Polícia

Pela primeira vez, Brasil tem dois ex-presidentes presos por crimes comuns

Temer cumprimenta Lula durante visita no Hospital Sírio-Libanês (Beto Barata/PR/Divulgação)

Com a prisão de Michel Temer no início da tarde desta quinta-feira, 21, o Brasil vive uma situação inédita. Pela primeira vez na história da República, dois ex-presidentes — Temer e Lula — estão presos por crimes comuns.

Temer, que passou a faixa para Jair Bolsonaro no último 1° de janeiro, foi preso preventivamente pela força-tarefa da Operação Lava Jato no Rio, por decisão do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal da Justiça Federal no estado. O emedebista foi acusado pelo Ministério Público Federal de ser o “líder de uma organização criminosa” que recebeu 1,8 bilhão de reais em propina envolvendo desvios em obras na usina nuclear de Angra 3. Já Luiz Inácio Lula da Silva, mandatário entre 2003 e 2011, foi preso em 7 de abril do ano passado depois de condenação em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex em Guarujá (SP).

Lula tem ainda outra prisão em sua biografia, em 1980, acusado de “incitação à desordem” pelo regime militar quando era sindicalista e liderou greves no ABC paulista. O processo, claramente político, foi depois anulado.

Outros seis ex-presidentes já foram detidos

Antes de Temer e Lula, outros seis ex-presidentes foram detidos, mas sempre por motivos políticos. Em 1922, Hermes da Fonseca (que governou entre 1910 e 1914) presidia o Clube Militar de Pernambuco quando fez críticas à intervenção federal nas eleições do estado. Foi preso a pedido do então presidente Epitácio Pessoa, menos de oito anos depois de deixar o poder. Hermes ficou detido por seis meses e morreu poucos meses depois de ser solto.

Washington Luís, o último presidente da República Velha (comandou o país de 1926 a 1930), foi preso por ser correligionário de seu sucessor Júlio Prestes na chamada “política do café com leite”. Ele e outros líderes da política paulista foram detidos durante o golpe que levou Getúlio Vargas ao poder em 1930. O político, que era carioca mas fez carreira em São Paulo, ficou preso por 27 dias no Forte de Copacabana, no Rio, e depois partiu para o exílio.

O mineiro Arthur Bernardes também foi preso no contexto da ascensão de Vargas. Presidente do Brasil entre 1922 e 1926, Bernardes apoiou uma revolução comandada por autoridades de São Paulo e foi encarcerado no interior de Minas Gerais ao tentar organizar um levante contra o governo federal. Foi levado ao Rio de Janeiro e ficou preso por aproximadamente dois meses, antes de também ir para o exílio, em Portugal.

Primeiro líder do Executivo após o suicídio de Vargas, seu vice, Café Filho se afastou da função por problemas de saúde. Quem assumiu foi o presidente da Câmara, Carlos Luz. Supostamente envolvido em um plano de golpe de Estado, Luz foi impedido com apenas oito dias no cargo e Café Filho foi posto em prisão domiciliar por dois meses e meio quando recebeu alta médica, como garantia de que o presidente eleito, Juscelino Kubitsckek, assumiria o cargo em janeiro de 1956.

Já os ex-presidentes Jânio Quadros e Juscelino Kubitschek foram presos pela ditadura militar. Em julho de 1968, Quadros foi posto em confinamento na cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, em uma medida do regime para afastar figuras políticas importantes das manifestações pela democracia que ocorriam no país. Jânio, publicamente crítico ao golpe de 1964, ficou confinado por quatro meses acompanhado da esposa, Eloá.

Kubitschek foi preso no dia em que foi baixado o Ato Institucional n°5 (AI-5), que levou ao período de maior repressão da ditadura militar. Depois de discursar como paraninfo de uma formatura no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, ele detido por militares e levado para um quartel em Niterói, onde permaneceu encarcerado por nove dias.

Mais alvos de denúncias

Apesar de sofrerem consequências mais extremas, Lula e Temer não são os primeiros ex-presidentes a enfrentar problemas com a justiça. José Sarney foi denunciado duas vezes pela Procuradoria Geral da República na Operação Lava Jato, acusado de receber propina de contratos superfaturados da Petrobras.

Os depostos Fernando Collor e Dilma Rousseff também foram denunciados pela procuradoria. Collor foi acusado de receber 30 milhões de reais em propina de contratos da BR Distribuidora. A denúncia foi aceita mas o ex-presidente, atual senador por Alagoas, nega. Já Dilma responde por suposta formação de quadrilha durante os governos do PT.

Desde a redemocratização, em 1985, apenas Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso não foram alvos de inquéritos ou de denúncias.

Veja, com Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Só mais um(a?) e estará formada a Confraria das Excelências… A mais vistosa das "jabuticabas" deste patropi.

  2. Me perdoe os contras! Só temer, tem provas contundentes, os demais são presos políticos, principalmente o LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA. ( preso por convicção do juiz ).
    me perdoe os contrários, é minha opinião.

  3. Pelo andar da carruagem essa lista tende a engrossar BG.
    A próxima prisão pode está ligada a refinaria Pasadena nos Estados Unidos.
    Tchau QUERIDA !!

  4. Se Lula, que é "afanabéltico", goza de regalias absurdas como hóspede na carceragem da PF, em Curitiba… agora imagine o tratamento vip que será dispensado a Temer, dito "o constitucionalista".

  5. Se gritar " PRENDE LADRÃO POLÍTICO" não fica um meu irmão. Falta muitos colegas de TEMER para irem fazer companhia a ele. Aqui na terrinha tem nego cortando prego. A minha preocupação é que o País não anda com tanto ladrão a ser preso.

  6. Tempo bom o do governo Itamar Franco. O maior "escândalo" que houve foi aquele da modelo Lilian Ramos no carnaval. kkkkkkkkkk

    1. Na época não tinha moro, nem bredas. Só STF pra limpar a barra dos políticos ladrões.

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[VÍDEO] Polícia apreende cerca de 300 kg de drogas na Grande Natal

 

A ROCAM apreendeu cerca de 300 quilos de drogas, uma prensa hidráulica e uma balança digital em uma residência no bairro Golandim, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal. A operação ocorreu na noite de sábado (17). Ninguém foi preso.

A ação teve início após uma denúncia anônima informar que uma mulher poderia estar sendo levada para um possível “tribunal do crime”, estrutura clandestina utilizada por criminosos para julgar e punir pessoas.

Ao chegar ao endereço indicado, os policiais encontraram o portão da residência aberto. Além da carga de drogas e da prensa hidráulica, foram encontrados, em um dos quartos, vários invólucros com porções de substâncias com características semelhantes às de maconha, crack e cocaína. Uma balança digital também foi localizada no imóvel.

Todo o material foi encaminhado à Delegacia de Plantão da Zona Norte, responsável pelos procedimentos iniciais. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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[VÍDEO] Gusttavo Lima declara apoio a Flávio Bolsonaro durante show no Paraná: “Próximo 25 é 22”


O cantor sertanejo Gusttavo Lima declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República durante um show realizado neste domingo (18), na Expo Assis 2026, em Assis Chateaubriand, no Paraná.

No palco, o artista ergueu a bandeira do Brasil e fez referência ao número de urna do candidato e à data do 2º turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.

“Que vocês nunca percam a fé, nunca percam a esperança, ok? Se Deus quiser, o próximo 25 é 22”, afirmou Gusttavo Lima ao público.

Outros nomes da música sertaneja também manifestaram apoio a Flávio Bolsonaro, entre eles Leonardo, a dupla Zezé di Camargo e Luciano e Amado Batista. Leonardo anunciou seu voto durante uma apresentação no sábado (17), em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

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[VÍDEO] Flávio diz que foi aos EUA defender empresas brasileiras, enquanto Lula foi defender criminosos

Durante o debate presidencial da Band, realizado neste domingo (18), Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que viajou aos Estados Unidos para defender empresas brasileiras e acusou o presidente Lula (PT) de defender organizações criminosas.

A declaração ocorreu após Lula questionar o candidato sobre a relação da família Bolsonaro com o governo norte-americano.

Flávio respondeu que, enquanto ele foi aos Estados Unidos defender empresas brasileiras, Lula teria ido ao país “para defender o direito de organizações criminosas”.

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ATLASINTEL: Flávio Bolsonaro tem 51,1% dos votos válidos contra 48,9% de Lula no 2º turno

Foto: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51,1% dos votos válidos no 2º turno da disputa presidencial, contra 48,9% do presidente Lula (PT), segundo levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta segunda-feira (19).

A diferença entre os candidatos é de 2,2 pontos percentuais. Considerando a margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos, os intervalos dos dois candidatos não se sobrepõem. Os votos válidos excluem brancos e nulos, seguindo o critério utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A pesquisa ouviu 4.998 eleitores entre os dias 13 e 18 de outubro, por meio de recrutamento digital. O levantamento tem margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.

Contratada pela Bloomberg, a pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-02418/2026.

Com informações da CNN Brasil

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[VÍDEO] CARLOS ANDREAZZA: Flávio, marcando Lula o tempo todo, foi o melhor


Vídeo: Reprodução/TV Band

A dinâmica física e a ocupação do palco durante o debate presidencial na Band foram pontos decisivos na avaliação de analistas políticos. Em análise pós-evento, o jornalista Carlos Andreazza destacou que o comportamento dos candidatos em relação às regras de circulação revelou diferenças táticas importantes entre as campanhas.

De acordo com Andreazza, a equipe de Lula fez reclamações sobre a postura do adversário, mas a prática de Flávio Bolsonaro consistiu em “marcar” o atual presidente de perto ao longo de todo o confronto, utilizando uma espécie de movimentação pendular.

Para o comentarista, o candidato da oposição se saiu melhor nesse aspecto físico de exploração espacial do cenário, aparentando ter passado por um treinamento prévio para dominar o espaço e manter constante presença visual na transmissão. 

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[VÍDEO] ELA NÃO CANSA? Janja é advertida por produção da Band após provocação a Flávio Bolsonaro em debate


Vídeo: Deltan Dallagnol/Redes Sociais

O clima acirrado no estúdio da TV Band durante o confronto entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), neste domingo (18), estendeu-se para além dos púlpitos e atingiu a plateia. A primeira-dama Janja da Silva levou uma reprimenda da organização do evento ao descumprir as normas de silêncio impostas aos convidados.

De acordo com imagens divulgadas pelo ex-procurador Deltan Dallagnol, a cúpula do evento precisou intervir após Janja gesticular e dirigir palavras ao senador durante sua participação no debate.

O descontrole do público forçou a mediadora a paralisar e refazer os alertas no encerramento da transmissão. Além de tentar silenciar o auditório, a organização orientou Flávio Bolsonaro a não caminhar atrás do adversário enquanto Lula discursava.

Alheio ao tumulto na plateia, Lula aproveitou as considerações finais para ressaltar conquistas econômicas de seus mandatos, projetar um ciclo de crescimento para o Brasil e atacar a pauta de privatizações defendida pela oposição.

Com informações do Metrópoles

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PODERDATA/AYA: Flávio amplia vantagem sobre Lula e chega a 52% dos votos válidos contra 48% do petista


Fotos: Evaristo Sá/AFP; Ricardo Stuckert/PR

A corrida presidencial para o segundo turno registra uma nova oscilação na reta decisiva da campanha. De acordo com os dados de intenção de voto, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ampliou sua vantagem e alcançou 52% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 48%.

Na comparação com o levantamento anterior, o cenário contabiliza uma movimentação de quatro pontos na diferença entre os adversários: o parlamentar avançou dois pontos percentuais, ao passo que o atual chefe do Executivo recuou na mesma proporção.

Apesar da sinalização de crescimento para o candidato do PL e da contração na fatia do petista, analistas políticos reforçam que o levantamento estatístico reflete o retrato do momento das intenções do eleitorado, não configurando uma previsão definitiva do resultado que será apurado nas urnas.

VOTOS VÁLIDOS:

Flávio Bolsonaro (PL): 52% (+2 )

Lula (PT): 48% (-2 )

FICHA TÉCNICA

Instituto: PoderData/AYA

Abrangência: Nacional

Período de campo: 16 a 18 de outubro de 2026

Amostra: 3.000 entrevistas

Margem de erro: ±1,8 ponto percentual

Nível de confiança: 95%

Registro TSE: BR-02586/2026

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[VÍDEO] “Montou quadrilha” e “você me respeite”: Flávio e Lula protagonizam momento tenso durante debate da Band


Vídeo: Reprodução/Band

O debate presidencial promovido pela Band neste domingo (18) em parceria com o jornal Estadão foi marcado por momentos de forte tensão entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Em um dos trechos mais acirrados do confronto, os dois políticos protagonizaram uma discussão direta envolvendo acusações de corrupção, histórico de governos e a gestão de recursos de aposentados.

Durante um momento de tensão e troca de farpas, Flávio Bolsonaro pediu respeito ao ser interrompido por Lula. “Você me respeita porque eu tive 56 milhões de votos. Então você tem que me respeitar. Tenha calma”, disparou o candidato do PL.

O presidente rebateu o adversário acusando-o de corrupção. “Quem montou quadrilha tem que explicar, explique”, alfinetou Lula. 

Flávio Bolsonaro seguiu questionando o histórico político do adversário e cobrou explicações sobre esquemas de corrupção associados a gestões petistas, rebatendo acusações direcionadas à sua família e afirmando que o modelo de governança do PT é marcado por irregularidades.

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[VÍDEO] “Me surpreende que o Lula tenha chegado tão mal preparado para o debate”, diz colunista do UOL


Vídeo: Reprodução/UOL

O desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no debate presidencial contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) foi alvo de duras críticas de analistas políticos na reta final da disputa eleitoral. Para o colunista do UOL João Paulo Charleaux, o chefe do Executivo chegou “surpreendentemente mal preparado” para um dos momentos mais cruciais da campanha e acumulou erros de postura ao longo do confronto.

Segundo a avaliação, o petista cometeu sucessivos equívocos de posicionamento no palco. “Me surpreende que o Lula tenha chegado tão mal preparado para um debate tão importante, numa eleição tão crucial. A quantidade de erros que ele comete por minutos é incrível, ele andou de costas para a câmera quase o tempo todo, quando na verdade ele deveria recuar sempre dando passos para trás, sem deixar de mostrar a face, a frente para a câmera, para o leitor. Ele fez isso o debate inteiro, ele andou de costas para a câmera quase mais do que andou de frente para a câmera”, pontuou o comentarista. 

João Paulo Charleaux também destacou que Lula recorreu com frequência a pausas para beber água, o que acabou transmitindo uma imagem de vulnerabilidade e desgaste, além de registrar episódios de risos irônicos considerados repetitivos e sem eficácia argumentativa.

Outro ponto negativo apontado na análise foi a dificuldade de o presidente se impor espacialmente e ditar os rumos do debate. O colunista ressaltou que, mesmo sendo o candidato com maior experiência política e bagagem de governo, Lula falhou em ocupar o centro das atenções, permitindo ser acuado por investidas do adversário, como o posicionamento de Flávio Bolsonaro logo atrás de seu púlpito, uma situação que poderia ter sido evitada com maior firmeza na condução de sua própria campanha.

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[VÍDEO] ATO FALHO? LULA se atrapalha nas considerações finais e diz que o Brasil vai acabar caso seja eleito para o quarto mandato


Vídeo: Reprodução/TV Band

Durante as considerações finais do debate promovido pela TV Band na noite deste domingo (18), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometeu um ato falho ao projetar um eventual quarto mandato presencial, declarando que “o Brasil acabou”. A declaração ocorreu nos segundos finais do seu tempo de fala no confronto com o senador e adversário no segundo turno, Flávio Bolsonaro (PL).

O deslize aconteceu no momento em que o petista criticava os processos de privatização da Eletrobras e da BR Distribuidora. “Esse lesa-pátria nesse país vai acabar. E nesse quarto mandato, a gente vai dizer: o Brasil acabou e vai ser um país grande, um país desenvolvido, um país que vai deixar, sabe, de ser um país, sabe, de fazer”, afirmou Lula, antes de ter a palavra cortada pela mediação devido ao esgotamento do tempo.

Ainda no encerramento, o candidato à reeleição acusou o adversário de planejar a privatização da Petrobras e de “95% das estatais brasileiras”, defendendo a manutenção de empresas públicas “fortes e produtivas”.

A votação do segundo turno das eleições presidenciais acontece no próximo domingo (25).

Com informações da Gazeta Brasil

Opinião dos leitores

  1. Ele se atrapalhou e falou a verdade se ganhar o Brasil acaba mesmo,flavio desconcertou ele todo bebeu mais água do que um camelo de nervoso kkk

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