Diversos

Pesquisa do Idec aponta venda casada em empréstimos do BB, Itaú e Santander

Desrespeitando o Código de Defesa do Consumidor (CDC), os maiores bancos do País continuam a realizar vendas casadas de produtos, uma prática proibida por lei. Segundo uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) com os seis maiores bancos do País, na concessão de empréstimo pessoal três instituições (Banco do Brasil, Itaú e o Santander) incluíram um seguro de proteção ao crédito sem a autorização do consumidor.

A venda casada ocorre quando um consumidor adquire um produto e é obrigado a comprar outro para levar junto. A pesquisa do Idec foi realizada entre 27 de junho e 11 de julho. Nela, os pesquisadores do Idec foram aos seis maiores bancos (BB, Bradesco, Caixa Econômico Federal, HSBC, Itaú e Santander) e solicitaram um empréstimo pessoal de R$ 300, dividido em seis parcelas.

No último levantamento que o Idec havia feito sobre o tema, em 2012, o Banco do Brasil e o Santandar já haviam cometido a mesma infração. Segundo o Instituto, o problema é generalizado. Em enquete no site do Idec com 533 internautas, 70% disseram que o banco obrigou a aquisição de um empréstimo ou financiamento, seja por incluir o serviço sem informá-los ou por alegar que sem ele o crédito não seria liberado.

O valor do seguro embutido nas operações foi baixo no caso do Banco do Brasil e do Itaú (R$ 2,19 e R$ 4,14, respectivamente) e mais elevado no Santander (R$ 27). “O seguro garante à instituição financeira receber o recurso caso o cliente não pague a dívida. Já o consumidor, além de pagar por essa garantia, tem de arcar com os juros e a multa pelo atraso quando fica inadimplente”, explica economista do Idec e responsável pela pesquisa, Ione Amorim.

Outros problemas. Segundo o Idec, outros problemas foram constatados na pesquisa. O Santander não liberou o empréstimo pessoal de R$ 300 ao pesquisador, mas disponibilizou um limite de cheque especial de R$ 5 mil. “Ao aprovar uma linha de crédito mais cara como é o cheque especial, que tem taxa média de 9% ao mês, enquanto a do crédito pessoal é de 5%, o banco induz o consumidor ao endividamento e limita o seu direito de escolha”, destaca a economista.

Dos seis bancos pesquisados, apenas o Itaú entregou o contrato da operação de crédito, mas só dez dias depois, contrariando o artigo 46 do CDC que prevê que o documento seja fornecido na hora da negociação. O contrato enviado pelo Itaú não apresentava identificação do contratante nem as condições do empréstimo.

Os demais bancos não entregaram contrato. As operações foram concluídas apenas com a entrega de um extrato contendo a composição do Custo Efetivo Total (CET). Com exceção do Banco do Brasil, esses extratos foram impresso em papel termo sensível (o mesmo de um extrato comum), que não preserva as informações por muito tempo, principalmente se for exposto ao sol.

Como cinco bancos não forneceram o contrato, o Idec procurou no site dos bancos o documento para poder avaliá-los. Nesta análise, constatou-se que apenas o documento do Itaú é claro. De acordo com a advogada do Idec, Claudia Pontes Almeida, a linguagem é de fácil compreensão e didática, conforme prevê o artigo 6º do CDC . Já os contratos do Banco do Brasil, da Caixa e do HSBC são confusos, pois abordam várias modalidades de crédito e as cláusulas estão misturadas.

Cláusulas abusivas. O Idec destaca que outro problema foi a presença de cláusulas abusivas. Em todos há previsão de vencimento antecipado da dívida caso o consumidor fique inadimplente. Ou seja, se atrasar uma parcela o cliente tem de pagar a dívida toda de uma vez. Com exceção do Itaú, nenhum banco respeita a exigência prevista no CDC de que as cláusulas que limitam os direitos do consumidor estejam em destaque no contrato.

Caso o banco insista em aplicá-las, o cliente pode pedir na Justiça que sejam anuladas. “Apesar de as cláusulas abusivas não terem efeito prático, principalmente se questionadas judicialmente, a intenção do banco é intimidar o consumidor”, afirma Almeida.

Após a pesquisa, os bancos foram contactados pelo Idec, mas apenas dois responderam:

Bradesco: Diz que cumpre rigorosamente as normas regulamentares sobre o CET, mas admite estudar possíveis alterações que possam tornar a informação mais clara. No que diz respeito à análise do contrato, afirma que atua de acordo com a lei; sobre a previsão de vencimento antecipado da dívida, alega que a cláusula está no âmbito da “liberdade do direito de contratar”.

Itaú: Afirma que não adota venda casada e que a contratação de outro produto fica a cargo do cliente. Para ilustrar a informação, o banco anexou à resposta uma impressão de tela com a simulação de contratação de crédito na internet por clientes “Personalité”, em que as opções “sim” ou “não” para escolha do seguro aparecem em destaque. Contudo, a pesquisa realizada pelo Idec não foi com consumidores dessa categoria; para os clientes “comuns”, a opção não é apresentada da mesma forma.

Em relação às análise das cláusulas contratuais, o Itaú argumenta que o vencimento antecipado da dívida em caso de inadimplência é uma prerrogativa de que o banco faz uso para “evitar que o consumidor dilapide seu patrimônio sem quitar a dívida”.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Para quem ainda acredite que o que é bom pro Mercado e Investidores internacionais, é sempre muito bom vermos que os interesses dos Bancos e Banqueiros são os mesmos dos consumidores e cidadãos em geral.
    Eles só querem o nosso bem, ou seria os "nossos bens?"

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Política

FOGO NO PARQUINHO: Corrente de Natália Bonavides no PT descarta candidatura de Rafael Motta e empareda governadora Fátima

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Foto: Reprodução

Uma nova crise interna acaba de ser contratada no PT. A Direção Estadual da Articulação de Esquerda do RN, corrente petista integrada pela deputada federal Natália Bonavides, divulgou uma nota sobre as eleições de 2026 em que descarta o apoio à pré-candidatura de Rafael Motta (PDT) ao Senado e defende que a segunda vaga na chapa majoritária governista seja indicada pelo PSOL.

“Apresentamos ao Partido a posição de que o PSOL deve ser convidado a ocupar a segunda vaga ao Senado, garantindo que a nossa base social tenha a opção de votar nos dois votos para o Senado de forma casada e identificada com um projeto popular para o RN, comprometido com a defesa do legado do governo da professora Fátima e com o projeto de Cadu governador, bem como fiel ao presidente Lula e ao projeto local e nacional da esquerda”, diz a nota.

Nas eleições de 2024, quando se enfrentaram na disputa pela Prefeitura de Natal, Natália e Rafael trocaram acusações durante os debates do primeiro turno. As mágoas parecem não terem sido superadas pela parlamentar petista. Rafael vem sendo sistematicamente boicotado pelo chamado “Time de Lula”.

A nota da corrente de Natália Bonavides também defende que a vaga de Cadu Xavier “tenha um perfil de esquerda/progressista, que seja preferencialmente uma mulher e que tenha relação com movimentos populares”, numa possível indicação de rejeição a um nome indicado pelo presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), que vem sendo cortejado pelo PT.

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Geral

Governo do Estado acusa MP de mentir sobre dívida de quase R$ 700 milhões da Sesap em restos a pagar com fornecedores e prestadores de serviços

Foto: Reprodução

Um documento do Ministério Público, revelado pelo G1 RN, apontou que o Governo do Estado acumula R$ 695,8 milhões em restos a pagar com fornecedores e prestadores de serviços Sesap. Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, essa dívida cresceu mais R$ 29,2 milhões, prova de que os pagamentos não acompanham nem de longe o ritmo das despesas da rede estadual. A Sefaz, no entanto, afirmou em nota oficial que a informação divulgada pelo MP é falsa.

De acordo com a pasta, “somente neste ano, o Governo do Estado já quitou mais de R$ 400 milhões em Restos a Pagar, reduzindo significativamente o passivo”. Já a Sesap admitiu que o passivo processado passa de R$ 545 milhões, mas tentou justificar parte da dívida citando que “há valores que permanecem registrados no sistema apenas em razão da necessidade de conclusão dos procedimentos administrativos de regularização contábil e financeira, especialmente aqueles decorrentes de sequestros judiciais”.

Ao mesmo tempo, a pasta admite que não tem previsão de quando a dívida será integralmente quitada, alegando que isso “depende da capacidade financeira do Estado e da programação de desembolso definida pela SEFAZ”.

Apesar da tentativa do Governo do Estado de mascarar os fatos, os dados do documento do Ministério Público só confirmam o que a população potiguar percebe todos os dias: a saúde pública estadual está um verdadeiro caos, com hospitais superlotados, falta de insumos básicos e milhares de pessoas na fila esperando há meses por uma cirurgia.

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Economia

São João de Natal gerou retorno de R$ 5,63 para cada R$ 1 investido, aponta pesquisa

Foto: Divulgação

O São João de Natal 2026 gerou um retorno de R$ 5,63 para cada R$ 1 investido pela Prefeitura do Natal. O dado é de pesquisa realizada pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), por meio do Observatório Potiguar do Turismo (Opotur), que analisou os impactos econômicos da programação na capital.

De acordo com o relatório Perfil do Visitante do São João de Natal 2026, o evento reuniu um público estimado em 938,5 mil pessoas, responsáveis por movimentar aproximadamente R$ 112,6 milhões em gastos diretos, principalmente nos segmentos de alimentação, transporte e bebidas.

Para o prefeito Paulinho Freire, os resultados mostram que o investimento em grandes eventos também produz efeitos na economia da cidade. “Os números mostram que investir na cultura também é investir nas pessoas e na economia. O São João movimenta diferentes setores, gera oportunidades de trabalho e renda e atrai visitantes para Natal. Uma pesquisa realizada por uma instituição como a Uern confirma o impacto positivo desse investimento para a cidade”, afirmou.

A secretária municipal de Cultura, Iracy Azevedo, avalia que o levantamento evidencia o alcance da programação realizada neste ano. “Os dados mostram que o São João movimentou comerciantes, empreendedores, trabalhadores informais e toda a cadeia ligada ao turismo, à cultura e aos serviços. Também indicam que é possível realizar uma grande festa popular com organização, segurança e acesso gratuito ao público”, disse.

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Política

Nikolas critica Moraes e diz que ministro faz “propaganda” para Flávio

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Foto: Reprodução

O depurado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou que a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes de suspender por 90 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL) ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), serve como “propaganda” à pré-candidatura do PL ao Palácio do Planalto.

A determinação de Moraes ocorreu após Flávio tornar pública uma carta redigida pelo ex-presidente, na qual ele empoderava o filho como porta-voz na disputa eleitoral deste ano.

Em um vídeo de quase dez minutos publicado nas redes sociais na segunda-feira (13), Nikolas criticou a decisão e afirmou que a condução do processo pelo ministro é parcial.

“O tratamento que eles estão dando agora com relação à prisão do Bolsonaro é o tratamento que a esquerda dá com qualquer tipo de opositor político deles, perseguição implacável”, disse.

O deputado ainda criticou as decisões de Moraes enquanto presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nas últimas eleições gerais. “Nas eleições de 2022, ficou muito claro para todo mundo que o processo eleitoral foi totalmente viciado por esse cara.”

A partir da determinação do ministro, os advogados de Bolsonaro têm 48 horas para apresentar uma resposta ao STF sobre suposto descumprimento da medida cautelar que proíbe Jair Bolsonaro de utilizar as redes sociais, “diretamente ou por intermédio de terceiros”.

Segundo Moraes, a fala de Flávio antes de ler a carta, dizendo que se tratava de “um recado muito importante” que o pai queria dar “a toda a nossa nação”, sugere que Bolsonaro sabia, de antemão, que o texto seria divulgado nas redes sociais.

No vídeo, Nikolas ironiza e afirma que as decisões do ministro, na verdade, beneficiam a pré-campanha de Flávio. “No fim das contas, sabe quem está fazendo propaganda antecipada eleitoral pro Flávio? O Alexandre Moraes. Porque só está provando o nosso ponto de que aqui no Brasil, realmente, não existe mais democracia. É um bando de gente que quer dominar até em quem você deve votar ou não.”

CNN

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Geral

[VÍDEO] POLÊMICA: Luana Piovani diz que fuma maconha há 30 anos e revela uso na frente dos filhos: “nunca viciei”

Imagens: Reprodução/Youtube

A atriz Luana Piovani afirmou, em uma interação com seguidores nas redes sociais, que fuma maconha há mais de 30 anos. Segundo ela, apesar do longo período de consumo, nunca desenvolveu dependência.

A declaração voltou a repercutir após a artista dizer que fuma na presença dos filhos, Dom, de 14 anos, e os gêmeos Bem e Liz, de 10 anos, frutos do relacionamento com o surfista Pedro Scooby.

Piovani afirmou que não esconde o hábito dos filhos e defendeu sua decisão de falar abertamente sobre o assunto dentro de casa. Segundo a atriz, ela vive em Portugal, onde o consumo da substância não é criminalizado.

Ela disse que o uso da maconha é menos prejudicial do que o cigarro e o consumo de bebidas alcoólicas.

As declarações da atriz geraram repercussão nas redes sociais, principalmente pelo relato de que o consumo da substância faz parte da rotina familiar e ocorre na presença dos filhos.

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Política

Governo Lula reduziu em 35,5% verbas para operação das Forças Armadas contra crimes nas fronteiras

Foto: Adobe Stock

Os recursos destinados à operação Ágata, ação das Forças Armadas contra crimes nas fronteiras brasileiras, caíram 35,5% nos três primeiros anos do governo Lula (PT) na comparação com o mesmo período da gestão Jair Bolsonaro (PL). As informações são do Poder360.

Segundo dados do Ministério da Defesa, os valores passaram de R$ 100,5 milhões, no período equivalente do governo anterior, para R$ 64,8 milhões na atual gestão.

A operação reúne Exército, Marinha e Força Aérea, além de órgãos como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal e Ibama, em ações contra tráfico de drogas, contrabando e garimpo ilegal.

A Ágata atua em uma faixa de fronteira de cerca de 17 mil quilômetros e envolve operações de patrulhamento, bloqueios em rios e rodovias, fiscalização de áreas estratégicas e apreensões.

Nos últimos dez anos, os gastos com a operação também apresentaram redução. Em valores corrigidos pela inflação, passaram de R$ 33,4 milhões em 2015 para R$ 9,5 milhões em 2025, segundo os dados do Ministério da Defesa.

Em nota, o Ministério da Defesa afirmou que a operação Ágata Amazônia 2025 causou prejuízo econômico superior a R$ 220 milhões a atividades criminosas e que a edição de 2026 teve impacto estimado acima de R$ 1 bilhão contra o crime.

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Política

BOLSONARO X LULA: Flávio questiona: “Lula escreveu 22 cartas, podia fazer tudo. Qual o critério com Bolsonaro?”

Foto: Reprodução/Youtube

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) questionou uma suposta diferença de tratamento entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) durante períodos em que os dois enfrentaram decisões judiciais. A declaração foi feita em uma live publicada no canal do parlamentar no YouTube.

Ao comentar as restrições impostas ao pai, Flávio comparou a situação com o período em que Lula ficou preso em Curitiba, entre abril de 2018 e novembro de 2019.

“Lula escreveu 22 cartas, podia fazer tudo. Qual o critério com Bolsonaro?”, afirmou o senador.

A fala de Flávio se refere à avaliação dele sobre as condições dadas a Lula durante a prisão e as medidas determinadas pela Justiça para Jair Bolsonaro. As situações ocorreram em contextos jurídicos diferentes.

 

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Política

[VÍDEO] “Estamos atrás da direita nas redes sociais porque temos princípios”, dispara Janja

Imagens: Reprodução/Uol

A primeira-dama Janja Lula da Silva afirmou que o governo está “preocupado com as redes sociais” e reconheceu que a direita tem maior presença nesse ambiente. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Frente a Frente.

Segundo Janja, a diferença estaria ligada à forma como cada lado atua na internet. “Estamos atrás da direita nas redes sociais porque temos princípios”, afirmou a primeira-dama.

Ela disse ainda que a chamada extrema-direita teria mais facilidade nas redes por não seguir os mesmos limites que, segundo ela, seriam adotados pelo campo progressista.

A fala repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a disputa de narrativa entre governo e oposição no ambiente digital.

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Política

[VÍDEO] DOIS PESOS? Punição a Flávio por carta de Bolsonaro reacende caso Lula de 2018

Imagens: Reprodução/Poder360

Um vídeo que circula nas redes sociais compara a punição aplicada ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após a leitura de uma carta do ex-presidente Jair Bolsonaro com um episódio envolvendo Lula (PT) nas eleições de 2018.

Na ocasião, quando estava preso em Curitiba, Lula enviou uma carta indicando Fernando Haddad como candidato do PT à Presidência da República.

O documento foi lido publicamente pelo advogado do petista durante uma coletiva de imprensa em frente à sede da Polícia Federal, em Curitiba.

O episódio voltou a ser citado após Flávio Bolsonaro ser punido por ler uma carta de Jair Bolsonaro durante um ato político.

A comparação gerou debate nas redes sociais sobre os critérios adotados em situações envolvendo manifestações políticas de líderes que estavam impedidos de participar diretamente de eventos.

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Política

[VÍDEO] ALFINETADA? Janja diz que Brasil “nunca teve primeira-dama que trabalhasse”

Imagens: Reprodução/Uol

A primeira-dama Janja Silva afirmou que o Brasil “nunca teve uma primeira-dama que trabalhasse” durante entrevista ao programa Frente a Frente, do Uol.

Segundo Janja, a sociedade e a imprensa brasileira ainda não estariam adaptadas à presença de uma mulher na função com uma atuação profissional mais ativa.

A primeira-dama afirmou que sua agenda é pública e transparente e defendeu sua participação em compromissos políticos e institucionais como uma forma de ampliar parcerias e cooperações internacionais para o Brasil.

Janja também afirmou que exerce um papel diferente do modelo tradicionalmente associado às primeiras-damas e que sua atuação busca contribuir com ações ligadas ao governo do presidente Lula.

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