Túlio Gadelha já fez duras críticas contra a Rede Globo, a quem chamou de ‘golpista’, e ainda participou de passeatas contra o ‘monopólio da emissora’. Em uma de suas postagens sobrou até para William Bonner, ex-marido de Fátima Bernardes. Túlio fez um post onde ele corrigia uma matéria do apresentador do ‘Jornal Nacional’. Já sobre Faustão, Túlio disse que o conteúdo do programa é tão ruim, mas tão ruim que o obrigava a ler um livro.
Formado em direito, ele já trabalhou como assistente de professor de educação física em uma academia de Recife. Segundo amigos próximos, a empresa pertencia a uma amiga da família. Túlio não é formado em Educação Física.
Em 2016, Túlio postou no Facebook um artigo sobre mulheres separadas escrito por Walcyr Carrasco para a revista ‘Época’. A coluna reproduz um trecho do artigo, que reflete como o político enxerga o dito ‘sexo frágil’: “Quando a mulher se separa, passa por dois momentos. O primeiro é de alívio, por se ver livre do chato do marido, de uma relação ruim ou simplesmente da monotonia de um casamento sem paixão. O segundo é descoberta de que não é bem assim. A separada perde seu grupo de amizade, antes formado por casais felizes. As amigas não vão trazer para o churrasco alguém que agora pode se tornar uma rival. Nada é dito. Mas de repente ela não tem o que fazer no fim de semana. Descobre a solidão. Para surpresa das (…) cinquentonas, muitos rapazes mais novos adoram mulheres mais velhas. Admira-se!”.
De repente um simples cidadão passou a ser celebridade nacional em razão de um namoro e sua vida foi e tá sendo devassada de fio a pavio.
É o fim da picada.
Felipe Massa não continuará na Fórmula 1 em 2018. O brasileiro anunciou em seus perfis nas redes sociais, neste sábado, que não irá renovar com a Williams e, por isso, as provas no Brasil e em Abu Dhabi serão suas duas últimas na sua carreira de muitas conquistas e um quase título mundial.
“Fala, pessoal! Como vocês sabem, no ano passado eu anunciei que iria encerrar minha carreira na Fórmula 1, mas a Williams me pediu para continuar mais uma temporada e eu continuei. Mas desta vez é verdade. Minhas últimas corridas de Fórmula 1 serão em Interlagos, no Brasil, e em Abu Dhabi”, afirmou Massa em vídeo postado em sua conta pessoal no Instagram.
O brasileiro finalizou o vídeo agradecendo a todos que apoiaram seu trabalho e que deverá continuar correndo em outras categorias.”Em Abu Dhabi, gostaria de agradecer todo o carinho e suporte da minha família, dos meus amigos, dos meus patrocinadores e de todos vocês que torceram por mim durante todo esse tempo, e que continuem torcendo por mim em outras categorias e campeonatos pela frente. Nos vemos no Brasil e em Abu Dhabi. Um grande beijo a todos e valeu!”.
Neste ano, Massa não teve números expressivos e está atualmente na 11ª posição no ranking geral da temporada da Fórmula 1. Seu melhor momento na carreira foi em 2008, quando ficou muito próximo de ser campeão mundial e quebrar um jejum brasileiro de mais de quinze anos, já que o último foi Ayrton Senna, em 1991. Felipe ganhou a corrida decisiva no GP de Interlagos, porém viu o britânico Lewis Hamilton ultrapassar o alemão Timo Glock na última curva e conquistar a inédita conquista.
Outro momento marcante na carreira de Massa, mas desta vez no lado negativo, foi em 2009 quando uma mola desprendeu do carro de Rubens Barrichello, atingiu o capacete de Felipe e o deixou desacordado a mais de 200 km/h,o que causou uma série preocupação pelo estado de saúde do brasileiro, que ficou afastado por um tempo para conseguir se recuperar do grave acidente.
A estreia do brasileiro na Fórmula 1 foi no Grande Prêmio da Austrália, em 2002, na época pilotando a Sauber. Na temporada seguinte, passou a ser piloto de testes da Ferrari, que tinha como dupla titular Michael Schumacher e Rubens Barrichello. Em 2004 e 2005, trabalhou novamente pela equipe de Peter Sauber. Já no ano posterior, Massa se transferiu para a Ferrari, na qual viveu os melhores momentos de sua carreira. A despedida da escuderia italiana aconteceu em 2013.
Em seguida, o piloto nascido em Botucatu, no interior paulista, passou a correr pela Williams, chegando a anunciar sua aposentadoria no fim do ano passado. Na época, aquela que deveria ser sua última participação em Interlagos terminou de forma emocionante, com choro e homenagens de torcedores e companheiros de F1.
Porém, com a ida de Valtteri Bottas para substituir Nico Rosberg na Mercedes, no início de 2016, Massa acabou aceitando o convite da Williams para permanecer por mais uma temporada. Nas semanas passadas, aumentou a expectativa sobre o futuro do brasileiro, que encerrou o mistério neste sábado, confirmando a aposentadoria.
Em sua carreira na categoria, o esportista disputou até agora 267 corridas, com 11 vitórias. Massa também cravou 16 pole positions e subiu no pódio 41 vezes. As classificações finais em cada uma de suas temporadas até 2016 foram as seguintes: 2002 (13º), 2004 (12º), 2005 (13º), 2006 (3º), 2007 (4º), 2008 (2º), 2009 (11º), 2010 (6º), 2011 (6º), 2012 (7º), 2013 (8º), 2014 (7º), 2015 (6º) e 2016 (11º).
O deputado André Amaral (PMDB-PB) pediu para viajar às custas da Câmara para assistir a um campeonato de kart em Portugal. A competição começa neste sábado e dura uma semana. Procurada pelo GLOBO, a presidência da Câmara não autorizou a viagem oficial.
A edição do ano que vem do Rotax Max Challenge, torneio de kart, será em Conde (PB). O deputado do estado diz em redes sociais que foi o “principal interlocutor político” para a “conquista”.
— Quem sabe a Paraíba não pode produzir um campeão mundial do automobilismo? — afirmou em um vídeo publicado ontem, quando esperava a autorização da Câmara para o custeio da viagem e das diárias. O torneio é em Portimão, na região do Algarve.
Ontem, o GLOBO procurou o deputado e a presidência da Câmara, que autoriza viagens em missões oficiais para fora do país. A assessoria de André Amaral afirmou que ainda aguardava o aval da Câmara, mas confirmou que a ida a Portugal aconteceria nos próximos dias. A Câmara disse que ainda analisava o pedido. No fim do dia, a presidência da Casa rejeitou o pleito do deputado. A assessoria de André Amaral não quis comentar a recusa.
André Amaral, de 27 anos, é suplente do deputado Manoel Júnior, também do PMDB paraibano, que foi eleito vice-prefeito de João Pessoa.
DIÁRIAS POLÊMICAS
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e mais nove deputados estão em viagem oficial de nove dias por Israel, Palestina, Itália e Portugal. Após a má repercussão do custo da viagem com dinheiro público, a Câmara informou que Maia abriu mão de receber diárias durante o tour, alegando que parte das despesas será custeada pelos anfitriões dos eventos dos quais participará. Mas, na verdade, não haverá limite para o gasto, pois o custo da viagem com avião e outros itens só será conhecido ao final, conforme a própria Casa informou.
A diária de US$ 550, que corresponde a R$ 1.800 no câmbio de ontem, por cinco dias, será paga aos demais nove parlamentares integrantes da comitiva oficial. Há ainda os gastos e diárias dos servidores que acompanham a comitiva. O dia de hoje será para passeio, classificado na programação oficial de “agenda privada”, e o domingo livre para retorno a Brasília. (*especial para O GLOBO)
A violência no país no século 21 apresenta um fenômeno marcante: a explosão de assassinatos na região Nordeste. Em 2016, segundo os dados do anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgado na última segunda-feira (30), foram 24.825 assassinatos, o que coloca seis Estados da região no ranking dos dez campeões em taxa de CVLI – sigla que designa Crimes Violentos Letais Intencionais, que agrega as ocorrências de assassinatos, incluindo homicídio doloso, latrocínio e lesão corporal seguida de morte.
Um dos traços da violência que marca a região é o revezamento de Estados entre os líderes de assassinatos no país. Nos últimos 10 anos, sete dos nove Estados nordestinos apareceram pelo menos uma vez entre os quatro mais violentos do país: Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Curiosamente, os Estados que não ingressaram são justamente os mais próximos ao Norte: Piauí e Maranhão.
Ao longo desse período, o número de homicídios no Nordeste cresceu 58%, saltando de 15.706 assassinatos, em 2007, para 24.825 em 2016.
Alagoas foi o líder nacional de assassinatos por oito anos, entre 2007 e 2014. Nesse período, Alagoas atingiu, em 2011, a maior taxa de assassinatos já registrada por um Estado no país: 73,6 assassinatos por cada 100 mil habitantes – no país, a taxa foi de 24,3 por 100 mil naquele ano.
Migração entre divisas
A análise dos dados aponta para uma migração de crimes entre os Estados que fazem divisa. Alagoas, por exemplo, “recebeu” a ponta do ranking de seu vizinho Pernambuco – que deixou a liderança nacional em 2006. Outro vizinho pernambucano, a Paraíba chegou a aparecer na segunda colocação de taxa de homicídios do país em 2011.
Curiosamente, Alagoas deixou de ser líder nacional de mortes em 2015 e passou a liderança para o seu vizinho ao sul, Sergipe — que também foi campeão na taxa de mortes em 2016.
“Claro que quando a gente aperta aqui existe uma tendência desses traficantes, homicidas, principalmente os faccionados, correrem para outra região que não está tendo a mesma observância da segurança. Isso ocorre muito da capital para o interior, da cidade para a zona rural, e também de um Estado para o outro”, explica
o secretário-executivo de políticas da Secretaria de Segurança Pública de Alagoas, Manoel Acácio Júnior.
Ele afirma que é comum grupos atuem em mais de um Estado, e que operações em conjunto são uma forma de atuar nesse sentido. No dia 19 de setembro, por exemplo, uma grande operação da Polícia Civil de Alagoas e Sergipe desarticulou um centro de distribuição de entorpecentes em Aracaju.
“Nas últimas operações a gente conseguiu uma grande quantidade drogas fora do Estado. Entendemos que o grosso da droga está ficando em outros Estados, e o varejo está vindo pra cá”, explica.
Faltam políticas abrangentes, diz pesquisador
Para o pesquisador Ivenio Hermes, coordenador do Observatório da Violência Letal Intencional, ligado à Universidade Federal Rural do Semi Árido, há falta de políticas públicas que sejam abrangentes a mais de um Estado.
“As poucas políticas que foram deflagradas em alguns Estados não enxergam além de seus limites espaciais, e os problemas de segurança pública e de criminalidade e violência não respeitam nada. Portanto, divisas estaduais não são observadas”, diz.
Para ele, o fato de serem Estados com poucos recursos também ajuda na migração do crime. “Há verdadeiramente um sistema migratório na intensidade da prática do crime de acordo com as políticas deflagradas nos Estados”, afirma.
Violência sem controle?
Mas por que o Nordeste não consegue frear o aumento mortes, mesmo com registros acima da média nacional por tantos anos?
Segundo Cesar Barreira, integrante do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e professor da UFC (Universidade Federal do Ceará), a escalada da violência no Nordeste decorre de vários fatores, como a influência de Estados do Sudeste.
“Pra mim, essa nossa violência de certa migração de determinados crimes e bandidos e de práticas criminosas do Sudeste. Por exemplo: crimes como assalto a bancos, na hora que houve redução em SP e Rio, essa violência veio toda para a o Nordeste”, afirma. Segundo dados dos anuários, o número de ocorrências de
assaltos a instituições financeiras caiu nos dois Estados citados, enquanto subiu no restante do país a partir de 2009. Naquele ano, São Paulo registrava 253 e o Rio, 97 casos. Em 2016 esses números caíram para 137 e 73, respectivamente. Já o número total de roubos no país cresceu de 1.013 para 1.478.
Para ele, o fenômeno mais recente e que explica a alta da violência é a força das facções criminosas. “Hoje elas estão se consolidando, com o PCC [Primeiro Comando da Capital] e Comando Vermelho se juntando com algumas facções regionais”, diz.
O presidente do Conselho de Segurança Pública do Nordeste –o secretário se Segurança Pública da Bahia, Mauricio Teles — converge com o pesquisador Cesar Barreira e diz que as facções representam um problema novo e de difícil combate na região.
“O maior desafio que percebemos é a influência de Comando Vermelho e PCC do Nordeste. Aqui existe a fragmentação no tráfico de drogas. Eu tenho o PCC, por exemplo, como maior fornecedor de droga aqui da Bahia”, afirma.
Para ele, um dos problemas principais é a falta de uma política nacional e atuação do governo federal no enfrentamento do crime. “Esse é ponto um da pauta dos secretários estaduais”, explica.
O secretário, porém, faz críticas ao anuário do Fórum Brasileiro ao afirmar que a comparação entre os Estados acaba deturpada porque existe mais de uma metodologia das unidades de federação – alguns colocam mortes violentas como “a esclarecer” (aquelas de causa externa sem uma razão determinada). Em alguns Estados, a definição só ocorre quando se conclui uma investigação policial do caso –mas que nem sempre consegue achar uma explicação.
Segundo o Fórum, os dados do anuário são inteiramente fornecidos pelos Estados. Sobre mortes a esclarecer, o anuário revela que, em 2016, foram 9.830.
O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) entraram na mira do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por propaganda eleitoral antecipada. A Corte Eleitoral deve julgar ainda neste ano dois processos que envolvem a divulgação na internet de vídeos que fazem referência às candidaturas de Lula e Bolsonaro ao Planalto. Os dois, que lideram as pesquisas, já anunciaram publicamente a intenção de concorrer em 2018.
Na Corte Eleitoral, a avaliação é a de que esses julgamentos devem estabelecer as balizas que nortearão o entendimento do tribunal sobre o tema nas eleições de 2018. A legislação permite a propaganda eleitoral somente a partir de 15 de agosto do ano da eleição e prevê multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil para quem violar a restrição.
O primeiro caso que está na pauta é o de Bolsonaro. Em 21 de setembro, o TSE iniciou o julgamento sobre a retirada da internet de vídeos de apoio ao deputado fluminense. O ministro Admar Gonzaga, que havia solicitado mais tempo para analisar o caso, deve devolver o pedido de vista nos próximos dias.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) questiona a publicação no YouTube de vídeos que mostram o parlamentar sendo recepcionado em aeroportos por simpatizantes. Para o MPE, as gravações fazem “clara menção à pretensa candidatura” do deputado. Além de acusar Bolsonaro de ter conhecimento prévio das gravações e pedir a retirada do material, o MPE quer que o deputado se abstenha de veicular peças de conteúdo similar até o início do período eleitoral do ano que vêm.
Em um dos vídeos, intitulado “Bolsonaro 2018 Vamos juntos”, o narrador fala em “apoiar o futuro presidente”. O deputado então diz que “2018 está muito longe, vamos para a rua a partir de agora. A presença de todos ajudará para mostrar que nós não estamos a favor dessa ‘canalhada’ que está no poder”. Único a votar até aqui, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes, não viu propaganda eleitoral antecipada nos vídeos.
Academia
O ex-presidente Lula também é alvo de processo no TSE por causa da veiculação de vídeos na internet. Em um deles, intitulado “Ele está voltando”, o petista aparece numa academia de ginástica ao som da trilha sonora do filme Rocky – Um Lutador, o que revela a pretensão do ex-presidente em se candidatar, de acordo com o MPE.
“A sociedade muitas vezes aceita de um e reprova o de outro. Mas o juiz não pode julgar assim. Temos de ver a questão do ponto de vista técnico, da afronta ou não à norma legal. O que interessa para a Justiça Eleitoral é a informação sobre o que é permitido ou não porque temos aí um princípio de estatura constitucional, que é a liberdade de manifestação política”, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo o ministro Admar Gonzaga, relator do caso no TSE.
O Ministério Público questionou também ao TSE a participação de Lula na “inauguração popular da Transposição de Águas do São Francisco”, em evento ocorrido na cidade de Monteiro, na Paraíba, em março deste ano. “É evidente que tais declarações revelam a inequívoca intenção do ex-presidente em anunciar e promover a sua futura candidatura.”
Para o ex-ministro do TSE Henrique Neves, com a redução no prazo de propaganda eleitoral e todas as restrições, não se deve proibir a divulgação de atos políticos na internet. “O que deve ser fiscalizado não é a divulgação, mas se o ato caracterizar abuso.”
De acordo com o TSE, não há questionamentos sobre os presidenciáveis Geraldo Alckmin (PSDB), João Doria (PSDB) e Ciro Gomes (PDT).
Outro lado
O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) disse ter confiança no julgamento que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fará dos vídeos veiculados na internet que o mostram sendo recepcionado por simpatizantes em aeroportos. “Não estimulo ninguém a fazer vídeos que contrariem a lei eleitoral, nem nada, os vídeos que eu faço eu me responsabilizo por eles. É um direito deles (simpatizantes) fazerem (os vídeos), assim como fazem vídeos contra mim”, afirmou o parlamentar. “Pela lei eleitoral, a campanha antecipada tem de ser feita de forma explícita. Isso não existe em nenhum vídeo.”
Bolsonaro disse ainda que o relator do processo no TSE, ministro Napoleão Nunes, não viu propaganda eleitoral no material publicado no YouTube – o julgamento foi iniciado em 21 de setembro, mas interrompido após pedido de vista do ministro Admar Gonzaga.
A defesa do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva informou que os vídeos questionados pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) não foram elaborados pelo petista nem por sua equipe.
“Imagens veiculadas no site de Lula no contexto de sua recuperação de um câncer foram usadas por terceiros, não cabendo ao ex-presidente qualquer responsabilidade pelo ato”, afirmou o advogado Cristiano Zanin Martins, em nota.
Absurdo, Bolsonaro em toda entrevista tem o cuidado com as palavras no tocante a anuciar sua candidatura, nunca escutei da boca dele fazer algum tipo de propaganda, ao contrario de Lula, mas mesmo assim acho que o TSE está fazendo uma confusão, esta vendo o povo se manisfestando e clamando por Bolsonaro e esta se antecipando e tentando o incriminar!!
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, negou neste sábado (4) um pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) e da Advocacia Geral da União (AGU) para permitir ao Ministério da Educação (MEC) dar nota zero a redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com teor ofensivo aos direitos humanos.
Na prática, a decisão de Cármen Lúcia mantém decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) do último dia 25 que proíbe anular a redação considerada pelos examinadores contrária aos direitos humanos e permite somente o desconto de no máximo 200 pontos (de um total de 1.000).
Porta de entrada para a maioria das universidades públicas do país, o exame começa neste domingo (5) com as provas de redação, português, literatura, língua estrangeira, história, geografia, filosofia e sociologia. Estão inscritos mais de 6,7 milhões de candidatos.
A ação foi apresentada no ano passado pela Associação Escola sem Partido e diz que o critério de correção do Enem ofende o direito à livre manifestação do pensamento, a liberdade de consciência e de crença e os princípios do pluralismo de ideias, impessoalidade e neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado, todos garantidos pela Constituição.
“Ninguém pode ser obrigado a dizer o que não pensa para poder entrar numa universidade”, diz a ação, acrescentando que que o próprio Inep, órgão do MEC que elabora a prova, desrespeita os direitos humanos ao cercear a liberdade do aluno de defender ponto de vista diferente daquele dos corretores de sua redação.
Na decisão, Cármen Lúcia diz não enxergar “lesão a interesses públicos relevantes” na decisão do TRF-1, que, para ela, “expande os direitos fundamentais”, ao garantir o exercício da liberdade de expressão e de opinião dos candidatos.
Nas ações da PGR e da AGU, os dois órgãos defenderam o critério aplicado desde 2013 no Enem que permite anular a redação de estudantes que façam “menção ou apologia” à defesa de tortura, mutilação, execução sumária ou qualquer forma de “justiça com as próprias mãos”, por exemplo.
Também seriam punidos com nota zero textos com “incitação a qualquer tipo de violência motivada por questões de raça, etnia, gênero, credo, condição física, origem geográfica ou socioeconômica; explicitação de qualquer forma de discurso de ódio”, conforme cartilha oficial de orientação aos alunos que participam do teste.
O sorteio 1.984 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 2 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (4) em Volta Redonda (RJ).
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.
No começo dos anos 1960, os cartunistas americanos William Hanna e Joseph Barbera criaram dois desenhos animados que rapidamente caíram no gosto popular e se tornaram sucessos atemporais. Os Flintstones mostravam como uma família poderia viver em um mundo pré-histórico e sem qualquer facilidade tecnológica disponível nos dias atuais. Os Jetsons, por sua vez, apresentavam um cenário oposto, mostrando personagens que viviam em um futuro distante repleto de máquinas inteligentes e serviços que facilitam a vida das pessoas. Neste momento, os políticos brasileiros estão com o papel e o lápis na mão, mas não é possível dizer em qual das animações eles estão se inspirando para desenhar o Brasil dos próximos anos. Na terça-feira 31, o Senado Federal tinha em mãos todas as ferramentas necessárias para ajudar o País a dar um passo em direção à modernidade. Mas escolheu empurrar com a barriga o PLC 28/2017, proposta para regulamentar Uber, Cabify e 99, aprovando um texto favorável às empresas de aplicativos de transporte. Mas, ao mudar sua redação, o texto volta para a Câmara, que agora precisa dar seu veredicto.
A discussão do projeto foi uma batalha que movimentou as ruas, com vários protestos por diversas capitais brasileiras tanto de taxistas, como de motoristas que apoiam os aplicativos. A briga também envolveu uma pesada campanha de publicidade patrocinada pelos aplicativos de transporte, que chamavam o projeto de “a lei do retrocesso”. “Não somos contra a regulamentação. Mas essas regras devem ser pensadas olhando para o futuro, e não para o passado”, disse Dara Khosrowshahi, CEO da Uber, que veio ao Brasil no esforço final para defender os interesses da empresa (saiba mais ao final da reportagem). “O PLC 28/2017 realmente tem o potencial de restringir o trabalho dos 500 mil motoristas da Uber no Brasil.” Por outro lado, os defensores dos taxistas discordavam. “Eles estão fazendo terrorismo dizendo que o serviço vai acabar, que as pessoas não terão mais renda e que o consumidor não terá mais transporte”, afirmou Carlos Zarattini (PT-SP), deputado federal, autor do texto aprovado na Câmara foi apreciado pelo Senado.
O caso dos aplicativos de transporte é apenas um exemplo entre vários outros em que o rápido avanço tecnológico está transformando importantes setores, como o de telecomunicações, o financeiro e o hoteleiro. Ao mesmo tempo em que não dá para barrar a inovação, é preciso encontrar um meio termo para estabelecer uma competição equilibrada com os setores tradicionais. Por essa razão, a economia digital está sob a mira dos governos. No mesmo dia em que a pauta da regulamentação dos aplicativos de transporte tramitava em Brasília, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou uma medida que fixa alíquota de Imposto Sobre Serviço (ISS) de 2,9% a ser cobrada de serviços de transmissão de áudio e vídeo pela internet, como Spotify e Netflix.
No Banco Central, corre uma consulta pública para colher subsídios que orientem a regulamentação de fintechs, principalmente aquelas que oferecem crédito. No Congresso, a Frente Parlamentar de Economia Digital e Economia Colaborativa pensa em diversas fórmulas para tributar as operações de aplicativos de locação de domicílios por temporada, como o Airbnb. O arsenal burocrático está à disposição do governo e o alvo são as empresas do futuro. “Quando novas tecnologias surgem, há conflito e revolta”, diz Marcus Quintella, coordenador do MBA de empreendedorismo da Fundação Getúlio Vargas. “Elas acabam mexendo em mercados que já estão acomodados. Isso incomoda.”
A importância desses novos negócios para o Brasil é indiscutível. Carentes de serviços de qualidade, os consumidores rapidamente abraçaram essas tecnologias como alternativas a setores tradicionais que, não raro, cobram caro por seus serviços e produtos. O caso da Uber é emblemático. Com 65 milhões de usuários e 2 milhões de motoristas cadastrados em todo o mundo, um quarto da operação está em terras brasileiras. Por aqui, são 500 mil motoristas ativos na plataforma, 17 milhões de usuários e atuação em mais de 100 cidades. Números que devem dobrar até 2019, segundo o seu CEO. Não à toa, ele percorreu os principais gabinetes da Esplanada dos Ministérios para defender os interesses da companhia. A espanhola Cabify também tem no País um de seus maiores mercados, com 1,5 milhão de usuários. A brasileira 99, que deixou de ser um aplicativo para pedir exclusivamente táxis para ser um de transporte privado, recebeu US$ 200 milhões do banco japonês Softbank e da chinesa Didi Chuxing, maior concorrente da Uber.
Diferentemente do setor de transportes, outros que são mais tecnológicos já entenderam que não é possível barrar a inovação. Para competir, as empresas tentam se atualizar. No setor bancário, por exemplo, o Bradesco criou o Next, um banco digital, para concorrer com Nubank e Original – duas fintechs puro-sangue. O Itaú migrou seus clientes de alta renda para o atendimento 100% digital. Porém, quando a inovação é demais, a saída parece ser impedi-la. Há uma semana, o bilionário Carlos Wizard Martins junto do empresário Rodrigo Borges lançaram o Social Bank. Nele, uma pessoa física pode contratar um empréstimo diretamente de outra pessoa física, como muitas vezes, de maneira informal, acontece entre um pai e seu filho ou entre dois amigos.
O Banco Central abriu o olho. “Se a instituição financeira faz a capitação junto ao público, o olhar do Banco Central será diferente. A regulamentação tem que ser compatível ao risco que ela impõe ao sistema financeiro”, disse Otávio Damaso, diretor de regulação do BC, órgão que já possui uma consulta aberta para tentar regulamentar esse tipo de operação. O fundador do banco, Rodrigo Borges, diz que nada disso é preciso. “Nós estudamos por dois anos a legislação antes de lançarmos o banco. E posso garantir: estamos respaldados por ela. O empréstimo entre duas pessoas, com a cobrança de juros, já é prevista.”
Nas telecomunicações, nem mesmo o sindicato patronal se posiciona mais contra os serviços de transmissão, como Netflix e Spotify, ou os aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, que permitem ligações entre celulares sem tarifa. O que não é possível aceitar, diz Eduardo Levy, presidente do Sinditelebrasil, é que as empresas tradicionais tenham uma carga tributária de 50%, enquanto que as startups bilionárias recolham menos do que 5%. “Todas as nossas iniciativas são para acabar com os fundos que encarecem o serviço no Brasil, diminuir a cobrança de ICMS sobre serviços essenciais. Não queremos que ninguém tenha uma carga de 50% – nem nós, nem eles”, afirma Levy.
A briga é semelhante no setor hoteleiro. Enquanto os hotéis têm uma carga de 40%, o Airbnb não paga tributos institucionalmente e repassa aos usuários o ônus de recolher 27,5% do imposto de renda. O embate entre a associação do setor, a ABIH-Nacional, e o aplicativo chegou até ao Supremo. “Ninguém é contra a modernidade, mas contra a elevada carga tributária existente para algumas empresas e inexistente para outras”, reclama Dilson Jatahy Fonseca Neto, presidente da ABIH-Nacional. O Airbnb responde. “Sempre reiteramos que novas regras para o aluguel de temporada no Brasil devem proteger a inovação, a concorrência e o empreendedorismo, buscando o maior benefício para toda a sociedade”, posicionou-se, por meio de nota.
O Banco Central abriu o olho. “Se a instituição financeira faz a capitação junto ao público, o olhar do Banco Central será diferente. A regulamentação tem que ser compatível ao risco que ela impõe ao sistema financeiro”, disse Otávio Damaso, diretor de regulação do BC, órgão que já possui uma consulta aberta para tentar regulamentar esse tipo de operação. O fundador do banco, Rodrigo Borges, diz que nada disso é preciso. “Nós estudamos por dois anos a legislação antes de lançarmos o banco. E posso garantir: estamos respaldados por ela. O empréstimo entre duas pessoas, com a cobrança de juros, já é prevista.”
Nas telecomunicações, nem mesmo o sindicato patronal se posiciona mais contra os serviços de transmissão, como Netflix e Spotify, ou os aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, que permitem ligações entre celulares sem tarifa. O que não é possível aceitar, diz Eduardo Levy, presidente do Sinditelebrasil, é que as empresas tradicionais tenham uma carga tributária de 50%, enquanto que as startups bilionárias recolham menos do que 5%. “Todas as nossas iniciativas são para acabar com os fundos que encarecem o serviço no Brasil, diminuir a cobrança de ICMS sobre serviços essenciais. Não queremos que ninguém tenha uma carga de 50% – nem nós, nem eles”, afirma Levy.
A briga é semelhante no setor hoteleiro. Enquanto os hotéis têm uma carga de 40%, o Airbnb não paga tributos institucionalmente e repassa aos usuários o ônus de recolher 27,5% do imposto de renda. O embate entre a associação do setor, a ABIH-Nacional, e o aplicativo chegou até ao Supremo. “Ninguém é contra a modernidade, mas contra a elevada carga tributária existente para algumas empresas e inexistente para outras”, reclama Dilson Jatahy Fonseca Neto, presidente da ABIH-Nacional. O Airbnb responde. “Sempre reiteramos que novas regras para o aluguel de temporada no Brasil devem proteger a inovação, a concorrência e o empreendedorismo, buscando o maior benefício para toda a sociedade”, posicionou-se, por meio de nota.
Gostaria de saber porque os taxistas, ao em vez querer embarrerar o Uber, não aproveitam a oportunidades pra pleitear a desburocratização do sistema de taxi?
Pelo menos dez prefeitos de capital são cotados para concorrer a governos estaduais, ao Senado e até à presidência da República em 2018, segundo a Folha.
O Antagonista organiza a lista de pré-candidatos:
– João Doria (PSDB), de São Paulo, à presidência ou ao governo do estado;
– Arthur Virgílio Neto (PSDB), de Manaus, à presidência (no caso improvável de vencer prévias contra Geraldo Alckmin) ou ao Senado;
– ACM Neto (DEM), de Salvador, ao governo da Bahia;
– Marcus Alexandre (PT), de Rio Branco, ao governo do Acre;
– Carlos Amastha (PSB), de Palmas, ao governo do Tocantins;
– Rui Palmeira (PSDB), de Maceió, ao governo de Alagoas;
– Luciano Cartaxo (PSD), de João Pessoa, ao governo da Paraíba;
– Carlos Eduardo (PDT), de Natal, ao governo do Rio Grande do Norte;
– Teresa Surita (PMDB), de Boa Vista, ao governo de Roraima;
– Zenaldo Coutinho (PSDB), de Belém, ao governo do Pará.
“A história mostra que deixar o cargo traz riscos: desde 1989, destes 20 prefeitos [que deixaram seus cargos para tentarem ser governadores ou senadores], 9 perderam nas urnas. Foi o caso de Tarso Genro (PT), de Porto Alegre, em 2002, e Iris Rezende (PMDB), de Goiânia, em 2010 – ambos tentaram o governo estadual.”
Enquanto isso no prejeto de cidade chamada Macaiba, os habitantes sofrem com a falta de água (no centro da cidade), com a falta de compromisso dos provedores de Internet e com o atraso dos Correios ? Ta quase uma cidade fantasma. Como dizia Fátima Ventola.. Ô SITUAÇÃO, MACAIBA..
Em entrevista à revista “FourFourTwo”, o lateral-direito Daniel Alves falou pela primeira vez sobre sua escolha pelo Paris Saint-Germain ao invés do Manchester City, de Pep Guardiola. Admirador confesso do treinador, o jogador parecia com a transferência certa ao time inglês, mas mudou seus planos.
– Haviam várias coisas a serem consideradas, e elas me levaram ao PSG. Guardiola era a principal razão, acima de todas as outras, para eu ir jogar no Manchester City. Mas no fim, teve uma oportunidade de me juntar a alguns amigos meus no PSG, em uma incrível cidade e em um clube com enorme potencial. Eu sei que posso acrescentar coisas positivas ao clube além do futebol. Fez mais sentido eu escolher Paris a Manchester nessa ocasião, mas não escondo minha admiração pelo Pep e quero jogar na Premier League um dia – revelou Dani Alves.
– Foi uma combinação de alguns fatores. Eu tenho muitos amigos no PSG, minha esposa já viveu em Paris e adora a cidade, e o clube tem uma grande ambição. Claro que eu estava hipnotizado com a ideia de trabalhar com Pep Guardiola de novo e não estava olhando para as outras opções – completou.
Dani Alves ainda revelou que se arrependeu de ir para a Juventus no verão de 2016, quando deixou o Barcelona depois de oito anos. Ele explicou que a vida em Turim não foi tão fácil.
– Eu já havia tomado a decisão de me juntar à Juventus sem olhar para todo o resto e isso afetou algumas pessoas próximas a mim. Não foi muito fácil achar vôos de Turim para ver meus filhos em Barcelona. Para minha companheira também foi difícil achar um emprego – não haviam tantas oportunidades de emprego para ela em Turim – disse.
Morreu Jairo Josino de Medeiros (82 anos), o pratico em atividade mais antigo do RN. O único no Brasil a ser pratico em dois Portos (Areia Branca e Natal).
Jairo era poeta, escritor e foi Vereador e Prefeito de Areia Branca. Deixa uma legião de viúvas e dez filhos.
Está sendo velado na Rua São José e o enterro acontecerá hoje as 17h no Morada da Paz, Emaús.
Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. – NELSON ALMEIDA / AFP
A eventual candidatura do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, à Presidência da República tem sido vista com ressalvas por alguns líderes de partidos na Câmara. Tanto aliados do governo quanto da oposição dizem que ainda é cedo para falar em nomes e que uma possível pré-candidatura do ministro poderia interferir no andamento de reformas, como a da Previdência. Entre economistas, a visão é que o maior risco para as reformas é a preocupação do Congresso com o custo político da votação de medidas impopulares, independentemente de quem estiver na corrida para o Planalto.
A confirmação de que se considera “presidenciável” foi dada pelo ministro à revista “Veja” nesta semana. Nos dias seguintes, ele negou estar no páreo, e ontem chegou a dizer que não concorrerá ao cargo “em hipótese alguma”.
— Não tomo decisões por antecipação, como tem sido uma prática na minha carreira. Até porque decisões por antecipação são uma perda de tempo — disse Meirelles, em entrevista à Rádio Gaúcha.
Mas as possíveis repercussões já circulam entre parlamentares. Para o líder do Democratas, deputado Efraim Filho (DEM-PB), o momento não é de pensar em nomes para a disputa do pleito, e a presença de Meirelles na lista de presidenciáveis “mais atrapalha do que ajuda” nas reformas.
— É hora de focar numa agenda que seja boa para o Brasil. Nós temos uma tarefa difícil, que é fazer a travessia desse fim de 2017. Acredito que a melhor estratégia é deixar 2018 para ser discutido em 2018, e não antecipar a discussão de candidaturas, especialmente de nomes — declarou o líder do DEM.
O deputado Ricardo Trípoli (PSDB-SP), líder do PSDB na Câmara, também criticou a antecipação do debate sobre possíveis presidenciáveis.
— Acho que é prematuro lançar qualquer candidato agora, e não vejo isso como algo benéfico para o avanço das reformas. Eleição é só o ano que vem, agora é um ano de estabilizar o país. Você não pode provocar e antecipar um processo que nem começou. Nós ainda temos grandes desafios e não podemos jogar o país numa aventura — defendeu Ricardo Trípoli.
Do lado da oposição, o deputado Carlos Zarattini (PT-SP), líder do partido, disse acreditar que a reforma da Previdência já encontra dificuldades para avançar. Mas ele reconheceu que uma provável candidatura do ministro da Fazenda pode ajudar a compôr forças entre aqueles que se opõem ao próprio ministro e às reformas.
— A reforma da Previdência já está com dificuldade de avançar pela impopularidade dela, pela forma como ela foi elaborada, sem nenhuma interação e discussão com a população. O Meirelles fica fazendo essas afirmações no sentido de que vai votar só para agradar o mercado. Agora, evidentemente que ele, na medida em que aparece como candidato, acaba aglutinando as forças que são contra ele e contra as propostas dele também, e isso não ajuda o camarada a ser candidato — disse Zarattini.
Já no partido do ministro, o PSD, a perspectiva é mais otimista. O líder da sigla na Câmara, deputado Marcos Montes (MG), reconheceu que ainda é cedo para colocar nomes, mas disse que a bancada da legenda tem reivindicado a candidatura de Meirelles:
— Acho que não atrapalha as reformas. Pelo contrário, o risco é exatamente pelo momento que nós estamos, não por uma eventual candidatura. Nós conversamos com ele há um mês com a ideia de colocar seu nome para a avaliação da sociedade e da própria imprensa. E ele é muito competente, não tem ainda aquele verniz político que precisa ter, mas o nome dele está colocado, de uma forma até um pouco cedo. Cabe agora avaliar. Se vai ser uma candidatura que se viabilizará e terá competitividade, só o tempo dirá.
DEPUTADOS SERÃO CANDIDATOS
A aprovação de reformas como a da Previdência é vista como fundamental por boa parte dos economistas. Na avaliação de José Julio Senna, ex-diretor do Banco Central e chefe do Centro de Estudos Monetários da FGV, os deputados estarão mais preocupados com as próprias candidaturas, seja agora, seja em 2018, e esse seria o principal risco, não a declaração de Meirelles. Ele acrescenta que vê como urgente o avanço da medida.
— A reforma deve vir em ondas, não com uma bala de prata com abrangência sobre todas as mudanças. Então, quanto antes começar essa caminhada, melhor. A economia sem as reformas está muito vulnerável — afirma o economista.
Já Luiz Roberto Cunha, professor de economia da PUC-Rio e um dos intelectuais ligados ao PSDB, acredita que a fala do ministro cria um ruído, em um cenário já conturbado por um cenário político difícil.
— Se a declaração for interpretada como uma vontade, de fato, de o Meirelles concorrer, pode criar um prejuízo para a negociação das reformas. Nesse quadro muito fragmentado, de candidaturas, principalmente pelo centro, obviamente não é hora de mais gente ficar criando ruído — afirma Cunha.
Apesar de admitir o risco de turbulência, Cunha não acredita que Meirelles, em uma eventual campanha, deixará o lado candidato interferir na defesa das reformas. Principalmente porque considera que o ministro sabe que, sem uma sinalização positiva sobre as medidas, será mais difícil para qualquer um tocar o país a partir de 2019.
— Mesmo candidato, ele não poderia deixar de trabalhar pelas reformas. Ele só teria chance de ser candidato mais à frente com a economia se recuperando — completa.
Dois homens foram assassinados durante uma partida de futebol na noite desta sexta-feira (3), em São Gonçalo do Amarante, Grande Natal. José Edenilson Nascimento da Silva, de 19 anos, e Jonathan Ferreira da Silva, de 21, foram executados dentro de uma quadra de futsal.
De acordo com a polícia, o crime aconteceu no distrito de Pajuçara. Um grupo de amigos jogava futebol no local, quando cinco homens, todos armados e encapuzados, entraram na quadra e ordenaram que todos deitassem no chão. Ao identificarem José Edenilson e Jonathan da Silva, atiraram contra os dois.
Segundo a Polícia Militar, foram vários disparos, todos nas cabeças das vítimas. Os dois morreram antes que pudessem ser socorridos ao hospital. A Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) esteve na cena do crime para colher as primeiras investigações ainda na sexta (3). O caso deve ser investigado pela Delegacia de São Gonçalo do Amarante.
Estudantes farão Enem nos dias 5 e 12 de novembro – Agência O Globo
BRASÍLIA e RIO- Às vésperas da realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a correção da redação ainda é uma questão judicial indefinida. O Ministério da Educação (MEC) tenta suspender na Justiça uma liminar que impede que redações que desrespeitem os direitos humanos fiquem com nota zero, como prevê o edital do Enem. A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu nesta sexta-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) de liminar do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que atendeu ao pedido da Associação Escola Sem Partido para que o respeito aos direitos humanos não sirva de critério para anular redações. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também pediu a suspensão da liminar ao STF. A questão deve ser analisada pela ministra Cármen Lúcia no plantão do STF.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia que aplica o Enem, declarou que o objetivo do recurso é garantir maior segurança quanto às regras que serão consideradas na correção das provas. A Associação Escola Sem Partido argumenta que o item que prevê a não correção de redações cujo texto atente contra os diretos humanos é inconstitucional. O Inep e o MEC não concordam. O ministro da Educação, Mendonça Filho, já recomendou que os alunos sigam as instruções do edital do Enem e respeitem os direitos humanos, sob pena de não serem bem-sucedidos. Ontem, em pronunciamento oficial em cadeia de rádio e TV, o ministro não falou no assunto. Apenas enumerou as medidas de segurança tomadas pelo MEC “para que o candidato tenha tranquilidade em relação à lisura do exame”.
A recomendação do ministro em relação à redação é seguida por educadores ouvidos pelo GLOBO. No Manual de Redação do Enem, que norteia a correção da prova, é dito que os direitos humanos têm que ser respeitados na proposta de intervenção. Como esta é uma das cinco competências avaliadas, mesmo que a nota não seja zerada em caso de violação, o candidato poderá perder pontos na sua nota final.
— O aluno tem que lembrar que o critério retirado, por enquanto, é o que anula a redação em caso de violação dos direitos humanos, mas a competência 5 continua valendo e exige isso. Ou seja, embora a redação não seja anulada, ele está sujeito à perda de pontos. O aluno deve fazer um discurso que seja compatível com a democracia e os direitos fundamentais. É o que vale na redação e na vida — afirma o coordenador de Redação do Colégio de A a Z, Rafael Pinna.
Embora tenha aplicado quase R$ 1,3 bilhão em multas às operadoras de saúde em 2016, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), responsável pela regulação do setor, recebeu somente R$ 172 milhões -13%.
O cenário é semelhante no acumulado de cinco anos, quando a arrecadação se limitou a 19% -R$ 493 milhões dos R$ 2,6 bilhões cobrados.
Ao mesmo tempo, crescem os valores aplicados em multas por irregularidades cometidas pelos planos. Em 2016, a quantia mais que dobrou em relação ao ano anterior.
Neste ano, até outubro, dados obtidos pela Folha apontam a aplicação de 12.078 multas, num total de R$ 1,1 bilhão, indicando a possibilidade de novo recorde. Questionada, a ANS atribui esse aumento a uma força-tarefa para redução do passivo de processos no setor. Mas especialistas questionam a baixa punição.
“O modelo atual ainda é permissivo”, afirma Ana Carolina Navarrete, pesquisadora em saúde do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). “Se não investe na arrecadação, acaba batendo com luva de pelica.”
Na última semana, parecer apresentado à comissão do Congresso que analisa mudanças na lei dos planos gerou polêmica ao propor redução no valor das multas. Hoje, variam de R$ 5.000 e R$ 1 milhão, a depender da infração. Nos casos de negativa de cobertura prevista em lei, o valor é fixado em R$ 80 mil.
A proposta do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), relator da matéria, prevê que, nos casos de negativa “injustificada” de atendimento, a multa não ultrapasse dez vezes o valor do procedimento. Se uma consulta custa R$ 80, a multa seria de até R$ 800.
A medida deve afetar de forma expressiva o valor das sanções aplicadas. Sete em cada dez multas são por problemas de cobertura. Marinho diz que a proposta segue os princípios de “razoabilidade e proporcionalidade” e visa impedir que o valor aplicado em multas seja repassado aos consumidores.
Percebam o quanto tem de grandes empresas que sonegam e o governo vem e dispensa a multa ou seja o lá o que for, esse toma lá da cá de favores é uma vergonha, ou nós a massa toma ás rédeas dessa por…. ou então amigos engulam esse abacaxi sem reclamar.!
De fato seria muito bom que com a redução das multas os planos de saúde diminuíssem as mensalidades, todavia, em nosso país o efeito é inverso. Quando a ANAC permitiu a cobrança pela mala embarcada o discurso era o mesmo "o valor da passagem vai baixar", no entanto, não foi o que ocorreu. Enfim, só nos resta lamentar, pois ao final pagaremos a conta mais uma vez.
Quando eu falo que esse país é um lugar de gente bos…. muitos me criticam. Se fosse quase ser humano normal sem poderes ou regalias perderia até as calças, mas como se trata de empresa com seus tentáculos infiltrados em tudo que é lugar e principalmente no congresso " ANTRO DA MARGINALIDADE E CORRUPÇÃO", resultado, não dá em nada. O pobre no final das contasvé quem paga sempre. Acordem Brasileiros.
E um Petista
curriculum riquíssimo…..rssssssss
Esse rapaz quiz aparecer, apareceu!!
De repente um simples cidadão passou a ser celebridade nacional em razão de um namoro e sua vida foi e tá sendo devassada de fio a pavio.
É o fim da picada.