O presidente da Câmara Municipal de Natal, vereador Raniere Barbosa, deverá ter um papel fundamental nos bastidores para fazer com que o Avante, presidido pela esposa e pré-candidata a deputada federal Karla Veruska, tenha sucesso nas eleições desse ano.
Raniere, que foi o vereador mais votado em Natal, tem se articulado para fazer conseguir apoios suficientes para garantir condições reais de elegibilidade para a esposa nas eleições de outubro. Para isso, o partido deve fazer uma dobradinha em Natal com ela e o empresário Edílio Lobo, ex-vereador de Cruzeta, mas que é uma das apostas do partido por ser considerado um empreendedor de sucesso.
Karla e Edílio são novos nomes na política, mas que tem um potencial eleitoral e que são a aposta de Raniere em Natal. A dobradinha também fortalece o próprio Raniere para um recall nas eleições de 2020.
O deputado estadual Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, durante uma visita ao município de Maxaranguape para participar de festejos juninos destacou a atuação institucional da Casa em prol da população potiguar.
“A Casa tem sido uma caixa de ressonância dos anseios da população tanto da região metropolitana, como também das cidades do interior. Estamos solicitando ações que colaboram com o desenvolvimento”, disse.
Ezequiel lembrou que nos últimos meses a ALRN entregou viaturas policiais que reforçam o policiamento no interior, além de ambulâncias que auxiliam no transporte de quem precisa em vários municípios potiguares.
Em Maxaranguape, o presidente da Assembleia foi recebido pelo prefeito Luís Eduardo (PSDB), pela vice-prefeita Professora Nira (PR), pelo presidente da Câmara, Crizaldo Meira (PCdoB), além de vereadores da região e da ex-prefeita Neidinha (PSDB).
O senhor é demente nobre deputado? Acha que a "população" acha justo 25% de ICMS sobre combustível pra bancar mordomias dos seus asseclas? E ainda sem ter saúde, segurança e educação que prestem? Canalha!!!
Caixa de malvadeza, isso sim, funcionários efetivados ilegalmente, incorporações indevidas, milhares cargos comissionados e com percentual não permitido por lei, quase todos fantasmas, desvios de atribuição, sem transparência, continua o mesmo esquema que foi denuciado pela dama de espada, e ninguém faz nada. Não aguenta 5 minutos de auditoria da turma da lava-jato. Falta um moro!!
Qual população? Do RN que não é.
Aqui a gente não quer funcionário fantasma. Queremos que as sobras de dinheiro voltem pra o executivo. Nosso anseio são menos deputados, menos super-salários, menos privilégios para os Srs deputados.
Que tal colocar tudo isso em pauta, presidente?
O MDB, de Garibaldi Alves e de Walter Alves, já sinalizou publicamente que estará no mesmo palanque do PDT, de Carlos Eduardo Alves, e, mesmo com o medo das rejeições de um palanque com três Alves, todos estão confiantes.
As últimas pesquisas divulgadas mostram que a rejeição dos políticos tradicionais está aumentando que uma maioria da população rejeita esse palanque repleto de Alves. O assunto inclusive é sempre discutido em algumas reuniões internas do MDB, mas, com os votos contados na ponta do lápis, todos estão otimistas quanto ao sucesso nas urnas.
Apesar de todas as especulações de que Walter e Garibaldi poderiam concorrer a outros cargos, é praticamente consolidado que eles vão concorrer a reeleição. Garibaldi a senador e Walter a deputado federal.
Oligarquias. Vao trabalhar bando de vagabudos. Peguem no pesado, politica de pai pra neto. Cabide de emprego pra um bando de birros idiotas que ainda votam nesses parasitas.
O presidente estadual do PR, João Maia, disse, neste sábado (16), que o partido ainda não sabe quem vai apoiar para o governo nas eleições desse ano inclusive não descartou a possibilidade do partido ficar neutro no pleito.
João Maia está mais preocupado com o projeto de voltar para a Câmara dos Deputados e com as possíveis coligações que garantam condições reais de retomar o mandato de deputado federal. Por isso, ele não descarta liberar o partido para que cada correligionário possa votar em quem quiser.
João Maia tem boa circulação com vários dos pré-candidatos e tem mantido diálogo com todos. A manutenção da neutralidade sinaliza que a legenda está aberta ao diálogo para um possível segundo turno.
BG a mais de um anos -4 de abril 2017 – vc publicou terve acesso à delação do Gledson Maia, sobrinho do ex-deputado João Maia e da deputada Zenaide Maia. Operação Via Ápia em 2010 que investigou fraudes no DNIT . E agora ? Cadê ???? será que ainda não deu tempo para esse processo andar -o Ministério Público Federal um acordo de delação premiada em dezembro de 2016 ???? Ou o MECANISMO também andou por aqui ????
A Seleção Brasileira estreia hoje (17) na Copa do Mundo contra a Suíça. As duas equipes vêm de vitórias em amistosos preparatórios para o Mundial. O time do técnico Tite venceu a Rússia (3 x 0), Alemanha (1 x 0), Croácia (2 x 0) e Áustria (3 x 0). Os suíços não perdem há seis jogos. Em um deles, seguraram um empate de 1 x 1 contra a Espanha (considerada uma das favoritas ao título do Mundial), no início de junho.
No treino da última sexta-feira (15), Tite confirmou o time titular. Será o mesmo que iniciou o jogo contra a Áustria. O Brasil deverá ir a campo com Alisson, Danilo, Thiago Silva, Miranda, Marcelo, Casemiro, Paulinho, Philippe Coutinho, Willian, Neymar e Gabriel Jesus.
Para tentar surpreender o Brasil, a equipe do técnico Vladimir Petkcovic deve explorar a roubada de bola para puxar contra-ataques. Os destaques do time são o o volante Xhaka (Arsenal – ING), os laterais Lichtsteiner (Arsenal – ING) e Ricardo Rodríguez (Milan – ITA), além de Shaquiri (Stoke City – ING) e Seferovic (Benfica – POR) – responsáveis pela parte ofensiva da equipe.
Na última entrevista coletiva antes de estrear na Copa do Mundo, Tite não fugiu de sua rotina. Elevou o tom de voz para enfatizar situações, brincou com algumas perguntas, deu voz ao auxiliar Cleber Xavier e admitiu que o trabalho de sua comissão técnica na seleção brasileira foi bem feito nesses quase dois anos no comando.
Por outro lado, o técnico, que goza de imenso prestígio entre jogadores e torcedores, descartou o rótulo de aprovação total na véspera da partida contra a Suíça, neste domingo, às 15h (de Brasília).
– Não sou unanimidade e isso não me envaidece. Tenho respeito, mas muitas pessoas não gostam do meu estilo, não gostam de mim, e com outros eu tenho conflitos e não gosto como seres humanos. Tenho um grupo de pessoas aqui com características que se completam.
O técnico também admitiu que Neymar ainda não está 100% depois de operar o pé direito no dia 3 de março, apesar dos gols marcados nos amistosos contra Croácia e Áustria, e confirmou que o meia Fred não será relacionado para a partida.
– O Neymar não está 100% ainda, mas é muito privilegiado fisicamente. Os índices de sprints em velocidade máxima são impressionantes, ele não perdeu e fez uma recuperação muito boa. Ainda não está em sua plenitude, tomara que esteja logo, mas é um processo bem evoluído em relação ao que esperávamos esuficientemente bom para fazer um grande jogo – ponderou Tite.
Impossível tapar o sol com a peneira. A situação política do país é de uma simplicidade estarrecedora. Todo o vendaval da Lava Jato sopra na direção da renovação. Mortalmente golpeados, os partidos perderam a função. A própria política tornou-se tragicamente irrelevante. Entretanto, a mais recente novidade da sucessão presidencial revela que nada de mal acontece ao Brasil que não seja esplêndido perto do que está por vir. Os presidenciáveis Ciro Gomes e Geraldo Alckmin travam nos bastidores uma renhida disputa pelo apoio do DEM e de partidos do chamado centrão, um agrupamento que reúne o que há de mais arcaico na política nacional.
Partidos como PP, PR, PTB, Solidariedade e PRB, identificados com o suborno, o acorbertamento, o compadrio, o patrimonialismo e o fisiologismo percorrem os bastidores das negociações presidenciais como se nada tivesse sido descoberto sobre eles. Representam os valores mais tradicionais da política. E os arranjos esboçados longe dos olhares do eleitorado apontam para a perpetuação dos vícios. Alckmin já fechou com o PTB do ex-presidiário do mensalão Roberto Jefferson. Esforça-se para restaurar a aliança histórica com o DEM. E tenta seduzir o resto do lixão partidário.
Ciro se esforça para atrair o DEM. Simultaneamente, acena para os eleitores do PT, órfãos do inelegível Lula, ao mesmo tempo em que flerta com pelo menos duas legendas do monturo: o PP, campeão do ranking de enrolados na Lava Jato, e o PR do mensaleiro Valdemar Costa Neto. Tenta compensar a retórica hostil ao mercado oferecendo a posição de vice em sua chapa a dois representantes do capital: Benjamin Steinbruch, filiado ao PP, ou Josué Gomes, abrigado nos quadros do PR. O pano de fundo dos movimentos paradoxais é uma disputa pelo tempo de propaganda no rádio e na TV.
A vitrine eletrônica vai ao ar a partir de agosto. Terá uma dimensão fixa: dois blocos de 12min30s —um no início da tarde, outro à noite— sempre às terças, quintas e sábados. Sem contar as inserções de 30 segundos espalhadas ao longo da programação, até totolizar 14 minutos diários por emissora. Quanto maior a coligação partidária, maior o tempo de exposição do candidato. Daí a maleabilidade dos candidatos com a sujeira que enodoa os futuros parceiros.
Tomado pela biografia, Ciro Gomes poderia protagonizar um debate sobre corrupção. Mas o seu PDT, varrido do Ministério do Trabalho na gestão Dilma Rousseff sob a acusação de converter a pasta num ninho de ONGs desonestas, dispõe de exíguos 33s de propaganda eleitoral. Por isso, negocia uma aliança com os 50s de propaganda do PP e os 35s do PR.
O PSDB oferece a Geraldo Alckmin 1min18s de propaganda. Perto do tempo dos rivais, trata-se de um latifúndio eletrônico. Mas é insuficiente para prover ao candidato uma exposição capaz de projetá-lo da quarta colocação nas pesquisas para o segundo turno da eleição. Às voltas com a acusação de receber R$ 10,3 milhões da Odebrecht por baixo da mesa, Alckmin já adicionou ao seu tempo os 33s do PTB do ex-presidiário Roberto Jefferson, o homem-bomba do mensalão.
Insatisfeito, Alckmin frequenta o mercado da baixa política disposto a fechar qualquer negócio. Não descarta nem mesmo a hipótese de celebrar um acordo com o MDB, às voltas com a candidatura inviável do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles. Apinhada de delatados, investigados, denunciados, réus, condenados e presos a legenda de Michel Temer virou lixo hospitalar. Mas dispõe de 1min26s de exposição no rádio e na TV.
Repete-se em 2018 a mesma pantomima de eleições anteriores. Antes de se venderem no horário eleitoral como protótipos do avanço, os candidatos entregam a alma ao atraso em troca de segundos de propaganda. Com isso, em plena crise de compostura, a ética pode se tornar um valor invisível na campanha de 2018. A fome de limpeza e renovação dá lugar ao pragmatismo. A sucessão ingressa mansamente na antessala da frustração. O detrito dá as cartas.
Um relatório reservado da Polícia Federal (PF) mostra que pelo menos 602 brasileiros estão sendo monitorados por suspeita de envolvimento com grupos terroristas internacionais. O documento, um balanço das atividades da instituição, foi enviado para o Ministério da Justiça no final do ano passado, segundo disse ao GLOBO uma fonte com acesso ao material. Naquele período, a PF estava vinculada à pasta — hoje está na alçada do Ministério da Segurança —, e o terrorismo era um dos temas de maior interesse do ministro da Justiça, Torquato Jardim.
No relatório, a polícia levanta a suspeita de que alguns grupos estariam se envolvendo em crimes comuns numa tentativa de angariar fundos para financiar ações de extremistas no exterior. Até recentemente, as acusações mais frequentes eram de que estes grupos se abasteciam de recursos com o contrabando de cigarros e o tráfico de drogas em busca de somas mais expressivas. Agora, eles estariam partindo para outras alternativas, inclusive algumas menos lucrativas como o roubo de carros, sobretudo em São Paulo.
Pelas informações, mantidas em sigilo, os suspeitos estão sendo vigiados em redes sociais, como o Facebook, e em grupos de WhatsApp, entre outras maneiras. Em casos mais específicos, a PF intensifica a vigilância e parte para medidas mais invasivas, como escuta telefônica e até mesmo infiltração de agentes secretos entre os investigados, como aconteceu na Operação Hashtag, durante a Olimpíada de 2016. Em outras situações, a polícia simplesmente acompanha a movimentação diária do investigado até se certificar se as suspeitas iniciais têm ou não algum fundamento.
Num piscar de olhos, a população dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná desapareceria do Brasil. Cerca de 70 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais deixariam o Brasil se pudessem, mostra o Datafolha.
Na pesquisa, feita em todo o Brasil no mês passado, 43% da população adulta manifestou desejo de sair do país. Entre os que têm de 16 a 24 anos, a porcentagem vai a 62%. São 19 milhões de jovens que deixariam o Brasil, o equivalente a toda a população de Minas Gerais.
O êxodo não fica apenas na intenção. O número de vistos para imigrantes brasileiros nos EUA, país preferido dos que querem se mudar, foi a 3.366 em 2017, o dobro de 2008, início da crise global.
Os pedidos de cidadania portuguesa aceleraram. Só no consulado de São Paulo, houve 50 mil concessões desde 2016. No mesmo período, dobrou o número de vistos para estudantes, empreendedores e aposentados que pretendem fixar residência em Portugal.
“Há fatores de sucesso e de fracasso que explicam isso”, avalia Flavio Comin, professor de economia da Universidade Ramon Llull (Barcelona).
Um deles é que hoje é mais fácil se mudar: “Na internet dá para ver a rua onde se pretende morar, a sala do apartamento que se quer alugar”.
Há também grande frustração. “O Brasil de 2010 promoveu as expectativas de que nosso país seria diferente. O tombo foi maior quando se descobriu que não estávamos tão bem quanto se dizia.”
Segundo Comin, nos últimos anos seus alunos começaram a pedir cartas de referência para trabalho, “com o claro propósito de mudar permanentemente para o exterior”.
Não só os jovens querem ir embora. Há maioria também entre os que têm ensino superior (56%) e na classe A/B (51%). É o caso da produtora Cássia Andrade, 45, que vendeu seu apartamento e embarca para o Canadá até agosto.
“Não quero virar Uber nem vender brigadeiros. Trabalho com arte há 30 anos e estou em plena fase produtiva. Não faz sentido ficar só porque sou brasileira e não desisto nunca.” Cássia só não fechou sua empresa porque pretende continuar trabalhando com projetos brasileiros.
Essa possibilidade de continuar atuando no Brasil mesmo de fora é um dos fenômenos que atenuam a chamada “fuga de cérebros”, afirma Marcos Fernandes, pesquisador do Cepesp FGV.
Na área acadêmica, os brasileiros passam a trabalhar na fronteira do conhecimento, e exportam esse conhecimento para o Brasil por meio de parcerias e projetos individuais.
Já no caso de profissionais de nível técnico ou empreendedores o intercâmbio é mais difícil. Mas, segundo Fernandes, há evidência empírica de que a saída de talentos é um movimento de curto prazo. “A não ser em casos de guerra civil ou falência do Estado, boa parte deles acaba voltando.”
No médio prazo, portanto, o Brasil pode ganhar profissionais mais bem formados e experientes num período futuro.
João Amaro de Matos, vice-reitor da Universidade Nova de Lisboa, na qual o número de alunos brasileiros é crescente, concorda com a análise.
“Nossa experiência mostra que muitos voltam, e não faz sentido tentar estancar esse fluxo. Os brasileiros mais promissores só vão exercer seu potencial se puderem ser livres para se desenvolver.”
Matos, português que viveu em São Paulo dos 14 anos até se doutorar na USP, cita seu próprio caso: morou na Alemanha e na França, mas hoje está em Portugal e trabalha no Brasil dois meses por ano.
As perdas de curto prazo podem ainda ser minoradas com políticas públicas, diz Fernandes. “O governo precisa criar canais de conexão e participação com os acadêmicos brasileiros no exterior, e gerar estabilidade e crescimento para que os tecnólogos e empreendedores voltem mais rapidamente. Não é o mercado que vai resolver isso.”
Não me enquadro como jovem, mas se eu pudesse não estaria mais aqui, pagando IR na fonte e mesmo assim anualmente, pagando escola ( e a do meu filho não é de ponta, saúde, gasolina alta, impostos altos embutidos em tudo que compramos, não tem quem aguente, trabalhamos para sustentar a classe política desse pais e em contra partida nosso nível de vida estar caindo drasticamente. Custo de vida cada vez mais alto, trabalho, trabalho e meu nível de vida cada ano que passa diminui.
Quantos destes jovens que querem sair do Brasil para habitar em outros país tem realmente capacidade profissional, dominio de língua e formação intelectual para adentrar um lugar aonde ele vai ser visto e tratando como um estranho e concorrente em potencial do nativo.
É interessante observar que o simples fato de ter o visto não quer dizer que o cidadão terá vida fácil e muitas portas abertas, ledo engano.
Na Europa aonde hoje existe uma leva até considerável de jovens muitos mais bem preparados em buscam do primeiro emprego, razão maior para o migrante ser sempre preterido perante o mercado de trabalho.
Todavia, é importante dizer que o subemprego é caminho inicial para quem chega de fora.
Há muitos relatos de pessoas que saíram daqui e que estão vivendo em submundo de abandono e relegados a um estado de miséria plena.
Agora votando ao Brasil, os nossos jovens antes de pensarem de sair no país busquem criarem mecanismos de permanência e que lutei para que haja mudanças estruturais e gerenciais do Brasil, que tal começarem pelas as eleitores vindouras.
Eleições, com caixa 2, 3, … Invisível somente aos olhos de órgãos de controle, resultados viciados, jamais serão favoráveis ao povo. Até um Juiz que consegue desvendar parte desse esquema criminosos é cassado por todos os criminosos e seus representantes graúdos dos poderes, tentam anular todos os mecanismos constitucionais para que sejam encontrados os culpados. Mas, Enfim, VIVA MORO!!!
Newton Ishii, o Japonês da Federal, estava na UTI do Hospital Santa Cruz de Curitiba no dia 25 de outubro de 2014 quando viu, na TV, a notícia de que o doleiro Alberto Youssef tinha morrido vítima de envenenamento. Era a véspera da eleição presidencial.
Ele se virou para o doente de quem cuidava naquele momento: “Youssef, quando vai ser o seu velório?”. O doleiro, preso, sob a vigilância de Ishii e mais vivo do que nunca, detestou a brincadeira. “Pô, cara, isso não é legal”, reagiu.
“Depois, o chefe [o delegado Rosalvo Franco, que comandava na época a Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba] me ligou: ‘Brasília tá me ligando. Tão dizendo que ele morreu’. Eu expliquei que estava tudo bem. Até o advogado dele [Youssef] foi até o hospital” lembra Ishii.
Youssef havia sido internado devido a uma queda de pressão arterial causada pelo uso da medicação que tomava após um infarto que sofreu antes de ser preso.
“Eram muitas as mentiras como essa”, diz o japonês, que ficou famosoao ser fotografado inúmeras vezes conduzindo presos célebres da Operação Lava Jato. Por causa das fake news, não gostava de ler nem ver notícias. “Demorei um ano para entender que tinha ficado famoso”, explica.
Tão famoso que sua vida virou livro: “O Carcereiro — o Japonês da Federal e os Presos da Lava Jato”, biografia escrita pelo jornalista Luís Humberto Carrijo, estará disponível nas livrarias a partir do dia 7 de julho. Ishii fará sessões de autógrafos em cinco capitais: SP, RJ, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Boa parte da obra está dedicada à convivência dele com réus ilustres como Marcelo Odebrecht e Antonio Palocci.
Responsável pela custódia da PF, onde ficam as celas de réus da Lava Jato, Ishii implantou o que gosta de chamar de “tratamento humanitário”.
Na sua gestão, as salas ficavam destrancadas e ele conversava com os outros agentes para que evitassem tratar os presos famosos de forma que revelassem algum “recalque”. “Pedia pro meu pessoal não dizer: ‘Aí, ó, era cheio da grana e agora tá ferrado’. Muitos teriam feito”, admite.
“Se algum dos presos tivesse um problema de saúde ou psicológico, seria preciso interná-lo. Eu precisaria de oito homens só para fazer escala no hospital”, afirma.
Esposas, pais e filhos dos presos também recebiam um tratamento especial do japonês. “Queria que a família chegasse lá sorrindo e não chorando, desesperada. Porque isso também atrapalharia lá dentro. Cometeram crime? Cometeram. Mas são pessoas cultas, inteligentes, que sempre me trataram com respeito.”
“Um dia o [lobista Fernando] Baiano começou a chorar comigo porque o filho caçula tinha completado um ano e tinha dito ‘papai’. Ele não queria receber visita dos meninos. Um dia eu disse: ‘Bota lá na minha sala e fala pros seus filhos que você trabalha aqui na Polícia Federal’. Mas ele não quis.”
Ele afirma que tratava os presos comuns da mesma forma. “A diferença entre eles é a falta de educação. Só que o homem é como qualquer animal. Se você tratar bem, ele vai te tratar bem. Pode ser traficante, contrabandista, falsificador ou pedófilo: eu sempre tratei com o maior respeito. E esse respeito voltava.”
“Um dia o pessoal [réus da Lava Jato] começou a me perguntar se eu não me lançaria candidato. Eles falaram: ‘O Pedro Corrêa [ex-deputado federal] tá aqui, ele te ensina’. [Corrêa] se vira para mim e diz: ‘Se eu ensinar, daqui a um tempo o senhor está aqui com a gente, viu?”, conta o ex-agente, rindo.
“Também fiz uma brincadeira com a mulher do Palocci, que ele me apresentou no dia de visitas. Eu falei: ‘Não era essa que tava ontem na visita íntima’. O Palocci arregalou o olho. E ela olhou sério para ele. Eu falei: ‘Desculpa, Palocci, acho que dei uma bola fora’. Ele me disse que demorou um mês para convencer ela de que era uma brincadeira.”
Os presos não têm direito a visita íntima. “O pessoal também brinca com esse negócio de derrubar sabonete. O [doleiro] Adir Assad, que é muito divertido, dizia:‘A gente não derruba sabonete em barra, derruba logo do líquido. Porque demora mais para pegar’.”
“Fiquei quatro anos lá e nunca deu uma discussão”, diz. “Foi eu sair e deu problema com o [ex-governador do Rio Sérgio] Cabral. No episódio das algemas [em janeiro, o ex-governador do Rio foi levado com algemas nas mãos e nos pés para exames de corpo de delito].”
“Na minha época ninguém andava algemado. A mão para trás é segurança. A pessoa pode bater na arma do policial, que pode achar que ela está tentando pegar. Nós caminhamos devagar não para a imprensa fotografar —mas para evitar cair ou tropeçar”.
Ishii lembra que um dia o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró tropeçou e caiu no prédio Justiça Federal. “Outra vez, ele caiu da escada na cela. O agente penitenciário foi perguntar se ele tinha se machucado. Cerveró respondeu: ‘Porra, caralho, claro que eu me machuquei!’.” Ishii diz que o agente o chamou pra contar o que aconteceu. “Determinei que aquela ala ficasse três dias na tranca direto e sem banho de sol. Todos os outros presos xingaram o Cerveró depois”.
“Para mim não tinha Zé Dirceu, Zé Antônio ou Zé do Caixão. Era todo mundo igual. Brincava com eles [da Lava Jato], mas brincava com os outros também. Tirei várias fotos com família de preso, mandei vídeo para mãe de preso, inclusive os da Lava Jato”, diz.
A convivência acabou criando afeto entre carcereiros e presos. “Se eu pudesse, visitaria o Marcelo [Odebrecht]. Mas, se eu chego lá [na casa do empreiteiro, que cumpre prisão domiciliar], a imprensa me fotografa. Vão dizer que fui cobrar a propina.”
“O Marcelo, no início, era uma pessoa muito difícil de lidar”, relembra. “Mas, quando caiu a ficha, ele começou a ser a pessoa que já era [fora da prisão]. Quando vinha preso, sem condições, ele dava até a roupa dele. Quando um trabalhador do Nordeste que tinha quebrado o guichê de uma companhia aérea foi solto, os advogados do Marcelo compraram a passagem e ainda deram R$ 500 para ele voltar para casa.”
“Nunca, jamais, me ofereceram dinheiro. Usar o telefone só era permitido duas vezes por semana. Não tinha celular lá dentro. Eles liberaram a panela elétrica [para os presos cozinharem] porque alguns seguiam dieta especial. Como você vai negar? Havia geladeira também porque três diabéticos precisavam deixar as insulinas refrigeradas.”
“Eles não tinham intenção de fugir. Uma vez fiz um teste: saí e deixei o portão aberto. Foi virar as costas que começaram a gritar: ‘Seu Newton, seu Newton! O senhor esqueceu aberto. Podemos fechar?”.
“Aprendi com eles que você, com dinheiro ou sem dinheiro, é uma pessoa só. Tem que aproveitar o máximo dos momentos que tem de liberdade, sua família. A privação de liberdade é pesadíssima.”
Ele não nega, no entanto, que a custódia mudou depois da Lava Jato. “Antes, tinha cheiro de cadeia. Hoje não tem mais. São eles mesmos que limpam.”
Ishii rechaça a ideia de que a Lava Jato seria partidária. “[Os tucanos] não foram presos porque ainda não foram julgados. Quanto tempo o Lula demorou para ser preso? Quatro anos. E foi por uma besteira.”
“Fui contra ele ter vindo pra cá [Curitiba]. Pra que gastar tanta grana pra fazer o deslocamento e trazer colegas de fora para nos ajudar? Ele podia ter ficado em SP, num quartel ou na PF. Até falei isso pro superintendente da PF, que não gosta muito de mim, não sei por quê. Mas ele disse que o [juiz Sergio] Moro não entende.”
Ishii se aposentou em fevereiro deste ano e atualmente é o presidente do partido Patriota no Paraná. “Não vou ser candidato. Mas tenho dado palestras para pré-candidatos. Falo sobre a importância do voto. Vamos analisar: Newton, famoso, Japonês da Federal. E o meu voto vale tanto quanto o do pedinte.”
A obra sobre a vida dele mostra, entre outras aventuras, como em determinado momento ele passou da condição de carcereiro para a de encarcerado: em junho de 2016, Ishii foi preso por quatro dias após ser condenado por facilitação de contrabando, crime que teria cometido há 13 anos. Por quatro meses, usou tornozeleira eletrônica.
Ele acredita que sua condenação só aconteceu devido à fama. E que sua punição tenha sido uma tentativa de “manchar a Lava Jato”.
Ficou triste. Mas diz que já havia passado por coisa muito pior. “Perdi meu filho [em 2005] e, quatro anos depois, a minha mulher [que sofreu um infarto]. Namorei com ela dos 15 aos 53 anos. Era minha companheira, meu tudo. Nada mais pode me atingir”.
O filho mais velho do agente cometeu suicídio aos 27 anos. “Ele perdeu todo o dinheiro que tinha investido num negócio que não deu certo. Teria que voltar para o Japão [onde já tinha morado]”.
“Nunca questionei o que o meu filho fez. Nem Deus por ter perdido eles. Como a morte ocorreu daquela maneira, acho que ele estava precisando muito da ajuda da mãe, sabe? Eu fiquei aqui para ajudar a minha filha. E ela se foi para ajudar o nosso filho.”
So no Brasil mesmo, o cara e condenado, usa tornozeleira, ostenta por ser PF, ainda escreve livro.
Isso é um sem moral.
Se fosse num país de vergonha estava era na cela junto com os políticos e não cumprindo diligências.
Com quase dois anos de namoro, Fernanda Gentil está morando há um mês com Priscila Montandon. E com a ida da apresentadora do “Esporte espetacular” para a Rússia, a saudade precisa ser controlada. O ciúme também.
— Dou uma floreada, digo que só estou na atividade, ligada nas paradas, mas a verdade é que sou ciumenta à beça! Ah, não tem como… Todo mundo que olhar pra Priscila vai se encantar, se apaixonar… As pessoas não sentem uma atração real por mim, Fernanda, entendeu? É só a magia de eu estar na TV. Mas ela não se expõe e é surreal de linda! Eu falo pra ela: “Amor, vai trabalhar de moletom, de burca” — brinca Fernanda, em entrevista ao jornal “Extra”.
Cheia de amor, Fernanda relembrou ainda como veio a paixão pela namorada e os motivos que a levaram a assumir a relação homossexual.
— Priscila foi a primeira, única e última mulher da minha vida. De início, eu me vi encantada pelo interior dela: o caráter, a integridade, os valores… Só depois me dei conta: “Putz, isso tudo veio numa carcaça de mulher”. Ser gay é algo recente, um mundo novo. Não tenho interesse por nenhuma outra pessoa, mulher ou homem, porque estou completa, em paz.
Os comentaristas falam como se o nível deles e das pessoas que lêem este blog fosse alto, kkkkkkkkkkkkkkkkk, um bucado de coxinha que só se informa por meme do mbl, uahuahuha
Ô meu pai, os valores se inverteram . Cada um tem a sua escolha e opção sexual, mas acho que isso só diz respeito à pessoa na qual está inserida nessa modalidade de se relacionar. Tenho colegas gay ,mas não sai por aí postando sua intimidade. Tudo na vida tem que ter princípios.
Os deputados federais têm, além da despesas com passagens aéreas pagas pela Câmara (traduzindo, com o dinheiro do contribuinte), uma verba para ser gasta com jatinhos e aluguéis de helicópteros. Levantamento feito pelo O Globo mostra que, desde fevereiro de 2015, já foram usados R$ 9,9 milhões dos cofres públicos com essa modalidade de transporte.
Em primeiro lugar na lista dos que mais gastaram nesta legislatura está Átila Lins (PP-AM), com R$ 923 mil. Em seguida aparece Paes Landim (PTB-PI), com R$ 536 mil e em terceiro, Giacobo (PR-PR), que contabilizou R$ 440 mil em gastos com jatinhos.
O incidente ocorreu no início da noite. Um vídeo mostra como o taxista, numa rua parada pelo trânsito, desviou de uma fila de carros, subiu numa calçada e atropelou pessoas que passavam por ali. O carro apenas parou ao se chocar contra um poste.
O incidente ocorreu nas proximidades da Casa Mexicana, uma espécie de centro cultural do país latino-americano. Raul, um mexicano que estava no local, relatou o que viu. “Estávamos na Casa Mexicana e, de repente, queríamos sair e nos disseram que não poderíamos por conta de um acidente”, disse. “Vimos pessoas jogadas no chão. Eram mexicanos, russos e de muitos países”, afirmou.
Segundo ele, a pessoa tentou escapar. “As pessoas foram as primeiras que começaram a golpear o rapaz. O tiraram do carro. Foram pessoas de todos os países, que viram o que ele fez”.
Para ele, “não há dúvidas” de que se tratou de um “atentado terrorista”. “É lamentável, porque estamos em um ambiente de futebol, de harmonia. Que pena que exista gente psicopata com vontade de atacar as pessoas”, disse.
As autoridades russas anunciaram que o motorista declarou que “adormeceu” ao volante. Pouco antes, pelas redes sociais, o prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, reforçou a tese do acidente. “Houve um incidente desagradável com um taxi. O motorista perdeu controle”, escreveu.
Pelo menos oito pessoas ficaram feridas e o motorista foi detido. Cinco delas foram levadas ao hospital. Mas não correm risco de morte. Apenas uma das mulheres feridas teria sofrido lesões mais importantes.
A Embaixada do México em Moscou confirmou que dois dos feridos eram torcedoras mexicanas. Mas indicam que apenas tiveram “lesões leves e que seu estado de saúde é estável e fora de perigo”.
De acordo com as autoridades, o motorista era do Quirguistão, um ex-república soviética de maioria muçulmana. A polícia indicou que, sob custódia, ele garantiu que seu ato não foi voluntário. Uma investigação criminal foi aberta. Segundo a agência estatal Interfax, o motorista estaria bêbado.
“Ambulâncias chegaram à cena do caso sete minutos depois do acidente. Por enquanto, oito pessoas foram identificadas como feridas. Sete delas estão em condições satisfatórias, enquanto uma mulher está em uma condição moderada”, declarou os serviços de saúde de Moscou.
Tite durante treino da seleção brasileira. Foto: Wilton Junior/Estadão
Almir Leite, enviado especial / Rostov, O Estado de S.Paulo
Fazia tempo que torcida e crítica não confiavam tanto na capacidade de um treinador em levar a seleção brasileira a conquistar a Copa do Mundo. Nem Luiz Felipe Scolari e Carlos Alberto Parreira juntos conseguiram tal feito quatro anos atrás. E olha que o Mundial foi no Brasil. O currículo vitorioso de ambos não os livrou da dúvida, que se mostraria acertada. Com Adenor Leonardo Bachi, a expectativa é diferente. Tite dá início neste domingo ao maior desafio de sua vida. Imenso. Mas a crença de que irá conseguir é bem forte.
Gaúcho de 57 anos, Adenor, ou simplesmente Ade no seio familiar, Gringo para as dezenas de amigos da infância no rincão de São Braz, em Caxias do Sul, que faz questão de conservar, desfruta da confiança de grande parte dos brasileiros.
Pesquisa recente da Kantar Ibope Media mostrou que 66,4% acreditam que a seleção vai ganhar a Copa da Rússia. Muito por causa de Tite.
Ele é conhecido de 89% dos brasileiros, de acordo com outra pesquisa, do Ibope Repucom. Na seleção, só fica atrás dos 97,3% de Neymar. Depois do amistoso Brasil 3 x 0 Áustria, entrevistados pelo instituto Alexandria Big Data deram nota 8,8 a Tite, algo bastante significativa para um treinador.
Até seus críticos andam suaves. Estabeleceu-se uma espécie de Tite Futebol Clube no futebol nacional. “Isso me assusta, sou um ser humano e falho como todo mundo”, disse ao Estado durante conversa em fevereiro. Não é a responsabilidade que o assusta e sim a expectativa criada. “Já me pararam no aeroporto e pediram: ‘Tite, traz o hexa para nós’. É uma carga muito grande.”
Tite é ídolo até mesmo entre os jogadores, que normalmente recorrem a frases protocolares para falar de seus treinadores. Do atual comandante, é comum que falem com admiração. Que o diga a estrela da companhia. “A chegada do Tite mudou a seleção. Todo mundo está se sentindo mais leve. E ele me surpreendeu muito como treinador. É um dos mais bem preparados e melhores com quem trabalhei”, definiu Neymar, quando perguntado sobre Tite, em ocasião passada.
Willian também age como fã ao comentar de Adenor. “Ele é mais do que um técnico, é como um pai, sabe controlar o grupo, é diferenciado. Passa a mensagem correta para os jogadores”, elogiou recentemente. Thiago Silva resume bem o que pensa o grupo. “Tite foi fundamental para a retomada da seleção.”
Essa admiração, o respeito e a confiança no treinador podem ser observados nos treinos. Todos, absolutamente todos, os jogadores do elenco escutam atentamente suas instruções e procuram fazer o que ele diz. Essa foi uma característica dessa fase de preparação iniciada em Teresópolis, Rio, e com passagem extensa por Londres.
Transparente. Sincero. Humano. Tite procura ser sempre assim. E, com olhar aguçado para as questões táticas, aberto a ideias e opiniões daqueles que confia, atento a tudo ao seu redor, ele constrói há dois anos sua história na seleção. Uma história que, a seu ver, começou com dois anos de atraso.
Após o retumbante fracasso do Brasil em 2014, Tite achou que já era sua vez. Havia conquistado títulos do Corinthians, entre eles Libertadores e Mundial, passara ano sabático estudando com alguns dos mais renomados técnicos da Europa e tinha torcida e boa parte da mídia a seu favor. Mas o então presidente da CBF Marco Polo del Nero preferiu dar nova chance a… Dunga.
Tite engoliu a seco, mas não deixou a decepção entalada na garganta. “Entendia que era a minha vez, estava preparado. Fiquei chateado”, externou sem cerimônia a sua frustração.
A quatro meses das eleições, os presidentes da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), usaram jatinhos da Força Aérea Brasileira, sob custos da União, para fazer pré-campanha.
No último sábado, 9 de junho, Rodrigo Maia embarcou em Brasília às 6h35 com destino ao Rio de Janeiro onde, durante o dia, participou de evento do DEM para apresentação de seu plano de governo como pré-candidato ao Planalto. Retornou a Brasília às 20h30, também em voo da FAB. Usou a prerrogativa do cargo e, no drible regimental, o fato de ter residência na cidade. A Coluna procurou as assessorias, que não responderam até o fechamento.
Ditadura política!!! O povo fica indignado, estarrecido com atos do congresso, judiciário, executivo e seus membros, no entanto está de mãos atadas. pode falar, mas sua opinião não vale nada, porquê os poderes fazem ouvidos de mercador. Isso se chama ditadura política!! não é democracia!!!
Um presidiário foi capturado por agentes penitenciários ao tentar fugir de uma das unidades do Complexo Prisional do Curado, na Zona Oeste do Recife, usando uma peruca e roupas de mulher. O caso foi registrado na tarde deste sábado (16), no Presídio Juiz Antônio Luiz Lins de Barros.
Segundo a Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres), Cleyton Alberty de Souza Firmino, 20 anos, tentou fugir por volta das 15h, durante a visita conjugal. Usando uma peruca e unhas pintadas, ele tentou sair pela porta da frente do presídio, quando foi impedido por agentes.
Segundo o Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindasp), o homem usou a identificação que a esposa dele havia ganho para entrar na unidade durante o horário de visitas. “Ele achava que, pela quantidade de gente que estava saindo, ninguém ia notar a presença dele ou pedir identificação”, comenta o presidente da entidade, João Carvalho.
De acordo com a Seres, o detento vai ser submetido ao Conselho Disciplinar da unidade prisional e a carteira da visitante, que estava em posse dele, suspensa.
Com o dinherão do roubo da SEMSUR vai eleger fácil que o povo é cego.