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CAÍ A MASCARA: Decisão judicial desmonta mentiras que o Sindicato dos Médicos arquitetou para proteger a Coopmed

Foto: Sinmed/divulgação

O discurso do Sinmed, repetido à exaustão por seu presidente, Geraldo Ferreira, sempre se apresentou como a voz da categoria médica. Mas decisão judicial da noite dessa quarta-feira deixa claro o que, até aqui, era apenas suspeita: o sindicato não estava defendendo médicos — estava, na verdade, tentando blindar os interesses da Coopmed.

A ordem judicial foi categórica ao afirmar que a legitimidade do Sinmed para agir em nome das cooperativas é “questionável”, pois se trata de atuação em direito alheio, fora das hipóteses legais. Em outras palavras, o sindicato não tinha procuração moral nem jurídica para falar em nome dos médicos quando, na prática, estava advogando em favor de uma cooperativa.

Mais grave ainda: ao tentar impedir a “quarteirizaçao”, o Sinmed se colocou contra princípios fundamentais da liberdade econômica e da livre iniciativa, afrontando a própria Constituição e a Lei da Liberdade Econômica. A máscara caiu. Não se tratava de luta por dignidade médica, mas de um movimento de restrição de mercado para beneficiar um grupo específico.

A decisão ainda reforça que o posicionamento do sindicato contrariava o entendimento consolidado do Supremo Tribunal Federal, que reconhece a licitude da terceirização em todas as atividades. Ou seja, Geraldo Ferreira e sua direção sabiam que iam na contramão da lei e da jurisprudência, mas preferiram sustentar uma narrativa enganosa.

Enquanto pregavam a defesa da classe, o que de fato buscavam era a manutenção de privilégios da Coopmed. Ao adentrar no mérito administrativo, o Sinmed revelou sua verdadeira face: menos sindicato, mais lobby corporativo travestido de defesa dos médicos. O resultado é a exposição pública de sua estratégia de escamotear intenções e manipular a categoria.

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Empresas pedem teto de preço de R$ 650 mil para Minha Casa Minha Vida da classe média; entenda

Foto: Daniel Teixeira/Estadão

As incorporadoras levaram ao governo federal uma proposta para revisar novamente o Minha Casa Minha Vida, aumentando o seu alcance perante a classe média – que se ressente dos juros altos dos financiamentos imobiliários. O Estadão/Broadcast apurou que representantes de associações empresariais sugeriram que o preço máximo de imóveis comercializados dentro da faixa 4 do programa habitacional passe de R$ 500 mil para R$ 650 mil, enquanto a faixa de renda mensal das famílias atendidas suba de R$ 12 mil para R$ 15 mil.

As incorporadoras veem aí a chance de aproveitar ainda mais o fundo social do pré-sal, que neste ano abriu um orçamento de R$ 18 bilhões para habitação. Além disso, a medida ajudaria a socorrer as vendas de imóveis neste segmento, que vêm esfriando nos últimos meses. A proposta é aumentar o programa para ajudar a classe média, disse, sob condição de anonimato, um representante de uma das empresas do setor.

Já no Ministério das Cidades, a proposta recebida está sob análise, sem uma decisão, até aqui, se será tirada do papel ou não. De acordo com uma pessoa do alto escalão do Ministério, também falando sob condição de anonimato, há estudo para tudo, mas, por ora, não há nada andando neste sentido.

De um lado, a avaliação técnica na pasta é de que é preciso aguardar a faixa 4 do Minha Casa Minha Vida amadurecer antes de se falar em um novo ajuste. Por outro lado, há uma certa preocupação com o ritmo lento com que a faixa 4 está evoluindo. Além disso, uma eventual ampliação do MCMV seria bem vista por uma parcela importante da população às vésperas das eleições presidenciais.

Em termos práticos, as incorporadoras poderiam trabalhar com uma margem de lucro maior ao ter uma ampliação da faixa 4, mas também aumentar o tamanho médio dos imóveis oferecidos para a classe média.

De acordo com estimativa da consultoria de dados Brain, o preço médio do metro quadrado de um imóvel que custa entre R$ 350 mil e R$ 700 mil na capital paulista atualmente é de R$ 10,1 mil. Considerando esse valor, um imóvel de R$ 500 mil teria 50 m². Com o teto de R$ 650 mil, o tamanho poderia aumentar para 64 m².

Em bairros como Vila Mariana, onde o preço médio de metro quadrado é de R$ 17,4 mil, o imóvel poderia ter 37 m². Em Pinheiros, seriam viáveis apartamentos de 24 m². Já em bairros como Mooca, Barra Funda, Butantã, Ipiranga e Vila Prudente, o tamanho viável ficaria entre 50 e 60 m².

Outra abordagem possível para as incorporadoras com o novo preço máximo dos imóveis seria manter o tamanho do apartamento e aumentar a oferta de áreas comuns nos prédios, seguindo o conceito chamado de condomínios-clubes — que tendem a custar mais para serem feitos.

Em outro levantamento, específico sobre a faixa 4 do Minha Casa Minha Vida, a Brain mostra que os preços praticados por incorporadoras para os imóveis de até R$ 500 mil em SP vão de R$ 8.045 no Parque Das Paineiras a R$ 13.451 no Jardim Prudência, dois bairros da zona sul da capital paulista.

O tamanho médio dos lançamentos atuais é de 49 m². Com o novo teto de preço, os imóveis poderiam ter até 63 m².

Juro alto

Promessa do governo Lula para ajudar a classe média, a faixa 4 do Minha Casa Minha Vida foi lançada em maio. A grande vantagem é o financiamento com taxa de juro subsidiada, na ordem de 10% ao ano, diferentemente dos negócios fora do programa, em que a taxa média está em 13% ao ano.

O juro alto é a grande barreira para as famílias comprarem imóveis atualmente, pois encarece a parcela do empréstimo bancário. Com a iniciativa, o governo tentou recuperar o poder de compra da população.

Na faixa 4, foram assinados 3,8 mil contratos em julho e outros 4,7 mil em agosto, indicando uma aceleração nos negócios, mas ainda bastante abaixo do ritmo ideal. O governo havia anunciado a previsão de contratar 120 mil moradias nesta modalidade até o fim do ano – o equivalente a 15 mil por mês.

Uma das razões para o avanço lento no setor é que a taxa de juro, embora reduzida, não chega a ser pequena. Um imóvel de R$ 500 mil, com entrada de 30% (R$ 150 mil), taxa de 10% ao ano e parcelamento do saldo em 420 meses, gera parcela mensal de R$ 3,6 mil.

Outro fator é que as construtoras não tinham muitos produtos na prateleira para vender nesta modalidade, pois haviam direcionado os empreendimentos para outros públicos diante das dificuldades de aquisição pela classe média. Portanto, ainda vai levar um tempo até as empresas lançarem novos projetos e ampliarem a ofertar na faixa 4.

Procurado, o Ministério das Cidades respondeu que há um acompanhamento contínuo do desempenho de todas as linhas do MCMV, buscando antecipar as eventuais necessidades de correções, em prol do avanço do programa habitacional.

A pasta também citou que a faixa 4 é um marco relevante para a política habitacional, consistindo numa resposta adequada para as dificuldades enfrentadas por inúmeras famílias brasileiras para a realização do sonho da casa própria.

Na visão do ministério, a estruturação da modalidade está se mostrando capaz de gerar uma perspectiva nova para o setor da construção, com tendência de uma oferta crescente de novas habitações, assim como visto nas demais faixas.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Quem fizer empréstimo para comprar esse tipo de imóvel, não terá condde pagar, o governo está acabando de destruir a chamada classe média com impostos para bancar seus programas de cunho político para se perpetuar no poder, vejam agora mais dois impostos criados para tomar dinheiro de quem vive de alugar imóveis… só fumo e o grosso entrando!

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Principal alvo da CPMI, “Careca do INSS” deve depor nesta quinta-feira

Foto: LinkedIn/Reprodução

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) espera ouvir, nesta quinta-feira (25), o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

Principal alvo do colegiado, o lobista foi preso em 12 de setembro em operação da PF (Polícia Federal). Ele é investigado por operar o esquema de desvio de recursos de aposentados e pensionistas cadastrados no INSS.

O “Careca do INSS” seria um intermediário dos sindicatos e associações responsáveis pelos descontos não autorizados. Ele é investigado por receber os recursos que eram debitados indevidamente e repassar parte deles a servidores do INSS ou familiares e empresas ligadas a eles.

Uma decisão do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), desobrigou Antônio Carlos Camilo Antunes de ir à CPMI, apesar de ele ter sido convocado, quando a presença é obrigatória.

O empresário, no entanto, aceitou e decidiu ser ouvido no Congresso após a CPMI aprovar a convocação da sua esposa, Tânia Carvalho dos Santos, e do seu filho Romeu Carvalho Antunes.

A esposa e o filho do “Careca do INSS” seriam sócios em empresas que supostamente estariam envolvidas nos esquemas de fraudes.

A comissão também já ouviu dois sócios de Antônio Carlos Camilo Antunes: Milton Salvador de Almeida Júnior e Rubens Oliveira Costa, que recebeu voz de prisão na segunda-feira (22).

Pedido de prisão

Antes da oitiva, a comissão tem prevista a votação de 30 requerimentos e uma minuta de projeto de lei. Entre os pedidos pautados, está a solicitação de prisão preventiva do advogado Nelson Wilians Fratoni Rodrigues, que prestou depoimento na CPMI na semana passada.

Também está na pauta a quebra de sigilo bancário e fiscal do advogado. Ele foi alvo de buscas e apreensões em 12 de setembro, em São Paulo. A PF pediu a prisão do advogado, mas a solicitação não foi autorizada pelo STF.

Em sua oitiva, Nelson Wilians se recusou a fazer o compromisso de dizer a verdade e não respondeu à maioria das perguntas dos parlamentares. Ele negou ter qualquer relação com as fraudes do INSS.

Outros pedidos miram a convocação de pessoas ligadas a associações e empresas que estariam envolvidas no esquema de fraudes do INSS.

Um dos requerimentos solicita ao presidente do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), Ricardo Andrade Saadi, o envio do relatório completo de análise financeira da operação Sem Desconto, da PF.

CNN

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Lula volta dos EUA e deve definir trocas na equipe com Boulos e centrão

Foto: Angela Weiss/AFP

O presidente Lula (PT) volta dos Estados Unidos, nesta quinta-feira (25), com pendências para resolver sobre a composição de sua equipe, com as possíveis trocas dentro do Palácio do Planalto e na Esplanada dos Ministérios.

Diante da ameaça de debandada de indicados do PP e União Brasil, o presidente terá que se dedicar ao redesenho de seu time de auxiliares, caso o desembarque dos dois partidos se concretize.

Aliados do petista apostam na tentativa de reacomodar, nesses espaços, os partidos da própria base aliada, inclusive do centrão. Entre as legendas que podem ser contempladas estão PSD, PDT, PSB e até Republicanos.

Auxiliares do presidente afirmam que, diferentemente do momento de montagem do governo, ainda na transição, quando a prioridade era garantir governabilidade, agora pesa também a construção de alianças regionais para 2026, buscando apoio à reeleição do petista.

Por isso, Lula tem repetido que não demitirá ministros cujos partidos vêm se aproximando da direita. Além da necessidade de apoio no Congresso, o presidente leva em conta a montagem de palanques.

Lula já avisou a alguns ministros do centrão que apoiará suas candidaturas nos estados, mesmo que os partidos não estejam, formalmente, em sua coligação no ano que vem. Seria, por exemplo, o caso de Celso Sabino (Turismo), André Fufuca (Esportes) e Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) —que são deputados federais licenciados pelo União Brasil, PP e Republicanos, respectivamente, e devem concorrer ao Senado em 2026.

Os três foram indicados por suas bancadas ao Ministério de Lula, numa tentativa do Executivo de melhorar a sua relação com a Câmara.

Ainda assim, Lula terá que lidar com o desembarque anunciado por PP e União Brasil, que impuseram prazo para que “detentores de mandatos” deixem o governo sob risco de expulsão. As duas siglas oficializaram a criação de uma federação e têm se posicionado na oposição ao governo petista, buscando criar uma aliança em torno da candidatura presidencial de Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Sabino deverá se reunir com Lula até esta sexta-feira (26) para entregar seu cargo após o União Brasil antecipar a data de saída do governo. No último dia 18, a direção do partido aprovou por unanimidade esse movimento depois de uma reportagem publicada pelo ICL (Instituto Conhecimento Liberta) e pelo UOL mostrar acusações feitas por um piloto de que o presidente do partido, Antonio Rueda, é dono de aviões operados pelo PCC (Primeiro Comando da Capital). Rueda nega a acusação.

No dia seguinte, Sabino se reuniu com Lula no Palácio da Alvorada, em Brasília, e avisou que pediria demissão. O ministro trabalhava para demover Rueda da decisão do desembarque e pedia mais prazo para ficar no ministério, sobretudo pela proximidade com a COP-30 (Conferência de Mudanças Climáticas da ONU), que será realizada em Belém (PA), em novembro.

Com domicílio eleitoral no Pará, Sabino queria usar o megaevento para consolidar seu nome numa disputa ao Senado em 2026. O ministro procurou aliados no governo e no Congresso Nacional para tentar demover Rueda da ideia.

Mesmo com a decisão de antecipar o desembarque, aliados do ministro do Turismo buscaram Rueda nos últimos dias para tentar reverter esse posicionamento. A ideia seria que o dirigente permitisse que Sabino se licenciasse da sigla para permanecer na pasta. Essa alternativa, no entanto, é considerada remota.

Fufuca, por sua vez, tenta costurar um acordo com a cúpula do PP para que ele possa permanecer no Ministério do Esporte até o fim do ano. A ideia em discussão é que o ministro se licencie da sigla nesse período. Uma ala do PP avalia que não há motivos para o ministro deixar o cargo agora, em meio a entregas previstas da pasta, e defende a permanência dele até o fim deste ano.

Três integrantes do partido dizem que haverá pressão sobre o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), para viabilizar a permanência do ministro. Um aliado de Ciro diz que não vê motivos para ele se opor à ideia, já que o senador é próximo de Fufuca. Além disso, ele afirma que o dirigente partidário tem postura diferente de Rueda, e estaria aberto ao diálogo.

Também atento à eleição, Lula busca reforçar laços com a esquerda. Como a Folha revelou, o presidente avisou a aliados que o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) deverá ser anunciado como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência no lugar de Márcio Macêdo (PT). A pasta é responsável pela interlocução do governo com movimentos sociais.

Um dos objetivos dessa mudança é reanimar a base social, sobretudo a juventude. A ideia é também ganhar maior combatividade nas redes sociais frente à artilharia bolsonarista. A meta é de crescimento contínuo nas redes na tentativa de repetir números de 2022, quando a campanha do presidente conquistou maior visibilidade no calor da disputa.

Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. Com governo da ESQUERDA, SEMPRE PODE PIORAR, é igual a rabo de cavalo, só cresce para baixo, um poço sem fundo.

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Inspetor da STTU alerta para “golpe do QR Code” em patinetes elétricos

Foto: Adriano Abreu

O uso dos patinetes elétricos tem sido uma febre em Natal. Em meio à novidade, o inspetor Thales Galvão, da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU), alertou os usuários para o “golpe do QR Code”.

A prática, segundo ele, consiste na colagem de um QR Code falso no lugar do original no patinete, que direciona o pagamento para a conta do golpista.

“Já existe relatos de maus elementos usando QR Code falso. E aí, o cidadão que não conhece ainda bem o serviço vai lá, aponta a câmera para o QR Code falso e direciona diretamente para a conta do estelionatário”, disse o inspetor.

É importante frisar que o QR Code original direciona o usuário para o aplicativo da JET, empresa responsável pelo serviço em Natal. Pelo aplicativo, a pessoa tem a opção de fazer a recarga pelo Pix ou pelo cartão de crédito.

Tribuna do Norte 

Opinião dos leitores

  1. Como os petralhas não perdem tempo, já tão até praticando estelionato em uma coisa que tem menos de 48 horas de funcionamento. Essa turma do 13 são terrives

    1. Tem pessoas que vão morrer de ódio
      Tudo na vida é o 13
      Devia se filiar para acalmar o coração

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Brasil

Moraes fez “perseguição” para que eleição ficasse conforme seu ideal, diz Tagliaferro

Foto: Alejandro Zambrana

O ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Eduardo Tagliaferro acusou o magistrado de ter feito uma “perseguição“ à direita para que as eleições de 2022 ficassem conforme o ideal dele. Tagliaferro participou por videochamada de uma audiência pública, nesta quarta-feira, 24, na Subcomissão Especial Sobre o Combate à Censura, da Câmara dos Deputados.

“Em relação ao próprio atentado ao Estado Democrático de Direito, quem está fazendo isso, aos meus olhos, é o próprio Alexandre de Moraes, que está destruindo uma nação, que fez toda uma manipulação não só processual, como uma manipulação de mídia, uma perseguição, para fazer com que as eleições ficassem de acordo com o ideal dele, de acordo com a intenção dele“, declarou o ex-assessor.

Tagliaferro atacou Moraes, chamando o ministro de “psicopata“, e o acusou de ter cometido e continuar cometendo crimes.

Nunca foi tão fácil ficar bem informado com O Antagonista

Ainda de acordo com ele, durante a gestão do ministro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), plataformas digitais foram “ameaçadas” pela Corte para que derrubassem perfis no período eleitoral e havia um “mutirão de perseguição à direita“ no tribunal.

“Esse pedido [para derrubar perfis] de fato era feito, inclusive às vezes em reuniões, que a gente chamou de uma comissão dentro do TSE, às empresas de rede social, de software de comunicação, como a Meta, Google, Telegram, YouTube, participavam constantemente, e sempre era pedida uma certa celeridade”, pontuou Tagliaferro.

“A gente inclusive tinha alguns contatos de diretores dessas plataformas, nos quais a gente acabava encaminhando direto o ofício, antes mesmo de ele ter ido via oficial, para que aquele pedido do ministro Alexandre de Moraes fosse realizado o quanto antes possível. Mas eles eram ameaçados, sim, inclusive com a derrubada da própria plataforma em todo o território nacional“.

O ex-assessor acusou o Supremo Tribunal Federal (STF) de promover censura no Brasil e disse que isto tem “reprimido, constantemente, de forma brutal, um polo político, a direita, dando somente liberdade e palavra à esquerda”. “Então temos hoje que trabalhar pesado nisso. A comissão é uma comissão muito importante, nós precisamos que os parlamentares assinem a CPMI da Vaza Toga, que os senadores também façam mais comissões, vão mais atrás desse problema, que é um problema hoje não é de poucos, não, de muitos”.

Ele prosseguiu: “Hoje, temos alguns censurados. Amanhã poderemos ser todos, e não podemos aceitar num país democrático, num país como o Brasil, um país lindo, um país amado, que isso continue. Porque se nós continuarmos, se nós não manifestarmos, teremos um país pior que Cuba, pior que Venezuela“.

Denunciado pela PGR

Em 22 de agosto, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, denunciou Tagliaferro ao STF pelos crimes de violação de sigilo funcional, coação no curso do processo, obstrução de investigação de infração penal envolvendo organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

O ex-assessor é investigado pelo vazamento de mensagens trocadas entre servidores do gabinete de Moraes no STF e no TSE. Segundo a denúncia, entre maio e agosto do ano passado, Tagliaferro “violou sigilo funcional e embaraçou as investigações ao revelar à imprensa e tornar públicos diálogos sobre assuntos sigilosos que manteve com servidores do STF e do TSE na condição de assessor-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação”.

O procurador-geral também aponta que Tagliaferro cometeu coação no curso do processo ao ameaçar, em julho deste ano, após deixar o Brasil, revelar no exterior novas informações funcionais sigilosas obtidas no exercício de seu cargo.

Para a PGR, o ex-assessor de Moraes aderiu às condutas da organização criminosa investigada nos inquéritos da suposta trama golpista, das fake news e das milícias digitais, e selecionou diálogos para tentar interferir na credibilidade das investigações.

Após a denúncia, Moraes determinou que o Ministério da Justiça protocole pedido de extradição de Tagliaferro.

O Ministério da Justiça enviou o pedido ao Itamaraty, que deverá formalizá-lo junto ao governo da Itália, onde o ex-assessor reside.

Tanto ele como Zambelli falaram por videochamada na reunião da comissão hoje.

O Antagonista

 

Opinião dos leitores

  1. Eu e muitos PATRIOTAS BRASILEIROS já Sabemos que a nossa Justiça tinha os Olhos vendados, mas agora tá Cega, porque não está vendo Essas Autoridades Desobedecendo A Nossa Constituição FEDERAL

  2. Um documento fraudado (fraude essa provada por peritos) como o que foi visto é muito mais do que suficiente pra anular esse processo patético e vergonhoso, o que está faltando?

  3. Não adianta espernear agora, as cabeças das cobrasse eram para terem sido cortadas antes de terem engrossado o pescoço, agora os esquerdopatas só largarão o poder à custa de muito sangue e vidas, coisa que no momento os brasileiros não estão dispostos a fazerem como já está acontecendo por aí no mundo…

  4. Se essas denúncias fosse em um país sério seria um enorme escândalo. O incrível é que a mídia comprada finge que nada disso aconteceu

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Geral

Com prazo de oito meses, Senado instala comissão sobre novo Código Civil

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A comissão temporária sobre a atualização do Código Civil foi instalada nesta quarta-feira (24). O colegiado irá analisar um projeto de lei apresentado pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que teve como base uma proposta elaborada por uma comissão de juristas.

O prazo de funcionamento da comissão será de até oito meses. Pacheco presidirá o grupo e o senador Efraim Filho (União-PB) será o vice-presidente. A relatoria será do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).

Ex-presidente do Senado, Pacheco apresentou a proposta de um novo Código Civil no fim de janeiro. Durante sua gestão, ele foi o responsável por criar, em 2023, o colegiado de juristas que analisou as mudanças.

Para o senador, não se trata de um “novo Código”, mas de uma atualização para “suprir lacunas” da legislação. “Os conceitos que temos hoje, muitos deles são muito bons, não há dúvida, mas outros tantos estão ultrapassados e há muitas lacunas também na lei civil atual, considerando que são conceitos de 50 anos atrás”, disse Pacheco.

O início dos trabalhos do colegiado foram acompanhados pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). “O Código Civil é uma das legislações mais importantes do nosso país, pois organiza a vida em sociedade, regula relações familiares, patrimoniais, de consumo e, agora, também, as novas realidades digitais”, afirmou o senador.

O prazo inicial da comissão seria de 60 dias, com possibilidade de quatro prorrogações por igual período. Por acordo, os integrantes decidiram adotar o prazo máximo previsto. Assim, a estimativa é que o parecer seja apresentado em junho do próximo ano.

Após a análise na comissão temporária, o projeto ainda precisará ser votado no plenário. Se for aprovado pelos senadores, seguirá para a Câmara dos Deputados.

Caso seja aprovado no Congresso e sancionado, será a segunda atualização do Código Civil, que foi criado em 1916. A primeira mudança – e a atual legislação em vigor – é de 2002.

A reforma do Código conta com mais de 900 artigos. Em abril, a CNN fez uma série de reportagens sobre o projeto.

Entre as mudanças, o projeto atual prevê: a possibilidade de pedido divórcio unilateral; a mudança nos direitos de cônjuges e regras para herança digital; normas para o uso de Inteligência Artificial e regras para big techs; a proibição de aluguel no modelo Airbnb; e regulamentação da reprodução assistida no país.

CNN

Opinião dos leitores

  1. e explica aí por que não fizeram o mesmo com o Código Penal (ainda é usado o de 1940)? Estão protegendo os políticos para não caírem nas malhas renovadas por seus crimes?

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Política

Bolsonaro fecha apoio a Tarcísio para eleição presidencial

Foto: Isabella Finholdt

O ex-presidente Jair Bolsonaro deu aval para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disputar as eleições presidenciais com seu apoio.

O acordo foi costurado com os líderes do PP e do União Brasil. A dúvida agora é quando a decisão será anunciada.

A coluna apurou que há um racha em relação ao calendário. Um grupo defende esperar até dezembro ou janeiro, sob o argumento de que isso livraria Tarcísio de ser acusado pelos eleitores de usar o governo de São Paulo como trampolim para o Planalto.

Porém, os mesmos políticos afirmam que Bolsonaro é imprevisível e que ele é quem definirá o calendário. Tarcísio deve se reunir com Bolsonaro na semana que vem. A visita está permitida em 29 de setembro, das 9h às 18h.

Enquanto isso, o governador foi orientado a manter o discurso de que irá disputar a reeleição.

Metrópoles

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Geral

PESQUISA/ AGORA SEI: Aprovação da gestão do prefeito Dr. Tadeu em Caicó é de 73,8%

O Instituto Agora Sei realizou, entre os dias 20 e 21 de setembro de 2025, uma pesquisa de opinião pública em Caicó, ouvindo 500 moradores. O levantamento trouxe um panorama detalhado sobre a avaliação da população em relação à administração municipal.

Aprovação geral

De acordo com os dados, a gestão do prefeito Dr. Tadeu alcança 73,8% de aprovação, enquanto a Câmara de Vereadores registra 46,4% de avaliação positiva. A diferença de 27,4 pontos percentuais revela uma distinção clara, feita pela população, entre a condução do Executivo e o desempenho do Legislativo local.

Perfil do eleitorado

O estudo mostra que mulheres e jovens concentram os índices mais altos de aprovação:

– Mulheres: 78,5% de aprovação, contra 68,5% entre os homens.
– Jovens de 16 a 24 anos: 80,7% de aprovação, o grupo com maior percentual positivo.

Recorte socioeconômico

Os dados também mostram diferenças conforme a renda:

– Entre pessoas sem rendimento ou que ganham até 1 salário mínimo, a aprovação é de 68,3%.
– Entre os que recebem de 1 a 3 salários mínimos, o índice sobe para 88,5%, o maior da pesquisa.
– Na faixa de 3 a 5 salários mínimos, a aprovação é de 82,8%.
– Pessoas com nível superior registram 81,1% de aprovação.

Essa variação indica maior adesão da classe média e dos grupos com maior grau de instrução.

Serviços avaliados

A pesquisa também aferiu a percepção dos caicoenses sobre áreas específicas da administração municipal:

– Coleta de lixo: 77,6% de aprovação.
– Hospital do Seridó: 72,6%.
– Postos de saúde: 71,2%.
– Educação: 69,6%.

Em contrapartida, os pontos de desaprovação são:

– Trânsito: 59,6% de avaliação negativa.
– Saneamento básico (CAERN): 50,0% de desaprovação.
– Pavimentação: avaliação dividida, com 43,8% de desaprovação.

Diferenças por bairro

Os resultados apresentam variação marcante entre os bairros:

– Itans, IPE e Nova Descoberta registraram 100% de aprovação da gestão.
– Em Penedo, a aprovação ficou em 45,5%.
– No Walfredo Gurgel, 60,6%.

O levantamento indica que a gestão municipal possui ampla aprovação, especialmente em segmentos como mulheres, jovens e cidadãos de renda média. Os serviços de saúde, coleta de lixo e educação aparecem entre os pontos fortes, enquanto trânsito, pavimentação e saneamento são percebidos como principais questionamentos.

 

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Geral

[VÍDEO] PIROKA DE PATINETE: Patinetes fazem tanto sucesso em Natal que agora tem publicidade de todo jeito, até de “piroka”

Se você achava que a polêmica com os patinetes elétricos de Natal já tinha acabado, o equipamento segue fazendo sucesso e agora tem até “piroka” andando de patinete.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um homem vestido de “piroka” circulando pelas ruas da cidade em um patinete, e, claro, causando espanto e gargalhadas.

Segundo informações, a fantasia inusitada faz parte de uma campanha publicitária de uma empresa, que claramente sabe que nada chama mais atenção do que ousadia e bom humor.

O serviço de patinetes elétricos da Jet chegou a Natal em fase experimental com 600 unidades, e  desde então não para de fazer sucesso.

Blog do BG

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Política

Alcolumbre descarta votação e anuncia arquivamento da PEC da Blindagem

Waldemir Barreto/Agência Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), declarou nesta quarta-feira (24) o arquivamento da chamada PEC da Blindagem. A proposta foi rejeitada de forma unânime e considerada inconstitucional pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

Alcolumbre descartou uma votação no plenário e afirmou que a decisão tem um “amparo regimental claríssimo”. Mais cedo, o presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), havia defendido que a PEC passasse por votação no plenário como gesto político dos senadores sobre a rejeição do texto.

CNN

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Geral

Gilmar vota e STF tem três votos para ampliar acesso a dados de buscas na internet em investigações

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a constitucionalidade do acesso ampliado a dados de buscas de usuários de plataformas de internet em investigações criminais, desde que a medida seja fundamentada, proporcional e restrita a casos graves. Com o voto do decano, o STF tem três votos favoráveis à ampliação, contra dois contrários.

O caso é analisado no âmbito de um recurso apresentado pelo Google contra uma ordem judicial que determinou o fornecimento de dados de usuários que pesquisaram termos relacionados à vereadora Marielle Franco e ao local de seu assassinato, ocorrido em março de 2018, no Rio de Janeiro. A medida foi autorizada no curso das investigações sobre o crime que também vitimou o motorista Anderson Gomes.

A posição de Gilmar acompanha a divergência aberta pelos ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, que consideram a medida constitucional. Os dois votos que defendem uma postura mais rígida em relação ao acesso dos dados foram dados pela relatora, ministra Rosa Weber, hoje aposentada, e pelo ministro André Mendonça.

Em seu voto, Gilmar Mendes afirmou que “não se tratou de devassa ou atividade especulativa”, destacando que “havia elementos concretos que indicavam a prática de crime gravíssimo, verdadeiro crime hediondo”, e que a medida foi delimitada “temporal e espacialmente”.

O ministro propôs uma tese que limita o uso da chamada busca reversa — técnica que permite identificar usuários a partir de palavras-chave pesquisadas — a investigações de crimes hediondos, como os previstos na Lei 8.072/90.

Segundo ele, é necessário garantir que “a ordem judicial contenha, com precisão, os indexadores utilizados para a busca pretendida na base de dados do provedor”, e que haja “delimitação precisa dos termos e do período de busca, ao descarte dos dados de pessoas não vinculadas ao inquérito”.

Gilmar também alertou para os riscos de decisões amplas em temas ainda não suficientemente amadurecidos:

— A decisão ampliativa ou maximalista em termos de admissão da quebra coletiva de dados pessoais possui consequências jurídicas, políticas e tecnológicas que não foram inteiramente apreendidas ou consideradas por esta Corte.

Apesar disso, o decano do STF reconheceu a legitimidade da medida no caso Marielle:

— É constitucional a requisição judicial de registros de conexão ou de registros de acesso a aplicativos de internet para fins de investigação criminal ou instrução processual penal, inclusive o fornecimento de dados pessoais por provedores, em cumprimento de medida de busca reversa por palavra-chave.

Em 2023, a relatora, ministra Rosa Weber, hoje aposentada, votou para que a quebra do sigilo em investigações criminais só possa ocorrer quando delimitada e com indicação de motivo razoável, com suporte em provas e evidências.

O julgamento foi retomado no ano passado, com o voto de Moraes, que divergiu e defendeu uma ampliação do acesso a dados de buscas. O ministro foi acompanhado na época pelo ministro Cristiano Zanin, que fez algumas ressalvas pontuais.

O ministro André Mendonça votou por regras rígidas, empatando o julgamento. Para Mendonça, o aumento do acesso pode levar a um “arrastão probatório”.

Mendonça demonstrou preocupação com a possibilidade de ocorrer a chamada “pesca probatória”, que ocorre quando são buscados elementos de maneira genérica, sem um objetivo claro na investigação.

complexas, o uso de dados de buscas pode ser uma ferramenta legítima, desde que respeitados os direitos fundamentais dos usuários.

O Globo

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Geral

Lula e comitiva na ONU já nos custam mais de R$ 3,2 milhões

Foto: Ricardo Stuckert

A fatura total ainda não está fechada, mas a passagem de Lula (PT), Janja e sua comitiva por Nova York, sob pretexto de participarem da Assembleia Geral da ONU, já impôs ao pagador de impostos a fatura que supera os R$3,2 milhões.

Esse gasto, para bancar dois dias de Lula nos Estados Unidos, é só para custear o hotel da comitiva, para além da frota de limusines.

Parte da comitiva de Lula escolheu o estrelado Grand Hyatt New York para desfrutar o passeio aos EUA. Mais de R$1,7 milhão só em pernoites. Há diárias que superam os R$21,8 mil.

R$1,5 milhão foram gastos somente no aluguel de carros. Para alugar impressoras e mesinhas para “escritório de apoio”, lá se foram mais R$13,4 mil.

Com informações da Coluna de Cláudio Humberto, no Diário do Poder

Opinião dos leitores

  1. Já fizeram o cálculo de quanto custa o Deputado Home Office Dudu bananinha nos EUA, pago com dinheiro público para conspirar contra o país?

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Geral

VÍDEO: Operação contra funcionários de banco no RN investiga fraude que desviou mais de 12,5 milhões de pontos em programa de milhas

Três funcionários de um banco público são investigados no Rio Grande do Norte por suspeita de fraude e lavagem de dinheiro. Segundo a Polícia Civil eles faziam parte de um esquema criminoso que teria desviado mais de 12,5 milhões de pontos do programa de milhas da instituição financeira que não teve o nome divulgado pela Polícia Civil

A Operação Pouco Forçado, comandada pela Delegacia Especializada no Combate à Corrupção e Defesa do Patrimônio Público (Deccor), cumpriu mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (24).

Como funcionava o esquema

Segundo os investigadores, o esquema envolvia a inserção de dados falsos em sistemas informatizados de um banco público. Aproveitando as funções públicas que exerciam, os suspeitos fraudaram o sistema de pagamento de planos de previdência, vinculando-os indevidamente a cartões de crédito deles e de familiares.

“Os valores lançados nos cartões ultrapassavam os limites disponíveis, resultando no estorno das transações por insuficiência de saldo. Apesar disso, os pontos gerados pelo programa de fidelidade eram mantidos e creditados normalmente nas contas dos envolvidos”, informou a polícia.

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Geral

Michelle diz a jornal que estará pronta para assumir “candidatura política” e que julgamento de Bolsonaro foi uma “farsa judiciária”

Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou, em entrevista publicada pelo The Telegraph nesta quarta-feira (24), que se necessário, estará pronta para assumir uma eventual candidatura em 2026. Ao jornal britânico, Michelle também falou sobre a condenação de Jair Bolsonaro (PL) e as sanções impostas pelos Estados Unidos ao Brasil.

“Vou me erguer como uma leoa para defender nossos valores conservadores, a verdade e a justiça. Se, para cumprir a vontade de Deus, seja necessário assumir uma candidatura política, estarei pronta para o que quer que ele [Deus] peça a mim”, ressaltou a ex-primeira-dama, cujo nome tem sido ventilado como opção para disputar uma vaga no Senado pelo Distrito Federal ou, até mesmo, à Presidência da República em 2026.

Para Michelle, o julgamento na Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) que levou à condenação do ex-presidente Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão por participar de uma trama golpista é uma “farsa judiciária”.

“As acusações fabricadas contra meu marido foram uma tentativa de esconder sérias violações que ocorrem no Brasil, embora as acusações tenham exposto essas violações”, declarou.

Com a prisão domiciliar de Bolsonaro, Michelle aponta que sua atenção está voltada aos “cuidados das minhas filhas e do meu marido neste momento delicado”. O objetivo, segundo ela, é fazer com que a “perseguição e humilhação infligida a nós, conservadores, não destrua minha família ou as de muitos outros que são injustamente atingidos por essa perseguição covarde”.

Na conversa com o Telegraph, Michelle ainda comentou a série de sanções impostas a autoridades brasileiras pelo governo de Donald Trump. Na avaliação da ex-primeira-dama, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “parece querer provocar o caos no Brasil para então atribuí-lo a Trump, como forma de explorar o cenário caótico que, na realidade, foi criado por suas próprias políticas”.

“Nós não desejamos sanções para o Brasil, mas não temos influência sobre os Estados Unidos. No entanto, podemos claramente identificar os responsáveis pelas sanções: Lula e Alexandre de Moraes, cujas ações provocaram esta crise”, concluiu Michelle.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Estou pronto e preparado pra votar e ajudar a eleger a primeira dama mais honrada e honesta que o Brasil já teve, a atual é uma mercadoria sem nota quem sabe vinda do esgoto.

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Geral

Thiago Brado se apresenta no Teatro Riachuelo em evento realizado pela Caravana Natal Feliz

O coração já bate mais forte! No próximo dia 26 de setembro, o cantor e compositor Thiago Brado sobe ao palco do Teatro Riachuelo, em Natal/RN, para um grande show que promete emocionar e fortalecer a fé do público.

O evento é realizado pela Caravana Natal Feliz, que há 28 anos leva solidariedade e evangelização para o interior do estado potiguar. Toda a renda arrecadada com o show será revertida para ajudar famílias carentes que serão visitadas pela Caravana no fim do ano.

Com músicas que inspiram e tocam profundamente, Thiago Brado promete uma noite de louvor e emoção inesquecível, reunindo famílias, caravaneiros e admiradores em uma experiência única.

📅 Data: 26 de setembro
📍 Local: Teatro Riachuelo – Natal/RN
🎫 Ingressos: Bilheteria do Teatro ou pelo uhuu.com

Um encontro de fé, solidariedade e música que você não pode perder!

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