Economia

Mineradoras canadenses souberam de extinção de reserva na Amazônia 5 meses antes do anúncio oficial

Publicada no Diário Oficial da última quinta-feira sem alarde, o decreto que determina a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia, surpreendeu muita gente e ganhou manchetes alarmadas no Brasil e nos principais jornais do mundo.

Não foi o que ocorreu com investidores e empresas de mineração canadenses. Em março, cinco meses antes do anúncio oficial do governo, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, anunciou a empresários do país que a área de preservação amazônica seria extinta, e que sua exploração seria leiloada entre empresas privadas.

O fim da Renca foi apresentado pelo governo Temer durante um evento aberto em Toronto, o Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC), junto a um pacote de medidas de reformulação do setor mineral brasileiro, que inclui a criação de Agência Nacional de Mineração e outras iniciativas para estimular o setor.

Pouco depois do encontro, em abril, o ministério de Minas e Energia publicou no Diário Oficial uma portaria – que passou despercebida pelo público em geral – pavimentando o caminho para o decreto que seria assinado alguns meses depois e dispondo sobre títulos minerários dentro da Renca.

 

BBC

Opinião dos leitores

  1. Se a população brasileira fosse efetivamente alfabetizada e ciente de seus direitos e deveres, amanhã estariam todos na rua contra essa aberração. Isso é um crime legalizado contra o meio ambiente. Isso é inconstitucional e não prosperará. Socorro, Ministério Público Federal. Esses bandidos vão acabar com o Brasil.

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Judiciário

Acusado que Gilmar soltou vai se entregar

O advogado Yuri Sahione, que defende o ex-presidente do Departamento de Transportes Rodoviários do Rio (Detro-RJ) Rogério Onofre vai se entregar. Ele é considerado foragido. Após ser colocado em liberdade pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), Rogério Onofre foi alvo de um novo mandado de prisão do juiz federal Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Federal, do Rio, na Operação Ponto Final – desdobramento da Lava Jato que cercou a cúpula do Transporte no Rio.

O ex-presidente do Detro foi preso em 3 de julho e libertado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, na terça-feira (22). No dia seguinte, a Procuradoria da República, no Rio, pediu novamente a prisão por “ameaça de morte”. Segundo o defensor, Onofre “se sentiu inseguro após sair da cadeia”.

Após ser beneficiado pelo habeas corpus concedido por Gilmar, o ex-presidente do Detro havia indicado sua casa, em Paraíba do Sul, no sul do estado do Rio, como endereço domiciliar. As medidas restritivas impostas pelo STF previam que ele deveria ficar lá à noite e nos finais de semana. Nesta sexta, porém, não foi encontrado no endereço.

O novo mandado de prisão foi decretado pelo juiz Marcelo Bretas no início da tarde. O magistrado justificou o pedido a “indícios suficientes que apontam para a autoria de crime de ameaça e possível delito de obstrução da Justiça”.

O Ministério Público Federal informou a Bretas que às 7h da quarta (23) a defesa do investigado Nuno Coelho entregou aos investigadores uma mensagem e um áudio, que continha a ameaça de Onofre – supostamente feita antes de o ex-presidente do Detro ser preso.

 

Época

 

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Diversos

Mega-Sena pode pagar R$ 37 milhões neste sábado

O concurso 1.962 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 37 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (26) em Araraquara (SP).

De acordo com a Caixa Econômica Federal, com o valor integral do prêmio, o ganhador poderá comprar nove iates de luxo. Se quiser investir na poupança, receberá mensalmente R$ 208 mil em rendimentos.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

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Política

‘Eu sou brasileira e aquilo é um patrimônio nosso’, diz Ivete após postagem contra decreto que extingue reserva florestal

Durante a entrevista coletiva para a imprensa na madrugada deste sábado (26), na 13ª edição do Festival de Inverno Bahia, em Vitória da Conquista, a cantora Ivete Sangalo falou sobre a postagem no Instagram onde demonstrou indignação sobre o decreto que extingue a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca).
A artista se colocou como cidadã e falou do protesto. “Eu tenho indignação por muitas coisas, mas tem determinadas ações que a gente não pode voltar atrás, não são reversíveis. Então, chega uma hora que a gente não aguenta, e dá aquele grito”, desabafou.

A área, com mais de 4 milhões de hectares, fica na divisa entre o Sul e Sudoeste do Amapá com o Noroeste do Pará. Com a revogação da reserva, criada em 1984, a floresta, que tem alto potencial para exploração de ouro, poderá ser concedida para a exploração mineral.

Para Ivete, o que ela fala publicamente sempre tem influência sobre quem a acompanha. “Eu sou uma pessoa pública e uma pessoa pública deve ter o discernimento e o cuidado de saber que aquilo que ele vai dizer vai influenciar muito as outras pessoas, para o bem ou para o mal”, disse.

“Eu prefiro sempre ter a responsabilidade de, primeiro, ter a certeza de saber muito mais sobre aquilo que estou falando, para tornar público depois. Mas acho que aquilo impactou tanto que eu mandei bomba. Eu sou brasileira e aquilo é um patrimônio nosso e não pode ser tratado dessa forma, não é verdade?”, concluiu.

 

G1

Opinião dos leitores

  1. O BRAZIL pertence aos estrangeiros, fato. Somos um povo simpático, receptivo e OTÁRIO. Nossos políticos são gananciosos e vendem até a própria mãe se preciso for. Não somos nacionalistas, nossos políticos temem por nosso crescimento, independência financeira, por isso nos atormentam com impostos, querem que sejamos dependentes deles, que peçamos favores, assim eles nos mantem no cabresto. Outra coisa, brasileiro tem inveja de brasileiro, está na hora de aprender a desejar o bem e a prosperidade ao próximo. Vivemos na era da tecnologia mas somos mais ingênuos do que os índios, hoje somos enganados pela mídia e estamos perdendo o país para os estrangeiros.

  2. Que reserva florestal foi extinta? Nenhuma. Reserva Nacional de Cobre não é reserva florestal, quanta desinformação.

  3. Esse país tá a venda e ainda não se deram conta disso. O governo está vendendo 500 QUINHETAS empresas, portos, aeroportos, campos de petróleo……e tudo a preço de banana. Pior que cabaré de 3a, tudo bem baratinho.

  4. Agora lascou tudo mesmo! Todos querem pousar de ativista, mesmo que não entenda nada do assunto.

  5. Esse Presidente TRAÍRA, COVARDE e GOLPISTA juntamente com esta corja de bandidos que comandam o País hoje irão entregar o restante das nossas riquezas minerais. Já entregaram a Vale do Rio Doce e hoje esta empresa privada causou o maior desastre ambiental que se tem notícia. O pré-sal será das estatais chinesa, francesa e norueguesa daqui a pouco e na sequência vem o aquífero Guarani. E os que vestiam camisa da CBF e batiam panelas juntamente com o grande "pato amarelo" e o MBL estão calados. Bando de covardes.

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Esporte

Hamilton crava 68ª pole na F1 e iguala recorde de Schumacher

Eis que em seu GP de número 200 Lewis Hamilton iguala uma marca histórica na Fórmula 1. Depois de dominar as três sessões da classificação neste sábado (26) em Spa-Francorchamps, o piloto britânico conquistou sua 68ª pole position na carreira, se igualando ao heptacampeão Michael Schumacher – maior pole de todos os tempos no mundial.

O tricampeão mundial marcou o tempo de 1min42s553, quebrando o recorde histórico dos 7.004 km de Spa-Francorchamps e superando a concorrência por larga margem.

Achando um bom tempo na última tentativa, o líder do campeonato Sebastian Vettel ficou a 0s242 da marca de Hamilton e vai completar a primeira fila. Valtteri Bottas será o terceiro.

Reclamando de vibrações em seu carro, Kimi Raikkonen caiu de segundo para quarto na última tentativa. Os pilotos da Red Bull, Max Verstappen e Daniel Ricciardo, farão a terceira fila.

Com uma punição de cinco lugares no grid de largada após não reduzir a velocidade em uma zona de bandeiras amarelas no TL3, o brasileiro Felipe Massa largará o GP da Bélgica apenas de 16º após ser contado no Q1.

O piloto se beneficia de punições de cinco lugares dadas aos carros da Sauber, que ficaram em 19º e 20º, uma punição de 65 lugares dada ao belga Stoffel Vandoorne da McLaren e outra de 20 lugares dada ao russo Daniil Kvyat da Toro Rosso.

 

Terra

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Política

Marcela Temer volta aos holofotes

Depois de um tempo afastada (por motivos óbvios) de eventos públicos, Marcela Temer participará do lançamento de um programa no Palácio do Planalto na segunda-feira.
Trata-se do Programa Nacional do Voluntariado. Coordenado pela Casa Civil, tem como uma das principais ações a elaboração de um portal para facilitar instituições sociais a encontrarem voluntários para suas atividades.

 

Lauro Jardim

Opinião dos leitores

  1. A neta do Presidente TEMER é uma verdadeira GATA, ele deve ter muito orgulho. A meus 18 anos, com certeza daria uma tremenda CANTADA neste patricinha.

    1. Voce é um lixo préconceituoso e logicamente "inchado" de inveja !!!

    1. Como tem Anta nesse mundo os mesmos votos dado ao Presidente são os mesmos votos dados ao vice, esses MOLITONTOS não para pra pensar que tem a cabeça oca.

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Jornalismo

Imprensa mundial usa tom crítico sobre ação de Temer na Amazônia

O decreto em que o presidente Michel Temer (PMDB) extinguiu a Reserva Nacional do Cobre e seus Associados (Renca) foi amplamente veiculado por jornais estrangeiros. As publicações destacaram as críticas feitas pela modelo Gisele Bündchen e por ambientalistas. Também chamaram a atenção para a extensão de 47 mil metros quadrados da área, localizada na região amazônica, entre os estados do Pará e do Amapá, que Temer liberou para a mineração.

O jornal britânico The Guardian afirmou que o Brasil aboliu “uma grande reserva amazônica no ‘maior ataque’ em 50 anos”. A definição foi dada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), entrevistado pelo veículo. Segundo o Guardian, críticos alertaram para danos irreversíveis na região. Já o espanhol El País diz que a medida abre caminho para permitir latifúndios e o corte de árvores e lembra que o desmatamento aumentou nos últimos anos. Já o americano The Washington Post diz que a medida de Temer foi recebida sob várias críticas.

O português Público disse que “Temer deixa ir as árvores em troca do ouro”. Posicionamento crítico também adotou o francês Le Monde, afirmando que “dez milhões de hectares da Floresta Amazônica estão abertos à exploração mineral”. A rede CNBC, dos Estados Unidos, destacou que o Brasil abriu uma área “duas vezes maior do que Nova Jersey” para a mineração.

 

Veja

Opinião dos leitores

  1. Esse cara vai tentar acabar com o Brasil e os brasileiros. Mas, quando ele deixar o governo, tem uma cela esperando por esse senhor. MPF nele!

  2. A conta do golpe e do deputados representantes do capital imoral sendo pagas. Parabéns Coxinhas, vcs deram o aval para a maior quadrilha criminosa já vista nesse país destruir o Brasil.

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Economia

Diferença de salário médio de homens e mulheres pode chegar a quase R$ 1 mil no país, aponta IBGE

As mulheres têm níveis de escolaridade mais altos, fazem mais tarefas domésticas desde pequenas e estão chefiando cada vez mais famílias no Brasil. Mesmo assim, elas continuam sendo desvalorizadas no ambiente de trabalho e ganhando, em média, menos que os homens. É o que mostram dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Neste sábado (26), é comemorado o Dia Internacional da Igualdade Feminina. O G1 coletou dados para mostrar a situação das mulheres brasileiras e como elas ainda enfrentam desigualdades em casa e, principalmente, no trabalho.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), de 2015, a mais recente e completa, o rendimento médio dos brasileiros era de R$ 1.808, mas a média masculina era mais alta (R$ 2.012), e a feminina, mais baixa (R$ 1.522).

Apesar de a diferença nacional entre os sexos já ser alta (R$ 490), a situação fica ainda mais desigual a depender da região ou estado do país. A maior diferença é encontrada no Distrito Federal. Os homens ganham, em média, R$ 3.965, contra R$ 2.968 das mulheres – uma diferença de R$ 997.

Já o estado com os valores mais próximos é Roraima: R$ 1.684 para os homens e R$ 1.646 para as mulheres, uma diferença de R$ 38. Em nenhum estado, porém, o rendimento médio feminino é mais alto que o masculino.

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Política

PSDB entra em alerta com disputa precoce entre Doria e Alckmin

Integrantes do PSDB já começam a demonstrar preocupação com os sinais explícitos de afastamento entre o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital paulista, João Doria.Nos bastidores, Alckmin não esconde o desconforto com a movimentação precoce de Doria para a sucessão presidencial de 2018.

Aliados de Alckmin em todo o Brasil relatam ao governador, com frequência, os movimentos do prefeito em várias cidades do país, onde Doria tem dado palestras.Apesar da simpatia de deputados mais jovens pela eventual candidatura de Doria, caciques do partido acham que o prefeito não é confiável.Mas há um consenso na legenda de que essa movimentação, tanto tempo antes da eleição, pode deixar sequelas graves.

 

G1

Opinião dos leitores

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Política

A um ano da campanha na TV, incerteza inédita ronda eleições 2018

Candidatos

Por FOLHAPRESS

A um ano do início da campanha à Presidência no rádio e na TV, que começa em 26 de agosto de 2018, o cenário eleitoral está indefinido, sem clareza de quem serão os candidatos das principais forças.

O enfraquecimento da polarização entre PT e PSDB, com ambos os partidos desgastados com a Operação Lava Jato, produz uma proliferação de nomes que poderão disputar o Planalto.

Torna a situação mais complexa a impopularidade do presidente Michel Temer (PMDB), o que inibe uma candidatura óbvia como representante da continuidade, rompendo com a lógica observada desde 1994.

Entre os tucanos, o senador Aécio Neves (MG), ao apoiar o impeachment de Dilma Rousseff (PT), seria o herdeiro natural da recuperação econômica que se esperava com a posse de Temer.

Atingido pela Lava Jato, abriu espaço para o governador paulista, Geraldo Alckmin, pleitear a candidatura.

O desgaste da classe política tradicional, contudo, vem servindo de palanque para o prefeito paulistano, João Doria, apresentar-se como representante do “novo”.

A disputa velada entre o governador e o prefeito reorganiza forças dentro do PSDB e mesmo fora, com sondagens do Democratas e do PMDB a Doria.

Um líder tucano admite que a polarização entre PSDB e PT se esgarçou, pelo menos no retrato instantâneo. Pode vir a se reorganizar em eventual segundo turno, ele afirma, mas talvez não dite a campanha desde o primeiro.

Da parte do PT, a incógnita quanto à viabilidade jurídica da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em primeira instância na Lava Jato, deixa a centro-esquerda em compasso de espera.

Enquanto o ex-presidente faz sua caravana pelo Nordeste, o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad ocupa o posto de plano B. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) já disse que não disputaria com Lula e flerta com a eventualidade de formar chapa com Haddad.

Sem clareza de quem será e o que defenderá o candidato do PSDB, o governo dá sinais de que pode lançar nome próprio como o ministro Henrique Meirelles (Fazenda).

A conjunção desses fatores leva analistas a apostarem que, se a eleição chegar ao segundo turno, terá candidatos com votação baixa.

SARNEYZAÇÃO

Os principais ganhadores do cenário de indefinição são os ‘outsiders’, os candidatos que correm por fora dos partidos mais tradicionais, afirmou Rafael Cortez, da consultoria Tendências.

“Ainda que enfrentem condições difíceis por conta das regras de tempo de TV e eventualmente de doação de recursos públicos, a barreira para o segundo turno deve diminuir, viabilizando nomes como Jair Bolsonaro (PSC) e Marina Silva (Rede Sustentabilidade)”, disse o analista.

Para Cortez, o quadro atual se assemelha ao de 1989, com fragmentação de candidaturas e sem perspectiva entre o eleitorado de continuidade do governo, o que ele define como sarneyzação.

Na perspectiva histórica, “as eleições presidenciais têm se comportado quase como plebiscitos do governo em questão. Se bem avaliado, tende a gerar continuidade. Sem isso, todas as candidaturas vão ter de trabalhar a persuasão eleitoral”, disse.

Em comparação, em agosto de 2013, salvo por Marina, que ainda não definira que sairia como vice de Eduardo Campos pelo PSB, o quadro era relativamente previsível, com Aécio disputando pelo PSDB e Dilma pelo PT.

Mais uma vez, Marina não deixa claro se e como entrará na disputa. Sem estrutura partidária robusta e em meio à indefinição de Lula, ela se restringe a gestos: reuniu-se com artistas no Rio, em julho, uma vez na casa da empresária Paula Lavigne e outra na do ator Marcos Palmeira.

No campo da extrema direita, Bolsonaro viaja o país há mais de um ano para falar de seu projeto nacional. Pretende deixar o PSC e se filiar ao PEN para viabilizar a candidatura. O seu adversário imediato é Doria, com quem pode vir a disputar a parcela mais centrista de seu potencial eleitorado.

Opinião dos leitores

  1. PENSEM NUMA RUMA DE GENTE VICIADA EM POLITICA QUERENDO SE DAR BEM? TRABALHA PELO PAÍS, SÓ SE FOR MILITAR. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK ORDEM E PROGRESSO É O QUE PRECISAMOS.

  2. Bolsonaro é apontado como de extrema direita e Chico Alencar do PSOL aparece como "outros".
    Se isso não é parcialidade e tentar fazer o povo de idiota.
    Um comunista do alheio ser "outros"…

  3. Que piada é essa, dizer que lula é de esquerda. Acorda, lula hoje nao passa de um empresario corrupto criado as custas do nosso suor, que desde que se mutilou, cortando seu próprio dedo, nao dá um prego numa barra de sabão. Chamar lula, ciro e hadad de esquerda é uma afronta a qualquer inteligência mediana.

  4. Por que não EXTREMA ESQUERDA? Este tal de Lula quer regular imprensa e vocês não acham extremismo?

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Geral

JBS faturou mais de R$ 2 bilhões com ações e dólares na véspera da delação

Novos cálculos da Receita Federal dão conta de que a grana faturada com a compra e venda de dólares e ações pela JBS/J&F, no dia após a divulgação da delação de Joesley & cia., passa dos R$ 2 bilhões.

Cláudio Humberto

Opinião dos leitores

  1. O maior pelé da república, manipulou descaradamente o mercado. E ainda há quem reclame do catador de papelão que ganha uma mixaria do governo federal…

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Jornalismo

Ex-ministro do STJ recebeu propina de R$ 5 milhões, diz Palocci

Por FolhaPress

Em negociação de delação premiada, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci afirmou que o ex-presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Cesar Asfor Rocha recebeu suborno no valor de pelo menos R$ 5 milhões da construtora Camargo Corrêa para barrar a Operação Castelo de Areia da Polícia Federal.

Além da Camargo Corrêa, a operação deflagrada em 2009 tinha como alvos outras empreiteiras e políticos posteriormente investigados na Operação Lava Jato.

Palocci disse que o acerto com Rocha foi comandado pelo advogado Márcio Thomaz Bastos, morto em 2014, e incluía também a promessa de apoio para que o então magistrado fosse indicado para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) –o que acabou não acontecendo.

O repasse para Rocha foi depositado numa conta no exterior, segundo Palocci.

Asfor, a Camargo e a família de Bastos negam a acusação do ex-ministro.

Palocci está preso em Curitiba e negocia um acordo de delação premiada.

A Castelo de Areia foi interrompida por uma medida liminar concedida por Rocha, então presidente do STJ, em janeiro de 2010.

A alegação dos advogados da Camargo Corrêa, acolhida pelo à época ministro, foi a de que as interceptações telefônicas da operação, principal base das investigações, tiveram origem apenas em uma denúncia anônima, o que seria ilegal.

Naquele ano, levantamento do STJ feito a pedido da Folha revelou que era inédita a decisão de Rocha.

A apuração mostrou também que, antes e depois da concessão da liminar, Rocha decidiu pela validade de investigações iniciadas com denúncias anônimas.

Em março de 2011, o julgamento final sobre a legalidade da operação começou a ser feito pela 6ª Turma do STJ, da qual Rocha não fazia parte.

Na ocasião, a ministra relatora do caso, Maria Thereza de Assis Moura, votou pela anulação da operação e o ministro Og Fernandes, pela regularidade das investigações da Polícia Federal.

Porém, após o empate, o julgador Celso Limongi pediu vista e a apreciação da causa foi interrompida.

No mês seguinte, o caso foi retomado com voto de Limongi favorável à tese da Camargo Corrêa. O ministro Haroldo Rodrigues seguiu o mesmo entendimento e o resultado final foi de 3 a 1 pela ilegalidade dos grampos.

A decisão resultou na anulação total da operação e de todos os seus desdobramentos, que envolviam outras construtoras e políticos, inclusive obras da Petrobras posteriormente investigadas na Lava Jato –como as refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e Getúlio Vargas, no Paraná.

Palocci não mencionou nas tratativas de colaboração premiada repasses diretos aos ministros da 6ª Turma do STJ que julgaram a causa.

Rocha obteve aposentadoria do tribunal superior em setembro de 2012 e passou a exercer a advocacia.

RELAÇÃO COM BASTOS

Palocci e Bastos ocuparam ministérios no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Bastos foi ministro da Justiça até março de 2007 e Palocci ministro da Fazenda até março de 2006, após assumirem em janeiro de 2003.

Depois de saírem dos cargos na administração de Lula, eles mantiveram relações comerciais.

Quando Palocci abriu sua consultoria, a Projeto, Bastos se tornou o segundo maior cliente da empresa.

O escritório do advogado fez repasses de R$ 5,5 milhões à Projeto, entre 2008 e 2011, segundo dados registrados pela Receita Federal.

À época, tanto Bastos quanto Palocci atribuíram os pagamentos ao grupo Pão de Açúcar, como resultado de assessoria nas negociações da fusão entre a companhia e as Casas Bahia.

Uma auditoria do grupo concluída em 2015, porém, não encontrou evidências de prestação de serviços, tampouco contratos que justificassem os pagamentos.

O Pão de Açúcar pertencia ao empresário Abilio Diniz, também próximo de Palocci, e passou a ser controlado pelo grupo francês Casino, no ano de 2013.

OUTRO LADO

O ex-presidente do STJ Cesar Asfor Rocha, a construtora Camargo Corrêa e a família do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos negaram a prática de ilegalidades para barrar a Castelo de Areia.

Segundo Rocha, “se Antonio Palocci efetivamente produziu essa infâmia, eu o processarei e/ou a quem quer que a tenha difundido. A afirmação é uma mentira deslavada que só pode ser feita por bandido, safado e ladrão”.

O ex-magistrado e atual advogado disse que o autor da acusação agora está obrigado a revelar as circunstâncias do repasse que apontou.

“Observo que Márcio Thomas Bastos é um saudoso e querido amigo. Todavia, toda classe jurídica sabe que Márcio, até por ter compromissos com outras pessoas, nunca me prometeu apoio (o que muito me honraria), nem eu jamais lhe pedi –para ser ministro do STF. Muito menos fiz tal pedido a qualquer picareta”, afirmou Rocha.

O ex-ministro lembrou que a liminar que ele concedeu em 2010 posteriormente foi mantida pela ministra relatora Maria Thereza de Assis Moura e pela 6ª Turma do STJ, que também concedeu habeas corpus no caso.
Essa decisão depois também foi mantida pelo Supremo Tribunal Federal, relatou o ex-presidente do STJ.

A Camargo Corrêa afirmou que desconhece qualquer irregularidade. “A única participação do ministro Cesar Asfor Rocha foi a concessão de uma medida liminar, que foi objeto de recurso, tendo sido confirmada, por unanimidade, pela 6ª turma do Superior Tribunal de Justiça”.

Segundo a nota, “a anulação da operação foi confirmada pela 1ª turma do STF, que ratificou a existência de nulidade insuperável”.

O advogado José Diogo Bastos Neto, sobrinho de Márcio Thomaz Bastos, disse que a família do ex-ministro recebe a acusação com indignação. “A afirmação é uma grande mentira, uma irresponsabilidade e até um ato de covardia, uma vez que ele não está mais entre nós.”

A defesa de Palocci não se pronunciou.

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Judiciário

Empresário liberado por Gilmar Mendes é considerado foragido, após novo mandado de prisão

O Globo

O ex-presidente do Departamento de Transportes Rodoviários do Rio de Janeiro (Detro) Rogério Onofre é considerado foragido pela Justiça. Nesta sexta-feira, o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio e responsável por julgar os casos da Lava-Jato no Rio, mandou prender novamente Onofre, que havia sido solto ontem por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-presidente do Detro não foi ncontrado nem na casa dele em Paraíba do Sul (RJ) e nem em Florianópolis, onde foi preso em julho. A Polícia Federal Já enviou alertas para os aeroportos, rodoviárias e PRF.

A defesa afirmou que Rogério Onofre vai se apresentar espontaneamente no sábado. O advogado de Onofre, Yuri Sahione, informou que vai recorrer da decisão. Ele argumenta que que os motivos não são novos e remontam a fatos anteriores à primeira prisão, o que contraria a jurisprudencia da segunda turma do STF, da qual Gilmar Mendes faz parte.

Opinião dos leitores

  1. É para prender e não soltar mais esse Rogério. Aproveita e prende esse Gilmar Mendes também. Esse Sr está bagunçando o nosso Brasil. Alguém tem que dar um basta nesse cara.

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Denúncia

Vejam o “organograma da propina lingando os Senadores Garibaldi Alves e Fátima Bezerra” segundo a PGR

Alvo de denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República nesta sexta-feira, 25, o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) teria solicitado em 2008 ao então diretor da Transpetro, Sérgio Machado, o pagamento de R$ 125 mil em propina.

Segundo a acusação, assinada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Garibaldi e Machado ajustaram o pagamento da vantagem indevida por meio de doação efetivada ao Diretório Estadual do PMDB no Rio Grande do Norte. Seis dias depois de o pagamento ser efetivado, o dinheiro foi parar na conta da então candidata à Prefeitura de Natal Fátima Bezerra (PT), que tinha o apoio de Garibaldi no pleito.

Os detalhes da negociação foram acertados, segundo apontam as investigações do Ministério Público Federal, pelo então assessor de Garibaldi, Lindolfo Sales. Na denúncia, Janot aponta que, para atender ao pedido do peemedebista, Sérgio Machado solicitou aos empresários Luiz Fernando Nave Maramaldo e Nelson Cortonesi Maramaldo, controladores da NM Engenharia, que realizassem uma doação no valor de exatos R$ 125 mil ao Diretório do PMDB/RN.

A investigação dos extratos de prestação de contas do PMDB na campanha eleitoral daquele ano mostra que o valor foi depositado em 11 de setembro, com a quantia sendo liberada no dia seguinte. Em seguida, o dinheiro foi encaminhado ao comitê financeiro da petista. “Por esse meio, constata-se que o exato montante de R$ 125.000 doados pela NM Serviços chegou em meros seis dias úteis do Diretório Estadual do PMDB-RN à campanha de MARIA DE FÁTIMA BEZERRA, então candidata do PT ao cargo de prefeita da cidade de Natal, pela coligação ‘União por Natal’ (PT, PMDB e PSB)”, assinala a denúncia.

AGORA RN

 

Opinião dos leitores

  1. Me aponte um político do PMDB, PT, PSB, PSDB, PDT, PSOL, PC doB, PP, que não esteja envolvido em falcatrua, roubalheira e patifaria? E outros "P" (s) da vida.

  2. Eu não consegui visualizar onde está a ilegalidade envolvendo o Senador Faribaldi Alves. Os recursos doados foi recebido é repassado, onde está o crime do Senador?

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Judiciário

Investigações comprovam acusações de delator contra Temer, diz Janot

O Globo
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que investigações complementares da Lava-Jato comprovam a acusação de que, a partir de um pedido do presidente Michel Temer ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, a empresa Barro Novo Empreendimentos repassou R$ 1 milhão em propina para a campanha do candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo em 2012, Gabriel Chalita. As informações sobre a suposta transação entre Temer, Sérgio Machado e a Barro Novo, empresa ligada a Odebrecht, estão na denúncia apresentada por Janot nesta sexta-feira contra o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e os senadores do PMDB Renan Calheiros (AL), Romero Juca (RR) e Valdir Raupp (RO), entre outros.

Temer só não foi denunciado, porque está protegido pelo mandato presidencial. Pelo artigo 86 da Constituição, presidente da República não pode ser investigado por fatos anteriores ao mandato. Diante do impedimento legal, as informações relacionadas a Temer deixadas à parte para serem retomadas em uma nova investigação quando o presidente deixar o cargo. “Relativamente à suposta participação do presidente Michel Temer nos fatos envolvendo o pagamento de vantagem indevida pela empresa do grupo Odebrecht , a cláusula constitucional de imunidade do art. 86, § 4P, impede a adoção de providências a respeito. Já a possível ausência de outras pessoas ou fatos na denúncia não implica arquivamento implícito ou indireto”, explica Janot.

Opinião dos leitores

  1. Jamor vá procurar o que fazer e deixe TEMER trabalhar. Já tem muita coisa atrapalhando o Brasil

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Acidente

Dono de barco que afundou no Pará mentiu sobre rota e passageiros

Rio Xingu

O proprietário do barco Capitão Ribeiro, que afundou com 52 pessoas na terça-feira no Rio Xingu, deixando 23 mortos e dois desaparecidos, não tinha licença para transportar passageiros, mentiu sobre o número de pessoas a bordo, fez um trajeto para o qual não estava autorizado e levou um automóvel na embarcação, o que também não estava autorizado.

Por esses motivos, Alcimar Almeida da Silva será indiciado pela Polícia Civil pelo acidente. “O proprietário incorreu no crime de ter colocado em risco a vida das pessoas”, afirmou o delegado Élcio de Deus, de Porto de Moz, onde morava a maioria das vítimas.

Na quarta-feira, a Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon-PA) revelou que o barco já havia sido autuado em junho passado por não ter autorização para fazer o transporte de passageiros. Ele não havia comparecido até esta sexta no órgão para se regularizar – mesmo assim, continuava a fazer normalmente viagens uma vez por semana no trajeto entre Santarém e Vitória do Xingu.

Silva disse em seu depoimento que há cerca de três anos viaja com autorização da Marinha até o município de Prainha, a uma distância de 170 km. Ocorre que, no dia em que o barco afundou, a rota era outra, para Vitória do Xingu, um percurso de 380 km, mais do que o dobro do autorizado pela Marinha.

De acordo com a Marinha, toda vez que uma embarcação se desloca deve ser feito um “despacho de saída” comunicando o percurso, sendo que, quando a rota é feita com frequência, pode ser emitido um “despacho por período”, com prazo máximo de 90 dias. No caso da embarcação “Capitão Ribeiro”, foi emitido um despacho com prazo até 20 de outubro deste ano, mas apenas para o trajeto Santarém – Prainha.

Antes da viagem que redundou no naufrágio, Silva mentiu para a Capitania dos Portos ao declarar que transportava apenas 2 passageiros e não os 52 que embarcaram em Santarém. Além disso, após içarem o barco naufragado do fundo do Rio Xingu, na manhã desta sexta, os bombeiros ficaram surpresos ao encontrar um automóvel dentro da embarcação. “Não é adequado transportar um carro nesse tipo de embarcação, porque ele pesa toneladas e o centro de gravidade do barco sobe, sujeitando-o a ficar com menor estabilidade e a emborcamento”, explicou o engenheiro naval Hito Moraes.

Pelos rios do Pará navegam diariamente cerca de 30 mil embarcações autorizadas pela Marinha do Brasil, mas a Arcon liberou até hoje apenas 128 para o transporte de passageiros em todo o Estado. “Quando nós detectamos alguma irregularidade sobre o transporte de passageiros comunicamos o fato à Arcon para as devidas providências”, disse o comandante dos Portos, José Alexandre Santiago.

Bruno Guedes, diretor-geral da Arcon, ressalta que o proprietário é sabedor dos deveres que tem e que para transportar passageiros “precisa ter autorização do órgão público”. Infelizmente, completou, “ainda há gente que prefere fazer isso de forma clandestina”.

O proprietário do barco ainda não se manifestou sobre o episódio.

 

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