O governo está avaliando a conveniência ou não de adotar o horário de verão neste ano, de acordo com informação da Casa Civil da Presidência da República.
Desde 2008, um decreto presidencial estabelece as datas para o início e término do programa de economia de energia.
A última edição foi de 16 de outubro de 2016 a 19 de fevereiro de 2017. No período, a economia foi de R$ 159,5 milhões, decorrentes da redução do uso de usinas termelétricas para complementar a geração de energia.
O valor ficou abaixo do verificado na edição anterior (2015/2016), quando foram poupados R$ 162 milhões.
A economia reflete o maior uso de iluminação natural neste período, quando os relógios são adiantados em uma hora nos Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. A alteração não vigora nos Estados do Norte e Nordeste.
O horário de verão vem perdendo importância. Nos últimos anos, o horário de pico no consumo de energia se deslocou do início da noite para o início da tarde, principalmente no verão, quando um maior número de aparelhos de ar condicionado estão em operação.
O programa foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 1931/1932 e vem sendo adotado continuadamente desde 1985.
Um país com tantos recursos naturais, com sol quase o ano inteiro em alguns estados, possibilitando incentivo no campo da energia solar. Mas…….. o ralo da corrupção leva tudo, sobra para o trabalhador acordar às 4h da matina.
É destaque no portal G1-RN. Um homem morreu e o secretário de Saúde de Paraú, cidade da região Oeste potiguar, foi baleado na noite dessa quarta-feira (20), por volta das 20h40, no bairro de Cidade da Esperança, na Zona Oeste de Natal. Segundo a Polícia Militar, as vítimas foram atingidas em meio a um tiroteio que aconteceu durante uma briga próximo da rodoviária. Na ocasião, um homem identificado como Márcio Galdino de Macedo, de 32 anos, se desentendeu com Erinaldo Bezerra da Silva, que tem a mesma idade. Após a confusão, Márcio atirou várias vezes contra Erinaldo, que não resistiu aos ferimentos. Próximo da confusão estava Antônio Rogério Peixoto Neto, secretário de Saúde de Paraú, que acabou atingido por um dos disparos. Confira matéria completa aqui
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Rodeado por correligionários denunciados —Moreira Franco e Eliseu Padilha— ou presos —Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Rodrigo Rocha Loures— Michel Temer afirma estar levando a culpa por mera associação. Sem citar nomes, declarou:
“O que aconteceu comigo foi exatamente isso. Você é presidente da República, da Câmara, vice-presidente, presidente de um partido, você encontra pessoas que tiram fotos com você, recebe bilhetes, pessoas convivem com você, e aí praticam um ilícito qualquer, aí você também é delituoso. Isso está acontecendo com muita frequência no Brasil.”
As declarações de Temer foram feitas numa entrevista à Reuters, em Nova York, antes de voar de volta pra o Brasil. Tomado pelas palavras, o presidente parecia sentir-se como uma espécie de navio que abandona os ratos. Além de jogar os amigos ao mar, sustentou que a apuração dos crimes deve ser levada às últimas consequências: “Eu acho que devem ser apurados e apurados até o seu final. Verificar quem são realmente os praticantes de ilícitos e quem não são.”
Numa evidência de que o cinismo vai se tornando uma forma de patriotismo, Temer esqueceu o papel de coveiro de denúncias que desempenha na Câmara para declarar o seguinte: “Eu acho que a Justiça tem que continuar funcionamento no Brasil, como funciona, se não tira a credibilidade.”
Posicionou-se contra a ideia de anistiar criminosos: “Se a gente disser agora ‘nós vamos fazer uma anistia plena, geral e irrestrita para todos aqueles que eventualmente cometerem ilícitos’, isso tira a credibilidade institucional.”
Denunciado um par de vezes pela Procuradoria-Geral da República, Temer reduziu seus problemas a uma perseguição de seus rivais: “O que está acontecendo é isso: uma oposição radical. Ela leva às últimas consequências. Mas volto a dizer: essas coisas têm que ser apuradas e eu não me preocupo minimamente com isso.”
De volta a Brasília, Temer desperdiçará o grosso do seu tempo preocupando-se com a organização do funeral da nova denúncia que o Supremo Tribunal Federal decidiu enviar à Câmara. A exemplo do que fez com a acusação de corrupção passiva, o presidente deseja enterrar também os indícios de que pode ter formado uma organização criminosa. Fará qualquer coisa para impedir a apuração de fatos que seu gogó apreciaria ver investigados.
“As instituições estão funcionando regularmente. O Judiciário funciona regulamente, o Legislativo, o Ministério Público. Tanto que quando há essas afirmações elas são apuradas”, declarou.
Temer acrescentou: “Até no meu caso você sabe que há manifestações. Mas essa matéria está toda no Judiciário. Claro que eu digo aqui que são inverdades absolutas, com um certo desejo de que o Brasil está nessa ou aquela posição na corrupção. Mas o fato é que a corrupção está sendo combatida.”
"O golpe civil fracassou. Pode vir aí o golpe militar. Foi o que deu a entender o general de Exército.
Antônio Hamilton Mourão, em palestra em evento da Maçonaria, em Brasília, no último dia 15. Parece que, à exceção do PT, que emitiu uma dura Nota sobre o assunto, e de alguns outros partidos e forças progressistas, está todo mundo achando normal que as Forças Armadas voltem a falar abertamente em intervenção militar no país", analisa o sociólogo e colunista do 247 Marcelo Zero; "O golpe tornou a democracia um luxo desnecessário e a soberania nacional um estorvo jurássico. No campo social, estamos voltando à República Velha. No campo político, há agora a ameaça explícita de voltarmos a 1964. Será que teremos um novo general Mourão na nossa história? O último general Mourão resultou numa ditadura de 21 anos. E segundo Murphy, o da lei, as coisas sempre podem piorar".
Foi o PT quem provocou tudo isso. Infelizmente os civis do PT passaram 13 anos roubando o dinheiro público e jogando o Brasil na lama da corrupção. Quiseram transformar um líder populista em um ditadorzinho e por muito pouco não acabaram de vez com o nosso país. Bolsonaro Presidente e Mourão Vice.
Kkkkkkkkkkkkkkkk. É tão inocentezinho esse vampiro pelezão.
Às vésperas de a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer chegar à Câmara, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez nesta quarta-feira, 20, duras críticas ao peemedebista, e disse que ele faltou com a palavra e ameaçou com a retaliação do DEM em votações de interesse do governo. Mais cedo, em entrevista ao Estadão/Broadcast, Maia pediu que o Palácio do Planalto pare com o “fogo amigo” e seja mais respeitoso durante a tramitação da ação penal contra Temer, por organização criminosa e obstrução da Justiça.
Segundo Maia, que ocupa interinamente a Presidência da República até a manhã de sexta-feira, o mal-estar com o Planalto se deve ao fato de o PMDB ter filiado, no início deste mês, o senador Fernando Bezerra (PE), ex-PSB. O DEM vinha negociando havia meses a migração do parlamentar e de outros deputados para sua legenda.
“Quando a gente faz um acordo, tem de cumprir a palavra. A coisa mais importante da política é a palavra. Eu já avisei o presidente, isso causou muito desconforto dentro da bancada”, disse. Maia se referia ao episódio, durante a tramitação da primeira denúncia contra Temer, por corrupção passiva, na Câmara, quando o peemedebista teve um encontro com integrantes da cúpula do PSB. Na época, segundo Maia, Temer foi a um jantar em sua casa negar que o PMDB estivesse fazendo ofensiva no PSB.
Na Câmara, na quarta-feira à noite, o deputado destacou que o fato de os ministros Moreira Franco (Secretaria-Geral) e Eliseu Padilha (Casa Civil) terem participado do ato de filiação de Bezerra mostrou que há uma “digital” do governo na iniciativa. “Mandei mensagem para o presidente Temer falando da ação do presidente do PMDB (senador Romero Jucá) e de alguns ministros do palácio”, afirmou.
“A gente não pode ficar levando facada nas costas do PMDB, principalmente de ministros do Palácio e do presidente do PMDB”, afirmou Maia. As críticas vieram a público depois de o deputado fluminense saber de abordagens do PMDB para tentar atrair o deputado Marinaldo Rosendo (PSB-PE), que está acertado de ir para o DEM. Procurados pelo Estado na quarta-feira, Moreira, Padilha e Jucá não foram encontrados.
Para Maia, o governo e o PMDB têm tratado o seu partido como “adversário” e isso poderá se refletir na relação da bancada com o Planalto. “Se é assim que eles querem tratar um aliado, eu não sei o que é um adversário. Quero que isso fique registrado, para que, quando a bancada do Democratas tiver uma posição divergente, o governo entenda. Há uma revolta muito grande na bancada, não virou rebelião ainda, mas há revolta.”
Condução. Apesar das críticas, Maia afirmou que essa indisposição não deve interferir na segunda denúncia. “Não vamos misturar uma coisa com a outra. Cada deputado vai votar com a sua consciência”, disse.
Em entrevista ao Estadão/Broadcast no gabinete de Temer antes de dar as declarações contra o PMDB, Maia disse que vai conduzir o processo da segunda denúncia da mesma forma que tratou a ação por corrupção passiva já barrada na Câmara. “Espero que, nesta segunda, o Palácio seja mais respeitoso comigo. E o que fiz na primeira farei novamente: manter minha imparcialidade”, disse Maia.
Após participar de comemoração da data nacional do Chile, na noite de quarta-feira, Maia disse ainda que a votação da segunda denúncia estará concluída em outubro. “Tem o feriado de 12 de outubro. Tem de esperar para ver quando o texto sai da comissão. Dependendo do dia, pode votar antes ou depois do feriado. Mas durante o mês de outubro certamente esta matéria estará resolvida”, afirmou.
O Brasil precisa ser limpo dessa corja de ladroes-corruptos. O Povo quer a extinção do PMDB e PT e cassaçao de todos corruptos inclusive os " Caciques" que estao escondidos,na "surdina" e ricos com dinheiro público !!!!O Povo/Contribuinte nao mais suporta. Esse Sr. Rodrigo Maia,O "Botafogo" é um extrema cara de pau e nao tem nenhum "Lastro" para falar o que quer que seja. O Povo o repudia
Tudo como dantes no quartel de Abrantes. Infelizmente não mudou nada : continua o velho "toma lá dá cá" entre os políticos e o povo anestesiado e pagando a amarga conta dessa farra.
Perícia em documentos encontrados no sistema usado pela Odebrecht para gerenciar os pagamentos de propina registra repasses ao grupo do presidente Michel Temer, formado por Eliseu Padilha, Moreira Franco, Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima, todos do PMDB.
A investigação encontrou comprovantes no drousys, sistema de comunicação do departamento de propina da Odebrecht, que confirmam o pagamento à cupula do PMDB para garantir obras públicas para a construtora Oderebrecht.
A perícia além de confirmar distribuição de propinas para Michel Temer, Eliseu Padilha, Moreira Franco, Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima atinge mais uma vez o potiguar Henrique Alves.
As planilhas revelam dois pagamentos no valor total de R$ 2 milhões feitos pela Odebrecht em favor de Henrique Eduardo Alves, que era identificado como “FANHO”.
O juiz Sergio Moro determinou a prisão do empreiteiro Léo Pinheiro, sócio da OAS, e de Agenor Franklin Magalhães Medeiros, diretor da empresa, para cumprimento da pena de 26 anos e sete meses de prisão, confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. No despacho, Moro ressaltou que ambos foram condenados por corrupção e lavagem de R$ 29,2 milhões e que a execução da pena, após a condenação em segunda instância, é necessária para evitar “processos sem fim e a, na prática, impunidade de sérias condutas criminais”.
Léo Pinheiro estava prevo preventivamente na carceragem da Polícia Federal em Curitiba e tenta fechar acordo de delação premiada. No total, sua pena alcança 45 anos e cinco meses de prisão, pois foi condenado em mais duas ações na Lava-Jato.
Contudo, Pinheiro foi beneficiado pelo juiz Sergio Moro após ter confessado que o tríplex do Guarujá era do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, embora continuasse em nome da empreiteira OAS. O empresário, que se mantinha em silêncio, afirmou num último interrogatório que parte do valor do apartamento e as reformas feitas no imóvel foram pagos com quantias de uma conta corrente de propina que a empreiteira mantinha com o PT.
Ao condenar Lula no caso do tríplex, Moro afirmou na sentença que Léo Pinheiro decidiu colaborar tardiamente, mas mesmo assim determinou que, após somadas todas as penas, o empresário deve cumprir apenas dois anos e seis meses de prisão em regime fechado.
A decisão do juiz foi contestada pelo Ministério Público Federal e Moro solicitou que o benefício da redução da pena seja confirmado pelo TRF4.
Léo Pinheiro foi preso pela primeira vez na 7ª Fase da Lava-Jato, deflagrada em novembro de 2014 e que levou à prisão a cúpula de empreiteiras que atuavam em cartel na Petrobras. O empresário obteve liberdade provisória em 2015, mas voltou à prisão em setembro de 2016, acusado de obstrução de Justiça. Na ocasião, Moro considerou que ele havia tentado atrapalhar as investigações da Lava-Jato ao participar da compra de parlamentares para evitar que empreiteiras fossem chamadas a depor na CPMI da Petrobras.
A sentença confirmada em segunda instância diz respeito ao pagamento de propinas feitos pela OAS para a diretoria de Abastecimento da Petrobras em obras da Refinaria Abreu e Lima e da Repar, a refinaria da estatal no Paraná.
Agora ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot afirmou que existe uma “orquestração visível” para desconstruir sua imagem. Em entrevista concedida ao jornal “Correio Braziliense” e publicada na edição desta quarta-feira, ele afirmou que os políticos denunciados tentam, como estratégia de defesa, “desconstituir a figura do acusador” para explicar gravações, ‘mala voando’ com dinheiro e apartamentos com R$ 51 milhões em espécie.
— Quando o fato é chapado, quando o fato é mala voando, são R$ 51 milhões dentro de apartamento, gente carregando mala de dinheiro na rua de São Paulo, gravação dizendo “tem que manter isso, viu?”, há uma dificuldade natural para elaborar defesa técnica nesses questionamentos jurídicos. E uma das estratégias de defesa é tentar desconstruir a figura do acusador — afirmou.
Questionado se haveria uma tentativa de acusados em usar o ex-procurador Marcello Miller para atacá-lo, Janot confirmou e disse que tentariam “tudo” contra ele. Em ironia, afirmou também que não recebeu dinheiro do antigo integrante do Ministério Público (MP) — acusado de ajudar na negociação do acordo de colaboração premiada da JBS — “nem autorizou ninguém a receber mala de dinheiro”. Tampouco tem “amigo com R$ 51 milhões em apartamento”.
— Vão tentar usar todo mundo e tudo contra mim… Tudo é possível, vão tentar desconstituir a figura do investigador. Não levei dinheiro do Miller nem autorizei ninguém a receber mala de dinheiro em meu nome. Nem tenho amigo com R$ 51 milhões em apartamento — ironizou.
Na entrevista, Janot comenta ainda que não compareceu à cerimônia de posse de sua sucessora no comando da Procuradoria-Geral da República (PGR), Raquel Dodge, porque não foi convidado.
— Quem vai em festa sem convite é penetra. Para a posse, definitivamente, não fui convidado — disse.
Já em relação à nova gravação da JBS que veio à tona e fez o acordo celebrado com a PGR ser cancelado, Janot disse que as provas obtidas até então poderão continuar a ser usadas. No entanto, reconheceu “gosto amargo” pelo colaborador não ter se disposto a contar tudo o que sabia, mas sim “continuar ao lado da bandidagem”.
— A rescisão me permite continuar usando a prova. Mas dá um gosto amargo, o sujeito não pulou o lado, continuou ao lado da bandidagem — admitiu ele.
Verdade. Saiu totalmente manchado e desmoralizou o MPF ao se nivelar com bandidos que pousam de empresários. Poderia se filiar logo ao PT e se preparar para virar réu logo logo.
“Eduardo Cunha redistribuía propina a Temer, com ‘110%’ de certeza”. A frase, que liga o presidente Michel Temer ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, está em um dos depoimentos prestados em 23 de agosto pelo delator Lúcio Bolonha Funaro, apontado como operador de políticos do PMDB em esquemas de desvio de dinheiro público. Nos depoimentos, há várias citações a casos em que Temer, Cunha e outros integrantes do partido teriam levado propina. Mas também há menções a episódios em que houve divergências internas, como na definição de quem indicaria um cargo na Caixa Econômica Federal (CEF) que renderia vantagens indevidas. Funaro disse ainda que José Yunes, amigo e ex-assessor de Temer, lavava dinheiro para o presidente e que a maneira mais fácil para isso era por meio da compra de imóveis.
Segundo Funaro, durante os governos do PT, os então deputados Michel Temer (PMDB-SP), Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Alves (PMDB-RN) disputavam cargos, mas de formas diferentes. Cunha atuava no “varejo”, ou seja, focava em alguns cargos. Os outros dois agiam no “atacado”. Na semana passada, Janot denunciou Temer e outros seis peemedebistas, acusando-os de integrarem uma organização criminosa que desviou dinheiro de diversos órgãos públicos e empresas estatais, como Petrobras, Furnas, Caixa, Ministério da Integração Nacional e Câmara dos Deputados.
Segundo o delator, Cunha lhe contou que o ex-sindicalista André Luiz de Souza explicou a Temer como funcionava o FI-FGTS, o fundo de investimento alimentado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Souza fazia parte do conselho do fundo e é acusado de desviar dinheiro de lá. Segundo o termo de depoimento de Funaro, “Cunha disse que André de Souza explicou para Temer como funcionava o FI-FGTS, que aquilo seria como um ‘mini BNDES’”. É uma referência ao banco de desenvolvimento que, assim como o FI-FGTS, libera recursos para as empresas investirem em projetos de infraestrutura.
Ainda de acordo com a delação, “Moreira Franco falou para o Temer que isso seria uma ‘oportunidade para fazer dinheiro’”. Assim, “inicia uma briga” entre o grupo formado por Cunha, Funaro e Henrique Alves, contra Moreira Franco. Ele queria manter um indicado seu numa das vice-presidência da Caixa. Moreira conseguiu isso por algum tempo, mas depois o cargo foi preenchido por alguém ligado aos adversários internos. Funaro é claro: o objetivo de seu grupo político “era conseguir o FI-FGTS, pois era uma fonte de renda”.
O delator deu detalhes sobre como Yunes lavaria dinheiro para Temer. Segundo ele, o amigo do presidente, “além de administrar, investia os valores ilícitos em sua incorporadora imobiliária”. Mais adiante disse que “não sabe se tais imóveis adquiridos por Michel Temer estão em nome de Michel, familiares ou fundos”, mas “sabe, por meio de Eduardo Cunha, que Michel Temer tem um andar inteiro na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo/SP, num prédio que tinha sido recém-inaugurado”.
Funaro disse ainda que Yunes sabia que havia dinheiro em uma caixa entregue a ele no escritório do amigo de Temer. Nessa caixa, afirmou o operador do PMDB, haveria R$ 1 milhão de propina endereçada a Temer. Os recursos viriam do caixa dois da Odebrecht.
Em relação a Moreira, além das irregularidades na Caixa, Funaro citou uma informação que, segundo ele, lhe foi repassada pelo empresário Henrique Constantino, da família proprietária da Gol. Moreira, que já foi ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), teria atuado na Infraero para transferir sem licitação um hangar da falida Varig para a empresa.
Em nota, Moreira Franco atacou Funaro: “Veja a que ponto chegamos: um sujeito com extensa folha corrida com crédito para mentir. Não conheço essa figura, nunca o vi. Bandidos constroem versões ‘por ouvir dizer’ a lhes assegurar a impunidade ou alcançar um perdão por seus inúmeros crimes”.
O GLOBO procurou o Planalto, mas a orientação foi falar com a defesa do presidente. O GLOBO não conseguiu contato com a o advogado de Temer, nem com José Yunes e Henrique Constantino.
A Venezuela deixou de pagar uma parcela de US$ 262 milhões (cerca de R$ 820 milhões) a fornecedores brasileiros no início deste mês. Para tentar reaver o dinheiro e evitar novos calotes, o governo enviará emissários técnicos ao país para negociar.
A comitiva, formada por representantes do Banco Central e Ministério da Fazenda, espera apenas a permissão do governo venezuelano para iniciar as conversas. A previsão é que desembarque em Caracas na semana que vem.
A maior preocupação do governo brasileiro são as parcelas que ainda estão por vencer. Segundo fontes ouvidas pela Folha, a Venezuela deve cerca de US$ 5 bilhões (R$ 15 bilhões) a fornecedores brasileiros, e a maior parte dessa dívida é de obras feitas pelas construtoras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, todas com financiamento do BNDES.
Brasil e Venezuela foram parceiros comerciais e políticos durante as administrações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez. O BNDES financiou um total de US$ 3,3 bilhões (R$ 10,3 bilhões) em obras de infraestrutura no país, em contratos de exportação de serviços firmados também na gestão Dilma Rousseff.
Entre os empreendimentos financiados, estão o metrô de Caracas e de Los Teques, obras de saneamento e até uma usina siderúrgica.
O calote foi informado no dia 8 de setembro ao Banco Central, uma vez que a inadimplência ocorreu no âmbito do CCR (convênio de pagamentos e créditos recíprocos) —que funciona como uma câmara de compensação entre os bancos centrais de 12 países latino-americanos.
A dívida da Venezuela com o Brasil no âmbito do CCR é pouco superior a US$ 1 bilhão (R$ 3,1 bilhões) —do total de cerca de US$ 5 bilhões.
Pelo mecanismo, os bancos centrais fazem um acerto de contas a cada quatro meses. Se o importador deixa de pagar, quem assume a dívida é o governo do país devedor. Por isso, o CCR sempre foi considerado como uma maneira segura de exportar.
Na última sexta-feira (15), contudo, o BC informou que o prejuízo será repassado aos exportadores brasileiros, uma vez que, pelas normas internas, a instituição só faz o pagamento após receber.
Em maio, o BC já havia alertado aos que exportam para a Venezuela que não assumiria o prejuízo. A prática se tornou necessária depois que os atrasos passaram a se repetir, e a crise econômica do vizinho se agravou.
A questão é que todas as operações são de longo prazo (acima de 360 dias) e, por isso, contam com o seguro adicional: o FGE (Fundo Garantidor de Exportações), que tem como fiador o Tesouro Nacional.
Isso significa que o governo corre o risco de, no fim, ter que assumir as dívidas e ressarcir os exportadores. Por isso, a preocupação da área econômica do governo.
O tema já foi discutido no Cofig (Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações), que reúne representantes do Planejamento, Fazenda, Itamaraty e Casa Civil. A avaliação é que a falha no pagamento é recente e, portanto, o governo ainda espera uma solução antes de, formalmente, decretar o calote.
A comitiva enviada a Caracas não será integrada por representantes da chancelaria, que prefere esperar o desenrolar das discussões técnicas. O objetivo é entender os motivos que levaram ao calote.
O Itamaraty tenta evitar que o caso se transforme numa nova crise entre os países, cuja relação está abalada desde que o Brasil defendeu sanções à Venezuela no Mercosul.
Funcionários do governo acreditam que a Venezuela não colocará em risco uma de suas últimas fontes de financiamento externo, uma vez que já ficou inadimplente com instituições financeiras internacionais e organismos multilaterais.
Na sexta-feira, o BC comunicou a suspensão de novas operações de exportação para a Venezuela no âmbito do CCR. De janeiro a agosto deste ano, o Brasil vendeu US$ 282 milhões ao país, menos da metade do exportado no ano passado. Em 2014, as exportações brasileiras superaram US$ 4,6 bilhões.
e a quadrilha barbuda ainda apoia a Venezuela, principalmente Narizinho, a senadora toda enrolada juntamente com seu marido que assaltou ate aposentado
O que é que os petistas diz sobre isso? O Brasil cheio de problemas, não tem assistência na saúde, segurança nem se fala, ai vem esses irresponsáveis e empresta o dinheiro do povo brasileiro pra esses bolivarianos favorecer empreiteiros e depois aplicar calote no contribuinte brasileiro. A pergunta que não quer calar. Quantos por cento esses aloprados do PT tinham de propina pra viabilizar essa vergonha?
A reforma política tornou-se um caso para o Procon. O Congresso discute há mais de um ano propostas de reformulação do sistema eleitoral. E tudo o que o Legislativo conseguiu oferecer à plateia foi uma coreografia desconexa e lamentável. Já não há tempo para aprovar uma reforma de verdade para vigorar nas eleições de 2018. A discussão foi reduzida a remendos, entre eles um fundo para pagar campanhas com verba pública.
Se a sensibilidade dos ouvidos fosse transferida para o nariz, a plateia sentiria um cheiro insuportável ao ouvir os debates travados no Legislativo. Bancadas de partidos mal intencionados, comandadas por líderes que não lideram nem a si mesmos, tramam contra o interesse público e impedem a formação de consensos mínimos. Perde-se mais uma oportunidade para reformar um sistema que produz escândalos em série, corruptos em profusão e instituições em acelerado estágio de decomposição.
A conta ainda não foi feita. Mas você está pagando uma fortuna em troca de nada. Além da palco, da iluminação, do som, da TV para transmitir tudo ao vivo, você financia a casa, a comida, o celular, o transporte, os assessores e os salários dos atores. E não recebe a mercadoria. Não seria um absurdo se alguém representasse contra o Congresso nos órgãos de defesa do consumidor.
O juiz federal Sérgio Moro mandou soltar os empresários Paulo Roberto Gomes Fernandes e Marivaldo do Rozário Escalfoni. Os dois foram presos em maio deste ano, quando a Polícia Federal deflagrou a 40ª fase da Operação Lava Jato. A decisão foi tomada na terça-feira (19).
Os empresários foram detidos sob a suspeita de comandar empresas de fachada, que eram usadas por grandes empreiteiras para fraudar contratos com a Petrobras. As empresas ligadas a Fernandes e Escalfoni forneciam notas fiscais de serviços que não tinham prestado, segundo o Ministério Público Federal.
Eles foram denunciados em junho deste ano, pelos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Na decisão, Moro considerou o fato de que faltam poucas testemunhas a serem ouvidas no processo, que tem ao todo seis réus, sendo três ex-gerentes da Petrobras.
“Considerando, porém, que já foram realizadas buscas e apreensões nos endereços dos acusados e de suas empresas, e que já foram ouvidas a quase totalidade das testemunhas na referida ação penal 5024266-70.2017.4.04.7000, reputo viável no presente momento substituir a prisão preventiva por medidas cautelares alternativas”, disse o juiz.
Moro trocou a prisão por uma série de restrições. Entre elas está a apreensão dos passaportes deles, a proibição de deixarem o país e a proibição de mudança de endereço. Eles também não podem efetuar saques bancários em valores iguais ou superiores a R$ 10 mil, nem firmarem contratos com empresas que sejam fornecedoras da Petrobras.
A Câmara dos Deputados recuou nesta quarta-feira (20) e decidiu liberar, por 348 votos a 87, a formação de coligações partidárias para as eleições de 2018.
O texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC), aprovado no último dia 5 de setembro em primeiro turno, proibia a formação de coligações já no ano que vem.
No entanto, ao analisar destaques com sugestões de alterações ao texto nesta quarta, os parlamentares aprovaram um que acaba com as coligações somente a partir de 2020.
Com isso, ficam mantidas as regras atuais para a escolha de deputados federais e estaduais no pleito de 2018.
Pelo sistema em vigor, chamado de proporcional com lista aberta, as cadeiras são distribuídas após um cálculo que leva em conta os votos dados aos candidatos do partido ou da coligação. Por conta disso, o eleitor ajuda a eleger candidatos de outros partidos que estão na aliança.
Além disso, os partidos têm interesse nas coligações para agregar tempo de rádio e TV durante as campanhas eleitorais. Críticos à prática argumentam que as coligações são oportunistas porque são formadas não por ideologia política, mas por pragmatismo e, depois das eleições, são desfeitas.
Para concluir a votação da PEC, os deputados ainda vão analisar outros destaques. Em seguida, há um acordo para já votar o texto em segundo turno nesta quarta.
Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição, o texto, que teve origem no Senado, precisa ser aprovado na Câmara com o apoio de pelo menos 308 votos em dois turnos. Depois, como foi modificada pelos deputados, precisará passar novamente pelo crivo dos senadores.
Amigo Silva, a sua ausência nas eleições é uma carta branca para os nossos excelentíssimos políticos continuarem a encher as contas bancarias,bolsos, cuecas, malas do nosso suado dinheirinho. Quer mostrar sua indignação faça como nosso amigo "Pato Amarelo" renovando os candidatos ou anule seu voto, mostrando que nenhum candidato tem seu aval.
Você e outros milhões de brasileiros não votarão , porém o cenário continuará o mesmo pois seremos governados por alguém, e muito provavelmente por vários dos escroques que estão em cena.
A única arma que ainda temos é o voto. Portanto vamos usa-lo com força em 2018 eliminando pelo menos 95% dos políticos em atividade e dando oportunidade a outros que surgirão, sempre cobrando e fiscalizando os eleitos. Só assim, sempre renovando e excluindo os imprestáveis, um dia teremos um País melhor.
Silva então você tem anular seu voto para anular e nenhum político tirar proveito dele você tem que
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O ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, foi condenado nesta quarta-feira (20) por crimes investigados pela Operação Calicute, um dos desdobramentos da Lava Jato. Cabral foi condenado a 45 anos e 2 meses de reclusão, além de multa, por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e pertencimento a organização criminosa.
Segundo denúncia da Operação calicute, o esquema desviava verbas do contratos do governo do RJ com empreiteiras. Além de Cabral, a sentença do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal também condena outras 11 pessoas por participação no esquema.
Na sentença, Cabral é descrito como “idealizador do gigante esquema criminoso institucionalizado no âmbito do Governo do Estado do Rio de Janeiro, era o chefe da organização, cabendo-lhe essencialmente solicitar propina às empreiteiras que desejavam contratar com o Estado do Rio de Janeiro, em especial a Andrade Gutierrez, e dirigir os demais membros da organização no sentido de promover a lavagem do dinheiro ilícito”.
É a segunda condenação de Cabral. Ele também foi condenado a 14 anos e dois mesespor corrupção e lavagem de dinheiro pelo juiz Sérgio Moro – responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância. A Justiça considerou que ele recebeu propina das empresas Andrade Gutierrez, Odebrecht e Queiroz Galvão. Segundo a Procuradoria, a verba foi desviada do contrato de terraplanagem nas obras do Comperj. O MPF diz que Cabral e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa organizaram pessoalmente o acerto dos pagamentos indevidos.
Confira, abaixo, todos os condenados na sentença desta quarta:
Sergio Cabral: 45 anos e dois meses de prisão mais multa.
Wilson Carlos: 34 anos de prisão mais multa.
Hudson Braga: 27 anos de prisão mais multa.
Carlos Miranda: 25 anos de prisão mais multa.
Luiz Carlos Bezerra: 6 anos e 6 meses de prisão mais multa.
Wagner Jordão Garcia: 12 anos e 2 meses de prisão mais multa.
Adriana Ancelmo: 18 anos e 3 meses de prisão mais multa.
Paulo Fernando Magalhães Pinto Gonçalves: 9 anos e 4 meses de prisão mais multa.
Luiz Paulo Reis: 5 anos e 10 meses de prisão mais multa.
Carlos Jardim Borges: 5 anos e 3 meses de prisão mais multa.
Luiz Alexandre Igayara: 6 anos de prisão mais multa.
Uma ação realizada entre policiais civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) resultou, nesta quarta-feira (20) na cidade de Parnamirim, na prisão de Max Abdon da Silva, Jairo Augusto Pereira de Melo, 28 anos, conhecido como “Gugu de Felipe Camarão”, e Geane de Oliveira Soares, suspeitos de participarem de um esquema criminoso envolvendo roubo de veículos na cidade de Natal e em cidades vizinhas. Através de investigações, a polícia detectou um veículo roubado em uma residência, localizada na Rua Caminho da Enseada, no bairro Cajupiranga, em Parnamirim, onde estavam integrantes de uma associação criminosa suspeitos de roubar carros.
Antes da entrada dos policiais, Max percebeu a ação da polícia e ordenou que a sua companheira Geane se retirasse da casa, sendo ela presa posteriormente. Eles se evadiram do local, e durante a fuga trocaram tiros com a polícia, Max foi ferido e socorrido ao hospital, estando em posse de um documento falso no nome de Wallace Gomes da Silva. Na residência, os policiais encontraram dois veículos roubados, sendo um de modelo Toro de cor branca, roubado ontem (19) em uma farmácia, e outro Honda Civic de cor prata, além de vários possíveis objetos de roubos, entre esses, aproximadamente 30 bolsas, relógios, perfumes, e utensílios pessoais. Segundo o delegado da Deicor, Erick Gomes, o esquema criminoso funcionava de forma articulada, tendo Geane a função de auxiliar na divisão de tarefas do grupo.
“Descobrimos que a residência localizada no bairro Cajupiranga estava alugada por Geane para o seu companheiro, o ex-presidiário Max, que até então conhecíamos como Wallace, sendo descoberto posteriormente a sua identidade falsa. No momento da prisão, a mulher tentou enganar a polícia, afirmando ser namorada de Wallace, mas depois confessou ser esposa de Max. Segundo as investigações, aproximadamente 50 veículos foram roubados por Max e Jairo. O local era utilizado para fazer a guarda de veículos roubados e adulteração de placas. A partir dessa ação, prosseguiremos nas investigações a fim de desmantelar e prender o restante da associação criminosa que provavelmente também está envolvida no roubo de veículos em Natal e cidades vizinhas”, detalha o delegado da Deicor, Erick Gomes.
Max tinha uma extensa ficha criminal, já sendo condenado na 6ª Vara Criminal, na 2ª Vara Criminal de Parnamirim, já respondia por um roubo, e na cidade de Santa Cruz. Jairo e Geane foram preso em flagrante e autuados pelos crimes de associação criminosa armada, receptação qualificada, porte ilegal de arma de fogo, e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. A Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) solicita às pessoas que tiveram veículos roubados nos últimos 60 dias, que compareçam à nova unidade da Deicor, localizada na Avenida Mor Gouveia, no bairro Bom Pastor, para o reconhecimento dos diversos objetos apreendidos com o trio, os quais foram objeto de roubos.
O presidente Michel Temer afirmou nesta quarta-feira (20), durante evento em Nova York, que não se preocupa “minimamente” com as denúncias apresentadas contra ele pela Procuradoria Geral da República (PGR).
Nesta quarta, o presidente participou de um evento promovido pela Agência Reuters e, questionado sobre o assunto, defendeu que as notícias de corrupção sejam rapidamente apuradas.
No último dia 14, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou denúncia contra Temer pelos crimes de obstrução à Justiça e organização criminosa. Nesta quarta, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se manifestou contra a suspensão do envio à Câmara da nova denúncia contra o presidente.
A Constituição determina que a denúncia deve ser encaminhada à Câmara, à qual cabe autorizar, por no mínimo dois terços (342) dos 513 deputados, a análise da acusação pelo STF.
Foi a segunda acusação formal apresentada por Janot contra o presidente. Em junho, ele já havia sido acusado do crime de corrupção passiva em uma primeira denúncia. Nesse caso, porém, a Câmara barrou o prosseguimento da denúncia, que só será desarquivada após o fim do mandato de Temer.
“Eu volto a dizer: estas coisas tem que ser apuradas, e eu não me preocupo minimamente com isso”, afirmou Temer durante o evento.
“Eu acho que [os ilícitos] devem ser apurados porque, apurados até o seu final, verificar-se-á quem são evidentemente os praticantes de ilícitos e quem não são os praticantes ilícitos. […] Eu acho que a Justiça tem que continuar funcionando como funciona no Brasil”, afirmou.
Lula agora é HEPTA campeÃo em Corrupção agora senta e chora porque o BRASIL é #BOLSONARO2018
Esse candidato de vocês também só ganha se tirar o adversario por tapetão e se os votos nulos e abstenções aumentarem ainda mais…é mesmo um candidato de merda esse "Bostonaro"! KKKKK!
Mentiroso contumaz. Gastando rios de recursos públicos para barrar a denúncia na Câmara e não ser investigado.
Um país com tantos recursos naturais, com sol quase o ano inteiro em alguns estados, possibilitando incentivo no campo da energia solar. Mas…….. o ralo da corrupção leva tudo, sobra para o trabalhador acordar às 4h da matina.