Agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal rejeitaram a última chance de acordo e decidiram manter a greve deflagrada em 7 de agosto e enfrentar o governo em busca do reconhecimento como categoria de nível superior. O calendário de protestos nos próximos quatro meses, foi organizado na quinta-feira (30) em assembleia com os 27 sindicatos da categoria, inclui boicote às ações de inteligência da PF, como infiltração, campana, interceptações telefônicas e investigação de organizações criminosas. Segundo o comando de greve, essas atividades exigem habilidades de nível superior.
No Rio Grande do Norte o SINPEF (Sindicato dos Servidores do Departamento de Polícia Federal), comunica que a greve, prossegue também aqui no estado e, na manhã desta segunda-feira (03) em Natal, será realizado o hasteamento da bandeira, às 09h, e em seguida servido um café da manhã.
A manifestação ocorre na entrada principal do prédio da Superintendência (Rua Dr. Lauro Pinto, 155 – Lagoa Nova), onde se concentram os grevistas.
Sem reajuste há três anos, eles recebem hoje entre R$ 7.500 e R$ 13 mil. Com a reestruturação, querem ser equiparados às demais carreiras de Estado, cujos salários vão de R$ 11.500 a R$ 19 mil. A entidade vai editar uma cartilha de procedimentos funcionais orientando a categoria a só exercer funções de nível médio como protesto.
Foto: Divulgação
Comente aqui