Polícia Federal assina acordo de delação com Sérgio Cabral

Foto: Geraldo Bubniak / Agência O Globo

A Polícia Federal assinou acordo de delação premiada com o ex-governador do Rio Sérgio Cabral e enviou o material para homologação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin. Pelo acordo, mantido sob sigilo, o ex-governador se comprometeu a devolver R$ 380 milhões da propina recebida por ele nos últimos anos. A delação, porém, só terá validade caso seja homologada pelo STF.

O acordo, assinado pela Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado da PF, chegou ao Supremo no início de novembro. A PF pediu que a delação fosse distribuída ao ministro Fachin. Logo em seguida, Fachin pediu uma manifestação do procurador-geral da República Augusto Aras sobre o material. A manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) chegou ao STF nesta segunda-feira. Aras afirmou ser contrário ao acordo de delação, que também havia sido rejeitado anteriormente pela força-tarefa da Lava-Jato do Ministério Público Federal do Rio.

Em sua manifestação, Aras argumentou que o ex-governador ocultou informações e protegeu pessoas durante a negociação do acordo com a Lava-Jato do Rio. Por fim, também alegou que Cabral pode ser considerado o líder da organização criminosa montada no governo do Rio, e, portanto, não poderia se beneficiar de um acordo de colaboração. Diz, portanto, que o acordo da PF com Cabral está fora dos requisitos legais.

Durante dois meses de depoimentos prestados à PF, Cabral citou dezenas de políticos beneficiários do esquema de corrupção montado em seus governos no Rio. Chamou a atenção dos investigadores uma outra frente citada nos seus depoimentos: o Judiciário. Cabral narra nos depoimentos sua relação com ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e com o processo de indicação deles aos seus atuais cargos. É por isso que a delação precisa ser homologada no STF, já que esses ministros possuem foro privilegiado perante a Suprema Corte. Os nomes delatados são mantidos sob sigilo.

Fontes com acesso aos depoimentos afirmam que há poucas provas documentais, mas que o ex-governador fornece caminhos de provas para diversos dos seus relatos. Dizem ainda que as informações prestadas por Cabral sobre o Judiciário seriam suficientes para novas frentes de investigação na Lava-Jato. Preso desde novembro de 2016 e já denunciado 30 vezes pelo Ministério Público Federal, Sérgio Cabral já foi condenado 12 vezes na Lava-Jato e suas penas somadas superam 267 anos.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gui disse:

    Na hora que prende, todos são inocentes, nada a declarar. Aí quando vê que ninguém acredita nas conversas é o jeito partir para as delações.
    380 milhões deve ser o que sobrou ou tem guardado. E o que já torrou, fica como?

  2. Paulo disse:

    e qual o partido dele?

  3. Paulo disse:

    Quem é o lider do governo federal no senado ?

  4. Olimpio disse:

    Devolver $ 380.000.000, imagine quanto essa essa quadrilha roubou da nação junto com sapo barbudo.

  5. Papa Jerry Moon disse:

    Tem que aceitar a delação. E aí reduz a pena dele pra 200 anos.

  6. Yuri disse:

    Citou Ministros, lascou se, não vai passar.

  7. Fernando disse:

    Mais combustível pra fogueira do inferno que estão os petralhas. Temos que passar esse país a limpo.

Moro pede que PGR investigue possível denunciação caluniosa contra Bolsonaro

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

O ministro da Justiça, Sergio Moro, enviou uma solicitação ao Ministério Público Federal para que instaure um inquérito para investigar as declarações de um porteiro de que um dos suspeitos do assassinato de Marielle Franco pediu autorização a Jair Bolsonaro para entrar no condomínio onde encontrou o outro suspeito.

A Globo noticiou nesta terça-feira (29/20) que Élcio de Queiroz, um dos suspeitos da morte de Marielle, entrou no condomínio onde morava Ronie Lessa com a autorização de Bolsonaro. Isso teria sido no dia 14 de março de 2018, horas antes do assassinato. Acusado de fazer os disparos, Lessa morava no mesmo condomínio que o atual presidente da República.

Neste dia, Jair Bolsonaro estava em Brasília e votou em sessões da Câmara, pois ainda era deputado federal.

Moro vê “inconsistência no depoimento do porteiro” e acredita que pode se tratar de erro de investigação ou tentativa de envolver o nome do presidente no crime. Esses atos configuram crime de obstrução à Justiça, falso testemunho e denunciação caluniosa do presidente, o que atrai competência da Justiça Federal e da Polícia Federal.

O ministro da Justiça pede ao procurador-geral da República, Augusto Aras, que MPF e PF passem a atuar juntos na investigação do caso.

 

Foto: Reprodução. Confira a íntegra do ofício clicando AQUI.

Com Conjur e O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Yusuke urameshi disse:

    No final dessa investigação vão descobrir que a voz do interfone era mesmo de Bolsonaro, o tom de voz estava diferente porque Moro estava pendurado nos seus ovos.

  2. Santanense disse:

    GIBA. aceita que dói menos

  3. Ems disse:

    Moro, o nosso futuro presidente !!!

  4. Silva disse:

    MORO depois do MITO.
    É isso aí meu herói.
    Bota pra taba lascar em cima desses safados.
    Coragem é o que não lhe falta.
    ARROCHA!!!
    PRA CIMA DELES.

  5. Capitão disse:

    Com a Denúncia de que Lula mandou matar Celso Daniel, a Orcrim, organização criminosa , sacou essa falsa acusação contra o presidente.
    O Fato de Lula mega LADRÃO , Alcoólatra, psicopata é Corrupto, ser um assassino frio e calculista, pode dificultar sua soltura pelo STF sem FUTURO,,. Canalhas FDputas.

  6. Bolsominion disse:

    De super herói contra corrupção em advogado de miliciano em menos de 1 ano.

    • Acorda Brasil disse:

      Cara, você está do lado errado. Odiar o cara que ajudou a colocar atrás das grades mais de 140 mafiosos que assaltavam o Brasil na casa dos bilhões. Não precisa elogiar nem amar se discorda ideologicamente, mas fique calado se for do bem.

  7. Giba disse:

    Deixe eu ver se entendi, o Bozo nomeou o Moro, nomeou o Aras da PGR ai o Bozo pedi pra moro investigar, ai o Moro manda a PGR investigar, já entendi vai terminar em pizza kkkk

  8. Véio de Rui disse:

    Ou será que montaram tudo pra pegar o presidente? Desse povo eu acredito que pode sair de tudo.

    • Futuro disse:

      O governo sabe que nessa "estória" criada do ego infantil e desesperado daqueles que perderam os milhões dos cofres públicos, o que existe de concreto são as acusações da emissora.
      Uma vez que isso seja documentado, provado, virá a resposta devida…
      Moro se baseia na lei e dela faz sua história e ações.

Polícia Federal indicia 13 por rompimento da barragem da Vale

Foto: Pablo Nascimento / R7

A Polícia Federal indiciou sete funcionários da Vale e outros seis da empresa de consultoria alemã Tüv Süd por falsidade ideológica e uso de documentos falsos no inquérito aberto para investigar o rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho. As duas empresas também vão responder pelos crimes.

A tragédia completa, na próxima semana, oito meses. Até o momento, 249 vítimas foram identificadas e outras 21 permanecem desaparecidas. O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais continua com as buscas pelo 239º dia consecutivo.

Essa é a conclusão da primeira etapa das investigações, que vem sendo conduzidas pela Polícia Federal. Os funcionários serão indiciados com base no artigo 69-A da Lei 9.605/98, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente.

Segundo a corporação, funcionários da Vale e da Tüv Süd, que foi a empresa responsável por atestar a estabilidade da barragem que se rompeu, assinaram contratos utilizando informações falsas da DCE (Declaração de Condição de Estabilidade), em 2018. Isso caracterizaria o crime de falsidade ideológica.

Já o crime de uso de documento falso teria sido cometido um ano antes, quando as empresas apresentaram documentos que atestavam que a barragem estava estável.

O que diz a Lei 9.605/98

A Lei que embasou o indiciamento dos funcionários da Vale e Tüv Süd com base nos crimes de falsificação ideológica e uso de documentos falsos prevê pena de três a seis anos de prisão, além de multa, para quem “elaborar ou apresentar, no licenciamento, concessão florestal ou qualquer outro procedimento administrativo, estudo, laudo ou relatório ambiental total ou parcialmente falso ou enganoso, inclusive por omissão.”

O artigo 69-A também prevê que, se o crime é culposo, ou seja, praticado sem a intenção, a detenção pode variar entre um e três anos. A pena pode ser aumentada em até dois terços se houver “dano significativo ao meio ambiente, em decorrência do uso da informação falsa, incompleta ou enganosa.”

R7

 

MEC aciona Polícia Federal para apurar ataques cibernéticos; “indícios fortes” de sabotagem no Prouni e Fies

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) está investigando indícios de sabotagem de serviços prestados e sistemas internos do Ministério da Educação. O ministro Abraham Weintraub anunciou nesta quinta-feira (8), em entrevista coletiva, que a pasta tem sofrido ataques cibernéticos há algumas semanas e que isso tem prejudicado alguns produtos oferecidos pelo portal na Internet.

“Não estamos acusando ninguém, mas há indícios fortes de sabotagem que nos levaram a acionar a Polícia Federal. Não é nosso papel investigar”, explicou Weintraub. Segundo ele, a população não será prejudicada pelos ataques. “Qualquer serviço que for suspenso terá prazo ampliado”, assegurou.

O Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) são os principais afetados pelo problema. Segundo técnicos do Ministério, os dois serviços estão intermitentes desde a última segunda-feira (5). Outro produto afetado é o Sistema Presença, utilizado para o pagamento dos benefícios do Bolsa Família. O MEC ainda detectou prejuízos no funcionamento do principal sistema de negócios da pasta, conhecido como SiMEC.

De acordo com a equipe da pasta, técnicos estão trabalhando para reestabelecer todo o funcionamento o mais rapidamente, mas não há prazo para que os serviços estejam totalmente normalizados.

Força de Segurança

Esta semana foi autorizada a presença do uso da Força Nacional de Segurança Pública nas imediações do prédio onde funciona o Ministério da Educação – o Bloco L da Esplanada dos Ministérios – nos dias 7, 12 e 13 de agosto.

De acordo com o texto publicado no Diário Oficial da União, o prazo do apoio ainda poderá ser prorrogado se o MEC considerar necessário e apresentar um pedido oficial.

Em maio, o mesmo reforço de segurança foi garantido ao ministério para evitar prejuízos estruturais com os protestos de estudantes pelo fim do contingenciamento de verbas de universidades públicas. No período, a União Nacional dos Estudantes (UNE) anunciou manifestações em pelo menos 150 cidades.

Contingenciamento

Durante a coletiva, Abraham Weintraub foi questionado sobre possíveis cortes de recursos para algumas áreas atendidas pela pasta. Ele reafirmou que não haverá cortes e sim contingenciamento de verbas. A medida significa bloqueio de orçamento por um período para assegurar o equilíbrio de contas.

“Estamos administrando uma situação de crise estabelecida pelo governo passado”, afirmou.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. clara disse:

    E tome teoria da conspiração no rabo, p manter a seita unida e ouriçada na paranóia.

PF contradiz Moro e afirma que destruição de mensagens depende da Justiça

Foto: Gazeta do Povo

A Polícia Federal afirmou, por meio de nota, que caberá à Justiça, “em momento oportuno, definir o destino do material” apreendido na terça-feira (23) com suspeitos de agirem como hackers.

A manifestação menciona entendimento da lei e contradiz o ministro da Justiça, Sergio Moro, que, conforme mostrou a Folha, avisou a autoridades na tarde desta quinta-feira (25) que as mensagens capturadas pelo grupo preso pela PF seriam destruídas.

O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), João Otávio Noronha, afirmou à Folha que a informação foi dada pelo próprio ministro por telefone.

“As mensagens serão destruídas, não tem outra saída. Foi isso que me disse o ministro e é isso que tem de ocorrer”, disse o presidente do tribunal. A comunicação foi confirmada à reportagem pela assessoria de Moro.

O descarte de qualquer material apreendido em operações policiais é uma decisão que cabe à Justiça e só pode ocorrer com decisão do juiz.

Na nota, a PF disse ainda que a operação deflagrada nesta semana não tem “como objeto a análise das mensagens supostamente subtraídas de celulares invadidos”.

A polícia também afirmou que “o conteúdo de quaisquer mensagens que venham a ser localizadas no material apreendido será preservado, pois faz parte de diálogos privados, obtidos por meio ilegal”.

Além de Noronha, outras autoridades tiveram seus celulares atacados pelo grupo, entre elas os presidentes da Câmara e do Senado e ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Para a Polícia Federal, Walter Delgatti Neto, um dos quatro presos pela PF na terça-feira, foi a fonte do material que tem sido publicado desde junho pelo site The Intercept Brasil com conversas de autoridades da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

Conforme revelou a Folha, Delgatti disse à PF que encaminhou as mensagens ao jornalista Glenn Greenwald, fundador do site, de forma anônima, voluntária e sem cobrança financeira.

Em depoimento ao Senado no dia 19 de junho, Moro defendeu que o site Intercept Brasil, que divulgou as mensagens, entregasse o material para ser periciado.

“Pega o material e entrega para uma autoridade, sem prejuízo da publicação das matérias. Aí vai se poder verificar por inteiro esse material, o contexto no qual ele foi inserido e principalmente verificar se esse material é autêntico ou não. Porque até agora não temos nenhuma demonstração da origem desse material”, declarou Moro na ocasião.

ENTENDA A OPERAÇÃO

Qual o resultado da operação da PF? Nesta terça (23), quatro pessoas foram presas sob suspeita de hackear telefones de autoridades, incluindo Moro e Deltan. Foram cumpridas 11 ordens judiciais, das quais 7 de busca e apreensão e 4 de prisão temporária nas cidades de São Paulo, Araraquara (SP) e Ribeirão Preto (SP). Os quatro presos foram transferidos para Brasília, onde prestariam depoimento à PF

As prisões têm relação com as mensagens trocadas entre Moro e procuradores da Lava Jato divulgadas desde junho pelo site The Intercept Brasil? Walter Delgatti Neto, um dos suspeitos presos na operação de terça, afirmou em depoimento que encaminhou as mensagens que obteve ao jornalista Glenn Greenwald, fundador do site, de forma anônima, voluntária e sem cobrança financeira. Não há até agora indício de que tenha havido pagamento pelo material divulgado, segundo investigadores.

Como a investigação começou? O inquérito em curso foi aberto em Brasília para apurar, inicialmente, o ataque a aparelhos de Moro, do juiz federal Abel Gomes, relator da Lava Jato no TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região), do juiz federal no Rio Flávio Lucas e dos delegados da PF em São Paulo Rafael Fernandes e Flávio Reis. Segundo investigadores, a apuração mostrou que o celular de Deltan também foi alvo do grupo.

Quando Moro foi hackeado? Segundo o ministro afirmou ao Senado, em 4 de junho, por volta das 18h, seu próprio número lhe telefonou três vezes. Segundo a Polícia Federal, os invasores não roubaram dados do aparelho. De acordo com o Intercept, não há ligação entre as mensagens e o ataque, visto que o pacote de conversas já estava com o site quando ocorreu a invasão.

Folhapress

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arnaldo Franco disse:

    Todo petista é doido pra que sejam anuladas as sentenças da Lava Jato e verem o seu presidiário de estimação solto. Acordem. A utopia idiota de voces já não engana mais as pessoas. O socialismo não deu certo em país nenhum do mundo. Busquem outras referencias. Façam oposição construtiva, mostrando alternativas para a sociedade e não tentando cavar o impeachment do Presidente!

  2. Marcelo disse:

    Imagina mas de mil pessoas que tiveram sua privacidade violada (presidente da república,pres do Senado,pres da câmara,juízes do stj,juízes mas diversos,ministros em fim isto não passou apenas por um fato isolado entre juiz e procurador que a verdade apareça!na realidade eu acredito desmoralizar a justiça e depois quem estaria ao longo dos anos com estas outras invasões ?

  3. José disse:

    Porque destruir? Quem não deve não teme! Tem que explicar o conteúdo?

  4. M. Vinicios disse:

    "Folhapress" essa é a fonte!

  5. Anderson disse:

    INFORMAÇÕES DISTORCIDAS?! INFORMAÇÕES TENDENCIOSAS?! INFORMAÇÕES PARCIAIS?!
    INFORMAÇÕES POLÍTICAS?!
    INFORMAÇÕES PARTIDÁRIAS?!
    São apenas perguntas!

  6. Del disse:

    Pra justiça escutas telefônicas e vídeos clandestinos não tem validade nenhuma, já essas conversas hackeadas tem, também concordo toda prova terá validade no processo. Será um avanço pra cidadania, só assim conseguiremos provas contra esses patifes que saqueiam os cofres públicos, soltam bandidos, vendem decisões judiciais e prescrevem crimes. Será um avanço positivo pra sociedade.

Ação Hacker: Polícia Federal diz, nos bastidores, não ter dúvidas de que os quatro suspeitos foram responsáveis por crimes

A Polícia Federal diz, nos bastidores, não ter dúvidas de que os quatro suspeitos presos nesta terça-feira foram os responsáveis por acessar mensagens do procurador Deltan Dallagnol e por tentar invadir os telefones do ministro Sergio Moro.

Segundo a Crusoé, os investigadores tentam descobrir agora se há outros envolvidos e se houve pagamento pela ação hacker.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    "Urubu tá com raiva do boi,
    E eu já sei que ele tem razão
    É que o urubu tá querendo comer
    Mais o boi não quer morrer
    Não tem alimentação.

    O mosquito é engolido pelo sapo,
    O sapo a cobra lhe devora.

    Mas o urubu não pode devorar o boi:
    Todo dia chora, todo dia chora."

  2. Joaquim disse:

    Vão prender Moro e Dalagnol não?

  3. Walsul disse:

    Cheira ou não a armação? Não eram os russos? Não tinha um comprovante de pagamento de 300 mil do intercept para os russos? Não eram hackers com alto conhecimento tecnológico? O que temos: os russos quem diria? Acabaram em Araraquara; segundo a PF, têm conhecimento tosco e não alto conhecimento nessa tecnologia. O enredo seguinte já se conhece e está estabelecido: ficarão presos até dizerem a senha: Lula, ou melhor, nesse caso a senha é Glenn.

  4. Luiz disse:

    Eu quero ver a PF prender Queiroz

    • MÁRIO MARINHO disse:

      NÃO PODE FURAR A FILA.
      ANTES TEM QUE PRENDER O MANDANTE DAS AÇÕES DO ADÉLIO.

    • jonas neto disse:

      meu caro, o caso queiroz e de responsabilidade do ministerio publico do rio de janeiro, não e da policia federal, policia federal não pode intervir !!!

  5. Ricardo disse:

    Nem precisa forçar muito, todo mundo sabe de onde vem o patrocínio: Luladrão (PTralhas, esquerdopatas).
    #adoradoresdecorrupção

  6. CURITIBA JÁ disse:

    ISSO ERA BOM SE FOSSE NA RUSSIA, ESTES BANDIDOS JA TINHAM O CPF BAIXADO

    • democracia disse:

      Se fosse nos regimes democráticos da Venezuela e Cuba, também estariam com o CPF cancelados, aliás, nem seriam notícia, simplesmente desapareceriam, simples assim. Viva a democracia praticada nos países livres, justos e igualitários da Rússia, Irã, Angola, Guiana, Cuba, Venezuela…

    • Jorge disse:

      Aperta que eles peida. Kkkkkkk
      Não pode dá mole pra bandidos.

Polícia Federal alerta planejamento de facção para ‘mandar quebrar tudo nas ruas’ do RN

A Polícia Federal, através de seu núcleo de inteligência, elaborou um relatório em que alerta para o risco de um “salve” da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) no Rio Grande do Norte, na próxima terça-feira (4). O relatório faz o alerta para as secretarias de Segurança Pública (Sesed) e de Justiça e Cidadania (Sejuc), além das polícias Militar e Civil.

O documento informa que  “a ordem seria ‘mandar quebrar tudo nas ruas’ a partir da meia-noite de terça”. A ação ainda teria o apoio de membros da fação em Pau dos Ferros, Mossoró, Umarizal, Apodi e Macaíba.

O grupo criminoso estaria planejando, além dos ataques nas ruas, ações contra agentes penitenciários e também em unidades prisionais.

Outro alerta do relatório diz que os presos de Alcaçuz teriam “encontrado uma forma de abrir as celas utilizando pedaços de concreto como aríete”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chico da burra disse:

    Se vazou na imprensa deveria ser chamado de relatório de burrice!!! Aff.

  2. Rodrigo disse:

    É nessas horas que neguin não tem argumentos contra o projeto de lei pra o cidadão ter direito a comprar uma arma. Imagina uns meliantes dessas facções resolverem entrar na casa de um cidadão, e mais, sabendo que ele está desarmado. Farão o verdadeiro terror. Dificilmente eles tentariam, se soubessem que na casa tem uma arma de fogo.

Governo autoriza nomeação de aprovados em concurso da Polícia Federal

Foto: Divulgação/Agência Brasil

O governo autoriza a nomeação de candidatos aprovados no concurso público da Polícia Federal. O decreto assinado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, autorizando a nomeação, está publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (24).

De acordo com o decreto, serão nomeados 1.047 candidatos, sendo 500 aprovados e classificados dentro do quantitativo de vagas originalmente previsto para pronto provimento e mais 547 aprovados, que não estavam dentro da quantidade de vagas originalmente prevista.

No dia 14 de abril, em uma postagem no Twitter, o presidente da República escreveu que o governo chamaria mil candidatos aprovados em concurso da PF para compor o quadro da instituição.

“Governo anuncia convocação de mais 1.000 policiais federais. O objetivo é compor gradativamente o quadro de inteligência, como no trabalho da Lava-Jato (combate à corrupção) e outros serviços de segurança nacional dentro do orçamento possível destes primeiros 100 dias de mandato.”

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. lews disse:

    Hum com mais este contingente na PF os corruptos que ainda não foram enquadrados ja devem esta preocupados.

Polícia Federal deflagra 59ª fase da Operação Lava Jato

Imagem de Arquivo/Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (31) a 59ª fase da Operação Lava Jato. São cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária por 60 policiais federais, com o apoio de 16 auditores fiscais da Receita Federal, em São Paulo e Araçatuba (SP).

Há suspeitas de que o esquema criminoso foi possível devido a acordo entre os investigados, que responderão pela prática dos crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Os presos e o material apreendido serão levados para a Superintendência da Policia Federal em Curitiba, no Paraná.

Buscas e detenções

Os mandados foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba, com base nos termos da colaboração premiada homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Os contratos suspeitos somam mais de R$ 682 milhões.

As investigações colheram indícios que apontam que empresas pagaram vantagens indevidas, de forma sistemática, a executivos da Transpetro. O esquema envolvia o pagamento de um percentual de propina, que alcançou o montante de até 3% do valor de 36 contratos formalizados com a estatal entre 2008 e 2014.

Valores

No período de 2008 a 2014, foram repassados milhões de reais a agentes políticos, segundo as investigações. Desse total, o colaborador teria recebido R$ 2 milhões por ano, a título de vantagem indevida, além de R$ 70 milhões no exterior.

Há indícios de que um escritório de advocacia foi utilizado para a movimentação de valores ilícitos e geração de dinheiro em espécie em favor das empresas do grupo investigado.

O sistema utilizado para a ocultação e dissimulação da vantagem indevida ocorreu mediante a utilização de contas de passagem e estruturação de transações financeiras (fracionamento). O objetivo era evitar comunicação de operações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Agência Brasil

Polícia Federal cumpre mandados na Ritz Property na Arena das Dunas

Foto: cedida

A Polícia Federal do RN cumpre na manhã desta terça-feira(15) mandados de busca e apreensão na empresa Ritz Property Investimentos Imobiliários Ltda, na Arena das Dunas.

Em dezembro de 2018, a Ritz foi um dos alvos da Operação Caviloso. A notícia foi destaque no Blog. Veja abaixo links:

Operação Caviloso: MPF e PF investigam evasão de divisas, lavagem de dinheiro, sonegação, estelionato e outros crimes praticados por grupo potiguar

RITZ Property Investimentos Imobiliários emite nota

Polícia Federal apreende R$ 300 mil em dinheiro vivo no apartamento de Kassab

Lucio Bernardo Jr. /Câmara dos Deputados

 

A Polícia Federal (PF) apreendeu R$ 300 mil em espécie no apartamento do ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (PSD), na manhã desta quarta-feira (19). O valor foi recolhido como resultado de um dos oito mandatos de busca e apreensão determinados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a pedido da procuradora-geral da República (PGR), Raquel Dodge, cumprido pelos agentes da PF.

Segundo os depoimentos prestados ao Ministério Público que deram sustentação à autorização para os mandados de busca e apreensão , Kassab teria recebido pagamentos irregulares no valor total de R$ 58 milhões, sendo que R$ 30 milhões foram pagos a ele por meio de mesadas de R$ 350 mil entre 2010 e 2016, e outros R$ 28 milhões, repassados ao partido fundado por Kassab, o PSD, através de doação eleitoral na campanha de 2014.

Os pagamentos irregulares realizados diretamente a Kassab foram feitos em troca de uma “eventual influência política futura em demandas de interesse da JBS” através de contratos de prestação de serviço fictícios, como alugueis de caminhões, com as empresas Yape Transportes e Yape Consultoria, ambas ligadas à Kassab, que, por sua vez, teriam emitido notas fiscais falsas.

Já os repasses feitos via doação eleitoral teriam sido feitos em troca do apoio vendido do partido à reeleição da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2014.

IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo martins disse:

    Ninguém se engane: João Doria terá um chefe de Casa Civil abaixo de toda e qualquer suspeita.

Polícia Federal faz buscas no Ministério do Trabalho em nova fase da Operação Registro Espúrio, que investiga fraudes e desvios relacionados a registros sindicais

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (13) a quinta fase da Operação Registro Espúrio, que investiga fraudes e desvios relacionados a registros sindicais junto ao Ministério do Trabalho. O ministro substituto, Ricardo Santos Silva Leite, foi suspenso do cargo e impedido de entrar no ministério.

O objetivo da nova etapa, de acordo com a PF, é aprofundar investigações em autorizações irregulares de restituição de imposto sindical. O dinheiro, segundo investigadores, foi desviado da Conta Especial Emprego e Salário (CEES), onde são depositadas restituições de imposto.

Durante as investigações da Operação Registro Espúrio, a PF verificou, após a análise e cruzamento de dados coletados, que o esquema desviou mais de R$ 12 milhões da CEES.

Policiais federais cumpriram 14 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, Goiânia, Anápolis e Londrina. A PF fez buscas na consultoria jurídica do Ministério do Trabalho, em Brasília.

Entre os alvos de busca e apreensão da operação está Ricardo Santos Silva Leite, consultor jurídico do ministério. Ele está suspenso do exercício do cargo, bem como proibido de frequentar o ministério e manter contato com demais investigados ou servidores da pasta.

Ricardo Leite está ocupando interinamente a função de ministro do Trabalho até o dia 18 de dezembro, desde o dia 8, durante ausência do titular da pasta, Caio Vieira de Mello. A autorização para Ricardo Leite exercer cargo de ministro substituto foi publicada no “Diário Oficial da União” no dia 5 de dezembro.

Ex-funcionários terceirizados do ministério, advogados, um funcionário da Câmara dos Deputados e um sindicato também estão entre os alvos da PF.

Além dos mandados de busca e apreensão, o ministro Edson Fachin autorizou o bloqueio de mais de R$ 29 milhões, que seriam provenientes de restituição irregular de contribuição sindical. Foram bloqueados valores referente a 14 pessoas físicas e cinco pessoas jurídicas.

De acordo com as investigações, o esquema funcionava da seguinte forma:

Entidades pediam restituições de imposto sindical supostamente recolhidos indevidamente ou a maior na CEES.

Os pedidos, feitos com base em portaria do Ministério do Trabalho, eram manipulados pelo grupo criminoso investigado, com o reconhecimento indevido do crédito;

Os valores eram transferidos da CEES para a conta da entidade e depois repassada para os servidores públicos e advogados integrantes do esquema.

Os investigados, segundo a PF, irão responder pelos crimes de peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, falsificação de documento público e lavagem de dinheiro.

Registro Espúrio

A primeira fase da Operação Registro Espúrio foi deflagrada em maio deste ano. Na ocasião, a PF fez buscas nos gabinetes dos deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Wilson Filho (PTB-PB).

O objetivo da operação é investigar uma suposta organização criminosa integrada por políticos e servidores que teria cometido fraudes na concessão de registros de sindicatos pelo ministério. Segundo as investigações, os registros eram concedidos mediante pagamento.

Dois dias após a primeira fase da operação da PF, o Ministério do Trabalho suspendeu a concessão de registros sindicais por 30 dias.

Na segunda fase, deflagrada em junho, o alvo da PF foi a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ). A partir do material apreendido na primeira fase da operação, a PF chegou até a deputada. Em análise de conversas de WhatsApp do funcionário do Ministério do Trabalho Renato Araujo Júnior, preso na primeira fase, a PF descobriu que foi a deputada quem o indicou para o cargo de chefia no ministério e quem controlava também a aprovação dos registros sindicais.

Em julho deste ano, na terceira fase da operação, o então ministro do Trabalho, Helton Yomura, foi afastado do cargo. Agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão na casa de Yomura, no Rio de Janeiro, e no gabinete do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP) na Câmara, em Brasília.

Inquérito e denúncia

Em agosto, a PF concluiu o inquérito da primeira fase da operação e apontou indícios de que 39 pessoas integravam uma organização criminosa com o objetivo de fraudar os registros.

Entre os apontados pela Polícia Federal como integrantes da chamada organização criminosa estão:

Helton Yomura, ex-ministro do Trabalho, apontado por investigadores como “testa-de-ferro” no ministério da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ). A defesa de Yomura afirmou que ele não cometeu nenhum ato ilícito e que “nega veementemente qualquer imputação de crime ou irregularidade”

Cristiane Brasil, deputada (PTB-RJ). A assessoria da deputada afirmou em nota que ela não tem “ingerência sobre o ministro ou o ministério”

Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB. Em nota, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, afirmou que não participou de nenhum esquema no Ministério do Trabalho, que apoia as investigações da Operação Registro Espúrio e que o partido coloca o ministério à disposição do governo Michel Temer

Paulinho da Força, deputado federal (SD-SP). O deputado afirmou que desconhece os fatos investigados.

Jovair Arantes, deputado federal (PTB-GO). Jovair Arantes diz que se posiciona “em consonância” com nota emitida pelo PTB, segundo a qual a direção do partido “jamais participou de quaisquer negociações espúrias”. Também são apontados como integrantes do suposto esquema, dois sobrinhos do deputado, Leonardo e Rogério. Eles ocupavam cargos de chefia no Ministério do Trabalho e estão presos desde a primeira fase da operação, que foi deflagrada no dia 30 de maio.

Wilson Filho, deputado federal (PTB-PB). O deputado disse, por meio de nota, não ter participação na concessão de registros sindicais no Ministério do Trabalho

Nelson Marquezelli, deputado federal (PTB-SP) . O deputado disse em julho não ter “nada a temer”.

No mesmo mesmo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou ao STF 26 pessoas pelo crime de organização criminosa no âmbito da Operação Registro Espúrio.

Entre os denunciados estão o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, o ex-ministro do Trabalho Helton Yomura e os deputados Cristiane Brasil (PTB-RJ), Paulinho da Força (SD-SP), Jovair Arantes (PTB-GO), Wilson Filho (PTB-PB) e Nelson Marquezelli (PTB-SP).

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. V M disse:

    Q país para ter BANDIDO!! Genteee, o q é isso,… Q país é esse!! Taí para q serve MINISTÉRIO DO TRABALHO, para esses criminosos se locupletarem, tem q ser extinto mesmo.

  2. Luciana Morais Gama disse:

    O Ministério do Trabalho tem funcionários terceirizados?? Kkkk. Tá de brincadeira.

  3. M.Vinícius disse:

    O Min. que estava questionado/criticando as propostas do próximo governo. Assim também fizeram e fazem os "funcionários" do MPT que conviveram e convivem com a corrupção no MPT.
    São esses os cães que ladram o tempo todo!

Bolsonaro visita tropa de elite da Polícia Federal em Brasília

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) visitou na manhã desta quarta-feira (12) o Comando de Operações Táticas (COT) da Polícia Federal (PF), localizado em Brasília.

Bolsonaro chegou à sede do COT, considerada a unidade de elite da Polícia Federal, por volta das 8h30.

O presidente eleito está desde segunda-feira (10) na capital federal, quando recebeu o diploma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que confirmou o resultado da eleição e o habilitou a tomar posse em 1 de janeiro de 2019.

Bolsonaro aproveitou a passagem por Brasília para se reunir com comandantes da Polícia Militar na terça.

Em outras viagens à capital, o presidente teve reuniões com os comandantes das Forças Armadas. Bolsonaro é capitão reformado do Exército e deputado federal desde 1991.

Nesta quarta, Bolsonaro também tem a previsão de almoçar com colegas da turma de 1977 da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). A instituição forma os oficiais do Exército.

Partidos

Bolsonaro retomou nesta semana as negociações com as bancadas de partidos no Congresso Nacional. Ele recebeu na semana passada as bancadas do MDB, PR, PRB e PSDB.

Na terça (11), ele esteve com deputados do PSD e Podemos. A agenda do presidente eleito prevê audiências nesta quarta com as bancadas do DEM, PP, PROS e PSL (partido de Bolsonaro).

Os encontros ocorrerão no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede do gabinete de transição. Bolsonaro também receberá o governador eleito do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB).

Até o momento, dos partidos que se reuniram com Bolsonaro, apenas o PR declarou apoio formal ao futuro governo na Câmara dos Deputados.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sérgio disse:

    Palhaço-mor da nação. E sobre o motorista, nada?

  2. Ricardo Carvalho disse:

    Parabéns, Presidente! Tem que valorizar quem presta, diferente do ex-presidente presidiário que adorava posar com o boné dos desocupados e criminosos do MST!

INSPEÇÃO POR RAIO-X: Polícia Federal prende homem em flagrante em Parnamirim que receberia cerca de 1,6 quilo de maconha em agência dos Correios

A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (11) um homem no momento em que receberia cerca de 1,6 quilo de maconha em uma agência dos Correios, na cidade de Parnamirim/RN. A droga havia sido despachada pelo correio do Paraná

Durante verificação rotineira foi detectada, através de inspeção por raio-x, a presença de quantidade significativa de material orgânico no interior da encomenda postal. Acionados, policiais federais acompanharam de forma velada o trajeto do material até seu destinatário.

O homem foi preso e indiciado por tráfico interestadual de drogas, cuja pena pode variar de 5 a 15 anos de reclusão. Após o indiciamento, ele foi encaminhado ao sistema prisional estadual.

Lula poderá receber visitas de dois aliados por semana na prisão

Foto @gleisi / Twitter

A Polícia Federal no Paraná autorizou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde o dia 7 de abril, receba visitas semanais de duas pessoas fora do seu círculo familiar de primeiro grau. As visitas serão às quintas-feiras, assim como as dos familiares, e Lula poderá escolher, entre os aliados que fizeram pedidos para vê-lo, quem poderá entrar na sala de quinze metros quadrados transformada em cela na Superintendência da PF em Curitiba. Nesta quinta, estiveram com o petista a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, e o ex-governador da Bahia Jaques Wagner.

Na última sexta-feira (27), a juíza federal Carolina Lebbos, responsável pela execução da pena de Lula, determinou que, dali em diante, os pedidos de visita ao petista deveriam ser encaminhados à PF e que ela só deveria ser consultada sobre o assunto se houver negativa da corporação. Também na semana passada, a magistrada negou visitas da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), do pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, e do vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 1980, o argentino Adolfo Pérez Esquivel, além de comitivas de governadores e deputados federais, entre outros.

Gleisi Hoffmann e Jaques Wagner ficaram, cada um, por 30 minutos com o ex-presidente. A presidente do partido foi indicada por Lula como sua porta-voz enquanto ele estiver encarcerado, enquanto o ex-governador baiano chegou a ser cogitado como um dos petistas que poderiam substituí-lo como candidato do PT à Presidência na eleição de outubro.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. fernando alves disse:

    Infelizmente o povo perdeu mais uma vez.

Marcos Valério fecha acordo de delação premiada com a Polícia Federal

Depois de ter sua proposta de delação rejeitada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG), o operador do mensalão Marcos Valério Fernandes fechou um acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal (PF). Por citar políticos com foro privilegiado, como o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o acordo aguarda a homologação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Valério cumpria pena de prisão pela ação penal do mensalão na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG), e foi transferido na última segunda-feira para uma unidade da Associação de Proteção e Assistência a Condenados (Apac), em Sete Lagoas (MG), a pedido da Polícia Federal.

Veja texto completo de O Globo aqui

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Helder disse:

    Esse careca tem muito pra contar e phuuder esse bando de arrombado