Esporte

Miocic vinga derrota, nocauteia Cigano no 1º round e segue campeão do UFC

Stipe Miocic x Junior Cigano no UFC 211 (Foto: Getty Images)

Stipe Miocic aproveitou bem a oportunidade de vingar sua derrota para Junior Cigano. O atual campeão dos pesos-pesados defendeu seu cinturão pela segunda vez e nocauteou o desafiante brasileiro, ex-campeão da categoria, em apenas 2m22s no evento principal do UFC 211, neste sábado, em Dallas. Foi o troco pela derrota por pontos para o catarinense em 2014, e mostrou o quanto o dono do título evoluiu nos últimos três anos.

Cigano, por sua vez, não mostrou a sua própria evolução. Pelo contrário, foi acuado desde o início pelo campeão, sem conseguir se afastar da grade – um problema que já havia sido apontado na primeira luta entre eles. Daquela vez, contudo, o catarinense foi capaz de esquivar golpes por cinco rounds, sobreviveu aos melhores socos do adversário e acertou suas próprias bombas para arrancar uma vitória na decisão dos juízes.

Desta vez, Cigano só conseguiu causar um hematoma na canela esquerda de Miocic, com um chute desferido nos segundos iniciais. O campeão o cercou desde o início, e combinava duros jabs e cruzados. O catarinense esquivou alguns, mas, depois de cerca de um minuto e meio, engoliu um gancho. Ele absorveu bem este golpe, mas o espaço estava cada vez menor para errar. Um cruzado de direita pegou em cheio no pé da orelha, e o ex-campeão desabou. No solo, Miocic desferiu mais uma saraivada de golpes no rosto, para os quais o brasileiro não apresentou defesa. O árbitro Herb Dean logo encerrou a luta.

 

SporTV

Opinião dos leitores

  1. Parece ia um adulto surrando uma criança indefesa! Pode se aposentar Cigano. Tu está acabado no UFC.

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Jornalismo

Delações de marqueteiros e Palocci põem Lula e o PT em abismo político

Lula e Antônio Palocci (Foto: Arquivo Google)El País

O calvário do Partido dos Trabalhadores e do ex-presidente Lula ganhou novos capítulos numa sequência impensável a quem acreditava que o ponto alto da semana política que passou ficaria no embate entre o petista e o juiz Sergio Moro em Curitiba. O encontro mais esperado da Lava Jato parece agora apenas um aperitivo para um cardápio farto que se seguiu na sequência, e que fragiliza ainda mais o ex-presidente e o seu partido, tanto do ponto de vista político quanto jurídico. Apenas um dia depois do seu depoimento, o ministro do Supremo, Edson Fachin, liberou o sigilo das delações do casal de marqueteiros Mônica Moura e João Santana, que revelam o milionário esquema de caixa 2 pago no Brasil e no exterior, supostamente com aval de Lula e Dilma Rousseff.

 

Na sexta, uma nova bomba nuclear para o ex-presidente e o PT veio na forma da nota divulgada pelo então advogado do ex-ministro Antonio Palocci. “O Escritório José Roberto Batochio Advogados Associados deixa hoje o patrocínio da defesa de Antonio Palocci em dois processos que contra este são promovidos perante o juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba, em razão de o ex-ministro haver iniciado tratativas para celebração do pacto de delação premiada com a Força Tarefa Lava-jato, espécie de estratégia de defesa que os advogados da referida banca não aceitam em nenhuma das causas sob seus cuidados profissionais.”

O que eram informações de bastidores começam a se tornar realidade. O ex-todo poderoso ministro petista, que pavimentou a relação de Lula com o então apavorado mercado financeiro nacional e internacional em seu primeiro mandato (2003-2006), sucumbiu à pressão da Lava Jato e mostrou que seu silêncio tem limite.

Opinião dos leitores

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Jornalismo

Michel Temer condiciona sucesso de sua gestão à redução do desemprego

Presidente Michel Temer na rampa do Palácio do Planalto Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃOO Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – O presidente Michel Temer condiciona o sucesso de seu governo à redução, até o fim de 2018, do número de desempregados. Segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 14,2 milhões de brasileiros estão nessa situação.

Embora avalie que a aprovação das reformas trabalhista e da Previdência será muito importante para a retomada do emprego, a derrota no Congresso de uma ou outra não definirá o sucesso do mandato. “O meu principal objetivo é combater o desemprego. Se não conseguir, aí sim você pode dizer que o governo não deu certo. Não é por causa da Previdência.”

Em entrevista ao Estado na tarde de sexta-feira, 12, poucas horas depois de reunir em cerimônia televisionada todo o seu Ministério para balanço de um ano de governo, Temer informou que, pelas projeções das áreas econômica e trabalhista, a retomada lenta do emprego deve começar no quarto trimestre deste ano.

Temer está seguro de que aprovará as reformas trabalhista e previdenciária no Congresso. Disse acreditar que o PMDB fechará questão para obrigar seus deputados a votarem a favor da reforma da Previdência e minimizou o impacto das críticas de um dos principais cardeais do partido e líder no Senado, Renan Calheiros (AL). “O Renan agora já está comigo.”

O presidente voltou a defender seus ministros citados nas delações da Lava Jato, mesmo com prejuízo para a imagem do governo. “Aqui tem pessoas mencionadas que são da melhor qualificação administrativa, prestam um serviço extraordinário. É um custo-benefício que compensa.”

Em relação ao seu papel na disputa presidencial em 2018, ele disse que vai depender do êxito do governo. “Se eu estiver bem, é claro que todos virão me procurar em busca de apoio. Se eu estiver mal, ninguém vai querer se aproximar.” Depois de lamentar mais uma vez a disputa política agressiva atual no País, afirmou que já não se incomoda tanto com os movimentos que pedem a sua saída do governo. “Aliás, ficou simpático este ‘Fora, Temer’. Eu acho que vou sentir falta.”

Opinião dos leitores

  1. O maior sucesso para o Brasil deve estar condicionado a sua queda! Pagando a babá com o dinheiro do governo, que feio hein?

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Política

Investigados pela Lava Jato almejam reeleição em 2018

VIDA NORMALO que pensam os congressistas alvos da Lava Jato

Deputados e senadores alvos da Lava Jato dizem duvidar que sofrerão processo de cassação e planejam continuar na vida pública.

A Folha procurou, ao longo da última semana, os 84 congressistas investigados na operação com base em pedidos feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nas duas listas que encaminhou ao Supremo Tribunal Federal –em março de 2015 e em março deste ano.

“Estou há dois anos e dois meses esperando meu processo ser arquivado. O cara [o doleiro Alberto Youssef] diz que me deu [propina], eu já provei que não deu. Fui 24 vezes na Procuradoria, estive oito vezes com Janot e não consigo tirar meu nome desse negócio”, reclama Luiz Carlos Heinze (PP-RS).

“Nem que a vaca tussa, medo nenhum [de processo de cassação]. Primeiro, não cometi crime. Segundo, quem não deve não teme. Se o apelido do Lula na Odebrecht era ‘amigo’ e o meu era ‘inimigo’, isso já é autoexplicativo”, diz Onyx Lorenzoni (DEM-RS), investigado porque aparece na delação da Odebrecht como destinatário de R$ 175 mil de caixa dois em 2006.

Ex-presidente do Senado e tendo escapado de processos de cassação na década passada em decorrência da acusação de que foi beneficiado com dinheiro da empreiteira Mendes Júnior, Renan Calheiros (AL) também minimiza o risco de enfrentar novamente o Conselho de Ética.

“Eu estou sendo investigado pela interpretação, pelo ‘ouvi dizer’. Há evidente falta de provas”, afirmou o alvo de 17 inquéritos na Lava Jato.

Alguns parlamentares reagiram em tom ríspido: “É descabida [a pergunta], estamos em um fase de inquérito, que sequer se transformou em denúncia. Essa pergunta não tem fundamento nenhum”, disse o senador Eduardo Braga (PMDB-AM).

Ao todo, 54 deputados e senadores disseram não acreditar que serão alvos de processo de cassação. Outros 30 não quiseram se manifestar.

A Folha não ouviu políticos que figuraram nas listas de Janot, mas cujos casos foram arquivados ou estão ainda em análise, além de outros que passaram a ser investigados entre os dois pedidos de Janot. Para haver processo de cassação é preciso haver representação apresentada por partido ou pela Mesa Diretora. A análise é feita pelo Conselho de Ética e segue para o plenário, que dá a palavra final.

Apenas três dos que responderam disseram que não irão mais concorrer a mandatos eletivos –mas nenhum citou problemas na Justiça ou a Lava Jato como explicação.

“Estou no sétimo mandato, um de prefeito, tenho 75 anos, e já avisei aos meus eleitores em 2014 que não iria me candidatar mais”, disse Nelson Meurer (PP-PR). “Não tem motivo. O fato é que com seis mandatos já cumpri minha missão”, afirma Dilceu Sperafico (PP-PR), 69. “Oito mandatos! Não está bom, não? É a minha aposentadoria”, disse, aos risos, Roberto Balestra (PP-GO), 72.

Dos que responderam as perguntas da Folha, 50 dizem que pretendem se manter na vida pública, a maioria disputando a reeleição.

Entre eles, Edison Lobão (PMDB-MA), 80, no quarto mandato no Senado. O peemedebista é alvo de seis inquéritos da Lava Jato, incluindo um que apura suposta propina para beneficiar a Odebrecht quando era ministro de Minas e Energia, o que ele nega. “Sou o mais antigo, e não o mais velho, desta Casa: 32 anos de mandato. Não vou tentar a reeleição”¦ É evidente que vou me reeleger.”

EXCESSOS

Boa parte dos deputados e senadores que responderam as perguntas da reportagem disse ver excessos ou erros no trabalho da Procuradoria-Geral da República e do juiz federal Sergio Moro.

Responsável pelos julgamentos da Lava Jato no Paraná, o magistrado não trata, porém, dos casos relativos aos congressistas, que têm foro privilegiado no STF.

A Procuradoria é a responsável por analisar as delações, pedir a abertura de investigação ou o arquivamento do caso de deputados e senadores. Em uma etapa posterior, ela oferece denúncia contra o investigado ou solicita o arquivamento.

Dos procurados pela Folha, 24 criticam a atuação do órgão chefiado por Rodrigo Janot, e 24 que dizem não ver excessos. Trinta e seis não quiseram se manifestar.

No caso de Moro, houve um número maior de congressistas que preferiu não responder a pergunta –46. Dos que responderam, 21 afirmam que há abuso na condução do magistrado, principalmente no tempo de prisão de alguns dos alvos da operação –para 17, atuação do juiz é correta.

Algumas das principais críticas ao juiz e ao Ministério Público partem do PT.

“Ele já virou estrela. Convoca a torcida para ir ou para não ir [ao depoimento de Lula]. Tem posição política direcionada. Começou com o PT, aí não conseguiu frear e agora é contra todos os políticos, contra a política e, consequentemente, contra a democracia. Não tem nada a ver com combate a corrupção. Virou instrumento de disputa de poder”, diz o senador petista Paulo Rocha (PA).

Há reclamações fora do PT: “A própria rapidez com que o Ministério Público denuncia as pessoas faz com que elas sejam punidas antes de serem condenadas. Acho isso uma ditadura”, disse Lazaro Botelho (PP-TO).

Entre os que dizem ver atuação correta do Ministério Público e de Moro está Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo de Michel Temer no Senado. Em conversa gravada em março de 2016, Jucá sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma “mudança” no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” representada pela Lava Jato.

“Não se julga a história enquanto ela está acontecendo. A Lava Jato mudou a política no Brasil. É um paradigma que fez a política caminhar para algo melhor.”

Opinião dos leitores

  1. Aí o problema pra resolver tá no eleitr. Será que tem a consciência que essa turma está com o prazo de validade vencido?

  2. menos do meu voto estou fora não sou burra estudei para conhecer as coisas o que presta e o que não presta

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Jornalismo

Em um ano, planos de Segurança do governo Temer não saem do papel

O Globo

Menos de 15 dias após assumir o governo como presidente interino, Michel Temer se deparava com a primeira crise na segurança pública. Para responder à repercussão de um estupro coletivo no Rio de Janeiro, anunciou que criaria um departamento de combate à violência contra a mulher na Polícia Federal (PF). Era a primeira de uma série de promessas para reduzir a criminalidade feitas no primeiro ano do peemedebista à frente do Palácio do Planalto.

Ao novo departamento na PF, que nunca se concretizou, somaram-se outros anúncios, empacotados no Plano Nacional de Segurança Pública, que foi lançado às pressas por conta de massacres em série dentro de presídios no início deste ano. De concreto, segundo balanço elaborado pelo GLOBO, o governo tem pouco para mostrar. A atuação federal é apontada por analistas e gestores da área como meramente reativa a crises pontuais.

Ao final da reportagem, vejao estágio atual de cada programa anunciado para a área.

Opinião dos leitores

  1. BG você não tem noção dos impactos dos cortes promovidos pelo MJ esta semana…. foi paralizante! Agora nem Plano nem Luz, agua, gasolina….

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Jornalismo

Petistas que choraram no mensalão reveem erro do partido 12 anos depois

O Globo

O deputado federal Chico Alencar foi um dos parlamentares petistas que choraram no plenário da Câmara, em 11 de agosto de 2005, em um misto de tristeza e indignação com a confissão do publicitário Duda Mendonça, na CPI dos Correios, de que recebera dinheiro de caixa 2 pelas campanhas do PT em 2002, inclusive com depósitos no exterior. Quase 12 anos depois, filiado ao PSOL do Rio, Chico disse que teve um déjà-vu, sensação de já ter passado por isso, ao tomar conhecimento, na última quinta-feira, do teor da delação premiada do marqueteiro João Santana e de sua mulher, a empresária Mônica Moura.

— Confesso que fiquei surpreso. A gente tem que cometer, no mínimo, erros novos. Eu imaginei que financiar campanha com caixa 2 no exterior era uma coisa que mesmo o PT, que não quis se reformular, que não fez autocrítica, jamais faria de novo — disse o deputado do PSOL, que, em 2005, empunhou no plenário da Câmara um cartaz em que estava escrito “Não em nosso nome”.

Na última quinta-feira foi revelado o conteúdo da delação de João Santana e Mônica Moura, por decisão do relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin. O casal afirmou que os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff tinham pleno conhecimento do esquema de caixa 2 que irrigou as campanhas de 2006, 2010 e 2014. Ainda de acordo com os dois, parte desses pagamentos foi feita no exterior.

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Jornalismo

Lula recebeu alerta sobre corrupção na Petrobras ainda no seu governo

O Globo

Embora tenha afirmado perante o juiz Sergio Moro que demitiria toda a direção da Petrobras caso alguém o informasse sobre a existência de um esquema de corrupção na estatal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu importantes alertas, ainda no exercício do mandato, de práticas suspeitas na companhia, mas não agiu. No interrogatório da última quarta-feira, na sede da Justiça Federal em Curitiba, questionado pelo procurador Roberson Pozzobon, que perguntou se ele tinha conhecimento de corrupção na Petrobras e de repasse de dinheiro ao PT, Lula falou:

— Se, em algum momento, um dos 204 milhões de brasileiros chegasse ao presidente da República e dissesse “tem um esquema de propina na Petrobras”, seria mandada embora a diretoria inteira da Petrobras — disparou Lula.

Mas houve avisos, inclusive oficiais. Em 2009, quatro obras da petroleira foram incluídas pelo Congresso numa lista de 24 projetos que deveriam ficar fora do Orçamento de 2010, sem verba, por terem sido flagradas com indícios de graves irregularidades em auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU). Em todos os casos, a suspeita era a mesma: preço muito acima do inicialmente orçado.

Opinião dos leitores

  1. Quer dizer que a culpa de Lula se resume a "ter sido alertado?"
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Vão inventar mais o que nessa tal teoria do domínio do fato?
    Já descobriram de quem era o "aviãozinho fantasma" que caiu com o candidato a Presidente Eduardo Campos? E o que ou quem foi que o derrubou?
    Já descobriram de quem era a cocaína encontrada no helicóptero do Senador amigo de Aécio Neves, Zezé Perrella, pousado no aeroporto do Titio Claudio?
    Já descobriram quem ou o que derrubou o aviãozinho de Teori Zavascki?
    Já descobriram onde Cunha mora ou quem é Henriquinho Alves no jogo do bicho?
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. O MELHOR PRESIDENTE LADRÃO DO MUNDO. E SEUS ADORADORES, AINDA QUEREM CONTINUAR COM A FARSA ,TRATANDO O RESTANTE DA NAÇÃO COMO IDIOTAS. É MUITA PETULÂNCIA E FALTA DE RESPEITO. É FALTA DE JUSTIÇA NESSE PAÍS. A ESSA ALTURA ESSE DEMÔNIO JÁ ESTAVA NO INFERNO QUE TANTO ESPERA.

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Jornalismo

‘Dilma não confia em ninguém e acha todo mundo burro’, diz delatora

O Estado de S.Paulo

Dilma Rousseff era uma presidente da República que não confiava em ninguém e achava todo mundo “burro”, disse em depoimento ao Ministério Público Federal (MPF) a empresária Mônica Moura. A delação premiada de Mônica revela detalhes da convivência da petista com a empresária e seu marido, o marqueteiro João Santana – o casal foi responsável pelas campanhas do PT à Presidência da República em 2006, 2010 e 2014.

“A Dilma não confia em ninguém e tem um problema grave: ela não confia na capacidade de ninguém. Ela acha que todo mundo é burro, é incapaz”, disse Mônica aos procuradores.

“Ela se cercava de um monte de gente – não quero ser grosseira – , mas de gente sem capacidade, porque é aquele tipo de pessoa que não confia nas pessoas: não se cerca de gente brilhante, porque tem medo de ser ofuscada, entendeu?”, completou.

Opinião dos leitores

  1. um modelo de inteligência eh essa monica: criou uma conta de email nas coxas, fez um rascunho e disse que era pra dilma, kkkkkkkkkkkkkkkkkk.
    vou fazer o seguinte: crio uma conta, escrevo um rascunho dizendo: "oi, chico butico. aqui é zé agripino. compre pra mim uns carnês do baú pra tu ganhar aí a gente racha os eletrodoméstico".

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Esporte

Jesus faz mais um, City vence o Leicester e pressiona rivais por vaga na Champions

Pep Guardiola voltou a apostar em Gabriel Jesus como homem-gol do Manchester City, deixando Agüero no banco. E a fórmula deu certo novamente.

O brasileiro balançou as redes mais uma vez – chamando a responsabilidade e cobrando pênalti – e ajudou os Citizens a superarem o Leicester por 2 a 1, neste sábado, em casa. David Silva fez o outro dos anfitriões, e Okazaki diminuiu com um golaço para os Foxes, que ainda perdem pênalti por conta de dois toques de Mahrez na cobrança.

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Diversos

Polícia francesa: ciberataque deixa mais de 75.000 vítimas no mundo”

Polícia francesa: ciberataque deixa mais de 75.000 vítimas no mundo”

“Mais de 75.000 vítimas” do ciberataque em massa foram detectadas em todo o mundo “até o momento”, anunciou neste sábado a polícia francesa em comunicado.

“É um balanço ainda provisório do número de computadores infectados, que visivelmente aumentará nos próximos dias” declarou à AFP Valérie Maldonado, chefe-adjunta da subdireção de luta contra crimes cibernéticos.

A polícia francesa classificou de “particularmente perigosa” a forma como se propaga este “ransomware”, um vírus que bloqueia o computador e que exige um resgate, que deve ser pago em um prazo curto, para poder recuperar o controle do equipamento.

“Uma vez que a primeira máquina está infectada, se propaga ao conjunto da rede à qual está conectado, paralisando assim todos os computadores”, explicou a polícia.

O Ministério Público de Paris abriu uma investigação por este ataque, que afetou, entre algumas empresas, a fabricante Renault.

AFP

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Política

Com aplausos e vaias ao lado de Cardozo, Moro diz que ‘julgamentos não são políticos’

Dias após ouvir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como réu na Lava Jato, o juiz federal Sérgio Moro disse neste sábado, em Londres, que “julgamentos não são políticos” e defendeu uma aplicação “ortodoxa da lei” por juízes.

O juiz fez a declaração em palestra no Brazil Forum, em mesa da qual participava ainda o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, que, segundo a publicitária Mônica Moura, foi responsável pela antecipação de ações da Lava-Jato à ex-presidente Dilma Rousseff. Cardozo nega. Moro foi recebido com aplausos e vaias por um auditório lotado.

Moro disse que julgamentos envolvendo corrupção de políticos têm reflexos na política partidária, mas afirmou que o juiz não pode julgar pensando nisso.

– Se o juiz for julgar pensando na consequência política, ele não está fazendo seu papel de juiz. Acho que muitas vezes tem essa confusão. Como esse caso envolve pessoas poderosas, crime de elevada dimensão, se faz uma confusão no sentido de que julgamentos são políticos, quando eles não são.

O juiz defendeu ainda uma “aplicação ortodoxa” da lei penal por juízes ao falar de prisões preventivas. A Lava Jato é acusada por opositores de fazer uso excessivo de prisões preventivas para obter acordos de delação premiada.

– A prisão preventiva é excepcional, tem que se evitar o risco de um inocente ser preso. Não obstante, a lei também permite que o juiz eventualmente adote a prisão preventiva com objetivos previstos em lei, como por exemplo para proteger investigação criminal.

Ao justificar o uso da medida, Moro acrescentou que a investigação da Lava Jato mostrou uma corrupção “sistêmica, uma prática habitual, profissional, serial, profunda e penetrante”.

CARDOZO CRITICA PRISÕES PREVENTIVAS

Em sua fala, logo antes da do juiz, o ex-ministro José Eduardo Cardozo havia dito que prisões cautelares são medidas extremas.

– As medidas restritivas de liberdade cautelar, as prisões, só podem ser aplicadas quando nenhuma outra medida pode ser aplicada. Por que isso foi feito? Não era para proteger políticos, mas para proteger pobres que eram colocados diariamente na cadeia, como ainda são. A pena restritiva de liberdade é extremíssima, só quando não há outra alternativa. 50% da população prisional brasileira é de presos provisórios.

Cardozo citicou ainda ainda medida adotada com frequência por Moro, as conduções coercitivas.

O ex-ministro disse também que juízes nunca são neutros, porque precisam tomar decisões com base em sua convicção sobre a lei. O problema, segundo ele, ocorre quando há parcialidade.

-O que ele não pode ser é parcial.

COTOVELADA

Moro e Cardozo se sentaram lado a lado durante o debate. Ao iniciar sua fala, o juiz brincou dizendo que algumas pessoas esperavam confronto, mas que ele não havia dado “nem uma cotovelada” no colega.

Segundo o juiz, é uma tolice pensar que eles não poderiam dividir um espaço, já que “a democracia é um espaço acima de tudo de liberdade”.

Moro, principal nome do evento Brazil Forum UK, foi muito aplaudido ao ser anunciado – houve também breves vaias. Durante o dia, o juiz foi tietado por estudantes, mas se recusou a tirar “selfies” com a maior parte.

Cardozo também foi aplaudido pela plateia, composta principalmente por estudantes brasileiros, principalmente quando afirmou que o processo de impeachment que retirou Dilma Rousseff do poder havia sido um golpe. Quando disse que não adiantava “aplaudir quando o direito suprimido era de um adversário e vaiar quando é um aliado”, ouviu um grito de “arrasou” da plateia.

A mesa também foi a mais requisitada pelos próprios palestrantes do evento: o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad fez uma das perguntas destinadas a plateia. Ele quis saber sobre a diferença no tempo que processos levam para ser julgados em diferentes instâncias – usou como exemplo o caso conhecido como mensalão mineiro, que teve início antes do mensalão petista mas cujo julgamento demorou mais para ocorrer.

A filósofa Djamila Ribeiro, que participará de discussão sobre gênero, também fez uma pergunta a Cardozo sobre “populismo judiciário”.

Opinião dos leitores

  1. A Lava Jato perdeu a batalha de Curitiba. A acusação envolvendo o suposto apartamento triplex expôs as ridículas inconsistências do processo judicial e, em vista disso, fragilizou a hipótese de imputação de crime ao ex-presidente. Apesar disso, contudo, sabe-se de antemão que Moro deverá se pronunciar pela condenação do Lula".
    No entanto, pouco mais de 24 horas depois do fracasso da força-tarefa, a Lava Jato passou por um rápido recall para consertar a artilharia e aprumar a ofensiva da guerra contra Lula.
    Num passe de mágica, tiraram da cartola do STF os depoimentos do casal de marqueteiros Mônica Moura e João Santana, prestados nas delações sob chantagem psicológica, em troca da redução dos anos de cadeia a que seriam condenados caso não mentissem para incriminar Lula e Dilma".

  2. O Brasil, agora tá vendo quem é esse advogado de merda, quê devia tá preso porquê vazou informações prá bandidos quê estavam sendo investigados. um filho da puta desse quero ver se tem coragem de dizer prá mulher, e os filhos, eu sou honesto.

  3. Realmente a justiça é cega. De um lado o competente Moro do outro o petista aproveitador de cargos públicos e língua solta da lava jato, um advogado de conhecimento limitado e atuações pra lá de controvertidas. A começar pela defesa de Dilma, coisa imprópria a quem está a frente da AGU. Mas como era governo do PT, as vavas as regras, é o vale tudo da esquerda.
    A delação de João Santana e Mônica Moura abriu a porta de entrada a comprovação dos crimes de Dilma, até pouco tempo, segundo seus defensores, uma presidanta "honesta".
    Depois que Mônica Moura abriu o bico e apresentou as provas, parece que o silêncio será a melhor opção a seus defensores e a Dilma, resta pagar pelos crimes cometidos, certo Iolanda? ou seria Janete?
    Como tem no e-mail de Dilma 2602iolanda. Iolanda foi a esposa de Costa e Silva e 26.06 foi o dia do atentado do comunistas contra o regime militar que resultou em morte de militar. Seria mera coincidência os números e nome do email? Qual o significado dele?

  4. "Por diferentes ângulos que se olhe, Lula venceu o 1º round no depoimento a Sérgio Moro, ainda que não tenha mudado em nada as 'convicções' do juiz e da Lava Jato".
    "Os vídeos que continuam sendo vistos por milhões Internet afora mostram que Lula cravou duas estacas sobre o que será a história da Lava Jato: a de que vem sendo perseguido (pelo que fez e representa) e acusado sem provas, um estigma nefasto para qualquer juiz; e a de que vem sendo massacrado por uma mídia associada aos acusadores, o que faz dela uma perdedora lateral. Pois se não é parte formal do processo, é instrumento indiscutível dele".
    Moro preparou o cenário onde se esperou fatos incontestáveis e definitivos, e Lula deu o espetáculo, caindo nos braços do povo que pintou a capital antipetista de esperança aos que são esquecidos por uma elite hipócrita (que vive na e da corrupção e critica como se fosse honesta) e preconceituosa (que detesta pobres, negros, deficientes e as minorias).

    1. O cinismo do Ex Presidente foi mais do que claro, ele depõe rindo da nossa cara, e ele falando da finada mulher chega ser NOJENTO, (vergonha alheia). Acho que vc faz parte do fã clube, não basta ser Lula, ser Ptista, tem que fzer parte do Fã Clube.
      Com a delação dos Marketeiros comprova mais ainda o que essa quadrilha, usou e abusou do nosso dinheiro.
      Lamentável!

    2. Seu comentário é simplesmente político partidário e alude ao estigma que neste país, a corrupção compensa e você sem dúvidas se não for adepto é beneficiado.

      Temos que torcer e brigar verbalmente e sensatamente para quê todos os corruptos sejam julgados, punidos e presos. Independente de quem for, pois nem Lula ou Temer e suas respectivas crias, são inocentes. Então deve sim, ser aplicada a lei.

    3. O molusco ama os pobres, tirou milhões deles (deu migalhas ao povo)e depositou nas suas contas pelo mundo.
      Quem gosta de migalhas?

    4. Parabéns Jean, seus comentários são sóbrios e corretos do ponto de vista do observador apartidário que somente se preocupa com a corrupção singrando por todos os lados e em todas as instituições.
      "Não há como não reconhecer, porém, que ao impor a presença do ex-presidente em Curitiba, Sérgio Moro ajudou a solidificar a liderança do petista que ele, aparentemente, também quer condenar. Moro ofereceu o palco, e o mito Lula reapareceu".
      Contra fatos não existe argumentos!
      E não precisamos gostar ou não de tais fatos ou argumentos. Basta observar sem paixão e ver o óbvio.
      Caso haja dúvidas, sugiro ler a cobertura internacional do caso e do episódio em particular, pra sair do dilema "esquerda e direita" do pseudojornalismo brasileiro, que virou publicidade.

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Esporte

ABC empata com Paraná em seu jogo de estreia pela série B

O ABC empatou em 0 a 0 com o Paraná na noite deste sábado, 13, no estádio Frasqueirão, em seu jogo de estreia pela série B do Campeonato.

Opinião dos leitores

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Política

JBS inicia negociação para acordos de delação e leniência

Joesley e Welsey Batista do grupo JBS

A JBS, maior empresa nacional de produção e venda de carne, está em tratativas com o Ministério Público para assinar acordos de delação premiada e leniência, afirma reportagem publicada hoje pelo site do jornal Folha de S.Paulo. A negociação estaria sendo feita pela holding J&F, detentora da JBS e da Eldorado Celulose, entre outras empresas – e de propriedade dos irmãos Joesley e Wesley Batista.

O objetivo seria reduzir o desgaste sofrido pela empresa desde que ela e seus executivos se tornaram alvos de investigações da Polícia Federal por suspeitas de irregularidades. Apenas nos últimos doze meses, a JBS esteve envolvida em seis operações da PF, entre as quais a Greenfield, a Sépsis, a Cui Bono e a Bullish.

Segundo o jornal, foram realizados pelo menos dois encontros entre investigadores e executivos da empresa, mas as negociações ainda estão em estágio preliminar. Ainda segundo a Folha, a JBS propôs a realização de um acordo temático, que se restrinja às operações das quais é alvo. Mas os procuradores teriam resistido à ideia, insistindo para que os acordos sejam feitos via Procuradoria-Geral da República.

 

VEJA

Opinião dos leitores

  1. Leniência boa é prender estes dois vagabundos e fechar essa porcaria de empresa, que cresceu às custas do povo trabalhador.

    1. Cresceram às custas dos trabalhadores e deram propinas aos politicos corruptos, que traíram o po
      vo brasileiro.
      Não essas reformas e ELEIÇÕES ja!..

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Acidente

Ônibus com equipe sub-17 do Vasco tomba no RJ

Acidente com ônibus sub-17 do Vasco. Foto: repórter ouvinte/via Whatsapp (Crédito: )

Três pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para um hospital da região. A estrada está em esquema de pare e siga na altura do quilômetro 53. Segundo a assessoria de imprensa do clube, não há informações de feridos graves.

Equipes da Concessionária Rota 116 estão no local, assim como homens do Corpo de Bombeiros de Cachoeiras de Macacu e de Nova Friburgo. A equipe de futebol sub-17 do Vasco da Gama jogou contra o Friburguense nesta manhã, no Estádio Eduardo Guinle, e estava retornando à capital.

 

CBN

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Política

Dilma deu calote de 20 milhões de reais, diz João Santana

Dilma Rousseff e João Santana

Em um dos depoimentos de sua delação premiada na Lava Jato, o marqueteiro João Santana acusou a ex-presidente Dilma Rousseff e o PT de lhe darem um calote no valor de 20 milhões de reais. Segundo Santana, o montante deveria ter sido pago pelos serviços prestados durante as campanhas de 2010 e 2014, que tiveram Dilma como candidata à presidência. O pagamento seria feito via caixa dois.

Santana conta que, em maio de 2014, Dilma disse a ele que havia encontrado uma solução para quitar os valores de 2010 que ainda não haviam sido pagos. Ela iria tirar o tesoureiro João Vaccari da negociação e substituí-lo por alguém de sua confiança, o então ministro da Fazenda Guido Mantega. Segundo o marqueteiro, Vaccari não era uma pessoa com quem a presidente Dilma tinha uma relação amistosa e de confiança.

O anúncio da troca foi feito durante um almoço entre Santana e Dilma no Palácio da Alvorada. Na ocasião, Dilma acrescentou que, se tudo corresse da forma como ela esperava, ele receberia todo o dinheiro referente a 2010 e, pela primeira vez, teria o pagamento antecipado dos serviços prestados em 2014, que seriam acertados antes mesmo das eleições.

Mas o plano da presidente deu errado. “No início das gravações do horário eleitoral, em agosto, eu disse: ‘Olha, presidente, não se cumpriu nada. Nem o pagamento das dívidas de 2010 nem o que a senhora havia prometido. Até agora o Guido não deu nenhuma solução’”, disse Santana. Dilma então teria se mostrado “extremamente irritada”. Mesmo assim, o problema perdurou. “A dívida no final era de 20 milhões de reais, que nós nunca recebemos”, afirmou Santana.

 

VEJA

Opinião dos leitores

  1. Essa delação tá me cheirando a pizza encomendada pra viagem.
    João Santana já trabalhou pra quase todos os políticos brasileiros. Pergunte a ele qual a diferença entre um e outro?
    Pra cima de moar!
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Economia

‘Previdência é transferência de renda de pobres para ricos’, diz ministro do STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, defendeu neste sábado (13) a necessidade imprescindível da reforma previdenciária drástica no Brasil, durante um evento acadêmico em Londres.

“O setor previdenciário brasileiro é uma imensa transferência de renda dos pobres para os ricos, porque os 30 milhões de pensionistas no INSS custam um pouco mais do que 1 milhão de aposentados no setor público e todo o resto da sociedade financia essa transferência de renda”, afirmou Barroso a uma plateia lotada.

Para o ministro, uma reforma nesse sentido precisa estabelecer uma restrição etária, de no mínimo 65 anos, para o acesso à aposentadoria. Barroso não comentou sobre a atual proposta discutida no Congresso que visa mudar esse sistema.

No entanto, a idade mínima, de 65 anos para homens e 62 para mulheres, é uma das principais propostas da reforma da Previdência cujo texto-base foi aprovado na terça-feira (02) pela Comissão Especial da Câmara que debateu o tema e que irá a plenário.

“Quando vejo um pobre contra a reforma da Previdência me dá uma tristeza enorme, porque ele não sabe que está pagando a aposentadoria de um sistema que é feito para tirar dinheiro dele. Se pobre estiver sustentando rico, o sistema é perverso e injusto, portanto tem que mudar”, destacou o ministro, depois de ter iniciado a palestras com alguns presentes acusando-o de golpista e de ser chamado de machista, após fazer uma piada sobre a dificuldade de impressionar esposas.

Opinião dos leitores

  1. Perfeita a análise do ministro. Uma legião imensa de pobres trabalhadores do setor privado sustenta uma casta privilegiada de marajás do serviço público.

  2. O estimado de desvios na Lava a jato toda é por volta de 23 Bilhões.
    O Governo Temer dispensou 25 Bilhões de reais do Banco Itaú.
    Esse é um Governo que está em dificuldade?

  3. Resumiu bem Max. Cadê q ele comenta as dividas das grandes empresas em atividade e as falidas q devem a sociedade. Este aí é mais um amiguinho d Temer.

  4. Ele deveria defender o teto previdenciário de R$ 5.400.00 para o Poder Judiciário. Se um ministro se aposenta com 37.000.00 ele ganha 7 vezes o valor do teto. Isso tem que acabar.

  5. É, eu sempre disse aqui MARAJAS DO SERVIÇO PÚBLICO, ganham melhor do que os patrões, que é o povo.

  6. A reforma como se encontra piora em muito a situação do trabalhador, pois terá o acesso aos benefícios/auxílios dificultados e a aposentadoria passa a ser uma utopia.

    1. Tem uma saída, observando os DEPUTADOS que votaram a FAVOR, dá o TROCO em 2018. Tem que tira de letra os DEPUTADOS, que estão alinhados ao PLANALTO.: são FELIPE MAIA do DEM, ROGÉRIO MARINHO do PSDB, BETO ROSADO do PR, FÁBIO FARIA do PSD e WALTER ALVES do PMDB, o povo do RN, tem o dever de ficar atento para dá o TROCO esses DEPUTADOS que receberam algum em troca.

  7. O ministro deveria estudar mais a constituição e direito previdenciário.
    Afinal de contas a aposentadoria dele de 37 mil é vitalícia e a reforma não vai atingir o STF

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