O pedido de impeachment do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), foi protocolado nesta segunda-feira, 25, na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) por um grupo de juristas. A iniciativa partiu do advogado Tarso Cabral Violin, membro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR) e que mantém um blog político.
Violin conta que estava no Centro Cívico no dia 29 para acompanhar o desenrolar da votação, que acontecia no plenário, enquanto os professores ficavam do lado de fora, quando começou a confusão. “Levei estilhaços de bala, a dois centímetros do olho, poderia ter ficado cego. A partir dali houve uma espécie de tribunal moral, na federal (Universidade Federal do Paraná) para julgar o que havia ocorrido. O jurista Celso Antônio Bandeira de Mello disse que caberia um pedido de impeachment e, em face disso, eu fiz uma petição. Agora esperamos que a Alep dê continuidade”, comentou à TV blog Sinal.
Com a petição entregue, o advogado acredita que a pressão popular pode dar um fôlego a mais nesse inédito processo de impeachment de um governador paranaense. “Haveria um tribunal especial, com cinco deputados, cinco advogados e cinco desembargadores. Acredito que com a pressão popular será possível, mas se não houver, será difícil”, comentou.
O pedido de impeachment se baseia na Constituição de 1950 por crime de responsabilidade. “Se ele não mandou, deixou acontecer por duas horas consecutivas, mesmo com ligações do ministro da Justiça, de senadores, e depois, à noite, defendeu a ação da Polícia Militar”, critica.
Impeachment de governadores
O impeachment de governadores no Brasil tem sido fato isolado na história política do País. O primeiro a ser afastado foi o governador de Alagoas, Muniz Falcão, que em 13 de setembro de 1957 foi impedido de continuar no cargo, mas a votação não chegou ao final por causa de um confronto entre partidários de Falcão e da oposição. O caso parou nas mãos do então presidente Juscelino Kubitschek, que decretou intervenção federal. Em 24 de janeiro do ano seguinte, o STF reconduziu Falcão ao cargo.
fonte: Estadão Conteudo

Esqueci um importante detalhe. A greve é conduzida pelo Sindicato dos Professores, um braço da CUT. Suas lideranças são petistas de carteirinha, como a líder Marli Fernandes, ex presidente do sindicato e candidata a deputada federal pelo PT em 2014 (não eleita), que fez campanha pelo atual presidente, Hermes Leão. Greve encabeçada por petistas contra governador do PSDB. Nenhuma credibilidade, portanto.
O pedido foi assinado por petistas que se dizem advogados e professores universitários. O principal deles tem fotos abraçado com Lula, Dila e Gleisi Hoffman, com crachá do PT. Os professores do Paraná são os mais bem pagos do país. No episódio do confronto com a polícia, há fotos e filmagens mostrando que os manifestantes, muitos deles mascarados, tentaram invadir a Assembleia à força, o que exigiu a ação policial. Por fim, o motivo da greve é absurdo, pois a junção dos fundos previdenciários não traz prejuízo a ninguém. Aliás, aqui mesmo no RN, o governo Robinson, que é aliado do PT, fez o mesmo e não houve qualquer manifestação contrária dos militontos. Essa greve é meramente política. Nada mais.
Sempre tem MILITONTOS à postos. Quando a governadora do Pará, que era uma petralha, deixou que uma criança ficasse em uma cela com 20 presos, sendo estuprada, nenhum MILITONTO se manisfestou sobre impcheament dela. Quando Jaques Vagner Petralha, deixou que os professores baianos ficassem 127 dias em greve, nenhum MILITONTO se manisfestou. Vá entender!!!!!
Esse TUCANALHA tem que ser cassado. Esse subpartido é inimigo da educação e ele mesmo mandou espancar os Professores. Tém que ter IMPEACHMENT. Cadê os Sinésios, defensores da Privataria?