Judiciário

Lava Jato completa quatro anos com 40 sentenças de Sérgio Moro; tempo médio de trâmite das ações foi de nove meses

A Lava Jato completa quatro anos neste sábado (17) e, desde a deflagração da 1ª fase da operação, em março de 2014, 40 processos já foram sentenciados pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas ações penais decorrentes da operação na primeira instância. Foram 188 condenações contra 123 réus, que somam 1.861 anos e 20 dias de pena.

O tempo médio de trâmite das ações da Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba – desde a aceitação da denúncia até a publicação da sentença – foi de 9 meses e 10 dias, segundo levantamento feito pelo G1 com base em informações da Justiça Federal do Paraná.

Um relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), divulgado em 2017 com dados de 2016, mostra que a tramitação de ações criminais na primeira instância da Justiça Federal da 4ª Região levou, em média, 1 ano e 7 meses.

O levantamento avalia o intervalo de tempo que vai do protocolo da ação até a baixa do processo, ou seja, quando ele segue para a fase de execução.

Se considerado o trâmite dos processos na primeira instância de todas as varas criminais da Justiça Federal no Brasil, o tempo médio em 2016 foi de 2 anos e 4 meses, ainda conforme o CNJ.

A maior agilidade do andamento dos processos judiciais é um dos objetivos do Conselho Nacional de Justiça, que também busca a maior eficiência dos tribunais da primeira instância, de acordo com o relatório “Justiça em Número 2017”.

Condenados

Entre os condenados da Operação Lava Jato pela 13ª Vara F de Curitiba estão doleiros, ex-diretores da Petrobras, ex-deputados federais e empresários ligados a grandes empreiteiras do país.

O deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi condenado a 15 anos e 4 meses de prisão.

Ele está preso no Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. À época da condenação, a defesa de Cunha informou que iria recorrer da decisão.

Do recebimento da denúncia contra Bunha, à condenação por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, foram aproximadamente 5 meses.
Após quase dez meses (295 dias), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi condenado na primeira instância a a 9 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro, no caso do triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo.

Segundo a acusação, o apartamento foi recebido por Lula como propina da empreiteira OAS, em troca de favores na Petrobras. A defesa de Lula nega as acusações.

A última sentença publicada por Moro, em 7 de março deste ano, condenou o ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil Aldemir Bendine a 11 anos de prisão. O trâmite do processo levou seis meses e meio. A defesa dele disse que vai recorrer e que Bendine é inocente.

 

G1

Opinião dos leitores

  1. Informando a Olho Vivo que o Juiz Dr.Sergio Moro estava afastado da UFPR desde 2016,havia se licenciado para se dedicar a Lava Jato e agora pediu exoneração.Especula-se que após a Lava Jato ele dará aula em 1 universidade americana.Quem perdeu foi a UFPR.

  2. Moro recebia da Universidade do Paraná sem trabalhar. Terminou o serviço encomendado pelos Americanos, ajudando a tirar Dilma do poder, condenando Lula e entregando a Petrobras, a Embraer e a Base de Alcântara numa bandeja de prata, agora vai morar nos Estados Unidos como prêmio.
    Alguém ainda tem alguma dúvida da origem do golpe?

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Cidades

Governo decreta emergência pela seca no Estado

O Governo do Estado publica no Diário Oficial deste sábado (17) decreto que declara por mais 180 dias a Situação de Emergência pela Seca em 153 municípios do Rio Grande do Norte. O documento, assinado pelo Governador Robinson Faria, leva em consideração análises técnicas das áreas do Governo que monitoram a questão da Segurança Hídrica no RN.

Esta é a 10ª vez consecutiva que o governo toma a medida. O objetivo é facilitar o trâmite dos processos que envolvem obras e serviços para minimizar os efeitos da seca, vivenciada pelos potiguares há 6 anos consecutivos, em razão das baixas precipitações pluviométricas.

Segundo os dados da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (SAPE), os prejuízos monetários decorrentes da escassez hídrica resultam em perda de receitas da ordem de mais de R$ 4 bilhões ao ano, o que representa uma redução superior a 50% na contribuição do setor rural para a formação do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.

Já o Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte (IGARN), aponta uma situação extremamente crítica nos reservatórios. Dos 47 monitorados neste início de 2018, 17 já estão secos e 16 estão em volume morto.

A equipe de Segurança Hídrica do RN é coordenada pelo Gabinete Civil e conta com integrantes da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH), Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (SAPE), Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN), Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte (IGARN), e Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN).

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Judiciário

‘Se você quer aplicar a lei, é chamado de fascista’, diz Moraes, do STF

O ministro Alexandre de Moraes em reunião da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal

Em palestra para juízes criminais na noite desta quinta-feira (15), o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse que magistrados que aplicam a lei são chamados de fascistas, enquanto molengas são considerados progressistas.

Segundo o ministro, o país precisa superar traumas da época da ditadura militar (1964-1985) que têm conduzido a uma situação de total insegurança pública. As declarações foram dadas um dia após o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL), episódio que foi citado pelo ministro.

“No Brasil se confunde moleza com pessoas progressistas. Se você é molenga, você é amada pela mídia e é progressista. Se você quer aplicar a lei, quer fazer justiça, você no mínimo é chamado de fascista. Isso é um pós-conceito absurdo, que até se justificaria, ou justificava, logo após a ditadura militar”, disse Moraes.

“Não há segurança pública sem Justiça criminal. Nós precisamos afastar algumas ideias, alguns traumas que o Brasil vem repetindo. Nós temos 30, 32 anos de reabertura democrática, mas é repetido que qualquer tratamento rigoroso com criminalidade é questão de ditadura.”

As declarações geraram aplausos da plateia que assistia à palestra de abertura do 2º Fórum Nacional de Juízes Criminais, realizado no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. O ministro Dias Toffoli também foi um dos palestrantes.

Moraes defendeu uma mudança de mentalidade que, para ele, deve começar primeiro com a valorização da Justiça criminal. Ele foi secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo no governo Geraldo Alckmin (PSDB) e ministro da Justiça do presidente Michel Temer antes de assumir uma cadeira no STF, em março do ano passado.

O ministro afirmou também que a base da legislação penal brasileira, oriunda da década de 1940, está defasada, porque não se adequou para combater o crime organizado.

“Se pegarmos no Brasil, pode quebrar tudo. Pode quebrar tudo. E se houver alguma forma de atuação, quem atuou é o fascista. Porque a legislação vai sendo aplicada, mas fomos no país nos tornando lenientes na aplicação da lei. Fomos nos tornando, infelizmente, parceiros da não aplicação”, disse.

Horas antes da palestra, durante a sessão do Supremo, Moraes declarou que Marielle foi “vítima da mais cruel e covarde forma de discriminação, que é a eliminação física”.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Os que são contra a aplicação da Lei têm nome, ou endereço: PT, Psol, PSTu, PCdoB. Majoritariamente os que adoram o ócio (preguiça), o quebra-quebra, a greve por qualquer motivo, o desacato às instituições, raras e honrosas exceções a parte, são filiados e/ou seguidores destas siglas.

    1. Não falou um ministro
      Fáscista e os petista que só querem que vale inquérito ele dizem

    2. Fascista – termo usado pela esquerda comunista para atacar pessoas de bem que não concordam com suas posições radicais e antiquadas.
      Certo o ministro.
      Traficantes aprontam nas favelas, escravizam a população, a esquerda fica calada.
      Se a polícia sobe o morro e morre uma pessoa, rapidamente aparece a mãe chorando, a "comunidade" queima ônibus, os esquerdoides inclusive a vereadora morta, vão para redes sociais criticar.

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Judiciário

Fachin nega pedido da defesa de Lula e diz que não levará habeas corpus direto ao plenário do STF

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para levar seu habeas corpus a julgamento no plenário da corte. Segundo ele, “não há estribo legal” para fazer isso. O ministro voltou a jogar a responsabilidade de pautar o processo para a presidente da corte, ministra Cármen Lúcia. Com o habeas corpus, a defesa quer evitar uma eventual prisão de Lula, que pode ocorrer depois do julgamento de um recurso pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

Em fevereiro, Fachin negou uma liminar pedida pelos advogados de Lula, mas também determinou o envio do caso para ser julgado pelo plenário do STF. O caso poderia já ter pautado pela presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, mas ela resiste em fazer isso e já disse que, caso queira, Fachin poderá proceder nesse sentido. Mas ele também tem resistido em tomar a iniciativa.

Na decisão desta sexta, Fachin argumentou que a inclusão ou não de casos na pauta “recai sobre as elevadas atribuições da Presidência deste Tribunal”. Ele destacou ainda que, conforme já tinha destacado em despacho anterior, é preciso primeiro julgar duas ações que podem alterar a regra que permite execução da pena após condenação em segunda instância. Uma mudança nesse entendimento pode beneficiar Lula, porque o TRF4, com sede em Porto Alegre, é um dos órgãos da Justiça brasileira que integram justamente a segunda instância.

Fachin destacou que, “partindo da premissa da jurisprudência consolidada sobre o tema, não há estribo legal para este relator suscitar a apresentação em mesa, a fim de provocar a confirmação dessa orientação majoritariamente tomada pelo Plenário muito antes dessa impetração”.

A defesa de Lula tinha feito três pedidos, todos negados por Fachin. O primeiro deles era para reconsiderar a decisão em que negou a liminar até que o STF julgue as duas ações que tratam da execução da pena após condenação em segunda instância. Mas Fachin argumentou que, até agora, a orientação do STF continua sendo de que é possível prender alguém nesse momento do processo. Assim, não haveria motivo para mudar sua decisão.

Alternativamente, a defesa solicitou que o habeas corpus fosse julgado na Segunda Turma do STF, composta por Fachin e mais quatro ministros, e não pelo plenário, do qual participam todos os 11 ministros da corte. Por fim, caso os dois pedidos fossem negados, solicitou que o próprio Fachin levasse o caso diretamente para julgamento no plenário.

Além do caso de Lula, há duas ações relatadas no STF pelo ministro Marco Aurélio que tratam do momento mais adequado da execução da pena. Mas, da mesma forma, Cármen Lúcia resiste em pautá-las no plenário. Em 2016, por seis votos a cinco, o STF autorizou a prisão após segunda instância, mas, com um novo julgamento, isso pode mudar. É possível que seja restabelecido o antigo entendimento – de prisão após esgotados todos os recursos – ou então a adoção de um meio termo – prisão após deliberação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que, na prática, funcionaria como uma terceira instância.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Prender Lula ao mesmo tempo em que se arquiva processos de Serra Aécio, Jucá e FHC, chega a ser surreal, pra não dizer imoral e absurdo.
    Isso é Justiça?

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Trânsito

Motorista que renovar CNH terá que refazer aula e prova teórica

A partir de junho, motoristas que renovarem suas CNH (Carteira Nacional de Habilitação) precisarão fazer curso e exame teórico para poderem dirigir, segundo resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) publicada na última semana.

O curso teórico terá no total dez horas/aula (cada aula com 50 minutos), abordará desde legislação de trânsito a estrutura de órgãos fiscalizadores e poderá ser feito presencialmente ou à distância.

As aulas têm que ser feitas em pelo menos dois dias —a carga horária máxima permitida por dia é de cinco— horas/aula e os motoristas devem ter 100% de presença.

Segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), o curso será gratuito.

Ao final do curso, motoristas devem fazer uma prova presencial com 30 questões de múltipla escolha, e acertar pelo menos 21 respostas.

A medida começa a valer 90 dias após a publicação da norma –em junho, portanto, mas o prazo pode ser prorrogado.

O órgão justifica, na resolução, que o curso tem como objetivo “atualizar as informações e os conhecimentos sobre as legislações de trânsito, considerando a circunstância das constantes e contínuas alterações”.

Ficam dispensados das aulas condutores que fizeram cursos especializados como de transporte coletivo de passageiros, de emergência, escolar e de carga, entre outros.

Até agora, só condutores com habilitação vencida por mais de cinco anos ou que não tinham feito curso de direção defensiva e primeiros socorros precisavam fazer curso teórico –este caso continua mantido, e a carga horária é de 15 horas/aula.

Para o consultor de trânsito Flamínio Fichmann, “o problema não está na sala de aula, mas na falta de fiscalização da frota”. O caminho para melhorar a educação no trânsito e reduzir acidentes, diz o especialista, está no aumento de blitze nas ruas.

“Deve voltar à sala de aula quem não respeita regras de trânsito”, afirma Fichmann. “Se há muitos motoristas dirigindo com celular, faça uma reciclagem com eles”.

O coordenador de educação no trânsito do Denatran, Jackson Lucena, discorda e justifica a necessidade do curso: “O trânsito é mutável, todos os dias temos mais veículos e mais condutores nas ruas. O reflexo está no número alto de acidentes”, diz.

Motoristas que exercem atividade remunerada com seus veículos precisarão fazer ainda avaliação psicológica. Os habilitados nas categorias C, D ou E (transporte de carga, ônibus etc.) devem também fazer exame toxicológico.

MULTAS A PEDESTRES

O Contran também postergou a fiscalização com multas de pedestres e ciclistas que cometerem infrações de trânsito para março de 2019.

As multas já eram previstas no Código de Trânsito Brasileiro, de 1997, e começariam a valer a partir de abril, mas foram contestadas por especialistas e entidades ligadas à mobilidade urbana.

As normas foram adiadas na última quinta-feira (15) pelo presidente do conselho, Maurício José Alves Pereira.

A punição ao pedestre que não andar na calçada ou atravessar fora da faixa, por exemplo, será multa de R$ 44,19 (o equivalente a 50% do valor da infração considerada leve).

Já os ciclistas que forem flagrado pilotando uma bicicleta em local proibido ou de forma agressiva serão multados em até R$ 130,16 (infração média), e terão a bicicleta recolhida.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. O governo não precisa disso e só fiscalizar melhor que ele sai do buraco só com o dinheiro das multas
    E só fiscalizar a Roberto freire no mínimo mais de 5.000 multas por dia só em uso de aparelho celular ao volante
    Eu pego a Roberto Freire todos os dias e no mínimo vejo uns 10 motorista usando o celular enviando mensagem e o pior a maioria na faixa da esquerda quinta-feira dia 15/3 tinha um caminhão na esquerda e o motorista enviando mensagens

  2. Mais uma ação para com intuído de arrecadar alguém pagou a alguém pra isso passar esperem pra ver… se quiser resolver, pelo menos, mais da metade dos acidentes graves no trânsito, basta diminuir a potência dos carros ao sair de fábrica…. ao invés de se 120, 130, 150 189 200 cavalos de potência, deveriam sair com potência para 80 km/h haja vista, a lei não permite q o condutor ultrapasse 11okm/h

  3. É mais uma maneira de meter a mão no bolso do contribuinte que aliás já paga um absurdo de taxas e impostos e não vê o retorno desse dinheirão em benefícios para a população, uma vergonha!

  4. Lobby das autoescolas pra tirar do dinheiro do cidadão. Se investigarem vão descobrir que alguém recebeu um "toco" alto pra aprovar isso.

  5. Só tem Ladrão nesse Detran, querem gerar mais possibilidades de Multar os motoristas, mas o governo não investe o R$ dessas multas nas Ruas e Estradas, queria saber pra onde vai esse R$!

  6. Vixi! Aí tem coisa! Pq em vez de logo pagar o curso para renovar a carteira, o motorista não faz primeiro a prova e aí sim se for reprovado fará o curso de reciclagem. Nesse Brasil tudo se cria para tirar dinheiro do cidadão.

  7. Não existe fiscalização.Um exemplo no posto da PRF em macaiba,os motoristas entram sem da seta e os agentes púbicos só assistem.
    OUTRO DETALHE VCS ACREDITAM QUE ELES TRABALHAM 24h sem dormi?

  8. Brasil e uma vergonha onde o povo é roubado mais pelos órgãos públicos do que pelos bandidos, os bandidos a polícia ainda prende mais o governo rouba de nós na cara limpa Brasil um país onde o povo grita e não fala nada onde o povo não protesta verdadeiramente e aceita o roubo desses bandidos de terno e gravata de cara limpa, acorda povo brasileiro vamos corre atrais de nossos direitos juntos somos mais fortes.

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Jornalismo

Digitais do Estado abundam na morte de Marielle

POR JOSIAS DE SOUZA

O proverbial abismo para o qual a segurança pública caminha no Brasil é uma figura de retórica convenientemente dispersa. Como a bandidagem já dá as cartas há muito tempo e, mesmo assim, o brasileiro continua a ver suas novelas e a pagar os seus carnês, o país vive a ilusão de que o inferno é apenas uma ficção admonitória que nunca se tornará uma realidade irrefutável. Mas a investigação preliminar do fuzilamento da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, no Rio de Janeiro, indica que o caos completo já chegou. O Estado, que deveria prover a segurança, deixou uma abundante quantidade de digitais na execução.

As autoridades de Brasília, incluindo Michel Temer, ruminam a certeza de que o crime da noite de quarta-feira foi um desafio à interferência de Brasília na segurança do Rio. Se a intervenção a ser afrontada é federal, nada mais perturbador do que utilizar munição federal para atingir o alvo. As nove cápsulas de balas calibre 9 milímetros recolhidas na cena do crime pertenciam ao Departamento de Polícia Federal, em Brasília. Espanto!

A munição veio de um lote de 1,9 milhão de balas vendidas à PF em 2006 pela CBC, Companhia Brasileira de Cartuchos. Uma parte foi desviada, confirma o ministro Raul Jungmann (Segurança Pública). Num desses desvios, ocorrido em 2007, um escrivão chamado Cláudio de Souza Coelho vendeu os cartuchos da PF a bandidos do Rio, acrescenta Jungmann. Pasmo!

O escrivão foi processado, demitido e preso. Entretanto, Jugmann esclarece que mais de 50 inquéritos já foram abertos em função do surgimento das cápsulas surrupiadas da Polícia Federal em cenários de crimes —no Rio de Janeiro e alhures. Quer dizer: a PF diz ter punido o escrivão que entregava ouro aos bandidos. Mas não logrou recuperar a munição, que continua produzindo cadáveres mais de uma década depois do desvio. Estupefação!

Longe dos holofotes, autoridades e investigadores classificaram o assassinato de Marielle como uma “execução” desde a primeira hora. Diante dos repórteres, porém, os protagonistas do caso comportavam-se como se tivessem sido assaltados por uma dúvida. Ou várias dúvidas. Natural. Os bons detetives sempre abrem o leque de hipóteses no início de uma investigação. De resto, a coisa anda tão degradada no Rio de Janeiro que até as dúvidas assaltam. Mas as imagens captadas por câmeras ao longo do trajeto de Marielle vão dissipando as incertezas.

Já não há a mais remota dúvida de que Marielle e seu motorista foram passados nas armas com método. Coisa de profissionais. Sob o guarda-chuva do general-interventor Braga Netto, que administra a segurança do Rio por procuração de Temer, a própria Polícia Civil fluminense informou aos escalões superiores que sua principal linha de investigação é a seguinte: a execução foi planejada e executada por policiais ou ex-policiais que atuam em milícias.

Assim, se as suspeitas dos investigadores estiverem corretas, Marielle e Anderson foram executados com as balas federais da PF, disparadas por matadores ainda pendurados na folha estadual ou assassinos que aproveitam o treinamento que receberam às custas do Estado para empreender no ramo da barbárie.

Em português claro: a menos que as apurações sofram uma reviravolta, há uma enorme probabilidade de emergir das investigações um assassinato, por assim dizer, estatal. Em linguagem ainda mais clara: na guerra que Temer deflagrou ao assinar o decreto de intervenção, em 16 de fevereiro, o primeiro inimigo a ser enfrentado é o bandido doméstico, infiltrado nas forças de segurança do Estado.

Trata-se de uma obviedade que o general Braga Netto não ignora. Aliás, o interventor já manuseou o detergente ao trocar os comandos das polícias civil e militar. Começou a passar o rodo, providenciando meia dúzia de prisões. O esforço vai virar fumaça se a intervenção não apresentar rapidamente os executores de Marielle e Anderson.

Num país como o Brasil, que se equilibra à beira do vácuo em vários setores, há muitas definições para abismo. Mas, na área de segurança pública, nada se parece mais com o fundo do poço do que um cenário no qual as pessoas não se animam a conversar com um policial a não ser em legítima defesa. A certeza de que o abismo pode ser adiado indefinidamente derrete quando se constata que o Rio é apenas o pedaço do problema que está na vitrine. Há mais encrenca no fundo da loja.

Ao refazer o caminho da munição usada na execução do Rio, a polícia verificou que balas do mesmo lote surrupiado da PF mataram 17 pessoas no caso que ficou conhecido como chacina de Osasco, em 2015. Puxaram o gatilho três PMs e um guarda civil. Além dos cartuchos da PF, usaram projéteis adquiridos na CBC pelo Exército (um lote) e Polícia Militar de São Paulo (dois lotes).

O crime no Brasil é organizado porque o Estado é esculhambado. Tão avacalhado que a bandidagem consegue roubar bala das forças estatais como quem toma pirulito de criança. Além da certeza de que a segurança pública caiu no abismo não há a menor dúvida sobre quem o cavou.

Opinião dos leitores

  1. Quem era a senhora Marielle? Brasileiros, busquem informações antes de se pronunciarem. Essa mulher era um atraso para a sociedade, defendia bandido, foi amante da marcinho vp e era usuária de drogas segundo os blogs cariocas.

  2. Ninguém lembra do motorista que estava ali e morreu de graça. Deixou família e amigos. Não tinha nenhum motivo para morrer, diferente da pessoa que estão tentando transformar em um MÁRTIR. O anónimo motorista é que devia ser louvado. Sua família devia ser visitada e assistida.

    1. Você leu o texto, Marcelo? Todas as menções feitas pelo Josias de Souza destacavam Marielle e Anderson. Se puder, releia o texto e pare de conjecturar. O motorista está sendo referenciado em todas as matérias. Abraços.

    2. Correto e ele era um dos desfavorecido pela sociedade como a vereadora dizia e ela mês abusou pois o motorista trabalhava sem carteira de trabalho assinada
      E os direitos dos trabalhadores que essa esquerda diz que defendem tanto
      Por que ele não tinha carteira de trabalho assinada?!??
      Assim é fácil faça que eu mando mas eu não faço essa esquerda e uma piada

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Judiciário

STF tornou-se local mais seguro para corruptos

A Lava Jato, maior e mais eficiente operação anticorrupção da história, faz aniversário de quatro anos neste sábado. Há muito a festejar, a começar pela modernização dos métodos da Polícia Federal e da Procuradoria. Criou-se um ‘Modelo Lava Jato’ de investigação. O sucesso desse modelo está baseado em três novidades:

1) A corrupção passou a dar cadeia;

2) O medo da prisão estimulou as delações;

3) Os acordos de colaboração judicial impulsionaram as descobertas e propiciaram a recuperação de verbas roubadas.

A má notícia é que o Supremo Tribunal Federal decidiu conspirar a favor da restauração da impunidade. A ameaça de recuo surge no horizonte num instante em que amentam as cobranças pela punição de representantes da oligarquia política.

Suprapartidária, a Lava Jato corroeu a Presidência de Dilma, encarcerou a biografia de Lula, transformou Temer no primeiro presidente da história denunciado por corrupção no exercício do mandato e carbonizou a pose de presidenciável de Aécio Neves e José Serra. É contra esse pano de fundo de franca deterioração que entra em cena a complacência do Supremo.

A Lava Jato exibe números exuberantes. Entre eles, 220 condenações e a perspectiva de recuperação de mais de R$ 11 bilhões desviados. Mas a Suprema Corte, além de não ter condenado nenhum político com mandato, ameaça rever a regra que permitiu o encarceramento de condenados na segunda instância do Judiciário. Se isso acontecer, a relevância turística do Supremo vai superar sua serventia jurídica.

Há na frente do prédio do STF, em Brasília, uma imponente estátua da Justiça. Qualquer pessoa, mesmo os piores corruptos, poderão posar do lado dela como posariam do lado do Vesúvio, um vulcão adormecido. O perigo de o Supremo entrar em erupção é apenas presumido. Em quatro anos de Lava Jato, o Supremo revelou-se o local mais seguro do país para os acusados de corrupção.

JOSIAS DE SOUZA

Opinião dos leitores

  1. Realmente a Lava Jato fez tudo isso. Só faltou uma coisa: prender um Tucano! Operação apartidária? ah ah ah ah

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Judiciário

Desembargadora diz que Marielle estava engajada com bandidos e é ‘cadáver comum’

A desembargadora Marilia Castro Neves, do Rio de Janeiro, escreveu nesta sexta (16) no Facebook que a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada nesta semana, “estava engajada com bandidos”.

Afirmou ainda que o “comportamento” dela, “ditado por seu engajamento político”, foi determinante para a morte. E que há uma tentativa da esquerda de “agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro”.

A magistrada fazia um comentário abaixo de um texto postado pelo advogado Paulo Nader na rede social em que afirmava entender a comoção gerada pela morte de uma “lutadora dos direitos humanos e líder de uma população sofrida”.

A desembargadora então postou o seguinte texto: “A questão é que a tal Marielle não era apenas uma ‘lutadora’, ela estava engajada com bandidos! Foi eleita pelo Comando Vermelho e descumpriu ‘compromissos’ assumidos com seus apoiadores. Ela, mais do que qualquer outra pessoa ‘longe da favela’ sabe como são cobradas as dívidas pelos grupos entre os quais ela transacionava.”

E seguiu: “Até nós sabemos disso. A verdade é que jamais saberemos ao certo o que determinou a morte da vereadora mas temos certeza de que seu comportamento, ditado por seu engajamento político, foi determinante para seu trágico fim. Qualquer outra coisa diversa é mimimi da esquerda tentando agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro”.

Um grupo de advogados que leu o texto começou a fazer campanha nas redes para que Marilia Castro Neves seja denunciada ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) por ter “ironizado” a morte de Marielle.

A desembargadora afirmou à coluna que apenas deu a sua opinião como “cidadã” na página de um colega já que não atua na área criminal.

Ela afirma ainda que nem sequer tinha ouvido falar de Marielle até a notícia da morte. “Eu postei as informações que li no texto de uma amiga”, afirma.

“A minha questão não é pessoal. Eu só estava me opondo à politização da morte dela. Outro dia uma médica morreu na Linha Amarela e não houve essa comoção. E ela também lutava, trabalhava, salvava vidas”, afirma.

 Mônica Bergamo / Folha

Opinião dos leitores

  1. A desembargadores já anda dizendo q o q ela escreveu foi um texto q leu no wa de um colega, ou seja, fake News. Agora ela vai ter q provar o q escreveu. Simples assim. Mais uma sem noção pra jogar fogo na cabecinha dos midiotas coxas.

  2. Parabéns a todos que espor suas opinião pois já chega de tanta falta de respeito desses partdos safado que se diz de esquerda emgana os desenformadas que é isso que eles querem a não educação no nosso país para manipular os analfabetos agora são muito ipocritas todos eles mais por dinheiro meu Deus só que rouba o país para isso eles sabem fazer muito bem aí os idiotas ainda fica em Deusando esse tipo de gente e como ela morreu vai morre todos que estão roubando a nação se Deus quiser para ficar limpo o nosso país dessa bandidagem esse Lula Temer Dilma toda esse corja imunda que saquiaram e ainda comtinua saqueando tenho fé no pai todo poderoso quebchegara a vez de todos eles E o meu desabafo espero que esse pouco que fica rendendo homenagem a bandidos e bandidas Dessa Laia dessa vergadura e outras iguais a ela quebrará cheio agora no nosso país se liguem abram os olhos pois no momento só tem direitos humanos para bandidos

  3. É assim que os nossos governantes querem uma população dividida.sem força pra lutar com opiniões diferentes sem chegar a um denominador comum,um povo totalmente sem rumo aonde vamos irmãos brasileiros 2018 é hora da mudança vamos renovar gerallll…..

  4. Concordo com a desembargadora e parabéns por postar a sua opinião , no Brasil de hoje muitos tem medo de falar oq pensam

  5. Mas faz sentindo o q a desembargadora falou…. de repente é pode até ser uma linha de investigação… ou alguém duvida q isso tenha acontecido?

  6. teria que entrar numa fila de investigações muitas pessoas morreram antes dela.Muitos outros crimes precisam ser elucidados ou só pq era política,negra e segundo a desembargadora participava de gupos de bandidos.

  7. Nossa!!! Não sabia quem era a Vereadora, mas de uma hora pra outra já desvendou o assassinato como guerra de facções, mesmo não sendo sua área no direito!!! Se investigação de WhatsApp tivesse efeito todo mundo seria culpado!! E as pessoas ainda caem nessa!! As redes sociais estão imbecilizando as pessoas!!

  8. Excelente posicionamento da desembargadora…..uma morte é sempre um sofrimento,mas achar que essa menina morreu é um mártir ? a esquerda esta querendo pegar carona na desgraça alheia

  9. Essa desembargadora quando pensou já fedeu e quando falou foi bosta pura. Lamentável seu ponto de vista.

    1. Só porque ela falou o que a esquerda não quer ouvir
      Essa vereadora devia e subia o morro quando queria e todo mundo sabe que só com autorização do tráfico a pessoa sobe

  10. Aguardem o desenrolar dos fatos, até inversão de valores provoca comoção social. Partidarizar qualquer crime pela comoção, quem sabe não seja de outra forma, uma violação à democracia. Aguardemos …

  11. Meu total e irrestrito apoio à desembargadora. Chega desses pseudodefensores do povo, se aproveitar da inocência destes.

  12. Chapa quente no Complexo do Alemão,
    criança sangrando, mãe gritando e chorando,
    agarrada com o carrinho do bb, sentada no chão.

    E uma tia que sempre orando, com seus joelhos no chão,
    agora deitada, perde seu sangue e agoniza em meio a multidão.

    Aquele tio que chegava do trabalho cansado,
    Entrou na mira e foi atingido, morrendo em seguida, ao ser baleado.

    Que esculacho!
    Do mais novo a velha guarda,
    Eliminados.

    Choramos, gritamos, mas está acabado.
    Só nos resta resistir e tentar evitar,
    Que sejamos nós o próximo alvo.

    Terrível pensamento,
    Ter de seguir sobrevivendo,
    Em meio ao sofrimento,
    de quem não deveria desta forma sofrer.

    De nossos mortos,
    não devemos esquecer.
    Sou de favela,
    queremos viver!

    | Raull Santiago |

  13. Percebi isso, se aproveitaram do assassinato da mulher pra fazer comício em todo Brasil, esses esquerdista são uma vergonha.

    1. Deixe os fatos se concretizar, através de investigações que vão desencadeandos mais resposta no seu envolvimento com organizações criminosas.

  14. Morem milhares de pessoas todos os dias parabéns desembargadora muito mimimi a filha e irmão quando fala da morte cita 46 mil votos já fazendo política como os pilantras dos políticos

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Jornalismo

Munição usada na morte de Marielle Franco foi roubada na sede dos Correios na Paraíba, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta sexta-feira (16) que a munição usada na morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) foi roubada na sede dos Correios na Paraíba.

Jungmann deu a informação ao comentar o fato de a munição encontrada na cena do crime pertencer a um lote vendido à Polícia Federal de Brasília em 2006.

“Essa munição foi roubada na sede dos Correios, pela informação que eu tenho, anos atrás na Paraíba. E a Polícia Federal já abriu mais de 50 inquéritos por conta dessa munição desviada”, afirmou o ministro.

“Eu acredito que essas cápsulas que foram encontradas na cena do crime, este bárbaro crime, foram efetivamente roubadas. E, também, têm a ver com a chacina de Osasco, que já se sabe, e que a Polícia Federal está fazendo todo seu rastreamento, levantando todos os dados e vai apresentar muito em breve as conclusões às quais chegou”, completou.

Ao Jornal Nacional, Jungmann disse ainda que, em 2006, a PF comprou um lote de 1,9 milhão de munições da CBC e ocorreram desvios. Um desses desvios, afirmou o ministro, aconteceu em 2007, na própria PF, por um escrivão (processado, preso e demitido).

“Mas ele tinha feito um repasse do lote para algumas organizações criminosas do Rio. É isso que temos até aqui, mas a polícia está investigando tudo. Sabemos que aproximadamente 50 inquéritos ou mais foram abertos no Rio frutos exatamente de terem encontrado cápsulas desse lote encontradas em cenas de crime do Rio e mesmo fora de lá”, disse Jungmann.

Quinta vereadora mais votada do Rio em 2016, Marielle Franco foi assassinada a tiros na última quarta.

A morte dela causou grande repercussão, a ponto de pessoas em todo o país se manifestarem contra a violência, e o governo federal anunciar que concentrará “todos os esforços” em encontrar os assassinos.

Segundo Raul Jungmann, a Polícia Federal determinou ao melhor especialista em impressões digitais e em DNA que colha o material genético nas cápsulas.

“A PF tem um banco de dados e vai colocar esse material coletado para identificar [impressões digitais], o que já seria uma pista segura no que diz respeito a quem realizou o crime”, completou.

Federalização das investigações
Sobre se as investigações podem ser federalizadas, Raul Jungmann destacou que a Polícia Federal e a Polícia Civil do Rio já trabalham em conjunto.

Nesta quinta (15), a Procuradoria Geral da República informou que estuda pedir a federalização das investigações. Se o pedido for apresentado, caberá ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir.

Intervenção federal
A segurança pública no Rio de Janeiro está sob intervenção federal há um mês, por decisão do presidente Michel Temer.

Sobre as medidas adotadas até agora, Jungmann afirmou que, se o objetivo dos assasinos de Marielle Franco for “abalar” ou “confrontar” a intervenção, pode-se avaliar que a ação federal no Rio está “no caminho certo”.

“Isso não nos abala. É uma tragédia que nós gostaríamos que nunca acontecesse, mas isso só nos dá mais determinação e mais força para seguir adiante, não tenham a menor sombra de dúvida”, concluiu.

Opinião dos leitores

  1. Concordo com a magistrada assim como concordo com o jogador Daniel Alves. A morte de todo cidadão deve ser tratado com o maior respeito.
    E não só as "celebridades" devem lembradas.

  2. caiu mesmo foi defender bandido olha no que deu agora so resta passar a mao em quem a matou como ela mesmo disse presidio nao regenera ninguem e essa pessoa e uma consequencia da sociedade segundo a defunta

  3. Ministro, isso é falta do fazer é? essa mulher ministro é uma pessoa como qualquer outra, todo mundo sabe que essa mulher foi eleita por facções dentro de uma favela não cumpriu as ordens da facção morreu, agora vêm você ministro é um monte de gente querendo transformar essa mulher num símbolo de honestidade no pais vão procurar o que fazer.

    1. Ótimo comentário e só diz a verdade parabéns
      O Brasil precisa começar a dar valor a quem merece

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Polícia

PF procede extradição de português condenado por tráfico de drogas

A Polícia Federal procedeu na madrugada desta sexta-feira, 16/3, a extradição de um português, 45 anos, que estava custodiado no CDP de Macaíba onde aguardava o trâmite legal do processo. A sua prisão em 2017 foi em decorrência do cumprimento de um mandado expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Na época, o estrangeiro, que era procurado pela Interpol, foi detido quando saía de um condomínio de luxo onde morava em Parnamirim, na Grande Natal. Ele estava foragido no Brasil desde 2008 e tinha sido condenado a cumprir uma pena de 10 anos por tráfico de drogas e porte ilegal de arma pela justiça de Portugal.

O Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), do Ministério da Justiça participou dos procedimentos do processo e o homem embarcou para o seu país de origem após ser entregue pela PF aos policiais portugueses no aeroporto internacional Aluízio Alves, em São
Gonçalo do Amarante/RN.

Opinião dos leitores

  1. Nunca antes na história desse país teve um ministério de um presidente e um número de agremiação partidária desse presidente envolvidos comprovadamente com falcatruas e ainda tem defensores dessa corja, pior é que muitos desses defensores só tem uma boquinha no sindicato ou um empreguin q ganha Micharia. desses 13 anos, só a lembrança das cachaças e pão com mortadela com os cargos comissionados (hoje ricos) daquela época. Kkkkkkkk

  2. BOM É SER TUCANO
    Justiça Federal manda destruir dados de quebra de sigilo de FHC e nem sai um post para registrar essa notícia?

    Pois é, o juiz Marcus Vinicius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal em Brasília, mandou destruir os dados na quebra de sigilo fiscal e bancário do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e de duas empresas ligadas ao tucano; a decisão do magistrado atende a um determinação do TRF-1, que decidiu pela prescrição dos supostos crimes investigados; a investigação começou por causa de uma entrevista da jornalista Mirian Dutra, concedida à Folha; ex-amante de FHC, ela disse que ele utilizou a empresa Brasif Importação e Exportação para enviar dinheiro para o exterior.
    Vai publicar essa notícia no Blog BG?

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Política

Para PT, prioridade é financiar campanha de Lula e reeleição de parlamentes

Apesar de falar que a renovação política é um desafio para as próximas eleições, o PT vai priorizar na divisão do bolo do fundo eleitoral a eleição presidencial e a recondução de parlamentares que já têm mandato no Congresso Nacional.

Resolução da Executiva Nacional do partido aprovada ontem e divulgada nesta sexta-feira determina que a prioridade da legenda será o financiamento da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode não participar das eleições se mantida sua condenação judicial. O partido afirma que tem o desafio de “disputar o coração dos brasileiros” e eleger seu candidato. “A eleição do companheiro Lula para a presidência do Brasil é a principal prioridade do Partido dos Trabalhadores na estratégia eleitoral de 2018”, diz o texto.

Após isso, em ordem de prioridade, o partido destinará a maior parte dos recursos para a eleição de deputados e senadores “priorizando os(as) candidatos(as) à reeleição e aqueles(as) com viabilidade eleitoral”, conforme a resolução.

Na sequência, a recondução do PT nos cinco Estados governados pelo partido está elencada na distribuição de recursos, seguida da eleição de deputados estaduais. Por último, haverá uma destinação de valores para campanhas em favor do voto em legenda, visando ampliar a bancada federal.

O partido promete ainda estimular a busca por financiamento coletivo de pessoas físicas para aumentar os recursos, já que esta eleição será o primeiro pleito presidencial após a proibição do financiamento de empresas.

Na resolução, a legenda reconhece que o dinheiro disponível este ano não será suficiente para bancar uma campanha como o partido gostaria. E, apesar de priorizar a campanha de Lula e a reeleição de parlamentares, fala em renovação.

“O estabelecimento de prioridades é o primeiro passo para a construção dessa política, mas há outros desafios que precisarão ser enfrentados para alcançarmos o respeito à diversidade partidária, o desejo por renovação e a ampliação do nosso espaço na sociedade e no sistema político”, diz a resolução.

A reunião que aprovou a resolução sobre o financiamento eleitoral foi a mesma que apresentou outro documento no qual diz que o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) faz parte do mesmo processo político que levou à condenação do ex-presidente e que pode culminar com a prisão do petista.

 

Terra

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Diversos

Aprenda a receita de chá gelado de camomila com abacaxi e hortelã para os dias quentes

Aprenda a receita de chá gelado de camomila com abacaxi e hortelã

Que aprender uma receita deliciosa de chá gelado de camomila, abacaxi e hortelã? Então pega o papel e a caneta para refrescar os dias quentes de verão.

INGREDIENTES

2 saquinhos de chá de camomila

1 xícara de abacaxi em cubos

1 limão

Folhas de hortelã

MODO DE PREPARO

Fazer a infusão de chá em 500ml de água. Reservar para esfriar.

Macerar os cubos de abacaxi, com o suco de limão e as folhas de hortelã.

Adicionar os cubos de gelo e o chá.

Misturar bem e decorar com ¼ de fatia de abacaxi.

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Polícia

Em depoimento, testemunha que estava no carro com Marielle conta como foi a hora do crime

Vereadora Marielle Franco (PSOL) Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Cerca de dez dias antes do assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Pedro Gomes, uma funcionária da vereadora foi abordada de forma ameaçadora em um ponto de ônibus. De acordo com o depoimento prestado pela única sobrevivente do crime na Delegacia de Homicídios da capital, a que O GLOBO teve acesso com exclusividade, um homem questionou, em tom ameaçador, se a funcionária trabalhava com Marielle. Ainda de acordo com o depoimento, a mulher, que trabalha administrativamente, estranhou, na ocasião, o tom ameaçador e o fato de terem ligado o nome dela ao da vereadora.

Em seu depoimento, no entanto, a assessora conta que Marielle não comentou em nenhum momento que estava sendo ameaçada. Ainda segundo ela, a vereadora recebia muitas denúncias de moradores principalmente da área do 41º BPM (Irajá), onde ela havia atuado como coordenadora na Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania entre 2013 e 2016, sobre a atuação de milícias e violência policial. Segundo a assessora, enquanto atuava como coordenadora Marielle tinha uma rede de moradores bem articulados que tinham acesso a ela para pedir ajuda.

Ainda de acordo com o depoimento, a assessora que estava no carro contou que não percebeu que eles estavam sendo seguidos, e que segundos antes de ouvir os barulho da rajada de tiros, a vereadora teria falado “ué?”, em tom de dúvida, logo assim que o veículo entrou na Rua João Paulo I, no bairro do Estácio, local do assassinato. Quando atingido, o motorista teria dito apenas “ai”. A assessora contou também que se abaixou para tentar se proteger, e Marielle caiu sobre ela.

O carro, que estava em velocidade baixa, continuou andando. Foi a assessora que conseguiu se esticar e puxar o freio de mão para parar o veículo. Ainda de acordo com o depoimento, a vereadora sentava-se normalmente no banco do carona, mas naquele dia resolveu sentar atrás, junto com ela, já que as duas estavam escolhendo algumas fotos do encontro com outras mulheres que tinham acabado de participar, na Lapa. Imagens de uma câmera de segurança mostram o momento em que Marielle, a assessora e o motorista deixam o local.

Em seu depoimento, a sobrevivente disse que os tiros pareciam ter vindo da parte de trás, na diagonal. Logo depois do crime, ela contou que não viu nenhum carro ou moto próximos, e que pediu ajuda aos populares que passavam pelo local.

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Geral

Herval Sampaio triunfa na Amarn e anuncia campanha para resgatar imagem do Judiciário

Por Dinarte Assunção

“A quem interessa um Judiciário fraco?”. Com essa indagação o juiz Herval Sampaio saudou a reportagem, minutos após sua vitória ter sido proclamada sobre Azevedo Hamilton na disputa pela Associação de Magistrados do RN.

O placar final foi de 190 a 99.

“A imagem do Judiciário está combalida. A imagem dos juízes vem sendo atacada. A sociedade está enraizando impressões que enfraquecem o judiciário. Os poderosos que estão por trás da tentativa de enfraquecer o Judiciário serão enfrentados”, cravou o presidente eleito da Amarn.

Ele ainda anunciou que pretende adotar medidas junto ao Tribunal de Justiça para democratizar a prestação jurisdicional e também tratou de corrigir uma impressão comum.

“Juiz não é inacessível. Temos metas a cumprir e trabalhamos para a melhor prestação de serviços à sociedade”, enfatizou.

Opinião dos leitores

  1. um grande magistrado, um excelente ser humano. a amarn estar bem representada, que Deus lhe ilumine sempre dr Herval.

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Diversos

Veja quais são as atrações e receitas do Programa Papo de Fogão deste sábado

O Papo de Fogão de amanhã será com a empresária Sheila Salles, que vai dar dicas de como receber amigos em casa e decoração de eventos.

E você vai aprender a fazer um delicioso Salmão com Creme de Bacon e Batatas ao Murro e um Dog de Boteco.
Não perca, amanhã na Tv Ponta Negra, 9h.

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Diversos

Com 1370 vagas, IFRN divulga editais para cursos técnicos

A Pró-Reitoria de Ensino (Proen) divulgou nesta sexta-feira (16) o Edital 09/2018 – Processo seletivo para os cursos técnicos de nível médio na forma subsequente e o Edital 10/2018 – Processo seletivo para os cursos técnicos de nível médio na forma integrada na modalidade Educação de Jovens e Adultos. Os cursos iniciarão no segundo semestre letivo de 2018.

As inscrições devem ser realizadas no Portal do Candidato (https://processoseletivo.ifrn.edu.br/​), no período de 19 de março de 2018, a partir das 14h até o dia 12 de abril de 2018 às 18h, horário local. O candidato pode solicitar a isenção de pagamento da taxa de inscrição no período de 19 a 27 de março de 2018, até 22h, horário local, também no Portal do Candidato.

As provas serão realizadas no dia 13 de maio de 2018, entre 8h e 12h, nas cidades onde os candidatos, se aprovados, serão matriculados e frequentarão os cursos. Os candidatos devem chegar no local onde realizarão a prova, entre 07h e 07h45min.

Podem se inscrever para os cursos técnicos de nível médio na forma subsequente, portadores de certificado de conclusão do Ensino Médio ou de curso equivalente. Já para os cursos técnicos de nível médio na forma integrada na modalidade Educação de Jovens e Adultos, as inscrições são destinadas aos portadores de certificado de conclusão do Ensino Fundamental (ou de curso equivalente), que desejem cursar o ensino médio integrado a uma formação profissional e que tenham 18 anos completos até o último dia de matrícula.

O cronograma dos processos seletivos e os respectivos anexos estão disponíveis nos editais, confira:

Edital 09/2018 – Processo seletivo para os cursos técnicos de nível médio na forma subsequente

Edital 10/2018 – Processo seletivo para os cursos técnicos de nível médio na forma integrada na modalidade Educação de Jovens e Adultos​

 

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