O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) assinou nesta sexta (2) uma lista com 24 nomes da equipe de transição, disse o deputado federal e futuro ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni ao sair de uma reunião na casa do político, na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio).
Com uma pasta azul na mão, Lorenzoni não deu detalhes sobre as pessoas escolhidas. “Os nomes estão todos aqui, todos assinados por ele para serem levados. Estarão publicados no Diário Oficial de segunda (5) à noite.”
“Este é o momento de falar pouco e trabalhar muito”, repetiu ele, confirmando que Bolsonaro viaja na terça (6) para Brasília, se encontra na quarta (7) às 16h com o atual presidente Michel Temer (MDB) no Palácio do Planalto e volta na quinta (8) para o Rio de Janeiro.
O que dar a entender é que não havia nada de estratégia ou planejamento dessa turma! Como se o governo tivesse caído no colo e não caiu a ficha ainda….queira Deus que eu esteja errado e que a equipe não tenha fichas sujas do DEM, PSDB é os malas do pMDB….!!
À frente da Operação Lava Jato há quatro anos e meio, o juiz federal Sérgio Moro decidiu nesta quinta-feira (1º) aceitar o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para o Ministério da Justiça. Como a legislação impede que magistrados ocupem cargos públicos exceto o de professor, ele vai deixar o comando das investigações de combate à corrupção envolvendo a Petrobras, que colocaram na cadeia nos últimos anos executivos de alto escalão, políticos e donos de grandes empresas.
Temporariamente, a juíza substituta Gabriela Hardt deve assumir o andamento dos processos sobre o tema em primeira instância. No que diz respeito à transição de uma função no Poder Judiciário para um cargo político e as dúvidas que surgem quanto ao futuro da operação, o assunto é controverso, conforme avaliações ouvidas pela Agência Brasil.
Sólida capacidade jurídica
Segundo o promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), Roberto Livianu, o Brasil tem muitos magistrados “com sólida capacidade jurídica” que darão continuidade ao trabalho do juiz paranaense. “Tenho certeza de que por tudo que vem acontecendo e a expectativa que legitimamente se cria, o magistrado que o substituir se empenhará para apresentar ao país um trabalho digno, eficiente e rápido”, disse Livianu, que é doutor em direito penal da Universidade de São Paulo (USP) e presidente do Instituto Não Aceito Corrupção.
Com elogios à postura profissional de Sérgio Moro, Livianu acredita não haver “mácula” nos processos julgados por Moro até agora, alvo de críticas de que atuou politicamente durante os julgamentos envolvendo, por exemplo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Livianu, as “ilações são maldosas” porque 97% das decisões do magistrado na operação foram mantidas por instâncias superiores.
“Minha avaliação é de que a Operação Lava Jato é um patrimônio do povo brasileiro. Instituiu-se um novo paradigma. A partir desse momento, fica irreversível [a continuidade das investigações]”, disse.
Poder Judiciário comprometido
A opinião é divergente da manifestada pela professora de Direito Penal e Criminologia da Universidade de Brasília (UnB), Beatriz Vargas. Para ela, a decisão de Moro compromete o Poder Judiciário. Ela disse esperar que a Operação Lava Jato “entre nos trilhos” e que este seja um momento para que as instituições como a Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça “ocupem o lugar reservado para eles na estrutura constitucional democrática”.
“Como uma operação de persecução criminal ao desvio de verba pública e à corrupção, a Lava Jato é perfeitamente legítima, assim como inúmeras outras. Espero que ela não termine depois de – e isso parece agora mais do que nunca -, finalizada a etapa de criminalização de algumas lideranças políticas selecionadas em detrimento de outras”, disse Beatriz Vargas, lembrando que o cenário ainda está indefinido para se avaliar com clareza o futuro da operação.
Para Beatriz Vargas, o juiz que assumirá as funções de Moro não pode se pautar por pressões populares. “O Judiciário, como Poder contramajoritário, não está obrigado a tomar uma decisão em favor do interesse ou da vontade da maioria. O que regula a atuação do Judiciário é norma, regra legal e prova. É para isso que ele tem que se voltar”.
Combate à corrupção
Marcelo Barone, que também é promotor de Justiça do MP-SP, prevê que a Lava Jato só tem a ganhar com a escolha de Moro para o ministério. “Eu acho que existem outros juízes que vão poder continuar o trabalho do juiz. [O convite] fortalece o combate à corrupção e dá exemplo para fora do país”, disse.
Barone, que é mestre em processo penal pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e professor de direito penal e processo penal da Universidade Presbiteriana Mackenzie, acredita que as investigações não sofrerão prejuízos. De acordo com ele, a Lava Jato não é de um único juiz, embora coubesse a Moro o papel de respaldar as investigações emitindo decretos de prisão e homologando acordos de delação premiada.
Já o advogado criminalista e presidente da Associação Nacional de Advocacia Criminal no Distrito Federal, Bruno Espiñeira Lemos, o próximo magistrado responsável por comandar a investigação deve se preocupar em retomar os parâmetros que, segundo ele, remetem à figura de um julgador “inerte e imparcial”. Ele explica que, de acordo com essa concepção, prevista na Constituição Federal de 1988, o juiz seria uma pessoa que não tomaria iniciativa na coleta de elementos, trabalhando com base nas provas e no que está exposto pelas partes.
Lula
Na avaliação de Espiñeira, o episódio fortalece os argumentos da defesa de Lula segundo os quais houve uma suspeição dos atos de Sergio Moro ao emitir as sentenças. Ele lembrou que o ex-presidente pretendia concorrer à Presidência da República nas eleições 2018, mas a candidatura foi indeferida por ter sido enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que impede condenados em segunda instância de concorrerem a cargos eletivos.
“É um momento que pode haver uma inflexão e mudança de rumos nessa visão do Judiciário, que eu acho que até incomodava muitos colegas, essa ideia de holofotes, pessoalização e seletividade de alguns processos. Se vier para ser corrigido, que fantástico. Agora, se for para quem vier tentar demonstrar: ‘Olha, ele foi, mas a coisa vai ficar mais dura’, eu lamento profundamente enquanto advogado, cidadão e enquanto nação”.
Álvaro Dias, atual prefeito da cidade do Natal, está cortando cargos do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves.
A alegação de que setores carlistas atrapalharam a eleição de Adjuto Dias, filho de Álvaro, para deputado estadual não passa de dupla cortina de fumaça.
Primeira cortina. Como prefeito de Natal é de uma mediocridade eleitoral sem tamanho atribuir uma derrota a um ou dois secretários que não votaram em seu indicado.
Álvaro foi presidente da assembléia, deputado federal e hoje é atual prefeito da maior cidade do RN. Se não fez o filho deputado, foi por sua própria conta e responsabilidade. E aí o fato é que ele foi fragorosamente derrotado.
Segunda fumaça. Agora convém utilizar o acontecimento para limar Carlos Eduardo Alves, quem lhe deu a cadeira que hoje ele está sentado nela.
Mas esse não é mais o dado de relevo. Carlos Eduardo entrou numa campanha perdida. É preciso ter uma visão muito positiva sobre si próprio para imaginar que, após atrasar os salários por 14 meses na prefeitura, o eleitor lhe daria o governo do RN.
Agora está sem cargo algum. Não tem poder, nem grupo. E aí, caro leitor, nem o vento bate nas costas.
Por qual razão Álvaro Dias emprestaria parte da estrutura que comanda para um agente político que não lidera mais ninguém e não poderá ser candidato na base eleitoral em disputa (Natal)?
Fala-se que Carlos Eduardo Alves poderá lançar a mulher em Natal. Mas suspeito que, sem estrutura, não tenha a menor condição de fazer frente aos postulantes postos – o próprio Álvaro com a máquina, uma candidatura do PT da governadora e a participação de Kelps Lima, que deixou boa marca em 2016 e 2018. Seria mesmo CEA uma ameaça em 2020? É provável que não.
A política é feita de acordos. Mas só se tende a efetivá los caso o outro lado tenha alguma condição de cobrar. Não é mais o caso de Carlos Eduardo.
Tó só esperando a Governadora do Gopi assumi para começa a ladainha não tem dinheiro, o estado ficou lascado, o governo federal não manda nada para o RN, etcs etcs, tá na cara que o pior estado do Nordeste é o RN vai se lascar mesmo, vcs esperem e verão ….kkkkk vou ouvir a mesma cachorrada de muitos anos, isso nunca vai ter fim, eu quero ver o interior reclamar de alguma coisa, ou não quando alguém vem morrendo de lá para ser atendido no Walfredo Gurgel amando das prefeituras, vão ter que engoli essa .
O fato é que essa política sem palavra, sem caráter, tem tido sua sentença. É prematuro demais dizer que CEA não tenha mais força, pois, como vimos, dentro de Natal teve uma expressiva votação, no entanto, é mais acertado dizer que, AD não tem a menor chance com quem quer que seja, sem palavra, sem caráter e o principal, sem identidade com a cidade. Que ele trabalhe muito, muito mesmo.
O certo é que teremos uma briga bastante acirrada!
Carlos Eduardo deixou a prefeitura com a certeza de ser eleito. Com sua prepotência e arrogância deu no que deu. Por outro lado, o seu vice, outro ambicioso assumiu a prefeitura e deve ter usado à máquina administrativa da prefeitura para eleger seu filho, o qual não foi eleito. Agora que passou as eleições, o atual prefeito vai fazer o que pode para atender os seus, não importando as indicações de CEA, aliás indicando os seus ele também ganha.
Quem é Álvaro Dias para querer fazer enfrentamento político aqui em Natal. Quem perde mais com esta postura? Álvaro ou CE?
CE já tem aqui em Natal uma base forte, conforme visto nas ultima eleição para governador.
Álvaro pousou de vice por imposição do PMDB, em uma vaga que era legítima de Hermano Morais, que tem uma boa base política aqui em Natal.
CE perdeu uma eleição, ele não perdeu o seu reduto Natal, muito pelo o contrário na eleição de governador ele ampliou sua base no interior do RN.
Você é quem pensa caro BG. Carlos Eduardo saiu mais que forte nesta campanha em nossa Capital. Com 90 mil votos a mais que a Governadora do interior. Não somente em Natal… não sei se vc viu os votos dele em Parnamirim?! Na verdade CE tirou umas férias, mais não se engane, ele ainda tem muito pano pra mangas querido! Kkkkkkkkkkk Isso sem falar, na grande líder que se tornou Andréa Ramalho. Aguarde cartas
Concordo com amiga, ele tem que contar em quem confia, lembre se de Raniere Barbosa, o que ele fez com o Carlos Eduardo. Portanto o prefeito atual tem é que mostrar que ele não foi um pau mandado .
Ganhou força o nome de Maria Inês Fini, presidente do Iep, para o ministério da Educação. Ela deixou uma ótima impressão depois de uma apresentação aos generais de Bolsonaro.
No Inep, Maria Inês comandou, na gestão da também educadora Maria Helena Guimarães de Castro, a Diretoria de Avaliação para Certificação de Competências e o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), além de participar da criação e implementação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).
Maria Inês foi fundadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), exercendo, entre 1972 e 1996, cargos de docente e pesquisadora bem como funções administrativas e de representação.
É doutora em ciências, pedagoga, professora e pesquisadora na área de psicologia da educação e do desenvolvimento social e do trabalho e especialista em currículo e avaliação. Maria Inês possui, ainda, ampla experiência de gestão educacional na educação básica e superior.
O presidente eleito Jair Bolsonaro despachou em casa na manhã de hoje (2) com o coordenador político deputado Onyx Lorenzoni. Na saída da reunião, Onyx confirmou que Bolsonaro se encontrará com o presidente Michel Temer às 16h da próxima quarta-feira (7), e não deu detalhes da conversa com o presidente eleito, adiantando apenas que recebeu orientações.
“Este é o momento de falar pouco e trabalhar muito, então, a vida dos senhores e das senhoras da imprensa vai ficar um pouco complicada, porque quem vai falar quarta-feira (7) é o futuro presidente do Brasil”, disse Onyx.
A agenda do futuro presidente prevê uma viagem a Brasília na terça-feira (6), dia em que deve se encontrar com representantes dos outros poderes; na quarta-feira (7) reunião com Temer, e na quinta-feira (8), volta para o Rio de Janeiro.
Além de Lorenzoni, Bolsonaro recebeu na manhã de hoje a visita de um alfaiate e de um cabeleireiro.
Algumas especulações dão conta de que o senador eleito Capitão Styvenson (REDE) estaria de malas prontas para migrar para o PSL.
No entanto, em contato com o Blog ele disse desconhecer qualquer convite neste sentido. “Desconheço esse convite. O que houve é que liguei para Fátima Bezerra e para Jair Bolsonaro após o resultado eleitoral para parabenizar os dois”, explicou.
O capitão disse ainda que não tem nada definido quanto ao seu futuro partidário. No entanto, ele avisa que na próxima semana teremos novidades.
Votaram no Capitão aqueles eleitores que não queriam Garibaldi ou Geraldo Melo. Portanto votaram eleitores de todas as nuances partidárias, assim, como votaram em Zenaide também.
Pedro tu tava viajando durante a eleição? Se tem um cara que se elegeu sem olhar pra ideologias politicas em todo Brasil, esse cara é Styvenson. Se a legislação eleitoral permitir se teria saído candidato a vulso. A Rede deu a legenda, mas não que ele seja de esquerda. Sempre andou sozinho durante a campanha, nunca declarou voto e apoio a ninguém, nem a Freitas Júnior, que foi candidato pela REDE.
Kkkkkkk, como é? Ele foi eleito pelos mesmos que votaram em bolsonaro, e são anti pt, pessoas que tem aversão a corrupção e desvio de dinheiro, o foco principal dos petralhas, tanto que eles são inimigos mortais do Moro, que também é implacável contra corrupção.
Na tarde desta quinta-feira (1), o ex-prefeito Helio Miranda compareceu a 2ª Promotoria de Justiça de Macau após ser intimado pelo Ministério Público a proceder, obrigatoriamente, com a transição administrativa do Poder Executivo Municipal. Com o afastamento do ex-prefeito pelo Supremo Tribunal Federal (STF), os principais cargos comissionados do município pediram exoneração, instalando o caos administrativo e colocando em risco serviços essenciais ao atendimento público.
A gestão interina municipal encontrou resistências como a omissão de informações e dados essenciais para a administração, computadores bloqueados, cartões de abastecimento travados, além do desconhecimento sobre a folha de pagamento, fornecedores, senhas para alimentação dos sistemas da saúde, educação, assistência social, entre outros. O afastamento dos comissionados também levou a Justiça a orientar o Poder Executivo a proceder exonerações.
Com a determinação da promotoria, o ex-prefeito afastado pelo STF, Hélio Miranda, assinou um termo perante a Justiça se comprometendo a prestar as informações solicitadas pela atual administração. Ficou acertado prazos para que todos os ex-secretários compareçam as secretarias para repassar os serviços, inclusive com toda a documentação financeira (processos de licitação, inexigibilidade e dispensa de licitação e procedimentos de despensas pública), além do repasse dos cartões de abastecimento e senhas.
Isso não existiu! Ele fez a transição para o Presidente da Câmara, o problema é que a Vice-Presidente da Câmara puxou o tapete do Presidente, lembrando que ela era aliada dele, e conseguiu afastá-lo até do mandato, não dando tempo nem do Presidente fazer nada, o rapaz só passou 12 horas a frente da Prefeitura. Aí ela quer culpar os outros pela sua própria irresponsabilidade e ganância. A cidade está um caos única e exclusivamente por ganância e falta de gestão dela.
Joãozinho o senhor deveria ser um dos CC’s fantasma que existia na Prefeitura.
O caos quem deixou foi o seu prefeito que pensa que é dono da cidade e da prefeitura. Lula foi afastado por determinação judicial, a interina não tem nada a ver com isso.
Portaria publicada ontem (1º) no Diário Oficial da União (DOU) prevê cobrança pelo acesso matutino do público em geral ao conteúdo da publicação, onde são divulgados os atos do governo, como leis sancionadas, normas e decretos. O acesso ao DOU, veiculado todos os dias no portal da Imprensa Nacional na internet, atualmente é gratuito. A partir da norma, o acesso às edições completas do DOU em formato de leitura será gratuito apenas das 12h às 23h59min, diariamente.
De acordo com a portaria, o governo vai passar a cobrar pelo acesso às edições completas do DOU em formato de leitura imediatamente após a publicação no portal da Imprensa Nacional, o acesso ao conteúdo das edições do DOU em formato aberto, o serviço de seleção e remessa diária de conteúdo publicado e o acesso a painéis analíticos baseados no conteúdo do Diário
A portaria publicada hoje informa que “os termos e os preços cobráveis pelos serviços descritos no art. 5º serão regulamentados em até 180 dias após a data de publicação desta Portaria”.
A prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deverá ser mais exigente este ano, e os estudantes deverão estar atentos, sobretudo ao uso da língua portuguesa, segundo o coordenador pedagógico do Vetor Vestibulares, Rubens César Carnevale, que foi corretor da redação do Enem por três anos seguidos, de 2014 a 2016.
“O que aparece na correção do Enem é a gramática instrumental. O aluno tem que ser usuário do idioma. Não precisa ser especialista, não tem que saber nomenclatura, mas tem que saber usar”, diz.
Neste domingo (4), os 5,5 milhões inscritos no Enem farão as provas de linguagem, ciências humanas e redação. Terão para isso, o tempo de 5 horas e 30 minutos. O Enem continua no dia 11 de novembro, com as provas de ciências da natureza e matemática.
O rigor da correção, segundo o professor, tem aumentado a cada ano. Em 2018, a previsão é que os corretores estejam mais exigentes, principalmente em relação ao uso da língua portuguesa. Pelo menos duas competências das cinco avaliadas no Enem cobram explicitamente o idioma.
“O Enem tem aperfeiçoado o método de correção. Não tem mais a expectativa de que aconteça o que ocorreu há quatro anos, quando alunos colocavam receitas ou hinos e tiravam nota. A expectativa não é mais essa. O treinamento dos corretores está mais rigoroso. Vai ter treinamento depois da prova. Isso é feito em todas as bancas de vestibular”, afirmou.
Para ir bem na prova, o professor dá algumas dicas, como fazer um rascunho com os principais tópicos que pretende abordar no texto. Além disso, dar atenção ao primeiro parágrafo porque ele vai definir o estilo e a linha de discurso: “O melhor é já causar uma boa primeira impressão”.
Se o tema for polêmico, Carnevale recomenda que os estudantes coloquem a visão contrária para que o avaliador entenda que o autor da dissertação compreende o panorama completo. Apesar disso, ressalta: “O texto deve ter uma conclusão clara e, embora seja possível listar outros pontos de vista na redação, não deve haver dúvida sobre a mensagem que o autor do texto pretende passar”.
Na proposta de intervenção, exigida no texto, o estudante deve deixar claro alguns elementos, primeiro, o agente, que é quem vai tomar a medida; a ação necessária; depois o meio para que seja executada e a finalidade da intervenção. Desde o ano passado, desrespeito aos direitos humanos não é mais motivo para zerar a redação inteira, mas, ainda poderá zerar uma das competências, resultando em perda de 200 pontos.
Capacitação
Em 2018, a correção será de responsabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O preparo dos corretores começou em agosto. Segundo a FGV, todos os supervisores e avaliadores de redação do Enem passaram por uma capacitação a distância por cerca de um mês. A seleção dos melhores foi baseada em uma série de avaliações realizadas ao longo desse curso.
Além da capacitação a distância, os avaliadores também participarão, nos dias 24 e 25 de novembro, de uma capacitação presencial. Antes do início da correção efetiva, eles passam ainda por um pré-teste.
Durante a correção efetiva, que começará no dia 28 de novembro, os supervisores e coordenadores acompanham diariamente o desempenho dos avaliadores por meio de relatórios gerados pelo software de correção, com números em tempo real, para que os alinhamentos ocorram de forma rápida, sem prejuízos aos participantes.
Correção
Os textos serão avaliados por, pelo menos, dois professores, sem que um conheça a nota atribuída pelo outro. A redação será avaliada considerando-se cinco competências. Para cada uma delas, os avaliadores darão uma nota de 0 a 200. A soma desses pontos comporá a nota total de cada avaliador, que pode chegar a 1 mil pontos.
A nota final do participante será a média aritmética das notas totais atribuídas pelos dois avaliadores.
Caso as notas atribuídas individualmente pelos avaliadores tiverem uma diferença de mais de 100 pontos, ou a nota de qualquer uma das competências tiver uma diferença de mais de 80 pontos, a redação passará por um terceiro avaliador. Nesse caso, a nota final será a média aritmética das duas notas totais que mais se aproximarem.
Se a diferença continuar depois da terceira avaliação, a redação será avaliada por uma banca presencial composta por três professores, que atribuirá a nota final do participante.
Competências
As competências avaliadas nas redações são:
Competência 1: Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa. Competência 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa.
Competência 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
Competência 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
Competência 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado que respeite os direitos humanos.
Redação nota zero
As redações do Enem receberão a nota zero nos seguintes casos:
Fuga total ao tema;
Não obediência à estrutura dissertativo-argumentativa;
Caso tenham até sete linhas, tamanho considerado insuficiente;
Cópia integral de um ou mais textos motivadores da Proposta de Redação e/ou de textos motivadores apresentados no Caderno de Questões;
Impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação, tais como números ou sinais gráficos fora do texto;
Parte deliberadamente desconectada do tema proposto;
Assinatura, nome, apelido ou rubrica fora do local devidamente designado para a assinatura do participante;
Texto predominantemente em língua estrangeira;
Folha de redação em branco, mesmo que haja texto escrito na folha de rascunho.
Mais detalhes e exemplos de redações de edições anteriores podem ser acessadas na Cartilha do Participante.
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), enviará delegação ao Brasil para coletar informações sobre violações de direitos humanos. A visita será do dia 5 ao dia 12 de novembro. A comissão atende a convite feito pelo governo brasileiro no início de 2018.
De acordo com nota divulgada pelo Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, a CIDH terá os seguintes focos principais: discriminação, desigualdade, pobreza, institucionalidade democrática e políticas públicas em direitos humanos. Dentro desses eixos, a comissão dará especial atenção aos grupos que historicamente se encontram em situação de discriminação, vulnerabilidade e exclusão.
A CIDH também coletará informação sobre a situação da segurança pública, tanto urbana quanto rural, bem como sobre conflitos no campo e por terras. A Comissão Interamericana observará também a situação do acesso à Justiça e a eventual situação de impunidade em casos de graves violações aos direitos humanos.
A comissão vai coletar depoimentos de vítimas de violações de direitos humanos e seus familiares nos diferentes lugares que serão visitados. A CIDH também fará reuniões com agências do Sistema das Nações Unidas e membros do corpo diplomático. Durante a visita, a delegação pretende se reunir com autoridades governamentais nos níveis federal, estadual e local, além de organizações da sociedade civil, movimentos sociais e acadêmicos.
Dois escritórios da CIDH receberão denúncias e petições. Um dos escritórios será instalado em Brasília e estará funcionando de 5 a 7 de novembro, das 9h às 13h no Hotel B. O escritório no Rio de Janeiro funcionará no dia 8 de novembro, das 14h às 18h, e no dia 9 de novembro, das 9h às 13h, e das 14h às 18h, no Hotel Hilton Copacabana.
A delegação que conduzirá a visita será chefiada pela presidente da CIDH, Margarette May Macaulay; a primeira vice-presidente, Esmeralda Arosemena de Troitiño; o segundo vice-presidente, Luis Ernesto Vargas Silva; os comissários Francisco José Eguiguren Praeli e Joel Hernández García e a comissária Antonia Urrejola Noguera, relatora para o Brasil. O grupo inclui outras autoridades e especialistas.
A delegação visitará Brasília e os estados da Bahia, do Maranhão, de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, do Pará, Rio de Janeiro, de Roraima e São Paulo. A CIDH apresentará suas observações preliminares no final da visita, em 12 de novembro.
Poderia dá uma opinião sobre o que os esquerdopatas petralhas deixaram como herança, após 16 anos comandando a dilapidação dos cofres públicos brasileiro, deixaram um rastro de destruição ético financeiro, com altos índices de miserabilidade e de desempregos, o que pode ser considerado um dos piores atos de atrocidades contra os mais humildes de um país. Poderiam ser considerados inimigos da humanidade!
A contagem regressiva para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 já começou, faltam 7 dias para a primeira prova, que ocorre no dia 4 de novembro, e para não deixar a ansiedade atrapalhar a todo o planejamento dos estudos o G1 separou algumas dicas que o BG aqui reproduz:
Três coisas que você não pode esquecer
1)Confira o local da prova e calcule o tempo do trajeto
Caso não conheça o lugar onde vai fazer a prova do Enem, visite o local usando o mesmo meio de transporte que você irá nos dias do exame. Calcule o tempo que leva para chegar até o local. No cartão de confirmação têm o endereço completo.
2)Saiba o horário em que fecham os portões
Neste ano, o início do horário de verão coincide com o primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): o domingo de 4 de novembro. Programe para chegar com pelo menos uma hora de antecedência no local de provas. No RN, fecha Às 12h.
3)Separe o ‘kit Enem’
Para fazer a prova já separe caneta preta de corpo transparente. Leve duas, por garantia. Um documento oficial com foto e o lanche para comer na hora da prova também é importante. Aparelhos eletrônicos serão guardados em um envelope e deve ficar debaixo da carteira durante as provas.
O Sintonia Eleitoral, ferramenta digital criada a partir uma parceria entre a empresa canadense Vox Pop Labs e o G1, que permite identificar qual presidenciável é mais alinhado às ideias do eleitor, trouxe hoje os primeiros números analisados.
Entre as análises se os eleitores de Jair Bolsonaro e de Fernando Haddad, no pleito desse ano, achavam que a operação Lava-Jato estava contribuindo efetivamente no combate à corrupção. Entre os eleitores de Bolsonaro, 95% acreditam. Entre os de Haddad, 42%.
Metodologia
Desenvolvida por uma equipe de cientistas sociais e estatísticos da Vox Pop Labs, a Sintonia Eleitoral é uma ferramenta de engajamento cívico oferecida no Brasil exclusivamente pelo G1. Os resultados são baseados em 496.038 respostas da Sintonia Eleitoral entre 21 de setembro e 29 de outubro. A ferramenta tinha, até esta terça, 1,139 milhão de testes realizados.
Diferentemente de pesquisas de opinião online, os respondentes da Sintonia Eleitoral não são pré-selecionados. Tal qual as pesquisas de opinião, porém, os dados são uma amostra não aleatória da população e foram ponderados para se aproximar de uma amostra representativa da população. Os dados da Sintonia Eleitoral foram ponderados por gênero, idade, educação e região para assegurar uma composição da amostra que reflita a atual população do Brasil de acordo com os dados do Censo e outras estimativas populacionais.
Parece óbvio, né? Se PMDB, PSDB e PP são os partidos com maiores índices de corrupção (PP foi onde Bolsonaro passou 31 anos, é hoje em dia dá uma de Lula, dizendo q não sabe de nada, nunca viu nada de corrupção no PP) segundo o TSE. São, inclusive, os partidos que tem mais fichas-suja, porém o problema no brasileiro comum reside apenas no PT, como se eles fossem o único partido corrupto do país.
Isso explica, muito bem, a divergência de opiniões do gráfico, e o quanto o cidadão médio ou não sabe, ou ignora o fato de, na mídia, a maioria de notícias inflamar a roubalheira de apenas um partido.
O moro é aquele que disse que não entraria na política porque desmoralizarua a lava jato? É aquele que disse que o caixa dois era um crime pior que roubar? Mas foi recebido por um corrupto que fez caixa dois? Rio ou choro?
Mudar de opinião é aceitável pois o ser humano é mutável, sabe se adaptar. Quanto a ser recebido por corrupto, não me lembro dele ter sido recebido por nenhum petista…
BG.
Agora é que vai ficar bom!
A lava jato sai de Curitiba pro Brasil, com a indicação do dr Moro pro ministério, essa turma que gosta de traquinar tão lascados, se bulir no alheio, é cana. A porca agora vai torcer o rabo. Kkkk
Para 78% dos brasileiros, a Lava Jato contribui efetivamente para combater a corrupção no Brasil. Entre os eleitores de Jair Bolsonaro, esse índice atinge 83%.
É o que revela uma pesquisa realizada a partir das respostas dos leitores do G1 à Sintonia Eleitoral. A ferramenta, uma parceria entre a empresa canadense Vox Pop Labs e o G1, permite identificar qual presidenciável é mais alinhado às ideias do eleitor.
Ao responder à Sintonia Eleitoral, o leitor dizia o quanto concordava com 30 afirmações e, a partir dessas respostas, a ferramenta indicava em que ponto do espectro ideológico o leitor estava e como ele se situava em relação aos candidatos. Mais de 1 milhão de pessoas responderam ao questionário.
Metodologia
Desenvolvida por uma equipe de cientistas sociais e estatísticos da Vox Pop Labs, a Sintonia Eleitoral é uma ferramenta de engajamento cívico oferecida no Brasil exclusivamente pelo G1. Os resultados são baseados em 496.038 respostas da Sintonia Eleitoral entre 21 de setembro e 29 de outubro. A ferramenta tinha, até esta terça, 1,139 milhão de testes realizados.
Diferentemente de pesquisas de opinião online, os respondentes da Sintonia Eleitoral não são pré-selecionados. Tal qual as pesquisas de opinião, porém, os dados são uma amostra não aleatória da população e foram ponderados para se aproximar de uma amostra representativa da população. Os dados da Sintonia Eleitoral foram ponderados por gênero, idade, educação e região para assegurar uma composição da amostra que reflita a atual população do Brasil de acordo com os dados do Censo e outras estimativas populacionais.
"Só os mal intencionados poderão interpretar negativamente a ida de Sérgio Moro para a pasta da Justiça. Nos Estados Unidos tivemos Louis Freeh, que foi agente especial do FBI, Federal Prosecutor e Juiz Federal atuante contra o crime organizado, assumindo, por nomeação do Presidente Bill Clinton, a função de Diretor Geral do FBI. Moro, como Freeh, é um capital humano que pode e deve aceitar distintas missões no combate à criminalidade.” Por Jorge Pontes – Delegado da PF. Fonte: O Antagonista.
A equipe econômica do presidente eleito, Jair Bolsonaro, quer criar um imposto sobre movimentações financeiras, nos moldes da antiga CPMF, para acabar com a contribuição ao INSS que as empresas recolhem sobre os salários dos funcionários. O tributo incidiria sobre todas as operações, como saques e transações bancárias, informa O Globo. Autores da proposta estimam que a medida poderá gerar ao governo pelo menos R$ 275 bilhões em receita por ano.
A informação foi confirmada ao jornal pelo economista Marcos Cintra, responsável pela área tributária no grupo coordenado por Paulo Guedes, já anunciado como futuro ministro da Economia. Cintra, no entanto, rejeita a comparação com a extinta CPMF, alegando que não se trata da criação de um novo imposto, mas de substituição.
Nesta manhã Bolsonaro foi ao Twitter desautorizar o economista a falar sobre o assunto: “Desautorizo informações prestadas junto a mídia por qualquer grupo intitulado ‘equipe de Bolsonaro’ especulando sobre os mais variados assuntos, tais como CPMF, previdência, etc.”.
O sistema de capitalização individual da aposentadoria só funciona com uma contrapartida do governo por meio de imposto. O Chile implantou este sistema de capitalização, na gestão Pinochet, e os aposentados estão colhendo a metade do salário mínimo. O reforço do governo faz-se necessário e o que a reportagem fala, de verdade, é que o governo quer acabar com o PIS, COFINS e , quem sabe CSLL, criar um novo impostos pra compensar…ou seja, eles querem tirar do empregador e empurrar pra alguém, nesse caso a sugestão é a CPMF onde TODOS que movimentam financeiramente pagariam. Saiam da cortina de fumaça!!!
Concordância plena existia no PT. Os caras lá são fiéis uns aos outros, inclusive no quesito condenação criminal. Lula, Delúbio, Palocci, Vacari, Dirceu, André Vargas, Jenoíno e outros.
Vejo isto mais como Bolsonaro mostrando que no governo dele haverá liderança. Acredito também que fazer oposição a um governo eleito democraticamente é oposição ao Brasil.
Como toda empresa, os consultores e empregados sugerem, quem decide é o p**** grossa(bolsonaro). diferente do funcionamento da quadrilha de luladrão, podia roubar a vontade, desde que pagasse propina a luladrão.
Já nos PTralhas todos pactuam em roubar ….#cala boca babaca o Lula está preso
O difícil é entender a mente de um esquerdista. É a própria patologia! Torcemos para que eles (equipe econômica) encontrem o melhor para nós brasileiros, principalmente, para os que mais precisam. A zelite do PT não precisa de bons projetos, já são uma ideia!
Equipe responsável é assim, discute em busca do melhor para todos!
PTralha se alvoroça logo qdo vê um desentendimento no novo governo. Chora que a cadeia vai pegar muitos corruptos, independente de desentendimentos. Kkkkkkkk
Aliado de longa data do presidente eleito Jair Bolsonaro , o senador Magno Malta (PR-ES), derrotado nas urnas em busca da reeleição, é um dos cotados para assumir um novo ministério que integraria as pastas de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.
Bolsonaro, que sonhava ter o parlamentar como candidato a vice, tem reafirmado que não abre mão de ter a colaboração de Malta. Nos bastidores, a nova pasta tem sido chamada de “Ministério da Família”, título que oficialmente a equipe de Bolsonaro diz não reconhecer. Malta esteve nesta quinta-feira na casa do capitão da reserva para uma conversa.
— Bolsonaro falou comigo que quer botar o Magno em um ministério que tem a ver com o perfil social. Ele tem experiência nessa área — confirmou o pastor Silas Malafaia, amigo de Bolsonaro e de Malta.
Os oito cemitérios públicos de Natal, localizados nos bairros do Alecrim, Nova Descoberta, Bom Pastor (I e II), Ponta Negra, Igapó, Redinha e Pajuçara, estão abertos nesta sexta-feira (2), Dia de Finados, das 6h às 18h. De acordo com a Secretária de Serviços Urbanos (Semsur) a expectativa é que 100 mil pessoas visitem os cemitérios. A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) informou que o feriado vai alterar o funcionamento do sistema de transporte público e de trânsito no entorno dos cemitérios.
Segundo a STTU, as linhas de ônibus e opcionais irão operá com horários e itinerários programados para os domingos e aplicando a Tarifa Social. Ou seja, a passagem cai de R$ 3,65 para R$ 1,85 apenas para os pagamentos em dinheiro. Para os pagamentos com os cartões NatalCard, será cobrado o valor integral.
Haverá mudança de itinerário em três linhas de ônibus na região dos cemitérios Bom Pastor I e II, ambos localizados na Rua Bom Pastor, Zona Oeste da cidade, devido a grande movimentação de pessoas nos dois maiores cemitérios da capital.
De acordo com a STTU, a linha 01 (Cidade da Esperança/Gramoré) muda de itinerário – no sentido Gramoré – a partir da Rua Bom Pastor, entrando na Rua Petrônilo Diogo Silva, Av. Industrial João Francisco da Mota (KM-06), Av. Amintas Barros e volta para a Rua Bom Pastor – de onde segue normalmente. Já na volta para Cidade da Esperança, a linha muda a partir da Rua Bom Pastor, entrando na Rua Santa Tereza, Rua Dr. Manoel Miranda, Av. Amintas Barros, Av. Industrial João Francisco da Mota (KM-06) e Av. Capitão-Mor Gouveia, de onde segue normalmente.
Já as linhas 59 (Guarapes/Santos Reis, via Bom Pastor) e 71 (Felipe Camarão/Ribeira, via Bom Pastor) mudam a partir da Rua Bom Pastor, entrando na Rua Petrônilo Diogo Silva, Av. Industrial João Francisco da Mota (KM-06), Av. Amintas Barros e volta para a Rua Bom Pastor – de onde segue normalmente. Já na volta para a Zona Oeste, as linhas mudam a partir da Rua Bom Pastor, entrando na Rua Santa Tereza, Rua Dr. Manoel Miranda, Av. Amintas Barros e Av. Industrial João Francisco da Mota (KM-06), de onde segue normalmente.
O que dar a entender é que não havia nada de estratégia ou planejamento dessa turma! Como se o governo tivesse caído no colo e não caiu a ficha ainda….queira Deus que eu esteja errado e que a equipe não tenha fichas sujas do DEM, PSDB é os malas do pMDB….!!