Polícia

Loja de informática é arrombada e bandidos fogem com vários produtos

Criminosos arrombaram e assaltaram a loja da Miranda, da avenida Prudente de Morais, na madrugada deste sábado (16).

Pelas informações repassadas ao Blog, os criminosos utilizaram paralelepípedos para estourar a frente da loja e quebrar as grades. Após conseguir acesso ao interior da loja, os criminosos fizeram um verdadeiro arrastão levando tudo que puderam.

Os prejuízos ainda estão sendo contabilizados. A Polícia foi acionada. Moradores de rua foram detidos. O Blog não conseguiu a confirmação da recuperação de produtos furtados.

 

 

 

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Denúncia

Governo Federal pagou R$ 73 milhões a empresa de TI registrada em salão de beleza no agreste de Pernambuco

Com cerca de 13 mil habitantes, o pequeno município deJupi, no agreste de Pernambuco, é conhecido por sua economia predominantemente agrícola. Recentemente, porém, um pequeno salão de beleza na cidade entrou na mira do Tribunal de Contas da União(TCU) pela sua aparente capacidade de fornecer programas de computador de última geração ao governo federal.

Uma força-tarefa do TCU, montada para vasculhar contratos suspeitos na área de Tecnologia da Informação (TI), descobriu que o endereço do pequeno negócio, em Jupí, também era citado em contratos milionários do governo associados à empresa Linkcon Internacional. Registrada no mesmo imóvel do salão, a Linkcon faturou, nos últimos quatro anos, cerca de R$ 73 milhões em contratos com os ministérios do Turismo, da Saúde, da Integração Nacional e da Defesa, além de repartições menores do governo.

Há seis meses, O GLOBO revelou como o setor de tecnologia da informação havia virado um mercado bilionário para golpistas de todas as regiões do país, com uma série de empresas de fachada recebendo milhões do governo sem prestar qualquer serviço. Nesta quinta-feira, o TCU mandou suspender contratos fraudulentos de R$ 30 milhões do Ministério da Educação e da pasta da Integração com outra empresa com negócios irregulares revelados pelo GLOBO.

Foi no fim de 2018, ao realizar uma diligência na cidade para verificar as instalações da fornecedora de soluções tecnológicas ao governo, que os técnicos do TCU chegaram à porta do salão de beleza.

“Além da incompatibilidade da natureza dos serviços prestados, as condições físicas de cada local (da sede da Linkcon) afiguram-se incompatíveis com o faturamento recente da empresa”, atestaram os técnicos no relatório do caso.

Investigando a papelada apresentada pela Linkcon para ganhar os contratos em Brasília, os técnicos do TCU encontraram um roteiro conhecido de irregularidades. Documentos falsificados, atestados de capacidade técnica adulterados e pagamentos sem qualquer comprovação de prestação de serviço foram constatados pelos investigadores.

A Linkcon venceu um pregão da Companhia Docas do Rio de Janeiro, em 2016, e desde então já fechou mais de R$ 50 milhões em contratos na Esplanada, sem licitação, valendo-se apenas do mecanismo de adesão à ata de preços. O método é conhecido dos investigadores do TCU por ser recorrentemente utilizado para burlar licitações e favorecer falcatruas.

Funciona assim: os golpistas montam uma empresa de fachada, conseguem corromper algum setor de compras de órgão público que simula uma licitação e contrata a empresa. A partir dessa “ata” da licitação, a empresa de fachada torna-se fornecedora do governo. A ata da licitação que ela venceu torna-se uma espécie de autorização para que ela venda, sem licitação, os mesmos produtos a outros órgãos da União sem fiscalizações mais complexas.

Esse mesmo mecanismo, por exemplo, foi utilizado pelo INSS, no ano passado, para firmar u m contrato de R$ 8,8 milhões com uma empresa de informática que era, na verdade, um pequeno estoque de bebidas em Brasília. O caso, revelado pelo GLOBO, levou à exoneração do então presidente do órgão.

Ex-secretário diz que visitou empresa ‘pelo google’

Ao serem confrontados pelo GLOBO, oito órgãos do governo reconheceram terem fechado contratos milionários a empresa. Um detalhe em todas as transações demonstra como a liberação de milhões pode ser feita sem o mínimo cuidado. Nenhum dos órgãos que contrataram a empresa pernambucana dignou-se a verificar se ela, de fato, existia e produzia o que dizia vender ao governo. Os “gestores” dos contratos milionários se basearam apenas em documentos encaminhados pela empresa para decidir contratá-la.

A Secretaria Nacional da Juventude, por exemplo, disse que, para fechar um contrato de R$ 7 milhões, fez apenas uma busca na internet pelo nome da empresa.

– Nós visitamos no Google, no mapa, o endereço que eles haviam apontado. Mas não me recordo o nome da cidade. Não nos preocupamos pois eles já tinham contrato com outros contratos com o governo federal, então a gente supõe que a empresa existe – disse Francisco de Assis Costa Filho, que foi secretário Nacional da Juventude na gestão do presidente Michel Temer e contratou a empresa.

A história do secretário não bate com a investigação do TCU. No Google, como o ex-secretário diz ter procurado, ao se digitar o endereço da Linkcon, a imagem que aparece é a que ilustra essa reportagem (vamos postar o salão). O secretário, se de fato fez a busca, saberia se tratar de uma região simples, sem indícios de funcionamento de um polo tecnológico capaz de honrar um contrato milionário na pasta. Mas a história é ainda mais intrigante.

Laudos da área técnica da SNJ mostram que a Linkcon não prestou os serviços para o qual foi contratada. A verba saiu da Presidência da República, onde a SNJ estava vinculada no governo de Michel Temer. A Linkcon havia sido contratada pela para construir uma plataforma onde brasileiros iam gerar suas “identidades jovens”. O valor global do Contrato era de R$ 7.599.390,00, dos quais haviam sido pagos R$ 4.707.665,87 até o dia 3 de outubro de 2018. Por orientação do TCU, os pagamentos foram suspensos após essa data.

A SNJ, no governo Jair Bolsonaro, foi realocada no ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. A atual gestão disse que vai verificar quais serviços foram efetivamente prestados. Também diz colaborar com a auditoria do TCU e avaliando as providências administrativas cabíveis, inclusive o ressarcimento ao erário.

Superfaturamento

A  Llinkcon também conseguiu fechar contratos, a partir de sua ata de Docas, com a Funasa (Ministério da Saúde).

Segundo os relatórios do TCU obtidos pelo GLOBO, o então presidente da Funasa, Rodrigo Sérgio Dias, foi quem apresentou despacho autorizou a contratação. Dias foi nomeado no cargo por Michel Temer, é primo do então ministro das Cidades, Alexandre Baldy, e do marqueteiro do ex-presidente, Elsinho Mouco.

A Funasa pagou R$ 6,8 milhões a Linkcon em 2017 e 2018. Por nota, a fundação informou que está apurando eventuais responsabilidades de funcionários e ex-funcionários a respeito das irregularidades apontadas pelo TCU.

O TCU registrou no relatório que o então gestor da Funasa foi alertado duas vezes pela Advocacia-Geral da União sobre irregularidades e riscos no negócio com a empresa de fachada. “Mesmo assim, decidiu seguir adiante. Era a maior contratação de TI do ano na Funasa, o que exigiria maiores cuidados. A empresa recebeu os valores decorrentes de contratos superfaturados”, registra o relatório.

O Dnit, do Ministério dos Transportes, foi outro órgão que fechou contrato com a Linkcon por meio de adesão à ata da Docas. A diretoria do órgão disse que está auditando o contrato no valor de R$ 11,4 milhões. Os pagamentos pendentes dos serviços foram suspensos e a empresa deverá prestar esclarecimentos.

A companhia Docas do Rio disse que desconhece a informação de que a Linkcon é “laranja ou fantasma” e que, no decorrer do processo licitatório, a empresa apresentou certidões atestando capacidade técnica e contratações por outros entes públicos.

O GLOBO conseguiu contato com Paloma Carreras Branco, a mulher que se apresenta como dona da Linkcon, mas ela indicou o advogado Alexandre Mello para falar com a reportagem.

– A gente nem sequer foi intimado para explicar esclarecimentos. Quando a gente for notificado a gente vai apresentar – disse.

O advogado confirmou que a sede da Linkcon fica em Jupi, negou que a empresa funcione num salão de beleza, mas não soube dizer o endereço exato da empresa.

– De cabeça eu não sei. Mas posso afirmar que a gente trabalha com TI. Tem entre 50 e 100 funcionários diretos. Tem muita gente trabalhando home-office.

O GLOBO

 

Opinião dos leitores

  1. Eu tenho conhecimento sobre os requisitos para o planejamento de uma viagem com alunos, num caso de aula "in loco".
    A burocracia solicita tantas informações sobre o trabalho pedagógico e também sobre o veículo que transportará os estudantes e, naturalmente, informações sobre o motorista.
    Dentre as informações que precisamos incluir, uma em particular nos deixou sem entender: a comprovação documental sobre a revisão mecânica do veículo.
    No momento, em discussão sobre este dado específico, chegamos à conclusão que : se numa operação considerada de simples realização – levar uns alunos a um local para conhecerem algo que foi pesquisado – exigem tantas informações, as operações de grande envergadura financeira haverá muitas mais exigências para a sua realização….
    Poxa vida, como somos inocentes…….

    1. Isso mesmo, tem que especificar qual o gestor: Dilma r Temer, para evitar furdunço

    2. Isso mesmo! NÃO FOI NO GOVERNO BOLSONARO! FOI NO DESGOVERNO DILMA/TEMER.

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Jornalismo

Ministro diz que Brasil negociará com EUA isenção de vistos para brasileiros e que não há decisão sobre a transferência da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém

O governo brasileiro se prepara para negociar com osEstados Unidos o fim da exigência de vistos para cidadãos brasileiros que visitam para aquele país, informou nesta sexta-feira o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo , em entrevista à Rádio Gaúcha. A medida seria uma contrapartida à decisão unilateral, ou seja, sem a exigência de reciprocidade, que será anunciada pelo presidente JairBolsonaro , em sua visita a Washington, de liberar o ingresso de americanos, canadenses, australianos e japoneses no Brasil.

—   No momento, queremos fazer esse caminho de lá para cá, em benefício de nosso mercado de turismo. A isenção de visto para esses quatro países pode gerar uma receita adicional de vários bilhões de reais —   afirmou Araújo.

Ele disse que, além da isenção de visto, a ideia é conversar com autoridades americanas sobre o tratamento dado a brasileiros que entram nos EUA. Há vários casos em que, mesmo com a documentação complemente regular, o cidadão é mandado de volta para o Brasil.

—  Vamos trabalhar para que isso diminua ao máximo. Vamos manter um diálogo consular, para que não haja discriminação e desrespeito. Os turistas brasileiros estão entre os que mais gastam nos EUA. Tenho certeza que o atual clima político [de aproximação entre os dois presidentes, Bolsonaro e Donald Trump] vai facilitar esse tipo de ação —   destacou.

China e Israel

De acordo com o ministro, os EUA são parceiros naturais do Brasil e foram negligenciados ao longo dos últimos anos. Mas Araújo assegurou que essa aproximação não ocorrerá em detrimento das relações com outros países, como a China.

—  Queremos parceria com a China, sobretudo na área comercial. Já estou conversando sobre isso com interlocutores chineses. Os chineses concorrem com os americanos em investimentos de infraestrutura no Brasil e achamos bom que haja essa competição. Do ponto de vista estratégico, é desejável trabalharmos em todas as linhas.

Araújo enfatizou que, além dos EUA, o governo brasileiro quer dar prioridade às relações com Israel. Reafirmou que não há decisão sobre a transferência da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém e garantiu que essa parceria com os israelenses será desenhada com todo o cuidado, para não afetar as relações do Brasil com os árabes e muçulmanos em geral.

Perguntado sobre a troca de 15 embaixadores, anunciada na última quarta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro, o chanceler informou que todos os postos serão ocupados por diplomatas de carreira. Segundo ele, isso mostra que Bolsonaro confia na atuação do Itamaraty à frente da política externa brasileira.

Venezuela

Sobre a situação na Venezuela, Ernesto Araújo reafirmou que a posição brasileira é de não intervenção militar. Para ele, Nicolás Maduro não tem mais condições de governar o país e sua saída é questão de tempo. O Brasil reconhece como presidente daquele país o líder opositor Juan Guaidó.

—   Nossa intervenção é simplesmente diplomática e política. Intervenção militar não está no nosso plano. Está quase começando uma transição democrática na Venezuela, mas ela é mais lenta do que gostaríamos. Porém, o processo é irreversível.

Ele também disse que tem grande admiração pelo filósofo Olavo de Carvalho —   guru do bolsonarismo antiglobalista —   e o deputado Eduardo Bolsonaro, eleito recentemente para a presidência da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

—   O professor Olavo é um a figura que admiro imensamente no campo das ideias. Com o Eduardo converso com mais frequência. Temos visões bastante comuns sobre Venezuela e EUA, por exemplo.

O GLOBO

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Economia

Bolsonaro comemora resultado de leilão de aeroportos: ‘É o Brasil voltando a crescer!’

O presidente Jair Bolsonaro usou suas redes sociais para comemorar o resultado do leilão de 12 aeroportos nesta sexta-feira, exaltando que os R$ 2,37 bilhões arrecadados é um valor 10 vezes maior que o proposto inicialmente, que será pago à vista.

“É o Brasil voltando a crescer! Grande vitória!”, escreveu Bolsonaro, acrescentando um emoji de uma bandeira do Brasil. “A conquista demonstra a confiabilidade que o Brasil começa a resgatar do mundo todo depois um longo período de destruição e rebaixamento de nossa economia. Ainda temos muito a avançar! Vamos em frente!”, acrescentou, em outra postagem.

A União arrecadou os R$ 2,37 bilhões em outorgas à vista, em evento realizado pela manhã na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. Foi o primeiro leilão de concessões no setor de infraestrutura do governo Bolsonaro.

O valor foi, como disse o presidente, dez vezes mais que o esperado inicialmente pelo governo federal. Só em ágio, foi arrecadado R$ 2,1 bilhões, uma média de 986% em relação aos patamares mínimos esperados pelo governo para a outorga (valor pago ao governo pelo uso de bem público).

Em transmissão ao vivo no Facebook na noite desta quinta-feira, o presidente havia dito que a presença do Estado brasileiro dificulta a possibilidade de as coisas darem certo no país, ao mencionar o leilão.

— (Estamos) buscando realmente tirar do Estado esse peso. Porque infelizmente onde o Estado brasileiro está, dificilmente as coisas dão certo — declarou Bolsonaro.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Na Espanha a corrupção não é livre como no Brasil, seria bem melhor que uma estatal brasileira administrasse, mas a corrupção não deixa.

  2. Ótimo. Como a União conseguiu R$ 2.37 bilhões, o Ministro Paulo Guedes não precisará mais de R$ 1 trilhão. Há outras formas de se conseguir essa soma sem aprovar essa crueldade que é a Reforma da Previdência.

  3. E o aeroporto de São Gonçalo é uma merda, nosso RN só recebe porcaria, presídio federal, aeroporto de merda, coitado do nosso RN.

    1. Nosso antigo aeroportos era execelente. Inclusive havia sido reformado recentemente.
      Está sucateado. Como nosso RN.
      Lamentável ter sido mudado

  4. Agora vai! Nada de governo brasileiro comandando este setor! Bom mesmo é permitir que uma ESTATAL ESPANHOLA comande.

  5. Realmente um exemplo para o Brasil! Nossos aeroportos agora são controlados por uma ESTATAL espanhola.

    1. E melhor sim pq na Europa os gestor e mais capaz que não no brasil. Vc imagina tbm como custos de voo internos na Europa os vos são tão barato que para viajar 5 mil km se gasta ida e volta 200 euro agora faza vc a conta quanto custa viajar 5 mil km no Brasil

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Judiciário

Começaram os pedidos de envio de casos para a Justiça Eleitoral

O procurador Deltan Dallagnol diz que a 13ª Vara Federal, em Curitiba, já começou a receber pedidos para que os casos da Lava Jato sejam transferidos para a Justiça Eleitoral. O movimento já é consequência da decisão de ontem do Supremo Tribunal Federal, que decidiu transferir para a Justiça Eleitoral os casos de corrupção envolvendo políticos que sejam correlatos com eleições.

“A 13ª Vara Federal, em Curitiba, já começou a receber pedidos de declinação de competência, ou seja, pedidos para que os casos da Lava Jato sejam remetidos para a Justiça Eleitoral. Efeito da decisão de ontem do STF”, diz Dallagnol.

BR 18

Opinião dos leitores

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Judiciário

Em meio à crise interna no Ministério Público, dois procuradores pedem demissão

As críticas internas no Ministério Público Federal à atuação da procuradora-geral, Raquel Dodge, se intensificaram nesta semana, após a chefe da instituição ter solicitado ao Supremo Tribunal Federal  que suspendesse o acordo firmado pela Lava Jato com a Petrobrás, que criava um fundo de R$ 2,5 bilhões. Dois procuradores da República que atuavam em uma secretaria vinculada ao gabinete de Raquel pediram demissão, o que foi recebido pela categoria como um protesto.

Os procuradores Pablo Coutinho Barreto e Vitor Souza Cunha eram chefes da Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise (SPPEA), que realiza um trabalho de investigação criminal. Procurada pela reportagem, a Procuradoria-Geral da República disse que os procuradores informaram que saíram por motivos pessoais e que o órgão não faria comentários.

Em diversos grupos de comunicação entre procuradores, houve críticas a Raquel por ter acionado o Supremo diretamente — o que representou, segundo eles, um embate com a força-tarefa, em vez do diálogo. A leitura é de que havia meios de revisão do acordo dentro do próprio Ministério Público Federal, sem um pedido de liminar no STF. Nesta sexta-feira, 15, o ministro Alexandre de Moraes atendeu ao pedido de Raquel e suspendeu o acordo bilionário com valores recuperados pela Lava Jato.

Para procuradores ouvidos reservadamente, existe um cenário de desgaste na instituição. Não estão descartados novos pedidos de demissão. Alguns integrantes ouvidos sob condição de anonimato entenderam que, ao apresentar a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, Raquel abriu um flanco para ataques do Supremo à categoria.

Durante a semana, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, anunciou uma representação contra um membro da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, o procurador da Diogo Castor, e a abertura de um inquérito no qual serão investigados supostos crimes e infrações de membros do Ministério Público em ataques à corte.

Raquel foi indicada ao cargo em 2017, pelo então presidente da República, Michel Temer. Assumiu o posto em setembro, para um mandato de dois anos. Na ocasião, ela ficou em segundo lugar na lista tríplice elaborada pela Associação Nacional de Procuradores da República (ANPR), com votos de procuradores. A sucessão será discutida ao longo do ano e a decisão caberá ao presidente Jair Bolsonaro.

Ao Estado, um integrante do Ministério Público Federal que já figurou em uma das últimas listas tríplices disse que o órgão passa por uma de suas piores crises internas desde a Constituição de 1988. Segundo ele, a falta diálogo é crescente e ficou evidenciada na apresentação da ação no Supremo. Para ele, existe uma sinalização ambígua da chefia da instituição, que estaria se tornando um fator indutor de crise. Esse subprocurador diz que uma instituição cuja liderança não se posiciona claramente deixa espaços a questionamentos externos.

Paraná. Após Alexandre de Moraes atender ao pedido da Procuradoria-Geral e suspender o acordo com a Petrobrás, integrantes da força-tarefa da Lava Jato no Paraná e se manifestaram publicamente.  Treze procuradores pediram o encaminhamento à Corte de informações que “podem ser relevantes” para alteração da decisão.

Ao suspender o acordo, o ministro apontou que “parece ter ocorrido ilegal desvirtuamento na sua execução”.

“A decisão (de Alexandre de Moraes) é reflexo do entendimento equivocado da procuradora-geral a respeito do acordo, segundo o qual os recursos ficariam no Brasil se não fosse a realização do acordo suspenso”, afirmou a força-tarefa.

Está previsto para este sábado, 16, em Curitiba  um ato de apoio a procuradores da força-tarefa da Lava Jato, organizado pela Associação Nacional de Procuradores da República. O foco, no entanto, é o ataque a integrantes no plenário do Supremo Tribunal Federal.

Segundo organização, “a ANPR e integrantes da Lava Jato vão rebater os fatos e as críticas da semana referentes às manifestações e ao trabalho dos procuradores da força-tarefa”.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Queriam abocanhar 2.5bi, esse dinheiro foi tirado da petrobras e a ela deve retornar, não ha porque criar fundo para o MP uma vez que ja ganham muito bem obrigado e o que não falta e verba para esse órgão.
    Essa é apenas minha opinião .

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Jornalismo

Fóruns na dark web incitam violência e mortes e desafiam polícia

O massacre em uma escola pública em Suzano (Grande SP) na quarta-feira (13) insuflou fóruns que são ponto de encontro de criminosos na dark web (área não rastreável da internet) e desafiam a polícia a encontrar formas de coibir novas mortes.

A comemoração do massacre nos fóruns da internet começou minutos depois de ser noticiado que Guilherme Taucci Monteiro, 17, e Luiz Henrique de Castro, 25, invadiram a escola Raul Brasil com um revólver e armas brancas, matando oito pessoas e ferindo 11.

Folha vem acompanhando a reação nestes fóruns desde quarta —eles ficam numa parte da internet em que é difícil rastrear os usuários, só acessível com um navegador que mascara seus dados, o Tor. Os chamados “chans” são como se fossem fóruns, onde os posts vão se somando em longas conversas que, em alguns casos, discorrem sobre assassinato, pedofilia, racismo e misoginia.

“Homens de bem honrados”, escreveu um usuário do fórum Dogolachan, abaixo da foto de Guilherme e Luiz Henrique mortos. “Temos os nossos primeiros atiradores sanctos formados no Dogola”, completou outro.

Ainda é investigado pelo Ministério Público se os autores do massacre de fato frequentaram esse fórum específico, mas eles já foram incluídos na galeria de ídolos do Dogolachan, ao lado de outros antigos usuários assassinos ou criminosos.

Em uma espiral de ódio, o crime alimentou anúncios de novos crimes, batizados de actvm sanctvm (ato santo).

Especialistas alertam para o despreparo de boa parte da polícia para coibir este tipo de crime, com exceção de núcleos isolados especializados.

“Não é só comprar viatura e arma. A polícia precisa dar formação. Quem é que consegue entrar na deep web e fazer uma investigação?”, questiona a criminóloga e escritora Ilana Casoy. “Um policial que faz esse trabalho intelectual é tão importante quanto um atirador.”

Ela afirma que a presença de um espaço onde fantasias criminosas são aplaudidas pode ser um dos fatores (sempre há mais de um) a engatilhar um atentado do tipo. “É um crime isso que fazem. O assassinato em massa é muito grave, mas é grave também incitar o suicídio, o estupro, como fazem”.

No ano passado, um dos frequentadores do fórum, André Garcia, 29, se despediu no site: “Vou quitar deste mundo”. Recebeu a resposta: “Se for se matar, leve a escória junto”.

Em junho do ano passado, ele saiu de casa armado e atirou na nuca de uma mulher que jamais havia visto na vida, em Penápolis (a 425 km de São Paulo). Encurralado pela polícia, deu um tiro no próprio peito. A vítima morreu um mês depois.

Kyo, como Garcia era conhecido no fórum, virou um mito na dark web brasileira.

O ódio às mulheres é uma das características destes grupos, conhecidos como incels —homens que se dizem “celibatários involuntários”.

“Pautar a imprensa e a sociedade por um ato visto como glorioso por esses grupos é o objetivo deles, por isso, é preciso ser muito cauteloso nas abordagens”, afirma Rodrigo Nejm, diretor da ONG Safernet, que recebeu mais de 130 mil denúncias de crimes na internet só em 2018. “Dependendo de como se divulga, é uma forma de dar escala a grupos de 10, 20, 100 pessoas desequilibradas”.

O Ministério Público paulista chegou a afirmar investigar a ligação dos autores do crime com organizações radicais que promovem crimes de ódio ao redor do mundo. Já os poucos policiais e promotores especializados são mais cautelosos. A reportagem procurou a delegacia especializada em crimes de ódio em São Paulo (Decradi) e uma procuradora do Ministério Público Federal que investigou o fundador do Dogolachan, e obteve respostas negativas sobre pedidos de entrevistas.

A Secretaria da Segurança da gestão de João Doria (PSDB) emitiu nota afirmando apenas que os policiais têm conhecimento avançado e que não darão entrevistas para não atrapalhar as investigações.

As dificuldades técnicas nessas apurações já são grandes mesmo em períodos de menor comoção.

Professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e especialista em tecnologia, Arthur Igreja diz que até mesmo a NSA (agência de segurança interna norte-americana) pena para investigar na dark web. “É como investigar uma quadrilha no passado, quando não havia rastreamento de IP, interceptação de ligações. Como era feito na época? Infiltrando alguém para poder entender. É isso que os investigadores estão fazendo.”

Ele diz que, apesar dos problemas de estrutura, há alguns “centros de excelência” no Brasil. “A Operação Lava Jato só aconteceu por causa de uma capacidade de apuração digital apurada.”

Procuradores de Curitiba, berço da Lava Jato, colocaram na cadeia o criador do Dogolachan, Marcelo Valle Silveira Mello, o Psy. Em dezembro, ele foi condenado a 41 anos de prisão por associação criminosa, divulgação de imagens de pedofilia, racismo, coação, incitação a crimes e terrorismo. Hoje, é outro mitificado entre os que se definem como “homens sanctos”.

Mello tem um longo histórico de crimes —chegou a ter contato pela internet com o autor do massacre do Realengo, Wellington Menezes de Oliveira, 23, que matou 12 alunos de uma escola na zona oeste do Rio, em 2011. Um ano depois, ele e outro futuro fundador do Dogolachan, Emerson Eduardo Rodrigues Setin, foram presos por suspeita de apologia da violência e discriminação contra mulheres, negros, nordestinos, homossexuais e judeus na internet.

O Dogolachan foi criado um ano depois da prisão. Ali, os integrantes passaram a se referir uns aos outros como homens sanctos e fazer ameaças a diversas figuras públicas. Um deles foi o ex-deputado federal Jean Wyllis (PSOL), que renunciou ao mandato e se mudou para a Espanha. Entre os principais alvos de denúncias do grupo está a professora da Universidade Federal do Ceará, Lola Aronovich, autora de uma série de denúncias contra Marcelo Valle.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

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Judiciário

Ministro do STF suspende fundação da Lava-Jato para gerir até R$ 2,5 bilhões da Petrobras

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal ( STF ), concedeu liminar para suspender o acordo firmado entre a Petrobras e procuradores da força-tarefa da Lava-Jato . Ele também determinou o imediato bloqueio de todos os valores depositados pela Petrobras. O dinheiro deverá permanecer em depósito judicial até que a Corte tome decisão definitiva sobre o caso. A decisão foi tomada a pedido da procuradora-geral da República (PGR), que recorreu à Corte contra a criação da fundação.

A Petrobras firmou acordo com autoridades dos Estados Unidos para o pagamento de valores devidos a acionistas das empresas que foram lesados com os desvios apurados na Lava-Jato. Esse acordo previa que 20% da multa paga pela Petrobras ficaria nos Estados Unidos e os outros 80% ficariam ao Brasil – correspondentes a R$ 2,5 bilhões.

Em seguida, a 13ª Vara Federal de Curitiba, que conduz os processos da Lava-Jato, firmou um acordo da Petrobras com o Ministério Público. Esse segundo acordo determinava que metade do valor destinado ao Brasil, cerca de R$ 1,25 bilhão, seria aplicado em um fundo patrimonial gerido por uma fundação independente, que distribuiria os rendimentos para projetos de combate à corrupção e promoção da cidadania. A outra metade é destinada a eventuais reparações a investidores no mercado brasileiro.

Se sobrar dinheiro do destinado a investidores, o restante seria direcionado ao fundo administrado por uma fundação criada pelo MPF para cuidar da outra metade. A sede da fundação seria em Curitiba. Tanto MPF quanto o MP do Paraná teriam direito a assento no órgão superior de deliberação da fundação.

Na decisão, Moraes explica que a fundação criada depois não estava prevista em nenhuma parte do acordo da Petrobras com as autoridades americanas. Para ele, quem tem a atribuição de gerir dinheiro público é a União, e não os investigadores da Lava-Jato.

“O conteúdo do segundo acordo – homologado pela 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba – estabeleceu inúmeras providências não previstas no “Non Prosecution Agreement”, que apenas previu o creditamento da multa em favor do Brasil, sem nenhum condicionamento relacionado à constituição de uma pessoa jurídica de direito privado ou afetação desse montante a atividades específicas”, escreveu o ministro. Para ele, “parece ter ocorrido ilegal desvirtuamento na execução do acordo realizado entre a Petrobras e o Department of Justice”.

O acordo entre a Petrobras e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos é de U$ 853 milhões, dos quais US$ 682,5 milhões seriam pagos a “autoridades brasileiras”. Segundo Moraes, “diferentemente do acordado entre Petrobras e Ministério Público Federal do Paraná, deveriam ser entendidas como remissivas à União, pessoa jurídica de Direito Público interno a quem incumbem as atribuições de soberania do Estado brasileiro”.

O acordo entre a petroleira e os Estados Unidos foi firmado em setembro do ano passado em troca do encerramento das irregularidades investigadas pela Operação Lava Jato naquele país.

Segundo a procuradora-geral, a 13ª Vara Federal de Curitiba não tinha competência para homologar o acordo firmado pela empresa com o Ministério Público. Dodge também afirmou, na ação, que o acordo evidencia “o protagonismo” de alguns integrantes do Ministério Público, “singularmente” os da força-tarefa.

“Basta verificar que aqueles membros da força-tarefa, assumiram compromissos administrativos e financeiros pelo Ministério Público Federal, falando pela própria instituição sem poderes para tanto, de conduzir todas as etapas do processo destinado à constituição de uma fundação de direito privado”, escreveu a procuradora.

O GLOBO

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E ai, bora correr?

Correr pode te ajudar a melhorar seu desempenho sexual

Por Breno Perruci/@eaiboracorrer

A corrida ajuda no combate a doenças, melhora a saúde e estimula a sociabilidade por meio do contato mais intenso com outras pessoas. Até aí nada de novo. Mas ela tem outro benefício menos famoso, digamos assim, e bem interessante. A corrida pode ajudar a melhorar o desempenho sexual. E não é balela, é tudo comprovado cientificamente.

Segundo um estudo feito pela Universidade da Califórnia, atletas que fazem uma atividade física moderada por 40 minutos, em média, têm o dobro de atividade sexual e cerca de duas vezes mais desejo sexual do que aqueles que gastam apenas 20 minutos por dia com caminhadas ou corridas leves. Imagine então se compararmos com as pessoas sedentárias. A corrida ajuda a liberar o chamado hormônio da felicidade, a endorfina, melhorando o bem-estar e a libido. Já outra pesquisa feita pela Universidade Havard atestou que homens com mais de 50 anos que correm mais de três horas por semana têm 30% menos chance de desenvolver impotência sexual.

Se são muitos os estudos, também sobram indicadores que comprovam a tese. E se você parar pra analisar com frieza é tudo bem lógico. Correr melhora a resistência, tanto cardiorrespiratória quanto muscular, o que favorece a performance sexual. Correr auxilia a circulação fazendo o coração bombear mais sangue para levar oxigênio às células e isso pode ter impacto benéfico na resolução do problema da disfunção erétil.

O esporte ajuda a controlar a mente e a manter a concentração, o que pode reduzir causas de ordem psicológicas. Como muitas das disfunções sexuais estão ligadas a fatores emocionais – como, por exemplo, a ejaculação precoce – o trabalho mental exigido na corrida acaba sendo muito efetivo também na cama. A prática de exercícios regulares proporciona bem-estar e relaxamento, o que contribui e muito na diminuição da ansiedade na hora do sexo.

Uma pesquisa da Endocrine Society dos EUA descobriu que a corrida pode aumentar a produção de testosterona em homens, o que está diretamente relacionado com uma maior libido. Sem falar que tem influência direta na diminuição dos efeitos do hipogonadismo, doença que está relacionada ao mau funcionamento das gônadas, que são os testículos nos homens e os ovários nas mulheres. Traz ainda benefícios específicos às mulheres que estão na menopausa. Muitas não sentem os sintomas por causa da corrida. O esporte aumenta o apetite sexual e regula os hormônios.

Ah, claro que não podemos deixar de fora também a questão física. Perder uns quilinhos e estar bem consigo influencia diretamente no seu desempenho sexual. A corrida melhora o humor, a auto-estima e a confiança da pessoa. Isso é fundamental e ajuda a não falhar na hora H.

Por fim, é preciso lembrar que como tudo na vida, qualquer exagero inevitavelmente trará prejuízos. Do mesmo jeito que a corrida pode ajudar no desempenho sexual, ela também pode ser a inimiga. É preciso ficar de olho no overtraining, provoca aquela sensação de esgotamento físico e pode culminar até em lesões. Isso ocorre quando há o excesso de carga ou volume nos treinos, provocando fadiga, mudança de humor e problemas na a saúde.

Mas então, sabendo disso tudo agora, vamos começar a correr? E você que já corre, comece a ver seus treinos com olhos mais atraentes, eles vão lhe ajudar ou já lhe ajudam em aspectos que você nem tinha se dado conta. E não esqueçam da orientação profissional. Para que toda essa matemática der certo, esse fator é preponderante.

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Televisão

O empresário e ex-senador Ximbica fica cara a cara com BG neste sábado

O empresário potiguar e ex-senador José Bezerra Júnior, conhecido também como Ximbica, é o convidado de amanhã do programa Cara a Cara com BG.

Cara a Cara com BG, sábado às 8h30, na TV Ponta Negra.

Acompanhe o programa através dos canais: Cabo Telecom 120 (sinal digital) e 805 (HD); NET 13 (sinal digital) e
513 (HD); Sky HD 313.1.

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Diversos

EXECUTIVA: Agência de comunicação completa 16 anos de conquistas e crescimento

O sonho de dois jovens que haviam acabado de sair da faculdade, em 2003, se transformou em uma das mais bem sucedidas e premiadas agências de comunicação do Rio Grande do Norte. A Executiva – Agência de Comunicação comemora, neste dia 15 de março, 16 anos de fundação, festejando a conquista de prêmios de nível nacional e internacional e um grande crescimento em termos de estrutura e de atendimento a clientes.

O mais recente prêmio conquistado pela agência potiguar veio no início deste ano, com o reconhecimento pela revista austríaca Archive, de uma peça publicitária do Colégio CEI Romualdo como uma das melhores do mundo. No Norte e Nordeste do país apenas duas agências obtiveram esse reconhecimento: a Executiva e uma agência pernambucana foram agraciadas com a premiação da Achive, que é uma grande referência para o mercado mundial. Aqui no RN, apenas uma outra agência, a Art&C, conquistou o mesmo prêmio. “No que diz respeito a premiações, esse é um dos grandes feitos da Executiva nesses 16 anos. Todavia, o que nos deixa verdadeiramente felizes é perceber a satisfação dos nossos clientes”, sentenciou um dos sócios-fundadores da agência, o publicitário Erick Gurgel.

Mas os prêmios não pararam por aí. A Agência Executiva também ganhou o título de melhor campanha educativa de trânsito do Brasil, na Bienal do Departamento Nacional de Trânsito, o Denatran, em 2017, com uma campanha educativa do Detran/RN, do Governo do Estado, concorrendo com os maiores centros de comunicação do país como: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, entre outros.

O início, como na maioria dos novos negócios, não foi fácil.Uma trajetória premiada que começou de forma modesta. A agência funcionava em apenas uma sala, com dois funcionários e dez clientes, amigos próximos dos recém-formados publicitários Erick Gurgel e Odemar Neto, que confiaram a eles a gestão das suas marcas. Os dois fizeram a faculdade juntos e compartilharam do mesmo sonho, que acabou virando realidade.Hoje, a Agência Executiva cresceu e se tornou uma das mais respeitadas agências de publicidade do RN. A estrutura conta com mais de 30 funcionários, distribuídos em uma sede com 12 salas e atendem às demandas de aproximadamente 50 clientes. Na sala de criação, que pode ser considerada o cérebro de uma agência de propaganda, existe capacidade para até 20 colaboradores. “Temos estrutura suficiente para atender os nossos atuais clientes e expandir ainda mais nosso trabalho”, garantiu Erick.

Para comemorar esses 16 anos de conquistas e realizações, a Executiva lançou uma campanha que ganhará as ruas em breve. “Por todos os ângulos e por todos os aspectos que a gente olhar pra Executiva a gente observa um crescimento. A gente ampliou o número de clientes, crescemos em número de profissionais, a infraestrutura vem ampliando ano após ano, tanto em equipe quanto em equipamentos e, a cereja do bolo tem sido a conquista de importantes prêmios. Graças a Deus as coisas vem acontecendo dentro do planejado. Só temos a agradecer aos clientes, parceiros e fornecedores”, finalizou Erick Gurgel.

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Diversos

Após morte de cão, Carrefour terá de depositar R$ 1 milhão em fundo

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) firmou um termo de compromisso com o Carrefour e o município de Osasco em função dos maus-tratos cometidos por um segurança contra um cachorro dentro de um supermercado da rede. As agressões causaram a morte do animal.

Pelo acordo, o Carrefour assume a obrigação de depositar a quantia de R$ 1 milhão em um fundo a ser criado pelo município. Desse montante, R$ 500 mil serão destinados à esterilização de cães e gatos e R$ 350 mil, à compra de medicamentos para animais do Hospital Municipal Veterinário ou que estejam no canil municipal. Os R$ 150 mil restantes serão destinados à aquisição e entrega de rações para associações, organizações não governamentais e demais entidades destinadas ao cuidado de animais na cidade de Osasco.

Caso o Carrefour descumpra o estabelecido, deverá pagar multa de R$ 1 mil por dia de atraso no cumprimento dos termos do acordo. O município, se não atender ao determinado, será alvo de investigação por ato de improbidade administrativa.

A Promotoria de Justiça é responsável pela fiscalização do acordo quanto à utilização e destinação do dinheiro por parte do Carrefour.

Agência Brasil

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  1. Absurdo penalizar uma empresa desse jeito o Brasil terá sérios problemas pra crescer e gerar empregos .

  2. Aí o Doria anunciou 100 mil pra cada ser humano em Suzano!!!! Entendi nada!!! ??? Desculpas de um ser humano animal burro!!!! Foi mal!!

  3. Genteeeee do céu!
    Em que se baseia uma multa tão quilométrica dessa?
    Não bastava ter impetrado ao segurança que passasse um mês em um canil, cuidando dos cães , e doasse todo o alimento, vacina, etc?

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Economia

Associação dos Produtores diz a Bolsonaro que custo de produção de soja é o maior da história

A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) disse, em encontro com o presidente Jair Bolsonaro realizado nesta sexta-feira, 15, no Palácio do Planalto, em Brasília, que os custos de produção no Brasil são os maiores da história. “Os produtores de soja estão com dificuldades para honrar seus compromissos. Na época em que colhíamos 40 sacas por hectare tínhamos renda. Agora produzimos mais de 60 sacas por hectare e não temos renda. Produzir alimentos está cada vez mais caro”, afirmou o presidente da associação, Bartolomeu Braz Pereira, conforme nota divulgada pela Aprosoja nesta sexta-feira.

Promovida para discutir políticas públicas que possam para tornar a agropecuária e o agronegócio brasileiro mais competitivos, a reunião também teve a presença do ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, do líder do governo na Câmara Federal, deputado major Vitor Hugo (PSL-GO), e de representantes de entidades do setor agropecuário.

Com relação ao futuro do Mercosul, o presidente da Aprosoja Brasil defendeu mudanças e um olhar para o livre comércio que permita melhores condições aos produtores rurais para compra de insumos e equipamentos de países vizinhos. A dificuldade de acesso dos produtores rurais ao seguro agrícola foi outro ponto abordado no encontro. Segundo Pereira, poucas áreas são cobertas por seguro e, quando há problemas climáticos, o endividamento dos produtores aumenta. O presidente da Aprosoja Brasil demonstrou ainda preocupação com as ameaças à Lei Kandir. “Se ela deixar de existir será inviabilizada toda a produção brasileira”, disse.

Estadão Conteúdo

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  1. Hummmmmmmmm….
    Bolsonaro mandou diminuí a dependência comercial com a China..
    A China é o maior importador da soja brasileira.
    Melhor eles plantarem. Feijão, milho, batatas

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Judiciário

Lava Jato diz que PGR sabia de acordo com a Petrobras há mais de um ano

Em nova queda de braço com a chefia do Ministério Público Federal, procuradores da Lava Jato em Curitiba afirmaram, em petição à Justiça nesta sexta-feira (15), que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, estava ciente do acordo costurado pela força-tarefa com a Petrobras.

O acordo, que previa a criação de uma fundação com R$ 2,5 bilhões recuperados da Petrobras, foi questionado por Dodge e acabou suspenso pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

“Desde o início de sua gestão, foi a atual procuradora-geral da República informada acerca das atuações da força-tarefa em Curitiba destinadas a assegurar que, em caso de condenação da Petrobras nos Estados Unidos, parte do valor de eventual condenação retornasse ao Brasil”, escrevem os procuradores, em documento enviado na noite desta sexta-feira ao juiz Luiz Antônio Bonat, substituto de Sergio Moro na Justiça Federal do Paraná.

O parecer cita um ofício enviado à PGR em novembro de 2015, ainda sob a gestão de Rodrigo Janot, que cita a possibilidade de negociação da força-tarefa com autoridades americanas para que parte do dinheiro de um eventual acordo da Petrobras naquele país voltasse ao Brasil.

Os procuradores também mencionam reuniões pessoais feitas com Dodge e com a procuradora da República que a assessora, realizadas ao longo de 2017 e 2018, além de ofícios e outras comunicações.

“A procuradora-geral da República, ciente do conteúdo do acordo e das tratativas, assentiu com a atuação e as providências que estavam sendo adotadas”, escrevem os membros da Lava Jato.

“Em todo esse período, não foi feita pela procuradora-geral ou por seus subordinados diretos qualquer manifestação, ainda que verbal, sobre eventual óbice ou divergência ao acordo, assim como também não foi externado qualquer entendimento de falta de atribuição dos membros da força-tarefa.”

A petição, na prática, é uma resposta à ação que a procuradora-geral moveu no STF contra o acordo da força-tarefa com a Petrobras, que criaria um fundo bilionário anticorrupção, a ser investido em projetos de cidadania e combate a desvios.

Eles pedem a Bonat para que o documento seja enviado ao STF, a fim de fundamentar novas decisões do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.

O fundo seria gerido por uma entidade independente, cujo processo de criação vinha sendo conduzido pelo MPF em Curitiba —o que gerou questionamentos de órgãos como o TCU (Tribunal de Contas da União) e de membros do Congresso.

Para os procuradores, “o silêncio e assentimento por parte da procuradora-geral da República e de sua equipe, durante tão longo período de tempo, possuem um sentido bastante claro: a concordância por parte da PGR com a atribuição dos membros do Ministério Público Federal da força-tarefa da Lava Jato para a celebração do acordo”.

Eles reiteram sua defesa do acordo, dizendo que não extrapolaram competências e atribuições, e afirmam que a PGR se baseia em “falsas e equivocadas premissas” ao dizer que o MPF iria gerir os valores.

Procurada, a Procuradoria-Geral da República não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Folhapress

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  1. Lava jato é quem ???? Promotores de onde??? Da PGR não??? Então estão batendo cabeça? Não estão se entendendo ou há arrumado??? Dá uma luz aí pra nós… doidinho!!!

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Educação

Em dia de expectativa, Vélez é chamado ao Palácio pela 4ª vez, mas governo diz que ele fica

O ministro da educação, Ricardo Vélez Rodríguez, esteve nesta sexta-feira no Palácio do Planalto pela quarta vez em uma semana. Informações durante todo o dia indicavam que ele poderia ser afastado nesta sexta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro. No entanto, no início da noite, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou a Vera Magalhães que Vélez fica. Segundo fontes, a falta de consenso sobre um substituto teria adiado o anúncio da demissão do ministro pelo governo.

Desde a semana passada, Vélez enfrenta uma disputa entre grupos rivais dentro do Ministério da Educação (MEC). Segundo o BR18, a Casa Civil sequer aprovou a nomeação de Iolene Lima, diretora de uma escola batista evangélica em São José dos Campos, para a secretaria executiva da pasta, indicada ontem pelo ministro. Em uma semana, sete pessoas foram demitidas do MEC.

Representantes do DEM, da bancada evangélica e dos militares têm indicado nomes. Um dos que está forte é o do ex-ministro Mendonça Filho, mas seria mais um ministério para o partido. Seu nome foi indicado para Rodrigo Maia para que ele fale com Bolsonaro.

Enquanto isso, integrantes da bancada evangélica fazem o mesmo com Anderson Correia, que foi reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e é o atual presidente da Capes. Ele é evangélico e tem um currículo acadêmico sólido. É formado em Engenharia Civil pela Unicamp e tem mestrado pelo ITA. O doutorado em gestão de aeroportos foi feito no Canadá.

Fala-se também novamente no nome do senador Izalci Lucas (PSDB), autor do projeto conhecido como Escola sem Partido. Já os militares têm defendido Carlos Alberto Decotelli, atual presidente da FNDE, que cuida das compras de livros didáticos e transportes dentro do MEC. Ele é economista, doutor em administração financeira e fez parte da equipe de transição do governo.

Segundo informações do fotógrafo do Estado Dida Sampaio, na volta ao MEC, o motorista retirou o veículo da portaria da entrada privativa e o levou para um estacionamento público. Ele ainda retirou as placas oficiais do carro, deixou uma comum, e voltou ao ministério por uma outra portaria. Por volta das 20 horas, o motorista pegou Vélez em uma porta lateral, despistou a imprensa e foi embora sem dar declarações.

Estadão Conteúdo

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Judiciário

PGR pede esclarecimento ao STF sobre investigação de fake news

Foto: Rosinei Coutinho/STF

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu hoje (15) esclarecimentos ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes sobre a decisão da Corte que abriu inquérito para apurar notícias falsas (fake news) que tenham os ministros como alvo.

A medida foi tomada ontem (14) pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, “considerando a existência de notícias fraudulentas, conhecidas como fake news, denunciações caluniosas, ameaças e infrações revestidas de ânimos caluniantes, difamantes e injuriantes, que atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo, de seus membros e familiares”.

O presidente designou o ministro Alexandre de Moraes como relator da investigação, sem dar mais detalhes sobre o alvo específico do inquérito, que é sigiloso.

Segundo Dodge, a portaria na qual a investigação foi instaurada não esclareceu quais pessoas devem ser investigadas. Além disso, a procuradora afirmou que cabe ao Ministério Público realizar tais investigações, e não ao Judiciário.

“Os fatos ilícitos, por mais graves que sejam, devem ser processados segundo a Constituição. Os delitos que atingem vítimas importantes também devem ser investigados segundo as regras constitucionais, para a validade da prova e para isenção no julgamento”, argumentou Dodge.

Agência Brasil

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