Tecnologia

Instagram anuncia três novidades, incluindo o fim do número de curtidas em fotos e vídeos

Depois de alguns rumores e testes vazados, o Instagram anunciou oficialmente nesta terça-feira, 30/04, três novidades em sua plataforma: um adesivo de doação no Stories, uma atualização na aparência de sua câmera, e a remoção da contagem de curtidas em fotos e vídeos do feed.

O adesivo de doação foi mencionado pela primeira vez no Facebook Communities Summit, em fevereiro, mas só agora passa a estar disponível nos Estados Unidos. Com isso, os usuários poderão usar o novo adesivo para angariar fundos apenas para organizações sem fins lucrativos, como a Black Girls Code e a Malala Fund, apenas algumas das ONGs citadas como exemplos pelo Instagram.

O sticker pode ser acessado como qualquer outro que já estamos acostumados, através do Stories e selecionando o ícone. Num exemplo prático, você poderá postar uma foto ou vídeo, e colocar um sticker de uma ONG para a qual deseja chamar a atenção dos seus seguidores e dar um suporte.

Segundo o Instagram, 100% do dinheiro arrecadado via adesivos no Stories irá para as organizações sem fins lucrativos.

Outra novidade é o novo visual da câmera da plataforma, também dentro do Stories. O chamado Create Mode agora traz um espaço com mais ferramentas de edição e, consequentemente, mais alternativas na hora de compartilhar fotos e vídeos.

Por fim, o Instagram confirmou que a partir do próximo fim de semana, a plataforma começará um teste no qual removerá o número total de curtidas de fotos e vídeos no feed em todos os tipos de perfis.

O teste será feito primeiramente no Canadá. Segundo a empresa, a mudança tem como foco promover a conexão através do conteúdo, e não dos números: “Estamos testando isso porque queremos que seus seguidores se concentrem nas fotos e nos vídeos que você compartilha, e não em quantos likes eles têm”.

A empresa, porém, não informou quanto tempo o teste deve durar antes de ser lançado para o público geral.

B9

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Política

Crise na Venezuela está longe da solução, diz ministro do GSI

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, disse hoje (30) que a situação política da Venezuela continua indefinida e que não há expectativa de solução no curto prazo. De acordo com Heleno, também ainda é uma incógnita o tamanho do apoio militar ao autodeclarado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, que tenta derrubar o presidente Nicolás Maduro.

“A gente está vendo que continuamos longe de uma solução”, disse Heleno, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro. Os dois, acompanhados do vice-presidente Hamilton Mourão e dos ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Defesa, Fernando Azevedo estiveram reunidos para avaliar a situação da crise venezuelana.

Há relatos de confrontos entre manifestantes e forças de segurança nas ruas da capital do país, Caracas, após Guaidó afirmar que tem o apoio dos militares para, segundo ele, conseguir “o fim definitivo da usurpação” do governo de Nicolás Maduro. A partir da divulgação do anúncio de Guaidó pelas redes sociais, venezuelanos contrários e favoráveis a Maduro tomaram as ruas da capital venezuelana.

De acordo com Heleno, apesar de não se verificar uma movimentação militar na Venezuela, Guaidó anunciou um maciço apoio das forças militares, mas ainda é incerto a qualidade e a quantidade desse apoio. “Logo depois, isso foi colocado na dimensão correta, havia um certo apoio das forças armadas, mas não chegava a atingir os altos escalões, isso ficava num escalão mais baixo”, disse o general do GSI. “O que tem parecido é que esse apoio tenha algum valor quantitativo, mas qualitativo ele ainda não foi expressado. Não teve nenhum chefe militar que a gente tivesse assistido ou ouvido em um apoio explícito ao presidente Guaidó”.

Para o ministro, após relatos de confrontos leves entre a população civil, “estilo briga de torcida, de jogar pedra um no outro”, houve um agravamento da situação quando carros blindados se lançaram contra a população a pé. Um ato de covardia, segundo Heleno. “É o tipo da coisa surpreendente. Pode ser uma demonstração de desespero ou pode ter sido decisão daquele comandante”, disse.

Apesar de contar com apoio das forças armadas, para o general do GSI, Maduro está “evidentemente” mais enfraquecido do ponto de vista de apoio popular. Também é incerto, segundo ele, como está o movimento no interior do país ou na fronteira com a Colômbia.

Posição brasileira

De acordo com o ministro do GSI, o Brasil mantém a sua posição de apoiar Juan Guaidó, condenando o governo de Maduro, “por ser uma ditadura”, e “esperando que o povo venezuelano tome alguma providência ou que as forças armadas mudem de posição e venham adotar uma postura anti-Maduro”. “Não vamos intervir militarmente”, ressaltou Heleno, “É um preceito constitucional que o Brasil vai manter, de não interferir em assuntos internos”.

A fronteira do Brasil com a Venezuela continua em estado de alerta, segundo o ministro, e a Operação Acolhida do governo brasileiro continuará atendendo refugiados venezuelanos.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Esses generais e nada são a mesma coisa. Não entendem de estratégia e menos ainda de política. Agem como canastrões na ribalta. Guerra e estratégia são coisas muito sérias para ser entregues a esses "especialistas em generalidades".

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Política

Bolsonaro diz que é ‘próxima de zero’ possibilidade de Brasil participar de ação armada na Venezuela

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (30) que é “próxima de zero” a possibilidade de o Brasil participar, ainda que de forma indireta, de uma intervenção militar na Venezuela.

“A hipótese de nós participarmos de forma mesmo indireta de uma intervenção armada é muito difícil, não vou dizer que é zero, mas é próxima de zero”, afirmou em entrevista ao programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes.

Bolsonaro lembrou que uma ação militar não é descartada pelo presidente americano, Donald Trump, e que se os EUA solicitassem uso de território brasileiro ele analisaria o caso.

“Eu entendo que isso não é uma figura de retórica por parte dele [Trump], é uma possibilidade, sim. Em ele, por ventura, querendo usar o território brasileiro, eu digo o seguinte: eu convocaria o conselho nacional de Defesa, ouviria todas as autoridades do conselho nacional de defesa e tomaria uma decisão”, afirmou.

Nas redes sociais, o presidente disse que uma decisão sobre ação militar do Brasil no país vizinho é de exclusividade do chefe do Executivo.

“A situação da Venezuela preocupa a todos. Qualquer hipótese será decidida exclusivamente pelo presidente da República, ouvindo o Conselho de Defesa Nacional. O governo segue unido, juntamente com outras nações, na busca da melhor solução que restabeleça a democracia naquele país”, escreveu.

Logos depois, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), retrucou Bolsonaro e afirmou que uma declaração de guerra contra a Venezuela precisaria de aprovação do Congresso.

“Em relação ao tuite do presidente Jair Bolsonaro sobre a situação da Venezuela, é importante lembrar que os artigos 49, II c/c art 84, XIX; c/c art. 137, II da Constituição Federal precisam ser respeitados”, escreveu o deputado nas redes sociais.

“E eles determinam que é competência exclusiva do Congresso Nacional autorizar uma declaração de guerra pelo Presidente da República.”

A resposta pública de Maia mostra que a relação entre os presidentes dos Poderes continua tensa, apesar dos gestos de aproximação da semana passada, em que Bolsonaro agradeceu a Maia em pronunciamento.

Ainda durante a entrevista, Bolsonaro falou que não é tradição do Brasil o envolvimento em conflitos de outros países e que, na sua visão, isso seria uma aventura nesse momento.

“Nós não queremos falar em invasão da Venezuela, teria que analisar muita coisa. Até que tipo de guerra seria isso dai. Isso seria uma aventura no meu entender. Agora, em última análise, em última hipótese existe essa questão, mas não nós invadirmos, não é a nossa vocação”, afirmou.

Questionado sobre se o governo brasileiro está em contato com os EUA, Bolsonaro não deu detalhes, mas informou que isso passa pela área de inteligência de seu governo e que ele é informado de todos os dados.

“Nós trabalhamos de forma bastante unida buscando a solução para o problema de forma pacifica. Esse é o nosso objetivo número um, mas como todo bom militar você tem que analisar todas as hipóteses, mas não passa pela nossa cabeça ainda qualquer ação militar na Venezuela.

Ele repetiu mais de uma vez que Trump —a quem se referiu ser uma pessoa que “admira, respeita e por quem torce muito”— conta com todas as possibilidades à mesa sobre a Venezuela.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. A palavra desse cidadão é igual um risco n'agua. De manhã diz uma coisa e de tarde diz outra.
    E isso se não for desautorizado por seus filhos, gurus ou auxiliares, que mandam mais do que ele.
    É um samba de veículo doido.
    Onde vamos parar?

  2. Lembrem-se de colocar a frente para defender o país os políticos, magistrados e todos os corruptos. Se estão pensando no povo para tal feito é melhor repensar, acho pouco provável alguém lutar por essa bost…..

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Tecnologia

5G: no futuro, tecnologia será tão necessária quanto a eletricidade

O vice-presidente da Comissão Europeia Andrus Ansip previu hoje (5) que, no futuro, a infraestrutura móvel de quinta geração (5G) seja tão necessária como a eletricidade, já que esta rede, mais rápida e potente, abrangerá toda “a vida real”.

“Quando não há eletricidade, enfrentamos sérios problemas. Se, no futuro, não houver 5G, não haverá eletricidade, não haverá gás, não haverá vida, estaremos a voltar atrás na história”, salientou o responsável pelo executivo comunitário para a área do Mercado Único Digital em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas.

Assumido como uma aposta da Comissão Europeia em 2016, altura em que foi criado um plano de ação, o 5G será, segundo Andrus Ansip, “necessário para tudo e todos”.

“Não só a indústria europeia vai precisar de 5G […], como todas as partes da vida real. Os hospitais, os bancos, toda a vida vai depender do 5G”, precisou.

O 5G é a quinta geração de rede móvel e vem suceder ao 4G. Nesta nova tecnologia móvel haverá mais velocidade, maior cobertura e mais recursos.

Além de ser aplicado às comunicações móveis, o 5G será ainda crucial para áreas do cotidiano, mas também para potencializar outros avanços tecnológicos, nomeadamente nos carros autônomos.

Isto porque a potência desta rede de quinta geração vai além da rapidez nos ‘uploads’ e ‘downloads’ e assenta, sobretudo, na redução da latência, ou seja, do tempo de resposta de um aparelho a partir do momento em que recebe a ordem até a executar.

Quanto menor for a latência, mais rápida é a reação de um aparelho acionado à distância.

Isto aplica-se aos eletrodomésticos e a outros aparelhos, incluindo os que estão ligados à internet, que passarão a ser mais eficientes, nas áreas do entretenimento, agricultura, indústria, saúde, energia e na realidade virtual.

“O 5G não se centra só numa velocidade 10 vezes superior e num consumo 10 vezes inferior, mas sim no aumento exponencial da informação. O 5G significa também o fim da latência e isso é muito melhor [porque] permite usar o 5G em qualquer área, como nas dos carros autônomos”, adiantou Andrus Ansip.

O responsável notou que, tal como estava previsto em 2016, um dos objetivos de Bruxelas continua a ser o de “as redes 5G atingirem, pelo menos, 100 Mbps [megabyte] por segundo, quer sejam zonas rurais ou urbanas” da União Europeia (UE).

“Os operadores têm de comercializar redes 5G em pelo menos uma grande cidade por país até 2020 e fazê-lo de forma abrangente até 2025”, referiu o vice-presidente da Comissão Europeia.

Ao todo, será necessário “um investimento de cinco mil milhões de euros” nesta tecnologia nos próximos anos, estimou Andrus Ansip, tendo em conta a aposta do setor privado, como também as verbas comunitárias alocadas.

Sobre estes últimos fundos, o responsável admitiu ser difícil quantificar, já que são aplicados em várias áreas, como a investigação, a inovação e, sobretudo, a cibersegurança, setor sobre o qual a UE tem estado em alerta devido às suspeitas de espionagem que recaem sobre os dispositivos da fabricante chinesa Huawei.

O programa digital europeu, lançado em meados do ano passado, apontava uma verba de cerca de dois mil milhões de euros para a cibersegurança nos Estados-membros.

Andrus Ansip adiantou à Lusa que o 5G é, “definitivamente, uma prioridade” de Bruxelas, razão pela qual o executivo comunitário tem feito e vai continuar a fazer “investimentos em quantias notáveis”.

Notícias ao Minuto

Opinião dos leitores

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Política

Defesa de Temer sobre acusação de corrupção: “Absurda”

Após a Justiça Federal de Brasília aceitar a denúncia que a força-tarefa Greenfield ratificou contra o ex-presidente Michel Temer (MDB) no caso do Decreto dos Portos, o criminalista Eduardo Carnelós, que defende Temer, afirmou que “trata-se de mais uma acusação absurda, sem amparo na prova dos autos”.

O emedebista já havia sido acusado formalmente pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em dezembro, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito do inquérito dos Portos, que apura se houve favorecimento a empresas do setor portuário na edição de um decreto de 2017.

“Trata-se de mais uma acusação absurda, sem amparo na prova dos autos. Ao contrário: a Rodrimar, que teria sido beneficiada pelo Decreto dos Portos, não o foi! E isso, repita-se, está provado no inquérito”, afirma Carnelós em nota.

“Infelizmente, ainda será necessário tempo para pôr fim aos danos causados a Temer pelas acusações infundadas que tiveram início numa negociata efetuada com confessos criminosos. Mas dia chegará em que a mentira não produzirá mais notícia, a não ser a de que ela foi desmascarada”, conclui o criminalista.

Estadão Conteúdo

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Polícia

Caso Queiroz e do filho do presidente completa 482 dias sem conclusão

Foto: Reprodução / SBT

A apuração criminal sobre a movimentação atípica de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), completa nesta terça-feira (30) um total de 482 dias sem uma conclusão.

Policial militar aposentado, Queiroz era uma espécie de chefe de gabinete do filho do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, e o relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) que o menciona junto com outras dezenas de assessores de políticos chegou no dia 3 de janeiro ao Ministério Público do estado.Inicialmente, houve a produção de uma série de relatórios, e a investigação formal foi instaurada em 30 de julho do ano passado. Ela tramitou até janeiro no gabinete de procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, em razão do foro especial a que Flávio tinha direito como deputado estadual.

O caso depois foi remetido à primeira instância da investigação porque, ao ser eleito senador, ele perdeu o foro em casos que envolvem seu mandato anterior na Assembleia Legislativa, isso baseado em uma decisão tomada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

A Folha de S.Paulo mostrou em fevereiro que a apuração sobre o caso Queiroz perdeu velocidade durante a campanha eleitoral. O procurador-geral de Justiça afirmou à época que um dos motivos para isso foi a preparação de operações que prenderam prefeitos e vereadores em cidades do Rio de Janeiro.A investigação atualmente é tocada pela Promotoria de Justiça, com apoio no âmbito criminal do Gaecc (Grupo de Atuação Especializada em Combate à Corrupção).

Há também investigação na área cível para analisar eventual improbidade administrativa.A investigação está sob sigilo, motivo pelo qual não é possível saber o estágio em que se encontra nem que medidas foram tomadas até agora.Em fevereiro, Queiroz admitiu que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem o conhecimento do deputado e filho do presidente da República.Há outros 22 procedimentos criminais e cíveis abertos envolvendo outros políticos e seus assessores, como o presidente da Assembleia, André Ceciliano (PT).

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Nos não temos bandido de estimação!
    Nos defendemos que todos sejam investigados. Se há denúncias e principalmente provas…
    Bandido bom não é bandido morto?
    Não estou entendendo a mudança dos nossos eleitores do Bolsonaro.
    Alguém pode explicar?

  2. Uma vergonha isso. Bolsonaristas adotando o mesmo padrão que adotavam o PT e o PSDB: lentidão nos processos, engavetamento, proteção aos amigos e parentes do Rei… Nada de novo no front!

  3. Se fosse do PT? O problema é que os cargos de relevância tipo MP, magistratura…estão ocupados por brancos, ricos, ou seja, pessoas que odeiam pobres nos aeroportos, perderam as empregadas domésticas que dormiam no trabalho, bem como passaram a disputar com os pobres as vagas nas universidades. Esse pessoal nutre ódio ao PT e veem o mito com bons olhos.

    1. Será por isso que não desvendaram a morte de Celso Daniel e Toninho do pt? nem o pt cobra, por sinal, nem fala?

    2. Tás fumando maconha estragada, imundo. Quando a população através de dados estatísticos manipulados mostrava euforia na qualidade de vida, todos estavam aprovando, empresários, assalariado, bolsa famílias, executivos, corruptos de dinheiro do povo, pseudo oposição.
      quando a farsa desmoronou, e o país desceu o barranco com as práticas econômica equivocadas e insustentáveis dos ladrões petralhas, aí o povo caiu na real, e repugnou ou petralhas, derrotando-os 2 vezes após 16 anos de enganação.

    3. Olhe o comentário do Fernando Bolsomimion, apenas agride o debatedor. Deveria tentar explicar por que o processo contra o Queiroz não anda. Proteção? Lado outro, no gozo das férias, Moro impediu a soltura do lula. Ei Rick Martin, o MP conseguiu comprovar a culpa do lula por "atos indeterminados", imagine se houvesse alguma (minima) ligação com esses homicídios que vc mencionou.

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Polícia

Ex-diretor do Detran solta nota referente operação do MP

O ex-diretor do DETRAN RN, Luiz Eduardo Machado, o Dudu Machado, emitiu uma nota sobre a Operação Chapa Fria, deflagrada pelo Ministério Público do RN, com o objetivo de apurar suposta prática de crimes ocorridos durante o processo de credenciamento para fabricantes e estampadores das placas Mercosul realizado no âmbito do Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran). Ele é um dos alvos.

A nota é assinada pelo advogado Marcos Braga, que destaca ser Luiz Eduardo Machado dono de conduta ilibada, e que confia na justiça e no discernimento do Mistério Público do Rio Grande do Norte.
Veja a nota:

Nota de esclarecimento à opinião pública

O publicitário Luiz Eduardo Machado Pereira, ex-diretor do Detran RN, foi surpreendido na manhã desta terça-feira, 30, com o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em seu domicílio, fato este decorrente de uma operação deflagrada pelo Ministério Público Estadual.

Recentemente, mesmo sem ter tido acesso ao conteúdo da investigação, Luiz Eduardo Machado respondeu a todos os questionamentos do órgão ministerial quando convocado a prestar depoimento.

É fato público e notório, no âmbito da sociedade potiguar, que Luiz Eduardo Machado é dono de conduta ilibada e que ao longo de sua vida profissional nunca foi processado, cível ou criminalmente, nem sequer respondeu a uma investigação, embora nos últimos 10 anos tenha ocupado diversos cargos na gestão pública, inclusive como ordenador de despesa.
Por fim, ressalto que o meu cliente confia na justiça, no discernimento do Mistério Público do Rio Grande do Norte, e desde já coloca-se à disposição da Corte Ministerial, com o objetivo de colaborar com as investigações, imbuído no mais profundo desejo de que a verdade e o bom senso prevaleçam.

Marcos Braga
Advogado

Opinião dos leitores

  1. Esse rapaz tem muita coisa haver com o fato de só ter 2 empresas fazendo essas placas caríssimas aqui em Natal.

  2. LADRÃO. A sociedade está pagando um absurdo por seu egoísmo e bem estar financeiro. Placas q custavam R$ 70,00 hjcustam R$ 200,00. A livre concorrência entre as diversas emplacadora, foi usurpada. E outra… pra que o Brasil se enquadrar ao padrão MERCOSUL, por orientação do Uruguai, se somos donos de 70% da frota de automóveis da América do Sul?? ISSO E UMA VERGONHA!!

  3. Como pupilo do ex-deputado Wober Júnior, claro que na sua meninice Dudu Machado um dia lhe disse que chegava lá. Demorou, mas chegou.
    Sinceramente. Eu não entendo essa gente, seu moço, fazendo alvoroço demais

  4. Todo investigado, tá à disposição da JUSTIÇA quer queira, que não. Faltou somente à celebre FRASE, SOU INOCENTE!!!

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Economia

Bolsonaro garante que não interfere em bancos públicos e apenas dá sugestões

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira, 30, considerar que não interfere nos bancos públicos, apenas dá sugestões que podem ou não ser cumpridas. “Eu não tenho o poder de interferir em muita coisa e nem quero. Apenas dou sugestões. E sugestões são como conselho, cada um cumpre se achar que deve cumprir”, disse o presidente durante evento de assinatura da Medida Provisória da Liberdade Econômica, no Palácio do Planalto. “Ontem (segunda), lá na Agrishow, eu apelei para o presidente do Banco do Brasil, para seu espírito patriótico, conservador, cristão, que atenda os ruralistas no tocante à taxa de juros. Faltou complementar, e sem a complementação fui massacrado por grande parte mídia. Não posso esquecer nada, tenho que ser mais do que perfeito, tenho que ser sublime, se não tudo dá errado.”

Bolsonaro afirmou que a taxa de juros praticadas por bancos públicos são muito altas. Dirigindo-se ao presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, Bolsonaro afirmou que ele deveria concordar que aplicar no mercado seria menos arriscado.

O presidente também fez uma piada com o ministro da Economia, Paulo Guedes, a quem apelidou de Posto Ipiranga. “Quisera nós termos um posto Ipiranga à tua disposição, até porque o preço da gasolina é você que ia colocar nele”, disse Bolsonaro, que chegou a barrar um reajuste no combustível promovido pela Petrobras.

Desemprego

Citando tema que deve abordar no pronunciamento em cadeia nacional de TV por ocasião do Dia do Trabalho, nesta quarta, Bolsonaro questionou novamente dados de desemprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e falou sobre a preparação para garantia de empregos na quarta revolução industrial.

“Se fala em 12 milhões de desempregados. Sim, eu acho que é muito mais do que isso. Desculpa o IBGE, mas é muito mais do que isso. E não vou polemizar novamente”, afirmou o presidente. “Estamos na quarta revolução industrial, com inteligência artificial. Como está a formação do homem e da mulher do futuro? O que escolas técnicas e faculdades têm feito para que realmente nós possamos ter mercado de trabalho para essa quantidade enorme de pessoas que temos no Brasil?”.

Bolsonaro elogiou a Medida Provisória da Liberdade Econômica e disse ter dado liberdade para Casa Civil e a equipe econômica trabalharem. Segundo ele, a MP vai ajudar empreendedores no Brasil. O presidente disse acreditar que tem mais do que a maioria na Câmara e no Senado de apoio de parlamentares “com espírito patriótico para salvar o Brasil”.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Interessante, toda a mídia, população e investidores sempre reclamaram de juros abusivos dos bancos, quando o presidente endossa essa demanda social, aí é intervencionista… Ora, como pode um presidente atender um clamor social e ser repreendido por isso. Mas um desserviço da mídia caôlha de esquerda. Uma opinião enviesada e distorcida de políticas de governo.

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Economia

Dólar cai para R$ 3,92 no dia, mas tem em abril terceiro mês seguido de alta

O dólar encerrou a sessão antes do feriado em queda de 0,50%, a R$ 3,9212, no segmento à vista, o menor valor desde o último dia 16. Operadores destacam que o câmbio nesta terça-feira, 30, acompanhou de perto, principalmente na parte da tarde, os movimentos do mercado externo, onde a moeda americana teve novo dia de queda, ante divisas fortes e de emergentes, com a crescente expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) possa sinalizar ao final de sua reunião de política monetária nesta quarta (01) um possível corte dos juros. Em abril, o dólar acumulou valorização de 0,13% ante o real, o terceiro mês consecutivo de elevação, embora em menor ritmo que nos dois anteriores – alta de 2,58% em fevereiro e 4,33% em março. No ano, a moeda americana sobe 1,18%.

Pela manhã, fatores técnicos influenciaram o comportamento do dólar aqui, por conta da definição do referencial Ptax de abril. A Ptax desta terça vai ser usada para a liquidação do dólar futuro e ajustes dos contratos cambiais e de swap com vencimentos em meses subsequentes. Passada a disputa entre comprados (que apostam na alta do dólar) e vendidos (na queda), o dólar à vista engatou queda e renovou mínimas na parte da tarde, caindo a R$ 3,9137 na mínima do dia. Na máxima, ainda pela manhã, foi a R$ 3,9575.

O diretor de câmbio da Ourominas, Mauriciano Cavalcante, destaca que, como o mercado estará fechado no Brasil nesta quarta por causa do feriado do Dia do Trabalho, enquanto nos EUA estará aberto, as mesas de câmbio aqui anteciparam um pouco a possível sinalização de corte de juros pelo Fed. Por isso, o real foi a moeda que mais ganhou valor ante o dólar nesta terça no mercado financeiro internacional. Os recentes números da inflação americana mostraram fraqueza e reforçaram esta aposta, destaca ele.

Se o Fed sinalizar corte de juros, Cavalcante acredita que a moeda americana pode testar na quinta-feira patamares abaixo de R$ 3,90. Já se o BC americano não trouxer maiores novidades, o dólar continua na casa dos R$ 3,92, aguardando novidades sobre a reforma da Previdência. Nesta terça, o presidente da comissão especial, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), afirmou que foi definido um cronograma prévio do colegiado. A ideia é que a comissão realize 13 audiências públicas, que começaram a ser contadas a partir desta terça, e que o relatório seja apresentado no começo de junho. Já o governo procurou reforçar a possibilidade de o texto passar ainda neste semestre. “Estamos muito entusiasmados com perspectiva de ainda dentro do primeiro semestre ver o Brasil equilibrado, com a Nova Previdência aprovada”, disse o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Para o Fed, o economista do Deutsche Bank, Brett Ryan, destaca que cresceu no mercado a visão de que, pelo fato de a inflação estar abaixo da meta da instituição, cortes de juros “são iminentes”.

Estadão Conteúdo

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Esporte

Pela 2ª vez, concorrência da CBF de direito internacional de TV é cancelada

A concorrência pelos direitos internacionais de transmissão do Campeonato Brasileiro será realizada pela terceira vez pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), que recomendou aos clubes nesta terça-feira (30) o cancelamento do último processo, vencido pela empresa Sport Promotion.

Na semana passada, a CBF pressionou os clubes a ampliar o escopo do contrato e incluir a cessão de imagens do Brasileiro para sites de apostas a pedido da empresa, parceira da confederação desde que Marco Polo Del Nero entrou na entidade como vice-presidente, em 2012.

Nesta terça, em reunião com os clubes, a entidade afirmou que a Ernst & Young, auditoria à frente da concorrência, aconselhou a não acatar a mudança.

Dessa forma, os clubes desfizeram o acordo por unanimidade, e um novo processo de concorrência será convocado já com o torneio em andamento –a primeira rodada foi realizada no último fim de semana.

A primeira concorrência foi vencida pela BR Newmedia. Quem assinou o acordo, porém, foi a BR Foot Midia, uma empresa que não existia na época da licitação e com sede em paraíso fiscal. O processo foi cancelado após a empresa atrasar pagamento da primeira parcela do acordo e desistir do negócio.

Em uma segunda concorrência, a Sport Promotion saiu vencedora. A empresa também conquistou o contrato de exploração de placas de publicidade em processo que teve seu resultado revelado pela Folha com mais de um mês de antecipação.

A Sport Promotion possui longo histórico de proximidade com Marco Polo Del Nero, ex-presidente da CBF banido do futebol pela Fifa no ano passado por corrupção. A empresa faturou cerca de R$ 75 milhões em negócios com o governo federal que envolveram a CBF desde 2012.

O primeiro negócio foi a exploração da publicidade estática da Série B do Brasileiro, por indicação do próprio Del Nero, que tinha relações com a empresa na Federação Paulista de Futebol, entidade que comandou.

Quando Del Nero estava na CBF, o grupo dos empresários José Francisco Coelho Leal e João José Bastos (sócio minoritário na Sport Promotion) também fechou acordos com o governo federal, que incluíam o licenciamento nacional para TV aberta e até internacional em caráter de exclusividade dos campeonatos brasileiros das séries B, C e D, e feminino.

Em nota, a Sport Promotion disse que a relação com a CBF é “a que se espera entre uma empresa dedicada ao marketing esportivo com a maior entidade do futebol brasileiro”. A empresa também afirmou que sua relação com Del Nero sempre foi profissional.

Folhapress

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Economia

Guedes reafirma que não há proposta de aumento de impostos

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reafirmou hoje (30) que o governo não tem nenhuma proposta de aumento de impostos. “Vamos deixar absolutamente claro. Nós somos liberais. Os liberais não aumentam impostos, eles simplificam, reduzem ou fazem substituição tributária”, disse, ao ser questionado se o governo prepara alguma medida que envolva aumento de impostos.

Em entrevista a um jornal, Guedes explicou que o que o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, defendeu foi a desoneração da folha de pagamento e a criação de um imposto sobre pagamentos. “O que o Marcos Cintra estava falando é que, no futuro próximo, gostaríamos de desonerar totalmente a folha de pagamento. Achamos que é um imposto cruel, perverso.”

“São 50 milhões de brasileiros que não contribuem para a Previdência, o que é, aliás, uma das razões de a Previdência estar quebrada hoje. O trabalhador hoje ganha pouco e custa muito porque tem toda essa oneração da folha de pagamentos”, acrescentou Guedes.

De acordo com o ministro, o governo tem “obsessão” por desonerar. “E nesse esforço de desoneração, uma das considerações alternativas é o imposto sobre pagamentos que o Marcos Cintra namora há muito tempo”, disse.

Segundo o ministro, não há previsão de mudança nas isenções para as igrejas. “É evidente que as igrejas vão manter as imunidades que têm: não pagam Imposto de Renda, imposto sobre propriedade. Ninguém vai mexer com isso. O que está pensando é tributar um espaço novo, para ter uma base boa para desonerar a folha de pagamentos”, disse Guedes. Ele estimou que a desoneração da folha possa gerar entre 2 milhões e 5 milhões de empregos. “O trabalhador vai ganhar mais e custar menos.”

Plano de ajuda

Guedes disse ainda que o pacote de ajuda a estados com dificuldades financeiras – Programa de Equilíbrio Fiscal (PEF) – será enviado ao Congresso de acordo com o timing [momento oportuno] político.

“Está praticamente pronto o plano que chamamos de Mansueto [secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida]. “O que a gente faz é antecipar para ele [estado] possa ir gastando ao longo dos anos em vez de ficar juntando para gastar no final ou ter que passar para o próximo [governo]. Queremos evitar o que acontece agora, quando vários governadores assumiram e receberam o carro com o tanque vazio, os estados quebrados. Já que são forçados agora a ajustar as finanças, a gente antecipa alguns recursos para eles para possam sobreviver um, dois anos, enquanto fazem os ajustes”, afrmou Guedes.

O ministro acrescentou que, além da dimensão de gastos e despesas correntes, o governo federal poderá ajudar a reestruturar a parte financeira dos estados, com antecipação de privatizações.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. A reforma trabalhista criaria 6 milhões de empregos, segundo o relator Rogério Marinho. O resultado foi nenhum emprego criado e a precarização dos q restaram. Ele promete mundos e fundos com a reforma da previdência, mas especialistas apontam q trará muita pobreza, notadamente para os pequenos municípios q sobrevivem da renda de aposentados e pensionistas.

  2. Se aumentarem os impostos, terei que refinanciar o empréstimo que fiz no BB para comprar minha TV 50" smart. Mas melhor Guedes no comando que o MST invadindo minha propriedade privada: meu ap de 49 m² e meu Cobalt 2016.

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Economia

Lucro das estatais federais aumentou 147% em 2018

Enfrentando processos de reestruturação e com possibilidade de serem privatizadas, as estatais federais não dependentes do Tesouro Nacional mais do que duplicaram os lucros em 2018. Segundo relatório divulgado hoje (30) pelo Ministério da Economia, os ganhos dessas empresas passaram de R$ 28,334 bilhões em 2017 para R$ 69,974 bilhões em 2018, alta de 147%.

Cinco conglomerados – Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Eletrobras e Petrobras – concentram 96% dos ativos totais e 93% do patrimônio líquido das estatais federais. Entre os grupos analisados, o maior crescimento foi verificado no Grupo Petrobras, que saiu de um lucro de R$ 377 milhões em 2017 para lucro de R$ 26,7 bilhões em 2018, com aumento de 6.981,7%.

No caso da Petrobras, o aumento ocorreu porque, em 2017, a companhia fechou acordo para encerrar processos judiciais movidos por investidores nos Estados Unidos. O acerto custou R$ 11,2 bilhões e impactou o resultado da petroleira no ano retrasado.

Outro destaque foi o grupo Eletrobras, que passou de prejuízo de R$ 1,726 bilhão em 2017 para lucro de R$ 13,348 bilhões no ano passado. Entre os cinco grupos pesquisados, somente a Caixa Econômica teve redução no lucro, de R$ 12,488 bilhões em 2017 para R$ 10,355 em 2018.

Enxugamento

Em relação à política de pessoal das estatais, o enxugamento do quatro continua sendo o principal destaque. Em 2018, as estatais federais reduziram o efetivo em 13.434 empregados. As principais reduções ocorreram na Caixa Econômica Federal (2.728 empregados), nos Correios (2.648) e no Banco do Brasil (2.195 empregados).

Desde dezembro de 2015, as estatais federais dispensaram 57 mil empregados, com redução de 10,38% do quadro total. A maior parte do enxugamento (44 mil) provém de programas de desligamento voluntário, que concentraram 77,79% das dispensas. Segundo o Ministério da Economia, os planos de desligamento resultaram na economia de R$ 6,93 bilhões na folha de pagamento.

A economia nas despesas totais de pessoal, que incluem outros gastos além da folha, caiu R$ 2,46 bilhões de 2015 a 2018, com retração de 2,56% nas empresas não dependentes do Tesouro. Ao ajustar os valores pela inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a redução foi ainda mais significativa, chegando a 14,67%.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Ai tá a prova que estatais não necessitam ser vendidas a preço de bolo, aliás, a preço nenhum.

  2. O lucro apresentado foi sugado do trabalhador brasileiro, que paga além do que é devido sobre seu consumo de energia.

  3. Se prrivatizer, vai para 1.470% e sabe o melhor ponto? O empresário vai lucrar mais e, consequentemente, poderá empregar mais gente. A economia vai voltar a crescer e não precisaremos mais fazer empréstimo consignado para comprarmos nossos Galaxys S7 e postar fotos.

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Política

Chanceler venezuelano: “Bolsonaro é apenas uma peça no xadrez de Trump”

O chanceler venezuelano Jorge Arreaza afirmou, em entrevista exclusiva à Folha, que os fatos ocorridos nesta terça (30) em Caracas são “mais um capítulo do golpe de Estado que está em processo desde 23 de janeiro no país”.

Na data, o deputado Juan Guaidó se autoproclamou presidente da Venezuela.

Ele também acusa o presidente americano, Donald Trump, de incentivar um levante contra o governo de Nicolás Maduro.

“Pela primeira vez os EUA não estão por trás de um golpe na região. Eles estão à frente do golpe”, afirma. “Trump está chamando os militares venezuelanos a trair a Constituição e a reconhecer um presidente que não foi eleito constitucionalmente”, diz.

“O que há aqui é uma disputa dos norte-americanos e da elite venezuelana pela riqueza petroleira. De um lado estão eles, do outro está Maduro e o povo.”

Ele afirma ainda que o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, é “conservador e neofascista”, mas uma figura menor na tentativa de golpe: “Ele é apenas uma peça no xadrez de Trump”.

“Entendemos que Bolsonaro faz o que Trump manda. O povo brasileiro deve rechaçar. Não deve se deixar confundir pelo governo brasileiro nem pelos meios de comunicação”, diz.

“A tolerância deve ser a característica das relações internacionais. E não a imposição de um pensamento único. A Venezuela tem problemas, o Brasil tem problemas, a Argentina também. Cada um deve buscar a sua solução”, segue.

O chanceler afirma ainda confiar na neutralidade das Forças Armadas brasileiras diante das seguidas tentativas de “golpe” no país vizinho.

“Os militares brasileiros, até agora, têm mandado mensagens diretamente ao alto comando venezuelano afirmando que não vão intervir militarmente na Venezuela”, afirma ele.

Diz ainda que, diante de uma ameaça de intervenção, “nós responderemos”.

Arreaza afirma que o vice-presidente Hamilton Mourão, apensar de ter sido adido militar no país, “não conhece nada da Venezuela”. O general afirmou que o que ocorre no país é um caminho sem volta.

O chanceler diz que, além dos militares, funcionários da diplomacia brasileira também teriam enviado recados no mesmo sentido, de não ingerência no país.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Trump está é defendendo os interesses econômicos dos EUA, no que está absolutamente CORRETO. Para ele e para os americanos, Bolsonaro, Guaidó, Maduro, Lula, PT e etc. não significam nada.
    O que está em jogo é o petróleo que ainda existe em grande quantidade no subsolo venezuelano.

  2. Ceará Bundao, quanto vc ganha pra fazer propaganda de Bostanagua e passar o dia todo postando asneiras e defendendo o indefensável?
    Aranja uma boquinha dessas pra mim?
    Ou vc é mais um daqueles robôs teleguiados por milicianos do laranjal do Queiroz, o desaparecido que Moro não que achar?

    1. Perfeito Robert.
      Na veia.
      Quero um emprego desses Também pra ficar o dia inteiro postando as enrrolacões e mentiras que o antagonista cria e distribui sob a orientação do guru Olavo de Cavalo.
      As viúvas dos laranjas ficaram tudo ouricadas pra defender o líder intocável que ninguém pode criticar.
      Atacar os outros pode de todo jeito, com a verdade, com a mentira, com palavrões e grosserias.
      Mas o nosso líder não. Ninguém pode atacar ele.
      Kkkkkkkkkkkkkkkkk
      Acho que já vi esse filme.
      Onde será que foi?
      Ah, foi na Alemanha Nazista. Começou assim. Quem falasse mal do líder era agredido, preso, torturado. Ninguém podia falar mal dele. Só dos adversários.
      E ainda diziam que isso era democracia.
      Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Economia

Bolsonaro diz que desemprego é maior que o registrado pelo IBGE

No dia em que foi divulgado que a taxa de subutilização da força de trabalho bateu recorde, o presidente Jair Bolsonaro voltou a questionar nesta terça-feira (30) a metodologia adotada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e disse acreditar que a taxa de desemprego no país é maior do que a divulgada.

Em discurso, durante evento no Palácio do Planalto, ele afirmou que acha que o número atual de pessoas sem emprego no país é superior a12 milhões. A pesquisa divulgada hoje mostrou que, ao todo, 13,4 milhões de brasileiros procuravam emprego no primeiro trimestre.

“Se fala em 12 milhões de desempregados. Sim, eu acho que é muito mais que isso. Desculpe o IBGE, mas eu acho que é muito mais do que isso. Não vou polemizar novamente”, disse.

Mais tarde, em entrevista à imprensa, ele ressaltou que não pretende entrar em nova briga com o IBGE. Em novembro, sem ainda ter assumido o cargo, o presidente chamou a pesquisa de “farsa” por considerar como empregadas pessoas que de fato não estariam ocupadas.

“Não vou entrar em briga com o IBGE, mas acho que a metodologia poderia ser aperfeiçoada, com todo respeito que a gente tem com o trabalho do IBGE”, afirmou nesta terça-feira.

Segundo o IBGE, a taxa de subutilização da força de trabalho brasileira chegou a 25% no primeiro trimestre de 2019. Isso significa que 28,3 milhões de brasileiros não trabalharam ou trabalharam menos do que gostariam no período.

É o maior índice desde o início da série histórica da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) Contínua, iniciada em 2012. Na comparação com o trimestre encerrado em dezembro, houve alta de 5,6%, ou 1,5 milhão de pessoas.

No primeiro trimestre sob o governo Bolsonaro, a taxa de desemprego no país foi de 12,7%, alta de 10,2% com relação ao trimestre encerrado em dezembro. Nos últimos três meses, 1,2 milhão de pessoas a mais passaram a procurar emprego no país.

O número de empregados com carteira assinada no país permanece estável por quatro trimestres, em torno de 33 milhões de pessoas. A última vez em que houve crescimento no número de empregados com carteira na comparação com o trimestre anterior foi no segundo trimestre de 2014.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Primeiro de maio em São Paulo . Todas as centrais sindicais unidas contra a reforma da Previdência.

  2. Essa ladainha era igual a reforma trabalhista q iria gerar 220 milhoes de empregos de carteira assinada, mas gerou uma frota de 5000 milhoes de ubers e cia. Como nao deu certo inventaram a previdencia o resultado disso é banqueiro no paraiso e trabalhador no inferno. Eu e os bolsominios trabalhando como escravos modernos até morrer. Lula tá preso. Cadê o miliciano Queiroz?

  3. Para Nosso Presidente admitir isso, é sinal que ele quer ajudar aos pobres, através da reforma da Previdência, a qual não foi implementada por Lula e Dilma devido ao temor dos petistas de perderem a comissão que ganham quando cada petralha se aposenta. Sabiam que o PT fica com 13% das aposentadorias das pessoas que se aposentaram nos governos lulistas?

  4. Isso não é um representante de uma nação, isso é um criança mimada…
    Se o IBGE divulga uma nota, ele diz que é mentira!!!
    Esse presidente nunca quer perder

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Jornalismo

Morre BETH CARVALHO

A cantora e compositora Beth Carvalhomorreu no Rio nesta terça-feira (30), aos 72 anos. Ela estava internada no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, Zona Sul da cidade, desde o início de 2019. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Com mais de 50 anos de carreira e dezenas de discos gravados, Beth Carvalho é um dos maiores nomes do samba e considerada madrinha de artistas como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Jorge Aragão – daí o apelido “Madrinha do Samba”.

Um problema na coluna já afligia a cantora havia algum tempo

G1

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Saúde

Comer estressado aumenta chances de engordar, afirma pesquisa

(FOTO: PIXABAY)

Uma nova pesquisaafirma que quando alguém está estressado e se alimenta, as chances de engordar são maiores — principalmente se o lanchinho escolhido tiver muitas calorias. O estudo foi feito em ratos e observou que a tensão ativa uma parte do cérebro que faz os roedores quererem comer mais.

“Nosso estudo mostrou que, quando estressados ​​por um longo período e alimentos de alto teor calórico estavam disponíveis, os ratos tornaram-se obesos mais rapidamente do que aqueles que consumiam as mesmas comidas gordurosas, mas não estavam tensos”, relatou Kenny Chi Kin Ip, pesquisador do instituto australiano Garvan Institute of Medical Research e principal autor do artigo.

O grupo de especialistas investigou as regiões do cérebro responsáveis pela alimentação (hipotálamo) e pelas emoções (amígdala), e descobriu que um dos responsáveis por esse ganho de peso é uma molécula chamada NPY, que o sistma nervoso produz naturalmente em resposta ao estresse para estimular a alimentação tanto em humanos quanto em ratos.

“Descobrimos que quando bloqueamos a produção de NPY na amígdala, o ganho de peso é reduzido. Isso mostra uma ligação clara entre estresse, obesidade e NPY”, disse Ip. Além disso, os especialistas lincaram o NPY à produção de insulina, que controla a vontade de comer.

Em condições normais, o corpo produz insulina logo após uma refeição, o que ajuda as células a absorver a glicose do sangue e envia um sinal para o cérebro que é hora de parar de comer. No estudo, os cientistas descobriram que o estresse crônico por si só elevava os níveis de insulina ligeiramente, mas, em combinação com uma dieta altamente calórica, os níveis da substância eram 10 vezes maiores do que nos ratos livres de estresse e com dieta normal.

A presença de níveis altos de insulina por períodos prolongados fizeram que as células nervosas perdessem a sensibilidade à substância, o que impulsionou os níveis de NPY. O resultado foi o aumento da vontade de comer e a redução da resposta normal dos corpos na queima de energia através de calor.

“Isso realmente reforçou a ideia de que, embora seja ruim comer junk food, comer alimentos altamente calóricos sob estresse é um golpe duplo que impulsiona a obesidade”, alertou o professor Herbert Herzog, líder da pesquisa e chefe do laboratório de distúrbios alimentares do Garvan Institute of Medical Research.

Embora conduzido em camundongos, a situação é “muito provavelmente a mesma em humanos”, disse Herzog à Live Science, já que esses animais usam o mesmo sistema de NPY que os humanos para regular os processos descritos.

Galileu

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