O Portal AGORA RN acessou o Portal da Transparência do Senado Federal e pesquisou o número de cargos comissionados que os três senadores do estado têm em seus gabinetes. O que mais têm pessoal lhe servindo é José Agripino, com 50 cargos comissionados. Vejam os números:
Não tem sentido nos matarmos de trabalhar para sustentar esses pilantras. As pessoas não suportarão a carga imposta e o governo sujo que quer mais e mais terá apenas o mínimo
A senador ado "gópi", que protagonizou recente vexame no senado, aquele da ocupação da mesa diretora, impedindo o funcionamento daquela Casa legislativa. Uma "professora" de quem não se conhece um ex-aluno sequer, que usou essa categoria e o seu sindicato para fazer carreira política no estado. Uma nulidade anti-democrática, amante do uso da máquina pública a seu favor, seguindo o que faz o PT. Entrou no Senado dias desses e já se "destaca" como beneficiária de cargos comissionados em prol dos seus "cumpanhero". O que essa senhora já fez pelo RN?
Ceará-Mundão lê a matéria em que 2 senadores pilantras ostentam os primeiros lugares em número de comissionados no gabinete, mas com seu "raciocínio de mocó e caráter de timbú" resolve criticar apenas a senadora que ocupa o 3º lugar nesse escore ridículo. Vá arrumar uma lavagem de roupa seu bundão! A sociedade está cansada de vagabundo babão e mau caráter como você…
Só mesmo um fanático petista (e desesperado por ver sua farsa ruir) prá falar tanta bobagem sobre alguém que não conhece. Essa senador do "gópi" é outra grande farsa e não será por intermédio dela que parasitas, como você aparenta ser, irão recuperar ou preservar suas "boquinhas". Sua "heroína" merece destaque por ser nova na casa. Os outros dois já são "putas velhas" por lá e, inclusive, um deles foi aliado do seu PT, ministro de uma pasta poderosa e cobiçada. E, diga-se de passagem, fez um bom trabalho, mesmo rodeado por lama, corrupção e incompetência. Controle sua ira e sua intolerância, "cumpanhero". Mas é melhor Jair (Bolsonaro 2018) se acostumando pois o nosso povo está prá abrindo os olhos pro perigo que seus "heróis" representam.
Ano que vem os IDIOTAS irão elegê-los novamente….e assim os que nunca pregaram um prego em uma barra de sabão,continuam no poder !!! Aí o povo não sabe porque o estado está quebrado
Ano que vem os IDIOTAS irão elegê-los novamente….e assim os que nunca pregaram um prego em uma barra de sabão,continuam no poder !!! Aí o povo não sabe porque o estado está quebrado
Fazendo uma continha básica, colocando cada comissionado deses a seis contos, já dá trezentos paus por mês de desperdício, isso colocando por baixo, a realidade lá no senado é outra.
Olha, a Fatinha, a certinha, que critica os caciques e usa da mesma máquina de favorecimento. 36 cargos a disposição de uma criatura que sempre combateu essa exacerbação. Essa mocinha nunca me enganou. Aliás os caciques do PT usam da máquina e se sobrepõem aos seus pares, do mesmo jeito do restante da corja. Recebe dinheiro de empreiteira que rouba o dinheiro público e se escancha no poder. Aliás, que nomes outros tiveram chance no PT do RN, assim como no resto do país. É sempre o mesmo trenzinho se movimentando. Fátima, Mineiro e o que resta de Hugo Manso. Nunca deram chance a nenhum outro. Tudo igual. Por isso agora estão todos aperreadinhos. Sem Odebrecht, com o patrão Lula condenado na justiça e aplaudidos tão somente por miseráveis ignorantes ou avermelhados da CUT e MST. Quem reflete, fará opções diferentes de todos eles!
Cara, que planeta você vive? Desses aí não escapa nenhum.
kkkkk
É aquele velho ditado: o corno manso é avisado e sempre diz isso é conversa do povo, não acredito nisso…. kkkk
E o fumo entrando…
Senta os pes no chão, 99,9% é ladrao e com certeza essa Fatinha PTralha nao se salva!
BG
O ano que vem o Norteriograndense precisa dar um basta nestes senadores que fizeram da vida a politica, já mamaram demais e não estão produzindo nada para a população e sim para suas familias. Precisamos de novos na politica, acabar com essas oligarquias de políticos CARREIRISTAS, já vão com a terceira geração infiltrada na politica do estado. Fora todos.
Tem que divulgar os nomes dos servidores lotados nos respectivos gabinetes, com as respectivas funções. Não só desses Senadores, mas de todos os políticos. Isso deveria constar no portal da transparência.
Esses politicos tem muita liberdade. Gasta e criar gastos. PRECISA TER LIMITES. ELES MANDAM EM TUDO. TA ERRADO. cade as forças armada? Afinal estao vendendo nossos BRASIL.
Os três senadores que compõem a bancada do Rio Grande do Norte já utilizaram, apenas em 2017, R$ 482.720,87 da cota parlamentar a que têm direito no Senado Federal. Os dados, relativos ao período entre janeiro e julho, além de parte do mês de agosto, estão disponíveis no Portal da Transparência e foram acessados nesta segunda-feira, 4, pelo Portal Agora RN/Agora Jornal.
Dos três senadores, quem mais gastou até o momento foi Fátima Bezerra (PT), que está em seu primeiro mandato. Apenas em 2017, a petista consumiu R$ 192.460,85 dos cofres públicos, sendo a maior despesa relacionada à compra de passagens aéreas (R$ 75.533,53) no trajeto entre Natal e Brasília. Além disso, só o aluguel de um imóvel para sediar o escritório político da senadora custou, nos primeiros oito meses do ano, R$ 58.261,54.
A senadora Fátima gastou, ainda, com aquisição de material de consumo (R$ 4.178,02), locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis (R$ 18.742,12), contratação de serviços de apoio (R$ 11.032,00), divulgação de atividade parlamentar (R$ 22.100,00) e serviços de segurança privada (R$ 2.613,64).
Em segundo lugar em termos de gastos aparece o senador José Agripino Maia (DEM). De janeiro a agosto desde ano, o democrata desembolsou R$ 160.233,52 com gastos diversos que foram indenizados pelo Senado Federal. No caso de Agripino, o maior gasto neste período foi com o item locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis, no que o parlamentar gastou R$ 65.955,44.
Os outros gastos dele foram com aluguel de imóvel para sediar escritório político (R$ 17.725,75), aquisição de material de consumo (R$ 3.500,04), contratação de serviços de apoio (R$ 4.300,00), divulgação de atividade parlamentar (R$ 4.000,00), passagens aéreas (R$ 31.422,21) e segurança privada (R$ 33.330,08).
Por fim, o senador potiguar que menos gastou recursos públicos foi Garibaldi Alves Filho (PMDB). O peemedebista gastou, ao longo dos oito meses de 2017, R$ 130.026,50. No caso dele, o maior gasto foi com passagens aéreas (R$ 51.821,13).
Além disso, foram gastos R$ 19.953,54 com aluguel de imóvel para sediar escritório político, R$ 13.176,24 com aquisição de material de consumo, R$ 32.749,53 com locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis, R$ 11.751,66 com contratação de serviços de apoio e apenas R$ 574,40 com segurança privada. O peemedebista foi o único dos três senadores que não gastou com divulgação de atividade parlamentar.
Os gastos com cota parlamentar não incluem os salários dos senadores.
Mordomias , de políticos Seja qual for é uma aberração diante dos que ganham o mísero salário mínimo , o povo devia botar na cabeça , que políticos estão lá e com nosso aval . Vejam enquanto o colocamos lá nos cargos para terem privilégios e gastar por cima da cabeça , eles trabalham para matar o o povo brasileiro , aprovando o salário mínimo da morte . Na minha opinião , políticos são as mazelas do Brasil.
Concordo plenamente amigo, pior que brasileiro no geral não procura saber desses números absurdos, e de quatro em quatro anos mandam eles pra lá novamente. Vergonha!
F…-se! Ainda assim ela fez muito mais pro RN que essas duas raposas velhas dos Maias e Alves! Ela ainda tem meu voto pro senado. E R$ 200.000,00 foi o mesmo valor que Bolsonaro recebeu de doação de campanha da JBS!
Rapaz, essa cambada de petista não tem jeito. Pense numa corja que gosta de se aproveitar da máquina pública. De todas as formas possíveis. Quem conhece um ex-aluno da senador do "gópi"? O que essa senhora já fez pelo RN?
Isto é uma afronta a milhões de brasileiros qur ganha salário mínimo e sofre para sobreviver para pagar suas contas sem direito a educação saúde e segurança.
A maior desgraça do nosso país são esses políticos e as suas mordomias. Tá na hora da população dar um basta nesses ladrões vagabundos que só sugam a população.
Essa senhora é uma vergonha para a política do RN. Sindicalista profissional que sempre se elegeu as custas dos Sindicatos e que nunca arrisca o seu mandato em disputas para o executivo. Alguém que é ligada ao PT, Lula e Dilma não pode prestar.
Reunidos na casa do presidente interino da República, Rodrigo Maia (DEM-RJ), líderes dos principais partidos políticos comemoraram na noite desta segunda-feira (4) o que consideram um enfraquecimento de Rodrigo Janot e Joesley Batista.
O tema do encontro era reforma política, mas segundo relatos os parlamentares não desgrudavam os olhos dos aparelhos de telefone celular em busca das notícias sobre a gravação que pode jogar por terra os benefícios concedidos aos executivos da JBS.
Vários dos políticos são alvos do procurador-geral da República e também são atingidos pela delação da empresa comandada por Joesley Batista.
O líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), não quis comentar o que foi discutido no jantar, mas ironizou na saída: “Vai ter que ter um novo filme da Lava Jato”, em referência ao longa-metragem “Polícia Federal – A Lei é para Todos.”
Mais cedo, governistas já afirmavam, na Câmara, que a possível nova denúncia contra Michel Temer deve chegar enfraquecida à Casa.
O líder da maioria no Congresso, Lelo Coimbra (PMDB-ES), afirmou que o fato cria um “novo momento” e que “essa festa parece ter acabado”. Relator da reforma da Previdência, o deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), disse que o fato tira credibilidade das acusações feitas pelo dono da JBS. “Isso desmoraliza por completo qualquer nova denúncia contra o presidente Temer. Revela o açodamento da delação da JBS, que causou prejuízos à economia e ao país. Foi ato de muita precipitação.”
Até hoje ainda não tinha entendido porque esse Joesley gozava de tantos privilégios. O cara levantou um império financiado com o dinheiro dos brasileiros nos Estados Unidos, corrompeu a classe política toda, botou todos pra trabalhar a favor dos seus interesses e ainda está solto, tá errado, bote esse desonesto na cadeia já.
E construiu seu império às custas do dinheiro farto e barato do BNDES, que lhe foi posto à disposição pelos governos petistas. Sabendo-se disso, é inaceitável que a sua delação tenha posto o Temer como a figura principal (como se fosse ele o presidente na época) e tenha poupado o Lula e o seu PT, que foram os seus grandes benfeitores. É mais do que evidente que ainda há MUITO o que se explicar nessa história.
A suspeita de que o ex-procurador Marcello Miller atuou dos dois lados do balcão — municiando investigados com informações em uma frente e liderando apurações na outra — coloca em xeque não só a delação da JBS, mas ao menos dois outros acordos que ele capitaneou e que se desenrolaram em molde semelhante ao dos irmãos Batista. Sérgio Machado e Nestor Cerveró também conquistaram o título de colaboradores após gravarem, de maneira oculta, políticos e autoridades.
Os políticos que foram alvo da delação da JBS partirão para a tese de que os flagrantes obtidos pela PGR foram armados por Miller em parceria com os irmãos Batista, o que poderia anular o acordo.
O trabalho do procurador-geral, Rodrigo Janot, também será questionado. Investigadores da Polícia Federal já diziam, antes da explosão do escândalo envolvendo Miller, que o prazo em que a delação da JBS foi fechado era “atípico”.
Em depoimento em junho de 2016, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró mencionou Miller. Ao explicar o contexto da gravação que seu filho fez com o ex-senador Delcídio do Amaral — determinante para ele conseguir a delação — disse que “o Marcelo falou (…): ‘só com seu depoimento não vou reabrir o caso’”.
Depois, Cerveró afirmou que a iniciativa de grampear Delcídio foi de “Bernardo com a — vamos lá — com a sugestão do próprio procurador”. Interpelado, voltou atrás. Disse ter se expressado mal.
A crise na PGR deve acelerar o processo de expulsão de Marcello Miller da Ordem dos Advogados do Brasil. A investigação sobre a atuação do ex-procurador será anexada ao processo que corre no Conselho de Ética da entidade no Rio de Janeiro.
Fachin decretou sigilo, no último dia 30, de outra gravação feita acidentalmente pelos delatores da JBS, atendendo a solicitação de Francisco de Assis e Silva, que era diretor jurídico do grupo, e também firmou acordo de colaboração.
A Polícia Federal encontrou, em busca e apreensão em endereços ligados ao coronel João Baptista Lima Filho, no âmbito da Operação Patmos, registros de compras de imóveis com o uso de uma offshore no Uruguai operada por um empresário alvo da Operação Castelhana, que investigou suposto esquema de sonegação fiscal que teria levado a um prejuízo de R$ 1 bilhão aos cofres públicos.
Coronel Lima é um nome emblemático, muito ligado ao presidente Michel Temer desde os anos 1980, quando o presidente exerceu o cargo de secretário da Segurança Pública de São Paulo (Governos Montoro e Fleury Filho).
Assim como Temer, o coronel está sob investigação da PF. O oficial da reserva teria recebido R$ 1 milhãoda JBS, mas o destinatário seria o presidente, segundo investigadores.
O relatório da PF dá conta de que parte dos itens apreendidos ‘fazem referência à offshore Langley Trade Co. AS’.
Entre os documentos, estão escrituras de compra e venda de dois imóveis envolvendo a empresa em paraíso fiscal.
De acordo com o documento, a offshore era operada por José Emílio Gaston Tuneu Mohr, denunciado no âmbito da Operação Castelhana, deflagrada para investigar esquema de ‘blindagem patrimonial’. A Receita Federal chegou a estimar que as fraudes causaram R$ 1 bilhão de prejuízo aos cofres públicos.
Em um dos documentos, uma promessa de venda e compra de imóvel, mostra que coronel Lima comprou da Langley um apartamento, em 1995, quando a empresa de fachada era administrada por José Aparecido da Silva.
Dois anos depois, a offshore passou a ser representada por Emílio Gaston, uruguaio alvo da Castelhana.
Em 2000, o coronel Lima voltou a fazer negócios com a Langley, quando adquiriu justamente o imóvel que foi alvo da busca e apreensão da PF.
Segundo o relatório, ainda foi encontrado um envelope do escritório “CHT Audifores y Consultores”, apontado na Castelhana como uma das empresas uruguaias de Emílio que auxiliavam na ‘blindagem’ das offshores investigadas.
“Observadas as informações apresentadas no item 3.1 deste relatório, considera-se a possibilidade da offshore Langley Trade CO SA ser na verdade de João Baptista Lima Filho e integrar o mesmo esquema denunciado na Operação Castelha. SItuação que colocaria José Aparecido da Silva, CPF 814,013,538-00, como um “Iaranja” de João Baptista Lima Filho”, anotou a PF.
Associações que reúnem integrantes do Ministério Público e da magistratura federais avaliaram que a possível revisão no acordo de delação de colaborares da JBS, que teriam omitido fatos, não vai atrapalhar as investigações da Lava-Jato. Pelo contrário. O entendimento é de que isso vai reforçar as apurações, num recado claro de que o delator não pode nem mentir nem omitir.
Os presidentes da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), José Robalinho Cavalcanti, e da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Roberto Veloso, destacaram que o delator firma compromissos. E caso os descumpra, pode ter seus benefícios revistos. Assim, eles dizem que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, agiu dentro da lei ao anunciar uma investigação que poderá levar à revisão da delação de três dos sete colaboradores da JBS.
A visão é correta…Pelo q foi apurado houve "omissão" não inverdades.O q pode acontecer é um aditivo ou reavaliação do acordo com novas cláusulas por quebra de compromisso.O q levará talvez, os "Batista" passarem uma temporada utilizando tornozeleiras,ou no xadrez.Além de perder mais alguns milhões de reais…
Em reunião com o presidente em exercício do país, Rodrigo Maia (DEM-RJ), líderes dos principais partidos fecharam acordo sobre o cronograma da reforma política. Neste terça-feira, a Câmara votará apenas o primeiro turno da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) relatada pela deputada Shéridan (PSDB-RR), que trata de fim das coligações em eleições proporcionais e adoção da cláusula de desempenho. A votação da parte mais importante — que trata do sistema eleitoral e da criação ou não do Fundo Eleitoral— ficou adiada para a semana do dia 12, Ou seja, apenas na próxima semana, depois do feriado de Sete de Setembro, é que se votará a PEC relatada pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP), que trata do sistema eleitoral e financiamento de campanha.
O líder do DEM na Câmara, deputado Efraim Filho (PB) , disse que a votação começará pela PEC relatada por Shéridan, depois de votarem uma Medida Provisória que voltou do Senado.
O acordo prevê votar apenas o primeiro turno da PEC. Jä na próxima terça-feira, haverá a tentativa de se votar a PEC de Vicente Cändido, com a proposta de semidistritão, ou o distritão com legenda, onde a pessoa pode escolher votar no candidato ou na legenda. Os eleitos serão os mais votados diretamente, ou seja, no sistema majoritário, mas os votos dados à legenda partidária serão depois distribuídos pelos eleitos daquela legenda.
A gravação de quatro horas que poderá levar à anulação da delação premiada dos executivos da JBS traz menções comprometedoras a quatro ministros do Supremo Tribunal Federal.
Uma dessas menções é considerada “gravíssima” pelos procuradores – embora as demais, nas palavras de quem as ouviu, também causem embaraços aos envolvidos.
Fontes com acesso ao áudio revelaram a VEJA que os ministros são citados pelos delatores Joesley Batista e Ricardo Saud em situações que denotam “diferentes níveis de gravidade”.
Algumas são consideradas até banais, mas “ruins” para a imagem dos ministros. Mas uma delas, em especial, se destaca por enredar um dos onze ministros da corte em um episódio que parece “mais comprometedor”.
A expectativa é de que o Supremo torne a gravação pública nesta terça-feira.
Joesley e Saud se gravaram durante o processo de negociação da delação premiada com a Procuradoria. Aparentemente, estavam aprendendo a operar um dos gravadores que usariam para registrar conversas com autoridades.
O áudio, diz uma fonte, indica que ambos estavam sob efeito de álcool durante a conversa – o que, de acordo com autoridades que trabalham no caso, não elimina a necessidade de investigação sobre o teor do diálogo.
A disputa entre Geraldo Alckmin e João Doria pela vaga de presidenciável do PSDB revela que o tucanato derrete na sua própria gordura. Representado por Aécio Neves em 2014, o partido quase chegou ao Planalto prometendo dissolver a aliança com os corruptos, abandonar o ciclismo fiscal e recriar empregos. Hoje, Aécio é alvo de nove inquéritos, o PSDB apoia um presidente denunciado por corrupção e, em vez de dizer algo sobre o desemprego, os tucanos preferem brigar entre si.
Em artigo publicado nos jornais de domingo, Fernando Henrique Cardoso enumerou as características de um bom candidato. Escreveu que a moralidade é um requisito para que o eleitor volte a crer nos governantes. Não disse nada sobre Aécio. E talvez não tenha notado que Alckmin entra na campanha como alvo da Lava Jato e Doria se apresenta como versão pós-moderna de salvador da pátria.
Com o auxílio de um pedaço do PSDB, Michel Temer deve sobreviver no cargo. Deixará para o sucessor um rastro pegajoso de amoralidades, um rombo fiscal e um crescimento econômico medíocre. Diante desse cenário, dizer que falta um programa de governo aos tucanos é muito pouco. Falta-lhes, na verdade, a noção básica de que uma das obrigações da política é oferecer esperança.
Excelente texto de Josias de Souza narrando o áudio dos marginais da JBS e a pixotada do procurador geral Rodrigo Janot:
A esperteza de Joesley Batista era tamanha que acabou engolindo o dono. O empresário conseguiu a proeza de se autogrampear num diálogo-pastelão com seu executivo Ricardo Saud. A conversa revela uma trama na qual o procurador-geral da República Rodrigo Janot aparece no papel de bobo e ministros do Supremo Tribunal Federal são associados a trambiques. Repassada à Procuradoria por descuido, a gravação deve levar Janot a fazer por pressão o que não fez por precaução. Premiados com uma imunidade penal inédita, os delatores do Grupo JBS estão agora a um passo da cadeia.
Batizada de ‘Piauí Ricardo 3’, a gravação foi feita em 17 de março de 2017. Chegou à Procuradoria às 19h da última quinta-feira. Deveria conter um diálogo comprometedor de Ricardo Saud, ex-executivo da J&F, controladora da JBS, com o senador piauiense Ciro Nogueira, presidente do PP. Entretanto, ao escutar o áudio, no domingo passado, uma procuradora da Lava Jato se deparou com o diálogo desqualificado em que Joesley e Saud atiram contra os seus próprios interesses e acertam uma flechada no pé de Janot. De quebra, cutucam togas do STF.
O conteúdo da gravação, por inusitado, levou Janot a concluir que Joesley e Saud não sabiam que se auto-grampeavam. Um nome salta do diálogo como pulga no dorso de um vira-lata: Marcelo Miller. No dia em que a gravação foi feita, Miller era procurador da República. Integrava o time de Janot na Lava Jato. A certa altura, Saud diz a Joesley que estava “ajeitando” as coisas com Miller. O auxiliar de Janot inclusive já havia remetido uma mensagem sobre a Operação Carne Fraca para Francisco de Assis e Silva, outro executivo da JBS que se converteria em delator.
Havia mais e pior: a conversa entre Joesley e Saud deixava claro como água de bica que a dupla contava com os bons préstimos de Marcelo Miller para obter vantagens de Rodrigo Janot na celebração de um acordo judicial. Em troca, Miller seria admitido como sócio num escritório de advocacia. Dez dias depois da gravação, o Grupo JBS foi reconhecido como colaborador da Lava Jato. Os delatores obtiveram a premiação máxima prevista em lei: a imunidade penal.
Em 5 de abril, Marcelo Miller pediu exoneração do cargo de procurador da República, um dos contracheques mais cobiçados do serviço público. Dias depois, o doutor apresentou-se ao Ministério Público Federal como sócio da banca de advogados Trench, Rossi e Watanabe, que havia sido contratada para negociar um acordo de leniência em nome da J&F, a holding da JBS.
No ofício que redigiu nesta segunda-feira para comunicar as novidades ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, Janot anotou: “Essa sucessão de datas é importante porque sugere a participação de então membro do Ministério Público Federal em atividade supostamente criminosa e/ou de improbidade administrativa.”
“Além disso”, prosseguiu Janot, “há trechos no áudio que indicam a omissão dolosa de crimes praticados pelos colaboradores, terceiros e outras autoridades, envolvendo inclusive o Supremo Tribunal Federal.” Não é só: “O colaborador Ricardo Saud […] apresentou anexo declarando possuir conta no exterior, mais precisamente no Paraguai, a qual não havia sido informada.”
Diante de um encadeamento de fatos tão perturbador, não restou a Janot senão abrir um procedimento para reavaliar o acordo de delação da JBS, especialmente no que diz respeito a Joesley Batista, Ricardo Saud e Francisco de Assis e Silva, o executivo que recebera o relatório do procurador infiltrado sobre a Operação Carne Fraca.
Constrangido pelos fatos, Janot concovou uma entrevista coletiva para o começo da noite. Antes, esteve no Supremo para antecipar seus passos ao relator Fachin e à presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia. Na conversa com os repórteres, o procurador-geral foi econômico. Contou o pecado sem dar nome aos pecadores. Transferiu para o Supremo a decisão de divulgar o áudio —mantendo em segredo, se Fachin achar que é o caso, trechos sobre a vida privada dos personagens.
Janot poderia ter evitado o constrangimento. Não é de hoje que a migração de Marcelo Miller da força-tarefa da Lava Jato para um escritório privado desperta suspeitas. Críticos da atuação da Procuradoria —como o ministro Gilmar Mendes, do Supremo— já falaram publicamente sobre a desconfiança de que o ex-auxiliar de Janot orientou Joesley na preparação do grampo que captou a voz de Michel Temer no subsolo do Jaburu.
O próprio Temer, numa manifestação feita em junho, citou Marcelo Miller e os “milhões” que ele recebeu para mudar de lado. Insinuou que Janot poderia ser beneficiário da operação (veja no vídeo abaixo). O procurador-geral rechaçou a suspeita. Sustentou a tese segundo a qual Miller atuara apenas na negociação do acordo de leniência da JBS. Nessa versão, ele nada teria a ver com a colaboração premiada da Lava Jato. Janot não imaginava que seria compelido a dar o braço a torcer graças a um diálogo desastrado dos delatores que ele premiou.
Um repórter perguntou a Janot: Não fosse pela imunidade penal concedida aos delatores, caberia um pedido de prisão? E o procurador-geral: “Tudo é possível. Vamos ver como é que fica a avaliação dessa revisão do acordo. Eles têm imunidade uma vez que o acordo esteja hígido. Se o acordo ruir —total ou parcialmente—, essa essa imunidade não existirá mais.” Comparado com aquele procurador-geral que defendia com tenacidade a premiação dada à JBS, este Janot da coletiva estava irreconhecível.
Janot empenhou-se em esclarecer durante a entrevista que a “provável” revisão da colaboração da JBS levará à recisão parcial ou total dos benefícios concedidos aos delatores. Mas o Estado não deixará de aproveitar as provas obtidas por meio das delações. Assim prevê a lei. O que o procurador-geral não disse é que, do ponto de vista político, suas flechas perderam o curare, veneno que traziam na ponta. A apenas 13 dias de transferir seus ”bambus” à sucessora Raquel Dodge, Janot converteu-se de arqueiro em alvo.
Michel Temer, seus advogados e os aliados do governo passaram a enxergar o desgaste do procurador-geral como uma oportunidade a ser aproveitada. Avalia-se no Planalto que ficou mais fácil derrubar na Câmara a segunda denúncia que Janot planeja oferecer contra o presidente.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou nesta segunda-feira (4) uma pesquisa que revela que, em 2016, o custo mensal de um juiz no país foi de R$ 47,7 mil. Os números foram divulgados pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do conselho, ministra Cármen Lúcia.
O gasto do orçamento do Judiciário com pessoal ficou em R$ 75,9 bilhões, valor equivalente a 89,5% das despesas totais. O restante desse custo, segundo o CNJ, refere-se às despesas de capital (2,2%) e outras despesas correntes (8,3%) que somam R$ 1,9 bilhão e R$ 7 bilhões, respectivamente. Pela Constituição, a remuneração de um magistrado não pode ultrapassar R$ 33,7 mil, equivalente ao salário de um ministro do STF, a mais alta Corte do país.
De acordo com os dados da pesquisa “Justiça em Número”, o Judiciário possui uma Força de Trabalho total de 442,365 mil pessoas, sendo 18,011 mil Magistrados (juízes, desembargadores e ministros), 279,013 Servidores e 145,321 mil Trabalhadores Auxiliares (terceirizados, estagiários, juízes leigos e conciliadores).
Disse anteriormente e repito novamente: é cada lorota. Nosso País precisa de desenvolvimento, educação, tecnologia e ciência. É isso que constrói uma nação futurista em constante evolução, através de bons professores, médicos, engenheiros, enfermeiros, policiais, químicos e tantos outros profissionais responsáveis por esse processo. Vejamos o exemplo da potência emergente que tornou-se a China, porém aqui o que vemos é uma tremenda desigualdade em todos os aspectos, um povo sofrido e massacrado por uma política castigante e corrupta, uma nação afogada na miséria, ignorância, falta de cultura e além de todas essas mazelas ainda "carregamos" o fardo oneroso do Judiciário que pouquíssimo contribui para o desenvolvimento e economia do Brasil, através de salários altíssimos e totalmente fora da realidade sem falar nos demais absurdos que não citarei pra evitar delongas.
A turma que devia dar exemplo é quem mais corrompe a lei e prega moralismo.
Kkkkk
Respeito ao teto já !!!
Enquanto excluirem do teto algumas verbas esses sanguessugas vão turbinar seus salários sem limites com gratificações, diárias, auxílios moradia, auxílio alimentação, auxílio, educação, auxílio saúde, etc
Absurdo!
É pra que serve a porcaria do teto salarial se não respeitam?
Esse pessoal da justiça e o ministério público abusa!
Além das regalias de férias de 60 dias, licença prêmio, recesso, etc
Uma conversa entre Joesley Batista e Ricardo Saud, em 17 de março, cujo áudio foi anexado por equívoco pela defesa dos delatores da JBS em documentos enviados à Procuradoria-Geral da República evidencia que o ex-procurador da República Marcelo Miller atuava para o grupo antes de se exonerar do cargo.
Miller foi contratado logo em seguida a deixar o Ministério Público para atuar no escritório Trench, Rossi & Watanabe, responsável na época por negociar os termos da leniência da JBS. Até pouco antes, ele integrou o grupo de trabalho de Rodrigo Janot responsável pela Lava Jato.
A conversa entre Joesley e Saud foi gravada no dia em que foi deflagrada a Operação Carne Fraca. Não fica claro se o sócio e o executivo da JBS sabiam que estavam sendo gravados.
Em tom de bravata, eles aludem a informações passadas por Miller, já deixam claro que estavam construindo uma proposta de delação premiada e fazem até manifestações chulas sobre aspectos da vida pessoal de várias pessoas.
O áudio explosivo, que pode levar à anulação da delação do grupo, foi incluído num rol de novos documentos que a defesa entregou na quinta-feira. Estavam junto com um anexo dedicado ao senador e presidente do PP Ciro Nogueira — o parlamentar ao qual Janot se referiu em sua declaração.
Marcelo Miller pediu exoneração em fevereiro, mas só a efetivou em 5 de abril. Na data da conversa, ele já havia gravado a conversa com o presidente Michel Temer no Palácio do Jaburu. O encontro ocorreu em 7 de março. Agora, a PGR tem evidências de que Marcelo Miller ajudou a formatar o encontro e a orientar Joesley a gravar o presidente.
A imprensa currais-novense sente-se extremamente ofendida pela forma ofensiva e desrespeitosa pela qual o deputado federal e relator da Reforma Trabalhista, Rogério Marinho, tratou a repórter do Canal 4, da Sidys Tv a Cabo Ana Paula Julgman em seu exercício profissional.
O deputado, que participava de um evento na cidade ficou irritado e considerou a pergunta da profissional “cretina” ao ser indagado sobre a se “a flexibilização da CLT, o chamado negociado sobre o legislado, não deverá aprofundar o desequilíbrio nessa relação entre patrão e empregado?”. Depois de insinuar que a repórter estava reproduzindo o que tinha ouvido, o “nobre” representante do povo, desrespeitou não só a profissional, mas toda imprensa da cidade, que estava ali para cobrir o evento, em respeito aos organizadores e ao tema, tão pouco discutido e de tamanha importância para o povo brasileiro.
Somos uma imprensa forte, unida e aguerrida. Não podemos admitir que nem o deputado Rogério Marinho e nenhuma outra fonte falte com respeito ou seja destrate nenhum colega de profissão, durante a sua árdua missão de levar a informação ao público.
De acordo como o dicionário a palavra “CRETINA” significa: “Cretino é o adjetivo que serve para designar um indivíduo que tem uma incapacidade mental. O cretino é aquela pessoa que apresenta uma deficiência ou um retardo no aprendizado, sendo considerado imbecil ou idiota. É aquele que não tem muita inteligência. Cretino é também utilizado no sentido pejorativo, para designar uma pessoa cínica, manipuladora e trapaceira, que tem prazer em prejudicar outras pessoas, independente da relação que tenha com elas”.
Portanto, nobre deputado Rogério Marinho, essas características não se aplicam a nossa colega Ana Paula, nem tão pouco ao seu trabalho exercido dignamente, há quase duas décadas na comunicação da nossa cidade.
Lendo e nos aprofundando no significado da palavra utilizada pelo senhor, ela caberia muito bem a outra categoria que deveria estar lutando pelos direitos do povo brasileiro e não usando palavras “chulas”, quando se sentir incomodado por uma imprensa séria como é a da nossa Currais Novos.
Receba, portanto, o nosso repúdio e a nossa indignação pelo seu comportamento “cretino” com a imprensa da nossa cidade.
Profissionais da Comunicação
Dizer que foi pouco discutida a reforma Trabalhista, já demonstra a má fé dessa imprensa. O que não faltou foi seminários, audiências públicas, matérias impressas, televisivas, etc! A colocação da jornalista foi na linha da oposição, sempre tentando colocar que os trabalhadores teriam perdas com a reforma trabalhista, e o que o projeto prevê é modernização das relações e segurança jurídica.
kkkkkkkkk
Esse aqui dá pra trabalhar em circo e de preferência como o dono.
Corretas as suas colocações, Carlos. Acrescento que há milhões de desempregados no nosso país que nos foram deixados pelos governos do PT, que se diz "dos trabalhadores", além de outros milhões que vivem na informalidade, vivendo de "bicos", para quem não há "carteira assinada", nem tampouco "direitos trabalhistas". O que verdadeiramente deixa os esquerdistas furiosos é a perda de importância dos sindicatos e, principalmente, a perda de muito dinheiro, com o fim do nefasto imposto sindical. Essa cambada de petistas e afins não está preocupada com trabalhadores, com cidadãos e muito menos com o nosso Brasil. Para essa corja, só interessam o poder e a manutenção de suas "boquinhas".
Parece q o deputado foi contemporâneo na mesma faculdade do prefeito da capital …
A cada dia que passa tenho mais certeza que os políticos colocaram uma boa grana no bolso porque essas mudanças só quem se beneficiaram foi os empresários.
A melhor maneira de retribuir o "coice" desse deputado é colocá-lo na "geladeira". Não comentar nada sobre ele na imprensa. Ponto. Isso em um ano eleitoral é fatal para sua carreira.
Prejudicou os trabalhadores fazendo retornar à escravidão e ainda se acha no direito de destratar as pessoas, imprensa e quem discorda de sua posição. Vamos lembrar disso em 2018.
Um assalto na noite desta segunda, 4, assustou todos que estavam dentro do hospital Hapvida, em Mossoró, com muitos idosos e crianças.
Segundo informações, três bandidos chegaram na recepção do hospital e anunciaram o assalto. Uma pessoa que estava no local, armado, reagiu e atirou nos assaltantes, atingindo um deles.
Os criminosos fugiram em uma moto levando o comparsa ferido, que depois foi abandonado em uma rua do bairro Belo Horizonte. Populares ainda o levaram a uma unidade de saúde, mas não resistiu os ferimentos.
O bandido morto foi identificado como Ítalo Leite da Silva, de 18 anos.
O advogado do presidente Michel Temer (PMDB), Antonio Claudio Mariz de Oliveira, afirmou que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, perdeu a credibilidade para apresentar uma nova denúncia contra o peemedebista. Mariz de Oliveira afirmou que encaminhará nesta terça-feira um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ter acesso ao conteúdo do áudio que pode anular a delação da JBS.
“Seria de muito boa cautela, até para manter incólume a imagem do Ministério Público, que o procurador-geral da República passasse essa fase de transição e deixasse para que a nova chefia da procuradoria decidisse, se deveria ou não, oferecer uma nova denúncia. O atual procurador perdeu credibilidade para denunciar o presidente. Ele terá que ter agora a cautela que não apresentou na primeira vez”, afirmou o advogado.
Muito estranhos os muitos benefícios dados aos delatores da JBS e a rapidez com que foi selado o acordo. Igualmente estranha a omissão de Lula e do PT nessas denúncias quando se sabe que foi graças a eles que essa empresa passou da condição de frigorífico a multinacional da carne, crescendo assustadoramente às custas do farto e barato dinheiro do BNDES, dado pelos governos petistas. Tem muita coisa a ser esclarecida nesse nebuloso episódio.
Todo empresário que pagou propina para os pilantras ,vagabundos e bandidos políticos brasileiros, são criminosos e bandidos também, porém o que foi delatado, tendo sido comprovado, inclusive com vastas provas, como no caso do ladrão geral da república, o chefe da quadrilha, o Michel temer, o Aécio e outros ladrões, tem que ser considerado.
Portanto, podem anular a delação prender os empresários que pagaram propina e receberam muito mais em troca, pagos com nosso dinheiro, mas temos principalmente que prender, ou pelo menos cassar os mandatos desses crápulas que ocupam cargos públicos, sejam quem for.
Um país com mais de 200 milhões de habitantes, ter na presidência um mafioso, um chefe de quadrilha, É INADMISSÍVEL!
Perícias da Polícia Federal descartaram a existência de edições nos áudios gravados por Joesley Batista, um dos donos da JBS, de conversas suas com o senador Aécio Neves (PSDB) e com Rocha Loures, ex-assessor do presidente Michel Temer. Os peritos já tinham chegado à mesma conclusão no caso da conversa de Joesley com Temer. Os profissionais afirmam que as interrupções existentes nos áudios decorrem do gravador utilizado pelo empresário. Os laudos sobre as conversas com Aécio e Rocha Loures foram anexados em inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF).
Na conversa com Joesley, Aécio pediu R$ 2 milhões dizendo que precisava dos recursos para pagar um de seus advogados. A entrega foi feita a um parente do senador e filmada pela Polícia Federal em ação controlada. A PF ressalta que há 144 descontinuidades na gravação, mas que isso não significaria a existência de edição, uma vez que os gravadores utilizados pelo empresário por Joesley para registrar as conversas tem dispositivo que aciona a gravação de acordo com a frequência sonora, interrompendo em momentos de silêncio.
“Considerando-se todas as técnicas aplicadas na realização dos exames, não foram encontrados elementos indicativos de que as gravações questionadas tenham sido adulteradas em relação ao áudio original, sendo as mesmas consistentes com a maneira em que se alega terem sido produzidas”, registram os peritos.
Rocha Loures, por sua vez, foi gravado depois de ter sido apontado por Temer como seu homem da mais estrita confiança. Joesley pede a ele interferência a favor de seu grupo em órgãos do governo e o ex-assessor chega a telefonar durante a conversa, no viva voz, para o então presidente do Cade, Gilvandro Araújo. Os peritos afirmam que neste diálogo entre Rocha Loures e Joesley há 511 descontinuidades, mas a conclusão é a mesma, atribuindo ao gravador as interrupções.
“No caso concreto dos arquivos de áudio questionados, conforme detalhadamente explicitado, não foram encontradas nas análises realizadas qualquer evidência de que os referidos arquivos tenham sido adulterados”, registram os profissionais da PF.
Os dois laudos são assinados por Paulo Max Gil Innocencio Reis e Bruno Gomes de Andrade. Os dois profissionais são os mesmos que analisaram o áudio envolvendo Temer.
Volta assumir o brasil FORÇAS ARMADAS. Quero ver todos presos.
Não tem sentido nos matarmos de trabalhar para sustentar esses pilantras. As pessoas não suportarão a carga imposta e o governo sujo que quer mais e mais terá apenas o mínimo
Por isto que apartir deste ano não voto mais em senadores w deputado federal e estadual
Piada esses 3
A senador ado "gópi", que protagonizou recente vexame no senado, aquele da ocupação da mesa diretora, impedindo o funcionamento daquela Casa legislativa. Uma "professora" de quem não se conhece um ex-aluno sequer, que usou essa categoria e o seu sindicato para fazer carreira política no estado. Uma nulidade anti-democrática, amante do uso da máquina pública a seu favor, seguindo o que faz o PT. Entrou no Senado dias desses e já se "destaca" como beneficiária de cargos comissionados em prol dos seus "cumpanhero". O que essa senhora já fez pelo RN?
Ceará-Mundão lê a matéria em que 2 senadores pilantras ostentam os primeiros lugares em número de comissionados no gabinete, mas com seu "raciocínio de mocó e caráter de timbú" resolve criticar apenas a senadora que ocupa o 3º lugar nesse escore ridículo. Vá arrumar uma lavagem de roupa seu bundão! A sociedade está cansada de vagabundo babão e mau caráter como você…
Só mesmo um fanático petista (e desesperado por ver sua farsa ruir) prá falar tanta bobagem sobre alguém que não conhece. Essa senador do "gópi" é outra grande farsa e não será por intermédio dela que parasitas, como você aparenta ser, irão recuperar ou preservar suas "boquinhas". Sua "heroína" merece destaque por ser nova na casa. Os outros dois já são "putas velhas" por lá e, inclusive, um deles foi aliado do seu PT, ministro de uma pasta poderosa e cobiçada. E, diga-se de passagem, fez um bom trabalho, mesmo rodeado por lama, corrupção e incompetência. Controle sua ira e sua intolerância, "cumpanhero". Mas é melhor Jair (Bolsonaro 2018) se acostumando pois o nosso povo está prá abrindo os olhos pro perigo que seus "heróis" representam.
Ano que vem os IDIOTAS irão elegê-los novamente….e assim os que nunca pregaram um prego em uma barra de sabão,continuam no poder !!! Aí o povo não sabe porque o estado está quebrado
Ano que vem os IDIOTAS irão elegê-los novamente….e assim os que nunca pregaram um prego em uma barra de sabão,continuam no poder !!! Aí o povo não sabe porque o estado está quebrado
Só os malandro
O pior é que a maioria não dá nem expediente.
Fazendo uma continha básica, colocando cada comissionado deses a seis contos, já dá trezentos paus por mês de desperdício, isso colocando por baixo, a realidade lá no senado é outra.
Isso só no gabinete de Jájá .
ANO QUE VEM EXPULSAREMOS ESSES DOIS QUE REPRESENTAM O QUE HÁ DE MAIS RETRÓGRADO NA POLÍTICA BRASILEIRA. DAREMOS UM BASTA NA OLIGARQUIA ALVES/MAIA
DESSES, SÓ FÁTIMA SE SALVA.
36 cargos….Belo Exemplo..
Eita danado, fatinha em primeiro mandato, já com 36, gosta de cargo, quem diria em?
Olha, a Fatinha, a certinha, que critica os caciques e usa da mesma máquina de favorecimento. 36 cargos a disposição de uma criatura que sempre combateu essa exacerbação. Essa mocinha nunca me enganou. Aliás os caciques do PT usam da máquina e se sobrepõem aos seus pares, do mesmo jeito do restante da corja. Recebe dinheiro de empreiteira que rouba o dinheiro público e se escancha no poder. Aliás, que nomes outros tiveram chance no PT do RN, assim como no resto do país. É sempre o mesmo trenzinho se movimentando. Fátima, Mineiro e o que resta de Hugo Manso. Nunca deram chance a nenhum outro. Tudo igual. Por isso agora estão todos aperreadinhos. Sem Odebrecht, com o patrão Lula condenado na justiça e aplaudidos tão somente por miseráveis ignorantes ou avermelhados da CUT e MST. Quem reflete, fará opções diferentes de todos eles!
É isso mesmo, meu caro. Esse PT precisa ser banido da vida política nacional a bem do nosso país e do nosso povo. Basta dessa gente nos enganando.
Desses três aí só escapa Fátima. Os outros dois são exagerados nos gastos públicos.
Cara, que planeta você vive? Desses aí não escapa nenhum.
kkkkk
É aquele velho ditado: o corno manso é avisado e sempre diz isso é conversa do povo, não acredito nisso…. kkkk
E o fumo entrando…
Senta os pes no chão, 99,9% é ladrao e com certeza essa Fatinha PTralha nao se salva!
Kkkkkkkk
Os honestos do RN!
BG
O ano que vem o Norteriograndense precisa dar um basta nestes senadores que fizeram da vida a politica, já mamaram demais e não estão produzindo nada para a população e sim para suas familias. Precisamos de novos na politica, acabar com essas oligarquias de políticos CARREIRISTAS, já vão com a terceira geração infiltrada na politica do estado. Fora todos.
Tem que divulgar os nomes dos servidores lotados nos respectivos gabinetes, com as respectivas funções. Não só desses Senadores, mas de todos os políticos. Isso deveria constar no portal da transparência.
Entre no portal do SenadolFederal…
Esses politicos tem muita liberdade. Gasta e criar gastos. PRECISA TER LIMITES. ELES MANDAM EM TUDO. TA ERRADO. cade as forças armada? Afinal estao vendendo nossos BRASIL.
Temos que denunciar, não tem sentido isso
Só tem menino bom …. e o povo que não aprende, esses com certeza vão voltar novamente para o senado…
E qual os nomes dos nomeados ????????????
Entre no portal do Senado Federal…