Economia

Bolsonaro ignorou equipe econômica e autorizou manter reajuste de servidores e líder do governo disparou “Eu sou líder do governo, não de qualquer ministério”

Com aval do presidente Jair Bolsonaro ao corporativismo do funcionalismo público, o Congresso atropelou medida desenhada pelo ministro da EconomiaPaulo Guedes, de congelamento de salários dos servidores públicos, e reduziu em quase R$ 90 bilhões a economia nos gastos do governo federal, Estados e municípios com a folha de pagamento de pessoal até 2021.

O congelamento era a contrapartida que Guedes cobrou para repassar diretamente R$ 60 bilhões aos governadores e prefeitos nos próximos quatro meses, suspender dívidas e manter garantias do Tesouro em empréstimos, num alívio financeiro total de R$ 125 bilhões, em meio à crise provocada pela pandemia do coronavírus.

Câmara “salvou” várias categorias do congelamento e o Senado manteve as mudanças, com exceção dos policiais legislativos. As alterações reduziram para R$ 43 bilhões a economia que seria obtida nas contas de União, Estados e municípios.

O deputado Vitor Hugo, líder do governo na Câmara, ocupou na noite desta quarta a tribuna para comentar a flexibilização do congelamento de salários no âmbito do projeto de socorro a estados e municípios — os deputados mexeram no texto que saiu do Senado, o que obrigou nova análise por parte dos senadores.

“Tem sido caracterizado como ‘uma facada’ do líder do governo no ministro da Economia”, disse ele, referindo-se aos destaques da oposição aprovados com o apoio da liderança do governo.

Vitor Hugo elogiou a “competência” de Paulo Guedes, mas deu seu recado, ao defender o destaque do PDT que suprimiu a expressão que liberava reajustes apenas para profissionais “diretamente envolvidos” no combate à Covid-19, como os da saúde e da segurança pública.

“Foi uma determinação do presidente da República, cumprida pelo líder do governo. Eu sou líder do governo, não de qualquer ministério.”

A orientação para o governo votar ‘sim’ ao destaque do PDT partiu do próprio Jair Bolsonaro, segundo relatou Vitor Hugo, em ligação ontem à noite.

Como noticiamos mais cedo aqui, pelas contas do Ministério da Economia, a ampliação das categorias que não terão de congelar salários reduziu a economia da proposta de R$ 130 bilhões para R$ 43 bilhões.

 

Opinião dos leitores

  1. Este Ministro da Economia é um cidadão que nem no Brasil vivia não tem ou não quer enxergar que os Servidores Públicos Federais que ele chamou de sanguessugas já estão com os seus salários congelados desde o ano de 2015 e não são como ele informou que seriam só 18 meses e sim 72 meses sem ter em seus salários nenhum centavo a mais outra situação desfavorável logo no início de seu mandato o Presidente informou que iria alterar a alíquota do IRenda de 27,5% para 25% e até hoje não aconteceu nada a tabela do Imposto de Renda também desatualizada desde 2015. Por que sempre partir pra cima dos servidores penalizando aumentaram a contribuição para o
    INSS porque os Senadores os Senhores Deputados também não contribuem para ajuda na pandemia só tirando um pouco nem digo dos vencimentos e sim das regalias de valores que recebem indiretamente em seus salários que são milhares de salários mínimos em tempo de pandemia para que ajudas em passagens de aviões se nem voôs estão tendo; ajuda gasolina se estão enfrentando quarentena; é mais alguns milhões que recebem que ficaria aqui elencando sem fim imaginem a importância vultuosa que seria resolveria todos os problemas da Saúde em que estamos convivendo neste momento pensem nisto…

  2. Paulo Guedes tem problema nas suas faculdades mentais!
    Ele acha que o problema todo do serviço público são os servidores públicos e vive usando isso de desculpara para seus insucessos e para os problemas que não resolve.
    Se ele tivesse sido mais inteligente ele teria negociado o texto do senado com a manutenção dos reajustes para as categorias que estão no enfrentamento ao COVID-19 o que seria razoável e evitaria a necessidade da câmara emendar. Ai PG demonstra como sempre uma imensa DESUMANIDADE E IRRESPONSABILIDADE com a vida dos seres humanos que levam o serviço público nas costas a custo das suas próprias vidas na pandemia, perde o rumo das coisas e se faz de vítima depois. Os servidores públicos já pagaram a conta na reforma da previdência, já fizeram caixa pro governo ai os Governadores vem dilapidar o cofre da União e Guedes quer botar novamente os servidores para pagar as contas? ele é louco? PG Taylor no principio da administração aprendeu que os tempos e movimentos só funcionavam direito com o auxílio da motivação incentivar a tropa do combate ao COVID-19 é estratégico e o senhor que pensa apenas em números frios está esquecendo a essência do Brasileiro que é a HUMANIDADE! passe bem!

  3. O maluquinho que se encontra na presidência deverá perder o Guedes antes de Dezembro .
    Volta Rogério e venha ser nosso Givernador , caso não tenha interesse temos lá em Messias Targino a melhor Prfeita do Rn , do Pl e poderá ser nossa candidata . Shirley Targina tem postura e capacidade para ser uma ótima governadora .

    1. Rogério Marinho não ganha nem para síndico aqui no RN. Na reforma trabalhista, só fez maldades com o povão.

    2. Se o povo do RN tiver vergonha na cara Rogério Marinho não irá se eleger sequer para síndico de condomínio!

    3. Sim, ate pq é exatamente a mesma coisa governar o rn e governar uma cidade de 3 mil habitantes…

    4. Rogério Marinho, aqui, não ganha nem para líder de sala de aula.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Presidente da Argentina diz a Uruguai e Chile que epidemia no Brasil põe região em risco

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, disse nesta quarta-feira, 6, que o descontrole da pandemia de coronavírus no Brasil é um risco para a toda a região. Em entrevista à Rádio Con Vos, de Buenos Aires, ele afirmou que o assunto vem sendo tema frequente de conversas entre chefes de governo de países vizinhos. “Já falei com Piñera (presidente do Chile) e com Lacalle (presidente do Uruguai). É claro que o Brasil representa um risco”, disse Fernández.

Desde o início da pandemia, o presidente argentino adotou uma política oposta à do governo brasileiro. O primeiro caso de coronavírus no país foi confirmado no dia 3 de março, quando um homem de 43 anos, que havia voltado da Itália, testou positivo. Os casos seguintes também foram de pessoas que haviam chegado da Europa. Em 15 de março, Fernández impôs uma quarentena obrigatória para todos que regressavam à Argentina, com multa de até 100 mil pesos (cerca de R$ 8,5 mil) e prisão de 6 meses a 2 anos.

Em 20 de março, quando as autoridades argentinas registravam 128 casos e 3 mortes, Fernández endureceu ainda mais o isolamento, decretando uma quarentena compulsória e fechando as fronteiras. Foi a primeira medida radical no combate à pandemia, adotada no momento em que o Brasil contabilizava quatro mortes e o presidente Jair Bolsonaro tentava minimizar o problema.

Assim como no caso brasileiro, Fernández enfrentou resistência de alguns setores da economia. Grupos ligados à oposição convocaram para hoje uma marcha para violar a quarentena imposta pelo governo. A senadora Felicitas Beccar Varela e Patricia Bullrich, que foi ministra de Segurança Pública do ex-presidente Maurício Macri, acusam Fernández de usar o coronavírus como desculpa para fechar a economia.

Sempre que foi questionado, o presidente argentino rebateu. “Da morte não se volta, mas a economia se recupera”, declarou, no dia 30 de março. Duas semanas depois, ele defendeu o isolamento, alegando que a escolha entre quarentena e economia era “um falso dilema”. “Prefiro 10% a mais de pobres do que 100 mil mortos pelo coronavírus na Argentina.”

O rígido distanciamento social parece ter dado resultados. Até esta quarta-feira, 6, as autoridades de saúde da Argentina registravam 5 mil casos e 264 mortes – 6 óbitos em cada milhão de habitantes. Enquanto isso, a disseminação do vírus avançou um pouco mais no Brasil, ultrapassando 120 mil casos e 8 mil mortes – 38 óbitos em cada milhão de pessoas.

Na entrevista desta quarta-feira à Rádio Con Vos, Fernández voltou a dizer que a preocupação do governo argentino passa pelo desleixo com o qual o Brasil trata a pandemia. “Eu não entendo como (o Brasil) age com tanta irresponsabilidade”, disse o presidente. “O Brasil faz fronteira com toda a América do Sul, menos com Chile e Equador. Na Argentina, entram muitos caminhões brasileiros que vêm de São Paulo, que é o lugar mais infectado do Brasil.”

No dia 30 de março, Fernández já havia criticado a estratégia de Bolsonaro em relação ao coronavírus. “Lamento muito que não se entenda a dimensão do problema”, disse o presidente argentino, ao ser questionado sobre o esforço do governo brasileiro para retomar a atividade econômica. “Temo que, com esta lógica, o Brasil entre no mesmo espiral de contágios em que entraram Espanha, Itália e EUA, que declararam a quarentena quando já era tarde.”

A preocupação de Fernández é compartilhada por outros vizinhos. Na terça-feira, Luis Lacalle Pou, presidente do Uruguai, mandou reforçar os controles sanitários na fronteira com o Brasil. Álvaro Delgado, secretário da presidência, disse que via com “preocupação” a disseminação de casos do lado brasileiro. “O governo do Uruguai está preocupado com a situação em algumas cidades do lado brasileiro”, disse Delgado, após reunião de emergência do gabinete de Lacalle Pou, para tratar do assunto.

O Paraguai adotou medidas parecidas. Na segunda-feira, o presidente Mario Abdo Benítez esteve em Ciudad del Leste para supervisionar o controle na fronteira. Segundo o governo, 85% dos 2.810 paraguaios que voltaram ao país após o início da pandemia vieram do Brasil e foram responsáveis pela maior parte da disseminação da covid-19 no país. Em Pedro Juan Caballero, o Exército colocou arame farpado e cavou valas em alguns trechos da fronteira com o Mato Grosso do Sul.

Procurado, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil não respondeu aos pedidos de entrevista feitos pelo Estado.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. O fato de Bolsonaro sabotar a quarentena vai ferrar c o Brasil, principalmente c o turismo.
    O mundo vai ter medo de viajar p o Brasil.

  2. Continuo não entendendo como pessoas esclarecidas, continuam apoiando este governo, talvez quando os caixões começarem a se acumular, talvez.

    1. Tá responsabilizando Bolso pq? Qualquer prefeito ou juiz tá tendo mais autoritarismo pra trancar as pessoas.

    1. Bolsonaro está com anticorpos do corona e salvo, agora vai espalhar o vírus. RJ já tem mais de mil pacientes na fila esperando UTI, quando vc tiver na fila, aí você vai saber se estavam espalhando pânico. Se não pagar uma UTI aérea pra medicina privada em SP ou EUA, você vai se divertir com Bolsonaro.

    2. Quando você estiver na fila para uma vaga de UTI veremos qual vai ser uma opinião sobre essa gripizinha .

    3. Agradecia a seu incompetente de estimação do planalto. Hoje somos vergonha Internacional nesse mundo totalmente comunista (contém ronia, óbvio).

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Senado aprova auxílio aos Estados com mudanças da Câmara. Vejam as categorias que ficaram fora do congelamento

O Senado manteve nesta 4ª feira (6.mai.2020) parte das modificações feitas pela Câmara dos Deputados em relação ao auxílio aos Estados para o combate à pandemia da covid-19. A matéria vai à sanção. O presidente do Senado e relator do projeto, Davi Alcolumbre (DEM-AP), incluiu policiais federais e professores na lista de quem poderá ter aumento de salário.

Além dessas categorias, poderão ter reajuste a Polícia Rodoviária Federal, guardas municipais, trabalhadores da educação, lixeiros, agentes funerários e assistentes sociais.

Alcolumbre também colocou de volta no texto o critério proporcional para divisão dos recursos aos Estados, aprovado pelos senadores e retirado pelos deputados.

Ao todo, o impacto do projeto deve ser de quase R$ 103 bilhões. Esse foi o cálculo do governo para a versão do projeto aprovada pelos deputados. Seriam transferidos R$ 60 bilhões diretamente aos Estados e municípios. Outros R$ 43 bilhões seriam resultado da economia alcançada pelo congelamento de salários dos servidores.

Na versão originalmente aprovada pelos senadores, Estados e municípios alcançariam R$ 93 bilhões com o não reajuste salarial dos funcionários públicos até o fim de 2021. Alcolumbre, contudo, aceitou a maior parte das mudanças da Câmara que aumentavam a lista de profissões protegidas do congelamento. São quase R$ 30 bilhões a menos que a proposta do governo, que contava com 1 impacto total de R$ 130 bilhões. Eis a história da desidratação da proposta:

Ao todo, são cerca de R$ 87 bilhões retirados da economia prevista inicialmente pelo governo federal com o não pagamento de aumentos por 18 meses.

QUEM SE BENEFICIOU

Foram incluídos nas categorias que poderão ter reajuste: Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, guardas municipais, agentes socioeducativos, profissionais de limpeza urbana, de assistência social, trabalhadores da educação pública e profissionais de saúde da União. Já faziam parte dos que poderão ter reajuste nos próximos 18 meses, servidores da saúde como um todo e policias militares e civis.

O senador estendeu a possibilidade aos professores durante a sessão desta 4ª feira (6.mai): “Nós percebemos ser essencial, dada a importância que o Senado Federal teve nesse processo e também a importância devota aos professores e à educação pública brasileira, que esteja refletido também no programa federativo de enfrentamento ao coronavírus.”

CRITÉRIO PARA RECEBIMENTO

A Câmara também havia trocado o critério que estabelecia o valor do repasse de acordo com a quantidade de casos de coronavírus do Estado. Em vez do número relativo, o projeto aprovado levava em conta o número absoluto. O Amapá de Davi Alcolumbre receberia menos dinheiro. O senador rejeitou essa alteração e voltou à redação do texto original.

Em seu relatório, o presidente da Casa defendeu a escolha: [A taxa de incidência] permite comparações e análises mais precisas do problema. O número absoluto de casos (ou incidência como quer a emenda da Câmara dos Deputados) não é capaz de revelar uma realidade que vai além da mera contagem matemática.”

Outra alteração rejeitada pelo senador é a de que permitia que todos os trabalhadores dos setores citados pudessem receber reajustes. Agora, apenas aqueles que estiverem “diretamente envolvidos” ao combate da pandemia poderão ter aumentos nos salários.

O PROGRAMA

O socorro aos Estados estipula que a União terá que transferir R$ 60 bilhões para os entes da Federação. O montante deve ser usado por governadores e prefeitos para combater a pandemia da covid-19. Além de suspensões das dívidas de R$ 60 bilhões de Estados com a União até o fim de 2020.

A ajuda financeira deve ser diluída ao longo de 4 meses. O recurso será divido em R$ 7 bilhões aos Estados e ao Distrito Federal e R$ 3 bilhões aos municípios –exclusivos para ações de saúde e assistência social.

Esses R$ 10 bilhões para a Saúde deverão ser repartidos entre os entes, cada 1 com a parte citada acima, da seguinte maneira:

  • 40% de acordo com a taxa de incidência (número proporcional de casos);
  • 60% de acordo com a população de cada Estado ou cidade.

Outros R$ 30 bilhões irão diretamente para Estados e DF, e R$ 20 bilhões aos municípios.

PODER 360

Opinião dos leitores

  1. Agora ninguém segura, a competição começou. Qual o estado que tem maior número de casos? Fassam suas apostas. A população que se dane, o que querem mesmo é dinheiro. Hipócritas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Lula deve assistir a campanha de 2022 na cadeia

Duas vezes condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro, no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Lula tem futuro sombrio: os recursos vão demorar, mas advogados experientes acham que até meados 2022 ele estará atrás das grades, acompanhando a campanha eleitoral à distância. Ele deixou de ser réu primário, agora terá de somar as suas penas e dividir por seis, para ter progressão de regime: terá de cumprir, no mínimo, 3 anos e 11 meses em regime fechado.

São 8 anos e 11 meses do primeiro caso mais 17 anos e um mês no segundo, menos os 580 dias já cumpridos: sobram 23 anos e meio.

Lula queria adiar o julgamento do recurso alegando depoimento pífio de Sergio Moro. No besteirol protelatório, vale até falar mal da mãe.

Recursos de Lula serão recebidos pelo rigoroso Felix Fischer, ministro relator prevento, que já analisa outros casos da Lava Jato no STJ.

CLÁUDIO HUMBERTO

Opinião dos leitores

  1. "Lula não roubou um centavo. Seus bens provam isso. Ele escolheu errado seus aliados".
    (Ministro da Economia Paulo Guedes).

  2. A novidade seria que ele estivesse solto, a tática não será diferente de 2018, é limpar o terreno para os manobristas usurparem o poder. Só assim.

  3. Lula nunca dói preso apenas turistou agora que deve ser e olhe lá. A justiça no Brasil é falha. Em quanto tivermos Rodrigo Maia Fernando Henrique Cardoso e está com A de bandido brincando com dinheiro público a lei não se estabelece no Brasil.

  4. Não devia nem ter saído, esse patifes é e será o maior responsável pela morte de milhões de brasileiros. Esse canalha enganando os brasileiros e enfatizando que acabou com o complexo de vira latas, sediou a copa do mundo e as olimpíadas, gastando e deixando roubarem bilhões de reais, dinheiro que poderia está salvando a vida de milhões de brasileiros, entretanto e infelizmente com esse ato insano desse CORRUPTO condenado, não teremos nem UTI pra atender os infectados, só no RJ já tem 1000 infectados nas filas pra entrar na UTI, e que dependem só de milagre divino pra se salvar desse terrível mal. Esse infame foi o maior mal que o Brasil teve em toda sua história.

    1. Caro Fernando,
      Permita-me acrescentar 2 personagens a esse seu comentário: os ex-presidentes Sarney e Collor.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Álvaro Dias envia reforma previdenciária para a CMN com aumento de alíquota

O prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB), enviou à votação na Câmara Municipal o projeto de lei que trata da reforma previdenciária dos servidores públicos municipais, a fim de se adequar à Emenda Constitucional 103/2019, aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional, que instituiu a Reforma da Previdência no País.  O principal ponto é a elevação de 11% para 14% da contribuição previdenciária dos servidores.

A proposta de reforma da previdência municipal não prevê mudanças na idade mínima para aposentadoria e nem modifica as regras para o pagamento de pensão. Os aposentados e pensionistas permanecem isentos da contribuição nas aposentadorias e pensões até o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que hoje é de R$ 6.101,06. Só para quem recebe aposentadoria ou pensão acima desse valor, há o aumento na alíquota, de 11% para 14%, e apenas na parcela que exceder esse teto.

Para continuar lendo é só clicar aqui: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/prefeitura-envia-reforma-com-aumento-de-ala-quota-para-14/479274

TRIBUNA DO NORTE

Opinião dos leitores

  1. Isso é demagogia, covardia!
    Em pouco tempo tem que fazer outra reforma, deveria ser copia da reforma federal.

  2. Parabéns Prefeito, inteligentemente sobre saindo. Digo, a PREVIDÊNCIA é o teste para se consagra PREFEITO DA CAPITAL.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Bilionários americanos estão ficando ainda mais ricos com a pandemia

Os Estados Unidos estão sofrendo uma pandemia horrenda. Mas, embora o próprio coronavírus não aja com discriminação, há enormes disparidades entre aqueles que sofrem com as consequências econômicas da pandemia. Pesquisadores da Universidade Columbia projetam que as taxas de pobreza nos Estados Unidos em breve atingirão seus níveis mais altos em meio século.

No entanto, meus colegas e eu mostramos em um novo relatório para o Institute for Policy Studies que a riqueza dos bilionários norte-americanos na verdade aumentou quase 10% em apenas três semanas, exatamente quando começou a crise da COVID-19.

A desigualdade extrema de riquezas, em suma, é a “condição preexistente” dos Estados Unidos. E, a menos que ajamos intencionalmente – com políticas públicas ambiciosas destinadas a reverter a desigualdade – a recuperação da pandemia sobrecarregará ainda mais nossas desigualdades de renda, riqueza e oportunidade.

Já vimos isso acontecer antes, na recuperação da crise econômica de 2008. Uma recuperação que, para a maioria dos norte-americanos, nunca foi completa. O fato é que a maioria das famílias dos EUA entrou nessa pandemia com uma ressaca econômica persistente da quebra de 2008. Apenas 20% dos lares dos EUA haviam recuperado completamente a riqueza que possuíam antes da Grande Recessão.

Por outro lado, meus colegas e eu descobrimos que os membros da Forbes 400 – os 400 bilionários mais ricos dos Estados Unidos – conseguiram recuperar completamente sua riqueza em três anos. Dentro de uma década, a riqueza deles aumentou mais de 80%.

Agora, vemos esse padrão se repetindo de forma chocante em uma linha do tempo comprimida. A riqueza combinada dos bilionários norte-americanos já é maior do que há um ano, segundo nosso estudo. Pelo menos oito desses bilionários acrescentaram mais de US$ 1 bilhão à sua riqueza durante a pandemia.

Entre esses “especuladores da pandemia” estão Eric Yuan, CEO da Zoom, e Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft, dono do Skype e do Teams. Yuan e Ballmer estão lucrando com o boom das videoconferências.

Mas ninguém se beneficiou tanto quanto Jeff Bezos, da Amazon, que viu sua riqueza aumentar em US$ 25 bilhões desde 1º de janeiro, uma vez que os clientes locais se apoiam muito em compras online, entregas de supermercado e streaming. Esse aumento de riqueza para um indivíduo (maior que o PIB inteiro de Honduras) não tem precedentes na história dos mercados modernos.

Em suma, enquanto a maioria dos norte-americanos luta para atravessar uma recessão pior do que a enfrentada uma década atrás, um pequeno número de bilionários está destinado a lucrar como bandidos.

Para complicar a situação, a riqueza exponencial dos bilionários lhes confere uma influência extraordinária sobre o processo político, que eles usaram para cortar suas contas fiscais de maneira surpreendente nas últimas décadas. Segundo nossos dados, os impostos pagos pelos bilionários norte-americanos, medidos como uma porcentagem de sua riqueza, diminuíram impressionantes 79% entre 1980 e 2018.

Diante de tudo isso, não surpreende que as respostas políticas em tempos de crise tendam a refletir as prioridades dos mais ricos primeiro. Na última crise, em 2008, resgatamos os bancos de Wall Street, mas não os proprietários de imóveis e as pequenas empresas que fecharam as portas nas ruas das cidades.

Desta vez, no pacote de estímulo de US$ 2,2 trilhões aprovado pelo Congresso, as famílias comuns receberam um cheque único de US$ 1.200. As pessoas que ganham mais de US$ 1 milhão, no entanto, podem receber uma média de imposto do tipo windfall tax de US$ 1,6 milhão, segundo análise divulgada por dois congressistas.

Não precisa ser assim.

Em vez disso, o Congresso deveria elaborar projetos de lei para colocar mais dinheiro no bolso das pessoas comuns. Uma renda básica universal inicial de seis meses, de US$ 1.500 por mês por adulto, em famílias com renda abaixo de US$ 70 mil, reduziria o estresse econômico e a miséria, além de impulsionar as comunidades locais em dificuldades.

O dinheiro distribuído às pessoas que trabalham é muito mais provável de ser gasto rapidamente, à medida que as pessoas vão para supermercados, postos de gasolina e outras empresas locais para atender às suas necessidades imediatas. Os resgates financeiros para gigantes ricos e corporativos, por outro lado, podem acabar sendo gastos em recompras de ações ou canalizados para offshores no exterior.

Para ajudar a pagar por nossa recuperação, o Congresso deveria cobrar uma sobretaxa de 10% dos milionários sobre rendimentos acima de US$ 2 milhões, o que geraria cerca de US$ 635 bilhões nos próximos 10 anos, segundo o Tax Policy Center. Outras medidas devem incluir um imposto sobre a riqueza e um imposto progressivo sobre a herança.

Enquanto isso, devemos nos proteger contra os lucros extraordinários garantindo uma supervisão rigorosa do Congresso sobre os fundos de estímulo já aprovados e cobrando um imposto sobre lucros excedentes, como acontece em tempos de guerra.

Por fim, os trabalhadores da linha de frente que entregam os pacotes, mantimentos, refeições e cuidados para aqueles que ficam em casa merecem cobertura de assistência médica, salários decentes e direitos e proteções no local de trabalho – para proteger sua riqueza e sua saúde.

A desigualdade extrema pode ser uma condição pré-existente na América. Mas, com as ações corretas agora, podemos sair dessa pandemia rumo a uma sociedade mais decente e igualitária.

 

*Chuck Collins dirige o Programa de Desigualdade no Institute for Policy Studies. Ele é coautor do estudo da IPS Billionaire Bonanza 2020: Wealth Windfalls, Tumbling Taxes, and Pandemic Profiteers (Prosperidade Bilionária 2020: Riquezas inesperadas, impostos caídos e especuladores de pandemias, em tradução livre). As opiniões expressas neste texto são dele.

CNN BRASIL

Opinião dos leitores

  1. Neoliberalismo não é um sistema de geração de riqueza, mas de concentração desta e "pilhagem" dos bens construídos pela sociedade pela elite!

  2. Equivocada reportagem, Lógico que poucos poderão sair melhores economicamente, mas a grande e imensa maioria sucumbirá, vejam que até a economia declinou. portanto a imensa maioria de ricos e pobres não irão faturar, nem consumir, e isso não gerará riqueza pra ser distribuida

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Metade da população Brasileira poderá ter de receber auxílio, diz estudo

O auxílio emergencial para trabalhadores informais já beneficiou 50 milhões de pessoas, mas esse número deve crescer para pelo menos 80 milhões e pode chegar a 112 milhões, mais da metade da população brasileira, caso a crise gerada pelo coronavírus gere mais perda de renda.

A IFI (Instituição Fiscal Independente), órgão do Senado, realizou uma série de simulações com base nos dados das estatais Caixa e Dataprev até 1º de maio.

Mantido o número de pessoas já beneficiadas com o primeiro pagamento, a despesa em três meses ficaria em R$ 96,5 bilhões.

Se o governo mantiver o percentual de aprovação das pessoas cadastradas (nem todas foram analisadas e algumas tiveram o benefício negado), serão 63 milhões de brasileiros e uma despesa de R$ 120,4 bilhões. Esse é praticamente o valor que o Tesouro Nacional já reservou para fazer os pagamentos (R$ 123 bilhões).

Na avaliação do analista da IFI Alessandro Casalecchi, responsável pelo estudo, o cenário mais provável é aquele que considera a inclusão de mais 17 milhões a esse número, totalizando 38% da população e uma despesa de R$ 154,4 bilhões, cerca de cinco anos de gastos do Bolsa Família.

Nesse caso, o governo terá de arranjar mais R$ 30 bilhões.

No cenário mais extremo, seriam pagos R$ 218 bilhões a 112 milhões de brasileiros, 53% da população.

Para isso, seria necessário que todas as pessoas no Cadastro Único do governo, mas que não são beneficiárias do Bolsa Família, se tornem elegíveis. O número de informais aptos teria de triplicar. Algo que só ocorreria com uma grande piora do desemprego.

Há três grupos de beneficiários que receberão R$ 600 ou R$ 1.200 do chamado “coronavoucher”. O primeiro é formado por trabalhadores informais que se cadastraram via aplicativo da Caixa. São 20 milhões já recebendo e que devem se tornar 40 milhões no principal cenário da IFI.

O cálculo considera que será mantido o percentual de aprovação de 66% dos cadastrados.

Até o momento, 46 milhões de pessoas se inscreveram, mas 10,8 milhões tiveram o benefício negado, 13,7 milhões terão de completar o cadastro e 1 milhão ainda espera processamento dos dados.

O segundo é formado por cidadãos que já recebiam o Bolsa Família (com valor médio de R$ 191,86) e agora vão receber um valor maior. A expectativa é que o número de beneficiados suba de 19 milhões para 20 milhões, pois a maior parte do cadastro já foi analisada nesse caso.

O terceiro é composto por inscritos no Cadastro Único do governo, mas que não recebiam Bolsa Família. São 10,8 milhões já recebendo o “coronavoucher”, mas que devem chegar a pelo menos 20 milhões, segundo a IFI.

Atualmente, os elegíveis representam apenas 34% do total do grupo. Com um eventual agravamento das condições econômicas, segundo a instituição, parte dos demais 66% (21,3 milhões de pessoas) poderia se tornar elegível, à medida que sua renda cai ou seu emprego é perdido.

“É muito difícil saber a quantidade total das pessoas que vão perder emprego e renda. O pessoal do grupo 3 já está em uma certa situação de vulnerabilidade e pode acabar perdendo renda com a deterioração da economia e alimentar o contingente final de elegíveis”, afirma Casalecchi. “O aumento do desemprego elevará o número de elegíveis.”

Os cálculos consideram apenas as regras vigentes. Recentemente o Senado aprovou projeto que aumenta as categorias contempladas pelo auxílio emergencial (como motoristas de aplicativos, taxistas, caminhoneiros, músicos, pescadores artesanais, catadores de materiais recicláveis, mães adolescentes e pais solteiros), entre outras mudanças, com despesa adicional estimada em R$ 13 bilhões pelo Ministério da Economia.

Também foram estimados os valores para três meses. Caso a quarentena dure mais tempo, o governo terá de gastar mais. Há uma dúvida jurídica em relação à possibilidade de pagamento das três parcelas para pessoas que só se tornarem elegíveis em maio e junho. A IFI considerou que todos receberão três pagamentos.

“Os cálculos da IFI mostram que o custo do pagamento dos R$ 600 será elevado. É importante atentar para o caráter temporário do programa, evitando que essa despesa, que é necessária, transborde para o pós-crise”, afirma o diretor-executivo da instituição Felipe Salto.

Até o dia 1º deste mês, 40,8 milhões receberam o benefício de R$ 600 (82% dos beneficiados). Outros 9,2 milhões sacaram R$ 1.200 (mães solteiras). O gasto somou R$ 35,5 bilhões. A estimativa da IFI é uma renda média de R$ 692 para os beneficiários em seu principal cenário.

Entre os beneficiários do Bolsa Família contemplados, destacam-se os que estão na Bahia (13% do gasto), em São Paulo (10%), em Pernambuco (8,2%) e no Ceará (7,9%)

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Não acredito, o PT não tinha acabado com os miseráveis, pelo menos é o que escuto dos adoradores de CORRUPTOS condenados.

    1. Tinha, mas Temer, PSDB, DEM, Lava Jato, Moro, Paulo Guedes, Globo e Bolsonaro restauraram a miséria no país!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Lula agora é a favor da saída de Bolsonaro

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (6) que defende a saída do cargo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “Eu tô nessa do Fora Bolsonaro. Ele não tá qualificado como ser humano pra presidir um país”, escreveu o petista, em sua conta oficial no Twitter.

A fala foi retirada de mais uma transmissão ao vivo que o ex-presidente fez hoje, em que discutiu com aliados políticos a condução da crise da pandemia do novo coronavírus. A publicação, que foi imediatamente fixada (quando se torna a destacada do perfil de determinado usuário), marca uma inflexão no discurso de Lula ao longo da atual crise.

Até o começo de abril, o discurso oficial do ex-presidente e do PT, que é a maior bancada da Câmara dos Deputados, era o de que Bolsonaro havia sido eleito para um mandato de quatro anos e que o partido não deveria endossar uma campanha para que fosse retirado prematuramente do cargo.

“Elegemos uma pessoa que tem desprezo pelas relações humanas. O Bolsonaro não tem condições de gerir a pandemia porque ele não acredita nela. Ele acha que o Brasil está imune, enquanto o país pode se tornar o epicentro do coronavírus”, afirmou Lula durante a transmissão de hoje.

No final do mês passado, as bancadas do PT na Câmara e no Senado já haviam anunciado a defesa de “uma campanha por mudanças institucionais e políticas para garantir a democracia no país, em defesa da vida e contra a manutenção de Jair Bolsonaro à frente do governo”.

No entanto, mesmo depois disso, o ex-presidente havia defendido que o partido tivesse cautela a respeito de impeachment e não apresentasse sozinho um pedido de afastamento de Bolsonaro. Lula também tem evitado endossar as críticas a Bolsonaro oriundas do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que, enquanto juiz federal, foi responsável por condená-lo no âmbito da Operação Lava Jato.

“Não pode haver inversão da história. O Bolsonaro é filho do Moro, e não o Moro cria do Bolsonaro”, escreveu o ex-presidente, também nas redes sociais.

CNN BRASIL

Opinião dos leitores

  1. Claro, todo bandido tem medo de polícia, e nós brasileiros de bem, trabalhadores, somos a favor de Lula dentro, bem dentro da CADEIA.VAGABUNDO

  2. quem é esse ? ah é aquele presidiário, aquele que roubou uma nação, aquele que todos ao seu redor são culpados e ele é inocente, aquele que disse que Palocci é fantasioso depois que Palocci abriu o jogo mesmo depois de ter convivido a anos sendo o seu braço direito, vai te catar safado , tu não tem moral pra falar de ninguém a não ser dos teus companheiros de cela.

  3. Todo mundo está a favor da saída de Bolsonaro.
    Até o pessoal do mercado financeiro.

  4. Assim como os doentes xiitas do PT diz que Lula elegeria um poste, isto ñ se concretizou com Haddad, pois sem Lula ñ temos um poste e sim um Morão, que é que vai terminar este ciclo do governo bipolar tresloucado do Bolsonaro é seus 3 filhos irresponsáveis.

  5. Quantos intelectuais……quem elegeu BOLSONARO foi o povo……e vai eleger em 2022 outra vez………..BOLSONARO até 2026….

  6. Voltei a concordar com Lula ladrão . É Bolsonaro com a galega e os doidinhos dele em uma ilha de Angra e Lula de volta à cadeia .
    Chama o Mourão , educado e respeitado , l serve para ser nosso Itamar Franco

  7. O arcaico, ultrapassado PT, grita Fora Collor, fora Itamar, fora FHC, só não gritou fora Ladrão Lula, de maneira que tudo vindo desse ex presidiário, não tem mais efeito.
    Uma frase vazia.

  8. Quem elegeu Bolsonaro foi a lava jato, Sem ela não tinha Bolsonaro que nem campanha fez.E sem Sérgio Moro não tinha lava jato. O contrário DO que afirmou o ex….

    1. Seguindo essa tese, quem elegeu Bolsonaro, então, foi o próprio PT pelas suas atitudes como governo…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Justiça de São Paulo solta 3,1 mil presos por causa do Coronavírus

A Justiça de São Paulo já ordenou a libertação de 3,1 mil presos no estado. A medida visa preservar as vidas dos detentos que são de grupos de risco para Covid-19.

Do total, 130 presos estavam condenados pela Lei Maria da Penha, que pune atos de violência doméstica contra a mulher.

A maioria dos que foram soltos estava detida por tráfico de drogas: 1.273. Em segundo lugar vem furto, com 608 presos soltos, e roubo, com 342. Há ainda 103 condenados por homicídio entre os soltos e 82 por lesão corporal.

Quase a metade dos que foram colocados em liberdade têm menos de 30 anos (1.488), mas com doenças pré-existentes que podem agravar um quadro de Covid-19.

O sistema prisional registra até agora 14 casos confirmados de Covid-19, com sete óbitos. Dois se recuperaram e cinco seguem internados; 56 suspeitos estão isolados.

MÔNICA BERGAMO

Opinião dos leitores

  1. SÓ EM CABEÇA DE AUTORIDADES MALÉFICAS E CABE UM RACIOCÍNIO DESSE, COMO É QUE SE FAZ ISOLAMENTO, SE SOLTA TRÊS MIL PRESOS ALGUNS COM ALTA PERICULOSIDADE E QUE ESTÁ SOLTO FICA EM CASA (PRESO)? SEI NÃO, FIM DE MUNDO É COMPLICADO.KKKKKKKKKKKKK

  2. Parabéns ao boneco de cera, prende cidadãos e trabalhadores pra conter a pandemia, mas solta bandidos pra disseminar violência.

  3. Justiça???
    O nome disso é justiça?????
    Como fica o cidadão de bem aqui fora??
    Amparado por essa tal justiça????
    Vem cá!!
    Exister justiça nisso????
    Ou eu estou ficando louco??
    Francamente!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Americano detido na Venezuela diz que fazia parte de um plano para sequestrar Maduro. Oito pessoas teriam sido mortas

Em um vídeo exibido pela VPI, TV estatal venezuelana, um dos americanos detidos pelo governo do país disse que pretendia, junto a outros mercenários, sitiar Caracas e levar o ditador Nicolás Maduro para os EUA.

Nesta segunda-feira (4), Maduro afirmou em um discurso televisionado que 13 pessoas, a quem chamou de terroristas, foram capturadas durante tentativa de invasão do país pelo mar. Oito pessoas foram mortas na operação, segundo Caracas.

Dois dos capturados são os americanos Airan Berry e Luke Denman —o ditador mostrou o que disse serem os passaportes e outros documentos de identificação dos homens.

Em imagens apresentadas pela TV estatal, um americano responde a perguntas em inglês de uma pessoa que não aparece no vídeo.

O americano se apresenta como Luke Denman, diz que tem 34 anos, vive em Austin, no Texas, e afirma que fez parte do Exército dos EUA durante cinco anos.

Depois, diz que foi contratado pela Silvercorp para treinar grupos de venezuelanos na Colômbia, ir com eles para Caracas, capturar Maduro e levá-lo aos EUA.

Em outro trecho, o entrevistador pergunta a Denman: “Por que Trump insiste em invadir a Venezuela, se o país não representa uma ameaça para os EUA?”. O americano responde apenas não saber a razão.

Mais adiante, o entrevistador questiona o mercenário se ele se sentiria bem caso seu país fosse invadido e tentassem assassinar seu presidente. Denman responde que “não, porque isso resultaria em uma guerra mundial”.

Ao final do vídeo, o americano mostra a cópia de um documento pelo qual Juan Guaidó, líder da oposição venezuelana, teria contratado o serviço de sequestro de Maduro.

Denman diz que o documento está assinado por Guaidó e Jordan Goudreau, fundador da Silvercorp e veterano das Forças Armadas dos EUA.

Depois da exibição do vídeo de Denman, Maduro diz pela TV estatal que “Donald Trump é o líder direto dessa invasão”.

Goudreau afirmou à agência Reuters ter participado da operação e disse que Berry e Denman também estavam envolvidos.

Em nota, Guaidó negou as acusações e disse não ter nenhum envolvimento com a Silvercorp.

O presidente americano também negou participação no caso. Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA, disse que seu governo usará “todas as ferramentas” para assegurar o regresso dos americanos, se eles ainda estiverem na Venezuela.

Em março, o Departamento de Justiça americano acusou de narcoterrorismo Maduro e aliados e estabeleceu uma recompensa de até US$ 15 milhões (R$ 75 milhões) por informações que levem à captura ou à condenação do político.

Em entrevista coletiva na segunda-feira, o procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, aliado de Maduro, apresentou uma cópia do contrato da operação da Silvercorp para jornalistas e disse que irá investigar o caso.

Saab mostrou ainda um vídeo em que o próprio Goudreau afirma que uma operação para derrubar Maduro estava em andamento.

Segundo o regime, entre os presos na ação está o capitão dissidente Antonio Sequea, um dos 30 militares que se rebelaram contra Maduro em 30 de abril do ano passado, em operação liderada por Guaidó.

Saab também disse que a operação teria custado US$ 212 milhões (R$ 1,1 bilhão). A ação teria sido paga com dinheiro roubado da estatal petrolífera PDVSA e com montantes das contas venezuelanas bloqueadas por Washington e por outros países.

FOLHAPRESS

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comportamento

VÍDEO: Major Olímpio diz em live que ‘mulher que trepa gritando é qualidade’

Uma live feita pelo senador Major Olímpio (PSL-SP) na quarentena causou espécie: “Boi que pula rodando e mulher que trepa gritando não é defeito, é qualidade”, disse ele, de chapéu de rodeio.

O senador afirma que copiou a frase do cantor Asa Branca, que a usava quando animava rodeios.

Opinião dos leitores

  1. É uma babaquice, mas isso só depõe contra ele mesmo, em nada afeta sua trajetória parlamentar. Há inúmeros idiotas machistas tipo esse cara no mundo e é difícil se livrar deles.

  2. Esse é o nível de muitos dos nossos políticos, que se elegeram na onda da grosseria de Bolsonaro. Ganha só de salário 33 mil, fora os vários auxílios a que tem direito. E os filhos até 33 anos tem garantido assistência médica. TUDO AS CUSTAS do imposto que você paga. Esse é o governo da grosseria, da truculência.

  3. Deixaram de votar em Suplicy para eleger esse outro imbecil. Voltamos uns 100 anos no tempo e nos costumes graça ao gado.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Governo recorre ao STF para não entregar vídeo de reunião com Bolsonaro citada por Moro

A AGU (Advocacia-Geral da União) recorreu da decisão do ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), de obrigar o governo a entregar a gravação da reunião em que o presidente Jair Bolsonaro teria ameaçado demitir o então ministro da Justiça, Sergio Moro, caso não trocasse o diretor-geral da Polícia Federal.

O órgão que faz a defesa judicial do Executivo alega que o encontro pode ter tratado “assuntos potencialmente sensíveis e reservados de Estado, inclusive de Relações Exteriores, entre outros”.

Moro citou a reunião no depoimento à Polícia Federal, no último sábado (2), como prova de que o chefe do Executivo queria interferir no trabalho da corporação.

O ex-juiz da Lava Jato disse aos investigadores que, no encontro, Bolsonaro também teria manifestado o desejo de trocar o superintendente da PF no Rio de Janeiro, o que se concretizou após a saída de Maurício Valeixo da chefia da Polícia Federal.

O ex-ministro acusou, ainda, o presidente de querer acesso a informações de investigações em curso e a relatórios de inteligência, o que não é permitido pela legislação.

Na última terça-feira (5), o ministro Celso de Mello, do STF, relator do inquérito que investiga as acusações de Moro, deu 72 horas para o Palácio do Planalto entregar uma cópia dos “registros audiovisuais” da reunião ocorrida em 22 de abril.

O ministro mandou oficiar com urgência o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira, o chefe da Secretaria especial de Comunicação, Fabio Wajngarten, e o chefe da Assessoria Especial do presidente, Célio Júnior.

“As autoridades destinatárias de tais ofícios deverão preservar a integridade do conteúdo de referida gravação ambiental (com sinais de áudio e de vídeo), em ordem a impedir que os elementos nela contidos possam ser alterados, modificados ou, até mesmo, suprimidos, eis que mencionada gravação constitui material probatório destinado a instruir, a pedido do Senhor Procurador-Geral da República, procedimento de natureza criminal”, determinou o magistrado.

No recurso de uma página, a AGU pede que Celso de Mello reconsidere a decisão com o único argumento de que a reunião pode ter sido “tratados assuntos potencialmente sensíveis e reservados de Estado, inclusive de Relações Exteriores, entre outros”.

A determinação do magistrado gerou uma guerra de versão entre auxiliares de Bolsonaro.
Aliados do presidente divergem sobre quem esteve com o cartão de memórias da gravação e afirmam que o vídeo não teria captado o encontro por inteiro e que deverá ser entregue uma versão curta da reunião ao Supremo.

A intenção é confirmar a afirmação do ex-ministro de que Bolsonaro teria cobrado, nesse encontro, a substituição do diretor-geral da PF e do superintendente da corporação no Rio de Janeiro, além de relatórios de inteligência e informação da Polícia Federal.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. A PF tem que fazer uma ampliação na cela onde Lula vai cumprir sua pena e colocar também o Bolsonaro delinquente junto. Seria uma punição exemplar para os dois encantadores de burros. Se merecem.

  2. Em frente as câmeras de toda imprensa esse imbecil diz o que diz, imagina num recinto fechado com seus auxiliares e capachos, deve extrapolar todos as normas democráticas e anti éticas possíveis e inimagináveis. Isso deveria ser publicado e explicitado para o mundo, assim como fizeram com o atos insanos de luladrão, dessa forma mostraria o louco desvairado presidente que novamente elegemos.

  3. Numa reunião com ministro onde possivelmente foi tratado assunto de estado, dizer que não foi gravada toda reunião, é assumir e em outras palavras dizer que vão forjar as possíveis provas do que Moro disse. #MoroTemRazão.

  4. Bolsonaro tem as mesma características de luladrão, temta dificultar e obstruir as investigações, protela o trâmite dos processos, e reclama de celeridade processual. Enfim, são criminosos que tentam escapar das garras da justiça.

  5. Tá na hora de partir , o capitão e seus meninos devem sumir da oolítica . Ainda bem que os ministros em sua maioria ou nos faz rir ou continuam fazendo um bom trabalho . CHAMA O MOURÃO .

  6. Pra quem acha que o depoimento de Sérgio Moro é fraco, não sabe o que está dizendo.
    Sempre achei o Moro cirúrgico, se deixarem, a verdade vem a tona.
    MORO PRESIDENTE!!!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Em apenas seis dias, maio registra 2634 óbitos e quase 40 mil infectados por coronavírus no Brasil

Foto: Cadu Rolim/FotoArena/Estadão Conteúdo

O Brasil registrou nesta quarta-feira (6) um total de 8.536 óbitos causados pelo coronavírus e 30% deste número foi contabilizado somente no cinco primeiros dias de maio, quando morreram 2.634 pessoas, de acordo com os números do Ministério da Saúde.

O número de óbitos registrados somente na quarta(6) foi de 615. Há exatamente um mês, no dia 6 de abril, o total de mortes em todo o Brasil era de 553 e o total de casos era de 12.056. No último boletim do ministério, foram confirmados 10.503 novos casos em apenas um dia.

A quantidade de casos confirmados nos primeiros seis dias de maio também cresceu de forma significativa. O Brasil saltou de 85.380 no último dia de abril para 125.218 registrados na quarta, dia 6 de maio. Uma diferença de 39.838 infectados. Portanto, em seis dias, o mês de maio registrou 31,8% do total de casos no país.

Do total de curados em todo o país que são 51.370, o mês de maio em seus primeiros dias registrou 13.331, o equivalente a 26% de pacientes já recuperados do coronavírus.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Seis primeiros dias de maio concentram 22% dos registros de óbitos por coronavírus no RN

Foto: Adriano Abreu

O primeiro óbito no Rio Grande do Norte provocado pelo coronavírus ocorreu no dia 28 de março. Um professor de 61 anos faleceu em Mossoró. De lá pra cá, passaram 39 dias.

Somente nos últimos cinco dias, do dia 01 ao dia 06, o RN registrou 16 óbitos de um total de 72. Estes 16 equivalem a 22% das mortes registradas provocadas pela pandemia.

De 1º a 6 de maio, o RN acumulou 347 novos casos de covid-19, 21% do total de infectados que chegou a 1.644, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Sesap nesta quarta-feira (6). O primeiro caso da doença no estado foi confirmado no dia 12 de março, uma mulher de 24 anos.

Os cinco primeiros dias de maio também concentram o maior números de pacientes recuperados. Do total de 662 já curados do coronavírus, 37% foram considerados curados neste mês, são 249 pessoas.

Opinião dos leitores

    1. O cara quer ficar em lockdown (como num curral), e os outros é que são "gado"…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Procuradores de Mato Grosso ganham “bônus covid” de R$ 1 mil

Foto: reprodução

Enquanto a pandemia do novo coronavírus provoca desemprego e corrói as contas públicas do País, o procurador-geral de Justiça do Estado de Mato Grosso, José Antônio Borges Pereira, decidiu criar uma “ajuda de custo” de R$ 1 mil para procuradores e promotores desembolsarem gastos com a própria saúde. O benefício, apelidado de “bônus covid” na região, já entrou na mira do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

“Farão jus à ajuda de custo para despesas com saúde os membros e servidores, efetivos e comissionados, ativos do quadro de pessoal do Ministério Público do Estado de Mato Grosso”, diz o ato administrativo assinado pelo procurador-geral na última segunda-feira (4). Um total de 1.111 pessoas podem ser beneficiadas pela medida, nas contas do CNMP.

No caso de servidores (efetivos e comissionados), o valor do “bônus covid” será de R$ 500. Para procuradores e promotores, o benefício é o dobro – salta para R$ 1 mil. Conforme as regras fixadas por Pereira, o beneficiário deverá apresentar a cada 12 meses a comprovação dos gastos, por meio da apresentação de boletos bancários ou notas fiscais emitidas por planos ou seguros de saúde.

Segundo os últimos dados do Ministério da Saúde, Mato Grosso aparece em 25º lugar na lista das unidades federativas com mais casos confirmados do novo coronavírus. Até agora, o Estado é um dos menos afetados pela doença, com 365 pessoas contaminadas e 13 óbitos, aparecendo em antepenúltimo lugar no ranking nacional.

Crise. Em uma ofensiva para barrar o “bônus covid”, o conselheiro Valter Shuenquener de Araújo, do CNMP, alertou na última terça-feira (5) o procurador-geral da República e presidente do conselho, Augusto Aras. No ofício, Araújo aponta que, se todos os integrantes do MP local ganharem o “bônus covid”, o custo aos cofres públicos pode chegar a R$ 680 mil por mês.

“Como é cediço, o Brasil e o mundo passam por uma grave crise sanitária e econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus. Nesse contexto, não me parece minimamente razoável, no atual cenário de crise mundial, a elevação de dispêndios públicos mediante a criação de indenização a membros e servidores”, escreveu Araújo.

“Tendo em vista a urgência e os impactos negativos que o ato poderá causar, entendo conveniente a análise urgente sobre o cabimento da suspensão imediata do ato que implementa o pagamento da rubrica em questão”, pediu Araújo.

O relator do caso, conselheiro Sebastião Vieira Caixeta, pediu nesta quarta-feira que o Ministério Público de Mato Grosso apresente informações até as 19h desta quinta-feira.

Outro lado. Em nota, o MP de Mato Grosso alega que os recursos já estavam previstos no orçamento deste ano. “Ou seja, não se trata de um dispêndio financeiro sem lastro orçamentário que venha a exigir o aporte de suplementações ou remanejamento orçamentário, e estava planejado antes mesmo da pandemia”, informa a instituição.

Segundo o MP-MT, como o Congresso discute o congelamento de salários de servidores públicos das esferas federal, estadual e municipal, a “ajuda de custo teve que ser regulamentada agora”.

Fausto Macêdo – Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. kkkkkk
    Faz o que mando e não faz o que faço!!!
    Essa é a Justiça do Brasil, sem comentários!
    Isso mostra que a lei precisa ser revista pq brincam com o dinheiro do povo.
    Isso é o que dar deixar poder nas maos desse sujeitos da Justiça.

  2. Pqp esse povo sem noção sempre contribuindo para o aumento da desigualdade social. Enquanto o trabalhador, depois de muita luta e filas, ganha 600 reais para escapar, Promotor q já ganha 30 mil, ainda consegue uma forma de embolsar mais mil reais. Brasil, país inviável, que só produz desigualdade.

  3. Conclusão: Planos de saúde e médicos cobram mais dinheiro pelo atendimento a procuradores de justiça e a promotores de justiça; cobram metade do valor a servidores efetivos e comissionados.

  4. Enquanto isso…
    Os meros mortais que estão com seus empregos em risco recebem, no máximo, R$ 600,00.
    Todos iguais, mas uns mais iguais que os outros!
    Até quando o povo vai viver nessa apatia, aceitando toda sorte de excrescência?

  5. A insensibilidade do setor público com a situação desesperadora de muitos brasileiros e empresas e chocante, falta, ética, lisura , compaixão.
    Estamos em um país aonde a população, não tem saúde, educação, segurança, infraestrutura, mas carregar nas costas um setor público nos 3 poderes cada dia que passa mais pesado, por isso que a população precisa continuar sem educação e não saber para onde estão sendo drenados todos o dinheiro que pagamos dos impostos. VERGONHA!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

TRF-3 manda Bolsonaro entregar exames de coronavírus

Foto: reprodução

O desembargador André Nabarrete, do TRF-3, decidiu nesta quarta-feira (6) manter a obrigação de Jair Bolsonaro entregar “os laudos de todos os exames” realizados para detectar o novo coronavírus. A determinação de que o presidente torne públicos os seus exames veio da Justiça Federal de São Paulo.

Leia a matéria completa no site Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. O cara viajou para os EUA e toda equipe praticamente foi infectado, só ele que não?
    Acontece uma coletiva e todos estão de máscaras, ele não estava infectado?
    A justiça é acionada para obrigá-lo a mostrar os exames e ele não mostra?

    Ainda existe dúvidas que Bolsonaro não pegou Covid-19? Só acredita que não aquelas pessoas que também acreditam em papai Noel, coelhinho da páscoa, entre outros.

  2. BG boa noite.
    Sou ouvinte assíduo do seu programa de rádio, desde a 98fm acompanho o seu blog desde quando ainda era nas cores verdes. Pois bem, apesar de ouvir diariamente e ouvir sua audiência aumentar (isso é muito bom pois torço por vc), a sua bancada tem tomando um rumo bem diferente do que vc tinha anteriormente. Não me refiro a posicionamento político, mas sim o foco da análise com críticas pesadas a pessoas políticas, principalmente contra o presidente. Anteriormente, o trabalho ou o histórico das personalidades políticas realmente fazia diferença na sua análise. Hoje, o foco tem sido outro e tem prejudicado de mais os resultados. Não sou bolsonarista, nem votei nele para presidente, mas o governo federal hoje vem realizando diversas frentes de trabalho em vários setores e a equipe do governo tem desempenhando o grande trabalho agora, e na crise econômica que vinhamos enfrentando. Não baixe o nível do seu programa com análises de personalidades e/ou meramente políticas. É interessante ver resultados, resultados de fato, independente de lado ou ideologia política.
    Era isso. Acredito no seu trabalho e talento.
    PS: essa é uma mensagem mais pessoal do que comentário para a notícia, mas fique a vontade para publicar ou não.

    1. Acho que o programa está indo muito bem , tem sido altamente informativo , muito bem apresentado e com comentaristas de ótima qualidade . É rádio está ligado na emissora já no automático na hora do programa . Peço ao BG que analisar também meu comentário positivo , sou ouvinte a muito tempo do programa desde a outra emissora e não tenho dúvida em dizer que o programa hoje está muito melhor .

    2. BG, sou leitor do seu Blog desde o tempo que tinha a marca de rastros de pneus na tela. Você e seu modo de noticiar os fatos não mudaram. A bancada de seu programa de rádio sempre foi sucesso por ser equilibrada. No seu programa não tem mais espaço para a direita ou para a esquerda. O problema é que quem mudou foi Bolsonaro e não você nem seu modo de fazer jornalismo. Ninguém tem sua audiência porque não conseguem dar notícias e fazer análises de forma sincera e consciente como você e sua equipe. Seu programa não mudou nem perdeu audiência. Quem mudou e perdeu apoio foi o presidente Bolsonaro. Tento assistir, ouvir ou ler outros, mas chego a me sentir mal com a forma tendenciosa, injusta e agressiva com que certos jornalistas(?) narram e analisam os fatos. Você tem duas grandes qualidades que te destacam dos demais: Ser autêntico e justo.

  3. Vitor Silva melhor vc ensinar a esse seu parente roubar como o mensalão e petrólao, será seu parente um incapaz e vc deve ser o tutor ou curador dele, deixa de ser imbecil , vc quer o comunismo aqui? Eu pegarei em armas para defender o BR, inventem para ver!

  4. Longa conversa com um parente bolsonarista arrependido, ontem. Por mais de hora, ilustrei fatos que previam o fracasso do governo, além da inaptidão de Jair. Tudo com muita paciência.

    "Como não fiquei sabendo disso tudo?", indagou o parente.

    "Porque você é um idiota", respondi.

    1. BG.
      Pura ficção, própria de defensor de bandidos, se preocupe não seu guru de 09-dedos pegou mais 17 anos hoje na 2° instancia no seu prontuário dr criminoso. Agora os amiguinhos do stf vao cozinhar em banho Maria sua ida para a papuda. Chora babaca.

    2. Não acredito em curados da Bovid-17. Acho que apenas fica em estado latente e depois a doença volta mais forte. Tenho um amigo q se disse arrependido e 5 dias depois tava comendo capim de novo. Nao confie no gado. Ele sao ruminantes! Mas na cura da covid-19 eu acredito!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *