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Funcionário suspeito de facilitar ataque hacker que desviou R$ 540 milhões de empresa que opera pix recebeu R$ 15 mil, diz polícia

Foto: Divulgação/SSP

João Nazareno Roque, de 48 anos, funcionário da empresa alvo do ataque hacker, foi preso pela Polícia Civil na quinta-feira, 3, sob suspeita de participar do golpe que desviou R$ 540 milhões do sistema Pix. Segundo as investigações, o empregado teria recebido R$ 15 mil para facilitar a ação criminosa contra a própria companhia, responsável por conectar bancos e fintechs à plataforma do Banco Central.

Em coletiva nesta sexta-feira, 4, o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) detalhou que Roque, funcionário da C&M Software, foi preso sob acusação de vender logins e senhas da empresa e participar do esquema hacker. Segundo a polícia, o empregado já confessou o crime.

Em seu perfil no LinkedIn, Roque se apresenta como Desenvolvedor Back-End Jr., profissional responsável por criar e manter a estrutura digital que conecta sites, servidores e bancos de dados. A função inclui programação, testes e otimização de sistemas.

Os delegados responsáveis pela investigação explicaram que ele contou ter sido recrutado em um bar próximo à sua residência por criminosos que conheciam seu local de trabalho. Inicialmente, recebeu R$ 5 mil pelas credenciais de acesso e, posteriormente, mais R$ 10 mil para detalhar o funcionamento das transações via pix.

Segundo as investigações, a BMP foi a única instituição confirmada como vítima do golpe, com R$ 500 milhões subtraídos inicialmente. Do montante, R$ 270 milhões já foram bloqueados em contas bancárias, além de R$ 15 milhões em criptoativos. A Polícia Civil estima que o prejuízo final possa atingir quase R$ 800 milhões.

Os investigadores afirmaram que, embora não consigam precisar o valor total do golpe, ele já é considerado o maior da história. Todas as transações foram realizadas via Pix, mas nem o Banco Central nem a população teve prejuízo.

De acordo com o depoimento à polícia, o suspeito afirmou ter se comunicado com quatro indivíduos distintos, todos com vozes jovens, exclusivamente por chamadas em aplicativos. Ele declarou não conhecer os nomes dos outros envolvidos e relatou que o único que viu pessoalmente foi o autor da proposta inicial de R$ 5 mil.

Como ocorreu crime
A Polícia Civil prendeu João Nazareno Roque em sua residência no City Jaraguá, Zona Norte de São Paulo. Durante a operação, foram apreendidos celulares e computadores, mas não foram encontradas carteiras de criptomoedas. O suspeito irá responder por associação criminosa e furto.

Investigadores descreveram o esquema como “uma fraude de alta complexidade”. O ataque ocorreu entre 4h30 e 7h da manhã do dia 30 de junho. A empresa detectou as transações suspeitas em tempo real, formou imediatamente um time de emergência e acionou as autoridades.

“As transferências foram via pix. A empresa também atua via TED, mas essa ação criminosa foi via pix. O Banco Central não teve prejuízo nenhum, a empresa vítima foi a que contratou a C&M. Não há impacto financeiro ou prejuízo dentro do Banco Central”, detalhou Renan Topan, delegado do Deic.

“Eles [os hackers] emitiram uma ordem falsa de pix. Eles se passavam pela empresa vítima, que foi o BMP, dizendo que estavam enviando pix para outras empresas. Isso foi uma sequência em massa de operações”, acrescentou Topan.

Segundo a Polícia Civil, as próximas etapas da investigação incluem perícia nos celulares e computadores apreendidos com Roque, verificar a versão dele dos fatos, e realizar o rastreamento e bloqueio de valores suspeitos vinculados ao esquema em contas bancárias. O Terra tenta localizar a defesa do investigado. O espaço permanece aberto para manifestações.

Portal Terra com informações de Estadão

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Casas de apostas online passam YouTube e WhatsApp e são o segundo maior destino da internet do Brasil

Foto: bluecinema/Getty Images

As casas de apostas desbancaram plataformas digitais populares no Brasil, como YouTube e WhatsApp, e assumiram o posto de segundo maior destino na internet brasileira. Ficam atrás apenas do Google, segundo dados da SimilarWeb, que acompanha o tráfego da internet em todo mundo.

O peso das bets sobre a saúde mental dos jogadores e o grau de endividamento deles já são expostos por diversos estudos. Os dados compilados pela coluna mostram, porém, que essas empresas passaram a exercer força considerável na internet do país, justamente quando elas estão diante de dois possíveis momentos cruciais.

De um lado, os aplicativos delas estão prestes a inundar a loja do Google, que derrubou um veto interno. Para analistas, estar no celular de clientes vai fidelizar ainda mais um público já cativo. De outro, elas podem sofrer uma restrição na capacidade de veicular publicidade, até agora crucial para torná-las conhecidas e impulsionar o acesso a suas plataformas, caso avance um projeto de lei discutido na Câmara dos Deputados.

Os números do levantamento consideram apenas os sites das bets legalizadas no país. São 193, segundo o CGI (Comitê Gestor da Internet). A audiência digital do segmento, no entanto, é bem maior, mas a fatia das empresas ilegais não entrou na conta.

“Até pelos investimentos de marketing feitos hoje pela indústria, faz total sentido a quantidade de tráfego que geramos. Isso só concatena com a ideia de que é algo que o brasileiro buscava e vai continuar buscando. Tínhamos uma demanda extremamente reprimida, porque os jogos e as apostas foram banidos no Brasil de forma legal desde 1948. Eu tenho certeza que hoje o tráfego só está em segundo porque trata somente das bets reguladas. Ainda temos uma fatia significativa de mercado ilegal no Brasil, porque as ações de combate ao ilegal ainda são morosas”, diz Leonardo Benites, diretor de comunicação da ANJL (Associação Nacional dos Jogos e Loterias).

A guinada digital das bets começou em janeiro deste ano, quando passaram a operar de forma regulamentada no país. Apesar de terem sido legalizadas em 2018, as casas de apostas de quota fixa foram obrigadas a partir de 2025 a seguir uma série de regras, como obter uma licença junto à Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, pagar R$ 30 milhões e seguir uma série de regras relacionada à movimentação do dinheiro de apostadores e à identificação desses jogadores. Outra obrigação é a de operar na internet sob o novo domínio “bet.br” (uma variação do “.com.br” direcionada às casas de apostas).

A análise da explosão de tráfego foi facilitada porque a SimilarWeb passou a reunir os acessos aos sites legalizados em torno do “bet.br”. Geralmente, a plataforma exibe as visitas a só um site. A plataforma informou que a conduta incomum foi tomada “para garantir uma visão mais precisa do mercado”. Acrescenta, porém, que “essa configuração já está sendo revisada”.

Já no primeiro mês da regulamentação, em janeiro deste ano, as bets atingiram média diária de 55 milhões de acessos. Mas esse número subiu com o tempo até atingir 68 milhões por dia em maio (último dado disponível). No quinto mês do ano, as casas de apostas somaram 2,7 bilhões de visitas, à frente de YouTube (1,3 bilhão), Globo (765 milhões), WhatsApp (759 milhões), TikTok (740 milhões), e atrás do Google (4,9 bilhões). O Brasil responde por 99,92% do tráfego ao “bet.br”, que já é também o 14º mais visitado no mundo.

Dados mostram que visitas sofrem pouca variação ao longo dos dias. Nas datas de partidas decisivas, mais visitantes recorrem às bets, como os 73,8 milhões que acessaram os sites das casas de apostas no dia da final da Champions League, entre PSG e Inter de Milão. O recorde de acessos foi estabelecido em 7 de maio, dia da semifinal da Champions, entre PSG e Arsenal, e de três brasileiros na Copa Libertadores (Bahia x Nacional-URU; Central Córdoba x Flamengo; Cerro Porteño x Palmeiras). Foram 76,7 milhões de visitas.

Os dados agregados permitem ainda uma análise da estratégia das bets, feita, a pedido da coluna, pelo consultor em marketing digital William Porto. Para informações fechadas em maio:

  • o tráfego direto respondeu pela maioria das visitas: 67,8%
  • as redes sociais contribuíram pouco: 8,24%, sendo o YouTube a plataforma principal, com 57,4% do total;

os acessos vindos de buscas online são a segunda maior fonte de audiência: 14,26%; com o adendo que a estratégia de SEO (Otimização de Motores de Busca) se apoia nas marcas das próprias empresas, considerando as palavras-chave pesquisadas para chegar aos sites.

Tilt – UOL

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  1. Esses sites de apostas estão matando o comércio. Muitos estão deixando de comprar pra gastar em apostas, até recursos do Bolsa família. O comércio está lutando pra sobreviver.

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Mais de 300 motoristas podem ter CNH suspensa no RN; veja como consultar lista

Foto: Giampaolo Morgado Braga

O Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran/RN) notificou 314 condutores que poderão ter o direito de dirigir suspenso por infrações específicas. A lista foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) e está disponível no Portal de Serviços do Detran/RN, no menu “Infrações”, opção “Editais” e depois em “Edital de Notificação JARI nº 001/2025”.

De acordo com o órgão, os motoristas têm até o dia 25 de julho para apresentar recurso contra a penalidade junto à Junta Administrativa de Recursos de Infração (Jari). A notificação via Diário Oficial ocorreu após tentativas frustradas de comunicação postal.

Veja a lista CLICANDO AQUI

Como apresentar recurso?

Para apresentar o recurso, o condutor relacionado poderá interpor defesa encaminhada à Direção-Geral do Detran/RN, com justificativa escrita, datada e assinada, acompanhada de documento de identificação civil contendo assinatura, no prazo de 30 dias contados a partir da publicação do edital.

O documento deve ser protocolado na sede do Detran, em Natal, no Setor de Procuradoria Jurídica, nas Ciretrans do Detran (distribuídas no Estado) ou nas Centrais do Cidadão. Também pode ser enviado pelos Correios ao endereço: DETRAN/RN, na Av. Perimetral Leste, 113, Cidade da Esperança, Natal/RN.

Para a entrega do recurso, também é disponibilizado o e-mail [email protected] e o WhatsApp (84) 98861-1285. Ao fim do prazo, sem a apresentação de recurso por parte do condutor, será aplicada a penalidade, sendo registrado o impedimento e efetuado o bloqueio no prontuário da CNH do condutor infrator.

O que acontece se não recorrer?

Caso não haja recurso dentro do prazo, a suspensão será registrada no prontuário da CNH, gerando impedimento de dirigir por 1 a 12 meses. Em casos de reincidência no período de 12 meses, o tempo aumenta para 6 a 24 meses. Além disso, o motorista deve realizar curso de reciclagem.

Quando ocorre a suspensão do direito de dirigir, a CNH do condutor infrator é retida, sendo somente devolvida após o cumprimento da penalidade e do curso de reciclagem. No entanto, o impedimento é registrado no prontuário do condutor mesmo que ele não realize a entrega do documento.

Se dirigir com a habilitação suspensa, o condutor poderá ter a habilitação cassada, sendo necessário refazer todo o processo de habilitação para reaver o direito de dirigir.

Infrações que geram suspensão

A infração de trânsito mais comum a gerar a suspensão do direito de dirigir é a relacionada a conduzir veículo sob influência de álcool ou outras drogas. Porém, existem outras condutas punidas com a mesma medida, como participação em rachas e corridas, exceder em mais de 50% o limite de velocidade, deixar de prestar socorro em caso de acidente, não respeitar bloqueios policiais, dirigir ameaçando pedestres e veículos, entre outras.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. E eles estão preocupados com isso? Se mais de 50% dos veículos estão com a documentação irregular (sem pagar o IPVA) e conseguem tráfego sem ser incomodado pela fiscalização, estando sem habilitação vai dar no mesmo.

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Moraes questiona se decreto do IOF foi usado “tão somente para arrecadar”

Foto: Victor Piemonte/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que é preciso analisar se o governo utilizou o decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) “tão somente para arrecadar” e levantou dúvidas sobre os fins “puramente fiscais” da medida.

“A existência de séria e fundada dúvida sobre o uso do decreto para calibrar o IOF para fins puramente fiscais, em juízo de cognição sumária, é suficiente para analisar eventual desvio de finalidade”, diz o ministro.

O trecho consta na decisão de Moraes expedida nesta sexta-feira (4) que suspendeu os atos do governo e do Congresso Nacional sobre o IOF. O ministro ainda convocou uma audiência de conciliação entre os Poderes para debater o tema.

“O desvio de finalidade tem como referência conceitual a ideia de deturpação do dever-poder atribuído a determinado agente público que, embora atue aparentemente dentro dos limites de sua atribuição institucional, mobiliza a sua atuação à finalidade não imposta, ou não desejada pela ordem jurídica, ou pelo interesse público”, complementou.

O uso do aumento do imposto como medida arrecadatória foi uma das principais críticas de economistas e do mercado ao decreto, quando publicado. O IOF é um imposto de caráter regulatório, mas o governo, em um momento de espaço fiscal reduzido, esperava arrecadar cerca de R$ 12 bilhões com a medida.

Após o Congresso Nacional derrubar o decreto que aumentou o IOF, o governo federal resolveu judicializar e levar o assunto ao STF.

O governo optou por acionar o Supremo por meio de uma Ação Direta de Constitucionalidade (ADC). Na prática, o instrumento pede a constitucionalidade do decreto editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que aumentou a cobrança do IOF.

Parlamentares criticaram a decisão do governo de judicializar e acusaram o Executivo de ter incapacidade de articulação política.

CNN Brasil

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IOF: Motta afirma que decisão de Moraes está em ‘sintonia’ com a Câmara e se diz ‘aberto ao diálogo’ por equilíbrio das contas

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse nesta sexta (4) que a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que suspendeu todos os atos – do governo e do Congresso – sobre decretos do IOF, está em “sintonia” com a Câmara.

O deputado também se colocou à disposição para dialogar em busca de “equilíbrio das contas públicas e do crescimentos sustentável da economia”.

“A decisão do ministro Alexandre de Moraes evita o aumento do IOF em sintonia com o desejo da maioria do plenário da Câmara dos Deputados e da sociedade”, afirmou.

Mais cedo, nesta sexta, Moraes suspendeu os efeitos de todos os decretos de Lula que tratam sobre a elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Ele também suspendeu o ato do Congresso que derrubou os decretos de Lula.

Além disso, o magistrado determinou uma audiência de conciliação entre governo e Congresso sobre o tema.

Moraes ainda estabeleceu o prazo de 5 dias para que o Executivo e o Legislativo prestem esclarecimentos sobre o que os levou a tomar as decisões:

  • o governo, de aumentar as alíquotas do imposto;
  • e o Congresso, por sua vez, de suspender os efeitos dos decretos presidenciais que previam a elevação do tributo.

Em uma rede social, o ministro Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União, que apresentou a ação do governo pela retomada dos decretos de Lula, disse que a decisão de Moraes privilegia a separação e a harmonia entre os Poderes. Também disse que o governo busca uma conciliação sobre o tema.

“A democracia exige que os diferentes poderes atuem de maneira independente. A harmonia entre eles é um elemento que requer dedicação e comprometimento de todas as autoridades. O Presidente Lula reafirma seu compromisso em manter um diálogo respeitoso com os Poderes constituídos”, afirmou Messias.

Já a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) disse que o governo espera, com a audiência de conciliação, uma solução negociada sobre o IOF. Reiterou que o Planalto está à disposição para o diálogo com o Legislativo.

“O governo agiu com responsabilidade, para cumprir o arcabouço fiscal aprovado pelo Legislativo. Importante lembrar que, com a suspensão do decreto do IOF, fica mantida a necessidade de contigenciamento de recursos orçamentários”, disse Gleisi.

Entenda a disputa

A equipe econômica do governo, liderada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), anunciou no fim de maio um decreto presidencial que elevou o IOF incidente sobre operações de crédito, principalmente para empresas.

Mas, na semana passada, o Legislativo aprovou a derrubada de decretos do presidente Lula que aumentavam o imposto.

Com a derrubada dos decretos, o Congresso impôs uma perda de arrecadação aos cofres públicos de cerca de R$ 10 bilhões neste ano e de mais de R$ 20 bilhões em 2026, apontam estimativas do Ministério da Fazenda.

Considerada necessária pela equipe econômica para equilibrar o orçamento e buscar o atingimento da meta fiscal deste ano, a proposta sofreu com forte resistência do Legislativo por envolver aumento de tributos. E acabou barrada pelo Parlamento.

O Planalto, no entanto, entendeu que a decisão é fundamental para o ajuste das contas públicas. Por isso, decidiu recorrer ao Supremo para questionar se a decisão do Legislativo fere a Constituição Federal.

g1-RN

Opinião dos leitores

  1. Equilibrar as contas meu caro Hugo Mota, passa porquem não produz nada só sabe gasta.
    Jogar mais impostos no lombo do pagador é imoral.
    Que tal reduzir os seus mirabolantes previlegios???
    Cortar na própria carne de quem vive mamando nas tetas dos três poderes hein, hein???
    Que tal???
    Executivo, Lesgislativo e Judiciário começar a dar exemplo???
    Responda aí através da imprensa.
    É o que todo Brasileiro quer ouvir.

  2. Equilibrar as contas meu caro Hugo Mota, passa porquem não produz nada só sabe gasta.
    Jogar mais impostos no lombo do pagador é imoral.
    Que tal reduzir os seus mirabolantes previlegios???
    Cortar na própria carne de quem vive mamando nas tetas dos três poderes hein, hein???
    Que tal???
    Executivo, Lesgislativo e Judiciário começar a dar exemplo???
    Responda aí através da imprensa.
    É o que todo Brasileiro queria ouvir.

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Geral

NÃO FOI FALTA DE DINHEIRO. FOI INCOMPETÊNCIA MESMO: Sesap diz que falta de impressora no Walfredo Gurgel ocorreu porque contrato de aluguel com empresa terminou; novo processo de contratação ainda não foi finalizado

Fotos: Cedidas

Em nota enviada ao BLOGDOBG, a Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (Sesap-RN) informou que o contrato de aluguel com a empresa foi encerrado e por isso a impressora foi levada do Hospital Walfredo Gurgel e não por falta de pagamento, como havia sido noticiado na denúncia feita ao blog.

Também de acordo com a nota, um outro processo de contratação ainda está sendo finalizado.

A nota não especificou prazo para retorno do equipamento à unidade hospitalar.

Ou seja, não foi falta de pagamento. Foi incompetência mesmo.

Leia a íntegra da nota abaixo:

Não procede a alegação de que o equipamento foi retirado por falta de pagamento. O contrato de aluguel com a empresa foi encerrado e outro processo de contratação está sendo finalizado. Desde o final de 2024 o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel está funcionando com o Prontuário Eletrônico do Paciente, o que afasta a necessidade de impressão de materiais relativos à rotina de cuidado, visto que o sistema abarca todas as informações de forma digital

Opinião dos leitores

  1. Agora é só Fatão Bezerra, comprar uma impressora ir deixar no hospital e dizer em alto e bom som, TEJE ENTREGUE.
    kkkkkkkkkkkkkkkk.
    Kkkkkkkkkkk.
    Kkkkkkk.
    Kkkk.
    Kkk
    Kk
    K.
    É de mijar de rir…..
    O povo tem o governante que merece.
    Isso é fato.

  2. Os dois motivos não justificam a incompetência confessada.
    As consequências pela falta do equipamento são catastróficas.

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Acidente

Acidente em adutora: Trabalhador cai de 6 metros em Currais Novos

Foto: Reprodução

Um trabalhador de 30 anos ficou ferido após cair de aproximadamente 6 metros de altura dentro de uma caixa elevatória de uma adutora. O acidente ocorreu nas margens da rodovia que liga Currais Novos a São Vicente, no Seridó Potiguar.

Devido ao espaço confinado e à dificuldade de acesso, o Corpo de Bombeiros precisou montar um sistema multiplicador de força para resgatar a vítima. O homem apresentava fortes dores nas pernas e suspeita de fraturas nos membros inferiores.

Após o resgate e os primeiros socorros, ele foi encaminhado ao Hospital Regional Mariano Coelho, em Currais Novos, onde permanece sob cuidados médicos.

96 FM

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Brasil

IOF: Moraes suspende atos do governo e do Congresso, e convoca conciliação

Foto: Antônio Augusto

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou, nesta sexta-feira (4), a suspensão dos atos do governo federal e do Congresso Nacional sobre o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e convocou uma audiência de conciliação entre os Poderes para debater o tema.

A audiência de conciliação foi antecipada pela CNN. Pela decisão de Moraes, essa sessão foi marcada para 15 de julho.

“Verifica-se que tanto os decretos presidenciais, por séria e fundada dúvida sobre eventual, desvio de finalidade para sua edição, quanto o decreto legislativo, por incidir em decreto autônomo presidencial, aparentam distanciar-se dos pressupostos constitucionais exigidos para ambos os gêneros normativos”, escreveu o ministro.

Na decisão, Moraes deu um prazo de cinco dias para que o governo esclareça os motivos para ter decidido aumentar o IOF e as razões pelas quais o Congresso derrubou a elevação do tributo.

CNN

Opinião dos leitores

  1. Acabou!!!!!!
    E aí batoré???
    Chupa essa manga!
    E aí??
    Chupa que é de uva.
    Acabou!!!! Acabou!!! Acabou!!!!
    Assim gritava o brilhante narrador Galvão Bueno no final da copa.
    É tetra, é tetra ……
    Triste fim da nossa democracia.
    Tá muito fragilizada, derrotada tá valendo quase nada.

  2. Será que é + ou – assim???
    Aqui nessa bagaça quem manda sou eu, estão me ouvindo???
    É somente perguntas.
    É somente uma pergunta…

  3. É prerrogativa do Congresso suspender atos do Executivo no âmbito de competências delegadas. Ato discricionário. Mas não existe mais Constituição mesmo.

  4. Isso é uma prerrogativa da Câmera Federal.
    Daí pra frente tá tudo errado, uma verdadeira lambança entre os poderes que não se respeitam mais, tem mais, não é de agora que vem acontecendo essa muvuca, desde o governo passado o país não vive mais um regime presidencialista, é muita gente se metendo onde não deve, a começar por um partido nanico o Psol, puxadinho do PT que opera e faz surgir boa parte dessa bagunça.
    Vejam, hoje todo problema atravessado entregam ao STF.
    Tudo no Brasil, tem que parar nas mãos de Alexandre de Morais.
    Isso é uma vergonha.
    Ninguém quer debater os problemas do país, todo mundo olhando apenas pro próprio umbigo.
    Fora Luladrão e sua trupe, ninguém aguenta mais tantas saganagens e safadezas.
    Isso é imoral.

  5. Sempre Xandão, o único General que respeito. O gado maluquinho (foi o Mito que falou), se c a g a de medo só em ouvir esse nome.

  6. Isso é uma prerrogativa da Câmera Federal.
    Daí pra frente, tá tudo errado, uma verdadeira lambança entre os poderes que não se respeitam mais, tem mais, não é de agora que vem acontecendo essa muvuca, desde o governo passado, o país não vive mais um regime presidencialista, é muita gente se metendo onde não deve, a começar por um partido nanico, puxadonho do PT que opera e surge essa bagunça, toda bufa atravessada, entregam ao STF.
    Tudo no Brasil, tem que parar nas mãos de Alexandre de Morais.
    Isso é uma vergonha.
    Ninguém quer debater os problemas do país, todo mundo olhando apenas pro próprio umbigo.
    Fora Luladrão e sua trupe, ninguém aguenta mais tantas safadezas.
    Isso é imoral.

  7. Sinceramente para que congresso? Um bando de bananas que não apitam mais em nada. Estamos só bancando esses senadores e deputados com seus luxos e emendas parlamentares e na realidade são uns frouxos e bananas..

  8. Moraes salvou o país e agora ta botando ordem nessa zona, Lembramos todos que se não fosse o mesmo estariamos hoje vivendo comandados por alguns malucos e um bando de generais idosos que estavam ávidos pelo poder. Obrigado Xandão!

    1. Aí sabe falar bosta.

      A pessoa defender aumento de imposto, só pode não usar o cérebro. Só pode.

    2. Ministro sério é só trabalha dentro da Lei, respeitando a Constituição. Parabéns, pelos seus atos, Alexandre de Morais.

  9. PARABÉNS XANDÃO! SÓ XANDÃO SALVA O BRASIL. O NOSSO XERIFE! KKKKK

  10. Concorreu a algum cargo eletivo? Não. Recebeu algum voto? Não. Foi eleito democraticamente? Não. Está governando o país por meio de canetadas? Sim. Faz o que bem entende e Órgão ou Poder se opõe? Sim.

    “Bem-vindo” ao Brasil da ditadura da toga!

    1. Gosto assim, repete-se o que lê nos grupos de zap sem raciocinar que tanto o PGR como os ministros do STF são sabatinados e aprovados no Senado. Logo, tanto recebem VOTOS como esses são oriundos de Senadores que por sua vez receberam MILHÕES de votos! Nem vou falar sobre democracia já que obviamente o processo de votação para aprovar os ministros do STF estão previstos na Constituição…

    2. Verdade verdadeira, a que ponto chegou o nosso Brasil!!! 🙈🙈🙈🙈🙈

    3. Mané fuleiro, deixa de ser babão! Já ouviu falar num tal de RABO PRESO? Se não ouviu, pare de falar 💩💩💩

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Denúncia

DENÚNCIA: Falta de gestão do governo leva obstetrícia do RN ao colapso

Foto: MEJC/UFRN

A principal maternidade de alto risco do estado, a Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), enfrenta um cenário alarmante: nesta semana, a unidade operava com 140% de lotação, chegando até a 150%. O estado não consegue dar conta do serviço, causando este colapso; além dos pacientes que chegam de outros municípios.

A maternidade está superlotada, com pacientes internadas em corredores, mesmo com indicação de cesárea. Essas gestantes aguardam vaga na UTI neonatal. Além disso, recém-nascidos com quadros graves continuam ocupando salas de cirurgia, sem poder ser transferidos, devido à falta de vagas nas unidades neonatais de terapia intensiva.

O cenário de colapso não se limita ao MEJC. Outras unidades hospitalares do estado enfrentam dificuldades,  como a Maternidade Mariano Coelho, em Currais Novos, a Maternidade Araken, em Natal e o Hospital Ana Bezerra, em Santa Cruz, que funcionou no sábado com apenas um obstetra de plantão, número abaixo do necessário para a realização de procedimentos cirúrgicos com segurança.

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Meio Ambiente

Prefeitura sanciona lei que regula áreas ambientais de Natal

Foto: Ilustrativa/Semurb

A Prefeitura de Natal sancionou na quinta-feira (3) a Lei Complementar nº 261/2025, que unifica e padroniza as regras urbanísticas e ambientais de oito das dez Zonas de Proteção Ambiental (ZPAs) da cidade. A medida entrou em vigor nesta sexta-feira (4).

A nova legislação define o uso e a ocupação do solo, além de regulamentar as características das ZPAs 1, 3, 4, 5, 7, 8, 9 e 10, com base nos limites e dados técnicos estabelecidos pelo Plano Diretor de 2022.

A lei representa um marco importante na política ambiental do município. A  mudança impacta diretamente 30% do território da capital potiguar, considerado área ambientalmente protegida.

“Bom dia. Grande vitória para Natal. Lei de unificação e padronização das 10 ZPAs sancionada e publicada no DOM. Passa a valer a partir de hoje, 04/07/25, o novo regramento de 30% do território de Natal”, diz um leitor do BLOG.

O texto completo está disponível no Diário Oficial do Município (DOM) e define, entre outros pontos, os critérios técnicos e legais para o uso sustentável dessas áreas, visando conciliar a preservação ambiental com o desenvolvimento urbano.

E aqui também: dom_20250703_15ff7a36223910223ae43fb36f4e21a7

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Música

Claudia Leitte traz a Natal a turnê “Intemporal”, em única apresentação no Teatro Riachuelo

Foto: Divulgação

Depois de emocionar o público com o projeto especial “Intemporal”, lançado ao vivo em 2024, Claudia Leitte inicia uma turnê intimista por diversas cidades do Brasil – e Natal está entre elas. A capital potiguar receberá a cantora no dia 30 de outubro, no Teatro Riachuelo, com um espetáculo que promete momentos de conexão profunda entre artista e plateia.

O show integra a agenda oficial da turnê nacional, que estreia em setembro em São Paulo e também passará por Recife, Curitiba, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. As vendas de ingressos estão disponíveis no site oficial www.claudialeitte.com.br, com valores a partir de R$ 90,00.

“Esse projeto nasceu de um momento de muita reflexão pessoal sobre a vida e a saúde mental. Nessa turnê, quero convidar o público a olhar para si com mais carinho e gentileza”, declara Claudia Leitte, que preparou um repertório com releituras de grandes sucessos da música brasileira e hits da própria carreira, como “Bola de Sabão”, “Eu Fico”, “Pensando em Você” e “Pássaros”, em versões acústicas e emocionantes.

O álbum “Intemporal”, que deu origem ao show, contou com participações especiais de Manu Bahtidão, Léo Santana, Marcus & Belutti e Tom Kray, e está disponível no Globoplay. Entre os clássicos regravados estão “Sozinho”, de Caetano Veloso, “Prefixo de Verão”, da Banda Mel, e “Deslizes”, de Fagner.

Com realização da Ciel Produções e Global Music, e produção local da Art Rec Produções e Viva Promoções, a turnê “Intemporal” reforça a versatilidade de Claudia Leitte, agora em uma fase mais introspectiva e conectada com a essência da música.

SERVIÇO
CLAUDIA LEITTE – TURNÊ INTEMPORAL EM NATAL
Dia: 30 de outubro (quinta-feira)
Local: Teatro Riachuelo – Natal/RN
Ingressos: a partir de R$ 90,00
Vendas: www.claudialeitte.com.br

Opinião dos leitores

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Judiciário

Mutirão de cataratas em Parelhas: Justiça determina apuração das licenças das unidades de saúde

Foto: Ayrton Freire

A Justiça determinou que seja apurada a situação das licenças e das autorizações de funcionamento de duas unidades de saúde envolvidas na realização do mutirão de cirurgias de catarata em Parelhas, na Região Seridó do Rio Grande do Norte.

O mutirão foi realizado pelo município – em parceria com uma empresa de saúde ocular – nos dias 27 e 28 de setembro de 2024, faltando pouco mais de uma semana para as eleições municipais. Ao todo, 15 dos 20 pacientes que fizeram a cirurgia no primeiro dia sofreram uma infecção bacteriana – e 10 deles perderam o olho afetado.

A decisão da Justiça é para:

  • a Subcoordenadoria da Vigilância Sanitária do RN (SUVISA/RN) informar, no prazo de dez dias, qual era a situação das licenças e das autorizações de funcionamento do centro cirúrgico da Maternidade Dr. Graciliano Lordão, onde ocorreu o mutirão, nos dias das cirurgias;
  • a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa/PE) prestar informações sobre a regularidade da empresa envolvida no mutirão, que tem sede em Goiana (PE).

A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) informou que todas as informações foram encaminhadas pela Vigilância Sanitária no relatório resultante da apuração aberta, e que o documento foi encaminhado ao Ministério Público.

A prefeitura de Parelhas e a Agência de Vigilância Sanitária de Pernambuco não retornaram aos contatos da Inter TV Cabugi.

A Justiça também determinou que a prefeitura de Parelhas deve diligenciar junto à empresa que realizou o mutirão para que sejam obtidos os documentos médicos dos pacientes, sob pena de preclusão da prova, ou seja, a perda do direito de apresentar uma prova. A ação segue tramitação na unidade judicial até uma sentença de mérito.

A decisão judicial foi proferida após uma ação indenizatória movida por um dos pacientes submetidos à cirurgia durante o mutirão. De acordo com autos do processo, o autor da ação relata complicações pós-operatórias, inclusive infecção grave no olho operado, conhecida como endoftalmite.

Após o caso, a prefeitura chegou a oferecer indenizações no valor de R$ 50 mil os pacientes, mas o valor havia sido negado por alguns deles, que seguiam com processos judiciais.

G1RN

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Denúncia

DENÚNCIA: Impressora do Walfredo Gurgel é levada por falta de pagamento do Estado

Fotos: Cedidas

Uma situação  chamou atenção no Hospital Walfredo Gurgel. A impressora usada para emissão de documentos foi retirada do local pela empresa terceirizada responsável pelo equipamento. O motivo? A falta de pagamento por parte do Estado.

Sem o aparelho, servidores estão recorrendo a métodos improvisados. Em anexo, o denunciante encaminhou um relatório feito à mão, com papel e caneta.

Opinião dos leitores

  1. É o fundo do poço.
    ——————————.
    Alguém aí ligado ao PT sabe dizer quando é que o melhor vai começar???
    Comente aqui, no espaço democrático do Blog do BG tá???

  2. Enquanto o brasileiro não aprender a rechaçar e se vacinar contra mentiras do marketing, vai continuar elegendo em primeiro turno governantes do PT e da esquerda.

    1. KKKKKKKK. Sério que vc acha mesmo que só políticos de esquerda fazem má gestão e corrupção?

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Geral

Liberação da Ponte de Igapó aumenta movimento no Alecrim

Foto: Alex Régis

O comércio do Alecrim começou a dar sinais de recuperação após a liberação de uma das faixas da Ponte de Igapó, que liga a Zona Norte às demais zonas administrativas de Natal. A interdição parcial da via durou 20 meses e provocou forte impacto na rotina do bairro, de acordo com empresários. Durante o período, os lojistas reclamaram principalmente do afastamento dos consumidores da Zona Norte e, consequentemente, do impacto nas vendas.

A Associação dos Empresários do Bairro do Alecrim (AEBA) estima que durante o período de mais de um ano e meio de interdição de uma das faixas da Ponte de Igapó houve uma queda de até 80% no volume de consumidores vindos da Zona Norte da capital. Pelo menos quatro empreendimentos fecharam as portas nesse intervalo, sendo que dois deles abriram em outros endereços, com espaços menores.

Após a liberação, o cenário começou a mudar: comerciantes relatam aumento no fluxo de pessoas e uma recuperação gradual no faturamento. As quatro faixas da ponte foram liberadas no dia 23 de março, após 20 meses de obras de recuperação que provocaram perdas significativas no comércio da região.

“Percebemos um fluxo maior de clientes, usando principalmente o transporte público. As pessoas conseguem chegar mais rápido”, afirma Matheus Feitosa, presidente da AEBA. Segundo ele, a redução no tempo de deslocamento tem contribuído ainda para o bem-estar dos trabalhadores. “Os comerciantes iniciam o dia com menos estresse, já que não precisam sair tão cedo para enfrentar o trânsito”, comenta.

Tribuna do Norte

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Geral

IOF: governo joga parado, escala auxiliares e atrasa entrada de Lula

Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES

A ordem no Palácio do Planalto passou a ser “jogar parado” para distensionar a relação com o Congresso após o governo acionar o Supremo Tribunal Federal (STF), demonstrando estar disposto a entrar em nova crise institucional com o Legislativo para reverter a derrubada do reajuste do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpre agendas internacionais e líderes estão envolvidos nas eleições internas do PT, coube ao segundo escalão do governo pavimentar a retomada das negociações.

Na quarta-feira (2), por exemplo, o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, esteve com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Segundo interlocutores, o encontro foi positivo, com disposição de negociação para resolver o impasse. Do lado do Executivo, houve um pedido no sentido de ajudar o Planalto a encontrar uma saída para atingir a meta fiscal sem sacrificar a reeleição em 2026. Do Legislativo, solicitou-se que a esquerda cesse a narrativa “ricos contra pobres” deflagrada pelo PT com partidos da base.

Não coincidentemente, a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, foi às redes sociais pedir que cessem os ataques ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Ele foi apontado como o principal responsável pela derrota surpresa, ao pautar o IOF do dia para a noite sem aviso prévio ao Planalto ou aos parlamentares da base. O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), também pediu que a ofensiva fosse interrompida.

Quando Lula entra em jogo

Parte dos ministros estava com Lula na sua viagem à Argentina, onde o Brasil reassumiu a presidência do Mercosul. Mais auxiliares devem acompanhar o chefe do Executivo na cúpula do Brics no Rio de Janeiro. Segundo interlocutores, o presidente da República só deve se envolver de fato nas negociações do IOF no meio da próxima semana, considerando que domingo (6/7) será realizada a eleição interna do PT.

Segundo interlocutores, os eventos internacionais ajudarão o governo. Enquanto Lula estava na Argentina e cumprirá agendas do Brics, a cúpula do Congresso está em Portugal para o Fórum Jurídico de Lisboa. É o famoso “Gilmarpalooza”, nome informal dado ao evento capitaneado pelo ministro do STF Gilmar Mendes. Lá está, por exemplo, o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, responsável pela ação do IOF contra o Congresso, protocolada na Suprema Corte.

Metrópoles

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Geral

Excesso de proteção desprotege trabalhador, diz Barroso

Foto: Gustavo Moreno/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luís Roberto Barroso, disse em entrevista ao C-Level, videocast semanal da Folha, que o mundo do trabalho mudou e que a ideia do empregado celetista talvez não seja mais a dominante.

Para ele, o novo cenário —com mais presença do empreendedorismo e de aplicativos como Uber e iFood— impôs novas realidades, como a terceirização. Ele defende que, em certos casos, é preciso pensar uma forma de proteção social diferente da tradicional.

O ministro diz ainda que um excesso de direitos pode jogar contra o empregado, e que o STF fez bem ao chancelar a reforma trabalhista de 2017. “Não por acaso temos o menor índice de desemprego do país em 40 anos. Acho que algum grau de correlação é possível fazer.”

O Supremo enfrenta críticas pelo que seria o esvaziamento das prerrogativas da Justiça do Trabalho. Em abril, o ministro Gilmar Mendes suspendeu todos os processos relativos à pejotização, prática em geral tolerada pela Corte, e em fevereiro uma decisão do tribunal dificultou a responsabilização do setor público em reclamações trabalhistas de terceirizados.

Em função dessas e outras decisões, tem sido cada vez mais comum que empresas pulem o circuito normal da Justiça trabalhista e busquem o STF diretamente, como mostrou recentemente a Folha.

“Acho que, em certos casos, o excesso de proteção desprotege”, afirmou o ministro durante a entrevista. “Acho, sim, que o entregador do iFood e o motorista de Uber têm que ter proteções sociais, mas um pouco diferentes da concepção tradicional. Temos que pensar fórmulas originais de proteção.”

No tema do IOF, Barroso defendeu que o ideal seria uma solução consensuada para o impasse que opõe Congresso ao governo Lula e acaba de chegar no STF. Ele defendeu que o reequilíbrio fiscal não fique na conta das classes sociais mais baixas.

“A contribuição para o ajuste de contas tem que ser geral e não pode recair predominantemente sobre os mais pobres”, disse o ministro, que manifestou apoio ao projeto de lei limitando os salários acima do teto constitucional –embora com uma modulação que defina quais benefícios são justos e quais devem ser cortados.

O presidente do Supremo falou ainda em “epidemia de litigiosidade” ao tratar do pagamento dos precatórios, que deve ir a R$ 116 bilhões em 2026, e rejeitou qualquer contribuição do Judiciário ao aumento de concessões do BPC (Benefício de Prestação Continuada).

Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social, responsável pela administração do benefício, afirmou que tanto a via administrativa quanto a judicial registraram aumento no número de requerimentos do BPC. A pasta também disse esperar um alinhamento maior dos critérios de concessão a partir de decisão recente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. O Brasil vai importar mão de obra. O brasileiro não quer trabalhar, quer viver de bolsa família.

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