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CPMI para investigar fraudes do INSS começa os trabalhos nesta terça (26)

Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

A comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) criada para investigar as fraudes no INSS inicia os trabalhos nesta terça-feira (26). Na primeira etapa dos trabalhos, prevista para começar às 9h, os integrantes irão discutir o plano de trabalho da Comissão, que será apresentado pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). A votação do plano está marcada para quinta (28).

Na segunda parte da reunião, os parlamentares irão votar os primeiros requerimentos de convites e convocações. O relator quer que servidores de vários órgãos, como: Controladoria-Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e Receita Federal sejam liberados para auxiliar a CPMI nas investigações e pede que a Polícia Federal compartilhe informações e acesso aos inquéritos relacionados à prática de descontos fraudulentos em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em especial os autos da investigação que deflagrou a Operação Sem Desconto. Além disso, requer acesso integral aos processos administrativos instaurados, desde janeiro de 2015, para apurar denúncias sobre irregularidades e responsabilidade de servidores com os descontos fraudulentos em benefícios pagos pelo INSS.

No total são 35 pedidos que estão na pauta para votação na terça (28.ago). Entre eles estão requerimentos de convocação de ex-ministros da Previdência, como: Carlos Lupi, José Carlos Oliveira e Carlos Eduardo Gabas, além de ex-presidentes do INSS que ficaram à frente dos cargos desde o governo de Dilma Rousseff. Em caso de convocação, o depoimento se torna obrigatório. Segundo o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), a prioridade é ouvir aqueles que podem trazer informações para que os parlamentares compreendam como funciona a liberação desses benefícios.

“Nós queremos entender esse mecanismo, todas as falhas dele, independentemente do momento. Então, desde o governo Dilma nós ouviremos todos os ministros da Previdência Social. Também desde o governo Dilma estaremos convidando e, se for necessário convocando, todos os presidentes e ex-presidentes do INSS”.

Requerimentos

Até este domingo, a página da CPMI contabiliza a apresentação de 857 requerimentos. Vários deles pedem a convocação de ministros do atual governo, como: o ministro-Chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias; o ministro da CGU Vinícius Marques de Carvalho e do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. Outros solicitam a quebra dos sigilos bancário e fiscal de várias associações de aposentados.

Outro nome que aparece em algumas dezenas de requerimentos é o do irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, José Ferreira da Silva, o Frei Chico. Ele é vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi-FS), uma das entidades investigadas pela Polícia Federal por supostos descontos indevidos nos contracheques dos aposentados do INSS.

SBT News

Opinião dos leitores

  1. 😭😭😭Derrota frustra governistas, e aliados do Planalto avaliam 👉abandonar CPI do INSS
    Eduardo Braga, líder do MDB, e Renan Calheiros, ex-presidente do Senado, indicaram que querem sair do colegiado. OS 🐭🐭🐭🐁🐁🐁 estão pulando fora, sem ter o domínio. Fiquem desgraçados, tentem defender bandidos!

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Funcionários públicos, donas de casa, aposentados: Venezuela intensifica alistamento para enfrentar eventual invasão dos EUA

Fotos: Pedro Mattey/AFP

Funcionários públicos, donas de casa, aposentados. Milhares de pessoas se alistaram neste sábado nas forças militares da Venezuela, para combater uma eventual invasão dos Estados Unidos.

O ditador Nicolás Maduro pediu a abertura do registro da Milícia Bolivariana, um corpo formado por civis, integrado às Forças Armadas, e que os críticos do presidente afirmam ter um alto componente ideológico. Também representa uma demonstração de força perante o que Maduro considera ser uma ameaça ao seu poder.

Três navios militares vão se posicionar em águas internacionais diante da costa da Venezuela, no que os Estados Unidos afirmam se tratar de operações de combate ao narcotráfico. A Milícia montou centros de registro em praças e prédios militares e públicos, entre eles o palácio presidencial, em Caracas.

“Você já serviu antes?”, perguntou uma miliciana uniformizada a Óscar Matheus, que aguardou pacientemente na fila. “Estou aqui para servir ao nosso país”, disse à AFP esse auditor, de 66 anos. “Não sabemos o que pode acontecer, mas temos que nos preparar e continuar resistindo. A pátria nos chama, o país precisa de nós”, expressou Rosy Paravabith, de 51.

‘Viva a pátria!’

Batizadas de bolivarianas por Chávez, as Forças Armadas venezuelanas não escondem sua politização. “Chávez vive!” é hoje sua saudação oficial. Não está claro com quantos efetivos essas forças contam. Em 2020, elas possuíam cerca de 343 mil integrantes, segundo o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), um tamanho semelhante às do México (341 mil) e superado na América Latina apenas por Brasil (762 mil) e Colômbia (428 mil).

No entanto, Maduro afirmou nesta semana que somente a Milícia contava com mais de 4,5 milhões de soldados.

“Estou me alistando pela Venezuela, viva a pátria!”, gritavam voluntários após se registrarem. Policiais e milicianos da reserva compareceram para reafirmar seu compromisso.

Do Quartel da Montanha, pode-se observar Caracas em sua totalidade. Trata-se de um antigo museu militar onde Hugo Chávez coordenou sua tentativa de golpe de Estado em 1992. Uma vez registrados, os voluntários passam para uma sala onde é exibido um documentário sobre o bloqueio imposto por nações europeias à costa venezuelana entre 1902 e 1903, após a recusa do então presidente, Cipriano Castro, em pagar a dívida externa.

Na sala seguinte, parte do armamento está exposto. Um tenente do Exército explica, em linguagem técnica, o alcance e o espaço onde cada arma pode ser usada, e com qual objetivo.

Os Estados Unidos já haviam enviado tropas para o Caribe. Mas, desta vez, isso coincide com o aumento da recompensa por Maduro e com a acusação que ele recebeu de liderar um suposto grupo do narcotráfico batizado de Cartel dos Sóis, que o presidente americano classificou como organização terrorista.

Maduro afirma que a mobilização é “imoral, criminosa e ilegal” e busca “uma mudança de regime”. Nas ruas da Venezuela, o tema surge em meio a piadas e preocupação, embora especialistas considerem distante o cenário de uma operação direta dos Estados Unidos contra o país.

“Vamos defender esta pátria até o nosso último suspiro”, afirmou o ministro da Defesa, Vladimir López, ao canal estatal VTV.

A oposição pediu que a população não se aliste. Mas, nas filas, havia voluntários de todas as idades.

“Quero treinar para defender a pátria”, disse Jesús Bórquez, de 19 anos. “Sei que, por causa da minha idade, não vou pegar em um fuzil, mas estou disposta a ajudá-los”, afirmou Omaira Hernández, de 78 anos.

Com informações de O Globo

Opinião dos leitores

  1. Seria interessante que os ptista Brasileiros se alistar-se para defender o companheiro Maduro, são amigos tem muitas afinidades..

  2. Escudo humanos só isso.
    Coitados desse povo, não tem a mínima noção.
    Maduro tem armas pra esse povo todo ou vão lutar com uma baladeira??
    Ditadores gostam de fazer o povo de trouxas, não verem aqui no Brasil?
    Toma cuidado dona maria e seu zé, olha o drone.
    Kkkkkk.
    Misericórdia.
    Só Jesus na causa.

  3. Que tal os esquerdistas do Brasil saírem em comboio para a Venezuela. Afinal são parceiros e tem que apoiá-los na guerra contra os Estados Unidos. Vão gente, a Venezuela te espera!

  4. Defender um ditador junto com sua quadrilha de bandidos, semelhante ao nosso, nem a pau Juvenal. Bota pra torar Trump , não esqueça, depois tem o nosso aqui para fazer uma faxina geral a começar pelo chefe LULADRAO.

  5. Defender um ditador junto com sua quadrilha de bandidos, semelhante ao nosso, nem a pau Juvenal. Bota pra torar Trump , não esqueça, depois tem o nosso aqui para fazer uma faxina geral.

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Famílias brasileiras usam quase 10% do orçamento para pagamento de juros; percentual é quase o triplo da média de 17 países desenvolvidos

Foto: Sidney de Almeida/ Istockphoto

As famílias brasileiras comprometem quase 10% da renda apenas com o pagamento de juros, em um sintoma da baixa qualidade do endividamento do brasileiro, composto em sua maior parte por obrigações de curto prazo e taxas elevadas.

Em maio último, mostram dados do Banco Central, esse peso alcançou 9,86%, o maior da série histórica iniciada em 2005 e pouco acima do patamar atingido em 2023, quando houve o lançamento do programa Desenrola, criado para estimular a renegociação de débitos.

Atualmente, o equivalente a 27,79% da renda das famílias é direcionado ao pagamento de amortização de dívidas mais os juros —ou seja, as taxas representam mais de um terço do total.

Esse percentual é quase o triplo da média de 17 países desenvolvidos, cujos dados de dívidas das famílias em relação à renda são disponibilizados pelo BIS (Banco de Compensações Internacionais). Nos Estados Unidos, por exemplo, as famílias destinam o equivalente a 8% do orçamento ao pagamento de dívidas, e no Japão, o peso é de 7,8%.

“No mundo todo existe comprometimento de renda com dívidas. A diferença é que no Brasil a maior parte é com débitos relacionados a cartão de crédito ou empréstimo pessoal, que possuem taxas maiores”, afirma Rafael Schiozer, professor titular de finanças da FGV-EAESP.

Números do BC ajudam a explicar essa diferença. O comprometimento da renda das famílias brasileiras especificamente com o crédito imobiliário, que possui os menores juros entre as diferentes modalidades de empréstimos e é acessível a poucos brasileiros, é de apenas 2,13%.

Ou seja, o restante, ou 25,66% do comprometimento da renda das famílias brasileiras, roda a juros mais altos.

Os dados do BC mostram que o peso do pagamento de juros sobre o orçamento familiar teve um pico em 2023 e caiu em 2024, mas voltou a crescer do final do ano passado para cá. Essa piora no cenário tem a ver com dois fatores: uma combinação perigosa de juros mais altos e mais crédito.

Em junho, último dado disponibilizado pelo BC, a taxa média anual do crédito pessoal estava em 58,3%, o maior nível desde maio de 2023. Ao mesmo tempo, nos últimos dois anos o saldo de crédito com recursos livres (que exclui os empréstimos imobiliários) saltou 23,4%.

O aumento na educação financeira é apontada pelos especialistas como necessária para ajudar a reduzir o endividamento ruim, mas não é considerada uma bala de prata.

Folhapress

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Projeto ENEM Nota 1000 idealizado por Eriko Jácome inicia novo ciclo com aulas gratuitas todos os sábados

O Projeto ENEM Nota 1000, idealizado por Eriko Jácome, deu início a um novo ciclo de atividades neste sábado (23). Desde sua criação, em 2012, a iniciativa vem se consolidando como uma referência em preparação gratuita para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), promovendo a democratização do acesso ao ensino superior por meio da educação.

Agora com atuação em toda a cidade, o projeto oferece aulas preparatórias de forma totalmente gratuita, atendendo centenas de estudantes anualmente. Ao longo dos anos, tornou-se uma importante ferramenta, ampliando oportunidades e contribuindo diretamente para a formação acadêmica e cidadã de jovens em busca de uma vaga na universidade.

“A preparação para o ENEM deve ser um direito de todos, e não um privilégio de poucos. Ao longo dos anos, esse projeto já era realizado em parceria com meu primo. Hoje, nosso trabalho se estendeu para as quatro zonas de Natal e se consolidou como uma ferramenta de inclusão e igualdade de oportunidades, contribuindo diretamente para o acesso de jovens ao ensino superior”, destaca Eriko Jácome.

As aulas acontecerão aos sábados, durante todo o ano letivo, em instituições de ensino parceiras, como Colégio Hipócrates, Expansivo Colégio e Curso, IAP Cursos e outros colégios que cedem gratuitamente seus espaços físicos. A cada encontro, dois professores convidados abordarão conteúdos de diferentes disciplinas, com metodologia focada nas exigências do ENEM. O material didático é exclusivo, elaborado com base nos temas mais recorrentes da prova, e distribuído sem custos aos participantes.

A aula inaugural ocorreu no Colégio Hipócrates Zona Sul e contou com a participação dos professores Samuel Damasceno (Química) e Rodrigo Samir (Matemática).

Opinião dos leitores

  1. Os vereadores deveriam garantir que os serviços públicos funcionasse. Não manter clínica , curso, atendimento social e etc. só uso politico

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Subtenente Eliabe protocola novo pedido de cassação contra a vereadora petista Brisa Bracchi

Foto: João Gilberto | Otávio Augusto/CMN

O vereador Subtenente Eliabe (PL) protocolou na Câmara Municipal de Natal (CMN) um segundo pedido de cassação do mandato da vereadora Brisa Bracchi (PT) em razão do uso de recursos de emenda parlamentar com finalidade partidária e político-ideológica.

Segundo Eliabe, o pedido sofreu atraso pois estava sendo fundamentado com profundidade e vasta verificação de provas.

“não poderíamos em nenhuma hipótese deixar de apresentar o vasto arcabouço de provas produzidas pela nossa equipe e também a nossa petição com toda a fundamentação legal e pertinente”, afirmou o vereador. “Foi um fato grave e requer, sim, a dureza da aplicação da sanção, de acordo com o devido processo legal, a ampla defesa e o contraditório que está sendo concedido”, completou.

Eliabe fez questão de salientar que todas as provas produzidas passaram pela rigorosa verifica de autenticidade realizada pela empresa Verifact, que presta serviço online para registro de fatos digitais ocorridos na internet.

“Com provas produzidas, robustas e todas autenticadas e verificadas”, segundo Eliabe, o pedido está documentado em 50 páginas e pode subsidiar o processo de cassação do mandado da vereadora já em andamento.

Com informações de Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Sem anistias, sem arrumadinhos.
    CASSAÇÃO JÁ!
    A câmara Lesgislativa de Natal, tem que mostrar que é composta por pessoas decentes.
    Tem que cassar o mandato e o poder judiciário prender quem é corrupto.
    Ligar de corruptos é na cadeia.
    Brisa presa!!
    Brisa cassada!
    É o que se espera.

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PAPO DE FOGÃO: Confira as receitas de caldeirada de frutos do mar; e joelho de porco pururuca

ZUPPETTA DI PESCE – CALDEIRADA DE FRUTOS DO MAR

Ingredientes:

200gr de anéis de lula
10 camarões em filé médio/grande
15 mexilhões com ou sem casca (cozidos)
250gr de filé de peixe branco em cubos (serigado, robalo…)
20 tomates cereja
200gr de polpa de tomate (sem pele e amassado)
3 colheres de sopa de azeite extra virgem
4 dentes de alho
Sal a gosto
Pimenta calabresa em flocos a gosto
100 ml vinho branco
½ maço de salsinha fresca

Modo de preparo:

Em uma frigideira coloque o azeite, o alho, a pimenta calabresa e deixe dourar o alho.
Quando estiver dourado, retire o alho, coloque o peixe, os tomate cereja e o mexilhão.
Deixe cozinhar por 3 minutos até o peixe dourar.
Coloque o vinho e deixe evaporar o álcool (1 minuto).
Acrescente a polpa de tomate, a lula, um pouco da salsinha picada e cozinhe por mais 3 ou 4 minutos.
Nesse ponto coloque o camarão, ajuste o sal e cozinhe por mais 2 minutos.
Sirva em um prato fundo com pão torrado na hora e finalize com salsinha.

Harmonize com um vinho branco ou rosé fresco ou também com uma cervejinha gelada.

Tempo de preparo: 5 min
Tempo de cozimento: 12 min

DICA RÁPIDA

JOELHO DE PORCO PURURUCA

Ingredientes:
Joelho de porco
1 joelho de porco
2 folhas de louro
2 ramos de alecrim
3 ramos de manjericão
Suco de 2 limões
Sal e pimenta do reino a gosto
1 cebola picada
3 dentes de alho picados
1L de água
1L de óleo para fritar

Modo de preparo:

Misture todos os temperos numa vasilha ou num saco plástico, acrescente o joelho de porco passando os temperos em toda sua superfície e deixe marinar por 3h.
Retire e coloque na panela de pressão com a água e deixe cozinhar por 50 minutos em fogo médio.
Retire da pressão e reserve.
Esquente bem o óleo numa panela. Tem de ficar muito quente.
MUITO CUIDADO PARA NÃO SE QUEIMAR
Com uma concha vá jogando o óleo sobre o joelho de porco para pururucar(quando o óleo cair sobre o joelho vai criar uma crosta dourada e crocante. Caso não faça o óleo não está na temperatura ideal, tem de esquentar mais).
Quando pururucar todo o joelho retirar o joelho, deixar escorrer o excesso de gordura, reserve.

Molho
2 cebolas caramelizada
100ml de molho escuro
3 colheres de sopa de mostarda
6 Chips de batata doce
1 ramo de alecrim ou hortelã
6 pimenta biquinho ou tomate cereja

Modo de preparo:
Em uma frigideira coloque o molho escuro, a mostarda e a cebola caramelizada e deixe ferver até ficar bem homogêneo.

Montagem:
Colocar o molho numa travessa, colocar o joelho sobre o molho e enfeitar com o chip de batata doce, os tomates cereja ou pimenta biquinho e a hortelã/alecrim.
Sirva em seguida

Tempo de preparo: 3h
Tempo de cozimento: 1h10

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PL diz que PT teme retorno de Bolsonaro à Presidência e promove ‘tentativa infame de assassinato de reputação’

Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

O Partido Liberal (PL) divulgou uma nota de repúdio em resposta a uma nova ação apresentada por parlamentares do PT contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O pedido, liderado pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), solicita a prisão preventiva de Bolsonaro, alegando risco de fuga e a continuidade de ataques às instituições democráticas.

Em pronunciamento no Congresso, Lindbergh afirmou que as medidas cautelares atuais, como a prisão domiciliar, não seriam suficientes para conter as ações do ex-presidente. O deputado citou informações sobre uma possível tentativa de buscar refúgio em embaixadas e argumentou que a Justiça precisa agir para evitar instabilidade durante o julgamento de Bolsonaro e de militares acusados de participação na tentativa de golpe de Estado.

“Ou a Justiça age agora, ou nós vamos abrir um caminho para ele querer criar um impasse e continuar desmoralizando as instituições”, disse Farias. O parlamentar também destacou preocupações com “movimentações internacionais” e com a possibilidade de escalada de tensões às vésperas do julgamento no Supremo Tribunal Federal, previsto para setembro.

Em nota oficial, o PL repudiou o pedido e classificou a iniciativa como uma “tentativa infame de assassinato de reputação”. O partido defendeu a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, presidente do PL Mulher, após também ter sido alvo de pedido de investigação, e disse que seus recursos têm “origem lícita”. “Michelle Bolsonaro nada deve e, portanto, não teme e não está preocupada com qualquer tipo de investigação, em especial, em relação à origem e destinação dos valores movimentados em sua conta”, diz o texto.

O comunicado acusou o PT de usar estratégias para desviar o foco de investigações que envolvem aliados do governo, como a CPMI do INSS. A legenda ainda afirmou que as acusações contra Bolsonaro fazem parte de um “plano de perseguição política” e associou as denúncias a uma tentativa de enfraquecer o bolsonarismo. Segundo o texto, “eles temem o retorno de Bolsonaro à Presidência, pois isso representará o fim do sistema corrupto defendido pela esquerda”. O documento também faz críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, à atuação do Supremo Tribunal Federal e à política externa do governo.

Jovem Pan

Opinião dos leitores

  1. Os petralhas governaram sem oposição no primeiro e segundo mandato de Lula. Depois sem oposição no primeiro mandato de Dilma. Já no meio do segundo mandato de Dilma o Brasil acordou, diga-se muito tardiamente, pq o povo viu que ia chegar no fundo do poço. Depois do impeachment de Dilma a direita acordou e resolveu enfrentar os petralhas. Agora eles não admitem que a direita mostre o quanto de errado e corrupção tem no governo petista. O Brasil mudou, e eles não aceitam.

    1. Parabéns Hedilberto pelo seu comentário. O Brasil mudou e os trabalhadores também, pois não aceitam mais serem enganados pelos “pseudos” sindicatos.

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Saímos no 1° turno, nos apoiamos no 2º, diz Caiado com Tarcísio e Zema

Fotos: Divulgação/Secom-GO/Pablo Jacob/Governo do Estado de SP/Divulgação

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), disse neste sábado (23) que há um pacto para candidaturas fragmentadas da direita no primeiro turno da eleição presidencial de 2026, e eventual apoio ao nome que chegar ao segundo turno.

A fala aconteceu durante entrevista coletiva no Festival de Barretos, no interior de São Paulo. Também estiveram no evento os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).

“Nós temos aqui um pacto entre nós. Todos os governadores são governadores experientes. Aquele que chega lá vai saber, com a competência que tem, botar ordem no Brasil. Não tenha dúvida disso”, declarou Caiado, que é pré-candidato ao Planalto.

“É isso que nós temos. Todo mundo sai agora, mas de segundo turno está todo mundo junto, unido, para nós darmos rumo e devolvermos o Brasil para os brasileiros de bem”, prosseguiu.

Na sequência, concordando com a fala, Tarcísio — apontado como um eventual nome para concorrer ao Executivo federal pela inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PL) até 2030 — adicionou: “Eu tenho certeza que a direita tem excelentes nomes para o Brasil.”

Por fim, Zema, que também lançou sua pré-candidatura para a Presidência, afirmou que esteve com Bolsonaro e que ele próprio “é favorável a alguns candidatos da direita”.

“E isso fortalece a direita. Como Caiado falou, quando chegar o segundo turno, todos juntos”, finalizou o chefe do Executivo mineiro.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Pra mim, Bolsonaro foi o melhor presidente que conheci… Mas o Brasil tá precisando de ser pacificado! Nosso eterno presidente, deixará um legado já mais visto, o povo aprendeu a gostar de política, e daqui em diante , iremos escolher melhor nossos repouso.

  2. CAIADO PARA MUDAR O BRASIL . CAIADO PARA CAIAR O BRASIL. CAIADO PARA PRESIDENTE E MORALIZAR O BRASIL

  3. Posso não ser bolsonarista, mas com certeza sou anti-petista e apoio esse projeto dos governadores

  4. Bolsonaro livre, voando!
    Daí um governador reeleito e dois senadores para trabalhar em prol do Brasil, não aqueles vagabundos que tem lá hoje, com raríssimas exceções.

  5. Três excelentes nomes para esquecermos de vez dos desastre de gestão e política dos dois últimos presidentes. Bolsonaro doido desonesto e Lula gagá corrupto.

    1. Qual empresa se favoreceu de forma ilícita por causa de Bolsonaro?

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VÍDEO: Brisa destinou mais de R$ 100 mil para eventos de cunho político-partidário na Casa Vermelha, denuncia vereador Matheus Faustino

Imagem: reprodução/Redes Sociais

Em mais uma denúncia contra a vereadora Brisa Bracchi (PT), o vereador Matheus Faustino mostra que mais de R$ 100 mil em emendas parlamentares foram usados em eventos de cunho político-partidário na Casa Vermelha.

Na nova denúncia, Faustino mostra que o ‘Revéillon Vermeillon’, realizado na Casa Vermelha, cobrou entrada, mesmo tendo R$ 29,6 mil em dinheiro público destinado. O local também serviu de comitê de campanha eleitoral para a vereadora Brisa.

A denúncia se soma à destinação de emenda parlamentar para o ‘Rolê Vermelho, Bolsonaro na Cadeia’, a qual levou a abertura de um processo de cassação do mandato da vereadora petista. 

Mais de R$ 100 mil em emendas parlamentares

Faustino também afirma que foram 14 emendas direcionadas a ações na Casa Vermelha, totalizando mais de R$ 100 mil.

“Identificamos que não é a primeira vez que a vereadora Brisa utiliza dinheiro público para fazer evento político partidário”, diz Faustino.

Outro detalhe para o qual Faustino chamou a atenção no vídeo foi a destinação de R$ 50 mil para mesas, cadeiras, capas e toalhas de mesa, no Revéillon Vermeillon.

Matheus Faustino também aponta que Brisa, em momento algum, em vídeo divulgado nas redes explica sobre a destinação das emendas. “Apenas tenta se vitimizar”, afirma o vereador.

Opinião dos leitores

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Proposta de Lula para big techs é “tratorada”, diz setor privado

Foto: Ricardo Stuckert / PR

O governo aproveitou a aprovação do PL da adultização para tentar emplacar dois projetos de lei para regular as big techs. Segundo o Poder 360 apurou, o que deveria ser um diálogo se transformou em uma “tratorada” que causou desconfiança entre os representantes das empresas.

A 1ª crítica é direcionada à condução da reunião, descrita como uma farsa de diálogo. Convocados com apenas 24 horas de antecedência, os participantes se viram obrigados a acompanhar uma apresentação de slides em ritmo acelerado, com a exposição do governo durando poucos segundos por slide.

Nem o texto integral da lei nem o arquivo da apresentação foram compartilhados. A percepção foi de que o governo estava só “fingindo que deu ciência” para o setor, para depois poder alegar que houve um momento de diálogo, mas que as empresas não se manifestaram por falta de interesse.

Essa percepção foi agravada pela condição imposta para que o setor tivesse acesso ao texto completo do projeto. O governo teria exigido um compromisso prévio das empresas de que “compactuariam” com os pontos apresentados, para só então abrir o documento antes de enviá-lo ao Congresso.

Representantes das companhias consideraram a condição inaceitável, pois não havia como concordar com algo que não puderam ler e que, pela complexidade, exigiria análise interna por diversas áreas das empresas.

Procurara, a Secom para pedir uma manifestação a respeito da condição apresentada às empresas para compartilhar a íntegra dos projetos de lei.

No sábado (23.ago.2025), o governo federal enviou uma nota na qual afirma que, na 6ª feira (22.ago.2025), realizou uma reunião com representantes das plataformas digitais para apresentar as linhas gerais dos projetos de lei que atualizam as regras do ambiente digital no Brasil.

“As reuniões atendem à diretriz de dar transparência ao processo junto a todas as partes interessadas e colher percepções iniciais. O intuito não é obter compromissos, e sim promover uma escuta qualificada, esclarecer dúvidas e reunir contribuições técnicas que subsidiem o debate no Congresso. O diálogo é plural: além das plataformas, houve encontro com organizações da sociedade civil, com o Comitê Gestor da Internet e, na próxima semana, haverá agenda com o setor de radiodifusão. O processo seguirá no Parlamento, instância para o aprofundamento do debate e a decisão”, diz a nota.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Tem q deixar nas mãos da big tech o cuidado de nossas crianças. Os estrangeiros estão sempre pensando em proteger as crianças brasileiras. Tem até deles que vem ao Brasil para fazer o bem para crianças. Confiem nos estrangeiros pra cuidar de nossas crianças que dá certo.

  2. Só existe uma solução para esse individuo IMPECHEAMENT JÁ. Esta destruindo o Pais junto com sua trupe de desonestos.

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Ministros se calam sobre menção de Bolsonaro a conversas com STF em meio a processo

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiram não se manifestar a respeito das menções feitas sobre eles por Jair Bolsonaro (PL) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Em troca de mensagens em junho, Bolsonaro relatou ao filho que havia tido conversas com membros do STF. Nas agendas dos ministros, não há registros de encontros recentes com o ex-presidente.

As referências do ex-presidente e do deputado federal aos magistrados aparecem em relatório final de investigação da Polícia Federal apresentado na quarta-feira (20), que aponta indícios de que os dois tentaram obstruir o julgamento da trama golpista, atualmente em curso na corte.

A Folha procurou os gabinetes dos 11 ministros e também a própria assessoria de comunicação do STF. A reportagem perguntou se eles tiveram encontros ou contatos com Bolsonaro ou seus aliados e interlocutores, onde e com qual finalidade.

A corte respondeu que não fará comentários sobre o caso, que está em andamento. Em notas, os ministros André Mendonça, Flávio Dino e Gilmar Mendes afirmaram que também não se pronunciariam. Os demais não responderam.

No relatório da Polícia Federal, destacam-se as menções a Gilmar e Mendonça.

Em 27 de junho, após receber material de seu filho Eduardo que a PF não conseguiu recuperar, Bolsonaro disse que o conteúdo não deveria ser compartilhado por ele nas redes sociais, pediu que ele esquecesse “qualquer crítica ao Gilmar” e afirmou que tinha “conversado com alguns do STF” e que “todos ou quase todos demonstram preocupação com sanções”.

Dias depois, em 9 de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o tarifaço contra o Brasil.

Gilmar mantém diálogo com integrantes de núcleo bolsonarista, que chegaram a tentar organizar um encontro do ex-presidente com o ministro, mas não tiveram sucesso.

Mendonça, por sua vez, é citado no relatório em contexto no qual a PF aponta “ação coordenada” entre Eduardo, Jair Bolsonaro e a defesa de Filipe Martins, ex-assessor de assuntos internacionais do ex-presidente e também réu no caso da trama golpista, com o objetivo de causar “tumulto processual”.

Em 10 de julho, Jeffrey Chiquini, advogado de Martins, apresentou mandado de segurança no STF no qual questionou a atuação do ministro Alexandre de Moraes no processo, contestou o andamento acelerado, em sua visão, das investigações a respeito da trama golpista e criticou o veto do magistrado a depoimentos de testemunhas de defesa do réu.

No sorteio eletrônico do STF, a ação foi distribuída para Mendonça, o que animou o grupo bolsonarista, já que o ministro é considerado alinhado com o ex-presidente e é também crítico à visão predominante na corte a respeito do 8 de Janeiro como tentativa de golpe de Estado.

Dois dias após a ação de Chiquini, Eduardo encaminhou mensagens a seu pai que diziam que eles tinham a “oportunidade de mudar a relatoria da trama golpista”, que é de Moraes. “Mendonça pode ficar prevento das questões [pode assumir as ações] que irão para o plenário. Vitória gigante hoje. Precisamos que o Mendonça dê essa liminar”, explicavam as mensagens, cuja autoria a PF não conseguiu rastrear.

Eduardo, então, disse a Bolsonaro que, se Mendonça admitisse o mandado de segurança, Moraes ficaria como relator dos processos na Primeira Turma do STF, e o ex-ministro da Justiça do governo de seu pai assumiria o posto no plenário.

“O advogado Jeffrey Chiquini pede uma liminar para cancelar audiência que será nesta segunda-feira e para suspender processo da trama golpista até que se julgue o agravo regimental que suscita nulidade”, completou.

Para a PF, o diálogo mostra que os Bolsonaros e a defesa de Martins agiram para subverter a lógica do julgamento no STF. O relatório destaca que a investigação não identificou indícios de que Mendonça soubesse das intenções dos investigados. O caso ainda não foi analisado pelo ministro.

Mendonça já sinalizou a pessoas próximas que a jurisprudência do STF mostra que mandado de segurança não pode ser usado para derrubar a decisão de outro ministro e, portanto, considera o pedido da defesa de Martins juridicamente inviável.

Para Thiago Bottino, professor da FGV Direito Rio, qualquer contato de ministros do STF com Bolsonaro ou seus aliados seria “absolutamente inadequado, ainda que o interlocutor não integre a Primeira Turma, onde ocorre o julgamento” da trama golpista.

“Um ministro não deve se manifestar nem pública nem privadamente sobre um caso que está pendente de julgamento no tribunal que ele integra. Sobretudo acerca do efeito das pressões externas feitas sobre o STF, supostamente causadas por um dos acusados a serem julgados”, afirma Bottino.

Além de Gilmar e Mendonça, somente Moraes é citado entre os demais ministros do Supremo no relatório. Para a PF, Eduardo e Jair Bolsonaro atuaram coordenadamente, com o apoio de figuras como o pastor Silas Malafaia, que foi incluído no inquérito, e o advogado Martin de Luca, que representa a Trump Media Group e a plataforma de vídeos Rumble nos EUA, para buscar sanções contra o ministro, coagir o Judiciário brasileiro e impedir eventual condenação criminal de Bolsonaro.

Eles foram indiciados e podem ser denunciados pela PGR (Procuradoria-geral da República) pelos crimes de coação no curso do processo e abolição violenta do Estado democrático de Direito.

Caso seja condenado no caso da trama golpista, Bolsonaro pode, com base nos tempos previstos em lei, receber uma pena mínima de 12 anos e meio até uma máxima superior a 43 anos de prisão.

Na ação penal sobre a trama golpista, ele é acusado de organização criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Folhapress

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Mais de 10 mil roubos de carga foram registrados no Brasil em 2024


Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Problemas com a malha rodoviária e o elevado índice de roubo nas estradas são os maiores desafios enfrentados pelo transporte de cargas no país. Em 2024, dados do Sinesp (Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública) indicam que o país registrou, em média, 27 roubos de cargas por dia.

O roubo de cargas no Brasil vem sendo grande fonte de receita para as quadrilhas especializadas. De acordo com o relatório de Análise de Roubo de Cargas, os ataques cresceram 24,8% no 1º semestre de 2025. Dados da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística indicam que, em 2024, foram contabilizados 10.478 roubos de carga no país, com prejuízos estimados em R$ 1,2 bilhão.

Investimentos adicionais em segurança e tecnologia, atrasos nas entregas e necessidade de rotas mais longas para evitar áreas de risco comprometem toda a cadeia logística. Essas medidas elevam os custos repassados ao consumidor final e reduzem a competitividade dos produtos brasileiros no mercado.

Desde 2023, com a promulgação da Lei 14.599 de 23, a contratação dos seguros de  RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga), o de RC-DC (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga) e o de RC-V (Responsabilidade Civil de Veículo) é obrigatória, o que tem impactado a procura pelos produtos de seguros.

Nos primeiros 5 meses deste ano, de acordo com dados da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), a arrecadação do RC-DC cresceu 8,1%, alcançando R$ 570 milhões, enquanto as indenizações subiram 12,4%, totalizando R$ 239 milhões. Já o RCTR-C avançou 1,5%, somando R$ 721 milhões em prêmios, com pagamentos de quase R$ 520 milhões, alta de 5,2%.

Poder 360

Opinião dos leitores

    1. Em 2023, os roubos de carga no Brasil atingiram 17.108 ocorrências, um aumento de 4,8% em relação a 2022, que registrou 13.089 casos

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Governo e STF avaliam que julgamento de Bolsonaro pode levar a novas sanções dos EUA

Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

Integrantes do governo Lula (PT) e do STF (Supremo Tribunal Federal) consideram real a possibilidade de Donald Trump aplicar novas sanções econômicas contra o Brasil e outras restrições a autoridades do país com o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que começa em setembro.

Na avaliação de ministros, há interesse dos EUA de criar instabilidade em torno do tribunal e do governo Lula, o que poderia se acirrar com o avanço do julgamento sobre a trama golpista liderada por Bolsonaro.

Embora todos esses personagens afirmem que não há possibilidade de o STF se curvar a essas pressões, o início do julgamento e a possível condenação de Bolsonaro são citados como elementos de maior tensão dentro de um ambiente que já se tornou conflituoso.

A pressão do governo Trump, desde a aplicação da sobretaxa de 50% até as punições a ministros do STF, é feita com o argumento de que Bolsonaro é perseguido pelo Judiciário no Brasil, em benefício do governo Lula.

Ministros dizem acreditar que os americanos têm outras ferramentas à disposição, como sanções a outros integrantes do tribunal, que podem ser utilizadas durante o processo de julgamento, como forma de intimidação aos ministros —ainda que apontem que esse tipo de ação não terá efeito sobre o processo.

Essas autoridades ressaltam o perfil belicoso de Trump e de bolsonaristas, mas outras alas do governo e do STF alimentam, por outro lado, a expectativa de que o presidente americano reveja a imposição de sobretaxa aos produtos brasileiros.

Essa aposta ganhou adeptos após o vazamento de diálogos em que Bolsonaro e aliados discutem a atuação conjunta com o governo americano para obter a anistia do ex-presidente às custas de ameaças à economia brasileira. Em algumas das conversas, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) aponta receio de que Trump, em algum momento, desista da ofensiva.

Dentro do governo, a crença em eventual recuo de Trump é minoritária. Dois ministros de Lula ouvidos pela Folha tentam minimizar os impactos das sanções financeiras contra Alexandre de Moraes determinadas pela gestão Trump. Eles destacam que poucos membros da corte possuem bens nos EUA, como imóveis ou investimentos.

Ainda assim, nos bastidores, ministros buscam contato com banqueiros e políticos para avaliar os efeitos práticos da Lei Magnitsky e tentar conter os resultados de eventuais novas sanções.

Além do julgamento de Bolsonaro, integrantes do governo temem o impacto econômico da recente decisão do ministro Flávio Dino, do STF, de que ordens judiciais e executivas de governos estrangeiros só têm validade no Brasil se confirmadas pela corte.

Expressa em uma decisão sobre o rompimento da barragem de Mariana (MG), a manifestação de Dino foi interpretada como uma possibilidade de o tribunal punir bancos que aplicarem sanções financeiras contra o ministro Alexandre de Moraes por determinação do governo Trump.

A terça-feira (19) —dia seguinte à decisão de Dino— foi marcada por alta do dólar e abalos na bolsa impulsionados pela queda em bloco das ações do setor bancário. Colaboradores diretos de Lula acompanham com apreensão a escalada de tensão entre STF e o governo americano.

Nas palavras de um ministro, há um grande risco na medida, e o próprio presidente estaria sensível a isso. Mas o governo não tem como interferir em uma decisão do STF.

Integrantes do governo citam o alinhamento entre Dino, Moraes e o ministro Gilmar Mendes no discurso em defesa da soberania nacional como prova dessa impossibilidade de interferência. Lembram ainda que o próprio Moraes reiterou a ameaça durante entrevista na última terça-feira (19).

Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. Já eu na minha ignorância penso que o governo americano tá só esperando, nada de tratorada.
    Estão esperando o julgamento do Bolsonaro começa, ver se confirma o que todo mundo já sabe para depois não dizerem não me deram chances para eu recuar.
    As chances estão sendo dada as decisões é de vcs é pegar ou largar.
    Nós já falamos através de carta, documentos assinados o que pensamos sobre isso.
    (Caça as bruxas)
    D.Trump.
    Vamos aguardar.

  2. Tem é que apertar mesmo o Quadrilhão dos PTralhas, composto exclusivamente só por bandidos. Ou fazem isso ou esses bandidos terminam de entregar todo o país para o crime organizado, comandado exclusivamente por LULADRAO e sua Quadrilha.

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Oposição mira Lupi, irmão de Lula e ministros em pedidos na CPMI do INSS

Foto: Reprodução/CNN

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) terá na terça-feira (26) a primeira reunião após o início tumultuado dos trabalhos. O colegiado irá definir o plano de trabalho e votar a primeira leva de requerimentos.

Até a noite de sábado (23), a comissão havia recebido mais de 800 requerimentos, que incluem pedidos de convocações, de quebras de sigilos e de informações a órgãos. Com os pedidos, oposição e base governistas já indicam suas estratégias e prioridades ao longo dos trabalhos da CPMI.

Deputados e senadores de oposição protocolaram requerimentos que miram o alto escalão do governo e também a convocação e quebras de sigilo do irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico.

Ele é dirigente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos), uma das entidades no centro do escândalo do INSS.

Até o momento, foram protocolados ao menos oito requerimentos que miram o irmão de Lula. Seis deles pedem a convocação – quando a presença é obrigatória – do dirigente. Inclusive, o autor de um dos pedidos é o relator da CPMI, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL).

Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, é alvo de ao menos 12 pedidos de convocação. Ele é sócio de 22 empresas e algumas teriam sido utilizadas no esquema. Sócios dele também são alvos de solicitações dos congressistas.

CNN

Opinião dos leitores

  1. É a hora e a vez de desmascarar todos esses criminosos, mesmo com o apoio do STF, completamente vendido ao crime, Ainda dá prá reverter essa situação.

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Lula, Dilma e Temer viram alvos de pedidos de depoimento em CPMI do INSS

Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLE

O presidente Lula e os ex-presidentes Michel Temer (MDB) e Dilma Rousseff (PT) viraram alvos de requerimentos apresentados por integrantes da CPMI do INSS no Congresso Nacional.

Em uma série de pedidos protocolados no sábado (23/8), a senadora Damares Alves propôs que Lula, Temer e Dilma sejam convidados a prestar depoimento à comissão de inquérito.

Damares alega haver indícios de que o esquema de descontos ilegais em aposentadorias do INSS teria começado ainda nos primeiros governos Lula e continuaram nas gestões Dilma e Temer.

A senadora do DF defende que é preciso apurar possíveis ações, omissões e políticas adotadas pelo governo federal para enfrentar as fraudes e impedir a continuidade do esquema no INSS.

“Entendemos que há interesse do próprio presidente Lula, pelo princípio da transparência na gestão da coisa pública, de esclarecer esses desvios de recursos do INSS, que já vinham ocorrendo nos seus dois governos anteriores”, diz Damares.

Os requerimentos ainda precisam ser votados pelos integrantes da CPMI. Mesmo que aprovados, Lula, Dilma e Temer não seriam obrigados a comparecer, por se tratar de convite, e não de convocação.

Igor Gadelha – Metrópoles

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Advogado de Trump se manifesta sobre ameaças sofridas após vazamento de número de telefone no Brasil

Foto: Arquivo Pessoal

Advogado que representa a Trump Media e a Rumble em ação contra o ministro Alexandre de Moraes (STF) nos Estados Unidos, Martin De Luca se manifestou sobre as ameaças que recebeu no celular após seu número de telefone aparecer em relatório produzido pela Polícia Federal.

“Eu tenho recebido, além de inúmeras ameaças, muitas mensagens de apoio e preocupação com meu bem-estar. Sei que este é um momento crucial no Brasil. Estou bem e retomarei o contato assim que todas as medidas de segurança estejam implementas. Obrigado a todos pelo amor e apoio”, escreveu o advogado, neste sábado (23/8), na rede social X [antigo Twitter]. “Obrigado, Make Brazil Free Again”, completou.

As ameaças a Martin De Luca foram reveladas pela coluna do jornalista Paulo Cappelli, do Metrópoles, nessa sexta-feira. Um levantamento está sendo feito para identificar se a exposição do número de telefone fere a legislação brasileira. O governo de Donald Trump monitora a situação. “Muitas pessoas estão dizendo que o vazamento contendo dados pessoais violam vários tipos de leis e regulações. É realmente considerado crime no Brasil o que fizeram comigo?”, escreveu o advogado em outra postagem.

Um integrante da cúpula da Polícia Federal ouvido pela coluna argumentou que o relatório de investigação precisa conter “todos os dados relevantes para fins de produção probatória”. E acrescentou que a atividade da PF é pautada pelo sigilo, premissa que orienta os trabalhos da corporação.

O relatório faz parte do inquérito que corre no STF e investiga Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro. Ao concluir a apuração, a PF indiciou o ex-presidente e o deputado por coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.

Paulo Cappelli – Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Massa…… ” E acrescentou que a atividade ds PF é pautada pelo sigilo, PREMISSA que orienta os trabalhos da corporação ” ceeeeei.

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