A Boeing não incluiu “salvaguardas-chave” no sistema antibloqueio do 737 MAX que faziam parte de uma versão anterior, usada em um avião-tanque militar, publicou neste domingo o “Wall Street Journal” (WSJ).
O sistema antibloqueio, conhecido como MCAS, esteve envolvido em dois acidentes, que deixaram 346 mortos. A versão anterior do sistema dependia de múltiplos sensores e tinha “uma capacidade limitada de mover o nariz” do avião, enquanto a versão do MAX recebia informações de apenas um sensor e era “mais difícil para os pilotos cancelar”, segundo o jornal.
O WSJ citou uma fonte familiarizada com o sistema que indicou que a versão anterior foi desenhada para evitar uma falha ou perda de controle do software. “Você não quer que a solução seja pior do que o problema”, comentou.
Um porta-voz da Boeing disse ao jornal que os sistemas não eram “diretamente comparáveis”. Nos dois aviões MAX que caíram, os pilotos lutaram contra o sistema para evitar o acidente.
AFP/IstoÉ
O presidente Jair Bolsonaro deve lançar em breve um novo programa habitacional, batizado de Aproxima, pelo qual vai oferecer um terreno para que construtoras ergam empreendimentos prevendo imóveis residenciais e estabelecimentos comerciais.
Será destinado a famílias com renda entre dois e cinco salários mínimos (hoje, de R$ 1.996 a R$ 4.990), classes C e D. A ideia é fazer uma espécie de leasing: o morador que pagar aluguel até o fim do contrato (que deve ter prazo de 20 anos) fica com o imóvel.
O aluguel deverá ter um limite de comprometimento da renda da família que for contemplada com o imóvel. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, a meta é lançar pelo menos 200 projetos do Aproxima até 2022, fim do mandato do presidente.
O programa é uma parte do plano maior de reestruturação da política nacional de habitação, que também trará mudanças para o Minha Casa Minha Vida (MCMV). Os estudos envolvem principalmente os Ministérios de Desenvolvimento Regional e da Economia.
De acordo com integrantes do governo, uma das vantagens do Aproxima é colocar o trabalhador morando em área urbana, próxima do trabalho. Há bastante críticas em relação ao fato de o Minha Casa construir empreendimentos especialmente nas periferias das grandes cidades, principalmente por causa do alto valor dos terrenos.
Outra diferença em relação ao Minha Casa é liberar comércio e prestação de serviços nos condomínios. Isso permite às construtoras e às incorporadoras cobrarem mais caro pelos imóveis comerciais e reduzir as prestações das famílias nos imóveis residenciais. A oferta do terreno pela União também reduz o custo das empresas para construir os empreendimentos.
A limitação no valor da prestação que será pago pelas famílias vai variar de acordo com a região, o perfil do município e a renda dos potenciais moradores. Um dos participantes da formulação do programa deu o exemplo de colocar o teto de 20% da renda para famílias que ganham até três salários mínimos (R$ 2.994). A empresa que conseguir oferecer a maior quantidade de unidades residenciais tendo como prestação esse valor terá vantagem no processo de licitação.
Outro critério que deve ser analisado na concorrência é oferecimento do menor valor de condomínio. O plano do governo é definir que o vencedor do edital mantenha o empreendimento por 20 anos.
Retorno
Segundo o secretário de Desenvolvimento de Infraestrutura, Diogo Mac Cord de Faria, os critérios de escolha do vencedor da concorrência pelo terreno vão considerar o projeto que promova o maior retorno à sociedade.
“Eu faço um concurso de ideias de quem consegue me gerar, no fim das contas, um maior retorno para a sociedade, que é a quantidade de famílias de menor poder aquisitivo morando em áreas que jamais poderiam pagar, em locais próximos de seus empregos. Então é bastante inovador, tanto em termos de política pública de habitação quanto em termos de forma de possibilidade desse terreno”, diz.
Estudiosos do setor avaliam que o programa tem potencial de atacar um dos grandes problemas do déficit habitacional no Brasil: o alto valor dos aluguéis. De acordo com pesquisa de 2018 da FGV e da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), o ônus excessivo com o pagamento de aluguel é um dos principais problemas do déficit habitacional enfrentado no Brasil.
Esse componente é responsável pela falta de moradia para 42% das 7,8 milhões de famílias que não têm casa própria.Coordenadora de Projetos da Construção do FGV/Ibre, Ana Castelo entende que, se o governo mantiver a ideia de limitar o aluguel a algo próximo de 20% da renda familiar, o critério poderá fazer frente ao problema.
“Em princípio, para uma família que vai pleitear financiamento habitacional, normalmente esse é o valor razoável de uma prestação, de 20% a 30%. Pensando que ela terá custos com a habitação, 20% ainda dá margem para esses custos.”
Pesquisador da Fundação João Pinheiro, Frederico Poley destaca que as cidades têm “carência grande de oferta de imóveis”, e que ações que facilitem a ocupação de terrenos nos centros da cidade são bem-vindas do ponto de vista social. “Governo tem papel importante de facilitar as instalações de mercado, fazendo regulações que sejam efetivas”, diz.
O Aproxima deve ser lançado com a reestruturação da política nacional de habitação, e demandará a edição de uma medida provisória para autorizar que terrenos da União sejam destinados à iniciativa privada, segundo apurou a reportagem. Deve ser também necessário um diálogo com as prefeituras, já que, em alguns casos, os municípios precisarão afrouxar regras do que pode ser construído em determinadas áreas.
Zero subsídio
O Aproxima não deve contar com recursos do Orçamento-Geral da União (OGU), segundo apurou a reportagem, outra diferença em relação ao MCMV. Nos dez anos do programa habitacional criado no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram aportados R$ 110 bilhões em subsídios.
Para o ano que vem, o orçamento previsto é de R$ 2,71 bilhões, o menor já colocado no programa em uma década. As diferenças também são encontradas no modelo de financiamento pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No Aproxima, a ideia é que o financiamento com recursos do Fundo seja oferecido somente às empresas, com limite de 50% do investimento necessário para construir o empreendimento.
Apoio municipal
Para o setor da construção, a ideia do Aproxima é boa, mas precisa ser encampada pelas prefeituras. Embora os terrenos sejam cedidos pela União, para o programa dar certo serão necessárias autorizações municipais para levantar condomínios nos centros de grandes cidades, o que deve exigir mudanças nos planos diretores – com autorização das câmaras de vereadores.
“Por ser uma coisa nova, a gente necessita aprofundar a discussão para que ela saia mais arredondada”, diz José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). O setor pretende enviar formalmente ao governo sugestões para o programa em duas semanas, após coletar sugestões com empresários.
Segundo o presidente da CBIC, outro ponto que deve ser observado de perto é o quanto o projeto sairá “engessado” do governo. Até o momento, a ideia é que as unidades residenciais e comerciais estejam localizados num mesmo empreendimento.Martins entende que seria melhor se esse fator fosse flexibilizado.
“Por exemplo, vou fazer um shopping (no terreno da União). Será que nesse projeto fica bom colocar um prédio de habitação social, ou eu poderia usar outro prédio do governo, que de repente está deteriorado, reformar e transformar em habitação social?”
O presidente da CBIC destacou ainda que o programa tem o desafio de conseguir atrair o interesse de várias empresas, para que o processo concorrencial não fique concentrado em poucas companhias. Coordenadora de Projetos da Construção do FGV/Ibre, Ana Castelo frisou a importância de haver boa concorrência na escolha dos empreendimentos.
Como o modelo do projeto é novo, há uma preocupação sobre como as empresas vão se adaptar. “É importante que seja um negócio interessante para empresas e famílias, essa é uma questão vital.”
Época Negócios
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) informou na sexta-feira, 27, que o pagamento de outubro das 80 mil bolsas de pós-graduação, referente ao mês de setembro, está assegurado. De acordo com o órgão, o Ministério da Economia liberou parte dos recursos que estava contingenciada.
Ainda segundo p CNPq, os recursos liberados são do próprio órgão.
No início do mês, o governo desbloqueou cerca de 3 mil bolsas de estudo de pós-graduação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior.
No fim de julho, o órgão anunciou a suspensão da concessão de novas bolsas de pesquisa enquanto o governo federal não liberasse crédito suplementar. O edital interrompido foi lançado em junho do ano passado e previa duas chamadas de pesquisadores selecionados, uma no início e outra no meio deste ano. No total, estava prevista a liberação de R$ 60 milhões para doutorandos, pós-doutorandos e professores visitantes.
Estadão Conteúdo
Às vésperas da entrada em vigor de um aumento de tarifa da Mastercard, a Abrasel (associação de bares e restaurantes) abriu uma representação no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) contra a bandeira de cartão de crédito.
A associação tenta barrar uma alta de 40% na tarifa de intercâmbio da bandeira de cartões, que entrará em vigor nesta terça-feira (1º). Para outros setores, como companhias aéreas, essa mesma taxa ficou mais barata.
Além do pedido liminar, Pedro Solmucci, presidente da Abrasel, afirma que a entidade quer uma investigação sobre a verticalização do setor. O documento foi entregue ao Cade na sexta-feira (27) e há a expectativa de que seja apreciado ainda nesta segunda (30).
Para que o aumento não tenha impacto direto sobre as empresas representadas pela Abrasel, as maquininhas precisariam segurar a alta da tarifa. Safra e Stone já repassaram o aumento a seus clientes, atribuindo à alta a ação da Mastercard.
O aumento remonta a complexa dinâmica da indústria de cartões. Quando um estabelecimento faz uma venda no cartão, ele sofre uma taxa de desconto sobre o valor recebido. Essa taxa serve para remunerar os três elos da cadeia de cartões: a maquininha, o banco emissor do cartão e a bandeira (Mastercard, Visa e Elo são as maiores do país).
A empresa de maquininhas é responsável por recolher a taxa e repassá-la aos demais. Nessa indústria, a bandeira determina, além da própria remuneração, o quanto o banco vai receber por cada transação –essa é a taxa de intercâmbio, que foi reajustada pela Mastercard.
Segundo a Abrasel, o aumento de 40% incide sobre 70% do montante da taxa de desconto cobrada do lojista.
“Não há dúvidas de que tal aumento será absorvido pelos estabelecimentos comerciais, pois alternativa não há”, escreveu a entidade na ação submetida ao Cade.
Ainda que duas empresas tenham anunciado a alta, o aumento da competição no setor limita parte do repasse.
A disputa de mercado entre as maquininhas já vinha em uma escalada, mas ganhou outra proporção em maio deste ano quando a Rede, do Itaú, passou a pagar vendas a crédito em dois dias, reduzindo o custo da venda para o lojista.
Solmucci afirma que houve uma prática anticompetitiva no mercado. Após a redução de tarifa da Rede, a decisão da Mastercard beneficiaria o Itaú, que é o maior emissor de cartões da bandeira.
“Quando passa três meses e a principal bandeira deles promove um aumento dessa ordem, passa a enxergar que aquele de graça pode não ter sido verdade”, diz Solmucci.
O Itaú sempre negou que tenha havido prática anticompetitiva no episódio, sendo apenas uma estratégia comercial.
Na época do anúncio do aumento, o presidente da Abrasel disse que a medida era imoral, mas não ilegal.
À época, foram enviadas apenas cartas com queixas ao Cade e ao BC, sem um processo formal contra a Mastercard.
O executivo aproveita o episódio para pressionar os reguladores a impor um teto para a tarifa de intercâmbio nas operações de crédito, assim como feito há um ano no débito. Dados do BC do final de 2018 mostram que, após o teto na tarifa, o custo foi repassado ao consumidor, enquanto cresceu o custo do débito.
Solmucci afirma que ouviu de um diretor do BC alguma simpatia à ação. Além disso, ele defenderá o teto à tarifa em uma audiência pública na Câmara, marcada para esta quarta-feira (2).
Procurada no sábado (28) e no domingo (29), a Mastercard não respondeu até a conclusão desta edição.
Folhapress
Uma blitz da Operação Lei Seca realizada na madrugada deste domingo (29) no entorno da Arena das Dunas, em Natal, autuou 34 motoristas por embriaguez ao volante. Durante a fiscalização, uma motocicleta ‘atrasada’ há 19 anos foi apreendida.
Coordenador da Operação Lei Seca no Rio Grande do Norte, o capitão PM Isaac Paiva revelou ao G1 que 1.395 motoristas foram abordados na saída de um show que aconteceu no estádio.
“Chamou a atenção o caso de um condutor de uma motocicleta que estava atrasada há 19 anos. Pelo menos é o que constava ao se consultar a placa do veículo. Porém, a moto estava com a numeração do motor adulterada, o que pode indicar que o veículo tenha sido roubado. O condutor e a moto foram levados à Delegacia de Plantão, onde será averiguada a origem do veículo. Durante a blitz, o condutor ainda tentou fugir ao perceber que havíamos detectado a irregularidade, mas foi impedido pelos policiais”, destacou o capitão.
G1
Por que nossa Câmara de Vereadores não trabalha pra disciplinar e inibir a poluição sonora emitida por carros e especialmente motos. Não há quem aguente tanto barulho produzido propositalmente por escapamentos. Não entendo qual seria a intenção desses cidadãos, pois agride ferozmente quem procura descansar ou trabalhar. Vc ter que ouvir um som diga-se terrível, contra a sua vontade. Imaginem o fato pior que acomete idosos e crianças. Algo terrível e todo mundo quietinho. Ajude aí BG, discorra sobre o assunto, porque é grave e ninguém move uma palha. Vamos ver senhores vereadores, deputados, prefeito, governadora!!!!!!!
Na manhã deste domingo (29), um grupo de ciclistas que tentava pedalar pela ciclovia da Praia do Meio teve que parar pela situação de abandono na via. Areia, cadeiras e ambulantes já tomaram conta da ciclovia.
A ciclovia da Av. Lago da Pedra, Pitimbu, serve como estacionamento para bêbados (alô, LEI SECA) e para infratoresde uma academia. Além disso, tem gente que deixa o carro o dia todo estacionado em frente a um pet shop.
Natal está um verdadeiro lixo. Completamente esburacada, vias cheias de remendos. Isso na zona sul é bairros elitistas. Agora imaginemos as áreas mais periféricas. Um total incompetente, porém o IPTU em janeiro vem aí, arrombabdo o bolso dos contribuintes otários.
Concordo com os comentários, mas se os fiscais da semurb forem aí e notificarem os ambulantes, logo aparecerão pessoas dizendo que é perseguição, que o pobre não pode trabalhar, etc. Na verdade, há um descaso do poder público e muita falta de educação das pessoas.
Se o Prefeito Sujismundo trata a cidade desse jeito imagine a casa dele , esse porco " com todo respeito ao animal" deveria ser mais Limpo com o trato de Natal, a casa dele que se transforme em uma pocilga .
A vacinação contra a Brucelose que teve início no dia 1º de agosto será encerrada na próxima segunda-feira, 30 de setembro. O Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte (Idiarn), reforça a obrigatoriedade de vacinar as fêmeas bovinas e bubalinas, de zero a oito meses de idade.
É importante frisar que a partir do dia 30 de setembro os produtores que não vacinaram e declararam os rebanhos, não poderão mais emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), utilizada para o transporte dos animais. Além disso, os produtores de leite não poderão fornecer aos laticínios do Estado.
A Brucelose é uma doença infectocontagiosa provocada por bactérias do gênero Brucella, que afeta bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos, suínos, entre outras espécies. A doença causa problemas reprodutivos e por se tratar de zoonose pode afetar até o homem. A prevenção do rebanho se dá com a vacinação das bezerras bovinas e bubalinas com idade de três a oito meses com a vacina B19.
O produtor que deseja adquirir a vacina, basta comparecer em uma das lojas autorizadas à comercialização, com posse do receituário emitido pelo veterinário cadastrado no Idiarn. Após isso, deve buscar um médico veterinário cadastrado junto ao Instituto, para vacinar os animais e declarar o rebanho em um dos escritórios do Idiarn, Emater ou Secretárias Municipais de Agricultura.
O deputado do PSOL, Glauber Rocha, em entrevista ao UOL voltou a chamar o ministro Sergio Moro (JUstiça) de “juiz ladrão” e diz não ter arrependimento.
“Não retiro uma palavra do que eu disse na Comissão de Constituição e Justiça, de que Moro é um juiz ladrão. Estou apresentando a minha certeza baseada em duas teses jurídicas. A primeira é a da imunidade parlamentar. A segunda, se eles [Conselho de Ética] não arquivarem [processo contra Glauber pelo insulto], é a exceção da verdade, pois quem fala a verdade não merece castigo”, disparou.
No mês passado, o Conselho de Ética da Câmara instaurou processo contra o deputado por ter chamado Moro de “juiz ladrão” na CCJ.
O deputado minimizou as declarações ao dizer que o fez foi uma analogia a um juiz de futebol que beneficia um time durante a partida. Ele, no entanto, também afirmou que acusa Moro de ter cometido crimes.
“Estou acusando ele de ter cometido crimes. Entre os quais a utilização do cargo de juiz para receber benefício pessoal. A minha analogia tem a ver, sim, com o juiz de futebol que está no estádio e toma partido de uma das equipes. Essa analogia foi clara. Agora, acuso ele também de ter recebido recompensa para ter sido um juiz parcial. No caso de um juiz que fica de um dos lados e depois recebe uma recompensa, o nome desse crime é corrupção”, destacou.
* Com informações do UOL
O PT quer dênunciar, ou denunciou, ao Conselho de ética da Câmara, um deputado que disse " partido dos trabalhadores não, partido dos traficantes". Bando de imbecis abram o Aurelio, esse onobre deputado, sem querer, fez um elogio. Traficante – o que ou pessoa que faz traficancias, mutreta. Os ilustres membros desse partido passaram treze anos fazendo o que? O deputado elogiou vcs, ou melhor acertou na mosca, ele devia ser elogiado….kkkkk
Moro, tendo certeza que irá julga-lo por roubo, quando assumir a sua cadeira no STF, não irá retrucá-lo, haja vista que se o fizesse, iria favorecê-lo afirmando suspeição. Portanto, a exemplo dos processos de luladrão, deixa esse petralhas propineiro falando sozinho, assim, no momento oportuno fará impor a força da lei, no sentido de responder pelos seus atos criminosos. É só aguardar. Hehehe
Kkkkkkk, só pode, o órgão superior de justiça inocentar um bandidos que comandou o maior assalto aos cofres públicos do mundo, pra melhor entender, não existe um órgão da Administração pública brasileira que não tenha suas contas adulteradas, roubadas ou desviadas, na era que esse patife era presidente, mesmo assim estão querendo extinguir os processos que apuram as ilicitudes do CANALHA. Num país assim, que um crápula de um bandido se passa de herói. O cidadão que tentar aplicar a lei do universo, ou seja penalizar contraventores e criminosos, certamente, e inversamente a toda lógica, será considerado um ladrão, principalmente pelos transgressores inocentados pelos operadores da lei. Uma lástima.
Sinceramente ter de ler que um sujeitinho desses acusa o Dr. Moro de ser ladrão,é um absurdo. Deveria ser interpelado oficialmente para mostrar o porque de tal afirmação.
A organização não governamental Greenpeace produziu uma cartilha para rebater informações possivelmente falsas prestadas por Ricardo Salles no exercício do cargo. Batizada de “O Fakebook Ricardo Salles”, a cartilha tem 35 páginas.
“Nosso objetivo era criar um pequeno documento compacto, que mostrasse algumas das inconsistências de Ricardo Salles. Acabamos precisando de 35 páginas. Por favor, tenha paciência conosco”, começa o material em inglês, intitulado “O Fakebook Ricardo Salles”.
O documento foi feito pelo Greenpeace em parceria com o Observatório do Clima e o ClimaInfo.
“Ele [Salles] contou à mídia brasileira que tinha um mestrado da Universidade de Yale. É mentira. Ele não tem”, diz o texto, que segue:
“‘Que a expansão da produção não ocorreu como resultado do desmatamento’ é uma mentira evidente”.
Guilherme Amado/Época
Em entrevista à Época, a deputada Lídice da Mata, relatora da CPI das Fake News, voltou a dizer que Carlos Bolsonaro terá de depor na comissão.
“Vai ter que depor e dar esclarecimentos. Tanto ele quanto outros. Não quer dizer que só a campanha de um candidato possa ter criado fake news. Por enquanto a única pessoa convocada com ligação com a Presidência é Rebecca Félix, assessora do Planalto, que coordenou as mídias da campanha de Bolsonaro.”
Depois de sair da primeira reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, a relatora afirmou que percebe um esforço do clã Bolsonaro para que o tema não seja investigado e disse sentir-se pressionada pelo governo.
Ela disse que o colegiado vai apurar denúncias graves de que “o governo Bolsonaro é uma fábrica de fake news”.
"PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO!"
VC ESTÁ FALANDO DOS QUE GOLPEARAM DILMA,ROBERTO?
PORQUE SE VC APENAS TROCAR OS PERSONAGENS, VERÁ O QUE ACONTECEU NO GOLPE CONTRA DILMA.
ASSIM, É BOM APRENDER QUE: "QUEM COM FERRO FERE COM FERRO SERÁ FERIDO!"
Os derrotados nas eleições, mestres no submundo do terrorismo eleitoral, tentam se dar bem no tapetão.
Quem comanda os mavs do pt?
Duda Mendonça e o casal Santana confessaram que receberam dinheiro de origem ilícita para bancar as campanhas do pt.
Como funciona o submundo do marketing do pt nas campanhas presidenciais?
Em 2014, num vídeo, aparentemente os Correios de Minas foram usados…
A isto é divulgou matéria de como coronéis do Nordeste apoiaram o pt em 2018. Depois não se falou mais nada.
As denúncias eram verdadeiras ou não?
Quem não deve, nao teme!
Não era isso que dizem quando o acusado é um adversário?
Não temos bandido de estimação.
Quem deve tem que responder e pagar por isso se for culpado.
O carlucho nåo é culpado de nada, minha mãe já dizia…quem acha besta nåo compra cavalo. Os culpados são vcs que acreditaram e ainda acreditam na família Bolsonaro, na mamadeira de piroca, nas mensagens falsas de padre Marcelo etc. Agora querer culpar o moço?
Esse elemento representa o pensamento burro e limitante do governo Bozo e seus eleitores. " E o PT" e " o Luladrao" … Kkkkkkk vão se tratar seus doentes, essa loucura coletiva durou pouco… 2002 está aí, e vamos varrer esse povo do Brasil.
O delegado da Polícia Federal Hélio Khristian Cunha de Almeida, acusado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de obstruir as investigações sobre a morte de Marielle Franco, montou uma “central de mutretas” na própria superintendência da PF no Rio de Janeiro.
A afirmação consta no relatório final da corporação sobre o Caso Marielle, que indiciou o policial militar Rodrigo Jorge Ferreira, o Ferreirinha, e a advogada Camila Nogueira sob acusação de que atrapalharam os rumos do inquérito sobre o atentado.
Entre as supostas mutretas organizadas por HK, como é conhecido o delegado, o documento cita que ele usou intermediários para tentar extorquir a quantia de R$ 300 mil do vereador Marcello Sicilliano (PHS-RJ). A suspeita foi revelada pelo UOL no dia 19 de maio.
Sicilliano e o miliciano Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica, foram apontados como mandantes da morte de Marielle por Ferreirinha. HK foi o delegado federal, junto com outros dois colegas, que levou o PM a prestar o depoimento aos investigadores da DH da Capital (Delegacia de Homicídios do Rio, órgão da Polícia Civil). Posteriormente, Ferreirinha admitiu que prestou falso testemunho.
A defesa do delegado nega todas as acusações.
O delegado federal Leandro Almada, responsável pela investigação sobre a obstrução no Caso Marielle, afirma no relatório que os “atos de corrupção” cometidos por HK foram informados à Superintendência da PF no Rio para que “medidas cabíveis” fossem adotadas.
“Lamentavelmente, a autoridade policial que presidiu o IPL 477/18 [o inquérito da PF sobre o Caso Marielle], lotado no Estado do Amazonas, sem conhecer as mazelas do RJ, possa, açodadamente tecer comentários com carga de subjetivismo, sem qualquer prova ou fundamento. Certamente, tal ilação será objeto de demanda judicial em desfavor da União no momento oportuno”, afirmou, em nota, o advogado Leonardo Carvalho, defensor de HK.
Carvalho acrescenta que “desconhece qualquer tipo de acusação neste sentido e encontra-se à disposição para quaisquer esclarecimentos que os órgãos de persecução necessitem”.
UOL
Um carro capotou no final da manhã deste domingo (29) em plena Ponte Newton Navarro e deixou a pista parcialmente bloqueada.
Segundo relato do motorista aos policiais do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), ele vinha com o carro em baixa velocidade em direção à Redinha, mas terminou sendo atingido na traseira por um outro carro que descia em alta velocidade, o que fez com que ele perdesse o controle, se jogasse contra a mureta de proteção e capotasse o veículo.
Apesar do susto, ninguém ficou ferido. Esse outro veículo envolvido no acidente teria se evadido do local.
Márcio Elias Rosa, o ex-procurador-geral de Justiça de São Paulo que havia topado ser sócio de Rodrigo Janot num escritório de advocacia, aberto há quatro meses, decidiu manter a sociedade.
Elias Rosa, entretanto, foi pego de surpresa com o teor das declarações feitas por Janot. A alguns amigos, se disse traído.
Márcio Elias Rosa entrou em contato com a coluna para avisar que, “além da amizade”, mantém com Rodrigo Janot alguns trabalhos em regime de parceria. “Não somos propriamente sócios, faço parte de outra sociedade — Terra, Tavares, Ferrari e Elias Rosa, com sede no Rio e em em São Paulo, atuando na contencioso estratégico em diversas áreas do direito”.
Segundo Rosa, ele manterá com Janot, por exemplo, a parceria acerca dos danos à população de Nova Lima, distrito de Macacos, em Minas Gerais, vítimas do crime ambiental da Vale.
Guilherme Amado/Época
Não é apenas Rodrigo Janot, no mundo das togas e tribunais, que faz o desejo e o ódio servirem-se da lei para fazer o mal.
A Instituição que foi criada para atuar como fiscal e médico, tem atuado muitas vezes como parte interessada e monstro doentio partidário.
Em evento do PSDB no Rio, Gustavo Bebianno lamentou ter contribuído na campanha presidencial de Jair Bolsonaro.
Sem fazer referência direta a Bolsonaro, o ex-secretário-geral da Presidência da República condenou “os extremos”.
“O pêndulo estava todo à esquerda. Hoje, está na extremidade oposta, o que mantém o país igualmente preso e restrito a outra agenda ideológica. O pêndulo precisa estacionar no centro, para que tenhamos equilíbrio”
O Antagonista
Um carro explodiu na manhã deste domingo (29), em Caraúbas, interior potiguar, enquanto fazia o abastecimento de GNV em um posto de combustível do município.
Informações repassadas por populares dão conta que durante o abastecimento, a válvula do cilindro não resistiu a pressão e provocou a explosão. Apesar do susto e do prejuízo, ninguém ficou ferido.
A catarinense Weg e a gaúcha Fuel Tech estão formalizando parceria para converter motores a combustão em elétricos, de olho na tendência em carros menos poluentes movidos a baterias recarregáveis.
O empreendimento tem por objetivo a redução de danos ao meio ambiente, o que é louvável, mas o perigo paira exatamente na possível falta de critérios por parte dos órgãos de fiscalização. Mesmo oficinas de fundo de quintal se dirão habilitadas ao processo de conversão elétrica de motores, tornando muitos desses veículos em potenciais bombas deambulantes.
Pelo o visto o veículo não é novo e talvez não o dono não faz revisão periodicamente e sem fiscalização essas bombas ambulante fica rodando pondo em risco vidas humanas.
12 concursos abrem inscrições nesta segunda-feira (30) para preencher mais de 1,1 mil vagas. As oportunidades são para profissionais de todos os níveis de escolaridade, nos seguintes estados: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo.
Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.
Tirando uma queixa corporativa ali ou acolá, os cargos mais disputados do funcionalismo são preenchidos por gente meio fula com o PT. Excetuando-se o ensino (só tem vermelho mesmo…. O filtro é grande).
Se os alienados bolsominio tivessem estudado ao invés de ficarem reproduzindo ódios em redes sociais, agora poderiam melhorar de vida de verdade. Dirão que é coisa de comunista…
Kkkkkkk, esses delírios são frutos do ócio? cleptomaníacos petralha.
De comunista pode até não ser. Só é de se lamentar que um país as pessoas só vejam como meio de vida o ingresso no serviço público. Tudo isso é muito ibérico. Invejo os países em que as pessoas querem empreender, ganhar milhões inovando, onde a inciativa privada sai na tapa atrás dos melhores cérebros (cursos de verdade, não esses de lacração), onde dá para se empreender sem um monte de burocrata criando regra, nem com "justiceiros sociais".
Nenhum Bolsominio tem capacidade de passar num concurso, por isso que querem vender tudo. Inveja é osso.
A maioria dos concursados que conheço são bolsomínions. Sobretudo na área médica, policial e judiciária. Vc vai ver concursado petista nessas profissões menos disputadas.
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