadores e prefeitos abram o comércio nas cidades.
Em transmissão ao vivo em redes sociais, o presidente também afirmou que os pagamentos da assistência são inicialmente limitados a meios digitais por falta de papel-moeda no país.
O governo anunciou nesta semana o calendário de pagamento da quarta e da quinta parcelas do auxílio de R$ 600.
“São R$ 50 bilhões por mês e parte desse recurso tem que ser digital, não tem papel para todo mundo. Então atrasa um pouco, é feito de forma progressiva, mas estamos atendendo. Isso tem ajudado a economia a continuar com seus sinais vitais funcionando e a gente espera que os governadores e prefeitos comecem a abrir o comércio de forma responsável”, afirmou.
“Estamos em uma pandemia que, no meu entender, mata muita gente, sim, mas não podemos esquecer que o desemprego e a queda da economia também levam à morte”, disse.
O auxílio foi estendido por mais dois meses com o mesmo valor (R$ 600), sem precisar enviar um novo projeto para o Congresso —a aprovação legislativa seria necessária caso houvesse alteração no valor. A prorrogação foi feita por decreto. No caso de mãe chefe de família o valor chega a R$ 1.200 por mês. Ao todo, o programa já atendeu cerca de 65 milhões de pessoas.
O Ministério da Cidadania publicou nesta sexta (17), no Diário Oficial da União, o calendário das parcelas restantes do auxílio emergencial, incluindo a quarta e a quinta.
Os novos pagamentos serão realizados em ciclos, obedecendo o mês em que o trabalhador recebeu a primeira parcela do benefício ou o período de inscrição no programa federal.
O valor será primeiro liberado no Caixa Tem para o pagamento de contas, de boletos e para realização de compras por meio de cartão de débito virtual ou QR Code. Os saques e as transferências bancárias obedecem outro calendário.
REALMENTE ESTÁ, MAS A PROPOSTA DO PRESIDENTE ERA R$200. A SORTE FOI O CONGRESSO QUE ELEVOU O VALOR. CONTUDO, ESSA CONTA VIRÁ PARA OS TRABALHADORES PAGAREM. JÁ SE FALA NA CRIAÇÃO DE IMPOSTOS.
Não confundir alhos com bugalhos.
Tá certo o governo federal
É como Paulo Guedes falou…."dá um abraço, e no mesmo momento coloca uma granada sem o pino no bolso do povo". Estamos f…..didos.
É CPMF com novo nome