Guedes nega debandada e diz que escolha para BB está ‘avançada’

Foto: © Antonio Cruz/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, negou à CNN que esteja ocorrendo uma debandada na equipe econômica, que sofreu três baixas recentes, com as saídas de Caio Megale da direção de programas da Secretaria Especial de Fazenda da pasta, de Rubem Novaes da presidência do Banco do Brasil e de Mansueto Almeida do Tesouro Nacional.

“Não houve debandada. Na média, o nível da equipe está subindo”, afirmou Guedes, ressaltando que, nos últimos meses, trouxe para o ministério nomes “excelentes”, como Bruno Funchal, novo secretário do Tesouro; Roberto Fendt, secretário de Comércio Exterior; e os economistas Aloisio Araújo e Vanessa Canado, assessores especiais da pasta.

Guedes ponderou que as saídas de Megale e Mansueto foram motivadas por razões pessoais e de planejamento de carreira, enquanto a de Novaes teve mais a ver com Brasília e com a dificuldade de privatização do banco. Em entrevista à CNN, o presidente do Banco do Brasil disse que não se acostumou “à cultura de compadrio de Brasília”.

O ministro afirmou que a escolha do novo chefe do BB está “muito bem encaminhada” e que deve conversar na tarde desta segunda-feira (27) com o presidente Jair Bolsonaro para bater o martelo. “Estamos bastante avançados”, disse Ele ressaltou ainda que negocia a entrada de dois novos integrantes para o ministério, mas preferiu não revelar nomes.

Guedes disse que sua “regra” é sempre substituir aqueles que deixam a equipe econômica por alguém melhor. “Tem que ser melhor do que o que sai. Minha regra sempre é essa. O que é difícil (no caso do Banco do Brasil), porque o Rubem é um padrão bem alto”, afirmou o ministro da Economia à coluna.

CNN Brasil

 

NOVO NORMAL COMEÇA A GANHAR FEIÇÕES: Com home office, Banco do Brasil vai devolver 19 de 35 edifícios de escritórios no país

Foto: Junior Silgueiro/Gcom-MT

O coronavírus forçou mudanças mesmo nas empresas mais tradicionais do País. O Banco do Brasil resistiu por anos ao home office. No início de 2020, antes do início da pandemia de covid-19, a instituição financeira tinha um total de 257 pessoas de seus 93 mil trabalhadores trabalhando de casa (menos de 0,3%) Desde março, tudo mudou: o banco colocou 32 mil trabalhadores para trabalhar de casa. Agora, essa experiência em larga escala vai se traduzir em uma economia de R$ 1,7 bilhão em 12 anos, com a devolução de 19 de um total de 35 edifícios de escritórios que o BB hoje ocupa em sete Estados e no Distrito Federal.

De acordo com o vice-presidente corporativo do BB, Mauro Ribeiro Neto, o programa internamente apelidado de Flexy, que previa a modernização dos escritórios da instituição, estava sendo estruturado desde 2019, mas ganhou novo significado e mais velocidade durante a pandemia. O executivo diz que o banco, a exemplo de milhares de outras empresas, foi obrigado a testar o modelo remoto. A avaliação foi de que os resultados foram positivos e deixaram a proposta de transformação de espaços corporativos ainda mais ousada.

A redução de espaço será profunda e vai afetar as grandes áreas corporativas do BB – o Flexy, por ora, não está sendo aplicado a agências ou a pequenos escritórios espalhados pelo País. Do total de 5 milhões de metros quadrados de área locada do banco, 750 mil metros incluem escritórios de maior porte em Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, além do Distrito Federal. Com a aposta de longo prazo no home office, 38% desses espaços, ou 290 mil metros quadrados, serão devolvidos, segundo o executivo.

Restarão 16 grandes edifícios corporativos nessas localidades. “Vamos nos concentrar nas lajes de maior porte, que permitem uma aplicação maior do escritório de conceito aberto”, explica Ribeiro Neto. No redesenho dos espaços corporativos, o BB vai ficar mais parecido com os modelos associados a empresas de tecnologia: saem as estações de trabalho individuais e entram os espaços compartilhados; as salas de reunião ficam mais flexíveis, priorizando grupos menores; e o escritório ganha armários para que os funcionários guardem pertences pessoais, que devem ser levados para casa ao fim de cada expediente.

Por trás da mudança de perfil dos escritórios, que vai custar um total de R$ 500 milhões, deverá ser iniciada este ano e concluída em 2022, está também uma meta de economia: entre cortes de custos com aluguéis e manutenção, o BB prevê uma redução de gastos anual na casa de R$ 185 milhões. Em 12 anos, já descontados os valores gastos com a reforma, a economia não será nada desprezível: R$ 1,7 bilhão.

Muitas empresas estão buscando espaços mais flexíveis para o período pós-pandemia, uma vez que ficou claro que o home office é uma possibilidade a ser considerada. No BB, cerca de 30% dos trabalhadores – ou mais de 30 mil pessoas – vão continuar a atuar parcialmente de casa mesmo depois que a pandemia estiver controlada. “A medição de produtividade por permanência no escritório é coisa do passado. Precisamos deixar isso para trás”, diz o vice-presidente do banco.

Tendência

Segundo Fábio Maceira, presidente da JLL, companhia que administra espaços corporativos, as grandes empresas vão inevitavelmente repensar a função de seus escritórios no pós-pandemia. Tanto é assim que algumas companhias proprietárias de imóveis corporativos já começam a flexibilizar os contratos de aluguel para permitir permanências mais curtas. Muitos clientes, de acordo com o especialista, deverão optar por contratos mais flexíveis por algum tempo para medir com exatidão se precisam mesmo de todo o espaço que atualmente ocupam.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Correio Braziliense, com Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rodrigo disse:

    Essa pandemia trouxe a baila uma realidade que poderá mudar a estrutura do estado e das empresas, trabalhos em home office teremos condições desinchar a máquina administrativa do estado, reduzindo a folha, e todo o custo pesado da máquina, como pessoal, passagens aéreas, diárias, estruturas físicas, carros de representação, salários. Caso um gestor perceber as vantagens e tiver espírito público, revolucionará a forma de governar, e terá mais recursos para investir nas reais nescessidades do país, e assim desempenhar o real papel de estado.

  2. Raul disse:

    Dois setores vão sofrer muito no futuro próximo: o de lajes corporativas e os shoppings centers. Quem tem FI desse setor vai ter perda grande.

Sindicato fecha agências do BB da Prudente e Caixa do Alecrim por Covid

O Sindicato dos Bancários do RN fechou as agências do Banco do Brasil da Prudente de Morais e Caixa Econômica Federal do Alecrim. As agências apresentaram casos de coronavírus nos últimos dias e os bancos não vinham cumprindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde que prevê o fechamento do local para desinfecção e o afastamento para isolamento e/ou testagem dos demais trabalhadores.

“Os bancos são dos poucos setores que continuam lucrando durante a pandemia, nem assim colocam a saúde de seus funcionários e clientes como prioridade. O Sindicato permanecerá atento às atitudes dos bancos e defendendo a saúde de bancários e da população”, disse trecho de nota.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. EDILSON disse:

    DESSE JEITO TAMBEM VÃO FECHA OS HOSPITAIS, OS SUPERMERCADOS….

  2. Antonio Turci disse:

    Não sabia que sindicato tinha tanto poder. Incrível! O Brasil está sendo fritado. Se o vírus for detectado no meio da rua está será fechada??

Caixa e BB planejam socorro a empresas afetadas por coronavírus

Imagem: Brenda Rocha/Shutterstock

A crise nos mercados deflagrada pela onda do coronavírus e pela queda do petróleo levou o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal a planejarem a ampliação de suas linhas de crédito para empresas que entrarem em dificuldades financeiras.

A estratégia comercial dos bancos públicos preenche um espaço deixado pelo governo, resistente a medidas de socorro à economia por considerar, entre outros motivos, que não há espaço orçamentário para pacotes dessa natureza.

O ministro Paulo Guedes (Economia) tem repetido que o caminho para conter a crise é aprofundar as reformas propostas.

Nos bastidores, técnicos do governo afirmam que não ter um plano de estímulo de curto prazo é uma estratégia para aumentar a pressão no Congresso pelas reformas, particularmente a administrativa e a tributária.

Mas com a Bolsa em queda e o dólar se aproximando de R$ 5, o governo começou a ser cobrado por medidas que vão além das reformas planejadas.

“Estamos prontos para ajudar, como colaboramos no ano passado com toda agenda de reformas. Acho que elas ajudam, mas certamente não são o único ponto para solucionar os danos da crise”, disse nesta segunda-feira (9) o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Analistas de mercado consideravam a possibilidade de que a equipe de Guedes pudesse copiar o exemplo dos EUA e propor cortes de impostos ou a postergação do pagamento de tributos como alternativa às empresas que sofrem com a alta do dólar.

Como o país não tem condições fiscais de propor algo nesse sentido, Caixa e Banco do Brasil identificaram uma oportunidade de fazerem novos negócios com linhas de crédito específicas para empresas que sofrerem com a crise.

“Não é uma ordem do meu chefe [Paulo Guedes]”, disse à Folha Pedro Guimarães, presidente da Caixa. “Vamos oferecer mais linhas de capital de giro para micro, pequenas e médias empresas que tiverem problemas de caixa”.

Guimarães disse que a Caixa vai ampliar as ofertas dessas linhas para esse tipo de empresa, mais “suscetível à retração econômica provocada pelo coronavírus”.

“Nossas taxas já são as mais baixas do mercado. Não haverá nenhuma mudança em relação a isso. A diferença é o volume. Poderemos entrar com mais força, com mais linhas, caso seja necessário”.

O surto do coronavírus tem causado temores sobre o crescimento global e o consequente impacto para a atividade no Brasil. O medo de contágio pode afastar pessoas de locais públicos, como restaurantes, lojas, shoppings, derrubando o consumo de forma geral.

Para evitar demissões de funcionários no setor de comércio e serviços diante da queda do consumo, a Caixa detectou a oportunidade de ampliar as linhas de capital de giro, uma forma de retardar esse processo.

Empresas de médio e grande portes podem ser suscetíveis tanto à queda da atividade econômica provocada pelo coronavírus como serem afetadas pelas variações cambiais.

A moeda americana disparou com a queda do preço do petróleo após as negociações entre a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e a Rússia sobre um possível corte na produção de petróleo por conta do coronavírus terem sido abandonadas sem acordo na sexta-feira (6).

A Caixa não opera no câmbio, mas pretende oferecer empréstimos especialmente para companhias de grande porte que são clientes do banco e estejam expostas a variações cambiais. Construtoras e grupos que atuam em infraestrutura são alvos dessa medida.

No Banco do Brasil, o discurso é semelhante. O presidente da instituição, Rubem Novaes, afirma que ela está pronta para atender os clientes.

“O Banco do Brasil está preparado para ser a ponte necessária para os nossos clientes e empreendedores nos momentos de volatilidade e de necessidade de capital de giro”, disse, em nota.

Para ele, os ânimos estão exaltados, mas o estresse causado pelo coronavírus é pontual e temporário.

“Os mercados tendem a se acomodar após o susto do inesperado. Estamos confiantes na reaceleração da economia e do crédito”, afirmou. “É natural que os ânimos do mercado se exaltem, mas os fundamentos econômicos de longo prazo não mudaram, continuam sólidos”, disse.

Folhapress

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Leo disse:

    Pq as empresas nao vao pedir socorro ao Bradesco, Itau? Onde anda os minions defensores do livre mercado e tudo privado? Abutres e mau caracteres!

  2. Observando. disse:

    Mas nao tem q privatizar tudo? Por que não vão procurar socorro no Bradesco e no Itaú?

Microempreendedor com as contas em dia receberá bônus do BB

Foto: Bruno Santos/Folhapress

O Banco do Brasil anunciou a criação de um “bônus adimplência” para devolver de 10% a 20% dos encargos a microempreendedores que mantiverem o pagamento de suas operações em dia. A recompensa faz parte do aprimoramento das condições do microcrédito da instituição, que visa estimular o desenvolvimento da economia e a geração de renda.

Para o fim do ano, o BB afirma que também disponibiliza condições especiais nas vendas de maquininhas. Além do preço promocional, o cliente conta com taxa zero nos três primeiros meses, para faturamento de até R$ 1.500, com possibilidade, ainda, de antecipar o crédito de suas vendas, com recebimento em conta em dois dias.

O banco afirma ainda que “tem se esforçado” para expandir a sua rede de atendimento especializado para microempreendedores, com 215 unidades e 7.000 funcionários dedicados ao atendimento exclusivo das micro e pequenas empresas. O atendimento dos micro empresários do banco também está disponível nas outras 768 agências espalhadas por todo o país.

Atualmente, o BB atende cerca de 12,7% do total de micro e pequenos empresários do Brasil (2,2 milhões de clientes), aos quais disponibiliza uma carteira de crédito de R$ 70 bilhões para financiamento de suas atividades.

Para aprimorar o uso consciente do crédito e contribuir para a melhoria da gestão das micro e pequenas empresas, o Banco do Brasil destaca que intensificará, ainda em 2019, sua parceria com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

R7

 

Contrato Governo do Estado/ BB: empréstimo consignado deverá ser liberado com carência de seis meses

aFoto: ASSECOM/RN Demis Roussos

A governadora Fátima Bezerra assinou na tarde dessa segunda-feira, 26, o contrato de renovação da administração da conta única do Estado com a diretoria do Banco do Brasil. A negociação foi feita junto à diretoria executiva nacional da instituição bancária e ficou acordado um valor de R$ 251 milhões para que o banco continue a operar, por mais cinco anos, o pagamento salarial dos servidores – informalmente como venda da folha. O montante será disponibilizado ao Governo em dezembro próximo.

Do valor total, cerca de R$ 102 milhões serão destinados ao pagamento da dívida com o Banco do Brasil referente aos empréstimos consignados deixada pela gestão anterior. Outros R$ 23 milhões são referentes ao valor pro rata do período de janeiro a abril de 2020. Com a finalidade de evitar que o Estado pague pro rata referente ao período de agosto a dezembro de 2019, o valor restante, de R$ 123 milhões, só será recebido em dezembro e contribuirá para o pagamento de salários.

A negociação com o Banco do Brasil também tratou de outros benefícios para os servidores, como por exemplo o empréstimo consignado, que deverá ser liberado a partir da próxima semana com uma carência de seis meses, ou seja, o desconto das parcelas só passará a ser debitado para o servidor a partir de fevereiro do próximo ano.

“O desconto dos consignados passará a ser administrado por um sistema que foi totalmente desenvolvido pelos técnicos da Secretaria Estadual de Administração, sem a participação de empresas terceirizadas. E todo o recurso arrecadado será usado para investimentos em tecnologia para o Estado”, disse a secretária de Administração, Virgínia Ferreira.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luiz Capistrano disse:

    Seria melhor pagar os atrasados. O consignado ficaria pra quem desejasse.

  2. Ivan disse:

    O governo não está obrigando ninguém a tomar um consignado, se endivida quem quer ou necessita…Agora uma coisa é certa, essa medida não passa de um paliativo p/uma folha impagável, medidas necessárias e impopulares não estão sendo tomadas…Mais atrasos virão

  3. Ceará-Mundão disse:

    Realmente, é ridículo ver a comemoração da possibilidade dos servidores do estado aumentarem seu grau de endividamento. E isso quando há três folhas salariais EM ATRASO. Tal mentalidade explica bem porque estamos nessa triste situação. Tenho fé que um dia esse povo aprende.

  4. Francisco Alves disse:

    Vender a folha de pagamento…! Me ponho à pensar… Os servidores que amargam dívidas com as folhas de pagamento em atraso, tudo o que não precisam é de mais uma "pancada" na figura de empréstimos consignados. Ademais, o governo anterior se apropriava de cotas do salário dos servidores destinadas ao pagamento desses empréstimos, em mais uma safadeza com o servidor do estado, que já fazia das tripas coração devido aos salários atrasados. Dessa forma fica a pergunta: SE APOSSAR DO SALÁRIO DOS SERVIDORES NÃO CARACTERIZA IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA?
    Com a palavra os juristas de plantão, o MP, enfim as autoridades cabíveis.

  5. Manoel disse:

    Vai ser mais 4 meses enrolando os funcionários com essa história da folha , quando dezembro chegar esse dinheiro não vai dá pra pagar nem os atrasados e nem o 13º de 2019, se não arrumar mais dinheiro vai ficar todo mundo de mãos abanando.

  6. Chico disse:

    Quem sugeriu a Governadora a usar essa fita na cabeça?
    Pelo amor de Deus, nem assim ela melhora a cara.

  7. Pato disse:

    Fico aqui me perguntando??? Por que a gestão atual aceita vender a folha do Estado para o BB, pagando a dívida deixada pelo governador passado, que "subtraiu " dos salários dos funcionários as parcelas dos consignados e não repassou aos bancos, e , esses de alguma forma tinham um "combinado"/ conivência com o governo porque não negativavam o nome dos servidores nos órgãos de proteção ao crédito. Por onde anda o MPE que não quer enxergar essa sacanagem?

  8. LEO disse:

    O SERVIDORES NÃO QUEREM:
    EMPRÉSTIMO;
    DOENÇAS VARIADAS POR CAUSA DO ENDIVIDAMENTO;
    CICLO VICIOSO DE DÍVIDAS;
    DÍVIDA IMPAGÁVEL QUE PODE LEVAR RESTRIÇÃO AO CRÉDITO POR PARTE DO SERVIDOR (OS QUE AINDA NÃO ESTÃO NO SPC E SERASA);
    SERVIDOR ESPERA:
    QUE O GOVERNO HONRE COM SUA PALAVRA QUANTO AO PAGAMENTO DOS ATRASADOS ATÉ DEZEMBRO DE 2019;
    REAJUSTE SALARIAL COMO DADO A OUTRAS CATEGORIAS;
    QUE O GOVERNO NÃO SE ESFORCE SÓ PELO DÉCIMO DESTE ANO ONDE CONTEMPLA OS QUE ENTRARAM EM JANEIRO DE 2019;
    ENFIM, QUE O GOVERNO OLHE PARA OS SERVIDORES E FAÇA VALER O SEU MANDATO.

  9. Juvenal disse:

    Que ótima notícia! Agora vou poder me endividar mais para cobrir as despesas feitas em razão dos salários que o Estado não pagou. Estava ansioso para pagar mais uns juros ao banco.

Mourão diz que “não há nada de anormal” ao seu filho concursado ser promovido a assessor especial no Banco do Brasil, e destaca “19 anos de excelentes serviços prestados” a estatal

Paulo Guedes e Hamilton Mourão, em Brasília, na segunda-feira. JOÉDSON ALVES EFE

Antônio Rossell Mourão é servidor de carreira da instituição, e agora ocupará uma espécie de cargo executivo. Seu pai, Hamilton Mourão, diz que não há nada de anormal na nomeação. A notícia foi destaque nesta terça-feira(08). Procurado, o vice-presidente negou qualquer interferência dele na nomeação de seu filho. E informou, por meio de sua assessoria, que “não há nada de anormal” nela porque o filho é especializado na área agrícola e é um funcionário de carreira do banco. “Ele tem 19 anos de excelentes serviços prestados ao Banco do Brasil”. Rossell Mourão é formado em administração de empresas e possui pós-graduações em agronegócios e em desenvolvimento sustentável.

Em nota, o Banco do Brasil informou que a nomeação do servidor “atende aos critérios previstos em normas internas e no estatuto” da instituição. Ainda assim, entre servidores gerou certo mal-estar porque é comum que diretores ou profissionais com mais tempo de casa se tornem assessores especiais da Presidência. É uma espécie de cargo executivo na instituição financeira. Geralmente, especialistas em comunicação, agronegócios e direito são escolhidos pela presidência do banco para essa assessoria especial.

Rubem Novaes, o novo presidente do banco, que tomou posse na última segunda-feira diante de Mourão, disse, também em nota, que confia no filho do vice-presidente. “Antônio é de minha absoluta confiança e foi escolhido para minha assessoria, e nela continuará, em função de sua competência. O que é de se estranhar é que não tenha, no passado, alcançado postos mais destacados no Banco”.

Novaes foi um dos primeiros economistas a se juntar a equipe do presidente Jair Bolsonaro, ainda durante a campanha eleitoral. Ele foi colega do ministro da Economia, Paulo Guedes, na Universidade de Chicago. Na sua cerimônia de posse, disse que pretende privatizar parte dos ativos do Banco do Brasil, menos as “joias da coroa”. Não citou, contudo, quais seriam essas joias. Desde 2003 ele é o primeiro a ocupar a presidência do BB sem nunca ter sido servidor nessa casa.

Com informações do El País

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo martins disse:

    Na batida que vai, se não cortar o mal pela raiz, Bolsonaro provavelmente terá tudo para fazer o governo mais "traz parente" da história.

  2. Otário disse:

    Não sendo filho de Lula pode sim !!! kkkkkkkkkkkkkkk

  3. Rafael disse:

    Esse Mourinho ai também faz Monografia para empreiteiras com ctrlc e ctrlv cobrando Milhões?

  4. Anderson disse:

    É melhor um Mourinha do que um LULINHA, kkkkkkkkkkkkkkk……………

    • Potiguar disse:

      É melhor um bolsomimion ou petista? São iguais, defendem os seus e atacam os adversários. A indicação do filho do general é caso de nepotismo. 600 mil na conta do Queiroz é corrupção, da mesma forma, que um servidor merece ser punido pelo desvio de um tanque de combustível, petista e bolsomimion merecem punições pelos seus atos. Sem bandidos de estimação!!!

Pesquisa do Idec aponta venda casada em empréstimos do BB, Itaú e Santander

Desrespeitando o Código de Defesa do Consumidor (CDC), os maiores bancos do País continuam a realizar vendas casadas de produtos, uma prática proibida por lei. Segundo uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) com os seis maiores bancos do País, na concessão de empréstimo pessoal três instituições (Banco do Brasil, Itaú e o Santander) incluíram um seguro de proteção ao crédito sem a autorização do consumidor.

A venda casada ocorre quando um consumidor adquire um produto e é obrigado a comprar outro para levar junto. A pesquisa do Idec foi realizada entre 27 de junho e 11 de julho. Nela, os pesquisadores do Idec foram aos seis maiores bancos (BB, Bradesco, Caixa Econômico Federal, HSBC, Itaú e Santander) e solicitaram um empréstimo pessoal de R$ 300, dividido em seis parcelas.

No último levantamento que o Idec havia feito sobre o tema, em 2012, o Banco do Brasil e o Santandar já haviam cometido a mesma infração. Segundo o Instituto, o problema é generalizado. Em enquete no site do Idec com 533 internautas, 70% disseram que o banco obrigou a aquisição de um empréstimo ou financiamento, seja por incluir o serviço sem informá-los ou por alegar que sem ele o crédito não seria liberado.

O valor do seguro embutido nas operações foi baixo no caso do Banco do Brasil e do Itaú (R$ 2,19 e R$ 4,14, respectivamente) e mais elevado no Santander (R$ 27). “O seguro garante à instituição financeira receber o recurso caso o cliente não pague a dívida. Já o consumidor, além de pagar por essa garantia, tem de arcar com os juros e a multa pelo atraso quando fica inadimplente”, explica economista do Idec e responsável pela pesquisa, Ione Amorim.

Outros problemas. Segundo o Idec, outros problemas foram constatados na pesquisa. O Santander não liberou o empréstimo pessoal de R$ 300 ao pesquisador, mas disponibilizou um limite de cheque especial de R$ 5 mil. “Ao aprovar uma linha de crédito mais cara como é o cheque especial, que tem taxa média de 9% ao mês, enquanto a do crédito pessoal é de 5%, o banco induz o consumidor ao endividamento e limita o seu direito de escolha”, destaca a economista.

Dos seis bancos pesquisados, apenas o Itaú entregou o contrato da operação de crédito, mas só dez dias depois, contrariando o artigo 46 do CDC que prevê que o documento seja fornecido na hora da negociação. O contrato enviado pelo Itaú não apresentava identificação do contratante nem as condições do empréstimo.

Os demais bancos não entregaram contrato. As operações foram concluídas apenas com a entrega de um extrato contendo a composição do Custo Efetivo Total (CET). Com exceção do Banco do Brasil, esses extratos foram impresso em papel termo sensível (o mesmo de um extrato comum), que não preserva as informações por muito tempo, principalmente se for exposto ao sol.

Como cinco bancos não forneceram o contrato, o Idec procurou no site dos bancos o documento para poder avaliá-los. Nesta análise, constatou-se que apenas o documento do Itaú é claro. De acordo com a advogada do Idec, Claudia Pontes Almeida, a linguagem é de fácil compreensão e didática, conforme prevê o artigo 6º do CDC . Já os contratos do Banco do Brasil, da Caixa e do HSBC são confusos, pois abordam várias modalidades de crédito e as cláusulas estão misturadas.

Cláusulas abusivas. O Idec destaca que outro problema foi a presença de cláusulas abusivas. Em todos há previsão de vencimento antecipado da dívida caso o consumidor fique inadimplente. Ou seja, se atrasar uma parcela o cliente tem de pagar a dívida toda de uma vez. Com exceção do Itaú, nenhum banco respeita a exigência prevista no CDC de que as cláusulas que limitam os direitos do consumidor estejam em destaque no contrato.

Caso o banco insista em aplicá-las, o cliente pode pedir na Justiça que sejam anuladas. “Apesar de as cláusulas abusivas não terem efeito prático, principalmente se questionadas judicialmente, a intenção do banco é intimidar o consumidor”, afirma Almeida.

Após a pesquisa, os bancos foram contactados pelo Idec, mas apenas dois responderam:

Bradesco: Diz que cumpre rigorosamente as normas regulamentares sobre o CET, mas admite estudar possíveis alterações que possam tornar a informação mais clara. No que diz respeito à análise do contrato, afirma que atua de acordo com a lei; sobre a previsão de vencimento antecipado da dívida, alega que a cláusula está no âmbito da “liberdade do direito de contratar”.

Itaú: Afirma que não adota venda casada e que a contratação de outro produto fica a cargo do cliente. Para ilustrar a informação, o banco anexou à resposta uma impressão de tela com a simulação de contratação de crédito na internet por clientes “Personalité”, em que as opções “sim” ou “não” para escolha do seguro aparecem em destaque. Contudo, a pesquisa realizada pelo Idec não foi com consumidores dessa categoria; para os clientes “comuns”, a opção não é apresentada da mesma forma.

Em relação às análise das cláusulas contratuais, o Itaú argumenta que o vencimento antecipado da dívida em caso de inadimplência é uma prerrogativa de que o banco faz uso para “evitar que o consumidor dilapide seu patrimônio sem quitar a dívida”.

Estadão Conteúdo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jorge Guerreiro disse:

    Para quem ainda acredite que o que é bom pro Mercado e Investidores internacionais, é sempre muito bom vermos que os interesses dos Bancos e Banqueiros são os mesmos dos consumidores e cidadãos em geral.
    Eles só querem o nosso bem, ou seria os "nossos bens?"

UTILIDADE PÚBLICA: Bradesco, BB, Itaú e Santander vão unificar caixas eletrônicos no Banco24Horas

2014-686414310-2014-686299830-2014020674181.jpg_20140206.jpg_20140207Foto: Gustavo Miranda

Os maiores bancos do Brasil anunciaram nesta sexta-feira um novo acordo de acionistas para a empresa Tecnologia Bancária (TecBan), buscando a unificação de suas redes externas de autoatendimento em terminais da Rede Banco24Horas. O acordo envolve Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander Brasil, além de HSBC Brasil, Caixa Econômica Federal e Citibank.

Os sete bancos são acionistas da TecBan. Sob os termos acordados, os bancos irão substituir em cerca de quatro anos parte de seus caixas eletrônicos localizados fora de agências por terminais da Rede Banco24Horas, que são e continuarão sendo geridos pela TecBan.

“Em linha com a tendência mundial de melhores práticas da indústria, as partes, que constituem os principais bancos de varejo do país, consolidarão suas redes externas de terminais nos terminais da Rede Banco24Horas, gerando aumento de eficiência, maior qualidade e capilaridade de atendimento a seus clientes”, disseram em comunicado.

As instituições financeiras ressaltaram que a entrada em vigor do novo acordo está sujeita a algumas condições suspensivas, incluindo a aprovação por autoridades regulatórias. No ano passado, os 15,6 mil terminais da TecBan movimentaram mais de 1 bilhão de transações no país, disse a TecBan em seu relatório anual, destacando ter encerrado o ano com 14 mil terminais do Banco24Horas e outros 1,6 mil do ATMManager.

As empresas não revelaram os investimentos previstos na substituição dos terminais ou ganhos de eficiência estimados com as trocas.

O Globo

Quadrilha arromba cofre do BB de Ponta Negra e leva cerca de R$ 200 mil

Mais uma agência do Banco do Brasil foi alvo de ladrões, dessa vez, na capital potiguar. De acordo com a Polícia, o estabelecimento na Avenida Engenheiro Roberto Freire, em Ponta Negra, na zona Sul de Natal, foi invadida durante a madrugada desta e quinta-feira (3). Na ocasião, os assaltantes violaram o cofre principal e levaram todo o dinheiro. Informações preliminares dão conta de algo em torno de R$ 200 mil.

Segundo a Polícia, os bandidos entraram pelos fundos da agência e danificaram o sistema de câmeras de vigilância. O que chamou a atenção foi o objetivo e organização do grupo, que ignorou os caixas eletrônicos e foram diretamente ao cofre.

A Polícia só tomou conhecimento da ação criminosa durante esta manhã. A 10ª Delegacia de Polícia Civil devera investigar o caso. As câmeras de vigilância ainda serão avaliadas e podem ajudar no reconhecimento da quadrilha, ainda que tenha achado que possa ter desligado ou danificado o sistema.

AOS CONCURSEIROS: Banco do Brasil e Marinha encerram inscrições nesta quinta; salários até R$ 8,7 mil

Termina nesta quinta-feira (20) o prazo de inscrições para os concursos do Banco do Brasil (BB) e da Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM). Ao todo são 2.656 oportunidades para todos os níveis de escolaridade, com remunerações que chegam a R$ 8,7 mil. Para ingresso no BB há 33 vagas com lotação em Brasília/DF.

BB

No total são oferecidas 456 vagas para níveis médio/técnico e superior. Além disso, 5% das chances ficam reservadas a candidatos com deficiência. Os salários variam de R$ 3.673,08 a R$ 8.707,19. A Fundação Cesgranrio é a banca organizadora do certame.

As inscrições podem ser feitas até às 23h59, pelo site da banca. As taxas custam R$ 45 e R$ 83, para nível médio/técnico e superior, respectivamente.

Graduados concorrem aos cargos de enfermeiro do trabalho, engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho. Para nível médio/técnico a disputa é pelos postos de auxiliar de enfermagem do trabalho e técnico de segurança do trabalho. A carga horária para médico do trabalho é de 30h semanais. Para os demais postos, a carga horária é de 40h semanais.

A seleção será feita por meio de prova objetiva e de redação. A data provável para aplicação dos exames é dia 4 de maio. Os aprovados serão lotados nas capitais de todos os estados e no Distrito Federal, além da cidade de Ribeirão Preto/SP.

O prazo de validade do certame é de um ano, a contar da data de publicação da homologação, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período.

Marinha

São 2.200 vagas para as Escolas de Aprendizes-Marinheiros (EAM). As inscrições poderão ser realizadas pelos sites www.ensino.mar.mil.br ou www.ingressonamarinha.mar.mil.br. O valor da taxa de participação é de R$ 12.

O concurso será composto por prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, inspeção de saúde, teste de aptidão física, avaliação psicológica, verificação de dados biográficos e verificação de documentos. Ainda não foram definidas as datas dos exames.

O curso de formação de marinheiros será conduzido nas Escolas de Aprendizes-Marinheiros (EAM), sob regime de internato, inteiramente gratuito e tem duração de um ano letivo, realizado em um único período escolar de 48 semanas, no qual serão ministradas disciplinas do ensino básico e do ensino militar-naval. Durante este curso, além de serem proporcionados alimentação, uniforme, assistência médico-odontológica, psicológica, social e religiosa, o aprendiz-marinheiro receberá remuneração referente à sua graduação, como previsto na Lei de Remuneração dos Militares.

Para participar da seleção é preciso ser homem, ter concluído o ensino fundamental, não ser casado ou ter constituído união estável – assim permanecendo durante todo o período em que estiver sujeito aos regulamentos da Escola de Aprendizes-Marinheiros – e ter 18 anos completos e menos de 22 anos de idade no primeiro dia do mês de janeiro 2015.

As provas e eventos complementares serão realizados nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará, Pará, Maranhão, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Amazonas e Distrito Federal.

CorreioWeb

FOTO: Bando armado explode agência do BB de Carnaúba dos Dantas/RN

bbFoto: Juquinha

A polícia da região do Seridó está mobilizada desde a madrugada desta quarta-feira, (18), por causa da ação de uma quadrilha criminosa que explodiu a agência do Banco do Brasil da cidade de Carnaúba dos Dantas/RN.

De acordo com informações apuradas pelo blogueiro e radialista Sidney Silva, pelo menos 5 assaltantes invadiram a cidade em dois carros. Um deles se posicionou na frente do Destacamento da PM enquanto o outro seguiu para o Banco. Eles fizeram pessoas que ainda estavam na rua como reféns.

No Banco, os bandidos instalaram e detonaram os explosivos nos caixas eletrônicos, e conseguiram ter acesso ao dinheiro. Na sede do Destacamento, estavam apenas dois policiais que não reagiram.

Depois da ação, o bando fugiu em direção ao Estado da Paraíba. A Polícia Militar de cidades vizinhas realizou diligências em busca dos suspeitos, mas ninguém foi encontrado até o momento.

Com informações de Sidney Silva

FOTO: Quadrilha invade São Miguel do Gostoso, explode agência do BB, mas não leva nada

IMG-20131204-WA0028Divulgação: PM

Por interino

Por volta das 3h da madrugada desta quarta-feira (04), um bando fortemente armado, com aproximadamente 6 homens, em dois veículos, invadiu a cidade de São Miguel do Gostoso e explodiu o a agência do Banco do Brasil. Durante a ação, os criminosos furaram os pneus da viatura da Polícia Militar, e aterrorizaram a população atirando pelas ruas, enquanto os policiais militares da cidade nada puderam fazer, encurralados, e em efetivo abaixo dos bandidos.

Segundo a PM, os explosivos utilizados pelos bandidos ainda atingiram uma Casa Lotérica local. Após a ação, os bandidos ainda efetuaram disparos contra o destacamento policial, que revidou. Logo após, policiais dos Gto´s de Touros e João Câmara se dirigiram ao município, realizaram diligências pela região, mas os suspeitos não foram encontrados. Durante a ação criminosa, nenhum PM ou popular saiu ferido. Os bandidos não conseguiram levar o dinheiro do caixa eletrônico, que estava vazio.

Do blog: em novembro, bandidos fortemente armados invadiram a cidade de Apodi, detonaram uma agência bancária e trocaram tiros com heroicos policiais militares, que resistiram até onde puderam. Em seguida, os bandidos fugiram com destino ignorado.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gustavo disse:

    MENTIRA que a PM não foi rendida! eu estava na ocorrência e em nenhum momento isso aconteceu!!! Eles explodiram o bb e fugiram, pois não conseguiram abrir o cofre. Agora ninguém fala que São Miguel do Gostoso tem três viaturas, onde duas estão quebradas à vários meses e a única que rodava acabou de ser bloqueada hoje de manhã na hora da ocorrência pela locadora por falta de pagamento do aluguel e ainda querem que a PM faça milagre sem viatura? Sei que a culpa é do estado, mas também cabe a prefeitura contribuir com pelo menos a manutenção de uma viatura que isso é para a própria segurança da prefeita e dos seus eleitores. Mas tudo bem, com ou sem viatura a PM vai está de serviço, agora atender ocorrência sem viatura é impossível.

Financiamento de imóvel popular pelo Banco do Brasil cresce 86,5%

O Banco do Brasil (BB) registrou lucro líquido de R$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre de 2013, segundo balanço divulgado hoje (12) pela instituição. O montante apresentou uma queda de 0,9% em relação ao registrado no mesmo período de 2012. No acumulado de janeiro a setembro, o lucro líquido foi R$ 12,7 bilhões.

A carteira de crédito formada por operações com clientes pessoa física fechou o mês de setembro com saldo de R$ 130 bilhões, o que representa um crescimento de 3,4% no trimestre e de 20,4% em 12 meses. Desse total, 74,9% estão concentrados nas linhas de crédito de menor risco – crédito consignado, crédito conta salário, financiamento de veículos e crédito imobiliário. O destaque nesse segmento, segundo o banco, foi o financiamento de veículos que teve elevação de 30,7% nos últimos 12 meses.

O crédito imobiliário teve saldo de R$ 20,1 bilhões em setembro, expansão de 86,5% em 12 meses. De acordo com o balanço, o BB financiou 194.219 unidades habitacionais nas faixas 1, 2 e 3 no Programa Minha Casa, Minha Vida, sendo 103.506 unidades para famílias com renda familiar mensal de até R$ 1.600,00.

O saldo de crédito concedido às empresas encerrou setembro com R$ 307,3 bilhões, crescimento de 24,7% em 12 meses e 2,4% em relação ao trimestre anterior. As operações de capital de giro e de investimento obtiveram crescimento de 29,3% e 29,9% em 12 meses, respectivamente.

As operações com micro e pequenas empresas (MPE) apresentaram crescimento de 18% em 12 meses. Segundo a instituição financeira, a principal evolução foi observada nas operações de investimentos, que registraram elevação de 35,9% no mesmo período.

Já o financiamento do agronegócio, no nono mês do ano chegou a R$ 130,1 bilhões, montante 32,2% superior ao registrado no mesmo período de 2012 e 2,4% maior do que foi alcançado em junho deste ano.

O índice de inadimplência de operações vencidas há mais de 90 dias representou 1,97% da carteira de crédito. O BB informa que, se desconsiderada a carteira do Banco Votorantim, esse índice seria de 1,78%.

Agência Brasil

Procon Natal realizará audiência com Banco do Brasil e Caixa Econômica nesta quarta-feira

Além de notificar os bancos para que mantenham os caixas eletrônicos funcionando normalmente, com reposição de cédulas, realização de depósitos e emissão de saldos, extratos e comprovantes de pagamentos, o Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon de Natal), na mesma notificação, convocou os dois maiores bancos da capital para uma audiência na sede do órgão municipal que será realizada nesta quarta feira, às 9h.

O Diretor Geral do órgão, Kleber Fernandes, afirma que após as notificações a equipe de fiscalização continuou a receber denúncias por parte dos consumidores e efetivou nesta segunda feira (07), inspeções em dez agências da capital, culminando com a autuação de nove delas.

“As agências foram autuadas e serão multadas em até seis milhões de reais. Além disso, teremos uma audiência com as superintendências regionais da Caixa Econômica e do Banco do Brasil na sede do Procon Natal nesta quarta feira. A intenção é abrirmos um diálogo com os bancos para encontrarmos alternativas para minimizar os danos causados aos consumidores” afirma.

O Diretor Geral do órgão informou ainda, que fará um relatório do resultado da fiscalização e uma ata da audiência realizada com as superintendências dos bancos e remeterá ao Ministério Público, para que a promotoria do consumidor tome as providências judiciais que achar cabíveis, em face do dano causado à coletividade. Caso seja necessário, o Procon Natal irá elaborar um Termo de Ajustamento de Conduta com os bancos, estabelecendo compromissos e penalidades a serem cumpridos durante o período da greve.

O Procon Natal funciona na Rua Seridó, 355 – Petrópolis. Telefones: 3232.9050/3232.9051.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joscelito Martins disse:

    Se fosse para punir o cidadão, seriam rápidos. Mas, para punir os Bancos, estou pagando pra ver!

  2. marcos antonio disse:

    nao dah em nada

  3. Jonatas disse:

    Estes telefones do procon está funcionando? porque liguei hoje para fazer uma reclamação sobre a greve dos bancos e ninguém atendia.

  4. Luciana Morais Gama disse:

    Paulo Roberto, ele nao estava apoiando, estava participando! Alem de ser ILEGAL (pois ele se portava como bancario grevista) precisa ser apurado se ele estava recebendo dinheiro pra isso.

  5. Luciana Morais Gama disse:

    Bruno, os sindicalistas (Sindicato dos Bancarios) estao TERCEIRIZANDO OS GREVISTAS que ficam nas portas dos bancos. Ontem conversei com um deles que estava no estacionamento do Bradesco Centro e o rapaz jovem me falou que era vigilante e que estava ali fazendo "bico", isso eh muito serio. Eh so requisitar as filmagens do banco e procurar saber quem eh esse rapaz. Outros bancos deve ta na mesma situaçao. Alo MPT / DRT / TRT!!!!

    • PAULO ROBERTO disse:

      Qual o problema do vigilante apoiar o movimento dos bancários??? Se eu quiser ir lá apoiar eu vou e fico o dia todo lá, vai ser você quem vai me tirar de lá Luciana Morais???

  6. Auxiliadora disse:

    É necessário uma ordem, a população está muito prejudicada.

Quadrilha fortemente armada explode caixa-eletrônico do BB na Grande Natal

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Mais uma vez uma agência bancária foi alvo da ação de bandidos no Rio Grande do Norte. Na madrugada desta terça-feira (10), por volta de 3h, uma quadrilha fortemente armada e com uma grande quantidade de explosivos, conseguiu “detonar” o terminal Banco do Brasil do município de Extremoz, região metropolitana de Natal, e arrombou um caixa eletrônico local, levando uma quantia não revelada em dinheiro.

Segundo o 11º Batalhão de Polícia Militar, informações de populares dão conta que os bandidos surgiram distribuídos em dois veículos, nas proximidades da estátua do grude, onde fica o terminal, e efetuaram disparos para cima, mandando que as poucas pessoas que ainda circulavam pela área se dirigissem até suas residências. Foi então que  a ação foi iniciada.

Na ocasião, uma quantidade não especifica de dinamites foi instalada no caixa e a explosão foi grande e o suficiente para danificar boa parte da estrutura do terminal do BB local. Logo em seguida, o grupo fugiu com destino ignorado, sendo um dos carros reconhecidos: um Uno verde, do modelo mais novo. A Polícia Civil e Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP), responsáveis pela investigação e perícia, não apareceram no local até as primeiras horas da manhã, em decorrência da greve.