A devassa da Receita Federal nas contas de Gilmar Mendes e da mulher dele, Guiomar, ampliou a sensação de cerco a integrantes do STF. Membros da corte que já estavam intrigados com articulação de uma CPI dos tribunais superiores no Senado viram no episódio “clara tentativa de coação”. Eles entendem que a Receita não poderia investigar o juiz sem a autorização do Supremo –rito determinado pela Lei Orgânica da Magistratura. Internamente, houve forte solidariedade a Mendes.
Antes das críticas públicas ao procedimento, Gilmar Mendes fez chegar a integrantes da Receita a avaliação de que grupo criado pelo órgão para analisar as contas de autoridades havia se tornado um “braço do Ministério Público e da Polícia Federal” para perseguir desafetos de ala da Lava Jato.
Dentro da Receita, o vazamento do relatório das finanças de Mendes, publicado pela revista Veja, foi criticado. Integrantes do órgão fizeram questão de sinalizar ao Supremo que não endossam os termos usados pelo auditor que assina a peça.
Em mensagens a ministros, membros da Receita enfatizaram que o documento trouxe ilações “que transcendem a competência do agente” e, desde cedo, estimularam o pedido de investigação do vazamento, chamando-o de ato criminoso.
Coluna Painel/Folha de S.Paulo
Então quer dizer que, todos podem e devem ser apurados, ELE não? Pois o que li até agora, é que ele e a dita cuja, estão sendo apurados, os outros, por enquanto, estão fora.
Esses ministro se acham uns deuses, tentam escamotear sobre o fato de que são meros empregados do povo. Esses crápulas são os que deveriam ter sua vida e de seus familiares devassados rotineiramente. Só assim saberíamos se eram dignos de receber essa missão designada pela sociedade.
A equipe econômica está reunindo informações que serão usadas na campanha de convencimento da população sobre a reforma da Previdência. Os primeiros alvos devem ser os pontos considerados mais sensíveis e que foram atacados após o ‘Estadão/Broadcast’, plataforma de notícias em tempo real do Grupo EStado, revelar a minuta da proposta, como o pagamento de benefícios assistenciais abaixo do salário mínimo. Foram coletados dados de outros 18 países, mostrando que nenhum deles faz a vinculação desse tipo de benefício – que não exige contribuição anterior – ao piso salarial.
Na reforma do ex-presidente Michel Temer, a oposição usou essa mudança para atacar a proposta com o mote de que o governo prejudicaria os idosos mais pobres. Agora, a equipe do presidente Jair Bolsonaro contra-ataca dizendo que vai antecipar a concessão do benefício assistencial. “Vamos dar um dinheiro que ele não tem hoje”, diz uma fonte que participa das discussões.
Como o Estadão/Broadcast antecipou, a área econômica propõe que os brasileiros de baixa renda (com renda familiar per capita inferior a um quarto do salário mínimo) comecem a receber R$ 500 a partir dos 55 anos, quando a capacidade de trabalho começa a diminuir – e, consequentemente, o salário. Esse valor aumentaria a R$ 750 a partir dos 65 anos. Para pessoas com deficiência sem condições de sustento, o benefício seria maior, de R$ 1 mil, independentemente da idade.
Países
Na lista de 18 países estão Espanha, Portugal, Chile, França, México e Coreia do Sul. A média entre esses países é que o benefício seja equivalente a 45% do salário mínimo. Eles garantem o reajuste do benefício, geralmente pela inflação, mas nenhum vincula ao salário mínimo. A comparação internacional traçada pelo governo mostra ainda que esse tipo de benefício costuma representar em média 18,4% do PIB per capita de cada país, mas no Brasil é quase o dobro: 33%.
Na reforma de Temer, a desvinculação foi um dos primeiros pontos retirados da reforma em 2017. Na visão do atual governo, porém, a decisão de antecipar a concessão do benefício (a partir dos 55 anos) e permitir que ele seja recebido mesmo por quem ainda trabalha é um grande diferencial. Desde que se enquadre na faixa de renda definida para fazer jus ao benefício, o trabalhador poderá ter esse complemento no rendimento da família.
“Quem for contra isso na verdade não está beneficiando o mais pobre, está prejudicando”, afirmou a fonte que participa das discussões. Na reforma do governo passado, a proposta era adiar dos atuais 65 anos para 70 anos o direito ao benefício assistencial, que poderia ser menor que o mínimo.
Além disso, de acordo com essa fonte, a proposta é que o trabalhador que conseguir contribuir para a aposentadoria possa acumular os dois benefícios, previdenciário e assistencial, desde que se enquadre na baixa renda.
Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), planeja formar uma espécie de comissão especial na Casa para acompanhar os debates da reforma da Previdência.
O objetivo é fazer com que os senadores já estejam por dentro dos trechos da proposta que endurece as regras para se aposentar no Brasil e também das possíveis alterações a serem feitas pelos deputados. Isso ajudaria, na avaliação de Alcolumbre e aliados, o Senado a apreciar o texto de forma mais rápida.
A ideia é que esteja comissão seja formada por dois ou três senadores. O nome mais cotado para conduzir esse trabalho é o do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que apoiou a eleição de Alcolumbre contra o senador Renan Calheiros (MDB-CE).
Na Câmara, os senadores acompanhariam os trabalhos como observadores e informariam os colegas sobre as discussões.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão Conteúdo
Estão testando de todas as formas. Mas vamos lá, se for para comparar com países aí discriminados deve-se atentar que a qualidade de vida é imensamente desproporcionalmente o que temos aqui no Brasil, lá é tudo de qualidade e as pessoas fazem questão de pagar seus impostos independente de ser alto, tem-se segurança, pistas boas, infra estrutura em tudo impecável. Portanto, não venha esses FDP do governo tentar nos chamar de otári…. que não cola.
Esperando os comentários dos Bolsominios que votaram em alguém que esta melhorando a vida dos empresários, banqueiros, mais ricos e multinacionais que estão comprando nossas empresas estatais a preços de banana.
Meu amigo comprando vendendo você esta falando do governo Bolsonaro ?,,
Ta de brincadeira voce esta no ano errado
Estamos em 2019 acorda
Se informa para criticar
Abraços de uma bolsolinda
Interessante que salários e vantagens de deputados, ministros, juízes sempre são maiores que os colegas dos EUA, Inglaterra… Países de 1o mundo, entretanto os benefícios e programas sociais são infinitamente inferiores a esses mesmos países. Porque então não ser idênticos em tudo, e não somente salarial, se é pra comparar, vamos igualar os salários e mordomia e auxiliares dos países de 1o mundo. Com certeza, se conseguirmos isso, garanto que sobrará bem mais dinheiro que qualquer outra reforma. Porque as mordomias que tem esses metidos a poderosos, não seriam aceitas em países de civilizações avançadas.
Anderson “Spider” Silva retorna ao octógono do UFC neste sábado, na Austrália, contra o invicto nigeriano Israel Adesanya, 29, em uma eliminatória pelo título dos médios (83,9 kg). O brasileiro tem repetido a pessoas próximas que deseja voltar a ser campeão. Para o UFC, especialmente no mercado brasileiro, é um bom negócio o “Spider” voltar a vestir o cinturão.
A luta será transmitida pelo canal Combate, em pay-per-view. A programação começa às 20h50.
O rival, cujo forte é o kickboxing (mistura de boxe e caratê), se define clone do brasileiro.
“O Adesanya lembra o Anderson do Pride [torneio disputado por Anderson no início da carreira], é mais jovem, mais ágil, mais magro, abaixa a guarda, tem aquela coisa como o Anderson de ‘sair’ dos golpes puxando a cabeça para trás”, compara o amigo, contemporâneo de Anderson e diretor do UFC, Rodrigo “Minotauro” Nogueira. “O Dana White foi muito feliz ao casar essa luta e, para motivar os dois, prometer uma disputa pelo título ao vencedor.”
Anderson repete a integrantes da equipe que o objetivo é voltar a ser campeão, e para isso não ficou apenas nas palavras. Ele integrou à equipe Alex “Poatan” Pereira campeão dos médios (85 kg) de kickboxing pelo Glory, que já venceu Adesanya duas vezes, uma delas por nocaute.
“Ele também chamou para ajudar o Cosmo Alexandre, brasileiro que foi campeão de um prestigioso torneio em Bangkok, na Tailândia, e o Edelson Silva, técnico e atleta do boxe, menor do que ele, o que ajuda na velocidade”, analisa Rogério “Minotouro”, irmão de Rodrigo e um dos derradeiros contemporâneos de Anderson ainda em atividade dentro do MMA.
O ex-campeão, que completa 44 anos em abril e está há praticamente dois anos sem lutar, não deixou brechas em sua preparação, e levou inclusive sua fisioterapeuta, Angela Cortes, para a Austrália. O trabalho foi preventivo, com o objetivo de diminuir as altas cargas de estresse nas estruturas corporais para manter uma boa estabilidade e a mobilidade.
A arma do “Spider” nesta fase da carreira, segundo Minotauro, é duplicar o norte-americano Bernard “O Alien” Hopkins, que foi campeão mundial dos meio-pesados de boxe aos 48 e 49 anos.
“O Anderson fez algo que nem todo mundo consegue, ele aprendeu a lutar [no estilo] ‘mais velho’. O Bernard Hopkins faz isso muito bem”, explica Minotauro. “Como é isso? O Anderson vai enrolar o Adesanya, segurar o gás até o final.”
Uma vitória de Anderson beneficiaria toda a cadeia do mercado de MMA no Brasil.
“Colocar o Anderson em um card dispara vendas de pay-per-view no Brasil e no exterior, já que lutou e é conhecido na Coréia, Japão, Inglaterra, Estados Unidos”, define Minotauro. “No Brasil, estamos em uma entressafra de talentos, e ter um ídolo, um embaixador do esporte como o Anderson, campeão do UFC seria importante para atrair praticantes.”
Um eventual retorno de Anderson ao posto de campeão também seria motivo de festa no Grupo Globo, sócio do UFC no canal Combate, que viu a base de assinantes diminuir nos últimos anos. Tal é a atração do público por Anderson, que por muitos anos um card do UFC com participação do “Spider” valia por dois no acordo de exibição na TV aberta, o blog apurou. Ou seja, se a Globo tivesse o direito de transmitir três cards no ano, se exibisse um de Anderson, teria direito de transmitir apenas mais um.
“Quando o Anderson sofreu aquele acidente na perna [ao quebrá-la na revanche com Chris Weidman, em dezembro de 2013] nós sentimos… O número de alunos que era de 11 mil baixou para 9 mil”, revela Rogério “Minotouro”, referindo-se à sua franquia de academias Team Nogueira.
Na promoção da luta deste sábado, Anderson indicou que faria só mais as três lutas que restam em seu contrato com o UFC. Porém depois deixou em dúvida se poderia seguir lutando.
“Se ele conseguisse recuperar o título, nem precisaria fazer as três lutas do contrato, acho que poderia parar na hora”, brinca Minotauro. “Mas ele é imprevisível. Ele está jovem fisicamente, ao contrário de mim, que quando parei estava sentindo dores. O Anderson é hiperativo, joga basquete com os filhos, capricha nos treinos. Se vai parar ou continuar é uma incógnita…”
Folhapress
Fui fā incondicional do Anderson Silva, passei a acompanhar o MMA mesmo no periodo em que ele esteve afastado. Tinha carisma , junto com a responsabilidade e garra de ser campeao, pra mim era como ver o Sena em açao, orgulho por sermos brasileiros. O que vi no sabado, entre lutas anteriores, foi um cara mediocre que sobe no octogono com brincadeirinhas, gestos circulares nos bracos como se tivesse brincando de adoleta (brincadeira infantil), ou como se fosse o superman dando a face para o adversario bater se sentindo superior menosprezando seu adversario. Cade aquele cara que tinha atitude, golpes precisos, garra e vontade de ganhar! Pelo amor de Deus, ta vergonhoso.
A corrente majoritária do PT, Construindo Um Novo Brasil (CNB), vai encaminhar nesta sábado, 9, à Executiva Nacional do partido uma resolução que aponta a campanha “Lula Livre” como prioridade absoluta da legenda para o próximo período. Na quarta-feira o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril em Curitiba, foi condenado pela segunda vez pela Lava Jato. Juntas as penas somam 15 anos de prisão.
Além disso, a CNB vai defender hoje, na reunião da Executiva, que o PT explicite que é um partido de oposição ao governo Jair Bolsonaro. A ideia é marcar diferenças com o PDT de Ciro Gomes, que vai fazer “oposição programática” ao Planalto.
O desafio do PT é fazer colar o “Lula Livre”. Lançada logo depois da prisão do ex-presidente, a campanha não foi capaz de gerar grandes mobilizações, como espera o partido.
“Vamos levar para a Executiva que o PT dê prioridade total à campanha ‘Lula Livre’. Nossos quadros vão rodar o Brasil. Fernando Haddad vai rodar o Brasil. Nossos governadores vão se engajar. Vamos articular isso com movimentos sociais, artistas e a sociedade”, disse Marcio Macedo, um dos vice-presidentes do PT
A CNB, da qual fazem parte Lula, Haddad e a presidente da sigla, Gleisi Hoffmann, é a maior corrente interna do PT e detém mais da metade dos cargos do Diretório Nacional da legenda.
Para ampliar o “Lula Livre” a outros setores da esquerda que até agora não se engajaram na campanha o PT pretende vincular a luta contra a prisão de Lula a temas que dizem respeito às liberdades democráticas, retirada de direitos e outros itens da pauta de oposição a Bolsonaro. A ideia do partido é mostrar que a prisão de Lula tem como objetivo final fragilizar a oposição a projetos como as reforma da Previdência, que deve gerar forte debate popular.
A proibição pela Justiça de que Lula participasse do enterro de seu irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá, morto no dia 29 de janeiro, também será usada como exemplo de que Lula é tratado como exceção.
Eleição direta
A CNB também vai defender que a próxima direção do PT seja eleita por voto direto. O Processo de Eleição Direta (PED) adotado desde 2004 é alvo de críticas de correntes minoritárias que preferem a escolha da direção por meio de delegados e de denúncias de irregularidades que envolvem até o uso de nomes de filiados mortos nas eleições internas do partido.
Estadão Conteúdo
Sub-legenda – Filé de peixe grelhado com purê de batata doce e wassabi, vegetais salteados e camarões ao molho de ostra.
Filé de peixe branco grelhado escoltado de vegetais salteados, purê rústico de batata doce aromatizado com wassabi(raiz forte) e camarões ao molho de ostra e rapadura.
INGREDIENTES:
1 filé de peixe de 200g
6 unid de camarão médio
150g de vegetais. abobrinha, tomate, cenoura, cebola, pimentão
1 caju
1 pimenta de cheiro
4 batata doce
Wassabi a gosto.
1 cx de creme de leite
100g rapadura
3 doses de cachaça
Molho de ostra a gosto
Sal, pimenta do reino e azeite a gosto
MODO DE PREPARO:
Comece sempre pelos preparos mais longos.
Primeiro passo
Molho :
Frite as cascas e a cabeça do camarão com cebola em um fio de azeite adicione um copo d’água, cozinhe até levantar fervura.
Coloque a rapadura e a cachaça e cozinhe até a rapadura derreter e a cachaça perder o álcool.
Por fim adicione o molho de ostra reduza por uns minutos e reserve.
Purê:
Descasque e cozinhe as batatas. Quando prontas escorra a água e amasse-as misturando wassabi, o creme de leite e coloque um pouco de sal só pra realçar o sabor.
Segundo passo
Fatie em pedaços grandes os vegetais e o caju, tempere com sal e pimenta, e, com a frigideira bem quente, saltei em fogo alto.
Tempere o peixe com sal, limão, pimenta e sele em azeite até ficar dourado por fora e cozido e suculento por dentro, mais ou menos 3 min de cada lado (depende da força do fogo)
Cozinhe os camarões no molho já pronto.
Monte o prato com os ingredientes sobrepostos, primeiro o purê depois os vegetais, o peixe e por cima o camarão.
Dica Rápida – Drink Jamaica Brasileira
Ingredientes:
40 ml de vodka
100 ml suco de laranja
30 ml xarope de maçã verde
2 gotas de essência de morango
Gelo
Modo preparo
Na coqueteleira coloca o suco com vodka, gelo e misture bem.
Em um copo long drink adicione primeiro o xarope de maçã verde.
Em seguida o suco com vodka, com o auxílio de uma colher para não misturar e por último a essência de morango 2 gotas e misturar um pouco, com cuidado.
Sirva em seguida. Para beber, use canudo grosso e conforme for sugando, vá levantando o canudo pra sugar todos os sabores.
Amigo BG quero lhe parabenizar pelo programa de hoje com Ricardo Camarão o cara é uma enciclopédia ambulante ele é divertido, irreverente vou fazer um pedido chame ele de novo e dessa vez peça para ele cantar em vários idiomas e ele falar também de umas histórias relacionadas as antigas namoradas que vai ser um sucesso de audiência, esse camarão é o cara do cara a cara com BG
BG adorei o programa cara a cara de hoje esse camarão é muito engraçado o cara tem história que da pra escrever um livro, essa dos sapos no frízer foi boa, sugiro que grave outro programa pra gente se divertir, afinal nesses dias de salários atrasados nada melhor do assistir seu programa. Um abraço
Conhecida pelas altas margens de lucro e pela entrega de bons resultados a investidores, a Ambev tem vivido um momento diferente. Em 2018, ano em que a Bolsa foi o investimento mais rentável do País, com o Ibovespa avançando 15%, as ações da empresa caíram quase 30%. A companhia foi a que mais perdeu valor de mercado, em números absolutos, no ano passado: de R$ 340,7 bilhões para R$ 241,8 bilhões. Desde janeiro, porém, com a Bolsa paulista avançando diante da expectativa de crescimento da economia, a Ambev já recuperou parte das perdas de 2018.
A empresa vinha tendo uma boa performance até 2015 com um modelo baseado em distribuição direta, venda forte em bares e apresentação de suas principais cervejas em garrafas de 600 ml. As transformações do setor nos últimos anos, porém, começam a testar esse modelo, até então, de sucesso.
Para o Bradesco, um dos maiores desafios é o crescimento da venda de bebidas em atacarejos, o que tira da Ambev a vantagem da distribuição direta e de maior alcance, sobretudo em bares. A companhia tem hoje 1 milhão de pontos de venda, enquanto a Heineken (dona de Kaiser e Schin) tem 600 mil e a Petrópolis (da Itaipava), 700 mil. O problema é que a venda de cerveja em supermercados, que não exige um sistema de distribuição tão complexo como o montado pela Ambev, avançou nos últimos anos.
Além disso, em países que atravessaram crises profundas como o Brasil, o consumo não voltou para os bares após a retomada econômica. Em relatório, o Bradesco prevê que a participação da venda de cervejas em mercados aumente dos atuais 38% para 41% até 2022.
Outra barreira no caminho da Ambev é a ampliação dos segmentos “premium” e “de desconto”, e a perda de espaço do segmento intermediário, no qual suas principais marcas (Skol, Antarctica e Brahma) predominam. Na crise, o mercado “de desconto”, em que estão as cervejas mais baratas e cujas marcas não fazem diferença para o consumidor, avançou de 19% para 25%. O “premium”, que não foi afetado pela retração da renda, também cresceu, para 12% – dez anos atrás, beirava os 5%. Resultado: o segmento em que a Ambev tem tradição perdeu espaço.
Apesar de a companhia ter lançado novos produtos para responder a essas mudanças, os resultados não se mantiveram. “A Ambev continua com performance inferior na categoria tradicional enquanto o crescimento no ‘premium’ ainda não se traduziu em maior rentabilidade”, escreveu Thiago Duarte em relatório do BTG Pactual.
O diretor financeiro da empresa, Fernando Tennenbaum, diz, no entanto, que a rentabilidade do segmento “premium” é maior que a do tradicional, mas não dá números.
Concorrência
Além das mudanças no setor, analistas destacam que a competição também está mais acirrada. Nos últimos dez anos, a Ambev perdeu quase 5 pontos porcentuais do mercado, segundo a Euromonitor. O banco UBS diz que a Heineken tem consolidado suas marcas, dificultando a recuperação de “market share” da Ambev. O banco fez um levantamento com 1,6 mil consumidores que concluiu que a percepção da Heineken como marca “premium” passou de 20% para 24% no último ano, enquanto a da Stella Artois (da Ambev) recuou de 35% para 31%.
Futuro
Apesar das dificuldades, a tendência é que o setor cervejeiro comece a melhorar lentamente. As projeções apontam para uma recuperação do mercado como um todo, depois de três anos de retração. No acumulado de 2019, com a Bolsa brasileira avançando de forma acelerada, os papéis da Ambev já recuperaram 16% de valor. Ontem, a companhia fechou avaliada em R$ 294,7 bilhões.
Os custos, porém, podem novamente espremer as margens. A Ambev faz operações financeiras para se proteger de oscilações cambiais no curto prazo. Esse impacto costuma chegar 12 meses depois. A alta do dólar de 2018, portanto, vai bater agora na companhia. “É improvável que 2019 seja tão ruim como foi 2016 (para a empresa), mas continuamos vendo pouco espaço para surpresas muito positivas”, destaca o BTG.
O mercado está materializando que as margens (da Ambev) talvez não voltem ao nível pré-2016. A competição e o setor mudaram, afirma um analista. Em relatório recente, o UBS destacou que as margens da empresa não atingirão o patamar anterior à crise antes de 2025.
Estratégia
Ampliar a oferta de produtos é a principal estratégia da Ambev para recuperar mercado e voltar a entregar resultados semelhantes aos anteriores à crise. Desde 2015, a companhia ampliou a linha de suas três principais marcas (Skol, Antarctica e Brahma) com dez lançamentos.
“Nosso portfólio é muito mais robusto do que o de três anos atrás. Fizemos um investimento nas famílias das marcas. Hoje, por exemplo, temos Skol, Skol Hops e Skol Puro Malte. Você pode jogar os produtos em diferentes ocasiões”, afirma o diretor financeiro da empresa, Fernando Tennenbaum.
Apesar de sempre ter se colocado contra o segmento de cervejas “de desconto” – por considerar que, nele, o consumidor não diferencia as marcas -, a companhia também investiu nesse mercado. No ano passado, lançou a Nossa em Pernambuco e a Magnífica no Maranhão, ambas com mandioca em suas receitas e mais baratas que as marcas tradicionais.
O executivo afirma que a entrada no segmento não foi uma estratégia para responder à crise, mas uma “oportunidade” de se relacionar com o público de regiões onde marcas “de desconto” devem predominar sempre. Para Tennenbaum, em outros Estados do País, esse mercado voltará a encolher conforme a economia brasileira se recuperar.
Apesar de a Ambev afirmar não prever uma expansão significativa no segmento mais popular, o lançamento das novas marcas foi bem visto por investidores. Segundo relatório do banco BTG Pactual, os benefícios fiscais concedidos à companhia pelos Estados onde a bebida está sendo produzida permitem que ela seja vendida até 10% mais baratas que a Schin – hoje nas mãos da Heineken – e sem perda na margem de lucro.
Otimismo
Tennenbaum diz ainda estar otimista com a recuperação da economia do País – e, portanto, com a Ambev. “Com o Brasil crescendo, dá para recuperar margem. Quanto (de margem), é difícil dizer.” Ele admite que haverá um impacto do câmbio neste ano decorrente da desvalorização da moeda brasileira em 2018, mas nada que se compare a 2016.
Naquele ano, acrescenta ele, a desvalorização foi de maior magnitude e o resultado da companhia foi também prejudicado pelo aumento do ICMS em vários Estados.
“Agora, a grande dúvida é se vamos voltar a ver o volume (de venda de bebidas). Isso está um pouco na cabeça dos investidores”, responde Tennenbaum, ao ser questionado sobre o desempenho da companhia na Bolsa em 2018.
Estimativas da CervBrasil (associação do setor da qual a Ambev não faz mais parte) apontam que a produção de cerveja no ano passado ficou em 13 bilhões de litros, 8% a menos do que o registrado em 2014, ano recorde. A projeção da entidade para este ano é de alta de 3% no volume caso o governo consiga agilizar as reformas estruturais na economia. Em cenário contrário, deve haver uma estagnação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão Conteúdo
Vou mentir não. Mas tomo cerveja pelo preço, jamais pela marca. A kaiser, por exemplo, desce redonda. Embora não aprecie determinadas marcas, mesmo estando mais baratas. Brahma, por exemplo.
O presidente Jair Bolsonaro fazia caminhada por volta das 11h30 desta manhã. Ele tomou chá e comeu gelatina. É esperado que Bolsonaro realize ainda hoje sessão de fisioterapia, também como parte do processo de recuperação após ter passado por uma cirurgia no fim de janeiro para retirada da bolsa de colostomia, informou a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto.
Ainda de acordo com o Planalto, estão com Bolsonaro a primeira-dama Michelle e seu filho Carlos, vereador no Rio de Janeiro pelo PSL.
O Hospital Israelita Albert Einstein vai divulgar boletim médico às 17h deste sábado com informações atualizadas sobre o estado de saúde do presidente. Por enquanto não há previsão de compromissos oficiais do presidente para hoje, amanhã e segunda-feira.
Estadão Conteúdo
O Pleno do Tribunal de Justiça Desportiva manteve a punição do Potiguar de Mossoró quanto à perda de seis pontos no campeonato estadual. O julgamento do recurso aconteceu na noite desta sexta-feira, no auditório da Federação Norte-rio-grandense de Futebol, e a pena foi confirmada por cinco votos a três.
O Potiguar havia sido punido com a perda de seis pontos pela escalação irregular do meia Sávio Elielton Andrade Abreu, de apenas 15 anos, na estreia da equipe no Campeonato Potiguar, diante do Palmeira-RN.
O Artigo 22 do Regulamento Geral de Competições da FNF destaca que “é vedada, nas partidas das competições profissionais, a participação de atletas não-profissionais com idade superior a 20 anos completos e inferior a 16 anos completos”. Sávio, que ficou no banco no duelo do último dia 9 de janeiro, nasceu em 27 de abril de 2003.
O Potiguar foi julgado no Artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de “incluir na equipe, ou fazer constar na súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular”. Como pena, o clube teve a perda dos três pontos conquistados na partida, além da punição com a “perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado”. O Pleno do TJD manteve a perda dos seis pontos e a multa de R$ 300, estipulada no primeiro julgamento.
O advogado do Potiguar disse respeitar a decisão da Corte, mas avisou que o clube vai esperar o acórdão ser publicado para recorrer ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva.
Quanto ao campeonato, o Potiguar fica fora da briga pelo primeiro turno. Caso recuperasse os seis pontos, o Time Macho chegaria ao segundo lugar e iria para a última rodada com chances reais de ir à final da Copa Cidade do Natal.
O Brasil é o único país do mundo que vive ás custas de futebol onde ainda são realizados esses "atraso" chamado campeonato estadual!
E o daquí então, nem se fala!
Sem nenhuma credibilidade, público a cada ano mais ridículo, só dá prejuízo e ainda tem um monte de idiota que acha essa porcaria sinônimo de "charme"!!!
Só tem um clube aí que, se esse troço fosse extinto perderia a "BOQUINHA" pois o estadual potiguar se transformou no ópio das marikitas, que enquanto comemoram essa porqueira sem futuro, o bonde, os erros de topografia e as ações trabalhistas se encarregam de levar o restinho de patrimônio que ainda lhe resta e um monte de idiota fica batendo palminha prá estadual!!!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Os deputados que tomaram posse na Câmara no dia 1.º chegaram com produtividade acelerada, pelo menos quando o quesito é a proposição de matérias. Apenas nos quatro primeiros dias de mandato, os parlamentares apresentaram 527 projetos de lei, segundo levantamento feito com auxílio do InteliGov, plataforma que faz o acompanhamento das tramitações no Legislativo. É mais que o dobro do número protocolado no mesmo período da Legislatura anterior (223), em 2015, e 14 vezes mais do que o apresentado na Legislatura de 2007 (37).
Apesar da “alta produtividade” verificada no número de projetos propostos, os deputados mantiveram uma prática comum a todas as legislaturas – a de não comparecer à Casa às sextas-feiras. Na tarde desta sexta-feira, 8, o plenário da Câmara estava vazio.
Um dos temas mais presentes nas propostas apresentadas neste início de legislatura é o combate à corrupção. De autoria do deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), o projeto de número 107 estabelece a “notificação para explicar riqueza incompatível com a renda e capacidade econômica de seu detentor”. Outro, de Marx Beltrão (PSD-AL), tipifica o enriquecimento ilícito de servidores.
Mas há quem tenha apontado sua caneta para outros alvos. O deputado Davi Soares (DEM-SP) pede isenção de pagamento da inscrição em concursos federais para doadoras de leite materno. Já o petista Rubens Otoni (GO) quer a concessão de um benefício de um salário mínimo a pessoas portadoras de marca-passo.
Na esteira das promessas de campanha de Jair Bolsonaro, o projeto de lei de autoria de Rubens Bueno (PPS-PR) prevê a proibição da venda de bebida alcoólica a pessoas que portem armas. “Há um entendimento de que deputado bom é o que apresenta mais projetos”, disse o presidente da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais, Guilherme Cunha Costa. “Mas o debate fica pobre devido à quantidade de proposições.”
Integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) veem as digitais do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), nas movimentações do senador Delegado Alessandro Vieira (PPS-SE) para abrir uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) e investigar o “ativismo judicial” de tribunais superiores do País O parlamentar já coletou as 27 assinaturas necessárias e, agora, o pedido passará por uma análise da Secretaria-Geral da Casa.
Para integrantes do STF ouvidos pelo Estadão/Broadcast Político sob a condição de anonimato, a “CPI do Judiciário” – voltada em tese para investigar a atuação de tribunais superiores – mira na verdade a Suprema Corte. O STF foi palco de decisões recentes que atingiram os interesses do Congresso Nacional, como a determinação na madrugada do último sábado, 2, do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, para que a votação de escolha do novo presidente do Senado fosse fechada, conforme previsto no regimento interno da Casa.
A decisão de Toffoli foi interpretada por senadores como uma forma de favorecer Renan Calheiros (MDB-AL), que acabou desistindo da disputa após parlamentares decidirem abrir o voto e revelar quem escolheram para chefiar a casa.
Ao apresentar o pedido de criação da CPI, o senador Delegado Alessandro Vieira apontou o “uso abusivo de pedidos de vista ou expedientes processuais para retardar ou inviabilizar decisões do plenário” e a “diferença abissal do lapso de tramitação de pedidos, a depender do interessado” – dois pontos que dizem respeito ao funcionamento interno da Corte.
“Não deveria haver lugares para ideologias, paixões ou vontades no Judiciário, contudo, fato é que o País tem testemunhado com preocupante frequência a prevalência de decisões judiciais movidas por indisfarçável ativismo político, muitas vezes ao arrepio da própria Constituição”, diz o pedido de abertura da CPI.
Timing
Integrantes do STF também apontam o péssimo timing nas movimentações de parte dos senadores para a criação da CPI. Eles destacam que enquanto uma ala dos parlamentares busca retaliar o Poder Judiciário, o presidente Dias Toffoli aposta as fichas em um pacto nacional republicano com os chefes dos demais poderes para construir um caminho que garanta a aprovação de reformas, como a previdenciária.
A avaliação é a de que enquanto a cúpula dos poderes está com discurso afinado pró-reformas, senadores “aloprados” – novatos e do baixo clero – buscam tensionar o ambiente e atingir o Supremo Tribunal Federal como um todo.
Procurada, a assessoria da Casa Civil não havia se manifestado até a publicação deste texto.
Estadão Conteúdo
A aposta que acertar as seis dezenas do Concurso 2.123 da Mega-Sena pode faturar um prêmio de R$ 5,5 milhões. O sorteio será realizado hoje (9), às 20h, no Espaço Loterias Caixa, que fica no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo (SP).
Segundo a Caixa, com o prêmio é possível comprar mais de 100 carros populares. Se aplicado na poupança, o valor pode render aproximadamente R$ 20 mil por mês.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas lojas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet, no site Loterias Online. Clientes com acesso ao Internet Banking Caixa podem fazer suas apostas pelo computador, tablet ou smartphone. Para jogar pela internet, é preciso ter mais de 18 anos de idade.
É quase que trivial eu escutar que: “Correr é o esporte mais democrático que existe, basta comprar um par de tênis e sair correndo”. Amigo, isso até pode ser uma verdade, desde que você tenha a exata consciência da diferença gritante entre correr e treinar corrida. Na prática mesmo, são atividades bem distintas.
Quem quer aprender a jogar tênis, compra uma raquete e procura um treinador. Quem fazer natação, compra touca, óculos e busca um professor. Então por que que você acha que pra fazer corrida basta só calçar os tênis e sair correndo seguindo apenas seus instintos e tendo como único guia a vontade de correr? Esse é um equívoco comum e dos mais perigosos para os atletas amadores. É aí o berço ideal para o surgimento das lesões. Então, não caia na vala comum de achar que pode ser um autodidata, os riscos não compensam.
“Assim como qualquer esporte, na corrida existe uma série de técnicas pra otimizar os movimentos, outras pra melhorar a utilização das fontes energéticas pra que o esporte seja agradável e eficiente. E estes aspectos só um profissional devidamente capacitado está apto a passar”, destaca Leo Lopes, professor de educação física.
A dica de procurar um treinador não é simplesmente um clichê. Esse profissional será responsável por te fazer evoluir de forma gradativa e saudável. Vai fazer você correr sem se machucar ou com os mínimos riscos de lesões. Ele vai te dizer por exemplo que assim como correr só nos finais de semana não é boa ideia, correr todo dia também não é. Pode sobrecarregar as estruturas da biomecânica e sem haver tempo para recuperação adequada não tem outro resultado que seja uma ou mais lesões.
“Na corrida, mais não é necessariamente o melhor. Tão importante quanto a regularidade nos treinos é o descanso. Portanto converse com seu treinador e planeje dentro da sua planilha os dias de off, ou atividades que você não corra, algo sem impacto. O repouso é fundamental”, reforça Leo.
Uma das dicas mais importantes pra qualquer corredor, se não for a mais importante, é saber dosar o aumento gradativo nos treinos. É muito comum um iniciante se empolgar com as evoluções rápidas e já nas primeiras semanas querer correr desordenadamente. Também é comum um atleta acostumado a fazer 10 quilômetros, decidir que no mês seguinte já deve correr uma meia maratona ou uma maratona. Isso é perigosíssimo para o corpo. É preciso dar um tempo para que a musculatura e as estruturas se acostumem com a nova carga de treinos e com os novos estímulos.
Não tem mistério, o segredo do sucesso é a orientação adequada. Então, se você já corre e não tem acompanhamento profissional ou se ainda não corre, mas tem vontade, procure um professor ou uma assessoria esportiva. Existem nos mais variados preços, em todas as regiões de Natal, pelo interior do Rio Grande do Norte, no outros Estados, e sem dúvida, alguma opção vai atender sua necessidade. Pense nisso com carinho e bora correr?
O juiz Francisco Seráphico da Nóbrega Coutinho, da 6ª Vara da Fazenda Pública, negou no final desta sexta-feira (8) uma liminar do partido Solidariedade que pedia que 50% dos valores em caixa do Governo do Estado no mês de janeiro fossem utilizados para pagar os salários atrasados dos servidores do Estado em ordem cronológica.
O Solidariedade vai recorrer da decisão, tendo em vista que não concorda que a Governadora pague fora da ordem cronológica, pagando adiantado os salários dos cargos e secretários nomeados no novo Governo em detrimento aos atrasados dos servidores.
O Rio Grande do Norte vai receber no segundo bimestre deste ano R$ 128,4 milhões a menos do que recebeu nesses primeiros dois meses proveniente do Fundo de Participação dos Estados (FPE). A queda é baseada nas previsões de transferências da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e acontece historicamente por uma chamada “sazonalidade” das receitas. O secretário estadual de Planejamento, Aldemir Freire, declarou que o governo do Estado faz um “saldo” com as receitas do primeiro bimestre e espera melhora na arrecadação dos impostos estaduais para não ter dificuldades de pagar os salários dos meses de março e abril.
O FPE representou pouco mais de um terço das receitas do Estado (R$ 313,1 milhões de R$ 875,3 milhões) em janeiro. Questionado se a queda da transferência no segundo bimestre poderia comprometer o pagamento dos salários dos servidores, Aldemir Freire considerou “muito cedo” fazer essa análise.
Atualmente, o Estado tem conseguido arcar uma folha por mês, mas afirma não ter recursos para pagar os salários atrasados (uma parcela do 13º de 2017 e de novembro de 2018, 13º de 2018 e dezembro de 2018). Aldemir Freire disse, entretanto, que o Governo se planeja para diminuir a diferença de receitas.
Entre as ações do Executivo, está a de criar um saldo nos dois primeiros meses do ano. Segundo o fluxo de caixa apresentado pelo secretário, o primeiro mês teve uma sobra de R$ 10 milhões. “Esses R$ 10 milhões já auxiliam diminuir essa diferença do FPE e a ideia é que se crie um ‘saldo’ para abril, além da perspectiva de que as receitas próprias do Estado cresçam”, declarou por telefone à reportagem nesta quinta-feira, 7.
As receitas que Aldemir se refere são principalmente as provenientes do ICMS (Imposto sobre Mercadoria). Nos três últimos anos (2016, 2017 e 2018) a arrecadação desse imposto aumentou do primeiro para o segundo bimestre, segundo levantamento feito pela reportagem com base nos dados do Portal da Transparência do Estado. “A gente espera que isso cresça, aumentando ainda mais essa compensação”, acrescentou o secretário.
A sazonalidade das receitas é o fluxo de arrecadação de impostos que ocorre mês a mês. Os meses de janeiro, fevereiro e dezembro têm maior arrecadação federal e o FPE acompanha esse movimento.
No ano passado, a diferença do valor transferido ao Rio Grande do Norte entre os dois primeiros bimestres do ano foi de R$ 160 milhões. “Essa queda é esperada todo ano, é algo que nós temos que saber e lidar”, afirmou Freire.
Saldo
Uma informação circulou ao longo da semana, apontando que o Estado teria um saldo de R$ 300 a R$ 400 milhões em caixa. Isso motivou sindicatos e deputados opositores ao atual Governo a questionar por que os salários atrasados não estavam sendo pagos. Três deputados estaduais do Solidariedade, Kelps Lima, Alyson Bezerra e Cristiane Dantas, chegaram a entrar com uma ação judicial pedindo que o dinheiro fosse utilizado imediatamente.
Horas depois, Aldemir Freire negou a informação na sua conta do Twitter, publicando uma tabela que mostrava um saldo de R$ 69 milhões, dos quais R$ 59 milhões já estariam comprometidos. As sobras disponíveis seriam de R$ 10 milhões.
A governadora Fátima Bezerra gravou um vídeo dizendo que o caixa atual é insuficiente para o pagamento dos atrasados. “Infelizmente é impossível, neste momento, com os recursos que o governo tem em caixa, regularizar pagamentos de uma vez. Mas quero reiterar o compromisso de estabilizar os salários, com previsibilidade e isonomia, pagando dentro do mês trabalhado, bem como quitar os atrasados, com a obtenção de recursos extras”, diz.
Por determinação da Secretaria de Fazenda, a Prefeitura do Rio lacrou o CT do Flamengo em outubro de 2017. A decisão foi tomada após o clube ter sido multado 30 vezes por falta de alvará de funcionamento.
O local pegou fogo nesta sexta-feira (8). Dez pessoas morreram no incêndio. Os nomes das vítimas não foram divulgados de forma oficial.
Segundo a Prefeitura do Rio, o clube decidiu reabrir o centro de treinamento em 2017, mesmo depois de ter sido lacrado.
A Prefeitura do Rio informa ainda que o Flamengo nunca pediu autorização para instalação de prédios na área hoje atingida pelo incêndio.
A área em que o Flamengo construiu o alojamento de suas categorias de base tinha permissão da para funcionar apenas como estacionamento. A Folha apurou que a autorização foi concedida no ano passado.
O Flamengo ainda não se manifestou sobre o assunto. A Prefeitura do Rio divulgou em nota que a atual licença do CT tem validade até oito de março de 2019.
“A área de alojamento atingida pelo incêndio não consta do último projeto aprovado pela área de licenciamento, em 05/04/18, como edificada. No projeto protocolado, a área está descrita como um estacionamento. Não há registros de novo pedido de licenciamento da área para uso como dormitórios”, diz a prefeitura, que informou também que irá abrir ” um processo de investigação para apurar as responsabilidades”.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter o incêndio às 5h17 e atingiu a ala mais velha do CT, que servia de alojamento para as categorias de base e recebia jogadores de 14 a 17 anos de idade. As chamas foram controladas às 6h.
Na Prefeitura, são duas áreas para regularização do centro de treinamento: urbanismo e fazenda.
No setor de edificações, o Flamengo obteve licença para funcionamento de centro de treinamento. Mas, segundo a Prefeitura, “em nenhum pedido feito pelo Flamengo existe um alojamento na área” onde os rapazes estavam abrigados.
“No projeto protocolado, a área está descrita como um estacionamento de veículos e não como alojamento”, afirma a nota.
Ainda segundo a nota da Prefeitura, em setembro de 2017, o Flamengo apresentou pedido de funcionamento do centro de treinamento. Após deferimento prévio, a Prefeitura solicitou os documentos para a concessão do alvará.
“O certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros não foi apresentado, portanto, o alvará não foi concedido. Por estar em funcionamento sem o devido alvará foram lavrados quase 30 autos de infração”, disse a nota da Prefeitura.
Sem o alvará de licença, a Prefeitura determinou a interdição do CT no dia 20 de outubro de 2017. Mas o Flamengo decidiu manter o funcionamento.
Segundo a nota da Prefeitura, o Flamengo cometeu duas ilegalidades: manteve o centro em funcionamento, mesmo depois de sua interdição, em outubro de 2017; e construiu um alojamento sem que nunca tenha pedido licença para sua instalação.
Nota da Prefeitura do Rio
“Sobre o processo de licenciamento dos Centros de Treinamento, a Prefeitura vem a público prestar os seguintes esclarecimentos:
I) CT Presidente George Helal, conhecido como Ninho do Urubu:
1) No setor de edificações, na área de urbanismo, a atual licença do CT tem validade até 08/03/2019;
2) A área de alojamento atingida pelo incêndio não consta do último projeto aprovado pela área de licenciamento, em 05/04/18, como edificada. Em nenhum pedido feito pelo Flamengo existe a presença de um alojamento na área em questão;
3) No projeto protocolado, a área está descrita como um estacionamento de veículos e não como um alojamento;
4) Não há registros de novo pedido de licenciamento da área para uso como dormitórios;
5) Na área de Alvará de Funcionamento, há registro de pedido em setembro de 2017. A consulta prévia foi deferida e foram solicitados os documentos necessários para a obtenção do alvará de licença para estabelecimento;
6) O certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros não foi apresentado, portanto, o alvará não foi concedido;
7) Por estar em funcionamento sem o devido alvará foram lavrados quase 30 autos de infração;
8) Além disso, foi emitido edital de interdição em 20/10/17;
9) Diante de tudo acima listado, a Prefeitura vai determinar a abertura de um processo de investigação para apurar as responsabilidades no caso do incêndio ocorrido hoje (08/02).
II) Centro de Treinamento do Vasco da Gama, conhecido como CT das Vargens:
10) Do ponto de vista da área de urbanismo, não existe registro de pedido de licenciamento para edificações. O que existe é um pedido de licenciamento de um loteamento, de 2014;
11) Do ponto de vista de alvará, não há registro de pedido de alvará para a unidade. Por conta disso, a Secretaria Municipal de Fazenda decidiu acionar as gerências responsáveis para realizar fiscalização e tomar as devidas providências legais.
III ) Centro de Treinamento do Fluminense, conhecido como CT Pedro Antônio:
12) Existe registro de licença de obras, com validade até 23/10/2019;
13) Do ponto de vista de alvará, não há registro de pedido de alvará para a unidade. Por conta disso, a Secretaria Municipal de Fazenda decidiu acionar as gerências responsáveis para realizar fiscalização e tomar as devidas providências legais.”
Não sei quem é pior, se o Flamengo ter um CT sem licença ou a Prefeitura do Rio esperar uma tragedia para abrir o bocão e dizer que tudo estava irregular. E segue o Bonde da Corrupção!!!
Integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) veem as digitais do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), nas movimentações do senador Delegado Alessandro Vieira (PPS-SE) para abrir uma comissão parlamentar de inquérito(CPI) e investigar o “ativismo judicial” de tribunais superiores do País. O parlamentar já coletou as 27 assinaturas necessárias e, agora, o pedido passará por uma análise da Secretaria-Geral da Casa.
Para integrantes do STF ouvidos pelo Estadão/Broadcast Político sob a condição de anonimato, a “CPI do Judiciário” – voltada em tese para investigar a atuação de tribunais superiores – mira na verdade a Suprema Corte. O STF foi palco de decisões recentes que atingiram os interesses do Congresso Nacional, como a determinação na madrugada do último sábado (2) do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, para que a votação de escolha do novo presidente do Senado fosse fechada, conforme previsto no regimento interno da Casa.
A decisão de Toffoli foi interpretada por senadores como uma forma de favorecer Renan Calheiros (MDB-AL), que acabou desistindo da disputa após parlamentares decidirem abrir o voto e revelar quem escolheram para chefiar a casa.
Ao apresentar o pedido de criação da CPI, o senador Delegado Alessandro Vieira apontou o “uso abusivo de pedidos de vista ou expedientes processuais para retardar ou inviabilizar decisões do plenário” e a “diferença abissal do lapso de tramitação de pedidos, a depender do interessado” – dois pontos que dizem respeito ao funcionamento interno da Corte.
“Não deveria haver lugares para ideologias, paixões ou vontades no Judiciário, contudo, fato é que o País tem testemunhado com preocupante frequência a prevalência de decisões judiciais movidas por indisfarçável ativismo político, muitas vezes ao arrepio da própria Constituição”, diz o pedido de abertura da CPI.
TIMING. Integrantes do STF também apontam o péssimo timing nas movimentações de parte dos senadores para a criação da CPI. Eles destacam que enquanto uma ala dos parlamentares busca retaliar o Poder Judiciário, o presidente Dias Toffoli aposta as fichas em um pacto nacional republicano com os chefes dos demais poderes para construir um caminho que garanta a aprovação de reformas, como a previdenciária.
A avaliação é a de que enquanto a cúpula dos poderes está com discurso afinado pró-reformas, senadores “aloprados” – novatos e do baixo clero – buscam tensionar o ambiente e atingir o Supremo Tribunal Federal como um todo.
Procurada, a assessoria da Casa Civil não havia se manifestado até a publicação deste texto.
Ou você não entendeu ou e petista da gema
O Ministro quer sim uma CPI do judiciário por que ele está enrolado ????
Mais um ponto pra o governo Bolsonaro, tem que investigar esses intocáveis, esses é que deveriam ter sua vida e da família devassada sempre, se quisessem ser ministro. assim não teríamos uns Gilmar ou levanovisk da vida.
tem sim que investigar todos e todas, deste que surja o principio do ato. SÓ ASSIM SE CORRIGI O PAÍS.
Então quer dizer que, todos podem e devem ser apurados, ELE não? Pois o que li até agora, é que ele e a dita cuja, estão sendo apurados, os outros, por enquanto, estão fora.
"Quem com ferro fere, com ferro será ferido."
"Pimenta nos olhos dos outros é refresco."
Esses ministro se acham uns deuses, tentam escamotear sobre o fato de que são meros empregados do povo. Esses crápulas são os que deveriam ter sua vida e de seus familiares devassados rotineiramente. Só assim saberíamos se eram dignos de receber essa missão designada pela sociedade.
Roberta, nota 1000 para o seu comentário o resto é só falacia.