A implantação de um sistema on-line de monitoramento de procedimentos disciplinares fez triplicar o número de punições a integrantes do Ministério Público no Brasil. As sanções mais que triplicaram em um ano, de 15 para 49, e já acumulam alta de 186,6% só nos sete primeiros meses de 2017. São sindicâncias sem conclusão há mais de dez anos, investigações paradas e punições brandas ou em desacordo com o que determina a legislação –tudo envolvendo promotores e procuradores da República, que são servidores pagos com dinheiro público para garantir a aplicação das leis.
Implantado no começo de 2016, o Sistema Nacional de Informações de Natureza Disciplinar busca, por exemplo, impedir que sindicâncias sejam esquecidas ou que crimes cometidos por integrantes do Ministério Publico no exercício da função sejam prescritos por falta de investigação.
Com isso, a Corregedoria Nacional do Ministério Público consegue monitorar todos os procedimentos instaurados pelas 30 Corregedorias do Ministério Público espalhadas pelos 26 Estados e o Distrito Federal, além dos Ministério Públicos Militar e do Trabalho, e as Procuradorias da República.
“A premissa do nosso trabalho é fiscalizar quem fiscaliza, mas também vai além. É fiscalizar a tramitação dos procedimentos disciplinares nos órgãos da administração superior de cada Ministério Público”, disse Cláudio Henrique Portela do Rego, ex-corregedor nacional que implantou o sistema.
O funcionamento do sistema on-line é simples. A partir do momento da abertura de um procedimento disciplinar, a Corregedoria Nacional passa a acompanhar o andamento. No caso de uma sindicância, 30 dias após a sua instauração, já aciona o responsável pela conclusão.
O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, recolocou em movimento a ação sobre a prisão de condenados na segunda instância do Judiciário. Ele informou ao blog que requisitou informações ao Congresso Nacional e à Advocacia-Geral da União. Ouvirá também a Procuradiria-Geral da República. Na sequência, requisitará à presidente da Suprema Corte, Cármen Lúcia, a inclusão do julgamento na pauta do tribunal.
“A deliberação anterior teve caráter liminar. Tenho a obrigação de submeter o julgamento final ao plenário”, disse Marco Aurélio. Ele reconhece que a tendência é de que seja revertida a decisão tomada em 2016, quando o Supremo autorizou, por 6 votos a 5, o encarceramento de condenados após decisões na segunda instância da Justiça, não mais depois do trânsito em julgado, quando se esgotam todas as possibilidades de recorrer.
Deve-se a perspectiva de reviravolta a um novo posicionamento do ministro Gilmar Mendes. Na última quarta-feira, ele mandou soltar um homem condenado em segunda instância por crime fiscal. Autorizou-o a recorrer em liberdade.
No ano passado, Gilmar votara com a maioria do Supremo, a favor do encarceramento antecipado. No despacho de quatro dias atrás, sinalizou a intenção de dar meia-volta, retardando as prisões pelo menos até o julgamento de recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ), a terceira instância.
Os membros da força-tarefa da Lava Jato consideram a prisão na segunda instância como um marco no combate à corrupção no Brasil. A novidade funcionou como um estímulo para que corruptos e corruptores colaborassem com a Justiça, para diminuir suas penas.
Neste sábado, o juiz Sergio Moro manifestou-se sobre o tema num evento em São Paulo. Na sua avaliação, um eventual recuo do Supremo seria desastroso. “Há uma crença que talvez tenha chegado ao fim o tempo da impunidade dos barões da corrupção”, disse o magistrado da Lava Jato.
Moro prosseguiu: “Mas para que esse tempo realmente chegue ao fim, nós precisamos não só de bons casos concretos, mas nós precisamos também de alterações mais gerais no nosso sistema jurídico.”
Arrematou: “Para que o Brasil, no entanto, possa eliminar esses quadros de corrupção sistêmica, é preciso dar passos firmes em reformas e uma delas, essencial, é não retroceder.”
Com o pedido de Marco Aurélio para a inclusão do tema na pauta, será a terceira vez que o assunto chegará ao plenário do Supremo. No primeiro julgamento, ocorrido em fevereiro de 2016, os ministros decidiram, pelo placar de 7 a 4, que um determinado condenado em segunda instância tinha o direito de recorrer da sentença, mas na prisão.
Foram protocolados no Supremo dois recursos contra essa decisão. Um da Ordem dos Advogados do Brasil. Outro do Partido Ecológico Nacional, que tem como advogado Antonio Carlos de Almeida Castro. o Kakay, um defensor de encrencados na Lava Jato do porte de José Sarney, Romero Jucá e Edison Lobão.
Em essência, os recursos da OAB e do PEN pedem ao Supremo que reconheça a constitucionalidade do artigo 283 do Código de Processo Penal. Sustentam que esse artigo veda a prisão antes do encerramento definitivo do processo, o chamado trânsito em julgado. Coube a Marco Aurélio Mello a atribuição de relator.
Na conversa com o blog, Marco Aurélio explicou que as ações incluíram um pedido de liminar para suspender a decisão de fevereiro de 2016. Adepto histórico do direito dos réus de recorrer em liberdade, o relator preferiu não decidir sozinho —monocraticamente, como se diz.
Marco Aurélio levou a encrenca ao plenário. A sessão ocorreu em outubro de 2016. Nela, o relator votou a favor da concessão da liminar. Foi vencido. Pela segunda vez, prevaleceu no plenário do Supremo a posição favorável ao acionamento da tranca já na segunda instância. No entanto, o placar foi mais magro: 6 a 5. Se Gilmar virar a casaca, o placar será o mesmo. Só que o resultado se inverte.
Segundo Marco Aurélio, o processo estava parado em seu gabinete por conta de um equívoco. “Erradamente, meu gabinete estava aguardando a redação do acórdão do ministro Edson Fachin”, disse o ministro ao blog. “Mas isso não é obstáculo para a tramitação do processo. Já assinei nesta semana os ofícios pedindo ao Congresso e à Advocacia-Geral da União que se manifestem. a Procuradoria também se manifestará.”
“Estamos instruindo o processo”, acrescentou o ministro. “Em seguida, levarei o caso a julgamento. É minha obrigação fazer isso. Pedirei a inclusão na pauta. Cabe à presidente [Cármen Lúcia] definir a data.”
Resta agora saber se Cármen Lúcia atenderá à solicitação de Marco Aurélio. Há seis dias, num evento em São Paulo, a presidente do Supremo ouviu de Sergio Moro palavras de preocupação em relação à hipótese de recuo na prisão em segunda instância. A ministra o tranquilizou: “Não há nada pautado sobre isso. Não há nada cogitado.” Agora há.
Se passar, nenhum político ou gente abastada irá para a cadeia.
Com a lerdeza da justiça e os sem números de recursos, os processos vão prescrever.
Então, valhará, como nunca, roubar nesse país.
Mais um Fla X Flu entra em campo no Brasil com o anúncio de que empresas estatais, como Eletrobras, serão privatizados. De um lado, um Governo que precisa fazer caixa e um mercado financeiro que apoia a onda privatista, mas desconfia do sucesso da implementação em curto prazo.
De outro, servidores públicos e uma oposição ao presidente Michel Temer que enxergam oportunismo e desespero em fazer anúncios tão relevantes com tão pouco debate à luz do dia. No meio uma população que ainda digere as notícias econômicas que se amarram ao cenário político e suas eventuais consequências para o dia a dia.
A dúvida sobre o que acontecerá com a conta de luz se a Eletrobras for privatizada, por exemplo, é uma das principais.
Mas por ora, o único que se pode afirmar até o momento é que o pacote de privatizações anunciado esta semana pela gestão de Michel Temer é o maior desde o Governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), responsável pela maior onda de desestatização do país.
Se conseguir TEMER ser a um herói se não conseguir merece o reconhecimento por tentar . Agora a imprensa deveria apoiar Esse é projeto que é sem dúvidas e todos sabem a salvação do Brasil. Chega de emprego público para marginais políticos quer sejam de ESQUERDA ou direita quanto menor o governo melhor o país
A agilidade do Governo do Estado em liberar as licenças ambientais e reforçar a infraestrutura no município de Touros, a 100 quilômetros de Natal, foram determinantes para acelerar as obras de construção do maior hotel do Rio Grande do Norte, o Vila Galé, que terá 514 apartamentos, cinco restaurantes, piscinas com área total de dois mil metros quadrados, e um centro de eventos com capacidade para duas mil pessoas. Em pouco mais de cinco meses foram concluídas as fundações e a estrutura com quatro andares.
Para mostrar a evolução do projeto, o presidente do grupo Vila Galé, Jorge Almeida convidou o governador Robinson Faria para conhecer as instalações neste sábado, 26. Robinson conheceu toda a estrutura do Hotel que terá 37 mil metros quadrados de área construída em uma área de 113 mil metros quadrados.
“Há seis meses lançamos a pedra fundamental deste empreendimento que hoje está em fase adiantada de construção. É importante lembrar que, com a agilidade e determinação do nosso governo, conseguimos liberar os trâmites burocráticos, dar segurança jurídica e infraestrutura para a instalação do Vila Galé em Touros que já estudava mudar sua locação para o Ceará ou Pernambuco”, disse o Governador.
Robinson Faria destacou a importância do Vila Galé para o turismo e para a economia do RN. “Hoje são gerados 300 empregos na fase de construção e quando entrar em funcionamento, no próximo ano, vai gerar mil empregos diretos, e pelo menos mais cinco mil empregos indiretos”, afirmou o Chefe do Executivo, acrescentando que o empreendimento tem potencial para transformar para melhor a economia, gerando emprego e renda a milhares de norte-riograndenses vez que o turismo envolve 55 atividades produtivas.
O presidente do grupo Vila Galé, Jorge Almeida, confirmou que a unidade em Touros terá padrão internacional de qualidade para atender a família no sistema all incluse. “Estamos fazendo um investimento ousado construindo o maior hotel do Estado e isto está sendo possível por que temos o apoio e a segurança jurídica dada pelo Governo do Estado”, afirmou Jorge Almeida.
As obras são executadas por uma construtora do RN e a maior parte do material é adquirido no comércio do Estado. “O grupo Vila Galé tem esta preocupação de interagir com a comunidade local e fazemos tudo para adquirir nossos insumos no comércio local”, explicou o engenheiro Marino Eugênio, responsável pela Estrutural. Ele explica que o cronograma prevê a conclusão das obras e a entrada em funcionamento do hotel para setembro do próximo ano, “mas os trabalhos estão adiantados e devemos concluir antes do prazo”.
O INVESTIMENTO
O investimento na unidade em Touros é de R$ 100 milhões, vai gerar mil empregos diretos e dinamizar a economia da região com a demanda por serviços e insumos para o seu funcionamento.
O Vila Galé é um dos principais grupos hoteleiros de Portugal e integra o ranking das 207 maiores empresas hoteleiras no mundo. O Vila Galé de Touros será a 8° unidade do grupo no Brasil. Ao todo, o grupo possui 27 hotéis, sendo 20 deles em Portugal e sete no Brasil.
Muito bom vai direcionar o turismo para o lado esquecido do RN atingindo Touros São Miguel São Bento e caiçara do Norte.
PARABÉNS ao grupo empresarial .
Na realidade se os empresários fossem tratados com lealdade e nao como marginais o Brasil seria outro e nao não teríamos tanto desemprego
Na luta do dinheiro, venceu o “Money”. Contra tudo e contra todos, Floyd Mayweather cumpriu o que prometeu. Com uma performance dominante a partir do quarto round, o americano venceu por nocaute técnico a 1m05s do décimo assalto um surpreendente Conor McGregor e manteve a invencibilidade no boxe profissional. Voltando após dois anos de aposentadoria, o americano não se importou com as vaias na T-Mobile Arena, estudou o adversário nos quatro primeiros rounds, quando foi atacado, e daí em diante ditou o ritmo contando com o cansaço do irlandês. Ainda em cima do ringue, Floyd, agora aplaudido, anunciou que está definitivamente aposentado após voltar a nocautear, o que não acontecia desde 2011, contra Victor Ortiz.
Ele é um competidor muito duro, eu acho que demos aos fãs o que eles gostariam de ver. Ele foi muito melhor do que eu achei que era. Essa foi a nossa estratégia, deixar ele jogar os golpes mais fortes no começo e cansá-lo. Eu dei a minha garantia de que essa luta não iria para a decisão. Essa é a minha última luta, senhoras e senhores, com certeza – disse Floyd, que entrou na arena com roupas negras e uma máscara que só deixavam seus olhos e lábios à mostra.
Com a vitória, Mayweather não apenas engorda ainda mais sua conta bancária, chegando a aproximadamente US$ 1 bilhão na carreira, como também amplia seu cartel invicto. Agora são 50 triunfos e nenhuma derrota. Apesar de ter citado várias vezes que não contaria essa luta para seu recorde, ele ultrapassa a lenda Rocky Marciano, que teve 49 vitórias e nenhuma derrota na carreira. O nocaute dá ao americano o “Money Belt”, mais um na sua coleção, uma cinta feita com pedras preciosas especialmente pelo Conselho Mundial de Boxe para a luta.
– Ele não é tão rápido e tão forte, mas como ele é sereno na luta, eu achei que estava equilibrado. Acho que o juiz interrompeu muito cedo. Eu fico um pouco cambaleante quando estou cansado. Aquilo era fadiga. Eu não tinha me entregado. Ninguém assume esse tipo de risco. Deixa o cara me derrubar. Eu o dominei nos primeiros rounds. Ele tinha que me nocautear, não sei como me sentir agora. Vamos ver o que acontece, agora vou me divertir – disse McGregor sobre se continuará sua carreira no boxe, para depois garantir que retornará ao UFC. O irlandês entrou no ringue com os dois cinturões do UFC, apesar de não ser mais o campeão peso-pena.
McGregor começa melhor, mas Mayweather domina depois
Vestindo branco, Conor McGregor tratou de mostrar desde o soar do gongo que nãoestava lá para brincadeiras. O round inicial teve exatamente a ação esperada. Conor encurralou Floyd nas cordas e soltou boas sequências. Mayweather dançou pelo ringue e procurou apenas se defender. Vendo que o rival não atacava tanto, o irlandês chegou a abaixar a guarda e colocar as mãos para trás, zombando. A torcida foi ao delírio e gritava: “Olê, Olê, Olê, Olê, Conor, Conor”. No replay do round, os golpes conectados pelo campeão do UFC tiravam aquele “Uhhhh”.
O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) vai começar a coletar assinaturas na próxima segunda-feira, 28, para instalar uma comissão parlamentar de inquérito para investigar a decisão do governo de extinguir a Reserva Nacional do Cobre e Associados, na Amazônia.
Segundo Delgado, a ideia é envolver deputados e senadores na iniciativa e criar uma comissão mista de investigação. Para uma CPMI ser criada, é necessário o apoio de 171 deputados e 27 senadores.
O ponto que está sendo destacado pelo deputado é o fato de o governo ter antecipado a informação de que iria acabar com a reserva ambiental para canadenses, antes mesmo de esse assunto vir a público no Brasil.
De acordo com uma reportagem publicada pela BBC, em março, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, anunciou a empresários daquele país que a área de preservação amazônica seria extinta, e que sua exploração seria leiloada entre empresas privadas. O fim da reserva foi apresentado pelo governo durante o evento Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC), em Toronto.
O decreto extinguindo a reserva foi assinado pelo presidente Michel Temer na quarta-feira e permite que uma área de 47 mil quilômetros quadrados na Amazônia, rica em cobre e outros minerais, seja explorada pela iniciativa privada. A área equivalente ao tamanho do Espírito Santo está localizada entre os Estados do Pará e do Amapá, e havia sido instituída em 1984.
O vice-presidente nacional do PDT e pré-canditado à Presidência da República pelo partido, Ciro Gomes, aproveitou evento realizado na noite dessa sexta-feira (25) em Contagem (MG) para atacar o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). As críticas decorrem das recentes decisões do magistrado em conceder liberdade a presos por esquemas investigados a partir da Lava Jato, como o empresário Jacob Barata Filho e o ex-presidente da Detro Rogério Onofre .
“Ele [Gilmar] está erodindo dramaticamente a respeitabilidade que o povo brasileiro precisa ter no STF. Não é possível que ele continue a insultar a Corte dessa maneira”, disse Ciro Gomes , sem mencionar nominalmente Gilmar Mendes. “Como advogado, como professor de Direito e como militante político, fico constrangido pelas suas decisões. Em algum momento ele precisa botar a mão na consciência e se recolher ao cargo de ministro do STF.”
O pedetista também criticou o presidente Michel Temer, a quem chamou de “canalha”. O xingamento foi direcionado ao peemedebista assim que Ciro mencionou a extinção de área de preservação entre os estados do Pará e do Amapá, anunciada nesta semana pelo Planalto.
“A atitude de ‘vendilhão’ do golpista Michel Temer não tem limite. Esse canalha revogou, sem consultar ninguém, uma reserva ambiental e indígena do tamanho da Dinamarca, colocando em risco a Amazônia. Não podemos tolerar esse crime que ameaça floresta, rios e populações tradicionais”, vociferou Gomes.
Assim como aconteceu com Sandy, uma fã invadiu o palco e derrubou Joelma após agarrar as pernas da cantora durante show em Novo Guarapirão Dance, zona sul de São Paulo, na noite de sexta-feira (25). A paraense, que se desequilibrou e caiu , foi socorrida pelos seguranças rapidamente .
Após o incidente, a artista, fazendo tratamento de rejuvenescimento da pele, se levantou e acolheu a admiradora com um abraço. A plateia, claro, aplaudiu a atitude inesperada da loira, fotografada com namorado em jantar romântico no Rio de Janeiro. A situação foi gravada em vídeo e publicada na internet.
Sabe o que ela fez com a fã que a derrubou? Não a esmurrou, não a chamou de doida e nem pediu que os segurança a expulsasse. Ela a abraçou e cantou: Chega pra cá meu bem que eu vou ti ensinar, a nova dança do estado Pará!
O ABC perdeu por 2 a 0 para o Vila Nova na tarde deste sábado, 26, no estádio Serra Dourada, Goiânia. Os gols foram marcados por Alan Mineiro e Alípio.
Com o resultado, o alvinegro Potiguar continua na lanterna da série B com 16 pontos.
Calma, Paquitas! A situação de vocês é privilegiada, não ? Não esqueçam que foi o ABC que deu essa oportunidade de jogar uma série D, ridícula! É verdade. Mas foi uma esmola dada de todo coração!
Toda noite ouço a rádio grenal, do RS.
Os crs tiram muita onda com o abc…. Kkkkkkkk..
Às vezes fico chateado e mando os prints dos torcedorezinhos chorando e reclamando…kkkkkk
Arlindo Neto, filho do sambista Arlindo Cruz, publicou uma atualização do estado de saúde do pai, o músico Arlindo Cruz, neste sábado.
“Meu pai segue evoluindo, é lenta a recuperação de um AVC hemorrágico, mas temos fé que ele logo estará de volta para o conforto de casa. Nem sempre temos novidades no quadro, ele segue na Unidade semi-intensiva e sem previsão de alta”, escreveu ele nas redes. Ele também mandou um recado aos fãs: “Nos resta pedir a Deus força pra que ele volte logo”, escreveu.
Arlindo Cruz está internado desde março quando sofreu um acidente vascular cerebral. Nos últimos meses, ele apresentou sinais de melhora e o quadro é estável.
Recentemente, Arlindo Neto, emocionou os seguidores com uma mensagem ao pai nas redes sociais. “Pai, este ano fiz, como sempre, um samba concorrente pro nosso glorioso Império Serrano. Gravei o banjo, mas jura pra mim que ano que vem faremos juntos novamente e você irá gravar o seu banjo? Fiz, senti sua falta, mas fizemos a altura da sua história e, acima de tudo, da história do nosso Império Serrano. Iremos registrar a obra e poderei mostrar pra quem quiser ouvir o nosso concorrente ao hino oficial do Império Serrano 2018”, escreveu ele.
O ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci declarou, durante negociação de delação premiada, que o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Cesar Asfor Rocha recebeu propina por parte da construtora Camargo Corrêa no valor de R$ 5 milhões.
O motivo, segundo Palloci , era o interesse da empresa em barrar a Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal, deflagrada em 2009. Além da Camargo Corrêa, outras empreiteiras e políticos, denunciados também na Lava Jato, compunham os alvos das investigações.
O ex-ministro ainda afirmou que o combinado com Rocha foi feito pelo advogado Márcio Thomaz Bastos, morto em 2014, e, além da verba, também o foi prometido apoio para que ele fosse indicado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), o que não ocorreu. As informações são do jornal “Folha de São Paulo”.
No entanto, o suborno foi depositado em uma conta no exterior, conforme disse Palocci – que está preso desde setembro de 2016 por ter participado de esquema de corrupção envolvendo a empreiteira Odebrecht e contratos com a Petrobrás e que tenta agora um acordo de delação premiada.
Castelo de Areia
Em janeiro de 2010, a operação Castelo de Areia foi interrompida por uma medida liminar, concedida por Rocha, que à época era o presidente do STJ. Na ocasião, o ministro acatou a alegação dos advogados da construtora diziam que as interceptações telefônicas usadas para a investigação tiveram origem apenas em uma denúncia anônima, sendo ilegal.
O julgamento final para definir legalidade ou não da operação aconteceu em março de 2011, feito pela 6ª Turma do STJ, sem a participação de Rocha. Na ocasião, o resultado se deu pela ilegalidade dos grampos, o que anulou a operação e todos os seus desdobramentos.
Depois disso, ao se aposentar do tribunal superior no fim de 2012, Rocha passou a advogar.
Tanto o ex-presidente do STJ, a construtora Camargo Corrêa e a família de Bastos negaram a prática de ilegalidades para interromper a operação e as acusações de Antônio Palocci.
Floyd Mayweather construiu o seu império em Las Vegas. Fez mais da metade de suas lutas nos cassinos locais e reside na “Cidade do Pecado”. É por lá que desfila com os seus carrões e torra a fortuna que chegou a US$ 1 bilhão este mês. Quando pisar no ringue da T-Mobile Arena neste sábado, porém, será impossível dizer que “Money” se sentirá em casa. Do outro lado estará Conor McGregor, e a “Sin City”, também domicílio do UFC, escolheu o córner do irlandês, para quem torcerá na luta mais esperada do ano nas artes marciais.
Desde junho, quando foi oficializado que o multicampeão voltaria da aposentadoria para encarar a estrela do MMA em uma luta de boxe, os fãs ficaram com McGregor. E Las Vegas, na sexta-feira, na pesagem oficial, mostrou mais uma vez que os irlandeses não irão abandonar o seu herói. Em maioria expressiva, eles vaiaram Mayweather e fizeram a festa no quintal do americano, que contra a parede, repetiu um mantra que o seguiu nos últimos dois meses: torcida não vence luta.
– Eu não me preocupo com isso. “Trash talk” não vence lutas. Lembre-se que eu obviamente sou melhor no “trash talk”, porque tudo o que já saiu da minha boca, eu provei lá dentro do ringue com as minhas habilidades e as minhas mãos. Todos eles parecem fortes até me enfrentarem. De novo, senhoras e senhores, todo mundo deve saber disso: nós apreciamos os fãs deles e eu aprecio os meus, mas quando chegar a hora, os fãs não podem lutar por você, apenas os dois lutadores. E não vai durar os 12 rounds. Guarde minhas palavras – repetiu Mayweather.
De fato, apesar da maioria nas arquibancadas, Conor é o azarão nas casas de apostas e na opinião dos especialistas. Aos 29 anos, o único homem a ter dois cinturões do UFC ao mesmo tempo fará sua estreia no boxe profissional. Subirá ao ringue para levar R$ 220 milhões, mas terá do outro lado uma lenda da “Nobre Arte”, invicto em 49 duelos. Aos 40 anos, Floyd se aposentou em 2015, mas foi seduzido pelos números surreais dessa luta, que irá movimentar R$ 1,9 bilhão entre bolsas de luta, vendas de pay per view, casas de apostas e outras questões, batendo um recorde atrás do outro. Com hotéis lotados e casas de apostas a todo vapor, Vegas sorri e espera para ver quem levará a melhor. McGregor, confiante como sempre, mudou até seu prognóstico.
– Eles podem esperar o que sabem de mim: não duvide de mim, nunca. O que eu digo que eu vou fazer, eu farei. E eu mudei de ideia. Antes iria nocautear Floyd Mayweather no segundo round, mas agora acredito que vou terminar essa luta no primeiro. Ele não passa do primeiro round. Ele vai ficar inconsciente no início, essa é a minha previsão. Eu acredito. Como eu disse eu sinto, se ele cair e levantar, então eu posso jogar mais… Ele vai ficar inconsciente logo, se ele conseguir se levantar e sobreviver, nós vamos jogar até ele aguentar – aposta Conor.
Quando o gongo soar e o primeiro round começar, será a materialização de uma luta que está na cabeça dos fãs desde 2015. Presidente do UFC, Dana White ajudou a tornar isso real. No início, relutou. Depois, deu esse presente aos torcedores e aprendeu com o tempo que é impossível duvidar de McGregor.
– É uma luta histórica. Sabe, o que eu amo nessa luta é que essa não é uma luta que eu tentei promover, não é uma luta que eu tentei fazer. É uma luta que eu relutei muito no começo. Mas, por conta da imprensa e dos fãs, essa luta foi feita. Você sabe como eu sou, eu adoro dar às pessoas a luta que elas querem ver. Essa é uma delas, então vamos lá. Ele é o tipo de cara que acredita 100% em si mesmo, nas suas habilidades. Mesmo na luta contra o José Aldo, ele estava falando que iria nocautear o José Aldo no primeiro round e todo mundo estava dizendo que isso era ridículo, mas a luta durou 13 segundos. Então eu parei de duvidar do Conor McGregor – conta White.
CEO da Mayweather Promotions, Leonard Ellerbe foi a outra ponta da negociação. Velho conhecido de Floyd, ele fez uma ponderação curiosa. Para ele, Conor lembra Mayweather quando mais novo. De fato, a forma de se expressar, o “trash talk”, as roupas e as vitórias são rotina na carreira dos dois.
– Conor é um cara extraordinário. Ele é super engraçado, eu sempre presto atenção em tudo o que eu vejo sobre ele porque ele me lembra muito o Floyd. Qual a melhor forma de iniciar isso do que com a maior estrela do UFC e a maior estrela do boxe? – pergunta Ellerbe.
O procurador Deltan Dallagnol, um dos coordenadores da operação Lava Jato, disse neste sábado que foi convidado por partidos políticos para ser candidato nas eleições de 2018, mas recusou.
“Hoje não tenho pretensões políticas, fui convidado por quatro partidos, mas educadamente recusei”, afirmou o procurador a jornalistas durante o 8º Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais. Ele não revelou os nomes das legendas, ao ser questionado se considerava se lançar na vida política.
“Não descarto no futuro servir em diferentes posições públicas ou privadas”, complementou Dallagnol, sem dar mais detalhes.
O procurador reiterou críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes por ter mandado soltar presos na Lava Jato e também pelas declarações de que pode mudar o entendimento sobre soltura de presos após condenações em segunda instância.
Tida como uma das principais medidas para combater a impunidade, a prisão automática após decisão da justiça de segunda instância foi mantida pelo STF no ano passado, com placar de 6 a 5. Gilmar, que tinha votado com a tese vencedora, recentemente tem dado sinais de que pode mudar seu entendimento.
Uma revisão do assunto no Supremo pode livrar da cadeia vários dos condenados após as investigações da Lava Jato.
“A revisão do entendimento do Supremo sobre prisão após decisão de segunda instância seria catastrófica”, disse Dallagnol. “A sociedade tem fome de justiça; e a mudança de posição do Supremo neste assunto pode matar a sociedade de inanição.”
Todos sabemos que a política brasileira está totalmente contaminada pela corrupção. Sabemos também, que a maioria dos políticos brasileiros são pessoas extremamente perigosas, desonestas, corruptas e totalmente desprovidos de honestidade. Ou trocaríamos todos esses ladrões por membros do Ministério Público Federal, os honestos, evidentemente, ou esse excelente procurador seria contaminado por essa corja de malfeitores…Acho que ele é melhor para o País, esse procurador da república permanecer no local em que ele está atualmente! Cadeia nos políticos desonestos, que não são poucos!
O juiz Sérgio Moro disse em evento em São Paulo neste sábado (26) que seria “muito triste” se o Supremo Tribunal Federal revisse a decisão de autorizar a prisão após condenação em 2ª instância.
“Seria, com todo respeito ao Supremo Tribunal Federal, seria muito triste, que a meu ver a principal reforma geral da lei processual nos últimos ano fosse alterada por uma decisão do supremo”. “Essa foi a mudança fundamental nos nossos útimos anos no que se refere ao processo penal”, argumenta.
O Supremo Tribunal Federal decidiu autorizar a prisão após condenação em 2ª instância em fevereiro do ano passado. Na ocasião, o placar foi de 7 a 4. Essa interpretação levou para a cadeia criminosos que conseguiam adiar por anos a execução da pena através de recursos aos tribunais superiores, como o ex-senador Luiz Estevão.
Em outubro, a Corte voltou a analisar o tema e placar foi mais apertado: 6 a 5 a favor da prisão.
Nesta semana, o ministro Gilmar Mendes, um dos que votaram a favor nas duas ocasiões, concedeu habeas corpus para soltar um homem preso após condenação em segunda instância e enfatizou que deve mudar seu entendimento para garantir que os acusados possam aguardar resposta do Superior Tribunal de Justiça (STJ), chamada de terceira instância, antes da prisão.
A decisão de Gilmar nesta semana foi monocrática, o que significa que ele tomou a decisão sozinho. Para Moro, é prematuro dizer que o STF vai rever o posicionamento enquanto não houver uma decisão do colegiado da Corte. Na última quarta, o juiz mandou prender o empresário Márcio Bonilho e o aposentado Waldomiro de Oliveira, apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como “laranja” do doleiro Alberto Youssef.
“Vejo com grande preocupação algumas discussões atuais do Supremo rever esse precedente”, afirmou Moro. “É essencial que essa regra geral permaneça”, completa.
O juiz Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara da Justiça Federal do Rio Grande do Norte, em Mossoró, condenou o empresário Edvaldo Fagundes, controlador do Grupo Líder, e outras onze pessoas, incluindo seus familiares, pelos crimes de sonegação fiscal, apropriação indébita previdenciária, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
Os condenados deverão cumprir penas que vão desde prestação de serviços à comunidade até 21 anos de prisão em regime fechado (caso de Edvaldo). Os réus foram responsabilizados por abrirem empresas em nome de “laranjas” para não pagarem impostos federais.
A sentença encerra quatro anos da investigação iniciada em 2013 com a deflagração da operação Salt, pelo Ministério Público Federal de Mossoró, com o objetivo de desarticular a organização criminosa.
Confira abaixo os termos da sentença:
Edvaldo Fagundes de Albuquerque – 21 anos de reclusão em regime fechado
Ana Catarina Fagundes de Albuquerque – 4 anos e 8 meses de prisão em regime semiaberto
Rodolfo Leonardo Soares Fagundes de Albuquerque – 9 anos de prisão no regime fechado
Felipe Vieira Pinto – 4 anos e 8 meses no regime semiaberto
José Bonifácio Dantas de Almeida – 4 anos e 8 meses no regime semiaberto
Miguel Ângelo Barra e Silva – 2 anos e 4 meses prestando serviços à comunidade e multa
Joel Ferreira de Paula – 2 anos de prestação de serviços à comunidade e multa
José de Arimateia Costa – 2 anos de serviços à comunidade e multa
José Dutra de Almeida Lira Neto – 2 anos de prestação à comunidade e multa
Zulaide de Freitas Gadelha – 2 anos e 4 meses de prestação de serviços à comunidade e multa
Genival Silvino de Sousa – 2 anos e 4 meses de prestação de serviços à comunidade e multa
Eduardo Fagundes de Albuquerque – 2 anos e 4 meses de prestação de serviços à comunidade e multa
Dois jovens foram encontrados mortos com marcas de tiro em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, na manhã deste sábado (26). Até a publicação desta matéria as vítimas não foram identificadas.
De acordo com a Polícia Militar, os corpos foram encontrados por populares que acionaram a PM. No local, ninguém passou nenhuma informação para a PM sobre o crime.
Os corpos foram encontrados no bairro Santo Antônio.
Comente aqui